Tecnologia
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Re: Tecnologia
Facebook e Instagram estão fora do ar até agora.
Pra você não achar que é a sua conexão.
Edit: Já voltaram.
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Victor235
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Re: Tecnologia
Já não basta forçar a instalação de algo que ninguém em sã-consciência instala, ainda praticam concorrência desleal:
Baidu é condenada por aplicativo que sugeria desinstalar concorrente
28 de janeiro de 2017, 18h02
Por Tadeu Rover
A empresa chinesa Baidu foi condenada por concorrência desleal contra a brasileira PSafe. As duas se acusavam na Justiça em ações que foram unificadas. O argumento de ambas é semelhante: a outra parte programava seus aplicativos para indicar que o concorrente conteria vírus, geraria risco ou seria prejudicial, induzindo os usuários à desinstalação.
Segundo o juiz Eduardo Palma Pellegrinelli, da 11ª Vara Cível da Justiça de São Paulo, a perícia concluiu que os aplicativos da Baidu emitiam alertas tecnicamente falsos específicos em relação aos aplicativos da Psafe, enquanto os mesmos alertas não eram emitidos para outros aplicativos em condições similares.
Já a análise do perito em relação aos aplicativos da Psafe concluíram que os alertas em relação aos aplicativos da Baidu eram tecnicamente corretos, por gerar risco à privacidade. Conforme a perícia, seguindo critérios semelhantes, o mesmo alerta era emitido para aplicativos de outros fabricantes.
"À evidência, o comportamento deliberado da Baidu tinha o objetivo de influenciar os consumidores dos aplicativos das partes, denegrindo a imagem da PSafe e induzindo a desinstalação dos aplicativos. Tal comportamento caracteriza a concorrência desleal", concluiu o juiz.
Conforme a sentença, a Baidu deverá modificar seus aplicativos, para que não emitam mais o alerta que motivou a condenação. Além disso, a empresa terá de pagar indenização por danos morais, materiais e por lucros cessantes. A Baidu terá ainda que veicular em seu site e redes sociais uma mensagem de retratação, informando que os alertas eram tecnicamente incorretos.
Precedente
“É um caso inovador”, afirma o professor Jacques Labrunie, do Instituto de Direito Público de São Paulo, ao jornal O Estado de S. Paulo, em reportagem publicada neste sábado (28/1). “Concorrência desleal entre empresas existe desde o início do comércio. Mas é a primeira vez que a lei é aplicada em relação a serviços digitais no Brasil, como se fosse um loja praticando atos ilegais contra outra loja.”
Procurada pelo jornal O Estado de S.Paulo, a Baidu informou que vai recorrer da decisão. A empresa ainda afirmou que “usará todos os instrumentos legais para combater qualquer ato de competição desleal”. Já a PSafe, por meio de nota, frisou que se trata de “uma vitória da livre concorrência no Brasil.”
CONSULTOR JURÍDICOPor Tadeu Rover
A empresa chinesa Baidu foi condenada por concorrência desleal contra a brasileira PSafe. As duas se acusavam na Justiça em ações que foram unificadas. O argumento de ambas é semelhante: a outra parte programava seus aplicativos para indicar que o concorrente conteria vírus, geraria risco ou seria prejudicial, induzindo os usuários à desinstalação.
Segundo o juiz Eduardo Palma Pellegrinelli, da 11ª Vara Cível da Justiça de São Paulo, a perícia concluiu que os aplicativos da Baidu emitiam alertas tecnicamente falsos específicos em relação aos aplicativos da Psafe, enquanto os mesmos alertas não eram emitidos para outros aplicativos em condições similares.
Já a análise do perito em relação aos aplicativos da Psafe concluíram que os alertas em relação aos aplicativos da Baidu eram tecnicamente corretos, por gerar risco à privacidade. Conforme a perícia, seguindo critérios semelhantes, o mesmo alerta era emitido para aplicativos de outros fabricantes.
"À evidência, o comportamento deliberado da Baidu tinha o objetivo de influenciar os consumidores dos aplicativos das partes, denegrindo a imagem da PSafe e induzindo a desinstalação dos aplicativos. Tal comportamento caracteriza a concorrência desleal", concluiu o juiz.
Conforme a sentença, a Baidu deverá modificar seus aplicativos, para que não emitam mais o alerta que motivou a condenação. Além disso, a empresa terá de pagar indenização por danos morais, materiais e por lucros cessantes. A Baidu terá ainda que veicular em seu site e redes sociais uma mensagem de retratação, informando que os alertas eram tecnicamente incorretos.
Precedente
“É um caso inovador”, afirma o professor Jacques Labrunie, do Instituto de Direito Público de São Paulo, ao jornal O Estado de S. Paulo, em reportagem publicada neste sábado (28/1). “Concorrência desleal entre empresas existe desde o início do comércio. Mas é a primeira vez que a lei é aplicada em relação a serviços digitais no Brasil, como se fosse um loja praticando atos ilegais contra outra loja.”
Procurada pelo jornal O Estado de S.Paulo, a Baidu informou que vai recorrer da decisão. A empresa ainda afirmou que “usará todos os instrumentos legais para combater qualquer ato de competição desleal”. Já a PSafe, por meio de nota, frisou que se trata de “uma vitória da livre concorrência no Brasil.”
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Victor235
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Re: Tecnologia
Nos primórdios da informática no Brasil, chegaram a fazer um acampamento de férias para familiarizar as crianças com os computadores:

