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Só pelos riscos eu já acho errado. Fone de ouvido até vai, não é algo indispensável, carregador sim.
JF CH
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piadaitaliano/F42 escreveu: ↑18 Abr 2021, 21:26com todo o perdão da palavra e com toda a certeza que eu serei punido, piada é a cabeça da minha piroca! porra mano, eu tive que adicionar seu nome como "pseudo" pré candidato a moderação lá no datafórum e você agora fala que é piada? o que vc tem na sua cabeça, mano?
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Deveria sim, senhor. O Procon está "chiando" com a Apple não porque ela removeu o carregador da embalagem, mas porque não deu a entender que o consumidor que utilizasse carregadores de modelos anteriores ou de outras marcas não perderia a garantia ou não teria riscos em relação ao produto.Barbano escreveu: ↑08 Dez 2020, 16:34Nem deveria. Carregador é acessório, não acho que as empresas devam ser obrigadas a fornecê-los, exceto se tiverem formatos próprios.gusta dos biscoitos escreveu: ↑07 Dez 2020, 22:27E o Procon não vai fazer nada aí no caso da Samsung? É um absurdo isso que as empresas estão fazendo.
Se a SAMSUNG disser que não precisam comprar um carregador novo para o produto, o Procon não fará nada, pois aí a ideia é a de que você NÃO PRECISA comprar um carregador NOVO e DA SAMSUNG para gozar da qualidade de seu aparelho. Além disso, segundo o Procon, a ideia "ambiental" da Apple não é plausível (até porque, se você compra um smartphone sem fones e carregador numa embalagem, você tem que receber mais embalagens para cada item).

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Bia N
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No caso das impressoras, nem tanto. Hoje em dia elas possuem conexão aos dispositivos via rede, tornando o uso do cabo opcional.
Agora, carregadores de celulares, considero essenciais, ainda mais por conta do alto consumo e pouca duração da bateria.
Opcional mesmo são os fones, que ainda vem com o produto.
Ela não desapareceu, apenas se escondeu.
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Ela disse que haveria perda de garantia? Se não tiver isso explícito no certificado de garantia, ela não pode fazer isso.Flash escreveu: ↑09 Dez 2020, 10:44Deveria sim, senhor. O Procon está "chiando" com a Apple não porque ela removeu o carregador da embalagem, mas porque não deu a entender que o consumidor que utilizasse carregadores de modelos anteriores ou de outras marcas não perderia a garantia ou não teria riscos em relação ao produto.
Procon gosta é de ganhar mídia.
Nem todos os modelos tem conexão de rede. E, no caso das que possuem conexão de rede apenas cabeada, o cabo de rede também não acompanha.
- FLASH
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Nem havia dito que sim, nem que não. Mas, graças ao Procon ter "chiado", a Apple teve de se manifestar sobre o assunto:Barbano escreveu: ↑10 Dez 2020, 09:22Ela disse que haveria perda de garantia? Se não tiver isso explícito no certificado de garantia, ela não pode fazer isso.Flash escreveu: ↑09 Dez 2020, 10:44Deveria sim, senhor. O Procon está "chiando" com a Apple não porque ela removeu o carregador da embalagem, mas porque não deu a entender que o consumidor que utilizasse carregadores de modelos anteriores ou de outras marcas não perderia a garantia ou não teria riscos em relação ao produto.
https://tecnoblog.net/391113/apple-diz- ... ela-anatel
Resumindo a matéria: se você adquirir um iPhone 12 e usar QUALQUER outro carregador que seja CERTIFICADO pela Anatel, você não perderá sua garantia.

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O ESTADO DE S.PAULO
Como a maioria das empresas, a Positivo Tecnologia, a principal companhia brasileira do setor de equipamentos de tecnologia, preparou-se para o pior no início da pandemia de covid-19 : à medida que a economia se fechava, buscava formas de cortar custos, cancelar encomendas e se preparar para o pior.
