Educação
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Re: Educação
Mas se foi o próprio Alckmin que fez esse concurso, em 2013...
http://g1.globo.com/concursos-e-emprego ... ritos.html
Da próxima vez, vá levantar os boatos da sua avó.
http://g1.globo.com/concursos-e-emprego ... ritos.html
Da próxima vez, vá levantar os boatos da sua avó.
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Victor235
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Re: Educação
A cada mês, 172 professores pedem demissão ao Estado de SP

Léo Arcoverde – A rede estadual de ensino de São Paulo registrou a exoneração de 9.279 professores entre janeiro de 2011 e junho de 2015. Esse número representa a saída de 172 docentes da sala de aula por mês, em média. Os dados são da Secretaria Estadual de Educação obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011) pelo site “Fiquem Sabendo”.
No mesmo período, outros 3.351 professores ou deixaram a sala de aula para se dedicar a outra atividade na pasta da Educação ou passaram a acumular a função de docente com outra carreira na pasta.
De acordo com a secretaria, as 9.279 exonerações contabilizadas entre 2011 e 2015 “correspondem a 3,9% do total de docentes da rede estadual”.
Em nota, a pasta afirmou que houve contratação de 28 mil professores apenas em 2014, “número 13 vezes maior que a média apontada pela reportagem de professores exonerados”. Segundo o órgão, as 72.337 nomeações de professores feitas entre 2011 e junho deste ano representam “uma média de 1.339 nomeações por mês ou 45 nomeados por dia”.
Com relação aos 3.351 professores que pediram exoneração mas continuaram pertencendo ao quadro da secretaria, a pasta afirmou que esse número “não representa o número de docentes que deixaram a sala de aula”. “Esse dado representa os servidores vinculados à rede que podem ocupar outro cargo, inclusive permanecendo como professor.
Por exemplo, um executivo público que atua na administração durante o dia e ministra aulas no período noturno.”
Sindicatos e associações dos professores têm uma demanda antiga por melhores condições de trabalho. O magistério está entre as atividades com maior ocorrência da síndrome de esgotamento total (burn out).
Salário baixo
De acordo com as informações disponibilizadas pela pasta, de 2011 para cá, 72.337 docentes foram nomeados pelo órgão. No fim de 2014, ao realizar o mais recente concurso para professores da rede estadual (para o preenchimento de 5.734 vagas de docentes de educação básica – PEB 1), o salário inicial oferecido pela gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB) para jornada de 24 horas era de R$ 1.565,19.
Um ano antes, em outro concurso (o maior da história da categoria), para o preenchimento de 59 mil vagas de professores de educação básica (PEB 2) e educação especial no Estado de São Paulo, o salário inicial oferecido pela gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB) para quem escolhesse a jornada de 40 horas semanais era de R$ 2.257,84.]
Parte dos professores da rede estadual participou de uma greve que durou mais de 90 dias, entre março e junho deste ano. Segundo a Apeoesp (sindicato da categoria), a paralisação foi a mais longa da classe desde 1945, ano em que a entidade foi fundada. Os professores pediam um reajuste salarial de 75,33%.
O Estado não concedeu nenhum aumento por entender que a categoria obteve ganhos salariais significativos ao longo dos últimos anos.
Por que isso é importante?
O direito à educação é um dos direitos sociais previstos no art. 6º da Constituição Federal de 1988. Segundo o art. 205, também da Constituição Federal, a educação “é um direito de todos e dever do Estado e da família” e “será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.
A Constituição prevê, ainda, em seu art. 144, que a segurança pública corresponde a um “dever do Estado” e um “direito e responsabilidade de todos” e que ela é exercida “para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”.
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Educação
Ou seja, menos de 0,1% dos professores pedem exoneração todo mês. O número é baixíssimo. Qualquer profissão em qualquer lugar do mundo tem alguma rotatividade.
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Victor235
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Re: Educação
Apesar disso, o número representa uma das atividades "com maior ocorrência da síndrome de esgotamento total (burn out)".
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Bia N
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Re: Educação
Eu conferi aquela conversa que tiveram no tópico do SBT sobre o que cês tiveram aulas de filosofia e sociologia.
No meu caso, tive aulas dessas matérias no Ensino Médio e vou dar um balanço, aliás, vou comentar apenas de um colégio que passei três anos até concluir.
Inicialmente, eu não entendia muito bem nas duas matérias no 1º ano, mas, em Sociologia, passei a me acostumar um tempo depois e no fim, consegui me dar bem nessa matéria, enquanto quase não tive aula direito de Filosofia, tive de estudar pelo livro.
No 2º ano, já estava acostumada em Sociologia, apesar de não ter sido tãão empolgante como foi no ano anterior, e em Filosofia eu já estava começando a entender um pouco; aliás, tive uma aula que lembrei e que ajudou um pouco na redação do ENEM do ano passado.
No 3º ano, as aulas de Filosofia passaram a ser muito divertidas, com debates meio "explosivos" e afins; não entendia inicialmente, mas depois entendi as aulas. Em Sociologia, inicialmente foi até interessante, que foram aulas mais de debates; mas que, posteriormente, deixou de ser empolgante.
Ou seja, não acho que as aulas de Filosofia e Sociologia sejam ruins ou desnecessárias. Depende de como é o método que o professor leciona, abrange temas, etc.
No meu caso, tive aulas dessas matérias no Ensino Médio e vou dar um balanço, aliás, vou comentar apenas de um colégio que passei três anos até concluir.
Inicialmente, eu não entendia muito bem nas duas matérias no 1º ano, mas, em Sociologia, passei a me acostumar um tempo depois e no fim, consegui me dar bem nessa matéria, enquanto quase não tive aula direito de Filosofia, tive de estudar pelo livro.
No 2º ano, já estava acostumada em Sociologia, apesar de não ter sido tãão empolgante como foi no ano anterior, e em Filosofia eu já estava começando a entender um pouco; aliás, tive uma aula que lembrei e que ajudou um pouco na redação do ENEM do ano passado.
No 3º ano, as aulas de Filosofia passaram a ser muito divertidas, com debates meio "explosivos" e afins; não entendia inicialmente, mas depois entendi as aulas. Em Sociologia, inicialmente foi até interessante, que foram aulas mais de debates; mas que, posteriormente, deixou de ser empolgante.
Ou seja, não acho que as aulas de Filosofia e Sociologia sejam ruins ou desnecessárias. Depende de como é o método que o professor leciona, abrange temas, etc.
Ela não desapareceu, apenas se escondeu.
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- E.R
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Re: Educação
Enquanto não for feita uma reforma das matérias que são ensinadas no ensino médio, esse país não vai pra frente.
Estamos dando as mesmas matérias de 15 anos atrás.
Muitos jovens deixam de escolher matérias mais relacionadas com Exatas, por causa do atual Ensino Médio e sistema preparatório para vestibulares.
Educação Física, por exemplo, a pessoa tem que fazer Exatas, né !
É um mercado em expansão e acho que deveriam ter mais profissionais desta área no Brasil e ganhando melhor.
A área de Informática também deveria crescer, temos poucos cursos de Informática de qualidade no país, deveriam ter mais.
Estamos dando as mesmas matérias de 15 anos atrás.
Muitos jovens deixam de escolher matérias mais relacionadas com Exatas, por causa do atual Ensino Médio e sistema preparatório para vestibulares.
Educação Física, por exemplo, a pessoa tem que fazer Exatas, né !
É um mercado em expansão e acho que deveriam ter mais profissionais desta área no Brasil e ganhando melhor.
A área de Informática também deveria crescer, temos poucos cursos de Informática de qualidade no país, deveriam ter mais.



