DC Comics

Tópico para falar de Batman, Mulher Maravilha, Superman, Lanterna Verde, Flash, Aquaman e outros super-heróis da DC

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Re: DC Comics

Mensagem por E.R » 17 Mai 2013, 12:22

http://www.techtudo.com.br/jogos/notici ... ailer.html

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O jogo Batman : Arkham Origins ganhou seu primeiro vídeo, que mostra um confronto entre o Homem-Morcego e o vilão Exterminador.

[youtube16x9]
O trailer apresenta apenas cenas em computação gráfica. Batman : Arkham Origins sai em 25 de outubro de 2013, para PC, Xbox 360, PS3 e Wii U.
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Re: DC Comics

Mensagem por E.R » 21 Mai 2013, 21:46


Mais um novo trailer do jogo Batman : Arkham Origins.
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Re: DC Comics

Mensagem por E.R » 06 Jun 2013, 04:51

Cenas de Superman : O Homem de Aço.


Kal-El conversa com Lois Lane.


General Zod.
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Re: DC Comics

Mensagem por E.R » 09 Jun 2013, 10:22

Acabei comprando o Injustice (que aliás, tem uma jogabilidade muito boa) e junto vem um blu-ray da Liga da Justiça com uma história sensacional.

Destaque para o Batman, paranóico, metódico e com um senso de justiça e sinceridade absurdas.

E o Waldir Fiori dublou o Alfred, deve ter sido um dos últimos trabalhos dele.
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Re: DC Comics

Mensagem por E.R » 11 Jun 2013, 16:05

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“No meu planeta, este S é o símbolo da esperança.” A frase do Super-Homem de Henry Cavill para a forte e decidida Lois Lane de Amy Adams em “Superman : O Homem de Aço” explica mais do que o famoso brasão que o herói carrega no peito.

O filme de Zack Snyder estreia na sexta-feira, nos Estados Unidos (e só no dia 12 de julho de 2013 no Brasil), cercado de expectativas.

Além de reanimar a franquia do super-herói, combalida após o fracasso da versão de Brian Synger, de 2006, o filme tem a obrigação de funcionar como gancho para o aguardado longa-metragem da “Liga da Justiça”.

O grupo de heróis da DC Comics, que reúne ainda Batman, Mulher-Maravilha, entre outros, funcionaria exatamente nos moldes do que a rival Marvel fez com seus “Vingadores” em 2012, filme pelo qual faturou mais de US$ 1,5 bilhão no mundo todo.

— O filme da “Liga da Justiça” depende do desempenho de “O Homem de Aço”. Acho que ainda temos mais a contar sobre o Superman e não tem como a “Liga da Justiça” existir sem ele, né ? Não dá para fazer um filme desses deixando as origens dele para trás, e foi isso o que fizemos — conta Brian Snyder, em entrevista a O GLOBO, quase sem voz por conta dos eventos de divulgação do longa, que custou em torno de US$ 225 milhões.

Diretor das adaptações dos quadrinhos “Watchmen” e “300”, Brian Snyder deposita parte da esperança de um futuro melhor para a franquia em Henry Cavill, o ator escolhido para envergar o manto azul (dessa vez mais escuro e sem a cueca vermelha por cima da calça), encarnando o herói na fase adulta (outros três atores entre 9 e 13 anos representam a infância do personagem).

O diretor Zack Snyder tem em “O Homem de Aço” a responsabilidade de recomeçar tudo do zero. No ano em que o super-herói mais famoso do mundo completa seu 75º aniversário, Snyder, de 47, precisou modernizar e adicionar mais ação à história contada na primeira leva de filmes sobre Kal-El/Clark Kent. A mais clássica delas sendo a série que começou com direção de Richard Donner, tendo Christopher Reeve no papel principal e lançada a partir de 1978.

