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Re: MUNDO
O número de mortos pode chegar a 150. Já entraram no Bataclan e acharam os corpos dos que ficaram presos lá.
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Re: MUNDO
Banda confirmada no Lollapalooza se apresentava em casa que sofreu ataque
Por iG São Paulo | 13/11/2015 21:41 - Atualizada às 13/11/2015 22:25
Banda Eagles of Death Metal se apresentava no Bataclan, casa de shows em Paris, quando atiradores adentraram o local
A banda de metal "Eagles of Death Metal" se apresentava no palco da casa de shows Bataclan, que fica no 11e arrondissement, quando o local foi invadido por atiradores que fizeram inúmeros disparos. A banda era uma das atrações confirmadas para o festival Lollapalooza 2016.

Reprodução/Twitter
Autoridades acreditam que cerca de 100 pessoas ainda estejam sendo feitas de reféns dentro da casa de shows Bataclan
De acordo com informações preliminares, os atiradores dispararam por cerca de 10 minutos utilizando armas de grande calibre, como AK47. Os disparos fizeram dezenas de mortos mas o número ainda não é confirmado. A polícia acredita que ainda existam sobreviventes sendo feitos de reféns; estimativa é que cerca de 100 pessoas ainda estejam na casa. Foram ouvidos barulhos de tiros e explosões nas redondezas da casa de shows.
Uma postagem feita na página oficial da banda no Facebook dá conta de que ainda não se sabe sobre o estado de saúde dos integrantes da banda que se apresentavam no Bataclan nesta sexta-feira (13).

Reprodução/Facebook
Postagem na página oficial do Facebook da banda Eagles of Death Metal
ÚLTIMO SEGUNDO/IGBanda Eagles of Death Metal se apresentava no Bataclan, casa de shows em Paris, quando atiradores adentraram o local
A banda de metal "Eagles of Death Metal" se apresentava no palco da casa de shows Bataclan, que fica no 11e arrondissement, quando o local foi invadido por atiradores que fizeram inúmeros disparos. A banda era uma das atrações confirmadas para o festival Lollapalooza 2016.

Reprodução/Twitter
Autoridades acreditam que cerca de 100 pessoas ainda estejam sendo feitas de reféns dentro da casa de shows Bataclan
De acordo com informações preliminares, os atiradores dispararam por cerca de 10 minutos utilizando armas de grande calibre, como AK47. Os disparos fizeram dezenas de mortos mas o número ainda não é confirmado. A polícia acredita que ainda existam sobreviventes sendo feitos de reféns; estimativa é que cerca de 100 pessoas ainda estejam na casa. Foram ouvidos barulhos de tiros e explosões nas redondezas da casa de shows.
Uma postagem feita na página oficial da banda no Facebook dá conta de que ainda não se sabe sobre o estado de saúde dos integrantes da banda que se apresentavam no Bataclan nesta sexta-feira (13).

Reprodução/Facebook
Postagem na página oficial do Facebook da banda Eagles of Death Metal
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: MUNDO
[news2="Intuição me impediu de assistir jogo sexta à noite em Paris", diz brasileiro]
Agência Brasil
Marieta Cazarré - Repórter da Agência Brasil
Luiz Carlos Iasbeck, professor de comunicação da Universidade Católica de Brasília, está em Paris para comemorar seu aniversário. Segundo ele, por intuição decidiu não sair de casa ontem. “Por alguma intuição, decidi não ir xexta-feira (13) à noite ao Stade de France, assistir França e Alemanha. Fiquei com preguiça e cancelei também o jantar”. Luiz Carlos tinha feito reservas em um restaurante para jantar com a mulher.
“Como esta semana começa a conferência do clima, aqui terá gente do mundo inteiro. Acredito que o atentado foi pensado nessa época por causa do evento”, afirmou Luiz Carlos. Ele disse ainda que as ruas estão bastantes vazias e que as pessoas estão “ressabiadas”.
Professora de cinema da Universidade Federal de Pernambuco, Mannu Costa mora atualmente em Paris, onde faz doutorado.“Estava indo para casa e recebi muitas mensagens da família e de amigos. Por azar, estava com 3% de bateria no celular e achei por bem não começar a responder, porque isso podia causar ainda mais angústia e eu podia precisar do celular pra uma emergência”.
Em entrevista à Radioagência Nacional, Mannu informou que ontem (13), por volta das 23 hs, os bares e restaurantes já estavam fechando as portas. “Moro em um lugar bastante turístico, onde normalmente às sextas-feiras tem muita gente até tarde da noite. Mas às 11h já tinha muita coisa fechando. Algumas lojas fecharam as portas com os clientes dentro.”
Outra brasileira que está em Paris é Lorna Daufenbach. Na capital francesa para fazer turismo, ela informou à Agência Brasil que acordou hoje (14) de madrugada com telefonemas e mensagens de parentes preocupados.

