DC Comics
Tópico para falar de Batman, Mulher Maravilha, Superman, Lanterna Verde, Flash, Aquaman e outros super-heróis da DC
- Hyuri Augusto
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Re: DC Comics
Amigos, não assisto Gotham, mas podem me dizer se o Capuz Vermelho (Não to falando do Jason Todd), apareceu?
Hyuri Augusto
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Re: DC Comics
Episódio da Supergirl muito bom ontem, a irmã da Kara finalmente revelou que matou a Astra.
Indigo baita vilã !
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- Hyuri Augusto
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Re: DC Comics
Como assim? Alguma citação ou o Jack Napier (Suposto Codinome do Coringa)FellipeKyle escreveu:Apareceu algo do tipo.
Hyuri Augusto
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Re: DC Comics
Tá muito bom o Hugo Strange em Gotham.
Dublagem boa também do personagem e da assistente dele (quem dubla é a dubladora que dubla a melhor amiga da Punky).
Dublagem boa também do personagem e da assistente dele (quem dubla é a dubladora que dubla a melhor amiga da Punky).



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Re: DC Comics
Uma pena o Batman vs Superman ser tão ruim ! Direção horrível, o filme parece uma colcha de retalhos em relação ao roteiro, com a insistência em cenas em que o Bruce Wayne está sonhando.
Outra vez um Lex Luthor desperdiçado em um filme da DC, tá ruim demais ! Única cena boa do Luthor é a cena final dele.
Única coisa boa em termos de vilão, foi a batalha com o Apocalipse.
Gal Gadot uma decepção como Mulher Maravilha, sem carisma.
Do elenco principal, se salvaram todos do Man of Steel (principalmente Henry Cavill e Amy Adams, muito bem os 2).
Ben Affleck tá trabalhando muito bem como Bruce Wayne e Batman, o traje do Batman é o melhor já feito no cinema. Tem algumas cenas de ação boas, uma em que a máscara do Batman fica parcialmente quebrada.
Repito, um roteiro muito fraco, os fãs não merecem isso !
Outra vez um Lex Luthor desperdiçado em um filme da DC, tá ruim demais ! Única cena boa do Luthor é a cena final dele.
Única coisa boa em termos de vilão, foi a batalha com o Apocalipse.
Gal Gadot uma decepção como Mulher Maravilha, sem carisma.
Do elenco principal, se salvaram todos do Man of Steel (principalmente Henry Cavill e Amy Adams, muito bem os 2).
Ben Affleck tá trabalhando muito bem como Bruce Wayne e Batman, o traje do Batman é o melhor já feito no cinema. Tem algumas cenas de ação boas, uma em que a máscara do Batman fica parcialmente quebrada.
Repito, um roteiro muito fraco, os fãs não merecem isso !



- Anderson silveira
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Re: DC Comics
Nossa e a hype da galera tava altíssima para esse filme. To vendo que esse ano os filmes que a galera mais bajulou vão flopar...espero que todos sejam ótimos.

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Re: DC Comics
http://matias.blogosfera.uol.com.br/201 ... imaginava/
Eu queria começar a escrever este texto sobre Batman vs Superman com uma sonora gargalhada. Ocupar um parágrafo inteiro com um AHAHAHAHHAHA do começo ao fim, já que o filme conseguiu materializar toda minha decepção que havia sentido com o trailer. Fui massacrado nos comentários do post que fiz sobre este trailer, acusado de fã da Marvel, pessimista ou pseudointelectual e queria retornar a conversa sobre o filme com um sonoro e reconfortante “eu avisei''.
Mas o fato é que Batman vs Superman é tão ruim, mas tão ruim, que superou minhas piores expectativas. Pela metade do filme eu já imaginava diferentes deixas para abandonar a sala, mas uma certa morbidez pop me fez esperar até o final dos créditos para ver se havia algo que poderia se salvar do filme. E além de uma raiva imensa por me sentir desperdiçando quase três horas da minha vida, me bateu uma sensação de melancolia que finalmente descambou para a tristeza.