— Já me perguntaram se o Superman é legal, e eu sempre respondo: “Fazer a coisa certa não é legal ?”. Esse filme explica os porquês desse homem, as decisões que ele toma. Não dá para pular a parte da educação que os pais terrenos dão para ele, porque senão você não identifica os motivos das atitudes dele quando adulto. Para mim, o mais importante não era mostrar Clark Kent quando criança e sim o que Jonathan Kent (personagem de Kevin Costner) ensina a ele. Assim, você vê suas cenas já como Supermane se liga : “Ah, então é por isso que ele está agindo assim”.

Ao trazer de volta o General Zod (vilão interpretado por Terrence Stamp em 1978 e dessa vez encarnado por um amedrontador Shannon), Snyder quis que o herói enfrentasse riscos reais.

— Quando você tem um super-herói quase invencível, é bom que o vilão seja alguém que represente uma verdadeira ameaça física para ele. Quando o Superman descobre Zod, ele está, na verdade, se descobrindo. Eles vêm do mesmo lugar, têm os mesmos poderes e Zod tem a vantagem de afetar a moral do herói. Ele diz: “Nós somos a mesma cois a! Você não vai se juntar a mim, vai preferir ficar ao lado desses humanos? Eles são um saco!”. Fisicamente e psicologicamente, ele é um bom inimigo — justifica o diretor.
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Re: DC Comics

Mensagem por E.R » 13 Jun 2013, 14:35

http://www.techtudo.com.br/jogos/notici ... teste.html

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Em Batman : Arkham Origins, o cenário permanece tão sombrio quanto nos jogos anteriores da série, como não poderia ser diferente. A névoa, o clima noir e, logicamente, os criminosos estão todos lá.

O Batman que encarnamos para explorar o mundo aberto criado pelos desenvolvedores da WB Games Montréal é mais jovem, ainda no começo de sua carreira, e tudo reflete isso. Desde a falta de experiência até a voz do personagem, passando pelos novos amigos e inimigos que ele encontra.


Mas se na trama o título dá um passo atrás, na jogabilidade o avanço é nítido. A resposta do sistema de luta está bem mais fluida e novos golpes entram em cena. Com a violência do herói em destaque, até para reforçar a história do jogo e a falta de experiência de Batman, os golpes são mais rústicos e podemos ver ataques como telefones e uma manobra que lembrou muito um armlock voador.

Novos equipamentos também entram em cena. O destaque é a arma que possibilita lançar um cabo de aço teleguiado. Com ele, o jogador pode criar um tipo de corda bamba e atravessar salas por cima dos inimigos sem ser percebido. O mesmo cabo de aço pode ser lançado nos próprios bandidos e já deixá-los inconscientes com facilidade.

Durante o teste, dois tipos de inimigos principais foram apresentados. Um deles, com uma armadura bastante resistente, só pode ser vencido com o uso do chamado super stun, manobra que atordoa o oponente e possibilita quebrarmos suas defesas com pancadas precisas.

Já o artista marcial só pode ser derrotado com contragolpes sucessivos, o que mostra a riqueza de movimentos de luta do personagem.

Novos detalhes sobre a trama do jogo não foram revelados, mas a investigação é parte crucial. Com o modo detetive é possível recriar eventos e coletar pistas para entender os acontecimentos de momentos chave. Além disso, missões paralelas vão aparecendo a todo momento, o que expande as possibilidade de interagir com o mundo aberto e os criminosos que tomam conta de Gotham.
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Re: DC Comics

Mensagem por E.R » 18 Jun 2013, 04:04

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Re: DC Comics

Mensagem por E.R » 20 Jun 2013, 08:57

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Para mim um dos aspectos mais interessantes de Superman : o Homem de Aço é seu impacto sobre o futuro da Warner. E, por consequência, seu impacto em toda a indústria, já que a Warner tem a maior fatia do mercado.

Com um orçamento de 225 milhões de dólares, O Homem de Aço não poderia ter feito menos do que fez em sua estreia recordista. Esse é um dos dramas do mega-cinemão : em filmes destas dimensões, um retorno que não é super, é um fracasso.

