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Victor235
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Re: YouTube
Tem outras questões também.
O Youtube vai deixar tudo ir ao ar? Já há várias restrições em conteúdos musicais e coisas do tipo.
Apesar de ter um diretor mandando e tudo mais, talvez a televisão ainda seja mais livre em alguns aspectos (no sentido da criação e produção de coisas).
O Youtube vai deixar tudo ir ao ar? Já há várias restrições em conteúdos musicais e coisas do tipo.
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Re: YouTube
O Youtube oferece justamente o oposto do que a televisão oferece: liberdade. Você é o seu próprio patrão e pode postar no canal o que bem entender. Seria como você tivesse uma emissora só sua. Na internet você pode criar, falar palavrão, dar sua opinião e etc. Já na TV tudo tem um protocolo que precisa ser seguido. Não que o Youtube é uma terra sem lei, mas a liberdade que você tem por lá é incomparável.
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Re: YouTube
As restrições ficam por conta dos direitos autorais. Para você usar qualquer música ou vídeo de terceiro nas suas produções, precisaria de autorização. Na TV é assim também, e ela recolhe as devidas taxas ao ECAD. Mas, por incrível que pareça, é algo mais simples o uso de músicas na TV do que no Youtube, onde você pode até perder o canal por causa disso.
Netflix também tem produções muito caras, bancadas pela própria Netflix, que se pagam pelo alcance mundial e pelo fato do conteúdo ser cobrado. O que pega no Youtube é a monetização apenas por anúncios. Para um youtuber pode dar uma grana muito boa, mas uma superprodução não chega a se pagar com essa forma de monetização na internet. Na TV você consegue ofertar 30% do tempo de um produto com comerciais sem dificuldades (caso de uma novela de pouco mais de uma hora que tenha 20 minutos de intervalos). Já na internet isso é impraticável. Ninguém tem saco para ver mais do que 30 segundos de anúncio em um vídeo do Youtube.
Mas não dá para comparar. Porta faz produções de 2, 3 minutos. A TV produz novelas e séries a um custo milionário. Algumas novelas chegam a ter um custo de até 700 mil reais por capítulo.DiscoHugo escreveu:Canais como o Porta dos Fundos, Parafernalha, KondZilla, Fatos Desconhecidos, Rebosteio, Canal Nostalgia, Mega Curioso, 5 Alguma Coisa, Pagode da Ofensa e outros menos conhecidos criam conteúdo que poderia ser transmitido normalmente na TV. Creio que seja questão de tempo para que conteúdo profissional e bom (porque não adianta gastar milhões em uma porcaria) comece a predominar no Youtube e que ofusque a TV em alguma forma, principalmente no meio do entretenimento em que a TV desaprendeu a fazer. É preciso de três coisas para isso acontecer: Tempo, gente interessada e que o Youtube seja uma plataforma livre para criar.
Netflix também tem produções muito caras, bancadas pela própria Netflix, que se pagam pelo alcance mundial e pelo fato do conteúdo ser cobrado. O que pega no Youtube é a monetização apenas por anúncios. Para um youtuber pode dar uma grana muito boa, mas uma superprodução não chega a se pagar com essa forma de monetização na internet. Na TV você consegue ofertar 30% do tempo de um produto com comerciais sem dificuldades (caso de uma novela de pouco mais de uma hora que tenha 20 minutos de intervalos). Já na internet isso é impraticável. Ninguém tem saco para ver mais do que 30 segundos de anúncio em um vídeo do Youtube.
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Re: YouTube
Não só conteúdo musical, mas conteúdo audiovisual também. Isso pode ser contornado pelos canais que não utilizam a tela inteira do vídeo quando exibem conteúdo alheio, não transmitem o som (o que atrapalha em sua descoberta) ou exibem poucos segundos desse contéudo. Podemos citar como exemplo o canal do Felipe Castanhari (Canal Nostalgia) que se assemelha com um documentário e exibe diversos trechos de diversos lugares. Fora que um canal não vai utilizar um conteúdo alheio inteiro ou reproduzir uma música completa. Então, existem uma brecha nesse empecilho.Barbano escreveu:As restrições ficam por conta dos direitos autorais. Para você usar qualquer música ou vídeo de terceiro nas suas produções, precisaria de autorização. Na TV é assim também, e ela recolhe as devidas taxas ao ECAD. Mas, por incrível que pareça, é algo mais simples o uso de músicas na TV do que no Youtube, onde você pode até perder o canal por causa disso.
