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Re: TECNOLOGIA
Cara de mentiroso, tirando selfie e bacon: alguns dos novos emojis que estarão no seu celular em breve

Para quem gosta de ilustrar suas mensagens e para aqueles que preferem nem escrever, a notícia é boa: um grupo de 72 novos emojis está disponível para smartphones que usam os sistemas operacionais como de Apple, Google e Microsoft.
A Unicode Consortium, organização que padroniza códigos dos emojis no mundo inteiro, lançou os novos ícones. Entre eles, uma mulher grávida, uma cara de mentiroso, várias frutas e legumes e um ícone para representar aquele momento em que você está "rolando de rir".
O lançamento, porém, não ficou livre de polêmica: um emoji de rifle foi vetado pela Unicode, embora já exista um símbolo para uma arma de fogo, o da pistola. Segundo a imprensa especializada, a Apple iniciou a pressão para o veto.
Conheça abaixo alguns do emojis que devem chegar em breve ao seu celular.
1. Rostos e personagens

Entre os novos símbolos está o emoji assoando o nariz, a carinha com náusea e o palhaço. Entre os novos emojis lançados está uma carinha "rolando de rir". Segundo a Emojipedia, uma espécie de dicionário de emojis, o novo símbolo é equivalente à sigla ROFL, que em inglês significa "rolling on the floor laughing", ou rolando no chão de rir.
Outro novo emoji "encolhe os ombros" e serve para expressar a falta de conhecimento ou interesse em algum assunto ou situação. Para expressar o oposto, há agora a carinha babando, que simboliza desejo por alguém ou alguma coisa.
Também há um ícone com chapéu de vaqueiro, um palhaço, a mulher grávida, uma carinha com náuseas e outra com o nariz crescendo como o do personagem Pinóquio - ou seja, um emoji mentiroso.

Os novos símbolos também trazem acompanhantes para velhos conhecidos: um noivo para fazer o par com a noiva, um dançarino, a mamãe Noel e um príncipe.
2. Gestos

Entre as novidades estão gestos como dedos cruzados, para desejar boa sorte, e um braço tirando uma selfie. Também chegou um emoji mais tradicional, o aperto de mãos, e o de um gesto que parece um "me liga" (mas que também pode ser um "oi" entre surfistas).
Há ainda um novo símbolo para a palma da mão esquerda, que pode representar uma ordem para deter algo ou um "bate aqui", como a palma da mão direita que já existe desde 2010.
Outra novidade é o coração negro, para os que não gostam das cores mais tradicionais - já existiam o vermelho, amarelo, verde, azul, rosa e roxo.
3. Comidas

Frutas como o kiwi e o abacate, verduras, pães como croissant e baguete, salada, pepino e pratos como a paella e o kebab estão entre os novos símbolos.

Também há opções como bacon, ovo, frios e panquecas. Para os que gostam de comemorações, agora existe o ícone com o brinde de duas taças de champanhe - os abstêmios, porém, podem "brindar" com um copo de leite.
4. Esportes

Talvez aproveitando os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, foi lançado um grupo com emojis de vários esportes - entre eles polo aquático, esgrima e luta livre. Também há símbolos com medalhas, luvas de box, quimono, canoa e trave com rede.
5. Animais

O grupo de animais tem agora novidades como morcego, raposa, coruja, gorila, rinoceronte, tubarão (para os que estavam cansados de usar o golfinho) e borboleta.
6. Outros

A Unicode também incluiu itens como um carrinho de compras e um octógono vermelho - sinal de "advertência" ou "perigo". E, se seu meio de transporte favorito é um patinete, você já pode se sentir representado.
http://tecnologia.uol.com.br/noticias/b ... -breve.htm
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Victor235
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Re: TECNOLOGIA
A notícia é da semana passada, mas vou deixá-la registrada aqui aqui porque ela é o resultado de uma outra notícia que postei há um tempo:
Senado ouve população e 99% é contra limite de dados na internet
REDAÇÃO OLHAR DIGITAL 21/06/2016 14H58