Em questão de semanas, no entanto, ficou claro que o contrário ocorreria : o ensino a distância e o home office fizeram a procura por laptops explodir – mudando radicalmente a narrativa da empresa para 2020.
“Mudamos de um cenário pessimista para corremos para abastecer um mercado que precisava do produto de qualquer jeito”, disse o empresário Hélio Rotenberg, fundador e presidente da Positivo Tecnologia.
Resultado : em lugar de cancelar pedidos de peças, a Positivo se viu disputando componentes em todo o mundo. “O movimento de busca por computadores foi global. Logo, o relacionamento fez bastante diferença. Só não vendemos mais porque não conseguimos entregar.”
A inesperada retomada do mercado de PCS apareceu claramente no balanço do terceiro trimestre de 2020 : com ganhos superiores a R$ 50,3 milhões, o resultado superou em 455% o lucro de R$ 9 milhões do mesmo período de 2019.
E, embora parte do resultado seja explicado pela pandemia, houve uma ajuda da diversificação da empresa – que recentemente ganhou uma licitação para fornecer as novas urnas eletrônicas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e também passou a focar em novos produtos, entre eles itens para casas inteligentes (com funções conectadas à internet).
Essa injeção de ânimo no mercado de PCS, segundo Hélio Rotenberg, fez com que o computador voltasse a ser um item pessoal.
Desde que os smartphones começaram a se popularizar, há cerca de dez anos, era comum que todas as pessoas de uma residência tivessem seu próprio telefone, mas dividissem um único computador. “Com a necessidade de trabalhar de casa e com as crianças fazendo aulas online, um só laptop passou a não ser mais suficiente”, diz o empresário.
Segundo o IDC, que acompanha de perto o mercado de tecnologia, as vendas de computadores cresceram 16% no primeiro trimestre – resultado que, segundo o analista de mercado Rodrigo Okayama Pereira, reflete a “corrida” pelo produto nas últimas semanas de março. “Teve empresa que, sem conseguir ser atendida por distribuidores ou fornecedores tradicionais, foi ao varejo comprar computador”.
Fundada em 1989, a Positivo surgiu como uma afiliada do grupo educacional. Hélio Rotenberg apresentou ao fundador da companhia – o hoje senador Oriovisto Guimarães (Podemos) – a ideia de fornecer computadores às escolas que usavam o material didático da Positivo. “Cada sócio entrou com US$ 20 mil. O investimento total foi de US$ 120 mil”, lembra o fundador. “Se o termo startup já existisse há 31 anos, a Positivo teria se tornado um unicórnio quando chegou a valer US$ 1 bilhão, em 2006.”
Depois de anos como líder de mercado, a Positivo está atrás de Dell, Lenovo e Samsung no Brasil, segundo apurou o Estadão com fontes do setor.
Ainda assim, a Positivo está bem à frente da segunda principal empresa brasileira do setor, a Multilaser.
Além de buscar novos nichos – como produtos ligados à internet das coisas, que estão sendo uma “porta de entrada” da marca nos domicílios das classes A e B –, Hélio Rotenberg diz que a Positivo também está de olho na retomada das licitações para equipamentos de tecnologia do governo.
Por sua competitividade de preço, essa é uma área em que a Positivo costuma disputar a liderança com as concorrentes multinacionais.
Como a maioria das empresas, a Positivo Tecnologia, a principal companhia brasileira do setor de equipamentos de tecnologia, preparou-se para o pior no início da pandemia de covid-19 : à medida que a economia se fechava, buscava formas de cortar custos, cancelar encomendas e se preparar para o pior.
Em questão de semanas, no entanto, ficou claro que o contrário ocorreria : o ensino a distância e o home office fizeram a procura por laptops explodir – mudando radicalmente a narrativa da empresa para 2020.
“Mudamos de um cenário pessimista para corremos para abastecer um mercado que precisava do produto de qualquer jeito”, disse o empresário Hélio Rotenberg, fundador e presidente da Positivo Tecnologia.
