Mas em Cuba pode, né?E.R escreveu:
Antônio Patriota - Não há mais espaço para aventuras antidemocráticas na nossa região(...)
Mundo
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Re: América Latina
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Re: Mundo
3 grupos dissidentes se unem na Irlanda do Norte para criar novo IRA
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/ ... o-ira.html
Três dos quatro grupos dissidentes do já inativo Exército Republicano Irlandês (IRA), opostos ao processo de paz na Irlanda do Norte, anunciaram nesta sexta-feira (27) a formação de uma nova organização para prosseguir com a luta armada.
Em comunicado enviado hoje ao diário "The Guardian", a nova organização terrorista assinala que criou uma "estrutura unificada sob um só comando para servir como um Exército Republicano Irlandês".
O grupo armado reúne principalmente integrantes do IRA Autêntico, separado do IRA em 1997 e responsável um ano depois pelo atentado de Omagh - no qual morreram 29 pessoas -, enquanto ficou de fora o IRA Continuidade, o outro grande grupo dissidente.
A coalizão se completa com voluntários da Ação Republicana Contra as Drogas (RAAD), que opera na cidade de Derry, e de um grupo de facções republicanas independentes localizadas em Belfast e zonas rurais, conhecido como Óglaigh na hÉireann.
Segundo o The Guardian, entre os três estão "várias centenas" de efetivos, incluídos integrantes do já inativo IRA em Derry.
A nova organização, aponta o diário, deverá unir forças para aumentar o número de ataques contra as forças de segurança e outros alvos britânicos na região. "Nos últimos anos, o estabelecimento de uma Irlanda livre e independente sofreu contratempos devido ao fracasso da liderança do nacionalismo irlandês e à fratura interna do republicanismo", diz o comunicado.
Com essas palavras, o grupo faz referência às divisões criadas no movimento republicano desde que o antigo braço político do IRA, o Sinn Féin, decidiu abandonar as armas e perseguir seus objetivos por meios democráticos.
Três dos quatro grupos dissidentes do já inativo Exército Republicano Irlandês (IRA), opostos ao processo de paz na Irlanda do Norte, anunciaram nesta sexta-feira (27) a formação de uma nova organização para prosseguir com a luta armada.
Em comunicado enviado hoje ao diário "The Guardian", a nova organização terrorista assinala que criou uma "estrutura unificada sob um só comando para servir como um Exército Republicano Irlandês".
O grupo armado reúne principalmente integrantes do IRA Autêntico, separado do IRA em 1997 e responsável um ano depois pelo atentado de Omagh - no qual morreram 29 pessoas -, enquanto ficou de fora o IRA Continuidade, o outro grande grupo dissidente.
A coalizão se completa com voluntários da Ação Republicana Contra as Drogas (RAAD), que opera na cidade de Derry, e de um grupo de facções republicanas independentes localizadas em Belfast e zonas rurais, conhecido como Óglaigh na hÉireann.
Segundo o The Guardian, entre os três estão "várias centenas" de efetivos, incluídos integrantes do já inativo IRA em Derry.
A nova organização, aponta o diário, deverá unir forças para aumentar o número de ataques contra as forças de segurança e outros alvos britânicos na região. "Nos últimos anos, o estabelecimento de uma Irlanda livre e independente sofreu contratempos devido ao fracasso da liderança do nacionalismo irlandês e à fratura interna do republicanismo", diz o comunicado.
Com essas palavras, o grupo faz referência às divisões criadas no movimento republicano desde que o antigo braço político do IRA, o Sinn Féin, decidiu abandonar as armas e perseguir seus objetivos por meios democráticos.
Mulher de líder norte-coreano foi cantora e líder de torcida
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/ ... rcida.html