A rede de segurança para algo como Homem de Aço são as ações de merchandising, parcerias e colocação de produto que, somados aos 128.6 milhões de dólares da bilheteria norte-americana, já cobriram dois terços do orçamento, um total de 170 milhões de dólares. O terço que falta virá, não tenho dúvida.

O lucro ? Mais uma vez, do mercado externo.

A questão : Durante quanto tempo mais este modelo de produção/retorno em larga escala será sustentável ? O que acontece com um estúdio quando um, apenas um desses mega-jumbos só se paga parcialmente, mesmo com altas bilheterias ?

A Warner, que tem um novo presidente desde o começo do ano, Kevin Tsujihara, vindo do home entertainment, está avaliando se quer assumir 100% da propriedade dos mega-projetos – ou seja, 100% do risco – para ter um retorno de 100% de receita. Homem de Aço é a principal cobaia dessa observação.

É muito difícil fazer filme de super-herói. Para começar eles são super, existindo numa espécie de hiperrealidade na qual várias gerações depositaram suas aspirações, desejos, frustrações, ambições. Para piorar, suas biografias e perfis são constantemente reescritos, na medida em que as décadas rolam, e a sociedade, os leitores e leitoras, os desejos e frustrações mudam. E para tornar tudo ainda mais complicado, muitos de nós, colocamos neles – nos super-heróis e suas mutáveis biografias – o tipo de religiosidade e fé que, em outras arenas, são reservadas a textos sagrados.

Super-Homem é um super-herói ainda mais difícil. Ele não é humano, pra começar. E, com uma única exceção, é invencível. Pergunte a qualquer pessoa que escreve em qualquer meio o que é ter um herói sem fraquezas. Não é brincadeira não. Até mesmo os gregos da era clássica, pioneiros na concepção do super-herói, deram um calcanhar para Aquiles e um veneno poderoso para Hércules. Porque o poder ser derrotado é o que mais nos aproxima da vontade de gostar profundamente dos nossos super-heróis, e achar algo de nosso neles.

Num filme as coisas se complicam tremendamente, porque tem-se duas horas e trocados para tecer uma trama que prenda, encante e, de preferência, extasie a plateia. Através de sucessivos ciclos de filmes de super-heróis, dois caminhos se consagraram como soluções para o dilema de como atacar um gênero ao mesmo tempo tão difícil e tão popular :

- Levar na brincadeira. A coisa toda é absurda demais para ser atacada como um drama. Esses caras de malha e capa não podem estar se levando a sério. Quando funciona, temos Os Vingadores, de Joss Whedon.

- Levar totalmente a sério. Estamos de volta aos princípios da mitologia primordial, egípcia, babilônica, grega, e esses heróis são nossos Horus, Gilgamesh, Ulisses. Quando dá certo temos a trilogia Batman de Christopher Nolan. (especialmente O Cavaleiro das Trevas, onde o já imortal Coringa de Heath Ledger comenta exatamente a solenidade de Nolan : “Mas por que tão sério ?”)

Com tudo isso na cabeça, mais a alegria de apreciadora de um bom de filme de aventura, com ou sem super-herói, fui ver Homem de Aço (Man of Steel, Zack Snyder, 2013) querendo gostar , e gostar muito.

Sabendo que ali estavam dois realizadores com uma queda para levar as coisas muuuuito a sério – Nolan, produtor, e Zack Snyder, diretor – eu esperava um bom mergulho em toda a complexidade do mito Super-Homem, o alienígena que é a superação de todas as falhas humanas, o repositório das esperanças da humanidade.

Homem de Aço começa como o Super-Homem de 1978, de Richard Donner : em Krypton, sob a sombra dupla de um golpe de estado e da iminente destruição do planeta. A solução de Donner para Krypton, considerando os recursos da época, era simples mas elegante. Snyder partiu para o extremo oposto, com muito tudo, inclusive um estranho sotaque pseudo britânico para Russell Crowe como Jor-El.

