Educação
- Hugoh
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Re: Educação
Já as minhas aulas de artes eram medianas. A gente aprendia sobre grandes pintores, quadros clássicos, os movimentos, as fases e etc. Chegamos até a grafitar o muro da quadra da escola que estava abandonado, além de exposições e maquetes que fazíamos. Isso tudo numa escola pública, quando me mudei pro privado ela foi retirada do cronograma.
Mas é uma boa matéria. É divertida, não é chata e brinca com a imaginação do aluno se for executada de maneira correta. Depende muito da escola, do professor e dos próprios alunos para que tudo saia bem.
Mas é uma boa matéria. É divertida, não é chata e brinca com a imaginação do aluno se for executada de maneira correta. Depende muito da escola, do professor e dos próprios alunos para que tudo saia bem.
- Fellipe
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Re: Educação
Recomendo que você estude arte por fora então. Indo a exposições, procurando vídeos no Youtube, o que for. Vale muito a pena.Hyuri Augusto escreveu:Aqui é a mesma coisa. Nunca foi abordado história da arte e nem nada relacionado. Pra ser exato, nos últimos 5 anos eu só tenho feito desenhos que as professoras pediam ou respondido apostila sem explicação alguma. É por isso que a matéria não me agregou em nada. Embora eu queira trabalhar com teatro e dublagem, pelo menos o primeiro nunca foi abordado de maneira correta. E toda vez que era planejado algo, não tinha colaboração dos alunos e nem ânimo da professora para realizar os projetos.
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Victor235
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Re: Educação
Sobre aulas de Artes: em 2007, emprestei meu exemplar de "Pato Donald 70 anos" para minha professora de Artes. Ela tinha falado alguma coisa sobre gibis na aula e depois conversando com ela comentei sobre e ela pediu este especial emprestado. Era um dos meus preferidos (eu tinha lido várias vezes) e não vi problema em empresar. Depois de um tempo, trocaram a professora e nunca mais a vi, muito menos o gibi. Pior que nem lembro mais o nome dela (tive várias professoras de Artes). Hoje em dia, esta edição custa pelo menos o dobro do preço da capa.
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Re: Educação
Odiava Aula de Artes. Não conseguia desenhar nem uma casa com árvores ao lado. :p
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Victor235
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Re: Educação
Os resultados daquele debate divulgado aqui:
--------------------------------------------------
Educação confirma isenção fiscal dada por estados a instituições de ensino
http://www2.camara.leg.br/camaranoticia ... NSINO.html
Programa Escola sem Partido é criticado em debate na Comissão de Educação
Iara Guimarães Altafin | 16/11/2016, 16h01 - ATUALIZADO EM 17/11/2016, 09h48

Edilson Rodrigues/Agência Senado
O programa Escola sem Partido, previsto em projeto de lei que tramita no Senado, desqualifica professores e estudantes, afronta a democracia e fere a Constituição, conforme os debatedores convidados para audiência pública nesta quarta-feira (16), na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).
Proposto pela senadora Fátima Bezerra (PT-RN), vice-presidente da comissão, o debate analisou o PLS 193/2016, do senador Magno Malta (PR-ES), que inclui o programa Escola sem Partido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, e o site criado pelo movimento em favor do programa.
Na avaliação da senadora, a liberdade de discussão nas escolas é fundamental para que a educação exerça seu papel na construção do desenvolvimento das pessoas, do exercício da cidadania e de uma sociedade justa e solidária.
— A escola tem o dever de abrigar o debate da forma plural e o projeto vem cercear esse debate — concluiu.
Deborah Duprat, subprocuradora-geral da República, concordou com a senadora e disse que o projeto tenta conquistar adeptos com um falso discurso da neutralidade da educação.
— Somos todos seres inseridos nos nossos espaços sociais e nunca haverá uma ideia ou valor neutro, pois já traz em si a percepção de algo valioso sendo, portanto, objeto de defesa — ressaltou.
Como afirmou a subprocuradora, a defesa da neutralidade política, ideológica e religiosa contida no projeto impede o pluralismo de ideias das escolas e a liberdade dos educadores, o que fere a Constituição Federal. Ela citou manifestações do Ministério Público e da Advocacia Geral da União, pela inconstitucionalidade do texto.
Retrocesso
Para as senadoras Regina Sousa (PT-PI) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), o texto revela o avanço de valores conservadores e ameaça direitos sociais conquistados pela sociedade brasileira.