Resultado : em lugar de cancelar pedidos de peças, a Positivo se viu disputando componentes em todo o mundo. “O movimento de busca por computadores foi global. Logo, o relacionamento fez bastante diferença. Só não vendemos mais porque não conseguimos entregar.”
A inesperada retomada do mercado de PCS apareceu claramente no balanço do terceiro trimestre de 2020 : com ganhos superiores a R$ 50,3 milhões, o resultado superou em 455% o lucro de R$ 9 milhões do mesmo período de 2019.
E, embora parte do resultado seja explicado pela pandemia, houve uma ajuda da diversificação da empresa – que recentemente ganhou uma licitação para fornecer as novas urnas eletrônicas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e também passou a focar em novos produtos, entre eles itens para casas inteligentes (com funções conectadas à internet).
Essa injeção de ânimo no mercado de PCS, segundo Hélio Rotenberg, fez com que o computador voltasse a ser um item pessoal.
Desde que os smartphones começaram a se popularizar, há cerca de dez anos, era comum que todas as pessoas de uma residência tivessem seu próprio telefone, mas dividissem um único computador. “Com a necessidade de trabalhar de casa e com as crianças fazendo aulas online, um só laptop passou a não ser mais suficiente”, diz o empresário.
Segundo o IDC, que acompanha de perto o mercado de tecnologia, as vendas de computadores cresceram 16% no primeiro trimestre – resultado que, segundo o analista de mercado Rodrigo Okayama Pereira, reflete a “corrida” pelo produto nas últimas semanas de março. “Teve empresa que, sem conseguir ser atendida por distribuidores ou fornecedores tradicionais, foi ao varejo comprar computador”.
Fundada em 1989, a Positivo surgiu como uma afiliada do grupo educacional. Hélio Rotenberg apresentou ao fundador da companhia – o hoje senador Oriovisto Guimarães (Podemos) – a ideia de fornecer computadores às escolas que usavam o material didático da Positivo. “Cada sócio entrou com US$ 20 mil. O investimento total foi de US$ 120 mil”, lembra o fundador. “Se o termo startup já existisse há 31 anos, a Positivo teria se tornado um unicórnio quando chegou a valer US$ 1 bilhão, em 2006.”
Depois de anos como líder de mercado, a Positivo está atrás de Dell, Lenovo e Samsung no Brasil, segundo apurou o Estadão com fontes do setor.
Ainda assim, a Positivo está bem à frente da segunda principal empresa brasileira do setor, a Multilaser.
Além de buscar novos nichos – como produtos ligados à internet das coisas, que estão sendo uma “porta de entrada” da marca nos domicílios das classes A e B –, Hélio Rotenberg diz que a Positivo também está de olho na retomada das licitações para equipamentos de tecnologia do governo.
Por sua competitividade de preço, essa é uma área em que a Positivo costuma disputar a liderança com as concorrentes multinacionais.



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https://www1.folha.uol.com.br/colunas/p ... tivo.shtml
A venda de impressoras caiu quase 5% no terceiro trimestre ante o igual período de 2019, segundo a empresa de pesquisa de mercado IDC. A queda foi puxada por recuo de aproximadamente 40% no consumo dos modelos à laser.
O desempenho das impressoras à base de tinta, porém, foi cerca de 6% melhor na mesma comparação.
No varejo, as vendas dos produtos avançou 2%, enquanto no mercado corporativo houve queda de 16%.
A IDC diz que os resultados são reflexo do home office, que impulsionou a compra do produto por consumidores trabalhando de casa, mas derrubou a demanda por impressão nas empresas.
A venda de impressoras caiu quase 5% no terceiro trimestre ante o igual período de 2019, segundo a empresa de pesquisa de mercado IDC. A queda foi puxada por recuo de aproximadamente 40% no consumo dos modelos à laser.
O desempenho das impressoras à base de tinta, porém, foi cerca de 6% melhor na mesma comparação.