O Zod de Michael Shannon fala como americano mas tem um corte de cabelo idêntico ao de Joaquin Phoenix como o Imperador Commodus, o que me fez pensar, por um segundo, que eu estava vendo Gladiador. Zod é uma boa escolha como nêmesis de Kal-El/Clark Kent, especialmente para o primeiro filme do que pode vir a ser um ciclo : Zod é um igual, um conterrâneo do herói. David Goyer, que escreveu Cavaleiro das Trevas Ressurge com Nolan, está basicamente reciclando a premissa do filme de Nolan, e usando alguns bons estratagemas para tornar o relacionamento entre Jor-El, Zod e Kal-El tão complexo quanto pode ser num filme deste tamanho.

Mas nem isso, nem a discrepância de sotaques, nem o cabelinho de Zod, conseguiram esmorecer minha vontade de gostar de Homem de Aço.

Nem mesmo quando a Fortaleza da Solidão passa a ser um dos lugares mais movimentados acima do cículo Ártico, ou quando somos apresentados a Clark Kent no que parece alguma cena perdida da série The Deadliest Catch, do Discover , eu me desiludi. Afinal, a destruição do planeta de Kal-El tinha sido espetacular, e o novo visual do Super-Homem, sem sunga vermelha e sem cachinho na testa, era bem bacana.

Ainda haveria mais um belo momento – o vôo inaugural do Super-Homem, sempre um momento-chave de todos os seus filmes, é especialmente emocionante aqui, graças à evolução dos efeitos digitais, que agora permitem, sem restrições de credibilidade, que Kal-El toque as estrelas.

A alegria, no entanto, durou pouco.

Muito rapidamente Homem de Aço se transforma numa sucessão sem trégua de destruições mega-barulhentas e intermináveis. Primeiro Smallville, depois Metropolis vêm abaixo, sempre com as marcas do merchandising em primeiro plano.

A demolição é pontuada por diálogos que um estudante de roteiro do primeiro ano ficaria encabulado de escrever e tudo é levado muito, muito, muito a sério.

Parece que todos estão participando de uma tragédia grega, mas isso não é o pior : o pior é que não há nenhum real drama humano, o gancho que nos prende, o mistério que nos encanta, a representação de um perigo real ameaçando personagens que aprendemos a gostar.

Homem de Aço destroi cidades inteiras sem envolver a plateia.

Pelas minhas contas, segundo o filme, Metropolis tem cerca de 24 habitantes apenas. E nenhum deles corre sério risco de coisa alguma, nem mesmo com o desabamento de todos os arranha-céus da vizinhança.

Em dado momento eu me vi perguntando, silenciosamente : nossa, isso é filme de Michael Bay ?

Fiquei triste.

Imaginei quantos executivos deram palpite, pediram “mais ação !”, “mais efeitos !”

Imaginei o que teria acontecido para que tantos bons atores – Michael Shannon, por exemplo – estejam tão mal aproveitados.

A coisa mais brilhante de Homem de Aço é sua campanha de marketing, e essa, somada aos nomes de Nolan, Snyder e do Super-Homem vai garantir uma bilheteria séria. Não sei se será o bilhão que a Warner está esperando, e que poderia garantir a franquia, sem dúvida.

Espero que venha aí mais um. Ou dois. E que os realizadores, sejam eles quem forem, possam nos oferecer tudo o que o mito sugere e promete. Mas até lá…
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Re: DC Comics

Mensagem por E.R » 20 Jun 2013, 16:27

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Vi hoje na internet o filme Superman : O Homem de Aço e não vejo a hora de ver o filme no cinema (com imagem em alta definição e com o 3-D).

O elenco do filme é excelente !

E, o que gostei muito, o General Zod tem motivos pra agir daquela maneira (tentar um golpe de Estado e ao ver Jor-El e Kal-El negarem se aliar a eles, ficar contra eles). O comportamento do vilão é explicado desde o começo do filme (o comportamento de Kal-El é explicado durante o filme).