© Lorna Daufenbach Lorna Daufenbach, turista brasileira em Paris
Lorna disse que, por causa do atentado e com medo de ficar em Paris, tentou antecipar o voo para Amsterdã, mas não conseguiu. “Tentamos trocar o voo, mas, por algum problema com a Air France, não foi possível trocar e acabamos tendo de ficar o dia inteiro aqui.”
Segundo Lorna, o aeroporto está tranquilo e que os voos estão saindo normalmente.
Apesar das recomendações da polícia para ficarem em casa e de algumas sirenes que ainda são ouvidas na capital francesa, várias pessoas, entre elas o casal de brasileiros Felipe Kaiser e Kelly Freitas, foram às ruas. Felipe e Kelly moram ao lado do Bataclan e ficaram toda a noite em casa, com “medo” do que estava ocorrendo.
“A gente começou a ouvir a sequência de tiros. Parecia que estávamos em uma guerra. Ficamos em casa, com medo que acontecesse alguma coisa. Logo depois, os jornais começaram a noticiar que estavam atirando no Canal Saint Martin e que havia uma carnificina no Bataclan. Em seguinda, a polícia entrou e ouvimos as explosões”, informou Kelly.
Kelly Freitas afirmou que quis sair para ver o que estava ocorrendo com os próprios olhos. “Moramos ao lado do Bataclan e queríamos saber como estava a situação. Queríamos entender o que estava se passando." Segundo ela, a maior parte das lojas comerciais e cafés está aberta.
Nos atentados de ontem à noite em Paris, pelo menos 127 pessoas morreram e 180 ficaram feridas, 80 dos quais em estado crítico. Oito terroristas morreram, sete deles suicidas, que usaram cintos com explosivos nos atentados.
Os ataques ocorreram em pelo menos seis locais diferentes da cidade, entre eles uma sala de espetáculos e no Stade de France, onde ocorria um jogo de futebol entre as seleções de França e Alemanha.
A França decretou o estado de emergência e restabeleceu o controle de fronteiras após os ataques classificados pelo presidente François Hollande como "ataques terroristas sem precedentes no país".
* Com informações da Agência Lusa
Editor Armando Cardoso[/news2]MSN NOTÍCIAS / AGÊNCIA BRASIL
Agência Brasil
Marieta Cazarré - Repórter da Agência Brasil
Luiz Carlos Iasbeck, professor de comunicação da Universidade Católica de Brasília, está em Paris para comemorar seu aniversário. Segundo ele, por intuição decidiu não sair de casa ontem. “Por alguma intuição, decidi não ir xexta-feira (13) à noite ao Stade de France, assistir França e Alemanha. Fiquei com preguiça e cancelei também o jantar”. Luiz Carlos tinha feito reservas em um restaurante para jantar com a mulher.
“Como esta semana começa a conferência do clima, aqui terá gente do mundo inteiro. Acredito que o atentado foi pensado nessa época por causa do evento”, afirmou Luiz Carlos. Ele disse ainda que as ruas estão bastantes vazias e que as pessoas estão “ressabiadas”.
Professora de cinema da Universidade Federal de Pernambuco, Mannu Costa mora atualmente em Paris, onde faz doutorado.“Estava indo para casa e recebi muitas mensagens da família e de amigos. Por azar, estava com 3% de bateria no celular e achei por bem não começar a responder, porque isso podia causar ainda mais angústia e eu podia precisar do celular pra uma emergência”.
Em entrevista à Radioagência Nacional, Mannu informou que ontem (13), por volta das 23 hs, os bares e restaurantes já estavam fechando as portas. “Moro em um lugar bastante turístico, onde normalmente às sextas-feiras tem muita gente até tarde da noite. Mas às 11h já tinha muita coisa fechando. Algumas lojas fecharam as portas com os clientes dentro.”
Outra brasileira que está em Paris é Lorna Daufenbach. Na capital francesa para fazer turismo, ela informou à Agência Brasil que acordou hoje (14) de madrugada com telefonemas e mensagens de parentes preocupados.
© Lorna Daufenbach Lorna Daufenbach, turista brasileira em Paris
Lorna disse que, por causa do atentado e com medo de ficar em Paris, tentou antecipar o voo para Amsterdã, mas não conseguiu. “Tentamos trocar o voo, mas, por algum problema com a Air France, não foi possível trocar e acabamos tendo de ficar o dia inteiro aqui.”
Segundo Lorna, o aeroporto está tranquilo e que os voos estão saindo normalmente.
Apesar das recomendações da polícia para ficarem em casa e de algumas sirenes que ainda são ouvidas na capital francesa, várias pessoas, entre elas o casal de brasileiros Felipe Kaiser e Kelly Freitas, foram às ruas. Felipe e Kelly moram ao lado do Bataclan e ficaram toda a noite em casa, com “medo” do que estava ocorrendo.
“A gente começou a ouvir a sequência de tiros. Parecia que estávamos em uma guerra. Ficamos em casa, com medo que acontecesse alguma coisa. Logo depois, os jornais começaram a noticiar que estavam atirando no Canal Saint Martin e que havia uma carnificina no Bataclan. Em seguinda, a polícia entrou e ouvimos as explosões”, informou Kelly.
Kelly Freitas afirmou que quis sair para ver o que estava ocorrendo com os próprios olhos. “Moramos ao lado do Bataclan e queríamos saber como estava a situação. Queríamos entender o que estava se passando." Segundo ela, a maior parte das lojas comerciais e cafés está aberta.
Nos atentados de ontem à noite em Paris, pelo menos 127 pessoas morreram e 180 ficaram feridas, 80 dos quais em estado crítico. Oito terroristas morreram, sete deles suicidas, que usaram cintos com explosivos nos atentados.
Os ataques ocorreram em pelo menos seis locais diferentes da cidade, entre eles uma sala de espetáculos e no Stade de France, onde ocorria um jogo de futebol entre as seleções de França e Alemanha.
A França decretou o estado de emergência e restabeleceu o controle de fronteiras após os ataques classificados pelo presidente François Hollande como "ataques terroristas sem precedentes no país".
* Com informações da Agência Lusa
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Re: MUNDO
http://globoesporte.globo.com/futebol/f ... ntado.html

