Jornalismo
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Re: JORNAIS
Chico Pinheiro e Ana Paula Araújo.
O jornal é bem nacional, como pode ser visto nas matérias: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/index.html
O jornal é bem nacional, como pode ser visto nas matérias: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/index.html
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Re: JORNAIS
http://oglobo.globo.com/economia/para-n ... l-17199124
Um smart watch é o mais novo brinquedo do publicitário Nizan Guanaes, do grupo ABC. E, entre as múltiplas funcionalidades do relógio, a possibilidade de ler jornais em seu mostrador retangular ajudou-o a desenhar a campanha publicitária para a Associação Nacional de Jornais (ANJ) que entra no ar na próxima quinta-feira, dia 20. Intitulada “Nunca se leu tanto jornal”, a campanha destaca a relevância que o veículo continua tendo na vida das pessoas. O publicitário conversou com O GLOBO na tarde da última sexta-feira em seu escritório, em São Paulo.
Como avaliar o ceticismo que surgiu em torno da sobrevivência dos jornais com o advento da mídia digital ?
Estamos num momento de grande transformação. As pessoas falam: carboidrato é bom ou ruim? Eu não sei, porque há livros (falando) de cada coisa. Tanta transformação no mundo, nos hábitos de consumo, que é natural que haja uma insegurança. O que fizemos? Fomos pesquisar os fatos, e os fatos mostram que os japoneses não estão enganados em pagar US$ 1,3 bilhão pelo “Financial Times”. A relação do homem com o seu jornal é muito profunda. As pessoas falam que o jornal no papel vai acabar, e eu digo : no mesmo dia que acabar o papel em dinheiro. O homem tem relações inexplicáveis com seus hábitos. Ainda se diz: ninguém mais lê jornal. Mas quando um artista leva uma nota zero da Patrícia Kogut (colunista do GLOBO), ele fica dois dias sem dormir. Não é verdade?
O senhor já fez uma campanha antes (em maio) em defesa dos jornais. Qual o mote agora?
O nome da campanha é “Nunca se leu tanto jornal”. É fato: 73 milhões de brasileiros leem jornal impresso, 50 milhões de brasileiros leem notícia na internet, quase metade lê todos os dias, 84% dos leitores buscam informações no jornais. Para cada leitor da versão impressa do “The New York Times”, existem dois da versão digital. É o tempo todo fundamentando essa importância: 461% é o aumento dos acessos mobile dos três maiores jornais do Brasil, 68% dos links compartilhados na internet durante as eleições vieram dos jornais, 15 vezes mais que os links de blogs. O mote é fato. Fala-se que o jornal vai acabar, mas os japoneses do grupo Nikkei pagaram US$ 1,3 bilhão pelo “Financial Times”, outros (a família Agnelli) gastaram € 400 milhões numa fatia (40%) da “The Economist”.
Num momento de desafios, qual ativo deve ser preservado pelos jornais?
Credibilidade. Não se constrói marcas jornalísticas da noite para o dia. Isso tem história, tem família, tem estofo, tem aderência. Jornal é como time de futebol, é uma coisa com a qual você se identifica.
E o fato de hoje compartilhar-se essa notícia em diferentes plataformas?
É melhor. Tanto que antes eu lia jornal todo dia, agora eu leio jornal o dia todo (referindo-se a um dos slogans da campanha). E isso é verdade, eu passo o dia inteiro no meu celular vendo informações, como está o dólar. Então, essa campanha é argumentativa, com as coisas que estão acontecendo.
Como será a veiculação da nova campanha?
Em todos os jornais mais importantes do país. Inclusive no digital. Vamos usar exatamente a plataforma de que estamos falando (que combina a veiculação das notícias entre o papel e as mídias digitais). Esse não é um trabalho que acontece da noite para o dia. Por isso, as peças têm todos os formatos, o que lhe dá longevidade. E vai passar por argumentos como “Você lia jornal com as duas mãos, agora você lê com o dedo” (sobre a leitura no celular), “Antes você lia jornal no jornal. Hoje você lê no tablet, no celular e até no elevador”. Ou “Antes o jornal fechava na noite anterior. Hoje ele está sempre aberto”. Tem uma expressão muito boa nos Estados Unidos, e que eu gosto muito. É fact free, que se refere a coisas que vão sendo repetidas e não são fato.
Como assim?
