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Re: América Latina

Mensagem por E.R » 14 Jul 2014, 08:30

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Rafinha
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Conflito Israel-Palestina

Mensagem por Rafinha » 29 Jul 2014, 15:36

A escalada de violência que começou em junho deste ano entre Israel e palestinos é o terceiro conflito do tipo desde a tomada da Faixa de Gaza pelo grupo islâmico Hamas, em 2007.

As raízes do confronto são antigas. Ao longo dos anos, ambos os lados foram ampliando as demandas para uma paz definitiva. Entenda as exigências históricas e os argumentos de cada lado do confronto:

MOTIVOS DE ISRAEL

- O país afirma categoricamente que o Hamas é o responsável pelo sequestro e assassinato dos três adolescentes israelenses em 12 de junho.

- O Hamas não só atira foguetes de Gaza para o lado israelense, como também aumentou seu arsenal, que agora pode atingir o centro de Israel como nunca antes. Israel considera que não pode ficar parado em relação à situação.

- Israel alega que o Hamas esconde militantes e armas em locais residenciais em Gaza, por isso é necessário atacá-los, mesmo que isso signifique que civis estejam entre as vítimas.

- Para Israel, o Hamas é um grupo terrorista que não reconhece a existência do Estado de Israel e não aceita se desarmar.

MOTIVOS DOS PALESTINOS

- Um adolescente palestino foi sequestrado e morto em Jerusalém. A autópsia indicou que ele foi queimado vivo. Israel prendeu seis judeus extremistas pelo assassinato do garoto palestino, e três dos detidos confessaram o crime.

- A maioria dos palestinos considera o controle israelense sobre a Faixa de Gaza abusivo e a situação humanitária insustentável. Os moradores dependem de Israel para ter eletricidade, água, meios de comunicação e até moeda.

- Nos confrontos entre Israel e o Hamas, a força de ação do exército israelense é desproporcionalmente maior. Em todos os confrontos até agora, o número de mortes do lado palestino foi muito maior.

- Israel deteve centenas de militantes do Hamas em sua grande busca na Cisjordânia pelos três israelenses sumidos no mês passado.

Como começou o confronto?

A mais recente escalada de violência começou com o desaparecimento de três adolescentes israelenses na Cisjordânia. Israel acusou o Hamas, que controla a Faixa de Gaza, do sequestro. O grupo islamita não confirmou nem negou envolvimento. Israel deslocou soldados para a área da Cisjordânia e dezenas de membros do Hamas foram detidos. Foguetes foram disparados da Faixa de Gaza contra Israel.

Os corpos dos três jovens foram encontrados em 30 de junho, com marcas de tiros. A tensão aumentou, com Israel respondendo aos disparos feitos por Gaza. No dia seguinte, um adolescente palestino foi sequestrado e morto em Jerusalém Oriental. A autópsia indicou que ele foi queimado vivo.

Israel prendeu seis judeus extremistas pelo assassinato do garoto palestino, e três dos detidos confessaram o crime. Isso reforçou as suspeitas de que a morte teve motivação política e gerou uma onda de revolta e protestos em Gaza.

No dia 8 de julho, após um intenso bombardeio com foguetes contra o sul de Israel por parte de ativistas palestinos, a aviação israelense iniciou dezenas de ataques aéreos contra a Faixa de Gaza. Os militantes de Gaza responderam aos ataques, disparando foguetes contra Tel Aviv. Após os bombardeios, Israel decidiu atacar Gaza por terra.

Por que Israel ataca a Faixa de Gaza com foguetes?

O ponto de vista israelense é de que o Hamas cresceu acostumado a lançar foguetes e nenhum país pode tolerar isso. Não fazer nada não é uma opção e atacar fortemente o grupo é a maneira que o governo enxerga de conseguir garantir sua paz. O Estado justifica a morte de civis nos bombardeios como fatalidades e culpa o Hamas por esconder militantes e armas em locais civis.

