Não concordo. Ele não tinha a obrigação de voltar para confessar o erro. Se não tivesse voltado, não seria preso. Mas invés do rapaz do mercado negociar com ele, chamou a polícia e lhe multou num valor 250 vezes maior que o furto. Deveria apenas ser multado, e num valor menor.Fabão escreveu:Esse sim é um bom exemplo. Roubou, vai pro xilindró. Aqui infelizmente reina a impunidade.
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Victor235
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Re: Mundo
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Mundo
Ah, ótimo. Então se um assassino confessar que cometeu o crime ele não deve ser punido? Ele também não teria obrigação de confessar...
Confissão pode levar no máximo a uma redução de pena, não a um perdão.
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Marcos Albino
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Re: Mundo
Oras, roubo é roubo, seja um galinha do vizinho ou um banco, não muda o fato de ser roubo.
Agora a punição é discutível, mas que tem que ter punição tem.
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Re: Mundo
Sim, mas como eu disse o objetivo de roubar uma tv é vendê-la. O fim é o dinheiro, um bem intangível que tem seu valor de uso em seu valor de troca. Um tipo de motivação assim não tem limites, pois quanto mais se tem dinheiro melhor: mais trocas se pode fazer e mais bens se obter. Mas um chocolate? O valor de uso de chocolate é o seu sabor, e a necessidade humana de chocolate é bastante limitada. Pode ser que ele seja viciado e roube todos os dias, mas não há provas disso.Fabão escreveu:Se ele roubasse uma televisão o gasto com a prisão também seria maior que o prejuízo.
A meu ver a punição tem que ser pelo crime, e não pelo valor. Claro que não é o mesmo roubar um chocolate e roubar milhões, mas delitos menores não podem ser sinônimo de impunidade ou punição branda.
Isso chama-se princípio de proporcionalidade, se não me engano.
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Victor235
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Re: Mundo
Não. Deve ser punido quem seja uma ameaça para a sociedade. Este sujeito, confessando que pegou o chocolate, e caso garantiu que não fará mais, "encerrou" seu próprio caso. Era simplesmente para pagar uma multa e se acertar com o dono do mercado. Se ele tivesse matado, roubado algo de grande valor, invadido uma casa... aí sim deveria ser punido - mesmo com a confissão - como lição e para evitar que seja uma ameaça para outras pessoas. Menos dois reais no bolso do capitalista não é a ameaça para ninguém, não havia necessidade da pena. Era só se acertar com o dono do mercado, sem polícia envolvida.Fabão escreveu:Ah, ótimo. Então se um assassino confessar que cometeu o crime ele não deve ser punido? Ele também não teria obrigação de confessar...
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Re: Mundo
Aí é opção do dono do mercado. Se houve o crime ele pode sim acionar a polícia, como fez.
Imagine se todo mundo começa a pegar chocolates no mercado sem pagar... Não dá, né?
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Re: Mundo
Sim, filho, mas há penalidades diferentes para determinados crimes ou mesmo casos diferentes de um mesmo tipo de crime. Por exemplo, assassinato nem sempre rende a mesma pena; se por motivo torpe, muitos anos, se por legítima defesa, talvez nenhum. O mesmo para todos os crimes, por isso existe julgamento. Senão não haveriam advogados, promotores e juízes, apenas uma tabelinha com os crimes e as respectivas penas, aliás, como nos tempos feudais.
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Re: Mundo
Mas isso eu já havia dito...
O que está em discussão é se a confissão deveria ser motivo para não punir o meliante ou não denunciar o crime. O que a meu ver não é o caso.Fabão escreveu:Claro que não é o mesmo roubar um chocolate e roubar milhões, mas delitos menores não podem ser sinônimo de impunidade ou punição branda.
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Victor235
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Re: Mundo
Pode, mas sua consciência não deveria permitir que o fizesse.Fabão escreveu:Aí é opção do dono do mercado. Se houve o crime ele pode sim acionar a polícia, como fez.
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Re: Mundo
Chávez diz que votaria em Obama se fosse americano
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que seu colega americano, Barack Obama, votaria nele se fosse venezuelano. Em entrevista transmitida no domingo, 30, pela TV estatal, ele afirmou que faria o mesmo se fosse americano.
"Eu espero que isso não o prejudique, mas se eu fosse americano, eu votaria em Obama", disse Chávez. "Obama é um bom sujeito. Eu acho que, se ele fosse de Barlovento (uma das regiões mais pobres do país) ou de algum bairro de Caracas, ele votaria em Chávez."