O volante Lass Diarra confirmou através das redes sociais que sua prima, Asta Diakite, está entre as vítimas dos atentados em Paris na última sexta-feira. O jogador do Olympique de Marselha defendeu a seleção da França no amistoso contra a Alemanha, no Stade de France, que foi alvo dos ataques.
Diarra afirmou que considerava sua prima como uma grande irmã e postou a mensagem acompanhada da hashtag "rezepelapaz":
“Na sequência dos atentados dramáticos que ontem aconteceram em Paris, é com o coração pesado que me levanto hoje. Como talvez vocês já saibam, eu fui afetado pessoalmente por esses ataques. Minha prima, Asta Diakite, é uma das vítimas dos ataques que aconteceram ontem, assim como cerca de outros 100 franceses inocentes. Ela foi um guia, um apoio e uma irmã mais velha para mim.
Neste clima de terror é importante para todos nós, enquanto representantes do nosso país e da sua diversidade, falar e permanecer unidos diante de um terror que não tem cor nem religião. Defendamos juntos o amor, o respeito e a paz. Obrigado pelo apoio e mensagens”.

O volante Lass Diarra confirmou através das redes sociais que sua prima, Asta Diakite, está entre as vítimas dos atentados em Paris na última sexta-feira. O jogador do Olympique de Marselha defendeu a seleção da França no amistoso contra a Alemanha, no Stade de France, que foi alvo dos ataques.
Diarra afirmou que considerava sua prima como uma grande irmã e postou a mensagem acompanhada da hashtag "rezepelapaz":
“Na sequência dos atentados dramáticos que ontem aconteceram em Paris, é com o coração pesado que me levanto hoje. Como talvez vocês já saibam, eu fui afetado pessoalmente por esses ataques. Minha prima, Asta Diakite, é uma das vítimas dos ataques que aconteceram ontem, assim como cerca de outros 100 franceses inocentes. Ela foi um guia, um apoio e uma irmã mais velha para mim.
Neste clima de terror é importante para todos nós, enquanto representantes do nosso país e da sua diversidade, falar e permanecer unidos diante de um terror que não tem cor nem religião. Defendamos juntos o amor, o respeito e a paz. Obrigado pelo apoio e mensagens”.



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Re: MUNDO
http://noticias.uol.com.br/internaciona ... -siria.htm
Caças franceses lançaram 20 bombas neste domingo (15) sobre o reduto do grupo radical Estado Islâmico em Raqqa, leste da Síria, destruindo um posto de comando e um campo de treinamento, afirmou o ministério da Defesa.
"O ataque... que incluiu 10 caças, foi lançado simultaneamente dos Emirados Árabes Unidos e da Jordânia. Vinte bombas foram lançadas", informou o ministério em comunicado, que acrescentou que a missão aconteceu na noite deste domingo.
"O primeiro alvo destruído era utilizado pelo Daech (acrônimo em árabe do Estado Islâmico) como posto de comando, centro de recrutamento jihadista e depósito de armas e munição. O segundo alvo abrigava um campo de treinamento terrorista", acrescentou o ministério em um comunicado.
A operação, realizada em coordenação com forças dos Estados Unidos, atingiu um centro de comando, um centro de recrutamento de jihadistas, um depósito de munições e um campo de treinamento de combatentes, informou o ministério.