— Estamos em um momento em que temos que ter muita resistência, pois não é um jogo apenas de valores da sociedade, mas também de interesses econômicos. Escola sem Partido não é apenas para não se buscar consciência, mas para formar mão de obra para o mercado, para que as pessoas trabalhem e produzam sem incomodar o status quo — afirmou Gleisi Hoffmann.
A intenção do projeto de reduzir conquistas e impedir a liberdade de discussão nas escolas também foi apontada pelos representantes da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Camila Lanes, e da União Nacional dos Estudantes (UNE), Iago Montalvão.
— O projeto é parte de uma ofensiva para impor uma formação acrítica, tecnicista e não emancipatória — disse Montalvão.
A opinião foi compartilhada por Cléo Manhas, representante da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, para quem o movimento Escola sem Partido visa combater conquistas sociais como a igualdade de gênero, a liberdade religiosa e os direitos de homossexuais.
Negócio
Na avaliação de Fernando de Araújo Penna, professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF), o programa é uma ameaça à educação democrática, na medida em que tenta reduzir o trabalho dos professores a uma relação de consumo.
— O professor é visto como um mero prestador de serviço — observou Penna, mostrando ainda que os defensores do programa divulgam, nas redes sociais, mensagens com conteúdo ofensivo a professores e estudantes.
Manifestação
Apoiadores do programa chegaram a interromper o debate por alguns minutos, gritando palavras pela aprovação do PLS 193/2016, e foram retirados do plenário onde acontecia a audiência pública.
Na presidência do debate, Fátima Bezerra lamentou que o advogado Miguel Nagib, um dos propositores do programa Escola sem Partido, tenha recusado o convite para participar do debate promovido pela CE.
AGÊNCIA SENADO
Edilson Rodrigues/Agência Senado
O programa Escola sem Partido, previsto em projeto de lei que tramita no Senado, desqualifica professores e estudantes, afronta a democracia e fere a Constituição, conforme os debatedores convidados para audiência pública nesta quarta-feira (16), na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).
Proposto pela senadora Fátima Bezerra (PT-RN), vice-presidente da comissão, o debate analisou o PLS 193/2016, do senador Magno Malta (PR-ES), que inclui o programa Escola sem Partido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, e o site criado pelo movimento em favor do programa.
Na avaliação da senadora, a liberdade de discussão nas escolas é fundamental para que a educação exerça seu papel na construção do desenvolvimento das pessoas, do exercício da cidadania e de uma sociedade justa e solidária.
— A escola tem o dever de abrigar o debate da forma plural e o projeto vem cercear esse debate — concluiu.
Deborah Duprat, subprocuradora-geral da República, concordou com a senadora e disse que o projeto tenta conquistar adeptos com um falso discurso da neutralidade da educação.
— Somos todos seres inseridos nos nossos espaços sociais e nunca haverá uma ideia ou valor neutro, pois já traz em si a percepção de algo valioso sendo, portanto, objeto de defesa — ressaltou.
Como afirmou a subprocuradora, a defesa da neutralidade política, ideológica e religiosa contida no projeto impede o pluralismo de ideias das escolas e a liberdade dos educadores, o que fere a Constituição Federal. Ela citou manifestações do Ministério Público e da Advocacia Geral da União, pela inconstitucionalidade do texto.
Retrocesso
Para as senadoras Regina Sousa (PT-PI) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), o texto revela o avanço de valores conservadores e ameaça direitos sociais conquistados pela sociedade brasileira.
— Estamos em um momento em que temos que ter muita resistência, pois não é um jogo apenas de valores da sociedade, mas também de interesses econômicos. Escola sem Partido não é apenas para não se buscar consciência, mas para formar mão de obra para o mercado, para que as pessoas trabalhem e produzam sem incomodar o status quo — afirmou Gleisi Hoffmann.
A intenção do projeto de reduzir conquistas e impedir a liberdade de discussão nas escolas também foi apontada pelos representantes da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Camila Lanes, e da União Nacional dos Estudantes (UNE), Iago Montalvão.
— O projeto é parte de uma ofensiva para impor uma formação acrítica, tecnicista e não emancipatória — disse Montalvão.
A opinião foi compartilhada por Cléo Manhas, representante da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, para quem o movimento Escola sem Partido visa combater conquistas sociais como a igualdade de gênero, a liberdade religiosa e os direitos de homossexuais.