No varejo, as vendas dos produtos avançou 2%, enquanto no mercado corporativo houve queda de 16%.
A IDC diz que os resultados são reflexo do home office, que impulsionou a compra do produto por consumidores trabalhando de casa, mas derrubou a demanda por impressão nas empresas.



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https://exame.com/tecnologia/apos-provo ... arregador/
Lei Jun, CEO da fabricante chinesa de smartphones Xiaomi, confirmou que o próximo telefone Mi 11 não será vendido com carregador, alegando preocupações ambientais.
O anúncio colocou a empresa no grupo de fabricantes que “zombaram” da Apple há poucas semanas após a decisão de não incluir carregadores na caixa do iPhone 12.
Lei Jun fez os comentários na rede social chinesa Weibo, afirmando que as pessoas têm muitos carregadores, o que cria um impacto ambiental.
Lei Jun, CEO da fabricante chinesa de smartphones Xiaomi, confirmou que o próximo telefone Mi 11 não será vendido com carregador, alegando preocupações ambientais.
O anúncio colocou a empresa no grupo de fabricantes que “zombaram” da Apple há poucas semanas após a decisão de não incluir carregadores na caixa do iPhone 12.
Lei Jun fez os comentários na rede social chinesa Weibo, afirmando que as pessoas têm muitos carregadores, o que cria um impacto ambiental.



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Samsung e Xiaomi foram as que mais zoaram a Apple no anúncio deles, e agora fazem igual...
Para aqueles que ainda defendem essa merda porque "ain ter muitos carregadores cria maior impacto ambiental":
Produtos divididos = mais embalagens = mais lixo = pior pro meio-ambiente
Além de ser uma prática anti-consumidor, que vai ter que gastar mais dinheiro para as empresas enfiarem em seus respectivos rabos. Bateria de telefone não é que nem pilha que é só trocar, você precisa da porra do carregador pro aparelho funcionar.
Mas o medo real é isso virar tendência pra outras coisas também. Imagina comprar na loja um HD externo sem cabo USB, um raque desmontado pra sua sala de estar sem os parafusos, uma televisão sem controle remoto, etc...
Para aqueles que ainda defendem essa merda porque "ain ter muitos carregadores cria maior impacto ambiental":
Produtos divididos = mais embalagens = mais lixo = pior pro meio-ambiente
Além de ser uma prática anti-consumidor, que vai ter que gastar mais dinheiro para as empresas enfiarem em seus respectivos rabos. Bateria de telefone não é que nem pilha que é só trocar, você precisa da porra do carregador pro aparelho funcionar.
Mas o medo real é isso virar tendência pra outras coisas também. Imagina comprar na loja um HD externo sem cabo USB, um raque desmontado pra sua sala de estar sem os parafusos, uma televisão sem controle remoto, etc...
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https://adrenaline.com.br/noticias/v/67 ... -75-ate-25
Foi noticiado no site Adrenaline o anúncio oficial da ASUS sobre o aumento dos preços de suas placas de vídeo e placas-mãe, devido ao aumento dos custos de logística, operações e componentes que são utilizados para a fabricação destas peças, além das tarifas de importação.
No entanto, o Gerente Técnico de Marketing de Produtos da ASUS, ao realizar este anúncio, não explicou exatamente quais são essas tarifas de importação que estão encarecendo os custos das placas de vídeo e placas-mãe.
De acordo com o The New York Times, as isenções de tarifas de importação chinesas expiraram com a chegada de 2021. Por conta disso, em 2021, é esperado que as tarifas de importação, nos Estados Unidos, comecem em 7,5%, mas possam ir até 25%.
Com o aumento destas tarifas de importação, ocorrerá um aumento significativo nos custos dos componentes. Sabendo disso, podemos supor que é sobre estas tarifas de importação que o Gerente Técnico de Marketing de Produtos da ASUS estava se referindo durante o seu anúncio sobre o aumento dos preços.
