Teatro

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Re: TEATRO

Mensagem por E.R » 15 Fev 2013, 08:01

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on- ... no-teatro/

O autor das novelas "A Favorita" e "Avenida Brasil", João Emanuel Carneiro vai estrear no teatro. Não com um texto original seu, mas com a tradução e adaptação de 1984, de George Orwell.

A peça, que estreará no final deste semestre no Rio de Janeiro, será dirigida por Emilio de Mello e protagonizada por Carmo Dalla Vacchia e pelo próprio Emilio de Mello.

A montagem acaba de conseguir do Ministério da Cultura a aprovação para captar, via Lei Rouanet, 972 000 reais.
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Re: TEATRO

Mensagem por E.R » 22 Fev 2013, 16:45

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on- ... o-buarque/

Vem aí um musical baseado em canções de Chico Buarque.

Com nome indefinido – Apesar de Você ou Quero ser Chico Buarque - será exibido por três meses em São Paulo e três meses no Rio de Janeiro.
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Re: TEATRO

Mensagem por E.R » 23 Mar 2013, 06:14

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Assisti na última quinta-feira, no Teatro Oi Casagrande, o musical "Como vencer na vida sem fazer força". É uma adaptação de um texto americano. É bem cansativo (pois dura quase 3 horas, tem um intervalo de 15 minutos) e as personagens são clichês.

Mas quando o Luiz Fernando Guimarães tá em cena (interpretando o presidente da empresa) é bem engraçado. Fui assistir mais por causa dele, sou fã do trabalho do cara.
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Re: TEATRO

Mensagem por E.R » 27 Mar 2013, 21:33


Quero ver se consigo ver a peça "A entrevista", com a Priscila Fantin. Adoro ela !

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Re: TEATRO

Mensagem por E.R » 31 Mar 2013, 00:24

E.R escreveu: Quero ver se consigo ver a peça "A entrevista", com a Priscila Fantin. Adoro ela !

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Vi a peça ontem à noite, tem ótimos diálogos entre as personagens da Priscila Fantin (Mariah) e Herson Capri (Pedro Pierre). Um detalhe curioso é que tem uma cena que a personagem do Herson tá assistindo TV e vê o Carlos Seidl, dublador do Seu Madruga (que aparece na TV como um repórter, cobrindo um caso de corrupção em Brasília envolvendo futebol). :joinha:
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Re: TEATRO

Mensagem por E.R » 05 Abr 2013, 07:47

http://vejasp.abril.com.br/materia/lari ... rco-tihany

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Neste domingo, o Tihany Spectacular promete deixar o programa ainda mais divertido. Larissa Manoela fará um pocket show durante o espetáculo, a partir das 11h30.

Após o intervalo, a atriz que interpreta Maria Joaquina na novela infantil Carrossel cantará seis músicas, como Beijo, Beijinho e Beijão e Bom Dia.
A Globo deveria contratar essa menina pra trabalhar em suas novelas.
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Re: TEATRO

Mensagem por E.R » 09 Abr 2013, 13:38

http://oglobo.globo.com/cultura/produto ... es-8047378

O ator Marcelo Serrado disse a O Globo :

— Não vou fazer mais peças em teatros da prefeitura. Isso é uma medida populista, arbitrária, eleitoreira.

Ele se refere à recente resolução do secretário municipal de Cultura, Sérgio Sá Leitão, que estabelece meia-entrada para os moradores do Rio de Janeiro nos 56 espaços culturais municipais e o preço médio máximo dos ingressos em R$ 40. Sérgio Sá Leitão defende a medida :

— É uma notícia extremamente positiva para a imensa maioria da população. Democratiza o acesso aos equipamentos culturais da prefeitura, que têm seu sustento bancado pelo cidadão. Então, nada mais justo do que ele ter um benefício extra. Não é diferente do que os teatros privados fazem, dando descontos para clientes da Net (Teatro Net), da Vivo (Vivo Rio), da Oi (Oi Casa Grande). Só que a prefeitura está dando desconto para o carioca, que paga pela sustentação dos teatros.