Na entrevista, Chávez agradeceu o presidente americano pelo recente comentário feito por ele, o qual dizia que a Venezuela não representava "nenhuma ameaça aos interesses dos Estados Unidos", um fato que foi duramente criticado pelo candidato republicano Mitt Romney.
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 8276,0.htm
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que seu colega americano, Barack Obama, votaria nele se fosse venezuelano. Em entrevista transmitida no domingo, 30, pela TV estatal, ele afirmou que faria o mesmo se fosse americano.
"Eu espero que isso não o prejudique, mas se eu fosse americano, eu votaria em Obama", disse Chávez. "Obama é um bom sujeito. Eu acho que, se ele fosse de Barlovento (uma das regiões mais pobres do país) ou de algum bairro de Caracas, ele votaria em Chávez."
Na entrevista, Chávez agradeceu o presidente americano pelo recente comentário feito por ele, o qual dizia que a Venezuela não representava "nenhuma ameaça aos interesses dos Estados Unidos", um fato que foi duramente criticado pelo candidato republicano Mitt Romney.
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 8276,0.htm
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Re: Mundo
http://ultimosegundo.ig.com.br/revoltam ... mento.html

O Parlamento da Líbia aprovou neste domingo uma medida que retira do cargo o recém-eleito primeiro-ministro do país, Mustafa Abu Shagur. Ele foi o primeiro premiê eleito do país desde a queda do ex-líder Muamar Kadafi, que foi morto em outubro.

O Parlamento da Líbia aprovou neste domingo uma medida que retira do cargo o recém-eleito primeiro-ministro do país, Mustafa Abu Shagur. Ele foi o primeiro premiê eleito do país desde a queda do ex-líder Muamar Kadafi, que foi morto em outubro.



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Re: ARGENTINA
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 2333,0.htm
A pobreza existente na Argentina pode ser seis vezes superior àquela admitida pelo governo da presidente Cristina Kirchner.
A afirmação é da Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE), que elaborou pesquisa paralela aos números do governo que sustenta que a pobreza real assolaria 37,4% dos argentinos, o equivalente a 9,42 milhões de pessoas. Desse total, 9,3% seriam indigentes.
No entanto, segundo o governo, a proporção de pobres atualmente é mínima, já que seria de apenas 6,5%, sendo 1,7% indigentes. Desta forma, de acordo com os números oficiais, existiriam somente 2,3 milhões de pobres, enquanto que os indigentes não passariam de 600 mil pessoas.
Mas os dados, elaborados pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) - organismo sob intervenção do governo - são suspeitos de manipulação.
A ATE, que reúne a maior parte dos sindicatos do funcionalismo público, preparou a estatística extraoficial com a colaboração de ex-funcionários do Indec, removidos de seus postos depois da intervenção federal.
O índice de pobreza de 37,4% tem como base a cesta de consumo básico da cidade de Buenos Aires. A ATE também calculou a pobreza levando em conta a criticada cesta básica do Indec. Nesse caso, a pobreza seria de 18,2%. A indigência assolaria 4% dos argentinos.
Outro relatório, da Universidade Católica Argentina (UCA), sustenta que a pobreza atinge 21,9% da população.
O Indec também é acusado de manipular o índice de inflação. O cálculo oficial mostra que a inflação acumulada dos últimos 12 meses é de 9,9%. No entanto, economistas independentes, empresários, sindicatos e associações de defesa dos consumidores consideram que o índice está sendo manipulado desde os últimos meses do governo de Nestor Kirchner, em 2007, e que a inflação real acumulada entre agosto de 2011 e o mesmo mês deste ano é de 23,2%.
Há uma semana, a presidente Cristina Kirchner criticou os economistas que elaboram um cálculo rival do Indec : "Se a inflação fosse de 25% o país explodiria pelos ares, pois não poderíamos sustentar o crescimento".
Na contramão da Casa Rosada, a consultoria Broda calcula que a inflação neste ano ficará entre 28% e 30%. Os economistas independentes sustentam que a inflação de setembro estaria ao redor de 2%. A expectativa no mercado é que o Indec anuncie uma inflação inferior a 0,9% para o mês passado.
A pobreza existente na Argentina pode ser seis vezes superior àquela admitida pelo governo da presidente Cristina Kirchner.
A afirmação é da Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE), que elaborou pesquisa paralela aos números do governo que sustenta que a pobreza real assolaria 37,4% dos argentinos, o equivalente a 9,42 milhões de pessoas. Desse total, 9,3% seriam indigentes.
No entanto, segundo o governo, a proporção de pobres atualmente é mínima, já que seria de apenas 6,5%, sendo 1,7% indigentes. Desta forma, de acordo com os números oficiais, existiriam somente 2,3 milhões de pobres, enquanto que os indigentes não passariam de 600 mil pessoas.