Negócio
Na avaliação de Fernando de Araújo Penna, professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF), o programa é uma ameaça à educação democrática, na medida em que tenta reduzir o trabalho dos professores a uma relação de consumo.
— O professor é visto como um mero prestador de serviço — observou Penna, mostrando ainda que os defensores do programa divulgam, nas redes sociais, mensagens com conteúdo ofensivo a professores e estudantes.
Manifestação
Apoiadores do programa chegaram a interromper o debate por alguns minutos, gritando palavras pela aprovação do PLS 193/2016, e foram retirados do plenário onde acontecia a audiência pública.
Na presidência do debate, Fátima Bezerra lamentou que o advogado Miguel Nagib, um dos propositores do programa Escola sem Partido, tenha recusado o convite para participar do debate promovido pela CE.
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Re: Educação
Comissão rejeita texto que exige ensino de primeiros socorros em universidades
17/11/2016 - 17h57
Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição - Sandra Crespo
Alex Ferreira / Câmara dos Deputados

O deputado Giuseppe Vecci optou pela rejeição, por entender que alterações curriculares são prerrogativas do Legislativo
A Comissão de Educação rejeitou, nesta quarta-feira (16), o Projeto de Lei 1945/15, que altera a Lei de Diretrizes Bases da Educação (Lei nº 9.394/96) para tornar obrigatório o ensino de primeiros socorros nos cursos de educação superior.
Pelo texto, do deputado Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB), as aulas deveriam ser ministradas por profissionais da área de saúde em instituições públicas e privadas. A aprovação no curso de primeiros socorros seria requisito para a obtenção do diploma de graduação.
O relator da matéria, Giuseppe Vecci (PSDB-GO), argumentou, porém, que alterações curriculares devem ser propostas pelo Ministério da Educação, e não pelo Legislativo. Como alternativa ao projeto, o deputado decidiu encaminhar o assunto por meio de indicação dirigida ao Executivo.
“O Estado precisa tomar providências para que a população obtenha conhecimentos adequados em primeiros socorros, já que Código Penal Brasileiro tipifica o crime de omissão de socorro a quem deixar de prestar assistência à vítima de algum acidente ou pessoa em iminente perigo”, afirma o deputado.
Ainda segundo o relator, ocorrem 160 mil mortes súbitas por ano no País, mas é possível alcançar 70% de sobrevida, nos casos de parada cardíaca, se as pessoas que estiverem por perto do paciente souberem prestar os primeiros socorros.
Tramitação
A proposta será analisada de forma conclusiva pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
AGÊNCIA CÂMARA NOTÍCIASReportagem – Emanuelle Brasil
Edição - Sandra Crespo
Alex Ferreira / Câmara dos Deputados

O deputado Giuseppe Vecci optou pela rejeição, por entender que alterações curriculares são prerrogativas do Legislativo
A Comissão de Educação rejeitou, nesta quarta-feira (16), o Projeto de Lei 1945/15, que altera a Lei de Diretrizes Bases da Educação (Lei nº 9.394/96) para tornar obrigatório o ensino de primeiros socorros nos cursos de educação superior.
Pelo texto, do deputado Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB), as aulas deveriam ser ministradas por profissionais da área de saúde em instituições públicas e privadas. A aprovação no curso de primeiros socorros seria requisito para a obtenção do diploma de graduação.
O relator da matéria, Giuseppe Vecci (PSDB-GO), argumentou, porém, que alterações curriculares devem ser propostas pelo Ministério da Educação, e não pelo Legislativo. Como alternativa ao projeto, o deputado decidiu encaminhar o assunto por meio de indicação dirigida ao Executivo.
“O Estado precisa tomar providências para que a população obtenha conhecimentos adequados em primeiros socorros, já que Código Penal Brasileiro tipifica o crime de omissão de socorro a quem deixar de prestar assistência à vítima de algum acidente ou pessoa em iminente perigo”, afirma o deputado.
Ainda segundo o relator, ocorrem 160 mil mortes súbitas por ano no País, mas é possível alcançar 70% de sobrevida, nos casos de parada cardíaca, se as pessoas que estiverem por perto do paciente souberem prestar os primeiros socorros.
