Táxi e aplicativos de transporte
Uber , 99 , Táxi.Rio , SP Táxi , etc.
- Butch
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Re: Uber / Táxi
Se virar moda o estado mete a mão, infelizmente.
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Re: Uber / Táxi
Um recurso legal do Cabify também é o esquema de poder agendar uma viagem. Além de reservar uma porcentagem maior do dinheiro das corridas para os motoristas em relação ao Uber.
E navegando pela Play Store outro dia descobri um app chamado Vah que compara o preço de uma corrida de diferentes apps, como 99, Uber e Cabify. https://play.google.com/store/apps/deta ... h&hl=pt-BR
Achei interessante.
E navegando pela Play Store outro dia descobri um app chamado Vah que compara o preço de uma corrida de diferentes apps, como 99, Uber e Cabify. https://play.google.com/store/apps/deta ... h&hl=pt-BR
Achei interessante.
#BgsDNV?
- Butch
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Re: Uber / Táxi
É o capitalismo malvadão tornando sua vida mais práticaBorges escreveu:Um recurso legal do Cabify também é o esquema de poder agendar uma viagem. Além de reservar uma porcentagem maior do dinheiro das corridas para os motoristas em relação ao Uber.
E navegando pela Play Store outro dia descobri um app chamado Vah que compara o preço de uma corrida de diferentes apps, como 99, Uber e Cabify. https://play.google.com/store/apps/deta ... h&hl=pt-BR
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Re: Uber / Táxi
Alguns carros do Uber, não sei se de tanto que o motorista o dirige, volta e meia o motor do carro "morre" e o motorista tem que ligar o motor de novo diversas vezes durante a viagem.



- Antonio Felipe
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Re: Uber / Táxi
Usei o Uber esse fim de semana em São Paulo. Gostei, o custo/benefício foi bom. Só uma viagem que o motorista demorou uns dez minutos, quando estava saindo do Carioca Club.
O ruim é que o aplicativo usa muito espaço no celular.
O ruim é que o aplicativo usa muito espaço no celular.
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Re: Uber / Táxi
É daqueles que a cada nova atualização, consome mais 40% de memoria?Antonio Felipe escreveu:Usei o Uber esse fim de semana em São Paulo. Gostei, o custo/benefício foi bom. Só uma viagem que o motorista demorou uns dez minutos, quando estava saindo do Carioca Club.
O ruim é que o aplicativo usa muito espaço no celular.
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- Antonio Felipe
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Re: Uber / Táxi
Sei lá, só usei sábado e domingo e ontem mesmo já desinstalei.
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Re: Uber / Táxi
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noti ... -rio.ghtml

Mais segurança para passageiros e motoristas, tarifa menor e até o fim das diárias pagas pelos taxistas auxiliares são algumas das metas almejadas pelo prefeito Marcelo Crivella com a entrada em funcionamento do aplicativo Táxi Rio, lançado nesta segunda-feira (29).
O aplicativo passará por uma fase de testes até 29 de julho, antes de ser liberado para o público.
Na solenidade realizada no Palácio da Cidade, em Botafogo, Marcelo Crivella também assinou um decreto que torna o táxi patrimônio cultural carioca.
Segundo ele, as duas medidas - decreto e lançamento do app - se somam e transformam os taxistas em agentes da prefeitura.
"Quando o serviço estiver funcionando plenamente, será possível ao taxista nos informar sobre qualquer problema na cidade, de um buraco no asfalto à ocorrência de assaltos em um local. Vamos, na verdade, integrar os táxis à gestão da cidade", afirmou o prefeito, destacando o fato de que os motoristas cadastrados serão monitorados em tempo real pelo Centro de Operações Rio (COR), significando também mais segurança para os passageiros.
"A prefeitura, em todas as campanhas publicitárias, alertará a população para que use o aplicativo e o patrimônio cultural carioca, que é o táxi amarelinho".