(via Mickey # 380, de maio de 1984 - mais no tópico de gibis)

(via Mickey # 380, de maio de 1984 - mais no tópico de gibis)
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Tecnologia
http://link.estadao.com.br/noticias/ger ... 0001642810
A quantidade de conexões à tecnologia de internet móvel 4G no Brasil subirá de 60 milhões em 2016 para 108 milhões este ano, o que representará 40% de aumento da base total de conexões.
O avanço, segundo a consultoria IDC, deve ser impulsionado pela migração dos usuários (muitos detêm mais de um chip) e difusão das redes 4G no país pelas operadoras.
"Ainda existe uma quantidade muito grande de usuários de 3G que querem ter uma experiência melhor de navegação", observou o gerente de pesquisa em telecomunicações e tecnologia da informação da IDC, André Loureiro.
Ele acrescentou, entretanto, que ainda é necessário aumentar a cobertura e a qualidade dos serviços fora das cidades de grande porte, onde atualmente estão concentrados os usuários de 4G.
Há uma semana, a consultoria OpenSignal, que mede a qualidade das conexões de internet móvel no País, soltou relatório dizendo que, embora as operadoras brasileiras tenham avançado no que diz respeito à velocidade das redes, o sinal de 4G ainda é bastante instável – em testes realizados pela empresa, nenhuma das operadoras conseguiu oferecer 4G por mais de 60% do tempo de utilização.
Apesar do grande salto na qualidade das conexões, o mercado de telecomunicações deve crescer apenas 0,4% neste ano, marcado pelo avanço no consumo de dados e redução das ligações por voz.
O mercado corporativo também segue em declínio em meio à crise, sendo compensando parcialmente pelo mercado residencial.
A quantidade de conexões à tecnologia de internet móvel 4G no Brasil subirá de 60 milhões em 2016 para 108 milhões este ano, o que representará 40% de aumento da base total de conexões.
O avanço, segundo a consultoria IDC, deve ser impulsionado pela migração dos usuários (muitos detêm mais de um chip) e difusão das redes 4G no país pelas operadoras.
"Ainda existe uma quantidade muito grande de usuários de 3G que querem ter uma experiência melhor de navegação", observou o gerente de pesquisa em telecomunicações e tecnologia da informação da IDC, André Loureiro.
Ele acrescentou, entretanto, que ainda é necessário aumentar a cobertura e a qualidade dos serviços fora das cidades de grande porte, onde atualmente estão concentrados os usuários de 4G.
Há uma semana, a consultoria OpenSignal, que mede a qualidade das conexões de internet móvel no País, soltou relatório dizendo que, embora as operadoras brasileiras tenham avançado no que diz respeito à velocidade das redes, o sinal de 4G ainda é bastante instável – em testes realizados pela empresa, nenhuma das operadoras conseguiu oferecer 4G por mais de 60% do tempo de utilização.
Apesar do grande salto na qualidade das conexões, o mercado de telecomunicações deve crescer apenas 0,4% neste ano, marcado pelo avanço no consumo de dados e redução das ligações por voz.
O mercado corporativo também segue em declínio em meio à crise, sendo compensando parcialmente pelo mercado residencial.