Segundo um usuário do Reddit, o preço sugerido pelo fabricante (MSRP) terá um aumento de aproximadamente US$ 80 para cada um dos grandes fabricantes de placa de vídeo (ASUS, Gigabyte, MSI, PNY, Zotac, Sapphire, entre outros).
Sendo assim, é esperado que os outros fabricantes, sigam os mesmos passos da ASUS, e também aumentem os preços sugeridos de seus produtos.
Cabe destacar que com o fim das isenções de tarifas de importação chinesas, outros componentes para computadores, além das placas de vídeo e placas-mãe, também devem ter os seus preços sugeridos pelo fabricante aumentados, como, por exemplo, fontes, SSDs, gabinetes, memórias, entre outros.
Por fim, as últimas placas de vídeo lançadas (as séries NVIDIA GeForce RTX 30 e AMD Radeon RX 6000) já não são comercializadas pelo preço sugerido pelo fabricante há um bom tempo, pois a demanda está muito maior que a disponibilidade.
Este cenário já não era bom para o consumidor, agora com o aumento dos preços sugeridos pelo fabricante, é esperado que elas fiquem ainda mais caras.
Foi noticiado no site Adrenaline o anúncio oficial da ASUS sobre o aumento dos preços de suas placas de vídeo e placas-mãe, devido ao aumento dos custos de logística, operações e componentes que são utilizados para a fabricação destas peças, além das tarifas de importação.
No entanto, o Gerente Técnico de Marketing de Produtos da ASUS, ao realizar este anúncio, não explicou exatamente quais são essas tarifas de importação que estão encarecendo os custos das placas de vídeo e placas-mãe.
De acordo com o The New York Times, as isenções de tarifas de importação chinesas expiraram com a chegada de 2021. Por conta disso, em 2021, é esperado que as tarifas de importação, nos Estados Unidos, comecem em 7,5%, mas possam ir até 25%.
Com o aumento destas tarifas de importação, ocorrerá um aumento significativo nos custos dos componentes. Sabendo disso, podemos supor que é sobre estas tarifas de importação que o Gerente Técnico de Marketing de Produtos da ASUS estava se referindo durante o seu anúncio sobre o aumento dos preços.
Segundo um usuário do Reddit, o preço sugerido pelo fabricante (MSRP) terá um aumento de aproximadamente US$ 80 para cada um dos grandes fabricantes de placa de vídeo (ASUS, Gigabyte, MSI, PNY, Zotac, Sapphire, entre outros).
Sendo assim, é esperado que os outros fabricantes, sigam os mesmos passos da ASUS, e também aumentem os preços sugeridos de seus produtos.
Cabe destacar que com o fim das isenções de tarifas de importação chinesas, outros componentes para computadores, além das placas de vídeo e placas-mãe, também devem ter os seus preços sugeridos pelo fabricante aumentados, como, por exemplo, fontes, SSDs, gabinetes, memórias, entre outros.
Por fim, as últimas placas de vídeo lançadas (as séries NVIDIA GeForce RTX 30 e AMD Radeon RX 6000) já não são comercializadas pelo preço sugerido pelo fabricante há um bom tempo, pois a demanda está muito maior que a disponibilidade.
Este cenário já não era bom para o consumidor, agora com o aumento dos preços sugeridos pelo fabricante, é esperado que elas fiquem ainda mais caras.



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https://valor.globo.com/empresas/notici ... e-5g.ghtml

Enquanto o comando da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não vota a versão final do edital do leilão da quinta geração de telefonia (5G), as operadoras tentam costurar uma proposta sobre a ocupação da faixa de 3,5 gigahertz (GHz).
A Conexis Brasil Digital tem feito um corpo a corpo com integrantes do governo e da agência para apresentar a “solução híbrida” de conciliar interesses do setor com o de canais de televisão, que usam o mesmo espaço para levar programação da TV aberta por meio de antenas parabólicas ao interior do país e áreas de “sombra” em grandes centros onde não chega o sinal convencional.