"Planejada para os locais preliminarmente identificados durante missões de reconhecimento realizadas pela França, esta operação foi conduzida em coordenação com as forças americanas", destacou o ministério.
Os bombardeios aconteceram às 19h50 e 20h50 de Paris (16h50 e 17h50 de Brasília).
Há mais de um ano, a força aérea francesa atuava contra o Estado Islâmico no Iraque com caças Rafale e Mirage 2000 e um contingente de mais de 700 soldados.
Mas no dia 27 de setembro os bombardeios à Síria foram ampliados, justificados pelo governo francês pela necessidade de "legítima defesa" contra um grupo que opera contra seu país dentro de suas próprias fronteiras.
O Estado Islâmico reivindicou a autoria da série de atentados de sexta-feira à noite em Paris, que deixaram ao menos 129 mortos e 350 feridos.
"É um ato de guerra cometido por um exército terrorista, o Daech, um exército jihadista", declarou o presidente francês, François Hollande, advertindo que seu país seria implacável" em todos os terrenos, tanto "interior quanto exterior".
Caças franceses lançaram 20 bombas neste domingo (15) sobre o reduto do grupo radical Estado Islâmico em Raqqa, leste da Síria, destruindo um posto de comando e um campo de treinamento, afirmou o ministério da Defesa.
"O ataque... que incluiu 10 caças, foi lançado simultaneamente dos Emirados Árabes Unidos e da Jordânia. Vinte bombas foram lançadas", informou o ministério em comunicado, que acrescentou que a missão aconteceu na noite deste domingo.
"O primeiro alvo destruído era utilizado pelo Daech (acrônimo em árabe do Estado Islâmico) como posto de comando, centro de recrutamento jihadista e depósito de armas e munição. O segundo alvo abrigava um campo de treinamento terrorista", acrescentou o ministério em um comunicado.
A operação, realizada em coordenação com forças dos Estados Unidos, atingiu um centro de comando, um centro de recrutamento de jihadistas, um depósito de munições e um campo de treinamento de combatentes, informou o ministério.
"Planejada para os locais preliminarmente identificados durante missões de reconhecimento realizadas pela França, esta operação foi conduzida em coordenação com as forças americanas", destacou o ministério.
Os bombardeios aconteceram às 19h50 e 20h50 de Paris (16h50 e 17h50 de Brasília).
Há mais de um ano, a força aérea francesa atuava contra o Estado Islâmico no Iraque com caças Rafale e Mirage 2000 e um contingente de mais de 700 soldados.
Mas no dia 27 de setembro os bombardeios à Síria foram ampliados, justificados pelo governo francês pela necessidade de "legítima defesa" contra um grupo que opera contra seu país dentro de suas próprias fronteiras.
O Estado Islâmico reivindicou a autoria da série de atentados de sexta-feira à noite em Paris, que deixaram ao menos 129 mortos e 350 feridos.
"É um ato de guerra cometido por um exército terrorista, o Daech, um exército jihadista", declarou o presidente francês, François Hollande, advertindo que seu país seria implacável" em todos os terrenos, tanto "interior quanto exterior".