Por enquanto não dá mesmo para igualar a produção que os produtores de conteúdo do Youtube oferecem com a que a televisão oferece, embora custos milionários nem sempre querem dizer qualidade de um conteúdo. Mas podemos ver algo que se iguala com a TV nos especias de natal do Porta dos Fundos que chegam a durar 15 ou 20 minutos (tempo médio do Tá no Ar, por exemplo), séries exclusivas como "REFÉM" e "VIRAL", o Desimpedidos que também possuem uma duração maior em seus vídeos e os vídeos do Nostalgia, como eu já citei, que chegam a durar horas. Podemos olhar na gringa também. Canais como o PewDiePie e Smosh já produziram séries exclusivas para o Youtube, além de outros profissionais que trabalham na internet existentes lá fora. A única referência de profissionalização que temos por aqui é o Porta dos Fundos e a Parafernalha, por enquanto...Barbano escreveu:Mas não dá para comparar. Porta faz produções de 2, 3 minutos. A TV produz novelas e séries a um custo milionário. Algumas novelas chegam a ter um custo de até 700 mil reais por capítulo.
E uma marca que me agrada no Youtube é a dinâmica que nele possui.
Como explicar canais que contam com uma produção envolvida e que sua base para continuar é retirada principalmente da monetização dos vídeos? Porta dos Fundos e Parafernalha possuem uma produção e bancam tudo no Youtube.Barbano escreveu:Netflix também tem produções muito caras, bancadas pela própria Netflix, que se pagam pelo alcance mundial e pelo fato do conteúdo ser cobrado. O que pega no Youtube é a monetização apenas por anúncios. Para um youtuber pode dar uma grana muito boa, mas uma superprodução não chega a se pagar com essa forma de monetização na internet. Na TV você consegue ofertar 30% do tempo de um produto com comerciais sem dificuldades (caso de uma novela de pouco mais de uma hora que tenha 20 minutos de intervalos). Já na internet isso é impraticável. Ninguém tem saco para ver mais do que 30 segundos de anúncio em um vídeo do Youtube.
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Re: YouTube
Não há brecha. O canal Nostalgia, que você citou, quase saiu do ar. Só sobreviveu por um acordo entre o Felipe e a Warner:DiscoHugo escreveu:Não só conteúdo musical, mas conteúdo audiovisual também. Isso pode ser contornado pelos canais que não utilizam a tela inteira do vídeo quando exibem conteúdo alheio, não transmitem o som (o que atrapalha em sua descoberta) ou exibem poucos segundos desse contéudo. Podemos citar como exemplo o canal do Felipe Castanhari (Canal Nostalgia) que se assemelha com um documentário e exibe diversos trechos de diversos lugares. Fora que um canal não vai utilizar um conteúdo alheio inteiro ou reproduzir uma música completa. Então, existem uma brecha nesse empecilho.
http://www.tecmundo.com.br/youtube/4943 ... -do-ar.htm
Ele já tomou strike da Fox também:
https://tecnoblog.net/149264/canal-nostalgia-fox/
Ainda assim o investimento é muito menor do que um programa de TV, assim como o retorno. E o pessoal do Porta não necessariamente vive só disso. O Porchat mesmo participa de inúmeros outros projetos.DiscoHugo escreveu:Como explicar canais que contam com uma produção envolvida e que sua base para continuar é retirada principalmente da monetização dos vídeos? Porta dos Fundos e Parafernalha possuem uma produção e bancam tudo no Youtube.
Não quer dizer que ganhem uma quirela também. É o maior canal brasileiro. Deve dar uns 100 mil por mês (o que, perto de uma emissora comercial, é dinheiro de pinga. Um bloco da novela das nove custa mais do que isso).