Como informa agência Associated Press, Israel afirma se esforçar para minimizar os "efeitos colaterais" ao emitir sinais de alerta para moradores e antecipar ataques grandes com bombas pequenas. Além disso, os israelenses veem o Hamas como um inimigo mortal que não pode ser tolerado e, devido a suas bases radicais islâmicas, há pouca chance de diálogo.

Como o Hamas assumiu o controle da Faixa de Gaza?

A Faixa de Gaza foi tomada por Israel na Guerra dos Seis Dias, em 1967, e entregue aos palestinos em 2005 - embora boa parte das fronteiras e territórios aéreos e marítimos ainda sejam controlados pelos israelenses. Em 2007, o grupo Hamas - considerado terrorista por Israel - venceu as eleições parlamentares palestinas, fato não reconhecido pelo opositor Fatah. O racha na administração fez com que o Hamas controlasse a Faixa de Gaza e o Fatah ficasse a cargo da Cisjordânia. Desde então, Israel e o Hamas não dialogam.

Como convivem os habitantes da Faixa de Gaza com a situação?

Para os palestinos, a situação em Gaza é insustentável. Desde a tomada do poder pelo Hamas, Israel impede a passagem por terra no norte e leste, e pelo mar a oeste, bloqueando também as viagens aéreas. O Egito completa o cerco com um controle pesado das fronteiras com a Faixa de Gaza no sul. A região de 1,7 milhões de pessoas está lotada de favelas em um território de menos de 35 km de extensão e com poucos quilômetros de largura.

Para muitos palestinos, até mesmo os que não apoiam o Hamas, os meios não convencionais como foguetes contra os que eles enxergam como causadores de seus tormentos é uma resposta considerada aceitável. Com o fracasso dos últimos 20 anos de negociações de paz para conseguir formar um Estado independente palestino, alguns temem que a ocupação da Cisjordânia pode ser permanente e o que se tem é um cenário de desânimo e desespero.

Os israelenses apoiam os ataques a Gaza?

Há muita divisão em Israel, e é difícil falar em um "ponto de vista israelense" - mas isso não se aplica ao Hamas e a seus foguetes. Essa é uma oportunidade única para o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu. Muitos israelenses se opõem às suas políticas em relação aos palestinos em geral, e alguns realmente abominam seu apoio a novos assentamentos judaicos na Cisjordânia. Mas a vasta maioria dos israelenses não confia e se opõe ao Hamas - autores de vários ataques suicidas contra civis e detratores dos esforços de paz feitos pelos palestinos moderados. Para Netanyahu, cada derrota do Hamas é uma chance de popularidade.

O Mundo Árabe apoia o Hamas?

Políticos árabes condenam frequentemente Israel, mas poucos genuinamente morrem de amores pelo Hamas. O grupo palestino é parte de uma vertente política do Islã que, com as Revoltas Árabes, está sendo combatida em toda a região, primeiro no Egito (com a saída da Irmandade Muçulmana), mas também em países do Golfo. Até seu aliado Irã deixou de apoiá-lo e seus recursos estão se esgotando - enquanto vários países do Ocidente os consideram um grupo terrorista.

A Autoridade Palestina recentemente propôs um governo conjunto com o Hamas, mas a animosidade com o grupo secular Fatah, do presidente Mahmoud Abbas, foi mais profunda. O Hamas não aceita as condições propostas pela comunidade internacional para ser um ator global legítimo: reconhecer Israel, aceitar os acordos anteriores e renunciar à violência.

Os ataques israelenses são desproporcionais?

Na batalha pela opinião pública, Israel pode ser uma vítima de seu próprio sucesso na prevenção de fatalidades internas. Seu potente sistema de defesa "Cúpula de Ferro" abateu inúmeros foguetes do Hamas, reduzindo a pouquíssimas as vítimas israelenses durante os três últimos conflitos contra o grupo islâmico. Já o ataque do Estado judeu é intenso e deixa centenas de vítimas - muitas delas civis - do lado palestino, o que pesa negativamente na opinião pública interna e internacional.

