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Maria Antonieta de las Nieves descarta reconciliação com elenco de Chaves

Foto: Carlos Mejía/El Universal

Foto: Carlos Mejía/El Universal

Maria Antonieta de las Nieves, a Chiquinha, crê que todas as traições que ocorreram entre o elenco de Chaves tornam impossível que haja uma reconcilação, ainda mais quando os problemas lhe levaram duas vezes ao hospital. Foi o que disse a atriz durante a apresentação do livro “Había una vez una niña en la vecindad”, na última quarta-feira.

“Não sou rancorosa, mas creio que já aprendi. Me senti desapontada durante várias ocasiões e nessa idade, não quero voltar ao hospital, onde estive duas vezes com infarto, quando Chespirito me processou e quando tive brigas com a Televisa. Claro, eram coisas muito grandes para mim, então, não quero cair numa terceira. Fomos uma família muito bonita, nos primeiros seis anos nos queríamos, nos dávamos bem, com essa lembrança que quero ficar.

A atriz reconheceu seu problema de audição durante o evento, mas agradeceu não ter “ninguém que esteja me dizendo ‘diga isso, diga o outro”, fazendo referência a Florinda Meza, de quem assegurou que não voltará a falar mal. Maria afirmou que se não fosse por ela, sua relação com Chespirito teria terminado de outra forma.

“Precisamente Graciela, a ex-esposa de Chespirito, ensinou-me um lembra que é precioso: ‘quando não pode falar bem de uma pessoa, não fale…’, mas não estou falando mal de ninguém. Uma vez que nos vimos em Miami, Chespirito e eu, já estava ocorrendo a briga na justiça, e a única coisa que pensei foi correr para lhe abraçar e lhe dar um beijo, que ele me correspondeu imediatamente, nem pensou duas vezes, abriu os braços, me abraçou, me beijou e lhe disse: ‘por que, Chespirito, por que se nos queremos tanto, acontecem essas coisas?’… e colocou a culpa na imprensa”, lembrou, mas também reconheceu que quando lhe pediu para falar a sós, Bolaños ordenou a Florinda que lhe passasse o número de sua casa, mas jamais pôde estabelecer contato com ele.

Sobre Rubén Aguirre, o Professor Girafales, que criticou a Chiquinha recentemente, Maria disse que prefere ficar com as boas recordações que conserva, e ressalta que seu carinho por Chespirito foi maior que os problemas, tanto que caiu em uma severa depressão quando este faleceu, em novembro.

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Texto: El Universal, traduzido por Antonio Felipe

“A Chiquinha é minha”, diz Maria Antonieta de las Nieves

Foto: Luiz Ortiz/Milenio

Foto: Luiz Ortiz/Milenio

Maria Antonieta de las Nieves, a Chiquinha, lançou o livro Había una vez una niña en una vecindad, onde explica os problemas que teve com os personagens da vizinhança do Chaves e suas razões para brigar pelo personagem.

A atriz assegura que antes de Roberto Gómez Bolaños criar o Chaves, ela trabalhava fazendo dublagem de vozes infantis e na tela interpretava o papel de uma menina.

“… usava uniforme escolar, mas tinha sardas, óculos, faltava-lhe um dente. Quando Chespirito me viu, disse, ‘que bárbara’… eu lhe disse: ‘por que não faz um programa de crianças?’ e ele me disse que ninguém iria querer”, narrou Maria Antonieta sobre as origens do personagem.

“Então me diga, de quem é a Chiquinha, da pessoa que mudou o nome de minha personagem? Chespirito só me disse, ‘como tem sardas, vai se chamar Chilindrina [versão original do nome Chiquinha], que é um pão doce com grãos de açúcar em cima, e como gostava tanto dos nomes com CH, isso lhe ocorreu. Creio que a Chiquinha é minha, não? O que ele inventou foi o nome”, declarou.

Anos depois, Maria Antonieta registrou o nome, razão pela qual é a única que tem os direitos de usar a imagem da famosa menina da vizinhança.

Ainda que não tenha uma boa relação com a família do falecido Chespirito, Maria aceita que o comediante foi peça chave para que ela se convertesse em uma artista internacional.