Mas, para Jonas Klabin, responsável pela ocupação do Teatro Café Pequeno e produtor do musical “As mulheres de Grey Gardens”, dirigido por Wolf Maya e em cartaz na Sala Baden Powell, a decisão banaliza a meia-entrada e desvaloriza o trabalho do artista e a cultura.

Junior Perim, coordenador executivo da ONG Crescer e Viver, discorda :

— Vai ampliar a afluência de público, motivar pessoas que às vezes nunca foram ao teatro. Contribui para a formação de plateia. Cabe ao poder público fixar os preços médios máximos nos seus equipamentos. Isso deveria ser seguido pelo Estado e pelo governo federal.

Outros produtores, porém, acreditam que a medida vai penalizar as pequenas e médias produções.

— Vai acontecer uma elitização muito grande. Só quem estiver completamente patrocinado vai poder praticar preços mais baixos e ficar em cartaz independentemente da bilheteria. Ele está promovendo uma dependência total e completa do patrocínio — diz Eduardo Barata, presidente da APTR, a Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro.

Daniela Amorim, do Projeto_ENTRE, que ocupa o Espaço Sérgio Porto, diz que vai sobrar para o produtor.

— É sensacional que o carioca possa ter desconto, mas quem vai pagar a conta ?

O ator Marcelo Serrado também acha que deveria haver um subsídio.

— O certo seria : “O que vocês perdem nós vamos pagar a vocês.” Faço meu stand up “Tudo é tudo, nada é nada” sem patrocínio. Se fosse em teatro público, não poderia. Preciso da bilheteria. Como fazer para pagar técnicos, atores ?

Produtores se queixam ainda de falta de diálogo.

— Essa medida poderia ter sido discutida. A classe artística não é consultada sobre coisas que dizem respeito diretamente a ela — diz Daniela Amorim.

O secretário Sérgio Sá Leitão se defende:

— Se os produtores forem pragmáticos e fizerem as contas verão que haverá ganho de público e aumento da receita.

A produtora Andrea Alves, da Sarau, entra em cartaz com o musical “Gonzagão — A lenda” dia 30 de maio no Carlos Gomes, que ficou fora da medida que fixa o preço médio máximo em R$ 40, junto com o Imperator. A alegação é que os dois abrigam espetáculos de grande porte, com grandes custos de produção. Ela diz :

— Se eu estreasse em outro teatro, teria que rever todas as minhas contas. Tenho em média 70% dos ingressos em meia-entrada. Se tivesse que virar quase 100%, isso faria uma grande diferença.

Jonas Klabin esclarece um ponto relativo ao preço médio máximo dos ingressos.

— Todo dia eu tenho vários preços de ingressos, que vão de gratuitos a R$ 100, dependendo da área. Tem os de graça, distribuídos a alunos da rede pública. Tem os meus convites. Tem os a R$ 20, que são os ingressos promocionais, para os primeiros que chegam à porta. E tem os de R$ 80, R$ 90 e R$ 100. A média de tudo é que tem que dar R$ 40.

Hoje, em média, 80% dos ingressos são meia-entrada. Os produtores não poderão manter o preço, senão a receita cairá brutalmente.

Na terça, será votada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara a lei que destina o teto de 40% da lotação dos espaços para a meia-entrada. Depois, ela vai para o Senado.

— Quando estamos quase conseguindo resolver a questão da meia-entrada na esfera federal, a prefeitura dá essa rasteira — diz Marcelo Serrado.
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Re: TEATRO

Mensagem por Barbano » 09 Abr 2013, 14:24

Tem que acabar a meia entrada.

A conta é simples. Vamos supor que em uma peça atual a entrada está 50 reais, e a meia entrada 25 reais. Como, de acordo com o texto, 80% do público é constituído de meia entrada, o valor médio do ingresso é (0.8 x R$ 25,00 + 0.2 * R$ 50,00) = R$ 30.00.

Resumo da ópera: sem a meia entrada a mesma peça poderia custar R$ 30,00. Quem tem direito a meia entrada na verdade hoje está pagando só 5 reais (17%) a menos do que o valor real, enquanto que quem não tem direito está pagando 20 reais (66%) a mais do que o valor real. O público que não tem direito à meia entrada acaba sendo praticamente excluído desses eventos.

