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Tecnologia
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Victor235
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Re: Tecnologia
NOTÍCIAS
Novo processador da IBM imita funcionamento do cérebro humano

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"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Tecnologia
http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/ ... r-700.html

Os smartphones Moto X e Moto G, da Motorola, recebem nesta sexta-feira (5) novas versões com diversas melhorias, principalmente na tela, na câmera fotográfica e, principalmente, em novos meios de se usar os aparelhos da empresa. Eles começam a ser vendidos exclusivamente no site da empresa no Brasil e devem chegar às operadoras nos próximos dias. Os dois telefones são fabricados no país.
Por a partir de R$ 700 – mesmo preço de lançamento em 2013 – o novo Moto G ganha uma tela HD maior, de 5 polegadas contra 4,5 do modelo anterior, e uma câmera traseira de 8 Megapixels. Há três pacotes do aparelho: um com 8 GB de espaço de armazenamento que custa R$ 700, outro que acompanha uma capa (shell) turquesa, que custa R$ 730, e um modelo com 16 GB de espaço com TV Digital, que é vendido por R$ 800. Todos terão entradas para dois chips e acessam a internet 3G.
Entre outras adições ao aparelho estão um segundo alto falante frontal, permitindo que o usuário assista a filmes e escute música em estéreo, e entrada para cartões SD, expandindo a capacidade de guardar dados.
"Foram pedidos que ouvimos dos usuários e que acrescentamos nos novos modelos. Nosso objetivo é trazer valor com as funcionalidades. O brasileiro verá que pode ter um telefone premium, com upgrade garantido e que não vai ser obsoleto daqui um ano, sem pagar caro", explica ao G1 Amauri Souza, gerente de produtos da empresa.
O Moto G ainda recebe novas funções. Uma delas, chamada "Chamada Inteligente", faz com que o aparelho decida quando usar um dos dois chips. "Ele identifica a operadora do contato e sabe qual chip usar para que o usuário pague menos na ligação. Ele também aprende conforme o usuário faz as ligações. Caso ele ligue para a mãe sempre usando um chip, o telefone entende e começa a usá-lo toda a vez que ele ligar para este contato", afirma.
Além disso, algumas funções do Moto X, como o "Assist". Embora o Moto G não tenha os comandos de voz do irmão, o smartphone ganha modo carro, que lê mensagens sem precisar tocar no celular.


Os smartphones Moto X e Moto G, da Motorola, recebem nesta sexta-feira (5) novas versões com diversas melhorias, principalmente na tela, na câmera fotográfica e, principalmente, em novos meios de se usar os aparelhos da empresa. Eles começam a ser vendidos exclusivamente no site da empresa no Brasil e devem chegar às operadoras nos próximos dias. Os dois telefones são fabricados no país.
Por a partir de R$ 700 – mesmo preço de lançamento em 2013 – o novo Moto G ganha uma tela HD maior, de 5 polegadas contra 4,5 do modelo anterior, e uma câmera traseira de 8 Megapixels. Há três pacotes do aparelho: um com 8 GB de espaço de armazenamento que custa R$ 700, outro que acompanha uma capa (shell) turquesa, que custa R$ 730, e um modelo com 16 GB de espaço com TV Digital, que é vendido por R$ 800. Todos terão entradas para dois chips e acessam a internet 3G.
Entre outras adições ao aparelho estão um segundo alto falante frontal, permitindo que o usuário assista a filmes e escute música em estéreo, e entrada para cartões SD, expandindo a capacidade de guardar dados.
"Foram pedidos que ouvimos dos usuários e que acrescentamos nos novos modelos. Nosso objetivo é trazer valor com as funcionalidades. O brasileiro verá que pode ter um telefone premium, com upgrade garantido e que não vai ser obsoleto daqui um ano, sem pagar caro", explica ao G1 Amauri Souza, gerente de produtos da empresa.
O Moto G ainda recebe novas funções. Uma delas, chamada "Chamada Inteligente", faz com que o aparelho decida quando usar um dos dois chips. "Ele identifica a operadora do contato e sabe qual chip usar para que o usuário pague menos na ligação. Ele também aprende conforme o usuário faz as ligações. Caso ele ligue para a mãe sempre usando um chip, o telefone entende e começa a usá-lo toda a vez que ele ligar para este contato", afirma.
Além disso, algumas funções do Moto X, como o "Assist". Embora o Moto G não tenha os comandos de voz do irmão, o smartphone ganha modo carro, que lê mensagens sem precisar tocar no celular.