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Texto: Milenio, traduzido por Antonio Felipe

Florinda Meza revela que não dormia com Chespirito há dois anos

florinda-ratinhoViúva de Roberto Gómez Bolaños, criador da série Chaves, Florinda Meza revelou que não dormia com o marido havia dois anos por causa dos problemas de saúde do comediante, morto em novembro. Em entrevista ao programa Domingo Legal (SBT), neste domingo (8), a atriz, que interpretou Dona Florinda no humorístico, disse ao apresentador Celso Portiolli que, quando a saúde de Bolaños começou a piorar, instalou uma cama de hospital no quarto para cuidar dele.

“Nos últimos dois anos, já não dormíamos juntos, porque ele estava na cama de hospital. Eu comprei uma cama de hospital para ele. Eu não queria ficar fora do quarto, então uma outra cama, não do nosso quarto, que era enorme, mas coloquei outra para poder ficar perto dele para qualquer coisa que ele precisasse durante a noite”, disse Florinda Meza.

Nos últimos anos, Roberto Gómez Bolaños viveu deitado com um cateter de oxigênio no nariz por causa de problemas respiratórios e de locomoção. Por causa da saúde, o comediante havia trocado a Cidade do México, a mais de 2.000 metros de altitude, por Cancún, no litoral mexicano, para viver ao nível do mar e respirar melhor.

A atriz também recordou uma das últimas demonstrações de amor de Bolaños. Na mesma semana em que morreu, o comediante havia comemorado que ainda estava vivo e por ter acordado ao lado da mulher.

“Mais ou menos quatro dias antes da morte, ele disse: ‘Oh, hoje eu despertei pela manhã e fique muito feliz porque ainda estou vivo e acordei junto de você”, relembrou Florinda Meza, emocionada.

Roberto Gómez Bolaños e Florinda Meza começaram a namorar em 1977, quando o comediante ainda era casado, durante uma turnê do elenco de Chaves no Chile. Os dois oficializaram a união em 2004, após 27 anos juntos.

Assista à entrevista:

https://www.youtube.com/watch?v=XH1bS9WkqT8

Texto: Notícias da TV

Edgar Vivar fará peça de teatro no Peru

edgar-vivar-4funfestO ator Edgar Vivar celebrará seus 43 anos de carreira artística no Peru, com a peça “No Soy Roboport”, que protagonizará ao lado do peruano Ricky Tosso.

Em declarações à imprensa, Edgar Vivar comentou que está pronto para viajar a Lima, onde estará durante um mês com a obra, que espera que possa levar ao México, para deleite de seu público.

Vivar indicou que os trabalhos dessa peça começarão em maio e que está muito entusiasmado.

“Com essa obra celebro meus 43 anos de carreira artística e estou contente que o público siga me querendo”, explicou o ator, que interpretou Senhor Barriga e Nhonho no Chaves.

Sobre a peça que montaria com Rubén Aguirre, afirmou que o projeto foi adiado em razão do estado de saúde de seu ex-colega de série. “Temos falado e tudo está bem, igual à saúde de sua esposa”.

“Só resta esperar que Rubén esteja melhor de saúde, porque há que lembrar que ele teve um problema renal e diabetes, há seis meses foi hospitalizado, mas agora está com ânimos renovados”, expressou.

Vivar acrescentou que caso concretize a peça, tratariam de fazer uma homenagem ao seu amigo Roberto Gómez Bolaños, falecido em novembro passado. Ele comentou ainda que já tem os direitos da obra, mas prefere não revelar o nome.

Após Rubén Aguirre apresentar seu livro, Edgar Vivar assegurou que também fará sua biografia, mas esta será publicada após sua morte. “Creio que não é o tempo agora, há 15 anos a escrevo, uma série de memórias que a princípio eram só para mim”.

“Não será um livro revelador, nem impactante, simplesmente minhas memórias vividas no circo e em outros lugares”, concluiu o ator.

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Texto: Notimex, traduzido por Antonio Felipe

Rubén Aguirre nega ter se relacionado com Florinda Meza

Foto: USI

Foto: USI

“Todo mundo andou atrás de mim”, declarou a atriz Florinda Meza ao Programa do Ratinho, no SBT, na última quarta-feira (25).