A expectativa é que a proposta seja aceita, principalmente por atender a principal reivindicação das emissoras de TV : usar os recursos arrecadados venda de licenças do 5G em 3,5 GHz para custear a migração do sinal de satélite, recepcionado pelas parabólicas, da Banda C para a Banda Ku.
A migração é somente uma das soluções propostas para harmonizar a convivência entre os dois serviços.
A outra proposta, que partiu das teles, está apoiada instalação de filtros nas antenas atuais para conter as interferências do sinal 5G.
As emissoras de TV rejeitaram a proposta de mitigação das interferências. Elas defendem a migração do sinal para a Banda Ku como única solução.
São ressaltadas as vantagens de garantir um sistema mais moderno que evitaria, daqui a alguns anos, uma nova disputa com as operadoras pela extensão da faixa de 3,5 GHz.

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A Conexis Brasil Digital tem feito um corpo a corpo com integrantes do governo e da agência para apresentar a “solução híbrida” de conciliar interesses do setor com o de canais de televisão, que usam o mesmo espaço para levar programação da TV aberta por meio de antenas parabólicas ao interior do país e áreas de “sombra” em grandes centros onde não chega o sinal convencional.
A expectativa é que a proposta seja aceita, principalmente por atender a principal reivindicação das emissoras de TV : usar os recursos arrecadados venda de licenças do 5G em 3,5 GHz para custear a migração do sinal de satélite, recepcionado pelas parabólicas, da Banda C para a Banda Ku.
A migração é somente uma das soluções propostas para harmonizar a convivência entre os dois serviços.
A outra proposta, que partiu das teles, está apoiada instalação de filtros nas antenas atuais para conter as interferências do sinal 5G.
As emissoras de TV rejeitaram a proposta de mitigação das interferências. Elas defendem a migração do sinal para a Banda Ku como única solução.
São ressaltadas as vantagens de garantir um sistema mais moderno que evitaria, daqui a alguns anos, uma nova disputa com as operadoras pela extensão da faixa de 3,5 GHz.



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O ESTADO DE S.PAULO
O governo federal deve desistir da ideia de barrar a Huawei do leilão do 5G do Brasil.
Fontes do Planalto e do setor de telecomunicações dizem que o banimento da empresa chinesa provocaria um custo bilionário para a troca dos equipamentos.
O plano ficou ainda mais improvável com a derrota de Donald Trump nas eleições nos Estados Unidos.
Um auxiliar do presidente disse que o discurso ideológico contra a empresa chinesa deve ser frustrado na prática. Assim como foi no caso da vacina Coronavac, feita pela chinesa Sinovac, com o Butantã, ligado ao governo de São Paulo, chefiado por João Doria, principal adversário político do presidente. Depois de idas e vindas, o Ministério da Saúde incluiu o imunizante no programa nacional.
A tecnologia 5G é a quinta geração das redes de comunicação móveis. Ela promete velocidades até 20 vezes superiores ao 4G e permite consumo maior de vídeos, jogos e ambientes em realidade virtual.
O leilão está previsto para o fim do 1.º semestre, e o edital deve ser aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em fevereiro de 2021.
Apenas empresas de telecomunicações poderão adquirir as frequências – como se fossem rodovias no ar em que o sinal será transmitido.
A infraestrutura, no entanto, é fornecida primordialmente pela Huawei, pela sueca Ericsson e pela finlandesa Nokia.
A Huawei tem sido o principal alvo da diplomacia americana, que defende o banimento mundial da companhia sob a alegação de que atua como um braço de espionagem do Partido Comunista chinês.
A Huawei, no entanto, nega as acusações, diz que atua há mais de 20 anos no Brasil e reafirma que nunca registrou nenhum problema de violação de dados nos países em que atua.