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Re: YouTube
A primeira notícia de janeiro de 2014 e a outra de 3 anos atrás. Não há nenhum registro recente disso porque ele enxergou as brechas, basta ver os vídeos recentes em que ele utiliza diversos conteúdos audiovisuais sem sofrer algum tipo de dano, assim como outros canais.Barbano escreveu:Não há brecha. O canal Nostalgia, que você citou, quase saiu do ar. Só sobreviveu por um acordo entre o Felipe e a Warner:
http://www.tecmundo.com.br/youtube/4943 ... -do-ar.htm
Ele já tomou strike da Fox também:
https://tecnoblog.net/149264/canal-nostalgia-fox/
Menor dinheiro circulando não é desmérito. Apenas o conteúdo que se sobressai. A renda que o Porta tem não é a mesma do PewDiePie (maior do Youtuber do mundo). Se um americano chegou em tal nível, um brasileiro também pode ou quem sabe ultrapassar. É possível ter um sucesso majestoso com pouco dinheiro também.Barbano escreveu:Ainda assim o investimento é muito menor do que um programa de TV, assim como o retorno. E o pessoal do Porta não necessariamente vive só disso. O Porchat mesmo participa de inúmeros outros projetos.
Não quer dizer que ganhem uma quirela também. É o maior canal brasileiro. Deve dar uns 100 mil por mês (o que, perto de uma emissora comercial, é dinheiro de pinga. Um bloco da novela das nove custa mais do que isso).
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Re: YouTube
Não há brecha. Não há nenhum registro decente porque houve um acordo com as empresas, que acabaram cedendo aos apelos dos fãs do canal. Mas, se Warner, Fox e outras gigantes quiserem, derrubam o canal amanhã. Não o farão porque o canal dele não representa nenhum tipo de prejuízo para eles, e só se queimariam com o público.DiscoHugo escreveu:A primeira notícia de janeiro de 2014 e a outra de 3 anos atrás. Não há nenhum registro recente disso porque ele enxergou as brechas, basta ver os vídeos recentes em que ele utiliza diversos conteúdos audiovisuais sem sofrer algum tipo de dano, assim como outros canais.
É algo totalmente de nicho um canal de games. Mesmo com o alcance mundial do Youtube, não chega a atingir a quantidade de telespectadores que um Globo Rural da vida atinge.DiscoHugo escreveu:Menor dinheiro circulando não é desmérito. Apenas o conteúdo que se sobressai. A renda que o Porta tem não é a mesma do PewDiePie (maior do Youtuber do mundo). Se um americano chegou em tal nível, um brasileiro também pode ou quem sabe ultrapassar. É possível ter um sucesso majestoso com pouco dinheiro também.
E o maior canal do mundo fatura menos que uma TV Gazeta. TV é outro mundo, não dá para comparar.
Quanto a um canal brasileiro atingir tal sucesso, é muito difícil. Inglês é língua mundial, os games são lançados no mundo todo, e esse carinha consegue acessos em todo o globo. Para um Porta dos Fundos da vida fica bem mais difícil atingir um público externo significativo.
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Re: YouTube
Ao contrário, pode representar um bom negócio. Parece que a venda de DVDs dos Simpsons aumentou após o canal fazer um especial sobre o desenho. São só boatos, mas não há dúvida que é um bom negócio se a sua empresa aparecer em um vídeo do Nostalgia.Barbano escreveu:Não o farão porque o canal dele não representa nenhum tipo de prejuízo para eles, e só se queimariam com o público.
Sobre as brechas, elas existem. Assista a um vídeo do Fatos Desconhecidos que encontrará cenas de filmes, séries e etc. E eles nunca sofreram nada, assim como o canal Nostalgia que não exibe apenas produtos da Warner e Fox atualmente.
O Mega Curioso postou por 16 segundos, no começo deste vídeo, o programa do Jimmy Fallon sem o áudio e com a tela cheia, conteúdo esse que a NBC sempre retira do Youtube, mas nesse não deu em nada.
Não só games esse canal produz, existem as séries como disse e ultimamente ele está fazendo vídeos humorísticos ao invés de games. No que diz respeito ao entretenimento, PewDiePie consegue ser melhor que a televisão brasileira nesse âmbito, idem para alguns canais brasileiros que são mais populares que programas humorísticos da TV.Barbano escreveu:É algo totalmente de nicho um canal de games. Mesmo com o alcance mundial do Youtube, não chega a atingir a quantidade de telespectadores que um Globo Rural da vida atinge.