A atriz e produtora foi convidada para a atração, onde mostrou imagens da casa onde viveu com Roberto Gómez Bolaños, comentou que nunca proibiu que visitassem sua tumba e culpou a imprensa “suja” por tais declarações.

Além de falar sobre Maria Antonieta de las Nieves (Chiquinha) e Carlos Villagrán (Kiko), Florinda assegurou que Rubén Aguirre, o Professor Girafales, andou atrás dela.

Quando lhe perguntaram se foi namorada de Villagrán, Florinda comentou: “Eu já lhes disse que tinha pedacinhos bons, eu era uma jovem atraente. Todos, não só Roberto, todos, todos, todos andavam atrás de mim, mas os homens assim são. Não foi apenas Carlos. Rubén também andou atrás de mim, mas também Horácio Gómez (Godinez), todos”.

Rubén Aguirre, no entanto, negou que tenha se relacionado com Florinda. Em uma entrevista para o programa Ventaneando, da TV Azteca, do México, o ator disse que quando Florinda tinha 22 anos, “parava o trânsito de verdade”.

“Eu sou homem e gosto das mulheres bonitas e a via, mas de andar atrás dela é outra coisa. No máximo lhe disse um elogio, como digo a qualquer mulher bonita, o que se faz um homem quando vê qualquer mulher bonita”, explicou Aguirre, que assegurou que sempre respeitou e foi fiel há sua esposa, Consuelo, com quem é casado desde 1960.

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Texto: El Universal, traduzido e adaptado por Antonio Felipe

Chapolin sai do ar no SBT na segunda-feira

chapolindesA partir da próxima segunda-feira, o Chapolin Colorado sai do ar no SBT, dando lugar à série “As Visões da Raven”, segundo anunciou o canal através de sua assessoria de imprensa.

Chapolin vinha registrando uma média de 6 pontos no SBT, a mesma de “Um Maluco no Pedaço”, que o antecedia na grade.

O seriado de Chespirito vinha sendo exibido desde 5 de janeiro, apenas com episódios clássicos. No entanto, o canal transmitiu em fevereiro reprises de diversos episódios que passaram em janeiro, deixando de lado as sagas como “Branca de Neve” e “A festa à fantasia”.

Mais uma vez preterido pelo SBT, o Chapolin Colorado pode ser visto nos canais pagos TBS e Boomerang.

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Texto: Antonio Felipe

‘Roberto uniu a América Latina mais do que qualquer político’, diz viúva de Bolaños

Foto: Ego

Foto: Ego

Florinda Meza, famosa por interpretar a Dona Florinda do seriado “Chaves”, esteve no Brasil nesta quarta-feira (25) para participar do “Programa do Ratinho” (SBT).

Em conversa com jornalistas antes do programa, Florinda falou sobre a perda do marido, Roberto Bolaños, morto em novembro do ano passado, aos 85 anos.

“Sou eu quem dou as condolências a vocês brasileiros pela perda dele”, respondeu ela ao receber os pêsames de um jornalista.

“Roberto uniu a América Latina mais do que qualquer político”, disse a atriz, que escolheu o Brasil para dar sua primeira entrevista após a morte do marido.

“Escolhi o Brasil porque aqui sempre fomos muito queridos pelos fãs. Roberto sempre foi bem recebido pelos brasileiros, ele ficava muito comovido com o carinho de vocês. Chego a me perguntar se eu realmente mereço tanto carinho!”, se emocionou.

Aos 66 anos recém-completados, ela contou como está sendo difícil superar a morte do comediante, com quem viveu por quase 40 anos.

“Não estou me recuperando. Estou sobrevivendo. E duvido que qualquer pessoa no meu lugar teria conseguido superar. Fomos casados por quase 40 anos e trabalhamos juntos por 45. Passei mais tempo da minha vida com ele do que sem ele”, lamentou ela, que vestia luto para a entrevista.

“Sou atriz, profissão que me permite controlar meus sentimentos. Fico imaginando quem não é ator, como faz para lidar com isso”, continuou Florinda, com lágrimas nos olhos. “E devo dizer… Ele era o melhor homem do mundo”.

‘GRANDE COMPANHEIRA’

Questionada sobre a relação aparentemente conturbada com Maria Antonieta de Las Nieves, a Chiquinha, Florinda afirmou que nunca foi de fato muito próxima da colega de elenco fora das gravações.

