Famosos lamentam a morte de Chespirito
Assim como fãs e atores do elenco, alguns famosos também falaram ou escreveram sobre a morte de Chespirito.
Tatá Werneck: Pelo amor de Deus!!! Luto oficial!! Meu maior ídolo! Meu amor!! Minha grande inspiração! Chaves!!!!!! Caraca, tô chorando que nem uma idiota.
Danilo Gentili: Lamentavelmente o tempo de Bolaños chegou ao fim. Felizmente sua genial criação é atemporal. O nosso tempo um dia também acabará. E o Chaves continuará vivo.
Sergio Mallandro: Falar do Chaves é voltar ao passado, ao começo da minha carreira. Eu, que apresentava o “Chaves” no SBT na TV Pow, bem no começo da série ser exibida no Brasil. Tenho muito orgulho disso e fico feliz de lembrar o quanto as pessoas gostavam da atração. Meus filhos adoravam o Chaves e eu também. Era muito divertido.
Gugu: Entrevistei o Chaves duas vezes. A primeira em 1988 e a segunda três anos depois e em ambas fiquei bem emocionado de ficar ali frente a frente. Era aquela coisa de encontrar o ídolo e ficar fascinado. Eu fiquei bastante emocionado com a simplicidade, o carinho que ele tinha com todo mundo. Ele era dono de um carisma incrível.
Gregorio Duvivier: É tristíssimo. O Bolaños era uma palhaço maravilhoso, uma espécie de Chaplin, que fazia rir e emocionar. Cresci rindo com ele, chorando com ele. Chorei no episódio de Acapulco, chorei diversas vezes. Chegando em casa vou chorar. Sou muito fã dele, que tristeza… Ao mesmo tempo, ele foi embora deixando uma obra maravilhosa, deixou um legado lindo de humor e também de humanidade. “Acapulco” era um episódio muito lindo, porque tinha um lado dramático, ele inseria um drama no humor, que é a coisa que acho a mais bonita do mundo. É um gênio.
Carlos Alberto de Nóbrega: É uma pena, né? Fica aquele vazio, aquela sensação de que está faltando alguma coisa. Eu fiquei bem triste quando li a notícia e infelizmente não tive a oportunidade de conhecê-lo. Há três semanas conheci o Kiko e falei sobre a minha admiração pelo humor simples e gostoso que eles faziam. É muito difícil fazer um humor simples. Pode até parecer fácil, mas é muito difícil e eu os admirava.
Rafael Cortez: Era algo previsto. Não me deixa chocado porque ele estava sofrendo muito por conta da vida tabagista que levava. Ele próprio disse certa vez, em uma genial entrevista, aconselhando uma criança: ‘Nunca fume! Fumei muitos anos e isso teve um preço alto’. Tudo que ele teve de genial na carreira ia contra essa vida que levava e que fazia mal só pra ele. Mas nada disso tira a delícia da obra dele. Chaves ainda é uma das coisas mais deliciosas de assistir. A gente cresceu com ele e é muito triste ele ter sofrido tanto por causa da doença.
Rodrigo Scarpa, o Vesgo: Que notícia triste. Roberto Gomez Bolaños morreu. Sou muito fã e admirador da história desse grande ídolo. É impressionante a capacidade de divertir com sua simplicidade, ultrapassando gerações e décadas na TV. #luto #forca a todos que como eu são fãs de Chaves!
Murilo Couto: Uma das minhas maiores influências, aliás, é uma influência para todos os humoristas. Eu assisto Chaves de desde criança e acho engraçado até hoje. Hoje, dou risada de piadas que não ria quando era criança. É uma tristeza muito grande pra comédia mas uma alegria pra ele, que já estava doente e sofrendo. É um egoísmo a gente querer que ele viva para sempre. Queria ter palavras bonitas para ele mas não consigo pensar em coisas bonitas para falar da morte.
Texto: UOL, adaptado por Billy Drescher







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