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Re: Tecnologia
Ainda bem que deram uma atenção à câmera do Moto G (o Galaxy Y da Motorola), que em ambientes escuros, as fotos ficam uma bosta.
Esse recurso de 'chamada inteligente' já é conhecido da Samsung, que o lançou em 2010 ou 2011.
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Re: Tecnologia
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"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Tecnologia
Marca "Nokia" começa a ser substituída por Microsoft Lumia
Por Redação Olhar Digital - em 21/10/2014 às 11h00

(Foto: Divulgação)
Como confirmado pela Microsoft em abril, a marca Nokia começou a ser substítuída e agora, os smartphones da empresa passarão a carregar o termo "Microsoft Lumia".
A informação foi confirmada pela própria Microsoft ao The Verge, que disse que a Nokia na França será a primeira divisão a receber o novo nome no site e nas redes sociais, como o Facebook e Twitter. A Microsoft afirmou ainda que o processo de rebranding (reposicionamento de marca) deve acontecer em mais países nas próximas semanas.
Vale lembrar que o fim do nome Nokia nos smartphones Lumia não extermina totalmente a empresa finlandesa. A Nokia ainda existe em uma companhia separada sem os celulares, focada em serviços de mapas e redes.
OLHAR DIGITAL(Foto: Divulgação)
Como confirmado pela Microsoft em abril, a marca Nokia começou a ser substítuída e agora, os smartphones da empresa passarão a carregar o termo "Microsoft Lumia".
A informação foi confirmada pela própria Microsoft ao The Verge, que disse que a Nokia na França será a primeira divisão a receber o novo nome no site e nas redes sociais, como o Facebook e Twitter. A Microsoft afirmou ainda que o processo de rebranding (reposicionamento de marca) deve acontecer em mais países nas próximas semanas.
Vale lembrar que o fim do nome Nokia nos smartphones Lumia não extermina totalmente a empresa finlandesa. A Nokia ainda existe em uma companhia separada sem os celulares, focada em serviços de mapas e redes.
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Re: Tecnologia
Entenda por que o iPhone é tão caro no Brasil
Por Redação Olhar Digital - em 07/11/2014 às 15h43