Muitos acreditam que o Hamas pouco se esforça em não provocar Israel. A opinião pública importaria menos na Faixa - que não é verdadeiramente uma democracia - do que em Israel e é pouco provável um cenário em que o Hamas seja derrubado pela população no momento.
Será que um dia a tal terra prometida terá sossego ou sempre será esse barril de pólvora até que todos os palestinos sejam massacrados? Não dá nem para cogitar uma possível derrota dos judeus, com tamanha superioridade bélica, além do apoio total dos EUA.
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Re: Conflito entre palestinos e israelenses

Mensagem por bebida com metanol CH » 29 Jul 2014, 16:45

espero que os dois lados se explodam

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Re: Conflito entre palestinos e israelenses

Mensagem por Rafinha » 29 Jul 2014, 17:10

Se se tratasse apenas do Hamas e da liderança israelense que estão atirando bomba para todo lado, eu até concordaria com você; mas o problema é a quantidade imensa de civis inocentes que estão sendo mortos - entre eles, centenas de crianças - e a dor de tantas famílias que estão perdendo seus membros, sem terem nenhum envolvimento com a guerra.

Imagina se começa um conflito armado aqui no Brasil por algum motivo e algumas pessoas de sua família são atingidas fatalmente sem terem se envolvido no confronto. É revoltante.
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Re: Conflito entre palestinos e israelenses

Mensagem por Antonio Felipe » 29 Jul 2014, 21:46



Essa treta nunca deve terminar.
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Re: Conflito entre palestinos e israelenses

Mensagem por CHarritO » 29 Jul 2014, 22:00

Essa guerra não terá fim, infelizmente! :(
Meus títulos e conquistas no FCH:
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Moderador do Meu Negócio é Futebol (2010 à 2012 / 2015 à 2016)
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Campeão do Bolão da Copa do FCH (2010)
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Bicampeão do Bolão do FCH - Brasileirão (2011 e 2012)
Campeão do Bolão do FCH - Liga dos Campeões (2011/2012)
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Campeão do Foot Beting (2014)
Hexacampeão da Chapoliga (2014, 2015, 2016, 2017, 2019 e 2020)
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Campeão de O Sobrevivente - Copa América (2019)
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Re: Conflito entre palestinos e israelenses

Mensagem por E.R » 31 Jul 2014, 21:35

A maioria dos banqueiros do mundo são judeus, um dos maiores arsenais de guerra do mundo (com bombas atômicas e tudo do gênero) são dos judeus, então, só vai acabar quando Israel destruir os palestinos.

E é Israel que vai vencer essa guerra, daqui a centenas de anos.
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Re: Conflito entre palestinos e israelenses

Mensagem por Chad' » 31 Jul 2014, 22:34

E.R escreveu:E é Israel que vai vencer essa guerra, daqui a centenas de anos.
Infelizmente.
Títulos e posições de destaque:
1º em A Fazenda do Fórum Chaves 4 :campeao:
1º no Foot Betting 2015 :campeao:
1º na eleição de usuário do mês - dezembro/2015 :campeao:
1º na eleição de usuário do mês - setembro/2016 :campeao:
1º no Torneio GUF 19 - Série A :campeao:
1º em A Fazenda do Fórum Chaves Segunda Chance :campeao:
1º na eleição de usuário do mês - junho/2019 :campeao:
2º na eleição de usuário do mês - agosto/2012 :vice:
2º na eleição de usuário do mês - outubro/2013
2º no XIV Concurso de Piadas
2º no Trivia Fórum Chaves 3
2º na A Casa do Chavesmaníacos 14
2º no Foot Betting 2017
3º na eleição de usuário do mês - setembro/2013 :terceiro:
3º no Torneio GUF Série B 14
3º na eleição de usuário do mês - outubro/2015
3º no Torneio GUF Série A 18
3º na eleição de usuário do mês - janeiro/2016
3º na eleição de usuário de 2016
3º na eleição de usuário do mês - novembro/2017
3º na eleição de usuário do mês - março/2019
3º no Bolão do Brasileirão 2019
4º na III A Fazenda do Fórum Chaves Imagem
4º na eleição de usuário do mês - abril/2015
4º na eleição de usuário do mês - novembro/2015
4º no Bolão da Copa América 2019
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Re: Conflito entre palestinos e israelenses