Sou de uma geração que cresceu lendo super-heróis. Que viu o momento em que os heróis norte-americanos – principalmente os da Marvel e DC – deixaram de ser vistos como heróis infantis e ganharam uma aura de importância e uma maturidade narrativa que veio quando uma geração de jovens autores, principalmente ingleses, invadiu este mercado nos anos 80. Foi a mesma época em que os filmes inspirados em heróis começaram a ser lançados, com a DC saindo na frente com quatro filmes do Super-Homem e dois do Batman, uns melhores, outros piores, mas era bom ver estes heróis ganhando vida para além dos quadrinhos.
Especialmente o Super-Homem e o Batman, meus dois heróis favoritos (e, acho, da maioria das pessoas). Juntos eles formam o alicerce que tornou a indústria norte-americana dos quadrinhos viável, funcionando inclusive como base para o surgimento da Marvel. Popularizaram o conceito de super-herói, a mídia que tinha os inventado e uma linguagem pop tão contagiante e global quanto o rock'n'roll, o cinema de ação, os videogames e o hip hop. E sempre foram tratados desta forma: ícones fundadores de uma linguagem, que se distanciavam conceitualmente entre si. Toda a geração dos anos 80 que consagrou Marvel e DC para novas gerações tratava os dois heróis como ícones primordiais, arquétipos divinos trazidos para o século 20. Quadrinhos como Whatever Happened to the Man of Tomorrow? e For the Man Who Has Everything de Alan Moore, All Star Superman e Arkham Asylum de Grant Morrison, os dois Cavaleiros das Trevas de Frank Miller e até Red Son de Mark Millar são homenagens apaixonadas e cerebrais a estes dois ícones, livros que precisam ser lidos por qualquer pessoa que queira entender a cultura pop do século passado.
Aí a DC perdeu a mão ao continuar fazendo seus Batman (embora eu goste de Batman & Robin, o quarto filme, que pelo menos lembra a série dos anos 60) e parou de falar em fazer filmes do Super-Homem. Enquanto isso a Marvel caminhava a lentos passos rumo ao seu sonho de se transformar num estúdio de cinema, primeiro os filmes do Blade, depois os do Homem Aranha, os dos X-Men e até que inaugurou o Marvel Cinematic Universe com o primeiro Homem de Ferro há quase dez anos, lançando como estúdio. O sucesso foi tamanho que eles se dão ao luxo de fazer (bons) filmes com personagens do terceiro escalão – e ainda ganhar dinheiro com isso! Na esteira para conseguir alcançá-la, a DC acertou ao dar Batman para Christopher Nolan e quase chegou lá com o novo Super-Homem do Bryan Singer, em Superman: O Retorno. Enquanto Nolan fez filmes dignos da mitologia do homem-morcego (embora aquela voz de monstro ou o Bruce Wayne cheio de culpa do Christian Bale não me desçam até hoje), Singer pediu para sair e a Warner, que cuida dos filmes da DC, apelou para Zack Snyder – que havia feito um bom trabalho adaptando Watchmen, embora que seja uma adaptação muito literal e com um fim covarde. Mas aí vem o Snyder com Man of Steel e ele literalmente destroi o mito do Homem de Aço.
Man of Steel tem inúmeros defeitos, mas o pior deles, todos sabemos, é o fato de que o Super-Homem destrói quase toda Metropolis apenas numa briga contra o inimigo da vez, sem se importar com as pessoas. Prédios inteiros desabam – presumidamente com milhares de pessoas dentro – e o Super-Homem não se importa. Tudo bem esse monte de gente morrer, porque ele estava no meio de uma batalha épica? Qualquer outro super-herói poderia ter essa reação. Menos o Super-Homem. O kryptoniano essencialmente ama os seres humanos e se preocupa com cada um deles – talvez por pena (como reza o clássico monólogo de Quentin Tarantino no final de Kill Bill 2) ou talvez por amor mesmo. Mas ele nunca deixaria uma pessoa sequer morrer para atingir um inimigo, por pior que ele seja. Isso está na essência do personagem.
Acontece que Batman vs Superman é pior que Man of Steel. Muito, mas muito pior.
Vou só comentar o filme aqui, não vou dar spoilers por enquanto.