Tramitação
A proposta será analisada de forma conclusiva pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
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Re: Educação
MEC tira isenção de candidato que fizer Enem mais de 3 vezes e veta 'treineiros'
BRASÍLIA - O candidato que prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) mais de três vezes com isenção de taxa perderá o direito à gratuidade na quarta tentativa. Também não haverá mais certificação do ensino médio e não se aceitará a participação de “treineiros”. A medida faz parte de um pacote elaborado pelo Ministério da Educação (MEC) para diminuir os custos da prova, que neste ano superaram os R$ 650 milhões.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do MEC responsável pelo Enem, apura os motivos que levam candidatos a realizar o exame repetidas vezes – há relatos de pessoas que participam das provas por até 8 edições consecutivas. “Ainda estamos pesquisando quem são elas e qual a motivação para essa recorrência”, informou ao Estado a secretária executiva da pasta, Maria Helena Guimarães de Castro. “Não faz sentido que façam sete vezes sem pagar. Vamos dar a oportunidade de isenção por até três edições.”
Em reunião nesta quinta-feira, 24, entre o Inep e o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), outras providências para tornar o Enem “mais sustentável” foram anunciadas. Por exemplo: a prova servirá apenas para acesso ao ensino superior, e não mais para que o candidato obtenha o certificado de conclusão do ensino médio. A decisão tem como base um índice muito baixo de sucesso: dos 990 mil inscritos para este fim, apenas 72 mil conseguiram o diploma – pouco mais de 7%.
Para atender a esse público, será reativado o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), suspenso há três anos. “É a melhor solução. As provas são repassadas sob sigilo aos Estados, que ficam responsáveis pela aplicação e certificação”, disse Maria Helena.
O Enem também não aceitará mais a adesão de “treineiros”, candidatos que buscam conhecer a logística do exame antes de prestar “para valer” – normalmente estudantes secundaristas dos 1.º e 2.º anos. Só neste ano foram R$ 1 milhão de inscritos nesta categoria, incluídos no cálculo geral de custos (neste ano, R$ 74 por candidato).
Hora do Enem. O Inep prepara, junto às Secretarias Estaduais de Educação, a aplicação de simulados específicos para esse público. “Dessa forma, os objetivos dos treineiros serão atendidos, sem que isso represente mais ônus ao ministério”, justificou a secretária. Ela não informou se vai manter o programa Hora do Enem, plataforma online de estudos e simulados lançada pela gestão anterior, mas já opinou que se trata de “um modelo muito caro”.
Debatido entre o ministério e um grupo de consultores, o pacote de alterações no Enem também busca diminuir o índice de abstenção, que neste ano chegou a 30% – o mais alto dos últimos sete anos. Segundo o MEC, 1,2 milhão de candidatos que obtiveram a isenção de taxa sequer abriram a notificação de local de prova. “É um pouco de falta de responsabilidade e cuidado com o dinheiro público, porque é o contribuinte, o povo brasileiro, quem paga a aplicação”, criticou Maria Helena.
Outra alteração em vista, mas que não trata especificamente de contenção de despesas, é o modelo de aplicação do Enem para estudantes sabatistas – aqueles que, por motivos religiosos, permanecem seis horas dentro de sala de aula à espera do início da prova, às 19 horas. “É um absurdo, uma tortura para esses estudantes”, disse o ministro Mendonça Filho em audiência pública na Câmara dos Deputados, na quarta-feira, 23.
Ele afirmou que, para a edição deste ano, não haveria tempo hábil para mudar as regras. Mas afirmou que “fará esforço para eliminar essa condição de humilhação para 2017”.
http://educacao.estadao.com.br/noticias ... 0000090463O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do MEC responsável pelo Enem, apura os motivos que levam candidatos a realizar o exame repetidas vezes – há relatos de pessoas que participam das provas por até 8 edições consecutivas. “Ainda estamos pesquisando quem são elas e qual a motivação para essa recorrência”, informou ao Estado a secretária executiva da pasta, Maria Helena Guimarães de Castro. “Não faz sentido que façam sete vezes sem pagar. Vamos dar a oportunidade de isenção por até três edições.”
Em reunião nesta quinta-feira, 24, entre o Inep e o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), outras providências para tornar o Enem “mais sustentável” foram anunciadas. Por exemplo: a prova servirá apenas para acesso ao ensino superior, e não mais para que o candidato obtenha o certificado de conclusão do ensino médio. A decisão tem como base um índice muito baixo de sucesso: dos 990 mil inscritos para este fim, apenas 72 mil conseguiram o diploma – pouco mais de 7%.