- O Gordo
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Re: Educação
O problema pra mim é obrigar o aluno a ir bem em todas as matérias sem levar em conta sua capacidade em uma área.
Vamos usar como exemplo um rapaz bom em Matemática / Física. Só tira 9 pra cima. Já sabe em que vai se formar. Mas ele passa nos 49 do segundo tempo em Arte e tira no máximo 6 em Filosofia. Ele passa de ano? Não. É obrigado a passar em Arte e Filosofia mesmo que isso não seja da área dele...
Ou o caso contrário: onde alguém é bom de Humanas e tem que aprender Matemática, Química...
Vamos usar como exemplo um rapaz bom em Matemática / Física. Só tira 9 pra cima. Já sabe em que vai se formar. Mas ele passa nos 49 do segundo tempo em Arte e tira no máximo 6 em Filosofia. Ele passa de ano? Não. É obrigado a passar em Arte e Filosofia mesmo que isso não seja da área dele...
Ou o caso contrário: onde alguém é bom de Humanas e tem que aprender Matemática, Química...

- E.R
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Re: Educação
E tem aluno que é bom em Física e Biologia, mas se ferra em Química e Matemática. O sistema é muito injusto !



- O Gordo
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Re: Educação
Acho que seria interessante manter fixas as 4 de linguagem (Português, Literatura*, Espanhol e Inglês) e deixar que o aluno monte o resto de sua grade, sei lá com quantas disciplinas.
Coloquei um asterisco em Literatura pelo motivo de haver uma necessidade em mudar o modo como ela é ensinada. Na maioria das vezes simplesmente te empurram 200 livros portugueses do século XV pra uma prova. Ninguém tem saco pra ler aquilo, a maioria fecha o livro na primeira palavra difícil que veem e já correm pra cola.
Coloquei um asterisco em Literatura pelo motivo de haver uma necessidade em mudar o modo como ela é ensinada. Na maioria das vezes simplesmente te empurram 200 livros portugueses do século XV pra uma prova. Ninguém tem saco pra ler aquilo, a maioria fecha o livro na primeira palavra difícil que veem e já correm pra cola.