É assim: o livro vai acabar, todo mundo só vai ler no Kindle, mas isso não aconteceu. Acho que somos ruins em prever o futuro. Pelas previsões, hoje eu e você estaríamos vestidos como os Jetsons (personagens do antigo desenho animado produzido pela Hanna Barbera), de alumínio, comendo pílulas, e o mundo foi exatamente para o contrário. Em vez de pílula, as pessoas hoje comem produtos orgânicos, têm hortas. O rádio ia acabar, a televisão ia acabar. Então, essa é uma campanha baseada em fatos e argumentos. Nunca se leu tanta notícia. Eu leio notícia nesse meu relógio (apontando para um Apple-Watch no pulso). Já tem inclusive um anúncio do “The New York Times” dizendo “agora também aqui (no relógio da Apple)”.
Mas não é fato que as novas gerações não leem?
As novas gerações sempre leram pouco. Sim, mas elas estão lendo jornal, o que não fazem é ligar o nome à pessoa. Nas redes sociais, também se dizia que as pessoas parariam de escrever, e nunca se escreveu tanto como hoje. O que temos de desafio no horizonte dos jornais é como cobrar (pelos acessos nas plataformas digitais). É o hábito de cobrar. E eu acho que as pessoas estão aprendendo a pagar por filmes, a pagar por música. E elas aprenderão a pagar para ler o jornal. Esse é o desafio que enfrentamos. Mas os desafios estão postos perante os motoristas de táxi (com a ascensão do Uber), estão postos perante os hotéis. Estão diante de todos nós, porque a sociedade está em permanente transformação.
Do ponto de vista publicitário, como o senhor vê o cenário para a mídia impressa?
É um veículo fundamental. Mas temos que pegar nossos fatos e vamos trabalhar para mostrar que não há free lunch (almoço grátis). Mas há um desafio, que é como fazer para as pessoas comprarem fácil (jornais em plataformas digitais), algo rápido, comprou, pagou. É como aconteceu com a música, começou livre (na rede) e hoje as pessoas pagam via Spotify, iTunes.
Um smart watch é o mais novo brinquedo do publicitário Nizan Guanaes, do grupo ABC. E, entre as múltiplas funcionalidades do relógio, a possibilidade de ler jornais em seu mostrador retangular ajudou-o a desenhar a campanha publicitária para a Associação Nacional de Jornais (ANJ) que entra no ar na próxima quinta-feira, dia 20. Intitulada “Nunca se leu tanto jornal”, a campanha destaca a relevância que o veículo continua tendo na vida das pessoas. O publicitário conversou com O GLOBO na tarde da última sexta-feira em seu escritório, em São Paulo.
Como avaliar o ceticismo que surgiu em torno da sobrevivência dos jornais com o advento da mídia digital ?
Estamos num momento de grande transformação. As pessoas falam: carboidrato é bom ou ruim? Eu não sei, porque há livros (falando) de cada coisa. Tanta transformação no mundo, nos hábitos de consumo, que é natural que haja uma insegurança. O que fizemos? Fomos pesquisar os fatos, e os fatos mostram que os japoneses não estão enganados em pagar US$ 1,3 bilhão pelo “Financial Times”. A relação do homem com o seu jornal é muito profunda. As pessoas falam que o jornal no papel vai acabar, e eu digo : no mesmo dia que acabar o papel em dinheiro. O homem tem relações inexplicáveis com seus hábitos. Ainda se diz: ninguém mais lê jornal. Mas quando um artista leva uma nota zero da Patrícia Kogut (colunista do GLOBO), ele fica dois dias sem dormir. Não é verdade?
O senhor já fez uma campanha antes (em maio) em defesa dos jornais. Qual o mote agora?
O nome da campanha é “Nunca se leu tanto jornal”. É fato: 73 milhões de brasileiros leem jornal impresso, 50 milhões de brasileiros leem notícia na internet, quase metade lê todos os dias, 84% dos leitores buscam informações no jornais. Para cada leitor da versão impressa do “The New York Times”, existem dois da versão digital. É o tempo todo fundamentando essa importância: 461% é o aumento dos acessos mobile dos três maiores jornais do Brasil, 68% dos links compartilhados na internet durante as eleições vieram dos jornais, 15 vezes mais que os links de blogs. O mote é fato. Fala-se que o jornal vai acabar, mas os japoneses do grupo Nikkei pagaram US$ 1,3 bilhão pelo “Financial Times”, outros (a família Agnelli) gastaram € 400 milhões numa fatia (40%) da “The Economist”.
Num momento de desafios, qual ativo deve ser preservado pelos jornais?
Credibilidade. Não se constrói marcas jornalísticas da noite para o dia. Isso tem história, tem família, tem estofo, tem aderência. Jornal é como time de futebol, é uma coisa com a qual você se identifica.
E o fato de hoje compartilhar-se essa notícia em diferentes plataformas?
É melhor. Tanto que antes eu lia jornal todo dia, agora eu leio jornal o dia todo (referindo-se a um dos slogans da campanha). E isso é verdade, eu passo o dia inteiro no meu celular vendo informações, como está o dólar. Então, essa campanha é argumentativa, com as coisas que estão acontecendo.