Em nota, a Huawei reafirmou o compromisso com o cumprimento das leis brasileiras e o respeito à soberania do Brasil. “Estamos confiantes de que a decisão brasileira será tomada com base em critérios técnicos, beneficiando o mercado livre e contribuindo para uma rápida transformação digital do Brasil, acessível a todos os brasileiros.”, disse ao Estadão/broadcast o diretor global de cibersegurança da empresa, Marcelo Motta.
O governo federal deve desistir da ideia de barrar a Huawei do leilão do 5G do Brasil.
Fontes do Planalto e do setor de telecomunicações dizem que o banimento da empresa chinesa provocaria um custo bilionário para a troca dos equipamentos.
O plano ficou ainda mais improvável com a derrota de Donald Trump nas eleições nos Estados Unidos.
Um auxiliar do presidente disse que o discurso ideológico contra a empresa chinesa deve ser frustrado na prática. Assim como foi no caso da vacina Coronavac, feita pela chinesa Sinovac, com o Butantã, ligado ao governo de São Paulo, chefiado por João Doria, principal adversário político do presidente. Depois de idas e vindas, o Ministério da Saúde incluiu o imunizante no programa nacional.
A tecnologia 5G é a quinta geração das redes de comunicação móveis. Ela promete velocidades até 20 vezes superiores ao 4G e permite consumo maior de vídeos, jogos e ambientes em realidade virtual.
O leilão está previsto para o fim do 1.º semestre, e o edital deve ser aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em fevereiro de 2021.
Apenas empresas de telecomunicações poderão adquirir as frequências – como se fossem rodovias no ar em que o sinal será transmitido.
A infraestrutura, no entanto, é fornecida primordialmente pela Huawei, pela sueca Ericsson e pela finlandesa Nokia.
A Huawei tem sido o principal alvo da diplomacia americana, que defende o banimento mundial da companhia sob a alegação de que atua como um braço de espionagem do Partido Comunista chinês.
A Huawei, no entanto, nega as acusações, diz que atua há mais de 20 anos no Brasil e reafirma que nunca registrou nenhum problema de violação de dados nos países em que atua.
Em nota, a Huawei reafirmou o compromisso com o cumprimento das leis brasileiras e o respeito à soberania do Brasil. “Estamos confiantes de que a decisão brasileira será tomada com base em critérios técnicos, beneficiando o mercado livre e contribuindo para uma rápida transformação digital do Brasil, acessível a todos os brasileiros.”, disse ao Estadão/broadcast o diretor global de cibersegurança da empresa, Marcelo Motta.



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https://exame.com/tecnologia/e-hora-de- ... artphones/
A fabricante sul-coreana LG pode deixar o mercado de smartphones ainda neste ano.
Segundo o jornal coreano The Korea Herald, o presidente da empresa, Kwon Bong-seok, notificou os funcionários de que a companhia está considerando fazer grandes mudanças para os negócios de celulares.
Nos últimos cinco anos a LG perdeu cerca de 4,5 bilhões de dólares quando o assunto são os smartphones vendidos pela companhia. “Uma vez que a competição no mercado global para dispositivos móveis está ficando mais acirrada, é hora da LG fazer um julgamento e a melhor escolha. Estamos considerando todas as medidas possíveis, incluindo vendas, retiradas e diminuição do nosso braço de smartphones”, diz o comunicado enviado ao The Korea Herald.
O comunicado interno acontece depois de um relato de um site coreano mais cedo neste mês que afirmou que a LG iria sair do mercado de smartphones.
À época, a companhia afirmou que a informação era “falsa e sem mérito”.
Ao site americano The Verge, a LG afirmou que o comunicado atual era genuíno, mas que “nada fora decidido ainda”.
Apesar das mudanças que podem vir a acontecer, a empresa afirmou que manterá os empregos dos funcionários.
De acordo com rumores, cerca de 60% da força de trabalho da LG deve ser transferida para outras unidades de negócios ou para outras afiliadas.
A informação vem mesmo após a fabricante apresentar seu celular com tela enrolada na CES deste ano. O aparelho, que deve ser lançado ainda em 2021, pode ser o último da companhia a chegar no mercado.