(Foto: Reprodução)
A Apple abriu nesta sexta-feira a pré-venda dos iPhones 6 e 6 Plus no Brasil. O modelo mais caro, o iPhone 6 Plus com 128GB, sai por R$ 4.400.
Levando em conta a média de R$ 2.131,70 no rendimento mensal de setembro feita pelo IBGE com pessoas empregadas, seria necessário descontar dois meses de trabalho para comprar o smartphone. No caso de uma pessoa que receba um salário mínimo por mês (R$ 724), são preciso seis meses de trabalho. Com isso, não é difícil deparar comentários criticando os altos valores do iPhone no Brasil. Mas afinal, por que o modelo é tão caro?
Em primeiro lugar, é preciso levar em conta os impostos que o iPhone é tributado. O aparelho não faz parte da MP do Bem, incentivo fiscal que isenta o PIS e COFINS dos eletrônicos. Somente smartphones de até R$ 1.500 tem as alíquotas reduzidas para zero. Além disso, o aparelho da Apple precisa entregar ao governo federal taxas de ICMS e IPI.
A Apple não divulgou a tributação que os novos aparelhos receberam, no entanto, para efeito de comparação, quando o iPhone 5S chegou ao país por R$ 3.600, a empresa da maçã disse que somente R$ 484 eram destinados a tributações do governo.
Outra explicação para os altos valores dos iPhones ainda parece ser ignorado por muitas pessoas. Trata-se da margem de lucro dos canais de distribuição, como a própria Apple Store ou grandes magazines. Além de não condizer com as margens de outros países, o Brasil ainda parece ser o único país em que a lei da "oferta e procura" é seguida à risca.
A solução, para quem deseja comprar um dos novos modelos de smartphone da Apple, ainda parece distante no país. A recomendação é apelar para amigos e conhecidos que viajem para fora, levando em conta que agora o iPhone 6 e 6 Plus não possuem limitação de chip e, portanto, funcionam normalmente com o 4G do país.
OLHAR DIGITAL(Foto: Reprodução)
A Apple abriu nesta sexta-feira a pré-venda dos iPhones 6 e 6 Plus no Brasil. O modelo mais caro, o iPhone 6 Plus com 128GB, sai por R$ 4.400.
Levando em conta a média de R$ 2.131,70 no rendimento mensal de setembro feita pelo IBGE com pessoas empregadas, seria necessário descontar dois meses de trabalho para comprar o smartphone. No caso de uma pessoa que receba um salário mínimo por mês (R$ 724), são preciso seis meses de trabalho. Com isso, não é difícil deparar comentários criticando os altos valores do iPhone no Brasil. Mas afinal, por que o modelo é tão caro?
Em primeiro lugar, é preciso levar em conta os impostos que o iPhone é tributado. O aparelho não faz parte da MP do Bem, incentivo fiscal que isenta o PIS e COFINS dos eletrônicos. Somente smartphones de até R$ 1.500 tem as alíquotas reduzidas para zero. Além disso, o aparelho da Apple precisa entregar ao governo federal taxas de ICMS e IPI.
A Apple não divulgou a tributação que os novos aparelhos receberam, no entanto, para efeito de comparação, quando o iPhone 5S chegou ao país por R$ 3.600, a empresa da maçã disse que somente R$ 484 eram destinados a tributações do governo.
Outra explicação para os altos valores dos iPhones ainda parece ser ignorado por muitas pessoas. Trata-se da margem de lucro dos canais de distribuição, como a própria Apple Store ou grandes magazines. Além de não condizer com as margens de outros países, o Brasil ainda parece ser o único país em que a lei da "oferta e procura" é seguida à risca.
A solução, para quem deseja comprar um dos novos modelos de smartphone da Apple, ainda parece distante no país. A recomendação é apelar para amigos e conhecidos que viajem para fora, levando em conta que agora o iPhone 6 e 6 Plus não possuem limitação de chip e, portanto, funcionam normalmente com o 4G do país.
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Re: TECNOLOGIA
A evolução de tirar fotos no Oscar:
2007:
2014: [youtube16x9]
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Colaborador (08/2011 - 12/2021, 09/2024 - )
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Re: TECNOLOGIA
A melhor forma de ter um IPhone é um parente próximo comprar um modelo novo e você ficar com o modelo antigo dele.
Ou esperar um amigo comprar um modelo novo e comprar dele o modelo antigo.
O preço que a Apple pratica no Brasil é caro demais da conta !
Ou esperar um amigo comprar um modelo novo e comprar dele o modelo antigo.
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Re: TECNOLOGIA
Aplicativo do Google faz tradução em tempo real e sem conexão à internet
14/01/2015 17h35 - Atualizado em 14/01/2015 17h52
Translate incorporou tecnologia do app Word Lens, comprado pelo Google.
Novidade vai ser disponibilizada para iOS e Android e inclui português.
Do G1, em São Paulo

Aplicativo do Google Translate agora faz traduções em tempo real (Foto: Divulgação/Google)
O aplicativo para smartphones do Google Translate será capaz de fazer traduções em tempo real, sem necessidade de internet, anunciou a empresa nesta quarta-feira (14). A atualização com a nova função será disponibilizada nos próximos dias para iOS (baixe aqui) e Android (baixe aqui) e para usá-la é simples: basta apontar a câmera do celular para um texto e a tradução irá aparecer instantaneamente no display, por cima da mensagem original.
De acordo com o Google, a nova versão do Translate terá suporte a sete idiomas: inglês, português, espanhol, francês, alemão, italiano e russo. A empresa afirma que está trabalhando para acrescentar novas línguas ao app.
Por não exigir uma conexão, a nova função de tradução em tempo real pode ser especialmente útil em viagens internacionais, onde nem sempre os usuários tem Wi-Fi à disposição ou compatibilidade com a rede de dados local.
A novidade é fruto da compra pelo Google do aplicativo Word Lens, em maio de 2014. O Word Lens ganhou atenção por conseguir traduzir placas de trânsito e outras formas de sinalização a partir de uma foto.
G1 TECNOLOGIA E GAMESTranslate incorporou tecnologia do app Word Lens, comprado pelo Google.
Novidade vai ser disponibilizada para iOS e Android e inclui português.
Do G1, em São Paulo

