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“A Chiquinha é minha”, diz Maria Antonieta de las Nieves

Foto: Luiz Ortiz/Milenio

Foto: Luiz Ortiz/Milenio

Maria Antonieta de las Nieves, a Chiquinha, lançou o livro Había una vez una niña en una vecindad, onde explica os problemas que teve com os personagens da vizinhança do Chaves e suas razões para brigar pelo personagem.

A atriz assegura que antes de Roberto Gómez Bolaños criar o Chaves, ela trabalhava fazendo dublagem de vozes infantis e na tela interpretava o papel de uma menina.

“… usava uniforme escolar, mas tinha sardas, óculos, faltava-lhe um dente. Quando Chespirito me viu, disse, ‘que bárbara’… eu lhe disse: ‘por que não faz um programa de crianças?’ e ele me disse que ninguém iria querer”, narrou Maria Antonieta sobre as origens do personagem.

“Então me diga, de quem é a Chiquinha, da pessoa que mudou o nome de minha personagem? Chespirito só me disse, ‘como tem sardas, vai se chamar Chilindrina [versão original do nome Chiquinha], que é um pão doce com grãos de açúcar em cima, e como gostava tanto dos nomes com CH, isso lhe ocorreu. Creio que a Chiquinha é minha, não? O que ele inventou foi o nome”, declarou.

Anos depois, Maria Antonieta registrou o nome, razão pela qual é a única que tem os direitos de usar a imagem da famosa menina da vizinhança.

Ainda que não tenha uma boa relação com a família do falecido Chespirito, Maria aceita que o comediante foi peça chave para que ela se convertesse em uma artista internacional.

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Texto: Milenio, traduzido por Antonio Felipe

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