Para atender a esse público, será reativado o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), suspenso há três anos. “É a melhor solução. As provas são repassadas sob sigilo aos Estados, que ficam responsáveis pela aplicação e certificação”, disse Maria Helena.
O Enem também não aceitará mais a adesão de “treineiros”, candidatos que buscam conhecer a logística do exame antes de prestar “para valer” – normalmente estudantes secundaristas dos 1.º e 2.º anos. Só neste ano foram R$ 1 milhão de inscritos nesta categoria, incluídos no cálculo geral de custos (neste ano, R$ 74 por candidato).
Hora do Enem. O Inep prepara, junto às Secretarias Estaduais de Educação, a aplicação de simulados específicos para esse público. “Dessa forma, os objetivos dos treineiros serão atendidos, sem que isso represente mais ônus ao ministério”, justificou a secretária. Ela não informou se vai manter o programa Hora do Enem, plataforma online de estudos e simulados lançada pela gestão anterior, mas já opinou que se trata de “um modelo muito caro”.
Debatido entre o ministério e um grupo de consultores, o pacote de alterações no Enem também busca diminuir o índice de abstenção, que neste ano chegou a 30% – o mais alto dos últimos sete anos. Segundo o MEC, 1,2 milhão de candidatos que obtiveram a isenção de taxa sequer abriram a notificação de local de prova. “É um pouco de falta de responsabilidade e cuidado com o dinheiro público, porque é o contribuinte, o povo brasileiro, quem paga a aplicação”, criticou Maria Helena.
Outra alteração em vista, mas que não trata especificamente de contenção de despesas, é o modelo de aplicação do Enem para estudantes sabatistas – aqueles que, por motivos religiosos, permanecem seis horas dentro de sala de aula à espera do início da prova, às 19 horas. “É um absurdo, uma tortura para esses estudantes”, disse o ministro Mendonça Filho em audiência pública na Câmara dos Deputados, na quarta-feira, 23.
Ele afirmou que, para a edição deste ano, não haveria tempo hábil para mudar as regras. Mas afirmou que “fará esforço para eliminar essa condição de humilhação para 2017”.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA VAI SE FODEEEEEEEEEEEEE
FORA TEMER!

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Re: Educação
Mancada acabarem com a função treineiro. Era uma possibilidade para quem nunca prestou conhecer o estilo da prova, pagando.
Sobre o diploma de conclusão no Ensino Médio, na verdade é isto mesmo que está na raiz do ENEM. A prioiri, é justamente um Exame Nacional do Ensino Médio, não apenas um processo seletivo para universidades.
E o ministro ainda chamou de "humilhação" a espera que os religiosos como o @"iago83 fazem para não fazer a prova no sábado, sendo que isso é uma determinação da própria pessoa. A forma que ele se referiu a isto foi desrespeitosa, como se alguém que obrigasse esses alunos a ficarem esperando.
Sobre o diploma de conclusão no Ensino Médio, na verdade é isto mesmo que está na raiz do ENEM. A prioiri, é justamente um Exame Nacional do Ensino Médio, não apenas um processo seletivo para universidades.
E o ministro ainda chamou de "humilhação" a espera que os religiosos como o @"iago83 fazem para não fazer a prova no sábado, sendo que isso é uma determinação da própria pessoa. A forma que ele se referiu a isto foi desrespeitosa, como se alguém que obrigasse esses alunos a ficarem esperando.
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Re: Educação
Agora você tem que aprender como é o ENEM do jeito mais sutil: tomando no cu

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Re: Educação
Gostaria que o AF se posiciona-se sobre os vídeos abaixo:
Detalhe, o Arthur é ateu e liberal.
Desde 2006 no meio CH
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Re: Educação
Eu não vou me posicionar, pois esse cara não merece. Obrigado, de nada.
Administrador desde 2010, no meio CH desde 2003.
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Re: Educação
E daí que ele é ateu? Boa parte da extrema-direita é composta por ateus e ateus são os que mais resmungam contra a justiça social. O Trump teve um voto fabuloso ateu, assim como tem o Bolsonaro.
Editado pela última vez por Chokito Cabuloso em 28 Nov 2016, 11:57, em um total de 1 vez.