Mensagem por Dona Clotilde » 01 Ago 2014, 12:39

Hamas e Israel deram 72 horas de cessar fogo. Vamos ver se vai acontecer alguma coisa ou se vai ficar do mesmo jeito...
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Re: Conflito entre palestinos e israelenses

Mensagem por Alan1509 » 01 Ago 2014, 17:23

NOTÍCIAS
Os fatores que desencadearam a primeira guerra mundial parecem muito com o presente

Fazem exatamente 100 anos que a primeira guerra mundial explodiu. O estranho é que muitos fatores presentes nesse mundo pré-guerra do século passado estão presentes agora. Em 1914 existia um super-império que dominava as águas e a economia - A Grã-bretanha - e esse super-império estava sendo desafiado por um rival que estava crescendo economicamente e construindo armas terrestres e aéreas pra ter o seu "lugar ao sol" - A Alemanha. Temos exatamente essa situação com os EUA e a China.

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As rivalidades ideológicas entre a Grã-bretanha e a Alemanha de 1914 são bem parecidas com as dos EUA e as da China, guardadas as devidas proporções. De um lado, a Grã-bretanha de antes e os EUA de agora, com sistemas democráticos de voto e sistemas com mais de um partido pra decidir sobre a legislação por votos representativos (na época, apenas 18% das pessoas votavam na Grã-bretanha, mas era o sistema democrático mais avançado). Do outro lado, um sistema com um só partido que vivia em função do partido. De um lado, imprensa livre, do outro, imprensa controlada pelo governo, com armadilhas e censuras em um estado policial pra destruir críticas ao estado.

O nacionalismo também estava muito presente tanto na China quanto na Alemanha, onde a retórica pra disputar terras usada pelo partido comunista chinês é bem parecida com a do Kaiser da Alemanha de 1914. A guerra ideológica e religiosa era evidente em 1914, assim como é hoje, concentrada em pontos específicos de áreas problemáticas do globo.

Atualmente nos preocupamos com os conflitos do oriente médio, com uma guerra civil na Síria com facções islâmicas rivais, tensões entre Irã, que tenta ter um arsenal nuclear e Arábia Saudita, e agora o atual conflito entre Israel, com arsenal nuclear, e Palestina. China e Rússia estão se alinhando (vide a criação de um banco mundial próprio com o BRICS), enquanto EUA se alinha com aliados.

Antes de 2014 o ponto problemático que agora é o oriente médio era a península balcânica, onde a paixão nacionalista entrava em conflito com estados cristãos, como a Grécia e a Bulgária ou o Império islâmico otomano. A monarquia de Habsburgo, controlada por uma elite católica foi desafiada por uma Sérvia ortodoxa. Assim como tiveram guerras no oriente médio antes (em 1948, 1967 e mais atualmente 1973), também aconteceram guerras na península balcânica antes, entre a Rússia e a Turquia em 1877 e entre a Sérvia e a Bulgária em 1885. Então 1914, que primeiramente foi conhecida como terceira guerra balcânica antes de se tornar a primeira guerra, não era novidade pra alguns países.

Todos os poderes balcânicos tinham muitas armas, liderando a produção de armas por financiamentos de economias grandes como a Grã-bretanha, a França e a Alemanha. Todos esses países financiados eram instáveis politicamente, com governos sendo violentamente retirados do poder e com organizações terroristas como a "Mão negra" da Sérvia e a Organização Revolucionária interna da Macedônia.

Os estados balcânicos serviam de base pros países que suportavam eles. Esses países maiores se aproximaram muito de conflitos balcânicos que aconteceram em 1912-13, quando Montenegro, em aliança com a Sérvia atacou a Albânia. A Áustria e a Hungria exigiram que os Sérvios parassem com o ataque, a Rússia apoiou a Sérvia, e a França apoiou a Rússia. A situação ficou tranquila só com a intervenção Britânica, quando foi feita uma convenção internacional e foi declarada a independência da Albânia (reconheceu alguma coisa?).

