Espaço para debates sobre assuntos que não sejam relacionados a Chespirito, como cinema, política, atualidades, música, cotidiano, games, tecnologias, etc.
Inclusive o próprio Stephen é o diretor de Comboio do Terror. A melhor de todas as versões para a telona, na minha opinião, é O Iluminado, de Stanley Kubrick, considerado um dos melhores filmes de todos os tempos, e, curiosamente, a adaptação que o escritor mais detestou.
We're walking down the
Street of chance
Where the chance is always
Slim or none
And the intentions unjust
Baby there's nothing to see
I've already been
Down the street of chance
Acho tanto o livro quanto o filme de O Iluminado bastante superestimados. O escritor e o diretor têm obras muito melhores no catálogo. Acho Desespero, por exemplo, bem melhor que O Iluminado. Comecei a ler A Coisa também, e tá sendo o meu King favorito.
Enquanto a Amazon não decola no Brasil, as concorrentes também tropeçam na estratégia para o livro digital.
A Livraria Cultura, que trouxe o leitor canadense Kobo para concorrer com o Kindle, vendeu apenas 20 000 aparelhos no Brasil.
A Saraiva, que por enquanto tem apenas 10% do mercado de e-books, chegou a conversar com a Barnes & Noble para trazer o seu leitor digital Nook para o Brasil. Acabou recuando porque o investimento seria alto.
A revista VEJA desta semana traz uma matéria sobre o desempenho da Amazon no Brasil desde que abriu as portas virtuais de sua loja em dezembro de 2012. O texto, intitulado “Pedras no Caminho” e assinado por Thiago Prado, defende que a gigante de Seattle tem enfrentado várias dificuldades no Brasil. “(...) Tem sido uma dificuldade atrás da outra. Imprensada entre os impostos altíssimos – por causa deles, seu leitor aqui é o mais caro do mundo –, os labirintos da burocracia, a feroz resistência das livrarias e a falta de mão de obra especializada [a vaga número 2 da operação levou meses para ser preenchida]. A Amazon, um portento com faturamento de 61 bilhões de dólares em 2012, completou um ano de atividade no país em marcha lenta”, informa a revista. Entre as informações apuradas por Thiago Prado estão a contratação de Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior do governo Lula, para batalhar no Congresso por um projeto de lei que isentasse o Kindle de impostos.
Outra informação é que a Amazon estaria agora a ponto de fechar contrato de fornecimento do Kindle com uma grande rede varejista, mas a matéria não afirma qual. Sobre os contratos, outra informação relevante. A empresa norte-americana teria aceito uma cláusula que limita o desconto que pode ser oferecido aos leitores em 10%. Mas o dado mais surpreendente da matéria é o número de kindles já vendidos no Brasil : 60 mil. Surpreendente não é o número, mas a informação em si, uma vez que a Amazon não revela estes números nem para seus funcionários.
Ouça Don Cristóvão quero avisar que a tripulação está com fome! E por que não comem? Porque não há comida! E por que não há comida? Porque acabou! E por que acabou? Porque comeram! E por que comeram? Porque tinham fome! Tá vendo, deveriam ter esperado!
Se lê textos e textos em um fórum na internet não vejo qual o problema de ler um livro num aparelho como o Kindle. Eu compraria um, caso tivesse um dinheiro a mais. As facilidades de um e-book são muitas, além do preço, mas óbvio, sem deixar de lado o livro de papel, que sempre vai ser preferência.
#BgsDNV?
- criação do sub-fórum Espaço Kids: livre postagem de manifestações de apoio ao candidato Jair Bolsonaro
- criação do Fórum Privilegiado: fim das relações diplomáticas com o outro fórum a não ser que haja fusão
- revitalização do mini-chat: o mini-chat vai voltar pra home e todos os candidatos a moderação serão submetidos a uma sabatina ao vivo na plataforma
- fim do puxa saquismo: banimento do usuário Ramyen
- fim da dublagem Maga no Multishow: todos os episódios das séries Chaves e Chapolin serão imediatamente redublados (clipes inclusos)
- fim do privilégio na administração: votos de moderadores terão o mesmo peso que o de administradores em votações internas
- fim dos debates chatos: os debates para a moderação serão organizados por Fabio em uma gincana de #afazendaconectada
- fim da mamata (spoiler: ela vai acabar): moderadores que tiverem posturas autoritárias serão punidos da mesma forma com que se punem usuários comuns
- criação do mandato colaborativo: a moderação não pode ser de 1 usuário, dessa forma, propostas e ideias poderão ser apresentadas num tópico específico. As postagens que tiverem mais respostas ou curtidas serão levadas imediatamente a votação na Politura.
- legalização do flood: chega de critérios autoritários para definir o que é o que não é útil.
#BgsDNV, quem conhece confia!
coligação pela renovação do FCH
Último livro que eu li.É legal para quem curte futebol do interior de São paulo.O autor,inclusive é dono de uma loja que vende revistas antigas,e foi incentivado por mim a escrever.