Espero que na continuação, daqui a alguns anos, escolham um vilão tão bom quanto no próximo filme (tipo o Apocalypse).

As cenas de ação do filme (especialmente as cenas finais) funcionam muito bem.

Podem ir ao cinema tranquilos, é um filme que respeita o Superman das histórias em quadrinhos (ao contrário infantil Homem de Ferro 3).
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Re: DC Comics

Mensagem por E.R » 21 Jun 2013, 10:04

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Re: DC Comics

Mensagem por E.R » 23 Jun 2013, 14:21

Na minha opinião, o vilão Lex Luthor precisava de um filme próprio, para a sua história ser contada (claro que teria que ter o Kal-El, como Clark Kent e Superman). Achei que quando o vilão foi retratado no cinema, foi retratado de forma infantil.

No "O Homem de Aço" o vilão foi o General Zod.

Nos próximos dois filmes do Superman, colocaria vilões como Apocalipse e Darkseid.

E, depois, aí sim, faria um filme sobre o Lex.

Antes de ter um filme da Liga da Justiça, teriam que ter um um novo filme do Lanterna Verde (com Parallax e Sinestro como vilões) , um filme do Flash (com o vião O Rival) e um novo filme do Batman (com outro ator e com Pinguim e Máscara Negra como os vilões. A história contaria novamente a origem de Bruce, mas, desta vez, de forma mais parecida com a dos quadrinhos (sem aquela sub-história do Ra's Al Ghul, do roteiro de Batman Begins) . O Roman e o Bruce seriam mostrados como amigos na infância, e depois a história original do Máscara Negra seria contada (já com Bruce de volta a Gotham, depois de viajar pelo mundo). O Pinguim, ao contrário do que aconteceu em Batman : O Retorno, seria mostrado como é nos quadrinhos, um empresário mau caráter e com ligações com a máfia).

Deixaria para introduzir a Mulher Maravilha e outros heróis depois.

Faria o primeiro filme da Liga da Justiça só com 4 heróis : Batman, Lanterna Verde, The Flash e Superman.

Daí, depois do filme solo do vilão Lex Luthor, ele (Lex Luthor) seria o grande vilão da Liga da Justiça e se juntaria com alguns inimigos do Batman, que seriam contratados pelo próprio Lex Luthor : tais como o Exterminador e o Mr.Freeze (Sr. Frio ou Senhor Gelado). Lex também se aliaria ao vilão Sinestro para tentar destruir o Lanterna Verde e o Superman.

Não acho bom colocar mais de 4 heróis no primeiro filme.

Apesar de saber que a Liga da Justiça teve 6 integrantes fundadores.
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Re: DC Comics

Mensagem por E.R » 25 Jun 2013, 05:51

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Re: DC Comics

Mensagem por Buthel » 26 Jun 2013, 17:24

Fui ver somente ontem na Record News o trabalho do Hospital A.C. Camargo usando os heróis da DC Comics no tratamento das crianças. Ideia sensacional.
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Re: DC Comics

Mensagem por Fábio » 26 Jun 2013, 18:05

Não acho certo alterarem o Batman caso façam outro filme.

Sou a favor do Christian Bale em Liga da Justiça. Talvez o Lanterna Verde do Ryan Reynolds também possa ser mantido também.

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Re: DC Comics

Mensagem por Cavallari » 28 Jun 2013, 23:54

O Batman do Bale acabou, fechou o ciclo dele de maneira ótima, não precisa massacrar o personagem.
Pode muito bem começar o Batman de novo, ele é um herói que precisa se oxigenar, já chegou no limite.

E o filme do lanterna verde é muito ruim, não dá pra usar esse cara.

O ideal era que eles tivesse feito um planejamento. Lá naquele Hulk de 2008 com o Edward Norton, já se tinha um gancho no pós crédito para algo que estava por vir.
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