Não sei nem por onde começar. A história? Deve ter sido escrita por uma criança de cinco anos. Os diálogos? Por algum roteirista de trailer? As atuações? Até o Jeremy Irons está risível – a escolha do elenco é boa, mas ninguém é exigido em momento algum, recitando textos medíocres e frases caricatas. O Lex Luthor de Jesse Eisenberg é uma afronta ao personagem e mesmo que o ator quisesse, com as falas que lhe deram, não daria pra fazer muito além do que foi feito – tanto que ele parece mais um Coringa clássico (o que não seria má ideia) do que o vilão multimilionário. O Super-Homem de Henry Cavill parece uma criança. A situação é tão feia que o Ben Affleck nem fica tão mal como Batman – o que é muito diferente de dizer que ele faz um Batman convincente. Seu Batman parece o Homem de Ferro sem humor, seu Bruce Wayne parece o Robert Wagner no Casal 20.
O filme desanda de saída, quando mais uma vez revemos a cena do assassinato dos pais de Bruce ainda criança e mais uma vez a cena em que ele cai na caverna cheia de morcegos (mas o final dessa cena, mesmo que seja só um sonho, é outro crime contra a mitologia de um herói). A primeira metade das duas horas e meia de filme é incrivelmente sonolenta e Snyder usa seu pior defeito para vilanizar o Super-Homem – fazendo a opinião pública se voltar contra o alienígena genocida do filme anterior, mesmo que ele continue salvando o dia. A rotina na redação do Planeta Diário parece uma peça de teatro infantil sobre jornal nos anos 50, enquanto Batman chega ao cúmulo de marcar a ferro os bandidos que prende.
Aí chega a metade do filme, com a luta do título acontecendo por um motivo pífio e pouco crível. Você pode até fazer pouco da inteligência do Super-Homem, mas uma das qualidades do Batman é o fato de ele ser um ótimo detetive (uma faceta pouco explorada pelos filmes, que reduzem o herói ao seu cinto de utilidades, seu batmóvel e seus cúmplices satélite, como Alfred e Gordon). E não é possível que o Batman de verdade não perceba o quanto é manipulado para entrar na briga com o Super-Homem.
A briga não é lá grande coisa, mas o que acontece depois dela é uma gigantesca hecatombe de lixo. Não vou entrar em detalhes para não contar muito da história, mas é um dos piores desfechos de filmes que eu já vi. Não apenas de filmes de super-herói, de filmes de verdade. A vontade de sair do cinema no meio da sessão foi tão grande quanto a da única vez que abandonei uma sala de cinema pela metade, ao assistir Cocoon 2. É quando o filme fica noturno de vez (quase não se vê a luz do dia) e começam as explosões. Explosões tão grandiosas e absurdas que fazem Michael Bay parecer sensível.
Nada se salva? Praticamente nada. A Mulher Maravilha tem seu momento, Gal Gadotconvence embora não seja muito exigida, e pode ser que seu filme funcione. Há uma cena em que vislumbramos o futuro do universo DC nos cinemas, apontando para os filmes que virão, que também dá o seu recado. Mas é só.
Não perca seu tempo nem seu dinheiro vendo este filme. Não recomendo nem que você espere passar na TV aberta para assisti-lo dublado. Porque é um dos piores filmes deste século, tranquilamente.
Mas eu sei, você é fã de quadrinhos e fã de filmes de super-herói e vai pagar pra assistir a esse filme no cinema, mesmo com todos os pés atrás possíveis. A gente precisa ver pra ter certeza que não estragaram essa mitologia que crescemos vendo, afinal gastaram tanto dinheiro com isso, né? Não pode ser tão ruim.
Pois pode. Pode e é. É o cúmulo do lixo filmado, tudo que está errado em Hollywood atualmente, mais um filme de ação hiperbólico rodando em falso. Mas não mata o gênero super-herói nos cinemas, especialmente se a Warner tirar Zack Snyder da jogada.
--Eu queria começar a escrever este texto sobre Batman vs Superman com uma sonora gargalhada. Ocupar um parágrafo inteiro com um AHAHAHAHHAHA do começo ao fim, já que o filme conseguiu materializar toda minha decepção que havia sentido com o trailer. Fui massacrado nos comentários do post que fiz sobre este trailer, acusado de fã da Marvel, pessimista ou pseudointelectual e queria retornar a conversa sobre o filme com um sonoro e reconfortante “eu avisei''.