E o maior canal do mundo fatura menos que uma TV Gazeta. TV é outro mundo, não dá para comparar.
E pra você ver, o Youtube pode ofuscar TV mesmo não tendo o dinheiro que a Gazeta possui. Isso porque o conteúdo na internet gira em torno da liberdade e nenhum custo milionário da Globo compra isso.
Eu sou otimista, deve ser por isso... Acredito no potencial que o Youtube Brasileiro possui para quebrar fronteiras.Barbano escreveu:Quanto a um canal brasileiro atingir tal sucesso, é muito difícil. Inglês é língua mundial, os games são lançados no mundo todo, e esse carinha consegue acessos em todo o globo. Para um Porta dos Fundos da vida fica bem mais difícil atingir um público externo significativo.
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Re: YouTube
E qual é a brecha? Você falou, falou e não apontou.DiscoHugo escreveu:Sobre as brechas, elas existem. Assista a um vídeo do Fatos Desconhecidos que encontrará cenas de filmes, séries e etc. E eles nunca sofreram nada, assim como o canal Nostalgia que não exibe apenas produtos da Warner e Fox atualmente.
Não há brecha alguma. Você depende da boa vontade do autor em liberar o uso do conteúdo, pois, se ele quiser, pode derrubar o teu canal.
Não ofusca. O alcance é muito menor. A maioria dos vídeos do Portas do Fundo obtém de 2 a 4 milhões de views por 3 minutos. Uma novela da Globo atinge 50 milhões de pessoas por uma hora.DiscoHugo escreveu:E pra você ver, o Youtube pode ofuscar TV mesmo não tendo o dinheiro que a Gazeta possui. Isso porque o conteúdo na internet gira em torno da liberdade e nenhum custo milionário da Globo compra isso.
Mas é óbvio que o Youtube tem seu potencial. Qualquer um pode publicar seus vídeos e tentar alcançar o sucesso. Já a TV é muito mais complicado de conseguir seu espaço. Só botando um saco na cabeça...
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Re: YouTube
Como não mostrei? Citei como exemplo o vídeo do Mega Curioso, Fatos Desconhecidos e Canal Nostalgia que utilizam conteúdo de terceiros.Barbano escreveu:E qual é a brecha? Você falou, falou e não apontou.
Não há brecha alguma. Você depende da boa vontade do autor em liberar o uso do conteúdo, pois, se ele quiser, pode derrubar o teu canal.
Outro exemplo: Esse vídeo do Nostalgia conta com trechos de músicas e o clipe de cada. Ele exibe trechos e na exibição do clipe não utiliza a tela inteira. Essa é a brecha. Com isso, ele pode exibir qualquer conteúdo.
E esse cara aqui que postou um episódio completo dos Simpsons.
Ofusca pelo fato destas produções alcançarem tamanho sucesso no futuro, pois contará com superproduções no gênero de entretenimento. O Youtube tem força para retirar telespectador da TV (principalmente o jovem de hoje que crescerá amanhã) se novos produtores apostarem na plataforma. E eles têm tudo para apostar.Barbano escreveu:Não ofusca. O alcance é muito menor. A maioria dos vídeos do Portas do Fundo obtém de 2 a 4 milhões de views por 3 minutos. Uma novela da Globo atinge 50 milhões de pessoas por uma hora.
Mas é óbvio que o Youtube tem seu potencial. Qualquer um pode publicar seus vídeos e tentar alcançar o sucesso. Já a TV é muito mais complicado de conseguir seu espaço. Só botando um saco na cabeça...
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Re: YouTube
Continua não apontando qual é a brecha. E não há. Se você subir hoje esse mesmo episódio, poderá tomar strike. O fato dos vídeos não terem sido removidos não quer dizer nada. Tem vídeo que fica meses ou até anos no Youtube, até que a detentora dos direitos mude de postura. Exemplo é a seção de downloads do fórum, que durou anos, até que a Televisa resolveu cortar as asinhas, ao lançar uma plataforma própria.DiscoHugo escreveu:Como não mostrei? Citei como exemplo o vídeo do Mega Curioso, Fatos Desconhecidos e Canal Nostalgia que utilizam conteúdo de terceiros.