- Dona Clotilde
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Re: Educação
Tipo eu, que sou ótimo em Biologia e Química e péssimo em Matemática e Física.E.R escreveu:E tem aluno que é bom em Física e Biologia, mas se ferra em Química e Matemática. O sistema é muito injusto !
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Re: Educação
Matemática, português, história, geografia e inglês são matérias que considero de conhecimento indispensável, independente da área que o aluno pretenda seguir profissionalmente no futuro. Deveria entrar aí alguma coisa também de legislação e matemática financeira.
Biologia e Física poderiam ter abordagens mais básicas, avançando apenas no ensino superior. Mas sou contra o direcionamento já no Fundamental ou no Médio. Esses devem ser mais genéricos mesmo, com a base necessária para todos.
Biologia e Física poderiam ter abordagens mais básicas, avançando apenas no ensino superior. Mas sou contra o direcionamento já no Fundamental ou no Médio. Esses devem ser mais genéricos mesmo, com a base necessária para todos.
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Re: Educação
Com certeza, matemática financeira tinha que ser obrigatória nas escolas.Barbano escreveu:Deveria entrar aí alguma coisa também de legislação e matemática financeira.
Tinha que ensinar as pessoas as várias alternativas de mexer com dinheiro (explicar a questão dos juros, com questões em provas).
E legislação e Direito também tinha que ter no colégio, pelo menos o básico, até porque, futuramente, em concursos públicos, cai muito Direito.
O sistema educional brasileiro tem que preparar as pessoas para o mercado de trabalho e para a vida prática e não pra passar em vestibular.



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Victor235
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Re: Educação
Na verdade, segundo a Constituição, o Ensino Médio brasileiro deve preparar as pessoas para o já citado mercado de trabalho, mas também para a cidadania.
Então acho que todas as disciplinas tem sua importância e devem sim ser dadas. Depois o aluno escolhe a carreira a seguir, mas é importante que conheça todas.
Em caso contrário, não tem nem como o aluno saber com o que ele se identifica mais...
Até parece que o aluno de 15 anos ia saber que matérias quer fazer, se com 18 a gente não sabe com clareza que curso quer fazer na faculdade.
Então acho que todas as disciplinas tem sua importância e devem sim ser dadas. Depois o aluno escolhe a carreira a seguir, mas é importante que conheça todas.
Em caso contrário, não tem nem como o aluno saber com o que ele se identifica mais...
Até parece que o aluno de 15 anos ia saber que matérias quer fazer, se com 18 a gente não sabe com clareza que curso quer fazer na faculdade.
Não passa de ano se reprovar em duas disciplinas?O Gordo escreveu:Vamos usar como exemplo um rapaz bom em Matemática / Física. Só tira 9 pra cima. Já sabe em que vai se formar. Mas ele passa nos 49 do segundo tempo em Arte e tira no máximo 6 em Filosofia. Ele passa de ano? Não. É obrigado a passar em Arte e Filosofia mesmo que isso não seja da área dele...
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Educação
Exatamente aí que mora o problema: o ensino das matérias permite identificar em quais o aluno possui uma afinidade maior. Mas também obrigar o mesmo a passar nas outras que ele nem tá nem aí é soda

- E.R
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Re: Educação
Álgebra avançada e geometria avançada não preparam o estudante para a cidadania.
Se for assim, que coloque mais Direito e até mesmo Filosofia e Sociologia, como você já falou aqui.
Álgebra avançada é mais estudantes de Informática, Economia e outras matérias e geometria avançada é mais para Arquitetura.
Ao contrário, o sistema educacional brasileiro é engessado, é o mesmo há décadas. Se quer preparar para a cidadania, que coloque também mais matemática financeira, ensinando as pessoas a lidar com suas finanças. Bota até uma Sociologia com um pouco de Educação Moral e Cívica. Se bem que o nosso país não tem moral nem no Poder Executivo, nem no Legislativo, nem no Judiciário, e nem nos governos estaduais e municipais. É o famoso povo do jeitinho, aquele povo que falsifica carteira de meia entrada.
O sistema S é fundamental também, a pessoa em paralelo a faculdade podia fazer cursos profissionalizantes e, um tempo depois, estágio.
O que espanta é o estudante sair do colégio, daí querer prestar Concurso Público e ter uma enormidade de matéria de Direito que ele nunca viu na vida porque nunca aprendeu na escola.
Se for assim, que coloque mais Direito e até mesmo Filosofia e Sociologia, como você já falou aqui.
Álgebra avançada é mais estudantes de Informática, Economia e outras matérias e geometria avançada é mais para Arquitetura.
Ao contrário, o sistema educacional brasileiro é engessado, é o mesmo há décadas. Se quer preparar para a cidadania, que coloque também mais matemática financeira, ensinando as pessoas a lidar com suas finanças. Bota até uma Sociologia com um pouco de Educação Moral e Cívica. Se bem que o nosso país não tem moral nem no Poder Executivo, nem no Legislativo, nem no Judiciário, e nem nos governos estaduais e municipais. É o famoso povo do jeitinho, aquele povo que falsifica carteira de meia entrada.
O sistema S é fundamental também, a pessoa em paralelo a faculdade podia fazer cursos profissionalizantes e, um tempo depois, estágio.
O que espanta é o estudante sair do colégio, daí querer prestar Concurso Público e ter uma enormidade de matéria de Direito que ele nunca viu na vida porque nunca aprendeu na escola.