Após meios de comunicação estatais da Coreia do Norte terem informado na quarta-feira, pela primeira vez, o matrimônio do líder Kim Jong-um com uma “mulher misteriosa”, da qual não foram revelados maiores detalhes, informações sobre a primeira-dama Ri Sol-ju começaram a vir à tona.
Um novo vídeo divulgado nesta quinta-feira (26), mostra a ex-cantora de 24 anos de braços dados com Jong Un, num raro momento de demonstração de carinho entre os dois. Segundo a emissora norte-americana ABC, analistas sul-coreanos acreditam que o objetivo é passar a imagem de um líder “estável e paternal”.
Jong Un, 28, que chegou ao poder após a morte do pai, Kim Jong Il em dezembro, é filho da quarta esposa do ex-líder, a dançarina Koh Young-Hee. Ao contrário do filho, no entanto, Jong Il nunca apareceu em público com nenhuma das mulheres.
A nova primeira-dama é uma cantora popular que já se apresentou algumas vezes nos últimos anos. Os dois se casaram em 2009, e ela visitou a Coreia do Sul em uma oportunidade, informou um parlamentar de Seul nesta quinta-feira (26).
Segundo o Serviço Nacional de Informação da Coreia do Sul, os dois já teriam um filho, informação não divulgada oficialmente pelo fechado regime norte-coreano.
Filha de uma família de classe média, Ri fez todo o ensino fundamental e médio em Pyongyang e também estudou na China, onde se graduou em canto.
A visita a Coreia do Sul ocorreu em 2005, como integrante de uma equipe de líderes de torcida no Campeonato Atlético da Ásia em Incheon, diz a agência de inteligência. Junto com as outras 89 líderes de torcida, a nova primeira-dama usava boné Nike e também participou de um jantar com autoridades sul-coreanas.
Ri também tem chamado a atenção dos coreanos por seus modelos coloridos e atualizados com a moda, num país onde a maior parte das mulheres públicas preferem vestimentas recatadas e em tons de cinza ou preto.

Após meios de comunicação estatais da Coreia do Norte terem informado na quarta-feira, pela primeira vez, o matrimônio do líder Kim Jong-um com uma “mulher misteriosa”, da qual não foram revelados maiores detalhes, informações sobre a primeira-dama Ri Sol-ju começaram a vir à tona.
Um novo vídeo divulgado nesta quinta-feira (26), mostra a ex-cantora de 24 anos de braços dados com Jong Un, num raro momento de demonstração de carinho entre os dois. Segundo a emissora norte-americana ABC, analistas sul-coreanos acreditam que o objetivo é passar a imagem de um líder “estável e paternal”.
Jong Un, 28, que chegou ao poder após a morte do pai, Kim Jong Il em dezembro, é filho da quarta esposa do ex-líder, a dançarina Koh Young-Hee. Ao contrário do filho, no entanto, Jong Il nunca apareceu em público com nenhuma das mulheres.
A nova primeira-dama é uma cantora popular que já se apresentou algumas vezes nos últimos anos. Os dois se casaram em 2009, e ela visitou a Coreia do Sul em uma oportunidade, informou um parlamentar de Seul nesta quinta-feira (26).
Segundo o Serviço Nacional de Informação da Coreia do Sul, os dois já teriam um filho, informação não divulgada oficialmente pelo fechado regime norte-coreano.
Filha de uma família de classe média, Ri fez todo o ensino fundamental e médio em Pyongyang e também estudou na China, onde se graduou em canto.
A visita a Coreia do Sul ocorreu em 2005, como integrante de uma equipe de líderes de torcida no Campeonato Atlético da Ásia em Incheon, diz a agência de inteligência. Junto com as outras 89 líderes de torcida, a nova primeira-dama usava boné Nike e também participou de um jantar com autoridades sul-coreanas.
Ri também tem chamado a atenção dos coreanos por seus modelos coloridos e atualizados com a moda, num país onde a maior parte das mulheres públicas preferem vestimentas recatadas e em tons de cinza ou preto.
Pior tempestade em 60 anos mata 77 em Pequim, diz agência estatal
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/ ... equim.html
O número de mortos na tempestade mais pesada de Pequim em seis décadas chegou a 77 após equipes de resgate encontraram mais corpos, disse a agência oficial de notícias Xinhua nesta quinta-feira (26), citando o governo municipal da cidade.
A contagem é contestada por habitantes, que citam pelo menos 300 mortes só sudoeste de Fangshan, a área mais atingida da capital.
A tempestade de sábado (21) inundou estradas de Pequim e afogou motoristas presos em ruas alagadas.
Muitos moradores recorreram a microblogs populares no país para criticar o sistema de drenagem mal gerido na capital chinesa, que se orgulha de ter auto-estradas modernas e arranha-céus.
Algumas fotos postadas mostram a histórica Cidade Proibida incólume pela enchente graças aos seus sistemas de drenagem eficientes construídos há cerca de 600 anos.
O governo municipal estimou os danos em torno de 12 bilhões de yuans (R$ 3,8 bilhões), segundo a mídia estatal.
As equipes de resgate estavam tentando recuperar corpos dos destroços e dos rios no sudoeste de Fangshan, a agência acrescentou.
O número de mortos na tempestade mais pesada de Pequim em seis décadas chegou a 77 após equipes de resgate encontraram mais corpos, disse a agência oficial de notícias Xinhua nesta quinta-feira (26), citando o governo municipal da cidade.
A contagem é contestada por habitantes, que citam pelo menos 300 mortes só sudoeste de Fangshan, a área mais atingida da capital.
A tempestade de sábado (21) inundou estradas de Pequim e afogou motoristas presos em ruas alagadas.
Muitos moradores recorreram a microblogs populares no país para criticar o sistema de drenagem mal gerido na capital chinesa, que se orgulha de ter auto-estradas modernas e arranha-céus.
Algumas fotos postadas mostram a histórica Cidade Proibida incólume pela enchente graças aos seus sistemas de drenagem eficientes construídos há cerca de 600 anos.
O governo municipal estimou os danos em torno de 12 bilhões de yuans (R$ 3,8 bilhões), segundo a mídia estatal.
As equipes de resgate estavam tentando recuperar corpos dos destroços e dos rios no sudoeste de Fangshan, a agência acrescentou.
Agente da Coroa a serviço da Rainha