No entanto ela afirma que sempre se deu bem com todos da série no ambiente de trabalho.

“Edgar Vivar (Sr. Barriga) e Ruben Aguirre (Professor Girafales) sempre foram meus amigos mais próximos. Angelines Fernández (Dona Clotilde) também, por ser uma atriz mais velha, sempre foi uma pessoa que respeitei muito”, comentou.

“Já Maria Antonieta, não posso chamá-la de amiga, mas foi uma grande companheira de trabalho. Faz muito tempo que não a vejo”, enfatizou. “Vivemos na ‘era del morbo'”, disse ela, expressão em espanhol que significa espécie de ‘era da maledicência’, culpando a imprensa pelos rumores de que as duas não se dariam bem.

“Mas se não tivéssemos apreço e tolerância um com o outro, como teríamos trabalhado juntos por 25 anos?”.

LEGADO

Três meses após a morte do marido, Florinda já se desfez da casa em que viveu com ele até o fim da vida, em Cancún. Os dois também eram donos de um imóvel na Cidade do México, que também foi vendido.

Sobre as vendas, consideradas precoces, a viúva explicou que tinha vontade há muito tempo de vender as duas casas, mas não o fez pois estava ocupada cuidando de Bolaños, já doente, no final da vida.

“Há muito tempo não íamos para a Cidade do México, porque era impossível viver lá. O clima e a altura da cidade eram uma sentença de morte para o Roberto”, explica ela. “Eu já tinha vontade de vendê-la há muito tempo, mas nos últimos cinco anos não tive cabeça nem tempo para cuidar disso”.

“Já a casa de Cancún era gigante. Acho que exageramos quando construímos a casa, era uma mansão! Ele tinha seis filhos e doze netos, então fizemos aquela casa enorme achando que estaria sempre cheia, mas agora nos últimos anos ela tem ficado bem vazia”.

Cuidando agora dos licenciamentos das marcas de Bolaños, Florinda afirma que está trabalhando em um desenho animado do Chapolin, e que, por enquanto, não há mais projetos em vista.

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Texto: Anahí Monteiro, para a Folha de São Paulo

As Visões da Raven entra no lugar do Chapolin no SBT

chapolin-personagemA partir da próxima segunda-feira, o seriado “As Visões da Raven” entra no lugar do Chapolin na programação do SBT, segundo anunciou o canal em chamada exibida durante a tarde.

Ainda não se sabe se o Chapolin seguirá na grade da emissora, sendo deslocado para outro horário ou, mais uma vez, sairá da grade após pouco tempo no ar.

Chapolin vinha registrando uma média de 6 pontos no SBT, a mesma de “Um Maluco no Pedaço”, que o antecede na grade. O seriado de Chespirito vinha sendo exibido desde 5 de janeiro, apenas com episódios clássicos.

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Texto: Antonio Felipe e Billy Drescher

Filho de Chespirito preferia outro cemitério para seu pai

Roberto Gómez Fernández (foto: divulgação)

Roberto Gómez Fernández (foto: divulgação)

No evento que revelou os indicados para os prêmios TV y Novelas, no México, o produtor Roberto Gómez Fernández falou sobre o seu pai, Chespirito, e indicou que seria melhor que seus restos estivessem sepultados em outro cemitério.

“Eu creio que seria bom que estivesse em outro lugar”, manifestou Fernández ao ser perguntado sobre a restrição que existe para visitar a tumba de seu pai, Roberto Gómez Bolaños, no Panteón Francés. Ele esclareceu que não tem gerência nessas decisões, mas entende que não deixam as pessoas passarem por políticas do cemitério e não desse túmulo especificamente.

Sobre a possibilidade de mudar os restos de Chespirito para outro local, afirmou: “Não por agora, é algo que talvez mais adiante, não é o momento para pensar nisso, agora é momento para recordá-lo”.

Gómez Fernández se disse positivo nessa etapa de luto em que se soube lembrar tudo de bom que existe em torno de um dos comediantes mais importantes da América Latina e que lhe deu a vida.

“Primeiro, ser testemunha das manifestações de carinho impressionantes que nunca havia imaginado que fossem tantas, isso recebemos com muito gosto. Nós, como família, temos estado mais unidos do que nunca e isso também é uma benção, recordando e tendo [a Chespirito] todos os dias muito presente”.