Mas o fato é que Batman vs Superman é tão ruim, mas tão ruim, que superou minhas piores expectativas. Pela metade do filme eu já imaginava diferentes deixas para abandonar a sala, mas uma certa morbidez pop me fez esperar até o final dos créditos para ver se havia algo que poderia se salvar do filme. E além de uma raiva imensa por me sentir desperdiçando quase três horas da minha vida, me bateu uma sensação de melancolia que finalmente descambou para a tristeza.
Sou de uma geração que cresceu lendo super-heróis. Que viu o momento em que os heróis norte-americanos – principalmente os da Marvel e DC – deixaram de ser vistos como heróis infantis e ganharam uma aura de importância e uma maturidade narrativa que veio quando uma geração de jovens autores, principalmente ingleses, invadiu este mercado nos anos 80. Foi a mesma época em que os filmes inspirados em heróis começaram a ser lançados, com a DC saindo na frente com quatro filmes do Super-Homem e dois do Batman, uns melhores, outros piores, mas era bom ver estes heróis ganhando vida para além dos quadrinhos.
Especialmente o Super-Homem e o Batman, meus dois heróis favoritos (e, acho, da maioria das pessoas). Juntos eles formam o alicerce que tornou a indústria norte-americana dos quadrinhos viável, funcionando inclusive como base para o surgimento da Marvel. Popularizaram o conceito de super-herói, a mídia que tinha os inventado e uma linguagem pop tão contagiante e global quanto o rock'n'roll, o cinema de ação, os videogames e o hip hop. E sempre foram tratados desta forma: ícones fundadores de uma linguagem, que se distanciavam conceitualmente entre si. Toda a geração dos anos 80 que consagrou Marvel e DC para novas gerações tratava os dois heróis como ícones primordiais, arquétipos divinos trazidos para o século 20. Quadrinhos como Whatever Happened to the Man of Tomorrow? e For the Man Who Has Everything de Alan Moore, All Star Superman e Arkham Asylum de Grant Morrison, os dois Cavaleiros das Trevas de Frank Miller e até Red Son de Mark Millar são homenagens apaixonadas e cerebrais a estes dois ícones, livros que precisam ser lidos por qualquer pessoa que queira entender a cultura pop do século passado.
Aí a DC perdeu a mão ao continuar fazendo seus Batman (embora eu goste de Batman & Robin, o quarto filme, que pelo menos lembra a série dos anos 60) e parou de falar em fazer filmes do Super-Homem. Enquanto isso a Marvel caminhava a lentos passos rumo ao seu sonho de se transformar num estúdio de cinema, primeiro os filmes do Blade, depois os do Homem Aranha, os dos X-Men e até que inaugurou o Marvel Cinematic Universe com o primeiro Homem de Ferro há quase dez anos, lançando como estúdio. O sucesso foi tamanho que eles se dão ao luxo de fazer (bons) filmes com personagens do terceiro escalão – e ainda ganhar dinheiro com isso! Na esteira para conseguir alcançá-la, a DC acertou ao dar Batman para Christopher Nolan e quase chegou lá com o novo Super-Homem do Bryan Singer, em Superman: O Retorno. Enquanto Nolan fez filmes dignos da mitologia do homem-morcego (embora aquela voz de monstro ou o Bruce Wayne cheio de culpa do Christian Bale não me desçam até hoje), Singer pediu para sair e a Warner, que cuida dos filmes da DC, apelou para Zack Snyder – que havia feito um bom trabalho adaptando Watchmen, embora que seja uma adaptação muito literal e com um fim covarde. Mas aí vem o Snyder com Man of Steel e ele literalmente destroi o mito do Homem de Aço.
Man of Steel tem inúmeros defeitos, mas o pior deles, todos sabemos, é o fato de que o Super-Homem destrói quase toda Metropolis apenas numa briga contra o inimigo da vez, sem se importar com as pessoas. Prédios inteiros desabam – presumidamente com milhares de pessoas dentro – e o Super-Homem não se importa. Tudo bem esse monte de gente morrer, porque ele estava no meio de uma batalha épica? Qualquer outro super-herói poderia ter essa reação. Menos o Super-Homem. O kryptoniano essencialmente ama os seres humanos e se preocupa com cada um deles – talvez por pena (como reza o clássico monólogo de Quentin Tarantino no final de Kill Bill 2) ou talvez por amor mesmo. Mas ele nunca deixaria uma pessoa sequer morrer para atingir um inimigo, por pior que ele seja. Isso está na essência do personagem.