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Re: América Latina
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/ ... ela-1.html

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff disse nesta terça-feira que a entrada da Venezuela no Mercosul dá maior "dimensão geopolítica" ao bloco e sinalizou que o Paraguai só será novamente aceito no grupo quando "normalizar sua situação institucional".
A presidente fez as declarações durante declaração conjunta ao lado dos demais presidentes do bloco : Hugo Chávez (Venezuela), Cristina Kirchner (Argentina) e José Mujica (Uruguai) em Brasília.
"A Venezuela aumenta as potencialidades do bloco, dando-lhe ainda mais dimensão geopolítica e econômica", disse Dilma em sua declaração, após o ingresso do país ser formalizado em reunião extraordinária de cúpula do bloco nesta terça.
Segundo Dilma, a presença da Venezuela no Mercosul "amplia nossas capacidades internas".
"A Venezuela tem reserva de petróleo e gás certificada, entre as maiores do mundo [...] Queremos convidar setores empresariais dos países da região a participar deste momento", declarou Dilma.
A entrada da Venezuela no Mercosul foi aprovada em reunião de cúpula do bloco na cidade argentina de Mendoza no final de junho. Na ocasião também ficou decidida a suspensão dos direitos políticos do Paraguai no grupo regional.
Os líderes do Mercosul entenderam que o impeachment do ex-presidente paraguaio Fernando Lugo feriu a cláusula democrática do bloco. Na prática, a suspensão do Paraguai abriu espaço para a entrada da Venezuela no Mercosul.
"Nossa perspectiva é que o Paraguai normalize sua situação institucional interna para que possa reaver seus direitos no Mercosul", disse Dilma, destacando que o Mercosul é contra a imposição de punições econômicas ao país vizinho e que os fluxos comerciais com o Paraguai foram mantidos.