Como será a veiculação da nova campanha?
Em todos os jornais mais importantes do país. Inclusive no digital. Vamos usar exatamente a plataforma de que estamos falando (que combina a veiculação das notícias entre o papel e as mídias digitais). Esse não é um trabalho que acontece da noite para o dia. Por isso, as peças têm todos os formatos, o que lhe dá longevidade. E vai passar por argumentos como “Você lia jornal com as duas mãos, agora você lê com o dedo” (sobre a leitura no celular), “Antes você lia jornal no jornal. Hoje você lê no tablet, no celular e até no elevador”. Ou “Antes o jornal fechava na noite anterior. Hoje ele está sempre aberto”. Tem uma expressão muito boa nos Estados Unidos, e que eu gosto muito. É fact free, que se refere a coisas que vão sendo repetidas e não são fato.
Como assim?
É assim: o livro vai acabar, todo mundo só vai ler no Kindle, mas isso não aconteceu. Acho que somos ruins em prever o futuro. Pelas previsões, hoje eu e você estaríamos vestidos como os Jetsons (personagens do antigo desenho animado produzido pela Hanna Barbera), de alumínio, comendo pílulas, e o mundo foi exatamente para o contrário. Em vez de pílula, as pessoas hoje comem produtos orgânicos, têm hortas. O rádio ia acabar, a televisão ia acabar. Então, essa é uma campanha baseada em fatos e argumentos. Nunca se leu tanta notícia. Eu leio notícia nesse meu relógio (apontando para um Apple-Watch no pulso). Já tem inclusive um anúncio do “The New York Times” dizendo “agora também aqui (no relógio da Apple)”.
Mas não é fato que as novas gerações não leem?
As novas gerações sempre leram pouco. Sim, mas elas estão lendo jornal, o que não fazem é ligar o nome à pessoa. Nas redes sociais, também se dizia que as pessoas parariam de escrever, e nunca se escreveu tanto como hoje. O que temos de desafio no horizonte dos jornais é como cobrar (pelos acessos nas plataformas digitais). É o hábito de cobrar. E eu acho que as pessoas estão aprendendo a pagar por filmes, a pagar por música. E elas aprenderão a pagar para ler o jornal. Esse é o desafio que enfrentamos. Mas os desafios estão postos perante os motoristas de táxi (com a ascensão do Uber), estão postos perante os hotéis. Estão diante de todos nós, porque a sociedade está em permanente transformação.
Do ponto de vista publicitário, como o senhor vê o cenário para a mídia impressa?
É um veículo fundamental. Mas temos que pegar nossos fatos e vamos trabalhar para mostrar que não há free lunch (almoço grátis). Mas há um desafio, que é como fazer para as pessoas comprarem fácil (jornais em plataformas digitais), algo rápido, comprou, pagou. É como aconteceu com a música, começou livre (na rede) e hoje as pessoas pagam via Spotify, iTunes.



- Antonio Felipe
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Re: JORNAIS
Nunca se leu tanto jornal e nunca se demitiu tanto jornalista.
Administrador desde 2010, no meio CH desde 2003.
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Re: JORNAIS
Verdade.
Hoje em dia, as pessoas gastam mais dinheiro pagando plano de smartphone e Iphone com acesso a 3G e 4G e com internet e TV por assinatura e compram menos jornais e revistas e assinam menos jornais e revistas, daí o resultado só pode ser o de demissão de jornalistas nos jornais e revistas.
O jornalismo tá migrando mais para assessoria para empresas ou pessoas importantes (artistas, jogadores de futebol) e trabalho em agências de marketing e para sites e blogs na internet.
Também é comum que jornalistas acumulem mais de uma função (que trabalhem em jornal e rádio ao mesmo tempo, ou que trabalhem em jornal, rádio e TV ao mesmo tempo).
Mas também é fato que as pessoas tão lendo mais na internet (sites como UOL, Globo.com, Veja) têm cada vez mais acessos, sem contar que o número de leitores em portais como Estadão e Lancenet cada vez aumenta mais, com a popularização da internet no Brasil.
Hoje em dia, as pessoas gastam mais dinheiro pagando plano de smartphone e Iphone com acesso a 3G e 4G e com internet e TV por assinatura e compram menos jornais e revistas e assinam menos jornais e revistas, daí o resultado só pode ser o de demissão de jornalistas nos jornais e revistas.
O jornalismo tá migrando mais para assessoria para empresas ou pessoas importantes (artistas, jogadores de futebol) e trabalho em agências de marketing e para sites e blogs na internet.