Aplicativo do Google Translate agora faz traduções em tempo real (Foto: Divulgação/Google)
O aplicativo para smartphones do Google Translate será capaz de fazer traduções em tempo real, sem necessidade de internet, anunciou a empresa nesta quarta-feira (14). A atualização com a nova função será disponibilizada nos próximos dias para iOS (baixe aqui) e Android (baixe aqui) e para usá-la é simples: basta apontar a câmera do celular para um texto e a tradução irá aparecer instantaneamente no display, por cima da mensagem original.
De acordo com o Google, a nova versão do Translate terá suporte a sete idiomas: inglês, português, espanhol, francês, alemão, italiano e russo. A empresa afirma que está trabalhando para acrescentar novas línguas ao app.
Por não exigir uma conexão, a nova função de tradução em tempo real pode ser especialmente útil em viagens internacionais, onde nem sempre os usuários tem Wi-Fi à disposição ou compatibilidade com a rede de dados local.
A novidade é fruto da compra pelo Google do aplicativo Word Lens, em maio de 2014. O Word Lens ganhou atenção por conseguir traduzir placas de trânsito e outras formas de sinalização a partir de uma foto.
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Re: TECNOLOGIA
http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/ ... leves-6132

Com preços mais baixos, melhor qualidade de imagem e telas mais finas e de altíssima resolução, os aparelhos de TV que contam com tecnologia Ultra HD devem liderar a preferência dos consumidores neste ano. Com definição superior à da TV digital, os televisores de pontos quânticos (também chamados de QLED) e os de OLED, com pixels que emitem luz própria, também são tendência no mercado para 2015. O acesso à internet praticamente será obrigatório nos novos aparelhos.
A boa notícia é que grande parte dessas tecnologias já está ao alcance do consumidor brasileiro. Quem estiver disposto a desembolsar uma quantia a partir de R$ 2.600, já pode ter na sala de casa uma TV de tela curva. Com investimento entre R$ 8.000 e R$ 9.000, pode-se levar a novíssima TV com a tecnologia OLED.
Para quem ainda tem dúvidas sobre qual aparelho atende melhor às necessidades da família ou ainda se perde em meio às siglas das novas tecnologias, o Notícias da TV preparou uma seleção dos modelos de televisores que vão dar o que falar em 2015. Confira:
TV de altíssima definição
As TVs de ultra-alta definição, Ultra HD ou 4K têm tudo para vingar em 2015. Elas foram as que apresentaram maior queda de preço em 2014: cerca de 80%. Além disso, tornaram-se a grande aposta dos fabricantes, que diversificaram as opções de tamanhos e modelos para atrair mais consumidores.
Em 2013, as menores telas Ultra HD tinham 55 polegadas e custavam R$ 16 mil. Na última semana de dezembro de 2014, já era possível encontrar TVs de 40 a 50 polegadas em lojas on-line por preços a partir de R$ 2.800.
Capazes de exibir quatro vezes mais pixels do que as TVs full HD, as Ultra HD levam vantagem na nitidez, detalhamento e profundidade da imagem. A qualidade é tão boa que permite ao telespectador chegar bem perto da tela sem notar os pontos de formação da imagem.
Como a oferta de atrações produzidas especialmente para essa tecnologia ainda é pouca, para aproveitá-la ao máximo o consumidor deve procurar conteúdos gravados originalmente em 3.840 por 2.160 pixels, resolução máxima desses televisores. Outras opções são os conteúdos em 4K disponíveis na Netflix, como a série House of Cards e alguns poucos documentários. A partir de 2015, o YouTube também deve disputar esse espaço, dando suporte aos vídeos em 4K em seu aplicativo para as TVs conectadas.