Presidente do Iplan-Rio, órgão responsável pelo desenvolvimento do Táxi Rio, Fábio Pimentel explicou que o objetivo é ter um novo modelo de gestão do serviço de táxis na cidade. Ele apontou como principais vantagens para os motoristas a redução de custos, já que os após hoje existentes cobram taxas que chegam a 17% do valor da corrida.
"Também não será mais necessário aferir o taxímetro, que será substituído por uma ferramenta do próprio aplicativo. Para o passageiro nada mudará: ainda será possível pegar um táxi na rua, apenas estendendo o braço. O valor da corrida será informado assim que o passageiro disser para onde quer ir", garantiu.
O aplicativo já está sendo testado por 20 taxistas, que atuaram junto ao Iplan-Rio no desenvolvimento da ferramenta. Na próxima quinta-feira (1), será aberto um cadastramento para a fase de testes de rua, com 150 motoristas e 300 usuários, recrutados entre funcionários da prefeitura por 60 dias.
Em sua fala, Crivella também ressaltou que haverá benefícios para os taxistas que aderirem, como a exclusividade de acesso a grandes eventos - ele citou o Rock in Rio como possível meta. Lembrando que já trabalhou ao volante, o prefeito disse ver o app como um caminho para o fim da cobrança de diárias dos motoristas auxiliares, o que chamou de "sonho de Conde", em referência ao ex-prefeito Luiz Paulo Conde e ao movimento "Diária Nunca Mais".
"Como o aplicativo terá tarifa dinâmica, o ideal é que o auxiliar passe a pagar uma comissão por cada corrida que fizer. Fui taxista e sei que não dá para trabalhar dia e noite. Carro e motorista não aguentam", disse Crivella.

Mais segurança para passageiros e motoristas, tarifa menor e até o fim das diárias pagas pelos taxistas auxiliares são algumas das metas almejadas pelo prefeito Marcelo Crivella com a entrada em funcionamento do aplicativo Táxi Rio, lançado nesta segunda-feira (29).
O aplicativo passará por uma fase de testes até 29 de julho, antes de ser liberado para o público.
Na solenidade realizada no Palácio da Cidade, em Botafogo, Marcelo Crivella também assinou um decreto que torna o táxi patrimônio cultural carioca.
Segundo ele, as duas medidas - decreto e lançamento do app - se somam e transformam os taxistas em agentes da prefeitura.
"Quando o serviço estiver funcionando plenamente, será possível ao taxista nos informar sobre qualquer problema na cidade, de um buraco no asfalto à ocorrência de assaltos em um local. Vamos, na verdade, integrar os táxis à gestão da cidade", afirmou o prefeito, destacando o fato de que os motoristas cadastrados serão monitorados em tempo real pelo Centro de Operações Rio (COR), significando também mais segurança para os passageiros.
"A prefeitura, em todas as campanhas publicitárias, alertará a população para que use o aplicativo e o patrimônio cultural carioca, que é o táxi amarelinho".
Presidente do Iplan-Rio, órgão responsável pelo desenvolvimento do Táxi Rio, Fábio Pimentel explicou que o objetivo é ter um novo modelo de gestão do serviço de táxis na cidade. Ele apontou como principais vantagens para os motoristas a redução de custos, já que os após hoje existentes cobram taxas que chegam a 17% do valor da corrida.
"Também não será mais necessário aferir o taxímetro, que será substituído por uma ferramenta do próprio aplicativo. Para o passageiro nada mudará: ainda será possível pegar um táxi na rua, apenas estendendo o braço. O valor da corrida será informado assim que o passageiro disser para onde quer ir", garantiu.
O aplicativo já está sendo testado por 20 taxistas, que atuaram junto ao Iplan-Rio no desenvolvimento da ferramenta. Na próxima quinta-feira (1), será aberto um cadastramento para a fase de testes de rua, com 150 motoristas e 300 usuários, recrutados entre funcionários da prefeitura por 60 dias.