(Foto: Reprodução)
Em maio, o Senado Federal abriu em seu site oficial uma consulta pública para saber a opinião da população sobre o limite de dados na internet. O resultado foi revelado nesta semana e não surpreende: 99% dos participantes da enquete disseram ser contra a limitação do tráfego na rede.
De acordo com o Senado, mais de 600 mil pessoas deram seu parecer sobre o assunto. A consulta não tem efeito legal, mas, segundo o senador Lasier Martins (PDT-RS), presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), a opinião do povo é relevante para os parlamentares.
"Eu tenho a certeza de que isso aqui vai influenciar a decisão que será tomada lá adiante sobre o Marco Civil da Internet", disse o senador. Estão em dabate no CCT duas propostas de lei que alteram o Marco Civil para proibir operadoras de cobrar franquias no acesso à internet: o PLS 174/2016, do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), e o PLS 176/2016, do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE).
"Hoje a internet não é mais luxo, é a comunicação entre as pessoas. Acho que a pesquisa vai ao encontro do pensamento da sociedade brasileira", comentou ainda o senador Pedro Chaves (PSC-MS), relator das duas propostas no CCT. O parlamentar disse também que o limite de dados na internet é uma ideia "extremamente nociva".
Via Agência Senado
OLHAR DIGITAL
(Foto: Reprodução)
Em maio, o Senado Federal abriu em seu site oficial uma consulta pública para saber a opinião da população sobre o limite de dados na internet. O resultado foi revelado nesta semana e não surpreende: 99% dos participantes da enquete disseram ser contra a limitação do tráfego na rede.
De acordo com o Senado, mais de 600 mil pessoas deram seu parecer sobre o assunto. A consulta não tem efeito legal, mas, segundo o senador Lasier Martins (PDT-RS), presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), a opinião do povo é relevante para os parlamentares.
"Eu tenho a certeza de que isso aqui vai influenciar a decisão que será tomada lá adiante sobre o Marco Civil da Internet", disse o senador. Estão em dabate no CCT duas propostas de lei que alteram o Marco Civil para proibir operadoras de cobrar franquias no acesso à internet: o PLS 174/2016, do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), e o PLS 176/2016, do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE).
"Hoje a internet não é mais luxo, é a comunicação entre as pessoas. Acho que a pesquisa vai ao encontro do pensamento da sociedade brasileira", comentou ainda o senador Pedro Chaves (PSC-MS), relator das duas propostas no CCT. O parlamentar disse também que o limite de dados na internet é uma ideia "extremamente nociva".
Via Agência Senado
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: TECNOLOGIA
http://tecnologia.uol.com.br/noticias/r ... -larga.htm
Na discussão sobre impor ou não limites ao consumo de dados de banda larga fixa, Igor de Freitas, membro do Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), sugere encontrar um meio termo. "A resposta preliminar que parece coerente não é tudo com franquia nem tudo sem franquia. É possível olhar os perfis de consumo e diferenciar as ofertas", afirmou ao participar de painel promovido em encontro da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura.
Igor de Freitas disse que a Anatel está se dedicando a coletar e processar informações dos prestadores de serviços, para construir uma base de dados que será disponibilizada à sociedade para promover um debate sobre os efeitos das franquias em banda larga sobre a oferta.
A Anatel espera chegar ao fim do ano com um cenário mais claro dos efeitos de cada escolha.
Igor de Freitas ressaltou a importância do equilíbrio dos modelos de negócio. "Para que os serviços de internet sejam prestados adequadamente é preciso equilíbrio entre investimento e competição", afirmou. "Quem não faz investimentos em dois, três anos, começa a sair do jogo."
No mesmo painel, Gilberto Sotto Mayor, diretor de estratégia regulatória da América Móvil no Brasil, disse que a franquia não se coloca hoje como um problema, mas pode se tornar uma questão relevante, uma vez que o tráfego de dados tem aumentado consideravelmente. "Antigamente a fatia de consumidores que ultrapassam a franquia da Net era minúscula, hoje é maior. Mas é preciso avaliar se os consumidores de perfil altíssimo não estão envolvidos em 'gatos', em pirataria de conteúdo."
Gilberto Sotto Mayor considera um erro dizer que a internet fixa é ilimitada, uma vez que tem elevados custos de investimento por parte das operadoras, que miram retornos no longo prazo. "Se o excesso de tráfego daqui a três anos virar um problema, vamos engessar a solução, obrigar as empresas a seguir uma nova lei ? O resultado disso será o fim da internet." Gilberto Sotto Mayor defendeu a necessidade de análise do uso de dados e da porcentagem de usuários que ultrapassam a franquia, para que se promova um debate público.
E a guerra continua.Na discussão sobre impor ou não limites ao consumo de dados de banda larga fixa, Igor de Freitas, membro do Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), sugere encontrar um meio termo. "A resposta preliminar que parece coerente não é tudo com franquia nem tudo sem franquia. É possível olhar os perfis de consumo e diferenciar as ofertas", afirmou ao participar de painel promovido em encontro da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura.
Igor de Freitas disse que a Anatel está se dedicando a coletar e processar informações dos prestadores de serviços, para construir uma base de dados que será disponibilizada à sociedade para promover um debate sobre os efeitos das franquias em banda larga sobre a oferta.
A Anatel espera chegar ao fim do ano com um cenário mais claro dos efeitos de cada escolha.
Igor de Freitas ressaltou a importância do equilíbrio dos modelos de negócio. "Para que os serviços de internet sejam prestados adequadamente é preciso equilíbrio entre investimento e competição", afirmou. "Quem não faz investimentos em dois, três anos, começa a sair do jogo."
No mesmo painel, Gilberto Sotto Mayor, diretor de estratégia regulatória da América Móvil no Brasil, disse que a franquia não se coloca hoje como um problema, mas pode se tornar uma questão relevante, uma vez que o tráfego de dados tem aumentado consideravelmente. "Antigamente a fatia de consumidores que ultrapassam a franquia da Net era minúscula, hoje é maior. Mas é preciso avaliar se os consumidores de perfil altíssimo não estão envolvidos em 'gatos', em pirataria de conteúdo."
Gilberto Sotto Mayor considera um erro dizer que a internet fixa é ilimitada, uma vez que tem elevados custos de investimento por parte das operadoras, que miram retornos no longo prazo. "Se o excesso de tráfego daqui a três anos virar um problema, vamos engessar a solução, obrigar as empresas a seguir uma nova lei ? O resultado disso será o fim da internet." Gilberto Sotto Mayor defendeu a necessidade de análise do uso de dados e da porcentagem de usuários que ultrapassam a franquia, para que se promova um debate público.