Tela curva
Uma leve curvatura na tela da TV proporciona o aumento do campo de visão, além de dar maior sensação de profundidade e detalhamento da imagem nos cantos, o que evita as distorções que prejudicam a visibilidade de quem se posiciona na lateral da sala.
Quanto maior a resolução e o tamanho do televisor, mais fácil perceber essas qualidades. Como há muitos modelos com essa característica, inclusive com a opção 3D, os preços variam bastante: pesquisas no varejo on-line revelam promoções de aparelhos de tela curva com 48 polegadas e resolução full HD custam a partir de R$ 2.600, valor equivalente ao de outros modelos de 50 polegadas.
TV OLED
Diferentemente das TVs de LED, a OLED tem tela que dispensa o processo de iluminação traseira para a formação das imagens. Isso acontece porque, ao receberem carga elétrica, seus pixels emitem luz própria. O resultado é a produção de telas mais leves, mais finas (há modelo com quatro milímetros de espessura), com mais contraste e que consomem menos energia.
Em relação à qualidade da imagem, em teste realizado pelo Notícias da TV não foi possível notar diferença entre uma TV OLED com resolução full HD e um modelo de LED com definição Ultra HD.
A LG é a única fabricante de TVs OLED no Brasil e, em novembro, baixou os preços desses aparelhos. Hoje, é possível adquirir uma TV OLED de tela curva com 55 polegadas por aproximadamente R$ 9.000, 25% do custo do mesmo modelo há um ano.
TV de pontos quânticos
Embora o nome assuste, a tecnologia de pontos quânticos, também chamada QLED, utiliza um processo de fabricação mais simples que o das TVs OLED, além de prometer melhor qualidade de imagem a um custo mais baixo. Ele envolve o uso de minúsculos cristais como fonte de iluminação, assim como é feito com os televisores de LED, com resolução Ultra HD, proporcionando cores mais vivas e menor consumo de energia em relação às TVs OLED.
Os preços mais baixos podem ajudar a tecnologia a avançar mais rápido do que o OLED. Um analista do setor estima que uma TV de pontos quânticos de 55 polegadas pode custar de 30% a 35% a mais do que uma TV de LED atual, enquanto uma TV OLED ficaria até cinco vezes mais cara.
Por enquanto, apenas a Sony comercializa TVs de pontos quânticos no Brasil. A LG confirma o lançamento de seus primeiros televisores Ultra HD com essa tecnologia durante a CES 2015, a maior feira de eletrônicos do mundo, que acontece de 6 a 9 de janeiro em Las Vegas.
Ainda não é possível sentir a diferença nos preços em relação aos outros modelos. As TVs de pontos quânticos encontradas atualmente nas lojas possuem resolução Ultra HD e têm pelo menos 55 polegadas, mas seu preço ainda é alto: a partir de R$ 8.000, praticamente o mesmo valor de uma TV OLED do mesmo tamanho.

Com preços mais baixos, melhor qualidade de imagem e telas mais finas e de altíssima resolução, os aparelhos de TV que contam com tecnologia Ultra HD devem liderar a preferência dos consumidores neste ano. Com definição superior à da TV digital, os televisores de pontos quânticos (também chamados de QLED) e os de OLED, com pixels que emitem luz própria, também são tendência no mercado para 2015. O acesso à internet praticamente será obrigatório nos novos aparelhos.
A boa notícia é que grande parte dessas tecnologias já está ao alcance do consumidor brasileiro. Quem estiver disposto a desembolsar uma quantia a partir de R$ 2.600, já pode ter na sala de casa uma TV de tela curva. Com investimento entre R$ 8.000 e R$ 9.000, pode-se levar a novíssima TV com a tecnologia OLED.
Para quem ainda tem dúvidas sobre qual aparelho atende melhor às necessidades da família ou ainda se perde em meio às siglas das novas tecnologias, o Notícias da TV preparou uma seleção dos modelos de televisores que vão dar o que falar em 2015. Confira:
TV de altíssima definição
As TVs de ultra-alta definição, Ultra HD ou 4K têm tudo para vingar em 2015. Elas foram as que apresentaram maior queda de preço em 2014: cerca de 80%. Além disso, tornaram-se a grande aposta dos fabricantes, que diversificaram as opções de tamanhos e modelos para atrair mais consumidores.
Em 2013, as menores telas Ultra HD tinham 55 polegadas e custavam R$ 16 mil. Na última semana de dezembro de 2014, já era possível encontrar TVs de 40 a 50 polegadas em lojas on-line por preços a partir de R$ 2.800.
Capazes de exibir quatro vezes mais pixels do que as TVs full HD, as Ultra HD levam vantagem na nitidez, detalhamento e profundidade da imagem. A qualidade é tão boa que permite ao telespectador chegar bem perto da tela sem notar os pontos de formação da imagem.
Como a oferta de atrações produzidas especialmente para essa tecnologia ainda é pouca, para aproveitá-la ao máximo o consumidor deve procurar conteúdos gravados originalmente em 3.840 por 2.160 pixels, resolução máxima desses televisores. Outras opções são os conteúdos em 4K disponíveis na Netflix, como a série House of Cards e alguns poucos documentários. A partir de 2015, o YouTube também deve disputar esse espaço, dando suporte aos vídeos em 4K em seu aplicativo para as TVs conectadas.