Também é comum que jornalistas acumulem mais de uma função (que trabalhem em jornal e rádio ao mesmo tempo, ou que trabalhem em jornal, rádio e TV ao mesmo tempo).
Mas também é fato que as pessoas tão lendo mais na internet (sites como UOL, Globo.com, Veja) têm cada vez mais acessos, sem contar que o número de leitores em portais como Estadão e Lancenet cada vez aumenta mais, com a popularização da internet no Brasil.



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Re: JORNAIS
A decisão mais estúpida que vi no jornalismo foi o jornal O Globo ter acabado com a Revista da TV.
Lamentável !
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Re: JORNAIS
Jornal O DIA totalmente controlado pelo PMDB aqui do Rio. Uma vergonha o noticiário político deles, lixo demais !
Só assino o jornal pra ler matérias sobre saúde, carros e televisão. Isso sim eles sabem fazer direito, por essas seções do jornal, merecem o meu dinheiro.
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Re: JORNAIS
O jornal O Globo contratou o jornalista Lauro Jardim (que antes era da Veja).
Ele terá uma coluna todo domingo, além de um blog.
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Re: JORNAIS
A Folha de S.Paulo mudou seu formato de leitura de sua edição impressa pela internet.
Antes, os não-assinantes e também os assinantes podiam ler as notícias todas em texto, agora o assinante que quer ler o jornal tem que se logar e ler a edição em formato de jornal (que nem acontece com todos os outros jornais do país).
Isso evita a cópia de textos (ou pelo menos, dificulta) da edição impressa para outros sites da internet.
Antes, os não-assinantes e também os assinantes podiam ler as notícias todas em texto, agora o assinante que quer ler o jornal tem que se logar e ler a edição em formato de jornal (que nem acontece com todos os outros jornais do país).
Isso evita a cópia de textos (ou pelo menos, dificulta) da edição impressa para outros sites da internet.



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Re: JORNAIS
E olha que a Folha já não deixa fazer Ctrl+C/Ctrl+V nas matérias digitais.
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Victor235
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Re: JORNAIS
O que por sinal é algo muito idiota.
As vezes quero copiar uma palavra que não entendi bem o significado ou algo do tipo. UMA palavra, e eles vem com um aviso de cinco linhas falando que não posso copiar o site. Aff.
As vezes quero copiar uma palavra que não entendi bem o significado ou algo do tipo. UMA palavra, e eles vem com um aviso de cinco linhas falando que não posso copiar o site. Aff.
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Re: JORNAIS
Isso é uma vergonha! O Globo e Estadão serão as próximas , a ler as notícias em texto na internet em forma de um jornal só para logados.
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Re: JORNAIS
Até hoje eu não entendi muito bem isso, eles fazem isso pra que? Proteger conteúdo? Eles acham que os outros colunistas de outros jornais vão roubar a matéria, modificar as palavras e dizer que são deles?Victor235 escreveu:O que por sinal é algo muito idiota.
As vezes quero copiar uma palavra que não entendi bem o significado ou algo do tipo. UMA palavra, e eles vem com um aviso de cinco linhas falando que não posso copiar o site. Aff.
Hyuri Augusto
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- Antonio Felipe
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Re: JORNAIS
Não. Eles estão buscando uma forma a mais de financiar o negócio. Afinal, fazer essas matérias exige gente e recursos que são pagos. E é preciso tirar esses recursos de alguma forma. Há anúncios e há também o paywall, além das assinaturas e venda externa - no caso dos jornais.
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Victor235
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Re: JORNAIS
A gente sabe disso (aliás somos assinante do jornal impresso aqui em casa).
A questão é que, ao menos o título ou palavras isoladas deveriam deixar copiar, até para o assunto ser mostrado por aí ou para melhor compreensão da notícia.
Enquanto isso, sites como o MSN apenas copiam e colam, apesar que pagam as agências para fazer isso. Pelo menos de lá dá pra copiar as notícias com os créditos e colocar no fórum para estimular o debate.
Na Folha a notícia só fica por lá e com um monte de comentários idiotas que nem dá pra fazer parte, prefiro pegar do MSN e trazer a discussão pra cá, apesar de achar a Folha bem melhor.
A questão é que, ao menos o título ou palavras isoladas deveriam deixar copiar, até para o assunto ser mostrado por aí ou para melhor compreensão da notícia.
Enquanto isso, sites como o MSN apenas copiam e colam, apesar que pagam as agências para fazer isso. Pelo menos de lá dá pra copiar as notícias com os créditos e colocar no fórum para estimular o debate.
Na Folha a notícia só fica por lá e com um monte de comentários idiotas que nem dá pra fazer parte, prefiro pegar do MSN e trazer a discussão pra cá, apesar de achar a Folha bem melhor.
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