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Victor235
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Re: Tecnologia
Os 'jeitinhos' que os chineses encontram para driblar a 'Grande Muralha' do governo à internet
Vivian Oswald
De Pequim para a BBC Brasil
Há 7 horas

BOARDING1NOW
A internet é altamente censurada na China
O governo chinês anunciou recentemente uma medida para dificultar que os internautas do país acessem as chamadas VPNs, ou redes vituais privadas, que permitiam driblar a censura que o país impõe às informações da rede.
O uso das VPNs permite "enganar" os controles do governo sobre a internet, ao ocultar o local de onde a pessoa faz o acesso. Essa é apenas uma de várias maneiras que os chineses encontram para driblar a chamada "Grande Muralha Digital" (em referência à Grande Muralha da China) com a qual as autoridades do país limitam o acesso à internet.
Com mais de 730 milhões de internautas - 75% dos quais com idades entre 10 e 39 anos -, a China tornou-se o grande sonho de consumo de empresas de tecnologia da informação (TI), incluindo o ramo de aplicativos e mídias sociais.
Mas o acesso à nação com o maior número de pessoas conectadas do mundo depende de passar pelo mais poderoso "firewall" do planeta. A "Grande Muralha" digital nada mais é do que um imenso filtro para garantir que as pessoas tenham acesso apenas às informações que o Estado considere adequadas.
Muitos chineses só conseguiam acessar sites e aplicativos bloqueados no país, como Facebook, Twitter, YouTube e Netflix, por meio das VPNs.

AFP
Ferramentas de busca como o Google estão sob vigilância na China
O mesmo acontece com certas palavras ou expressões. Às vésperas de efemérides consideradas sensíveis pelo governo, como o aniversário do Massacre da Praça da Paz Celestial, buscas pelo ano de 1989 e ao nome da praça também são bloqueadas. A internet passa a funcionar bem mais devagar.
A verdade é que, a despeito da quantidade impressionante de internautas, a rede chinesa pode funcionar como uma espécie de intranet (rede fechada) em um estalar de dedos.
Mesmo com a nova ofensiva do governo, os inventivos chineses ainda têm outras formas para chegar à informação que buscam, ou mesmo para tocar em assuntos que o governo não quer que sejam discutidos. Conheça alguns deles abaixo.

REUTERS
O Weibo é um dos aplicativos mais populares da China
O uso de aplicativos alternativos
Milhões de chineses não têm e não querem VPNs pois acham não precisam delas. A China tem redes socias próprias, que replicam o modelo das tradicionais redes conhecidas e usadas mundo afora.
O Sina Weibo, por exemplo, é o equivalente ao Twitter. Os usuários não largam o WeChat, um aplicativo que, sozinho, tem cerca de 500 milhões pessoas conectadas, trocando mensagens e postando fotos, comentários ou reclamações. O WeChat é um cruzamento turbinado do Facebook, proibido na China, com o WhatsApp, que é permitido.
Com ele, pagam-se até contas.
O equivalente ao YouTube é o Youku.
Tribuna inesperada
O Sina Weibo e o WeChat foram palco, em semanas recentes, de discussões e críticas às autoridades por causa das ondas de poluição que assolam várias metrópoles chinesas, um assunto que começa a ser debatido abertamente na China. Mas muitos comentários desapareceram. Isso ocorre quando o assunto é um tema considerável sensível. Porém, internautas mais insistentes postam novamente.

THINKSTOCK
Internautas chineses usam códigos e jogos de palavras para "driblar" censura
Jogo de palavras
Recentemente, o termo "Jin San Pang", ou "Kim terceiro, o gordo", expressão muito usada entre os internautas para se referir ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, um aliado da China, foi bloqueado. Acostumados a situações semelhantes, os internautas rapidamente adaptaram a referência por meio de um jogo de palavras, uma das alternativas para escapar dos bloqueios. "Kim terceiro, o gordo"(金三胖) tornou-se "Kim terceiro, meia lua (金三月半)".
Pode não fazer muito sentido à primeira vista, mas é o que acontece se dividido o ideograma "pang"(胖 ,"gordo") em seus dois caracteres "yue" (月,lua) e "ban" (半,metade).
O jogo de palavras cria outras maneiras de se referir a um mesmo assunto. Até que os filtros descubram as novas expressões usadas para bloqueá-las - e que os usuários busquem outras para colocar no lugar.
Códigos
Internautas já organizaram movimentos online a partir de códigos para disfarçar o que tentavam comunicar. Um deles é a expressão "dar uma caminhada", que acabou se tornando sinônimo de fazer um protesto pacífico.
BBC BRASILDe Pequim para a BBC Brasil
Há 7 horas