No terceiro trimestre de 2020, a LG enviou 6,5 milhões de smartphones – uma redução expressiva quando comparado ao mesmo período de 2019, segundo o Counterpoint.
A fabricante sul-coreana LG pode deixar o mercado de smartphones ainda neste ano.
Segundo o jornal coreano The Korea Herald, o presidente da empresa, Kwon Bong-seok, notificou os funcionários de que a companhia está considerando fazer grandes mudanças para os negócios de celulares.
Nos últimos cinco anos a LG perdeu cerca de 4,5 bilhões de dólares quando o assunto são os smartphones vendidos pela companhia. “Uma vez que a competição no mercado global para dispositivos móveis está ficando mais acirrada, é hora da LG fazer um julgamento e a melhor escolha. Estamos considerando todas as medidas possíveis, incluindo vendas, retiradas e diminuição do nosso braço de smartphones”, diz o comunicado enviado ao The Korea Herald.
O comunicado interno acontece depois de um relato de um site coreano mais cedo neste mês que afirmou que a LG iria sair do mercado de smartphones.
À época, a companhia afirmou que a informação era “falsa e sem mérito”.
Ao site americano The Verge, a LG afirmou que o comunicado atual era genuíno, mas que “nada fora decidido ainda”.
Apesar das mudanças que podem vir a acontecer, a empresa afirmou que manterá os empregos dos funcionários.
De acordo com rumores, cerca de 60% da força de trabalho da LG deve ser transferida para outras unidades de negócios ou para outras afiliadas.
A informação vem mesmo após a fabricante apresentar seu celular com tela enrolada na CES deste ano. O aparelho, que deve ser lançado ainda em 2021, pode ser o último da companhia a chegar no mercado.
No terceiro trimestre de 2020, a LG enviou 6,5 milhões de smartphones – uma redução expressiva quando comparado ao mesmo período de 2019, segundo o Counterpoint.



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Tecnologia
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https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2 ... awei.shtml
O conselheiro da Anatel, Carlos Baigorri concluiu o relatório com as regras do leilão 5G sem restrições à fabricante chinesa de equipamentos Huawei.
Um resumo do edital foi apresentado ao ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD), em uma reunião com o conselho-diretor da agência nesta quinta-feira (28).
O certame será o maior da história pelo volume de licenças e está previsto para o fim de junho. Na semana passada, havia a expectativa no Ministério das Comunicações de que haveria alguma barreira imposta pela Anatel à Huawei no edital, algo atípico porque a agência só decide sobre frequências e sempre tratou os fabricantes de forma isonômica.
No entanto, a mudança na relação diplomática do Brasil com a China para que o fornecimento de insumos da vacina da Covid-19 fosse preservado levou a uma reversão no clima de vetos à Huawei no 5G.
A Huawei é hoje a maior fornecedora desses equipamentos e, segundo as operadoras, tem a melhor solução — que combina preço e qualidade.
O conselheiro da Anatel, Carlos Baigorri concluiu o relatório com as regras do leilão 5G sem restrições à fabricante chinesa de equipamentos Huawei.
Um resumo do edital foi apresentado ao ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD), em uma reunião com o conselho-diretor da agência nesta quinta-feira (28).
O certame será o maior da história pelo volume de licenças e está previsto para o fim de junho. Na semana passada, havia a expectativa no Ministério das Comunicações de que haveria alguma barreira imposta pela Anatel à Huawei no edital, algo atípico porque a agência só decide sobre frequências e sempre tratou os fabricantes de forma isonômica.
No entanto, a mudança na relação diplomática do Brasil com a China para que o fornecimento de insumos da vacina da Covid-19 fosse preservado levou a uma reversão no clima de vetos à Huawei no 5G.
A Huawei é hoje a maior fornecedora desses equipamentos e, segundo as operadoras, tem a melhor solução — que combina preço e qualidade.