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Re: TEATRO

Mensagem por E.R » 14 Abr 2013, 07:25

No dia 9 de junho de 2013 acontecerá o Tony Awards desse ano.

Pra quem não conhece esse é o maior prêmio do teatro mundial.

O evento esse ano acontecerá no Radio City Music Hall.

E para nos deixar ainda mais curiosos, a lista dos indicados só sairá no dia 30 de abril de 2013.
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Re: TEATRO

Mensagem por E.R » 17 Abr 2013, 16:02


Atriz Maitê Proença se disfarça de velhinha e vai junto com idosos à sua peça de teatro. :lol:
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Re: TEATRO

Mensagem por E.R » 19 Abr 2013, 05:47

http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noti ... entos.html

O Senado aprovou o estatuto que limita a meia-entrada para eventos culturais e esportivos, mas os jovens ainda precisam apresentar a carteira de estudante.

A novidade mesmo é o limite, que não existia no projeto original não existia. A meia-entrada será limitada a 40% dos ingressos para shows, jogos, cinema, teatro.

Por causa da mudança, o projeto precisa voltar para a Câmara para ser novamente discutido pelos deputados.

Os direitos dos jovens estão previstos no Estatuto da Juventude.

O texto aprovado pelo Senado garante benefícios como a meia-entrada em eventos culturais e esportivos para estudantes de qualquer idade, e amplia o benefício para jovens carentes entre 15 e 29 anos.

Os senadores decidiram limitar o benefício da meia-entrada para jovens e estudantes a 40% dos ingressos disponíveis em cada um dos eventos. Hoje não há limites, mas de acordo com produtores culturais, em alguns espetáculos mais de 80% dos ingressos acabam sendo vendidos pela metade do preço.

Esses 40% hoje significam que a produção cultural nacional pode ter independência e autonomia para decidir os seus preços e fazer promoções com seus ingressos. Do jeito que está não dá para gente fazer”, afirma o presidente da Associação dos Produtores de Teatro, Eduardo Barata.

O texto não prevê fiscalização ao cumprimento da cota de 40%, mas alguns senadores esperam que o Governo Federal defina como será o controle das bilheterias.

“Eu quero confiar na regulamentação por parte do governo, para que seja assegurada a cota de 40%”, diz o senador Randolfe Rodrigues.
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Re: TEATRO

Mensagem por E.R » 25 Abr 2013, 13:44

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Re: TEATRO

Mensagem por E.R » 29 Abr 2013, 21:52

Para comemorar o aniversário de 400 anos do escritor inglês William Shakespeare, em 2016, a cidade de Rio Acima, em Minas Gerais, junto com o Instituto Arte Brasil e o instituto Gandarela, irá construir uma réplica do famoso Globe Theater em Londres.

O lançamento do local será no dia 23 de abril de 2016 e terá influências brasileiras, como elementos da arte barroca.

Além disso, o projeto envolve a criação de uma escola de dramaturgia, festivais teatrais, apresentações de teatro no Rio de Janeiro, com a produção de 37 peças de Shakespeare, entre outras atividades.

A princípio, as atividades serão gratuitas para o público, segundo o presidente do Instituto Gandarela e responsável pela vinda do Globe para o país, Mauro Maya.
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Re: TEATRO

Mensagem por E.R » 06 Mai 2013, 18:58

http://vejario.abril.com.br/blog/fernan ... emana/meia

A meia-entrada para quem quer que apresente uma carteira de estudante representa um desfalque grave para o entretenimento e a arte. A cultura é o único segmento da economia que sofre intervenção nos preços sem a complementação do estado.

Que empresário aguentaria uma liquidação permanente de 50% no estoque ?

Se fossem estudantes, vá lá, mas a distribuição indiscriminada de carteirinhas, praticada até em promoções de lanchonetes, transformou o documento em fraude.

As entidades estudantis já fizeram vista grossa para a autenticidade dos filiados, mas, hoje, percebem a importância de sua regulação.

E ainda existem o idoso, os professores e as leis sazonais de 1 real aos domingos e meia em todos os teatros do município; bem como empresas privadas que anunciam o meio-ingresso ao associado sem consultar os profissionais do ramo.