BOARDING1NOW
A internet é altamente censurada na China
O governo chinês anunciou recentemente uma medida para dificultar que os internautas do país acessem as chamadas VPNs, ou redes vituais privadas, que permitiam driblar a censura que o país impõe às informações da rede.
O uso das VPNs permite "enganar" os controles do governo sobre a internet, ao ocultar o local de onde a pessoa faz o acesso. Essa é apenas uma de várias maneiras que os chineses encontram para driblar a chamada "Grande Muralha Digital" (em referência à Grande Muralha da China) com a qual as autoridades do país limitam o acesso à internet.
Com mais de 730 milhões de internautas - 75% dos quais com idades entre 10 e 39 anos -, a China tornou-se o grande sonho de consumo de empresas de tecnologia da informação (TI), incluindo o ramo de aplicativos e mídias sociais.
Mas o acesso à nação com o maior número de pessoas conectadas do mundo depende de passar pelo mais poderoso "firewall" do planeta. A "Grande Muralha" digital nada mais é do que um imenso filtro para garantir que as pessoas tenham acesso apenas às informações que o Estado considere adequadas.
Muitos chineses só conseguiam acessar sites e aplicativos bloqueados no país, como Facebook, Twitter, YouTube e Netflix, por meio das VPNs.

AFP
Ferramentas de busca como o Google estão sob vigilância na China
O mesmo acontece com certas palavras ou expressões. Às vésperas de efemérides consideradas sensíveis pelo governo, como o aniversário do Massacre da Praça da Paz Celestial, buscas pelo ano de 1989 e ao nome da praça também são bloqueadas. A internet passa a funcionar bem mais devagar.
A verdade é que, a despeito da quantidade impressionante de internautas, a rede chinesa pode funcionar como uma espécie de intranet (rede fechada) em um estalar de dedos.
Mesmo com a nova ofensiva do governo, os inventivos chineses ainda têm outras formas para chegar à informação que buscam, ou mesmo para tocar em assuntos que o governo não quer que sejam discutidos. Conheça alguns deles abaixo.

REUTERS
O Weibo é um dos aplicativos mais populares da China
O uso de aplicativos alternativos
Milhões de chineses não têm e não querem VPNs pois acham não precisam delas. A China tem redes socias próprias, que replicam o modelo das tradicionais redes conhecidas e usadas mundo afora.
O Sina Weibo, por exemplo, é o equivalente ao Twitter. Os usuários não largam o WeChat, um aplicativo que, sozinho, tem cerca de 500 milhões pessoas conectadas, trocando mensagens e postando fotos, comentários ou reclamações. O WeChat é um cruzamento turbinado do Facebook, proibido na China, com o WhatsApp, que é permitido.
Com ele, pagam-se até contas.
O equivalente ao YouTube é o Youku.
Tribuna inesperada
O Sina Weibo e o WeChat foram palco, em semanas recentes, de discussões e críticas às autoridades por causa das ondas de poluição que assolam várias metrópoles chinesas, um assunto que começa a ser debatido abertamente na China. Mas muitos comentários desapareceram. Isso ocorre quando o assunto é um tema considerável sensível. Porém, internautas mais insistentes postam novamente.

THINKSTOCK
Internautas chineses usam códigos e jogos de palavras para "driblar" censura
Jogo de palavras
Recentemente, o termo "Jin San Pang", ou "Kim terceiro, o gordo", expressão muito usada entre os internautas para se referir ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, um aliado da China, foi bloqueado. Acostumados a situações semelhantes, os internautas rapidamente adaptaram a referência por meio de um jogo de palavras, uma das alternativas para escapar dos bloqueios. "Kim terceiro, o gordo"(金三胖) tornou-se "Kim terceiro, meia lua (金三月半)".
Pode não fazer muito sentido à primeira vista, mas é o que acontece se dividido o ideograma "pang"(胖 ,"gordo") em seus dois caracteres "yue" (月,lua) e "ban" (半,metade).
O jogo de palavras cria outras maneiras de se referir a um mesmo assunto. Até que os filtros descubram as novas expressões usadas para bloqueá-las - e que os usuários busquem outras para colocar no lugar.
Códigos
Internautas já organizaram movimentos online a partir de códigos para disfarçar o que tentavam comunicar. Um deles é a expressão "dar uma caminhada", que acabou se tornando sinônimo de fazer um protesto pacífico.
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Re: Tecnologia
https://www.facebook.com/kitsavecable/
Alguém entendeu a proposta disto? Só mandam ligar ao invés de explicar direito na página.
Eles revestem o cabo USB, é isso?
Alguém entendeu a proposta disto? Só mandam ligar ao invés de explicar direito na página.
Eles revestem o cabo USB, é isso?
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Re: Tecnologia
"Save Cable é um kit de proteção ideal para usuários iPhone. Com ele seu cabo terá maior resistência e durabilidade, além de um visual diferenciado".
Grande explicação.
Grande explicação.
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Re: Tecnologia
Parece que existe uma camada de plástico a mais, principalmente ali próximo ao conector que é onde os carregadores geralmente costumam quebrar.
Existem umas soluções caseiras pra isso, que enrolam linha ou pano no cabo pra deixar mais resistente, tipo esse aqui:
Existem umas soluções caseiras pra isso, que enrolam linha ou pano no cabo pra deixar mais resistente, tipo esse aqui:
#BgsDNV?
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Re: Tecnologia
Troque imediatamente as suas senhas destes serviços
RENATO SANTINO 24/02/2017 17H02