Em sua fala, Crivella também ressaltou que haverá benefícios para os taxistas que aderirem, como a exclusividade de acesso a grandes eventos - ele citou o Rock in Rio como possível meta. Lembrando que já trabalhou ao volante, o prefeito disse ver o app como um caminho para o fim da cobrança de diárias dos motoristas auxiliares, o que chamou de "sonho de Conde", em referência ao ex-prefeito Luiz Paulo Conde e ao movimento "Diária Nunca Mais".
"Como o aplicativo terá tarifa dinâmica, o ideal é que o auxiliar passe a pagar uma comissão por cada corrida que fizer. Fui taxista e sei que não dá para trabalhar dia e noite. Carro e motorista não aguentam", disse Crivella.



- Butch
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Re: Uber / Táxi
Ai ai ai
"Não costumo ser um homem religioso, mas se tu estás lá em cima, me salva, SUPER HOMEM"
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Re: Uber / Táxi
http://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jar ... enado.html
Será votado na terça-feira um requerimento de urgência para pautar um projeto de lei que atende à demanda de taxistas.
A proposta em tramitação obriga o condutor a ter uma autorização da prefeitura e condiciona à autorização ao uso de uma placa vermelha, assim como os táxis.
As regras inviabilizariam aplicativos como Uber, Cabify e congêneres.
O requerimento de urgência já conta com assinatura de 21 senadores.
Para ser aprovado precisa de maioria simples dos presentes.
Se for aprovado, como já veio da Câmara, o texto segue para sanção de Michel Temer.
Será votado na terça-feira um requerimento de urgência para pautar um projeto de lei que atende à demanda de taxistas.
A proposta em tramitação obriga o condutor a ter uma autorização da prefeitura e condiciona à autorização ao uso de uma placa vermelha, assim como os táxis.
As regras inviabilizariam aplicativos como Uber, Cabify e congêneres.
O requerimento de urgência já conta com assinatura de 21 senadores.
Para ser aprovado precisa de maioria simples dos presentes.
Se for aprovado, como já veio da Câmara, o texto segue para sanção de Michel Temer.



- Marcelo J.
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Re: Uber / Táxi
Depois da sessão de hemodiálise que o meu pai fez, eu pedi uma viagem do Uber. Não deu nem 30 segundos e o carro apareceu.
Claro que isso foi coincidência, já que pouco antes o motorista encerrou uma corrida para uma moça bem pertinho do hospital.
Claro que isso foi coincidência, já que pouco antes o motorista encerrou uma corrida para uma moça bem pertinho do hospital.
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Re: Uber / Táxi
https://canaltech.com.br/governo/uber-c ... os-100934/
Uma proposta de regulamentação de serviços de transporte por aplicativo uniu os concorrentes Uber, Cabify e 99.
Neste final de semana, as empresas lançaram a campanha Juntos pela Mobilidade, que se posiciona contra o Projeto de Lei 28, de 2017, que pretende, entre outras coisas, exigir que os carros dos serviços utilizem placas vermelhas, como táxis.
A PLC 28 tem como relator o senador Pedro Chaves (PSC-MS) e estabelece normas para o funcionamento dos serviços no Brasil.
Está na lista, por exemplo, a necessidade de autorização individual para cada motorista, que deve ser dada pelas prefeituras, a exigência de CNH na categoria B e veículo no próprio nome, além da contratação de seguros obrigatórios e inscrição como contribuinte do INSS.
Para as empresas do setor, trata-se de uma tentativa do Governo Federal de transformar uma prestação de serviços privada em matéria pública.
Em e-mail enviado a clientes, no qual indicam a campanha e também o posicionamento contra o tema, Uber e Cabify afirmam que as novas regras devem restringir a operação dos aplicativos e aumentam a burocracia.
Para eles, por exemplo, a necessidade de regulamentação semelhante à dos táxis deve encarecer as viagens, além de reduzir o número de motoristas. Com isso, cairiam também o número de opções disponíveis aos consumidores, uma vez que, para as companhias do setor, foi justamente a política de preços que as transformou em uma opção viável e bastante utilizada pelos moradores das cidades atendidas.