No sábado passado se comemoraria um ano mais de vida do também escritor, motivo pelo qual seus filhos tomaram um café da manhã juntos para recordá-lo, afirmou Fernández.

“Nós [os irmãos] fomos tomar café da manhã, somos seis e estivemos juntos. Esse dia seria seu aniversário, mas o recordamos com alegria”.

A respeito de Kiko e Chiquinha, que opinaram sobre seu pai e Florinda Meza, Roberto assegurou que esse tema não é tratado “nem em conversa” porque não vale a pena, mas falou de Rubén Aguirre, o Professor Girafales, a quem considera um grande amigo de seu pai.

“É uma pessoa extraordinária, tinham muito carinho mutuamente meu papai e Rubén, meu pai o respeitava muito, o admirava e ouvi-los conversar era uma delícia, com muitas histórias”.

Ainda que não tenha lido o livro “Después de Usted”, que Rubén acaba de lançar, Fernández disse ter muita vontade de fazê-lo porque é uma pessoa importante para a televisão, que começou uns anos antes de seu pai.

Finalmente, falou dos projetos inconclusos relacionados a Chespirito.

“Temos a série animada do Chapolin Colorado, o processo se deteve por um momento, mas já estamos na metade do caminho e há algumas coisas, mas isso talvez mais adiante”, concluiu.

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Texto: El Universal, traduzido por Antonio Felipe

Há 86 anos nascia Roberto Gómez Bolaños

chespirito-choiceHoje é um dia muito especial para toda a América Latina. Há exatamente 86 anos, nascia um dos grandes gênios da cultura de nosso continente: Roberto Gómez Bolaños.

O homem que criou alguns dos personagens mais conhecidos dos povos do Usuhaia até os Estados Unidos. Um escritor, ator, roteirista, diretor, que por mais de 40 anos, fez milhões de pessoas rirem. Formou gerações inteiras de fãs, de pessoas que até hoje se divertem com o Chaves, Chapolin, Chaparrón Bonaparte, Chompiras, Dr. Chapatin, Dom Caveira, Vicente Chambón, e tantos outros. O nosso pequeno Shakespeare.

Este é um dia de muita alegria. Sim, nós não esquecemos aquele 28 de novembro. Mas para nós, que somos fãs, Roberto Gómez Bolaños continua vivo. E assim permanecerá para sempre.

Sim, Chespirito está vivo. Em cada sorriso que damos quando vemos o Chaves aprontar mais uma das suas na vila. Em cada gargalhada quando o Chapolin se mete em uma enrascada. Em cada lágrima que cai quando toca o clipe de Boa Noite, Vizinhança. Em cada bordão que repetimos ao acaso, como “sigam-me os bons”, “isso, isso, isso” e tantos outros. Em cada vez que pensamos nas séries quando vemos coisas tão banais, mas que têm significado todo especial para nós, como tamarindo, churros, sanduíche de presunto ou pirulito gigante. Em todas as vezes que pensamos em viajar para Acapulco e lá nos divertirmos como a turma. Em cada vez que vemos nossos pais e nossos filhos rirem conosco das séries, demonstrando a força que CH tem para superar as barreiras do tempo.

Como diz a música, nós prometemos e nos despedimos de Chespirito. Mas não diremos adeus jamais. Pois nos reunimos todos os dias, quando ficamos juntos – Bolaños na TV, nos divertindo com Chaves e Chapolin, e nós, do outro lado da tela, rindo como sempre. E como, afinal, dizer adeus para quem sempre estará conosco?

A morte não é o fim, mas uma mera transição. O homem Bolaños nos deixou. E de mortal, Chespirito, na forma de sua obra e de seu legado, passou a ser eterno. E assim como em todos os dias nesses mais de 40 anos em que ele esteve por aqui nos divertindo, ele seguirá nos fazendo rir, nos emocionando, nos alegrando, nos encantando. E fazendo novos fãs a cada dia.

Por isso, só temos a dizer hoje: feliz aniversário! E MUITO OBRIGADO, CHESPIRITO! Para sempre te amaremos!

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Texto: Antonio Felipe