(Foto: reprodução)
A melhor dica de segurança que podemos dar neste momento é que você mude boa parte de suas senhas. Uma nova falha de segurança, batizada de Cloudbleed, deixou expostos dados de usuários de milhares de sites, permitindo o roubo de senhas de inúmeros serviços online.
A brecha é responsabilidade da Cloudflare (daí o nome Cloudbleed), uma empresa que oferece serviços de hospedagem e segurança online para companhias gigantescas como a Uber, por exemplo. A vulnerabilidade foi tão feia que não é necessário ser um hacker para acessar as informações, já que elas puderam ser catalogadas por ferramentas de buscas como o Google. Assim, qualquer um que se deparasse mesmo acidentalmente com o link poderia ter acesso às suas senhas.
Não existe uma lista oficial de sites afetados, no entanto, então é difícil ter uma dimensão do tamanho do estrago. Vários serviços online que dependiam do Cloudflare decidiram se precaver e solicitar aos usuários que alterem suas senhas, como é o caso do aplicativo Discord.
Para ajudar, usuários do Github, uma comunidade online para desenvolvedores, decidiram criar uma lista de serviços que podem utilizar o Cloudflare, embora nem todos estejam confirmados. São inúmeros sites, e você pode conferir a lista completa neste link, mas alguns destaques estão abaixo:
- uber.com
- patreon.com
- medium.com
- 4chan.org
- yelp.com
- okcupid.com
- zendesk.com
- thepiratebay.org
E os sites brasileiros:
- kanui.com.br
- jusbrasil.com.br
- hostgator.com.br
- clubedohardware.com.br
- catracalivre.com.br
- ahnegao.com.br
- tecmundo.com.br
- ocioso.com.br
- naosalvo.com.br
- legiaodosherois.com.br
Se você tem cadastro em algum desses sites, é recomendável trocar sua senha imediatamente. Talvez a maior urgência seja para serviços como o Patreon e Uber, que têm acesso a informações de cartões de crédito e podem causar prejuízos financeiros diretos e imediatos.
OLHAR DIGITAL
(Foto: reprodução)
A melhor dica de segurança que podemos dar neste momento é que você mude boa parte de suas senhas. Uma nova falha de segurança, batizada de Cloudbleed, deixou expostos dados de usuários de milhares de sites, permitindo o roubo de senhas de inúmeros serviços online.
A brecha é responsabilidade da Cloudflare (daí o nome Cloudbleed), uma empresa que oferece serviços de hospedagem e segurança online para companhias gigantescas como a Uber, por exemplo. A vulnerabilidade foi tão feia que não é necessário ser um hacker para acessar as informações, já que elas puderam ser catalogadas por ferramentas de buscas como o Google. Assim, qualquer um que se deparasse mesmo acidentalmente com o link poderia ter acesso às suas senhas.
Não existe uma lista oficial de sites afetados, no entanto, então é difícil ter uma dimensão do tamanho do estrago. Vários serviços online que dependiam do Cloudflare decidiram se precaver e solicitar aos usuários que alterem suas senhas, como é o caso do aplicativo Discord.
Para ajudar, usuários do Github, uma comunidade online para desenvolvedores, decidiram criar uma lista de serviços que podem utilizar o Cloudflare, embora nem todos estejam confirmados. São inúmeros sites, e você pode conferir a lista completa neste link, mas alguns destaques estão abaixo:
- uber.com
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- 4chan.org
- yelp.com
- okcupid.com
- zendesk.com
- thepiratebay.org
E os sites brasileiros:
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- ahnegao.com.br
- tecmundo.com.br
- ocioso.com.br
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- legiaodosherois.com.br
Se você tem cadastro em algum desses sites, é recomendável trocar sua senha imediatamente. Talvez a maior urgência seja para serviços como o Patreon e Uber, que têm acesso a informações de cartões de crédito e podem causar prejuízos financeiros diretos e imediatos.
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Re: Tecnologia
O xat.com também está nesta lista.
O redator da lista reduzida do Olhar Digital esqueceu de incluir o Brasil 247.
O redator da lista reduzida do Olhar Digital esqueceu de incluir o Brasil 247.
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