Além disso, surgem aqui outras questões. A necessidade de um carro registrado no nome do próprio motorista, por exemplo, inviabiliza serviços de aluguel, usados por quem busca uma renda extra, e também a divisão do mesmo veículo por membros de uma família ou cônjuges, que alternam seus horários de trabalho nos aplicativos como forma, também, de ganharem mais dinheiro.
Senadores que participaram de uma audiência pública sobre o projeto de lei, na última semana, demonstraram intuito de fazer com que a matéria seja votada em regime de urgência, ainda nesta semana. A expectativa é de que a PLC 28/2017 entre na pauta desta terça-feira (26).
As companhias criticam a falta de discussão sobre o tema junto às companhias e a sociedade civil, evidenciadas pela tentativa de votar a matéria rapidamente.
Para partidários das empresas, a aplicação de regime de urgência tem a ver com uma tentativa de evitar a participação popular, que se posicionaria contra a normatização, e também de fazer valer interesses contrários à operação dos aplicativos no Brasil.
Além disso, políticos levantam preocupações quanto aos direitos trabalhistas dos motoristas. É o caso, por exemplo, do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que acredita em uma alternativa que garanta não apenas a segurança dos colaboradores dos aplicativos, mas também uma concorrência justa com taxistas e outros motoristas de praça, principalmente no que toca o pagamento de impostos.
No momento em que esta reportagem é escrita, a consulta pública sobre a PLC 28 conta com 36,8 mil votos contra, registrados pela população por meio da internet, contra 12 mil a favor.
Uma proposta de regulamentação de serviços de transporte por aplicativo uniu os concorrentes Uber, Cabify e 99.
Neste final de semana, as empresas lançaram a campanha Juntos pela Mobilidade, que se posiciona contra o Projeto de Lei 28, de 2017, que pretende, entre outras coisas, exigir que os carros dos serviços utilizem placas vermelhas, como táxis.
A PLC 28 tem como relator o senador Pedro Chaves (PSC-MS) e estabelece normas para o funcionamento dos serviços no Brasil.
Está na lista, por exemplo, a necessidade de autorização individual para cada motorista, que deve ser dada pelas prefeituras, a exigência de CNH na categoria B e veículo no próprio nome, além da contratação de seguros obrigatórios e inscrição como contribuinte do INSS.
Para as empresas do setor, trata-se de uma tentativa do Governo Federal de transformar uma prestação de serviços privada em matéria pública.
Em e-mail enviado a clientes, no qual indicam a campanha e também o posicionamento contra o tema, Uber e Cabify afirmam que as novas regras devem restringir a operação dos aplicativos e aumentam a burocracia.
Para eles, por exemplo, a necessidade de regulamentação semelhante à dos táxis deve encarecer as viagens, além de reduzir o número de motoristas. Com isso, cairiam também o número de opções disponíveis aos consumidores, uma vez que, para as companhias do setor, foi justamente a política de preços que as transformou em uma opção viável e bastante utilizada pelos moradores das cidades atendidas.
Além disso, surgem aqui outras questões. A necessidade de um carro registrado no nome do próprio motorista, por exemplo, inviabiliza serviços de aluguel, usados por quem busca uma renda extra, e também a divisão do mesmo veículo por membros de uma família ou cônjuges, que alternam seus horários de trabalho nos aplicativos como forma, também, de ganharem mais dinheiro.
Senadores que participaram de uma audiência pública sobre o projeto de lei, na última semana, demonstraram intuito de fazer com que a matéria seja votada em regime de urgência, ainda nesta semana. A expectativa é de que a PLC 28/2017 entre na pauta desta terça-feira (26).
As companhias criticam a falta de discussão sobre o tema junto às companhias e a sociedade civil, evidenciadas pela tentativa de votar a matéria rapidamente.