Mas isso foi só um gostinho pro que ia acontecer em agosto de 1914. A aliança Balcânica foi quebrada, a Bulgária se alinhou bastante com a Alemanha e o único amiguinho da Rússia lá era a Sérvia. A sérvia queria anexar a Bósnia e isso deixaria os Austríacos e Húngaros bem nervosos. Deixar de lado as ambições desses pequenos países antes da primeira guerra desencadeou a primeira guerra, e é por isso que as ambições dos países do oriente médio devem ser vistas de perto.

Assim como os países balcânicos de 1914 eram meros fantoches de grandes potências, assim são os do oriente médio de hoje. Os EUA podem financiar Israel, mas não é fácil dizer pro país não anexar mais nada. A Rússia pode continuar dando armas pra Síria, mas tem que interferir pra entregar armas químicas e terminar o conflito "em paz", a China pode dar tecnologia pro Irã mas não tem como controlar as ambições desse país. De qualquer forma, essas grandes potências tem que ficar bem de perto de seus afiliados pra impedir que eles façam besteira e cortem relações com as outras potências, já que existem amarras econômicas. E era exatamente isso que aconteceu em 1914. Lembre-se: Guerras não são causadas por fatores econômicos ou culturais. São causadas por ideologia.

Mais um dado preocupante: Esse gráfico mostra a quantidade de capital que os bancos centrais dos países tinham em seu poder ao longo dos anos. Temos apenas 3 picos: O primeiro foi na primeira guerra mundial. O segundo foi na segunda guerra mundial. O terceiro é hoje.

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Fonte: http://www.ovelhasvoadoras.com.br/2014/ ... .html#more
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Re: Conflito entre palestinos e israelenses

Mensagem por Dona Clotilde » 01 Ago 2014, 20:30

Agora o cessar fogo foi quebrado por Israel. Tudo por que o Hamas sequestrou um soldado Israelense, agora ta pior do que antes. Depois disso, quero que Israel foda todo o Hamas, nem que para isso tem que matar civis inocentes. Caralho, nem uma simples pausa de 3 dias para que as pessoas se abasteçam eles não respeitam. Claro que eu não concordo em matar gente inocente, mas coisas desesperadas pedem medidas desesperadas.
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Re: Conflito entre palestinos e israelenses

Mensagem por Rafinha » 01 Ago 2014, 23:08

Para elucidar aqueles que estão interessados pelo assunto, mas não estão inteirados sobre esse conflito histórico.
A questão da palestina

A faixa de terra pequena e desértica que se estende ao longo do Mediterrâneo, entre o Líbano e o Egito, tem sido objeto, há mais de cinquenta anos, de uma violenta disputa cujas raízes são tão antigas quanto a própria terra. Os conflitos nessa região, denominada Palestina, envolvem povos profundamente ligados a ela: os árabes e os judeus.

Os judeus são descendentes dos hebreus, antigos habitantes da Palestina que haviam sido expulsos pelos romanos no início da era Cristã. Dispersos pelo mundo num movimento conhecido como Diáspora, os hebreus passaram a ser chamados de judeus. Hoje preferem a designação israelenses.

Os árabes ocuparam a região durante sua expensão entre os séculos VII e XV e aí permaneceram sob o Império Otomano e, depois, sob o protetorado britânico. São também chamados de palestinos.

Os israelenses alegam direitos históricos sobre a Palestina, e os árabes têm certeza de ter seus direitos adquiridos pela longa ocupação da região.

Durante muito tempo, o povo judeu permaneceu espalhado por diversos países, sempre acalentando o sonho de ter o seu próprio território.

No fim do século XIX, surgiu na Europa um movimento que elegeu a Palestina (antiga pátria dos hebreus) como esse território: o movimento sionista ou sionismo

A Inglaterra, responsável pela região nessa época, passou a permitir a entrada de colonos judeus na Palestina. Os choques com os habitantes locais foram inevitáveis e tornaram-se cada vez mais intensos. Durante a Segunda Guerra Mundial, aumentou o fluxo migratório de judeus para o Oriente Médio, em virtude da perseguição imposta a eles pelos nazistas.