Acontece que Batman vs Superman é pior que Man of Steel. Muito, mas muito pior.
Vou só comentar o filme aqui, não vou dar spoilers por enquanto.
Não sei nem por onde começar. A história? Deve ter sido escrita por uma criança de cinco anos. Os diálogos? Por algum roteirista de trailer? As atuações? Até o Jeremy Irons está risível – a escolha do elenco é boa, mas ninguém é exigido em momento algum, recitando textos medíocres e frases caricatas. O Lex Luthor de Jesse Eisenberg é uma afronta ao personagem e mesmo que o ator quisesse, com as falas que lhe deram, não daria pra fazer muito além do que foi feito – tanto que ele parece mais um Coringa clássico (o que não seria má ideia) do que o vilão multimilionário. O Super-Homem de Henry Cavill parece uma criança. A situação é tão feia que o Ben Affleck nem fica tão mal como Batman – o que é muito diferente de dizer que ele faz um Batman convincente. Seu Batman parece o Homem de Ferro sem humor, seu Bruce Wayne parece o Robert Wagner no Casal 20.
O filme desanda de saída, quando mais uma vez revemos a cena do assassinato dos pais de Bruce ainda criança e mais uma vez a cena em que ele cai na caverna cheia de morcegos (mas o final dessa cena, mesmo que seja só um sonho, é outro crime contra a mitologia de um herói). A primeira metade das duas horas e meia de filme é incrivelmente sonolenta e Snyder usa seu pior defeito para vilanizar o Super-Homem – fazendo a opinião pública se voltar contra o alienígena genocida do filme anterior, mesmo que ele continue salvando o dia. A rotina na redação do Planeta Diário parece uma peça de teatro infantil sobre jornal nos anos 50, enquanto Batman chega ao cúmulo de marcar a ferro os bandidos que prende.
Aí chega a metade do filme, com a luta do título acontecendo por um motivo pífio e pouco crível. Você pode até fazer pouco da inteligência do Super-Homem, mas uma das qualidades do Batman é o fato de ele ser um ótimo detetive (uma faceta pouco explorada pelos filmes, que reduzem o herói ao seu cinto de utilidades, seu batmóvel e seus cúmplices satélite, como Alfred e Gordon). E não é possível que o Batman de verdade não perceba o quanto é manipulado para entrar na briga com o Super-Homem.
A briga não é lá grande coisa, mas o que acontece depois dela é uma gigantesca hecatombe de lixo. Não vou entrar em detalhes para não contar muito da história, mas é um dos piores desfechos de filmes que eu já vi. Não apenas de filmes de super-herói, de filmes de verdade. A vontade de sair do cinema no meio da sessão foi tão grande quanto a da única vez que abandonei uma sala de cinema pela metade, ao assistir Cocoon 2. É quando o filme fica noturno de vez (quase não se vê a luz do dia) e começam as explosões. Explosões tão grandiosas e absurdas que fazem Michael Bay parecer sensível.
Nada se salva? Praticamente nada. A Mulher Maravilha tem seu momento, Gal Gadotconvence embora não seja muito exigida, e pode ser que seu filme funcione. Há uma cena em que vislumbramos o futuro do universo DC nos cinemas, apontando para os filmes que virão, que também dá o seu recado. Mas é só.
Não perca seu tempo nem seu dinheiro vendo este filme. Não recomendo nem que você espere passar na TV aberta para assisti-lo dublado. Porque é um dos piores filmes deste século, tranquilamente.
Mas eu sei, você é fã de quadrinhos e fã de filmes de super-herói e vai pagar pra assistir a esse filme no cinema, mesmo com todos os pés atrás possíveis. A gente precisa ver pra ter certeza que não estragaram essa mitologia que crescemos vendo, afinal gastaram tanto dinheiro com isso, né? Não pode ser tão ruim.