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Re: MUNDO
Só pra constar:
França envia condolências ao Brasil por tragédia em Minas Gerais
http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/no ... 96028.html
A França apresentou suas condolências ao governo brasileiro pelo acidente ocasionado em função do rompimento de duas barragens no distrito de Bento Rodrigues, região de Mariana, a 100 km da capital de Minas Gerais.
"Nós nos inteiramos com emoção do rompimento ontem (quinta-feira) das barragens mineradoras no estado de Minas Gerais", declarou o porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Romain Nadal.
"Nestes momentos dolorosos, a França apresenta suas condolências às famílias das vítimas e está ao lado das autoridades e do povo brasileiros", acrescenta o porta-voz.
A França apresentou suas condolências ao governo brasileiro pelo acidente ocasionado em função do rompimento de duas barragens no distrito de Bento Rodrigues, região de Mariana, a 100 km da capital de Minas Gerais.
"Nós nos inteiramos com emoção do rompimento ontem (quinta-feira) das barragens mineradoras no estado de Minas Gerais", declarou o porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Romain Nadal.
"Nestes momentos dolorosos, a França apresenta suas condolências às famílias das vítimas e está ao lado das autoridades e do povo brasileiros", acrescenta o porta-voz.

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Re: MUNDO
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/ ... aris1.html

O belga Abdelhamid Abaaoud é apontado como o mentor dos ataques em Paris na sexta-feira (13) à noite, segundo informações divulgadas.

O belga Abdelhamid Abaaoud é apontado como o mentor dos ataques em Paris na sexta-feira (13) à noite, segundo informações divulgadas.



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Re: MUNDO
Matéria bem interessante do Mega, queria que vocês conferissem:
http://www.megacurioso.com.br/historia- ... -video.htm
http://www.megacurioso.com.br/historia- ... -video.htm

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Re: MUNDO
Amanhã a Argentina vai eleger um novo presidente : Mauricio Macri (candidato de oposição) ou Daniel Scioli (candidato da situação).



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Re: MUNDO
Macri vai ganhar: http://www.brasil.rfi.fr/geral/20151120 ... eta-201115
E como disse o Barbano:
E como disse o Barbano:
Barbano escreveu:Talvez seja um primeiro passo para a América Latina começar a sair do fundo do poço que os governos Chavez/Maduro, Kirchner, Lula/Dilma e outros levaram.
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