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Re: TECNOLOGIA
http://olhardigital.uol.com.br/fique_se ... lhao/60053

A Avast anunciou, nesta quinta-feira, 7, ter fechado um acordo para adquirir a AVG por US$ 25 a ação - o que dá aproximadamente US$ 1,3 bilhão, valor que será pago em dinheiro após a aprovação total do negócio.
De acordo com a companhia, o acordo foi aceito unanimemente pelos conselhos de gerenciamento e supervisão da Avast. Na AVG a aprovação também saiu, mas por uma maioria que recomendou aos acionistas que aceitem a venda.
Ambas as empresas foram criadas na República Tcheca entre o final dos anos 1980 e o começo da década seguinte e as duas começaram a expandir os negócios internacionalmente nos anos 2000. Unidas, elas contarão com uma rede com mais de 400 milhões de pontos de acesso - 160 milhões são pontos móveis atuando como sensores, obtendo informações sobre arquivos maliciosos para neutralizar ameaças assim que elas surgem.
“Combinar as forças de duas grandes empresas de tecnologia, ambas fundadas na República Tcheca e com culturas e missões em comum, nos colocará em uma boa posição para tirar vantagem das novas oportunidades que estão por vir, a exemplo do crescimento enorme da Internet das Coisas”, escreveu, em comunicado, o CEO da Avast, Vince Stecker.
Contando com as aprovações de acionistas da AVG e de órgãos reguladores, o negócio deve ser concluído em algum momento entre 15 de setembro e 15 de outubro deste ano.