Pois pode. Pode e é. É o cúmulo do lixo filmado, tudo que está errado em Hollywood atualmente, mais um filme de ação hiperbólico rodando em falso. Mas não mata o gênero super-herói nos cinemas, especialmente se a Warner tirar Zack Snyder da jogada.
Análise de todos os filmes de Batman e Superman no cinema :
http://robertosadovski.blogosfera.uol.c ... ao-melhor/
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- Hyuri Augusto
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Re: DC Comics
Curioso dizer isso, já que muitos estão dizendo que está bastante fiel as HQ's.E.R escreveu:Repito, um roteiro muito fraco, os fãs não merecem isso !
Enfim, verei o filme no dia primeiro. Espero não me decepcionar; E por mais que as críticas estejam um tanto quanto exageradas, meu hipe ainda tá alto pra esse filme.
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Re: DC Comics
Não curto muito esse gênero de filmes.
Mas ganhei um par de ingressos para uma sessão especial desse filme, hoje de manhã, com direito a pipoca e refri. E, de graça, até filme errado. Foi em 3D, dublado.
Não curti o final. Querem acabar com as franquias?
Mas ganhei um par de ingressos para uma sessão especial desse filme, hoje de manhã, com direito a pipoca e refri. E, de graça, até filme errado. Foi em 3D, dublado.
Não curti o final. Querem acabar com as franquias?
Deixo aqui o meu apoio ao povo ucraniano e ao povo de Israel



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Re: DC Comics
Não, querem só dar um gancho pra outros possíveis filmes mesmo.
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Re: DC Comics
Editado pela última vez por Antonio Felipe em 26 Mar 2016, 21:47, em um total de 1 vez.
Razão: SPOILER EXPLÍCITO - FAVOR NÃO DAR SPOILERS
Razão: SPOILER EXPLÍCITO - FAVOR NÃO DAR SPOILERS



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Re: DC Comics
[youtube16x9]
http://omelete.uol.com.br/filmes/notici ... -violenta/
Em entrevista ao Cineplex (via Comic Book Movie), a atriz Margot Robbie falou sobre a personalidade da Arlequina em Esquadrão Suicida :
“Harley é assustadora, violenta e louca – todas as coisas que eu quero ser!”, brincou. “Não. Na verdade, é a diversão de viver através de uma pessoa que está fazendo coisas que eu nunca faria na vida real”.
A atriz também elogiou bastante Will Smith, com quem já havia trabalhado em Golpe Duplo (2015):"Eu gostei tanto de trabalhar com Will, que fiquei muito feliz quando soube que estaríamos juntos de novo. Na verdade, eu mandei mensagens para ele quando soube das negociações com o Esquadrão Suicida, e fiquei pressionando: ‘É melhor você conseguir esse filme’. Obviamente ele assinou o contrato por seus próprios motivos, mas fiquei incrivelmente feliz por esse segundo round. Ele é maravilhoso dentro e fora do set. Ele é realmente uma boa pessoa”, finalizou.
http://omelete.uol.com.br/filmes/notici ... -violenta/
Em entrevista ao Cineplex (via Comic Book Movie), a atriz Margot Robbie falou sobre a personalidade da Arlequina em Esquadrão Suicida :
“Harley é assustadora, violenta e louca – todas as coisas que eu quero ser!”, brincou. “Não. Na verdade, é a diversão de viver através de uma pessoa que está fazendo coisas que eu nunca faria na vida real”.
A atriz também elogiou bastante Will Smith, com quem já havia trabalhado em Golpe Duplo (2015):"Eu gostei tanto de trabalhar com Will, que fiquei muito feliz quando soube que estaríamos juntos de novo. Na verdade, eu mandei mensagens para ele quando soube das negociações com o Esquadrão Suicida, e fiquei pressionando: ‘É melhor você conseguir esse filme’. Obviamente ele assinou o contrato por seus próprios motivos, mas fiquei incrivelmente feliz por esse segundo round. Ele é maravilhoso dentro e fora do set. Ele é realmente uma boa pessoa”, finalizou.

Essa atriz é ótima ! Tenho certeza de que a Arlequina vai dar o que falar !