Na luta pela sanidade dos negócios, os produtores assumem posição contrária aos interesses da maioria. Os políticos evitam o confronto e deixam seguir a velha regra. É melhor lidar com a dependência da cultura do que arriscar o eleitorado. Não vai aqui nenhum julgamento moral. É natural. É assim. O problema é a asfixia do setor.

Falarei do teatro, que é o que mais perto está da minha realidade.

Além dos desafios e limitações artísticas, existe a crise financeira e jurídica que corrompe a ribalta. Muitas produções ainda operam na informalidade, a bitributação devora os dividendos e a mídia tem custos estratosféricos. Estancar a sangria da meia-entrada é só o começo.

O Senado se sensibilizou e aprovou a lei que restringe a 40% o número de ingressos com desconto por sessão, mas sem a chancela da Câmara dos Deputados tudo voltará à estaca zero. Note, não se trata de abolir direitos, mas de garantir 60% de bilhetes cheios para cobrir a retaguarda.

Sou a favor do teatro para todos, uma vez sanadas as contas. A bilheteria virou detalhe, barganha, é feio cobrar ingresso, mas considero ainda pior depender por completo do Erário.

Minha peça "A Casa dos Budas Ditosos" devolveu mais impostos do que recebeu em incentivos, e não é um caso isolado. Com limite de 40% de meias, teria contribuído com bem mais.

São Paulo deseja copiar o modelo de gestão da Rio Filmes. Nele, metade do orçamento é direcionada a projetos não comerciais, que dificilmente existiriam sem esse aporte, e a outra metade se destina a obras com potencial de retorno. O lucro realizado servirá para catapultar não só películas, mas empresas da área do audiovisual.

Seria bom se essa mesma visão de mercado fosse, de alguma forma, aplicada aos demais segmentos artísticos.
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Re: TEATRO

Mensagem por E.R » 08 Mai 2013, 16:48

http://vejario.abril.com.br/edicao-da-s ... 0478.shtml

A carência de palcos na cidade tornou comum uma curiosa disputa, em que produtores se engalfinham ombro a ombro a fim de conseguir um lugar para suas encenações.

Tamanha procura gerou novidades, a exemplo de sessões em dias pouco habituais, como segunda, terça e quarta, ou em horários alternativos no finzinho da tarde ou quase de madrugada.

Em meio a tal cenário, abre as portas na sexta-feira (10) um novo espaço, projetado e construído especialmente para abrigar espetáculos de grande porte.

Trata-se do Teatro Bradesco, instalado no Shopping Village Mall, na Barra da Tijuca, um portento muito bem-vindo para a cena cultural carioca, com capacidade para receber 1 060 espectadores.

Para efeito de comparação, a sala do Oi Casa Grande, acostumada a receber produções de vulto, conta com 926 lugares. "Será o maior teatro privado do Rio de Janeiro", afirma Steffen Dauelsberg, diretor executivo da Dell’Arte, empresa que vai administrar o local junto com a produtora gaúcha Opus.

Suas credenciais impressionam. O palco tem uma boca de cena de 16 metros de largura por 8,5 de altura — números muito próximos aos do Theatro Municipal. Instalado no fundo da estrutura, um elevador reforçado pode transportar até um automóvel para dentro da cena. O fosso da orquestra é de padrão sinfônico, comportando aproximadamente oitenta músicos, mais do que os do Carlos Gomes e do João Caetano. "São luxos raros nas salas do Rio", diz o diretor Claudio Botelho, acostumado a lidar com cerca de 25 instrumentistas nos musicais que comanda. A área destinada ao público esbanja conforto. As poltronas são iguais às do Carnegie Hall, em Nova York, com espaço de 1 metro entre as fileiras. A qualidade do som é garantida pelo revestimento trazido da Espanha, cuja eficácia deverá ser comprovada já na inauguração, com um concerto da Orquestra Sinfônica Brasileira. Até o fim do ano, estão confirmados shows de Zeca Baleiro e Julieta Venegas, uma apresentação da Companhia Brasileira de Balé e espetáculos da Disney e de uma trupe de palhaços russos. Um sinal de que, além de imponente, o novo palco do Rio de Janeiro também é bem eclético.
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