Para partidários das empresas, a aplicação de regime de urgência tem a ver com uma tentativa de evitar a participação popular, que se posicionaria contra a normatização, e também de fazer valer interesses contrários à operação dos aplicativos no Brasil.
Além disso, políticos levantam preocupações quanto aos direitos trabalhistas dos motoristas. É o caso, por exemplo, do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que acredita em uma alternativa que garanta não apenas a segurança dos colaboradores dos aplicativos, mas também uma concorrência justa com taxistas e outros motoristas de praça, principalmente no que toca o pagamento de impostos.
No momento em que esta reportagem é escrita, a consulta pública sobre a PLC 28 conta com 36,8 mil votos contra, registrados pela população por meio da internet, contra 12 mil a favor.



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Re: Uber / Táxi
http://br.reuters.com/article/internetN ... ternetNews
O relator da proposta para regulamentar os aplicativos de transporte urbano, o senador Pedro Chaves, apresentou nesta terça-feira na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado um texto substitutivo de três projetos anteriores.
O senador Pedro Chaves (PSC-MS) compilou a proposta aprovada pela Câmara e outros dois projetos dos senadores Lasier Martins (PSD-RS) e Ricardo Ferraço (PSDB-ES) em um novo texto que está em discussão na CCT para regulamentar os serviços de aplicativos como Uber, Cabify e 99.
Entre outras mudanças em relação ao texto aprovado na Câmara, não será necessário que os carros tenham placas especiais, mas os motoristas terão que portar Carteira Nacional de Habilitação (CNH) que destaque sua atividade remunerada e contribuir com o INSS.
Depois da apresentação da nova proposta, o presidente da Comissão, senador Otto Alencar (PSD-BA), concedeu vista coletiva para que os senadores possam analisar o texto produzido pelo relator.
A proposta de Pedro Chaves volta à pauta da CCT na próxima terça-feira.
Os senadores também devem decidir se aprovaram um pedido de urgência, o que levaria o projeto diretamente para o plenário do Senado. Se não aprovado, a proposta passará por outras quatro comissões antes de chegar ao plenário.
A diretora jurídica da Cabify, Juliana Minorello, disse à Reuters que o movimento “Juntos pela Mobilidade”, dos aplicativos Uber, Cabify e 99, não é contrário a uma regulamentação, mas as empresas querem regras claras, menos proibitivas e um debate qualificado com a sociedade.
O relator da proposta para regulamentar os aplicativos de transporte urbano, o senador Pedro Chaves, apresentou nesta terça-feira na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado um texto substitutivo de três projetos anteriores.
O senador Pedro Chaves (PSC-MS) compilou a proposta aprovada pela Câmara e outros dois projetos dos senadores Lasier Martins (PSD-RS) e Ricardo Ferraço (PSDB-ES) em um novo texto que está em discussão na CCT para regulamentar os serviços de aplicativos como Uber, Cabify e 99.
Entre outras mudanças em relação ao texto aprovado na Câmara, não será necessário que os carros tenham placas especiais, mas os motoristas terão que portar Carteira Nacional de Habilitação (CNH) que destaque sua atividade remunerada e contribuir com o INSS.
Depois da apresentação da nova proposta, o presidente da Comissão, senador Otto Alencar (PSD-BA), concedeu vista coletiva para que os senadores possam analisar o texto produzido pelo relator.
A proposta de Pedro Chaves volta à pauta da CCT na próxima terça-feira.
Os senadores também devem decidir se aprovaram um pedido de urgência, o que levaria o projeto diretamente para o plenário do Senado. Se não aprovado, a proposta passará por outras quatro comissões antes de chegar ao plenário.
A diretora jurídica da Cabify, Juliana Minorello, disse à Reuters que o movimento “Juntos pela Mobilidade”, dos aplicativos Uber, Cabify e 99, não é contrário a uma regulamentação, mas as empresas querem regras claras, menos proibitivas e um debate qualificado com a sociedade.