Com o fim da guerra e a independência dos protetorados ingleses (Transjordânia, Palestina e Iraque), a situação entre os árabes e os colonos judeus ficou insustentável. Coube, então, à recém-criada ONU realizar a partilha da Palestina, que deixou a região com a seguinte configuração: um Estado árabe e um Estado judaico, criando em 14 de maio de 1948, o Estado de Israel.

Inconformados com a decisão da ONU, os palestinos declararam guerra aos israelenses, com a intenção de expulsá-los das terras que faziam parte do novo Estado de Israel. A primeira das guerras travadas entre árabes e judeus da Palestina (1948-1949) terminou com a vitória de Israel e o fim da territorialidade árabe no Estado que lhes fora designado pela ONU.

Para os árabes, a derrota na guerra significou al-nakba (catástrofe, em árabe). Os palestinos perderam, com seu território, suas raízes, o seu lar nacional. Entretanto, conservaram a vontade de manter a soberania em suas terras, agora ocupadas por Israel. Segundo a ONU, cerca de 750 mil palestinos foram expulsos de sua pátria após a derrota das forças árabes em 1949.

Os palestinos passaram então a viver em países árabes vizinhos, onde eram tratados como cidadãos de segunda classe. O mesmo aconteceu com os que permaneceram no Estado de Israel.

Na vizinha Jordânia teve início, então, a reação palestina. Nesse país, em 1959, foi criada por Yasser Arafat a Al-Fatah, organização terrorista que passou a lutar para obter os territórios palestinos de volta e que não reconhecia o Estado de Israel. Em 1964, a Al-Fatah transformou-se na Organização para a Liberdade da Palestina (OLP). Reconhecida pelos países árabes, a OLP foi proclamada por Yasser Arafat, seu dirigente desde 1969, "um Estado de exílio".

Não demorou muito para que a OLP e os palestinos se tornassem um problema para os países que os abrigavam. Ataques frequentes das tropas israelenses e pressões dos Estados Unidos fizeram com que a OLP fosse expulsa da Jordânia, em 1970, ao mesmo tempo que ocorria um grande massacre de palestinos no país, no episódio que ficou conhecido como Setembro Negro. Instalada em Beirute, capital do Líbano, a OLP passou a atacar Israel a partir do sul do país. Em 1982, a organização da palestina precisou buscar outro abrigo, em virtude dos constantes ataques do exército israelense à região ocupada pelos palestinos.

Radicalismo duplo

Os acordos assinados pelos líderes palestinos e israelenses não têm o respaldo das populações que representam.

Existem grupos radicais de ambos os lados que não concordam em assinar acordos de paz com o "inimigo". Só aceitam a ideia de que um Estado palestino não convive com um Estado judeu e vice-versa.

Do lado árabe, os grupos mais ativos são o Hezbollah (Partido de Deus), o Hamas e o Jihad, que não aceitam a representação da OLP e os acordos de paz. Ultimamente essas organizações têm usado homens e mulheres-bomba - jovens fanáticos dispostos a morrer pela causa palestina - em seus atentados a alvos israelenses.

Essa atitude, que pode parecer fanatismo religioso para as demais crenças, é encarada por alguns grupos radicais islâmicos como parte integrante do jihad (guerra santa).

Do lado de Israel, destacam-se o Kach, o Yesha e o Eyal, grupo extremista jovem, suposto responsável pelo assassinato do primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin em 1995.

Durante o período em que esteve sediada no Líbano, em 1974, a OLP foi reconhecida pela ONU como representante legítima do povo palestino. Ao sair desse país, a OLP transferiu a sua sede para Túnis, capital da Tunísia, país árabe do norte da África.

Entretanto, a organização passou por muitos reveses antes que seu líder renunciasse ao terrorismo e reconhecesse oficialmente o Estado de Israel, o que só ocorreu em 1988. Desde 1993, os líderes da OLP integram a Autoridade Palestina.

As guerras entre árabes e judeus

Em 1948, teve início uma série de conflitos que parecem não ter fim. Jordânia, Síria e Egito, países árabes da região, também se colocam contra Israel, que se consolida como aliado dos Estados Unidos no Oriente Médio.

