Raphael Guimarães da Silva escreveu:É isso aí, amigo!!!Giovani Santos escreveu:Eu acredito no seu relato, afinal você não ganharia nada mentindo pra nós. Se tem uma versão com o Jaiminho, é bem possível que haja uma mais antiga. O que pode ter acontecido com esse episódio é: O SBT ter engavetado pensando que é semelhante, ou então foi danificado e não teve recuperação. Só acho.
O que eu ganharia com mentira?
Tenho a vida tão corrida pra ficar inventando boatos...
E mais, sou fã!
E tenho enorme respeito pelo trabalho feito aqui!!!
Não sou desses!
Fiquei muito feliz quando descobri esse tópico!
Pois, poderia, finalmente, dar meu relato sem passar por mentiroso ou doido.
Muitos diziam que eu deveria ter sonhado e tal...
Isso é chato pra caramba!!!
Por isso, nem comentava mais sobre "episódios perdidos", até que foram aparecendo um a um e até inéditos...
Mas, enfim, aqui, foi O LUGAR!
Abração!!!
Não é questão de ganhar com mentiras. Mas o fato é que não podemos confiar muito nas memórias da infância. Muitas delas são "defeitos do cérebro".
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Só nos Estados Unidos, são 3000 casos nos tribunais baseados no depoimento de gente que garante ter recuperado lembranças traumáticas. São acusações de estupros e abusos sexuais. Bom para a Justiça? Nem tanto. Muitas dessas recordações podem ser memórias imaginárias. E o acusador nem sabe que está mentindo.
https://super.abril.com.br/comportament ... e-traumas/
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É fácil criar falsas lembranças da infância em adultos
10/02/2014 - 13H02 - POR CARLOS ORSI
Lembro-me da morte de meu avô paterno, que morava conosco, quando eu era uma criança de sete ou oito anos. Estávamos almoçando. De repente, ele disse que não passava bem, sentia-se zonzo. Levantou-se, foi até o quarto. Morreu na cama.
Lembro-me disso tudo – mas não foi assim que aconteceu. Meu pai e minha irmã garantem que o avô Ulisses havia, de fato, morrido na mesa do almoço. Ali mesmo. Na nossa cara. Toda a parte sobre ele levantar-se e caminhar até o quarto era criação minha.
Ao longo das mais de três décadas que me separam da infância, passei por algumas outras correções de memória, embora bem menos dramáticas: também tinha certeza de que esse meu avô fumava cigarros de palha – ainda me lembro dele picando o tabaco –, mas ninguém mais se recorda disso. E, durante anos, acreditei ter sofrido um acidente (tropeçar na calçada e cair num buraco enorme aberto no chão) que, hoje, tenho certeza de que não passou de um sonho.
https://revistagalileu.globo.com/blogs/ ... ultos.html