Tela curva
Uma leve curvatura na tela da TV proporciona o aumento do campo de visão, além de dar maior sensação de profundidade e detalhamento da imagem nos cantos, o que evita as distorções que prejudicam a visibilidade de quem se posiciona na lateral da sala.
Quanto maior a resolução e o tamanho do televisor, mais fácil perceber essas qualidades. Como há muitos modelos com essa característica, inclusive com a opção 3D, os preços variam bastante: pesquisas no varejo on-line revelam promoções de aparelhos de tela curva com 48 polegadas e resolução full HD custam a partir de R$ 2.600, valor equivalente ao de outros modelos de 50 polegadas.
TV OLED
Diferentemente das TVs de LED, a OLED tem tela que dispensa o processo de iluminação traseira para a formação das imagens. Isso acontece porque, ao receberem carga elétrica, seus pixels emitem luz própria. O resultado é a produção de telas mais leves, mais finas (há modelo com quatro milímetros de espessura), com mais contraste e que consomem menos energia.
Em relação à qualidade da imagem, em teste realizado pelo Notícias da TV não foi possível notar diferença entre uma TV OLED com resolução full HD e um modelo de LED com definição Ultra HD.
A LG é a única fabricante de TVs OLED no Brasil e, em novembro, baixou os preços desses aparelhos. Hoje, é possível adquirir uma TV OLED de tela curva com 55 polegadas por aproximadamente R$ 9.000, 25% do custo do mesmo modelo há um ano.
TV de pontos quânticos
Embora o nome assuste, a tecnologia de pontos quânticos, também chamada QLED, utiliza um processo de fabricação mais simples que o das TVs OLED, além de prometer melhor qualidade de imagem a um custo mais baixo. Ele envolve o uso de minúsculos cristais como fonte de iluminação, assim como é feito com os televisores de LED, com resolução Ultra HD, proporcionando cores mais vivas e menor consumo de energia em relação às TVs OLED.
Os preços mais baixos podem ajudar a tecnologia a avançar mais rápido do que o OLED. Um analista do setor estima que uma TV de pontos quânticos de 55 polegadas pode custar de 30% a 35% a mais do que uma TV de LED atual, enquanto uma TV OLED ficaria até cinco vezes mais cara.
Por enquanto, apenas a Sony comercializa TVs de pontos quânticos no Brasil. A LG confirma o lançamento de seus primeiros televisores Ultra HD com essa tecnologia durante a CES 2015, a maior feira de eletrônicos do mundo, que acontece de 6 a 9 de janeiro em Las Vegas.
Ainda não é possível sentir a diferença nos preços em relação aos outros modelos. As TVs de pontos quânticos encontradas atualmente nas lojas possuem resolução Ultra HD e têm pelo menos 55 polegadas, mas seu preço ainda é alto: a partir de R$ 8.000, praticamente o mesmo valor de uma TV OLED do mesmo tamanho.
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Re: TECNOLOGIA
E hoje chegou a atualização do software do Moto G (1ª geração) - Android™ 5.0 Lollipop
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Re: TECNOLOGIA
Bagaceiro nada. É tradição colocar o nome de uma sobremesa, e em ordem alfabética. Dessa vez Lollipop (pirulito), sucedendo o Kit Kat. No Moto G da minha mãe já chegou faz um mês. No meu Nexus 5 chegou em Novembro do ano passado.
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