Mas os dados, elaborados pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) - organismo sob intervenção do governo - são suspeitos de manipulação.
A ATE, que reúne a maior parte dos sindicatos do funcionalismo público, preparou a estatística extraoficial com a colaboração de ex-funcionários do Indec, removidos de seus postos depois da intervenção federal.
O índice de pobreza de 37,4% tem como base a cesta de consumo básico da cidade de Buenos Aires. A ATE também calculou a pobreza levando em conta a criticada cesta básica do Indec. Nesse caso, a pobreza seria de 18,2%. A indigência assolaria 4% dos argentinos.
Outro relatório, da Universidade Católica Argentina (UCA), sustenta que a pobreza atinge 21,9% da população.
O Indec também é acusado de manipular o índice de inflação. O cálculo oficial mostra que a inflação acumulada dos últimos 12 meses é de 9,9%. No entanto, economistas independentes, empresários, sindicatos e associações de defesa dos consumidores consideram que o índice está sendo manipulado desde os últimos meses do governo de Nestor Kirchner, em 2007, e que a inflação real acumulada entre agosto de 2011 e o mesmo mês deste ano é de 23,2%.
Há uma semana, a presidente Cristina Kirchner criticou os economistas que elaboram um cálculo rival do Indec : "Se a inflação fosse de 25% o país explodiria pelos ares, pois não poderíamos sustentar o crescimento".
Na contramão da Casa Rosada, a consultoria Broda calcula que a inflação neste ano ficará entre 28% e 30%. Os economistas independentes sustentam que a inflação de setembro estaria ao redor de 2%. A expectativa no mercado é que o Indec anuncie uma inflação inferior a 0,9% para o mês passado.



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Re: América Latina
http://noticias.terra.com.br/mundo/noti ... antes.html
O presidente do Paraguai, Federico Franco, disse que está confiante na possibilidade do fim da suspensão, imposta ao país pelo Mercosul, antes de abril de 2013.
Segundo ele, conversas com autoridades dos governos do Brasil e do Uruguai indicam que há possibilidade de reverter a situação nos próximos meses. O Paraguai está suspenso do Mercosul há pouco mais de três meses.
"Os chanceleres Antonio Patriota Brasil e Luis Almagro Uruguai parecem entender que o Paraguai está se tornando cada vez mais necessário para a região. Temos o que é mais valioso, o mais necessário do Mercosul, que é a nossa energia ", disse Federico Franco.
"Mais cedo ou mais tarde o Paraguai pode ser reintegrado e reconhecido como um livre, soberano e independente, considerando sua relevância."
Para os líderes políticos do Mercosul, o Paraguai quebrou a ordem democrática durante o processo de impeachment do então presidente paraguaio, Fernando Lugo, em 22 de junho. Lugo foi destituído do poder em menos de 24 horas, o que para as autoridades sul-americanas demonstrou que não foi dado prazo a ele para se defender.
Desde junho, o governo paraguaio tenta reverter a suspensão tanto no Mercosul como também na União de Nações Sul-Americanas (Unasul). As autoridades do Paraguai negam irregularidades no processo de destituição de Lugo e alegam que a ordem democrática foi seguida e a Constituição respeitada.
O presidente do Paraguai, Federico Franco, disse que está confiante na possibilidade do fim da suspensão, imposta ao país pelo Mercosul, antes de abril de 2013.
Segundo ele, conversas com autoridades dos governos do Brasil e do Uruguai indicam que há possibilidade de reverter a situação nos próximos meses. O Paraguai está suspenso do Mercosul há pouco mais de três meses.
"Os chanceleres Antonio Patriota Brasil e Luis Almagro Uruguai parecem entender que o Paraguai está se tornando cada vez mais necessário para a região. Temos o que é mais valioso, o mais necessário do Mercosul, que é a nossa energia ", disse Federico Franco.
"Mais cedo ou mais tarde o Paraguai pode ser reintegrado e reconhecido como um livre, soberano e independente, considerando sua relevância."
Para os líderes políticos do Mercosul, o Paraguai quebrou a ordem democrática durante o processo de impeachment do então presidente paraguaio, Fernando Lugo, em 22 de junho. Lugo foi destituído do poder em menos de 24 horas, o que para as autoridades sul-americanas demonstrou que não foi dado prazo a ele para se defender.
Desde junho, o governo paraguaio tenta reverter a suspensão tanto no Mercosul como também na União de Nações Sul-Americanas (Unasul). As autoridades do Paraguai negam irregularidades no processo de destituição de Lugo e alegam que a ordem democrática foi seguida e a Constituição respeitada.