A Avast anunciou, nesta quinta-feira, 7, ter fechado um acordo para adquirir a AVG por US$ 25 a ação - o que dá aproximadamente US$ 1,3 bilhão, valor que será pago em dinheiro após a aprovação total do negócio.
De acordo com a companhia, o acordo foi aceito unanimemente pelos conselhos de gerenciamento e supervisão da Avast. Na AVG a aprovação também saiu, mas por uma maioria que recomendou aos acionistas que aceitem a venda.
Ambas as empresas foram criadas na República Tcheca entre o final dos anos 1980 e o começo da década seguinte e as duas começaram a expandir os negócios internacionalmente nos anos 2000. Unidas, elas contarão com uma rede com mais de 400 milhões de pontos de acesso - 160 milhões são pontos móveis atuando como sensores, obtendo informações sobre arquivos maliciosos para neutralizar ameaças assim que elas surgem.
“Combinar as forças de duas grandes empresas de tecnologia, ambas fundadas na República Tcheca e com culturas e missões em comum, nos colocará em uma boa posição para tirar vantagem das novas oportunidades que estão por vir, a exemplo do crescimento enorme da Internet das Coisas”, escreveu, em comunicado, o CEO da Avast, Vince Stecker.
Contando com as aprovações de acionistas da AVG e de órgãos reguladores, o negócio deve ser concluído em algum momento entre 15 de setembro e 15 de outubro deste ano.
ANDRÉ-LUIZ
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Re: TECNOLOGIA
Samsung lança fone sem fio que armazena músicas e dispensa o celular
A Samsung lançou nesta quinta-feira (7), como parte de uma série de ações promocionais ligadas aos Jogos Olímpicos no Rio, o fone de ouvido Gear IconX, que funciona como um mp3 player independente e com recursos fitness.
O novo aparelho já está em pré-venda no Brasil por R$ 1.399.
Com 4 GB para armazenar músicas, o fone sem fio pode ou não se conectar ao celular - fica a critério do usuário.
Se conectado ao smartphone, pode atender a ligações telefônicas e transmitir dados de atividades físicas, como frequência cardíaca e distância percorrida em corridas.
De forma independente, ele funciona apenas como tocador de música. Seus comandos são via toques na lateral dos fones. A bateria dura de 1h30 (com celular) a quatro horas (sem celular).
A Samsung também anunciou uma edição especial do Galaxy S7 Edge com cores e tema da Olimpíada. Só serão vendidas 2.016 unidades numeradas do aparelho, que custará R$ 4.499 - um pouco mais caro que o comum.
http://tecnologia.uol.com.br/noticias/r ... elular.htm
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Re: TECNOLOGIA
Não é apenas um fone sem fio que armazena músicas. Possui outras funções que justificam o preço. Fora que estamos no Brasil.
- O Gordo
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Re: TECNOLOGIA
"De forma independente, ele funciona apenas como tocador de música."
Um fone desses custando 1400 + um celular caríssimo de hoje em dia não vale nem a pqp!
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Re: TECNOLOGIA
Você sabe o que os grandes sites sabem sobre você? Pois deveria saber. Embora muitos de nós já compartilhemos grande parte de nossas vidas nas redes, o conceito de privacidade que às vezes imaginamos, estando conectados, é bem ilusório. Verdade é que sites como Facebook e Google podem saber TUDO (ou quase) sobre você.
Um exemplo? Basta ver o recurso My Activity, do Google. Ele exibe todo o seu histórico de conexão com o site e seus aplicativos, especialmente se você tiver um Android.
Ali você pode ver, por exemplo, os sites que acessou, quais pesquisas fez e até mesmo que aplicativos você usou no Android - como Whatsapp, Facebook, Twitter e leitores nativos de mídia (como música).
Na página https://myaccount.google.com/activitycontrols você pode ver alguns históricos mais organizados por tipo. Um deles se refere a "atividade de voz e áudio". Ali você encontra todas as pesquisas que fez com voz nos apps como o Now. E mais: pode até OUVIR a sua pesquisa. Digamos que você pediu ao Google pra pesquisar "previsão do tempo pra amanhã". Você pode ouvir o que disse nessa pesquisa.
Mas nenhum histórico é mais incrível - e assustador, até - do que o de localização (https://www.google.com.br/maps/timeline). O Google pode monitorar TODOS OS LUGARES onde você esteve. E exibe tudo com quase perfeita exatidão. Ele mostra quanto tempo você ficou em algum lugar. Pelo tempo de deslocamento, calcula até se você foi a pé, de carro ou de avião. Dá pra ver até o quanto você circulou dentro de um mesmo espaço.