Os principais conflitos foram:

Guerra de Suez (1956): envolveu o Egito, aliado dos palestinos; a França e o Reino Unido, que tentavam recuperar seus antigos territórios coloniais; e os Estados Unidos, que defendiam os interesses do Estado de Israel.

Guerra dos Seis Dias (1967): esse conflito, no qual os palestinos tiveram o apoio do Egito, da Síria e da Jordânia, mudou novamente o mapa da Palestina. Israel aumentou seu território com terras da Síria (colinas de Golan), do Egito (Faixa de Gaza e Sinai) e Jordânia (Cisjordânia).

Guerra do Yom Kippur (1973): no Dia do Perdão, comemorado pelos judeus, estourou mais um conflito, vencido por Israel. A derrota significou mais um golpe no sonho de formação de uma república árabe no Oriente Médio - os egípcios assinaram, sem concordância da Síria e da Jordânia, os acordos de Camp David e de Taba, pelos quais receberam de volta a península do Sinai. Durante a guerra do Yom Kippur, os países árabes fizeram uso político do petróleo, restringindo a produção e diminuindo o fornecimento a países simpatizantes de Israel. Esse fato acabou causando os chamados "choques do petróleo", que marcaram profundamente a economia mundial da época.

A Primeira Intifada: a "revolta das pedras teve início na década de 1980, quando crianças e jovens palestinos atacavam soldados israelenses usando pedras como arma.
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Re: MUNDO

Mensagem por Alan1509 » 03 Ago 2014, 15:37

NOTÍCIAS
Pelo menos 175 pessoas morrem em terremoto no sudoeste da China

O fenômeno, que atingiu regiões montanhosas do país, deixou 1,4 mil feridos

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Pelo menos 175 pessoas morreram e 1,4 mil ficaram feridas em um terremoto na região montanhosa da província chinesa de Yunnan neste domingo, uma tragédia que provocou uma grande operação de resgate.

O terremoto registrado no município de Zhaotong, noroeste da província, provocou o desabamento de edifícios. Moradores e as equipes de resgate trabalharam para retirar os sobreviventes dos escombros, segundo imagens divulgadas nas redes sociais.

Segundo a agência de notícias oficial Xinhua, pelo menos 175 pessoas morreram e outras 181 são consideradas desaparecidas.

O tremor de 6,1 graus de magnitude aconteceu às 16h30min (5h30min de Brasília) ao noroeste da província de Yunnan, a uma profundidade de 10 quilômetros, segundo o Centro de Geofísica dos Estados Unidos (USGS).

– Muitos edifícios sofreram danos e estamos reunindo informações sobre os mortos e os feridos – declarou à agência Xinhua Chen Guoyong, funcionário do governo municipal de Longtoushan, que fica no epicentro do tremor.

– Os muros de vários edifícios racharam e as tubulações de água quebraram. A energia elétrica foi cortada – escreveu na rede social Weibo (equivalente chinês do Twitter) um internauta que afirma ser morador do distrito de Ludian, próximo ao epicentro.

Mais de 120 mortes aconteceram no distrito de Ludian, de acordo com a China News Service, a segunda agência oficial de notícias do país. Mais de 30 pessoas morreram em dois distritos vizinhos, todos no município de Zhaotong, segundo a mesma agência.

Ajuda aos sobreviventes Equipes de bombeiros e dezenas de integrantes das forças de segurança pública estavam a caminho do local da tragédia, informou o canal público CCTV. A emissora exibiu vídeos gravados no distrito de Ludian que mostram os moradores aterrorizados com os tremores secundários e correndo para as ruas.

O internauta que se identificou como habitante de Ludian publicou fotos de paredes rachadas e escombros nas ruas.

A imprensa estatal anunciou o envio de 2,5 mil soldados às áreas afetadas pelo terremoto, que se unirão a uma equipe de mais de 300 policiais e bombeiros procedentes da cidade de Zhaotong, capital do município.

As equipes enviadas para a região contam com instrumentos de detecção de vida e ferramentas para a retirada de escombros.