Outro exemplo: Esse vídeo do Nostalgia conta com trechos de músicas e o clipe de cada. Ele exibe trechos e na exibição do clipe não utiliza a tela inteira. Essa é a brecha. Com isso, ele pode exibir qualquer conteúdo.
E esse cara aqui que postou um episódio completo dos Simpsons.
Youtube já existe há uma década e até agora não ofuscou. Ganhou seu espaço, mas TV continua e continuará tendo um espaço maior.DiscoHugo escreveu:Ofusca pelo fato destas produções alcançarem tamanho sucesso no futuro, pois contará com superproduções no gênero de entretenimento. O Youtube tem força para retirar telespectador da TV (principalmente o jovem de hoje que crescerá amanhã) se novos produtores apostarem na plataforma. E eles têm tudo para apostar.
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Re: YouTube
Não é pra tanto. A treta que o Nostalgia teve com a Fox foi instantânea. Não demorou meses e nem anos para a Fox quase derrubar o canal. E existem muitos canais que continuam postando episódios dos Simpsons sem receber nenhum bloqueio. Se fosse pra derrubar, a Fox já teria derrubado faz tempo, mas não derruba porque esses caras descobriram o macete. Tem vídeo dos Simpsons de meses atrás.Barbano escreveu:Continua não apontando qual é a brecha. E não há. Se você subir hoje esse mesmo episódio, poderá tomar strike. O fato dos vídeos não terem sido removidos não quer dizer nada. Tem vídeo que fica meses ou até anos no Youtube, até que a detentora dos direitos mude de postura. Exemplo é a seção de downloads do fórum, que durou anos, até que a Televisa resolveu cortar as asinhas, ao lançar uma plataforma própria.
E uma coisa é a Televisa que decidiu interromper os downloads agora. A outra é a Fox que todo mundo sabe que bloqueia os seus produtos no Youtube desde que "o mundo é mundo".
Apesar do Youtube estar por um tempo razoável no ar, a força dele começou praticamente ontem. Veio em 2010 com o Felipe Neto, Kéfera, PC Siqueira e Cauê Moura, até se profissionalizar, primeiro com a Parafernalha em 2011 e depois com o Porta em 2012. Até ganhou muita força em tão pouco tempo, o que tende a aumentar ainda mais.Barbano escreveu:Youtube já existe há uma década e até agora não ofuscou. Ganhou seu espaço, mas TV continua e continuará tendo um espaço maior.
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Re: YouTube
Mesmo assim não chega nem perto de ser uma ameaça à TV. Nem vai chegar, dado o poder financeiro e a capacidade que a TV tem em produzir conteúdo caro e diversificado, do jornalismo ao entretenimento. Quem mais se aproxima disso é o Netflix.
Algumas emissoras nem vêem o YouTube como um concorrente ou ameaça, e publicam conteúdo lá.
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Deixo aqui o meu apoio ao povo ucraniano e ao povo de Israel



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Re: YouTube
Tá certo que a TV vai continuar com o seu espaço, mas tudo indica que perderá um pouco dele, pois entretenimento na TV atualmente se movimenta com produtos reciclados garantidos. Nada de diversificado e novo. Sorte dos diretores de TV que o telespectador ainda gosta de ver tais produtos, caso contrário, teriam que inovar como o Youtube faz e pede de forma indireta que novos produtores adentrem neste mundo.Barbano escreveu:Mesmo assim não chega nem perto de ser uma ameaça à TV. Nem vai chegar, dado o poder financeiro e a capacidade que a TV tem em produzir conteúdo caro e diversificado, do jornalismo ao entretenimento. Quem mais se aproxima disso é o Netflix.
Algumas emissoras nem vêem o YouTube como um concorrente ou ameaça, e publicam conteúdo lá.
E a televisão reconheceu o sucesso do Youtube, tanto que youtubers são chamados/contratados para participar de alguma atração e, consequentemente, essas atrações conseguem um número maior de audiência por conta disso. Fora os artistas e conhecidos da mídia que foram para o Youtube e os milhões alcançados na plataforma apenas quando tal emissora posta o programa em que um youtuber participou.