O lado bom do Google é que você pode apagar essas informações. Pode também desativar alguns mecanismos que rastreiam as atividades, como o histórico de localização. Mas... Quem garante que sigilosamente eles não estejam captando outras informações?
E não é só isso:
Um professor afirma que o Facebook está usando smartphones para escutar o que as pessoas dizem: http://ind.pn/29dIOUF
A Samsung confirmou que as Smart TVs podem ouvir as conversas alheias: http://glo.bo/29aumcq
Por trás de tudo isso, há sempre uma intenção de "melhorar a experiência" do usuário, alcance correto de anúncios e pesquisas personalizadas. Mas a que custo? De saber tudo o que fazemos?
Querer privacidade na rede hoje em dia é algo muito, muito difícil. Ou você se ausenta de alguns sites e dispositivos, ou usa técnicas como VPN, navegadores como o Tor e sistemas de criptografia para enviar mensagens seguras.
O intuito desse post não é aterrorizar ninguém, nem dizer que todos devemos nos ausentar das redes. Mas que devemos ter noção do quanto estamos expostos na web, mesmo que sem saber. E que o conceito de privacidade hoje é muito frágil. Não importa que você feche seu perfil para os outros, que tome todos os cuidados.
De uma forma ou de outra, grandes empresas estão monitorando tudo o que fazemos. E usando isso como forma de negócio. Afinal, por mais que Google e Facebook sejam gratuitos, estamos dentro de estruturas bilionárias que usam nós mesmos como produto.
O que fazemos, visitamos, curtimos, cada metadado serve a algum interesse dessas redes.
--
Texto por: eu mesmo.
Um exemplo? Basta ver o recurso My Activity, do Google. Ele exibe todo o seu histórico de conexão com o site e seus aplicativos, especialmente se você tiver um Android.
Ali você pode ver, por exemplo, os sites que acessou, quais pesquisas fez e até mesmo que aplicativos você usou no Android - como Whatsapp, Facebook, Twitter e leitores nativos de mídia (como música).
Na página https://myaccount.google.com/activitycontrols você pode ver alguns históricos mais organizados por tipo. Um deles se refere a "atividade de voz e áudio". Ali você encontra todas as pesquisas que fez com voz nos apps como o Now. E mais: pode até OUVIR a sua pesquisa. Digamos que você pediu ao Google pra pesquisar "previsão do tempo pra amanhã". Você pode ouvir o que disse nessa pesquisa.
Mas nenhum histórico é mais incrível - e assustador, até - do que o de localização (https://www.google.com.br/maps/timeline). O Google pode monitorar TODOS OS LUGARES onde você esteve. E exibe tudo com quase perfeita exatidão. Ele mostra quanto tempo você ficou em algum lugar. Pelo tempo de deslocamento, calcula até se você foi a pé, de carro ou de avião. Dá pra ver até o quanto você circulou dentro de um mesmo espaço.
O lado bom do Google é que você pode apagar essas informações. Pode também desativar alguns mecanismos que rastreiam as atividades, como o histórico de localização. Mas... Quem garante que sigilosamente eles não estejam captando outras informações?
E não é só isso:
Um professor afirma que o Facebook está usando smartphones para escutar o que as pessoas dizem: http://ind.pn/29dIOUF
A Samsung confirmou que as Smart TVs podem ouvir as conversas alheias: http://glo.bo/29aumcq
Por trás de tudo isso, há sempre uma intenção de "melhorar a experiência" do usuário, alcance correto de anúncios e pesquisas personalizadas. Mas a que custo? De saber tudo o que fazemos?
Querer privacidade na rede hoje em dia é algo muito, muito difícil. Ou você se ausenta de alguns sites e dispositivos, ou usa técnicas como VPN, navegadores como o Tor e sistemas de criptografia para enviar mensagens seguras.
O intuito desse post não é aterrorizar ninguém, nem dizer que todos devemos nos ausentar das redes. Mas que devemos ter noção do quanto estamos expostos na web, mesmo que sem saber. E que o conceito de privacidade hoje é muito frágil. Não importa que você feche seu perfil para os outros, que tome todos os cuidados.
De uma forma ou de outra, grandes empresas estão monitorando tudo o que fazemos. E usando isso como forma de negócio. Afinal, por mais que Google e Facebook sejam gratuitos, estamos dentro de estruturas bilionárias que usam nós mesmos como produto.
O que fazemos, visitamos, curtimos, cada metadado serve a algum interesse dessas redes.
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Texto por: eu mesmo.
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Re: TECNOLOGIA
Se o Google quiser dominar o mundo...
Eu agradeço por essas informações pessoais estarem sendo armazenadas por empresas sérias.
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