– Não tivemos tempo para tratar dos cadáveres. Primeiro temos que ajudar os sobreviventes – disse Ma Hao, estudante que se apresentou como voluntário para retirar os feridos dos prédios que desabaram em Longtoushan.

O USGS advertiu ao noticiar o tremor que, em geral, a população desta região vive em estruturas muito vulneráveis aos terremotos.

O sudoeste da China, situado entre as placas tectônicas Euroasiática e da Índia, é cenário frequente de terremotos. Os extremos montanhosos entre as províncias de Yunnan, Sichuan e Guizhu, de difícil acesso, registraram muitos terremotos nos últimos anos. Em 1974, um tremor de 6,8 graus na mesma região matou mais de 1,5 mil pessoas. Em setembro de 2012, outras 80 pessoas morreram em dois terremotos na região montanhosa entre Yunnan e Ghizhu. Na vizinha Sichuan, uma das províncias de maior população da China, um terremoto de oito graus em maio de 2008 deixou 87 mil mortos e desaparecidos.
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Re: MUNDO

Mensagem por Billy Drescher » 19 Set 2014, 02:54

Escócia diz 'não' à independência e se mantém no Reino Unido
A Escócia rejeitou a proposta de ser independente do Reino Unido no referendo realizado no país na quinta-feira (17), com a vitória do "não" por quase 55% dos votos, informam as agências internacionais de notícias Efe, France Presse (AFP) e Reuters. A rede britânica BBC chegou a antecipar, no início da madrugada desta sexta (19), que os eleitores rejeitariam a proposta dos separatistas.

A apuração não terminou oficialmente, mas a proposta de manter o país no Reino Unido, o 'Não', não pode mais ser batida.


O 'Não' liderou as parciais na apuração do referendo sobre a independência da Escócia. Dos 31 dos distritos - de um total de 32 - que já tiveram os resultados divulgados, o 'Não" venceu em 26 deles. O resultado parcial às 2h40 era de 55,42% pelo 'Não' (1.914.187 votos) e de 44,58% pelo 'Sim' (1.822.443).

A rede britânica BBC divulgou uma prévia de que o 'Não' venceria o referendo por 55% a 45% por volta de 1h15.

O primeiro distrito a encerrar a contagem, foi Clackmannanshire, onde foram 19.036 votos contra e 16.350 a favor da separação do Reino Unido. Um dos menores colégios eleitorais do país teve uma taxa de 88.59% de comparecimento às urnas. Vinte e cinco votos foram considerados inválidos.

Clackmannanshire é o 29º entre os 32 distritos escoceses em número de eleitores. A divulgação do resultado local aconteceu à 1h30 (21h30 no horário de Brasília) e a notícia foi recebida com festa pelos integrantes do “Better Together”, movimento que coordenou a campanha contra a independência.

A votação começou às 7h (3h, no horário de Brasília) em 2.608 postos em toda a Escócia, e a apuração teve início assim que o processo foi encerrado, às 22h (18h, em Brasília).

A vice-primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, admitiu a derrota dos separatistas. "Parece que não vamos conseguir a esperada vitória do 'sim'", disse Nicola, antes mesmo do resultado oficial ser divulgado.

Patrick Harvie, deputado verde do Parlamento escocês e partidário da independência, já havia admitido 'resultados decepcionantes'.


A apuração foi retardada devido ao alto índice de participação, em torno de 84%, exceto por algumas exceções, como a cidade de Glasgow, onde a participação foi de 75%.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/ ... unido.html
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Re: MUNDO

Mensagem por @EA » 19 Set 2014, 11:45

É uma pena, pela história que tem a Escócia merecia ser um país independente.

O problema é que o processo foi mal feito. Os separatistas deveriam ter feito um projeto a longo prazo pra tornar a Escócia um país próspero e viável, mas só falaram da conjuntura atual.
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Ouça Don Cristóvão quero avisar que a tripulação está com fome!
E por que não comem?
Porque não há comida!
E por que não há comida?
Porque acabou!
E por que acabou?
Porque comeram!
E por que comeram?
Porque tinham fome!
Tá vendo, deveriam ter esperado!



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Dá licença, gente! Tô passando pelo tópico!!!
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