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff disse nesta terça-feira que a entrada da Venezuela no Mercosul dá maior "dimensão geopolítica" ao bloco e sinalizou que o Paraguai só será novamente aceito no grupo quando "normalizar sua situação institucional".
A presidente fez as declarações durante declaração conjunta ao lado dos demais presidentes do bloco : Hugo Chávez (Venezuela), Cristina Kirchner (Argentina) e José Mujica (Uruguai) em Brasília.
"A Venezuela aumenta as potencialidades do bloco, dando-lhe ainda mais dimensão geopolítica e econômica", disse Dilma em sua declaração, após o ingresso do país ser formalizado em reunião extraordinária de cúpula do bloco nesta terça.
Segundo Dilma, a presença da Venezuela no Mercosul "amplia nossas capacidades internas".
"A Venezuela tem reserva de petróleo e gás certificada, entre as maiores do mundo [...] Queremos convidar setores empresariais dos países da região a participar deste momento", declarou Dilma.
A entrada da Venezuela no Mercosul foi aprovada em reunião de cúpula do bloco na cidade argentina de Mendoza no final de junho. Na ocasião também ficou decidida a suspensão dos direitos políticos do Paraguai no grupo regional.
Os líderes do Mercosul entenderam que o impeachment do ex-presidente paraguaio Fernando Lugo feriu a cláusula democrática do bloco. Na prática, a suspensão do Paraguai abriu espaço para a entrada da Venezuela no Mercosul.
"Nossa perspectiva é que o Paraguai normalize sua situação institucional interna para que possa reaver seus direitos no Mercosul", disse Dilma, destacando que o Mercosul é contra a imposição de punições econômicas ao país vizinho e que os fluxos comerciais com o Paraguai foram mantidos.



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Re: Mundo
http://g1.globo.com/revolta-arabe/notic ... a-onu.html

O mediador da Liga Árabe e da ONU para a crise na Síria, Kofi Annan, está deixando a missão, informou o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.
Ele sai no final do mês.
"O senhor Kofi Annan me informou e ao secretário-geral da Liga Árabe, senhor Nabil Elaraby, de sua intenção de não renovar seu mandato quando ele expirar em 31 de agosto de 2012", disse o comunicado.
Kofi Annan afirmou que apresentou sua renúncia porque não recebeu todo o apoio que a causa merecia.
"Não recebi todo o apoio que a causa merecia. Há divisões na comunidade internacional. Tudo isso complicou minha tarefa", afirmou Kofi Annan em entrevista logo após o anúncio de sua saída.

O mediador da Liga Árabe e da ONU para a crise na Síria, Kofi Annan, está deixando a missão, informou o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.
Ele sai no final do mês.
"O senhor Kofi Annan me informou e ao secretário-geral da Liga Árabe, senhor Nabil Elaraby, de sua intenção de não renovar seu mandato quando ele expirar em 31 de agosto de 2012", disse o comunicado.
Kofi Annan afirmou que apresentou sua renúncia porque não recebeu todo o apoio que a causa merecia.
"Não recebi todo o apoio que a causa merecia. Há divisões na comunidade internacional. Tudo isso complicou minha tarefa", afirmou Kofi Annan em entrevista logo após o anúncio de sua saída.



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Polícia mata 34 grevistas e causa comoção na África do Sul
NOTÍCIAS
MARIKANA, África do Sul, 17 Ago (Reuters) - A polícia sul-africana matou na quinta-feira 34 grevistas que participavam de um protesto na mina de Marikana, num confronto que também deixou 78 feridos e 259 detidos, segundo a polícia, provocando comoção no país.
"Os policiais precisaram empregar a força para se proteger de um grupo que os atacava", disse a porta-voz policial Riah Phiyega nesta sexta-feira. Foi o incidente mais sangrento na África do Sul desde o fim do regime do apartheid.
"Banho de sangue", "campo de extermínio" e "assassinato na mina" foram algumas das manchetes dos jornais locais nesta sexta-feira, com fotos chocantes de policiais fortemente armados, brancos e negros, caminhando casualmente entre os corpos ensanguentados de homens negros que jaziam amontoados na poeira.
Essas imagens, junto a registros da TV Reuters mostrando grupos de policiais abrindo fogo com armas automáticas contra um pequeno grupo de homens que vestiam camisetas ou se enrolavam em cobertores, evocaram desconfortáveis lembranças da era da segregação racial.
Após mais de 12 horas de silêncio oficial, o ministro da Polícia, Nathi Mthethwa, confirmou que pelo menos 30 homens foram mortos na ação da polícia contra 3.000 operadores de sondas na mina de platina em Marikana, 100 quilômetros a noroeste de Johanesburgo. Os grevistas estavam armados com facões e porretes sobre uma formação rochosa da mina.
"Muita gente ficou ferida e o número (de vítimas) continua subindo", disse Mthethwa à rádio Talk 702.
Um ouvinte da emissora comparou o caso ao massacre de 1960 no subúrbio de Sharpeville, nos arredores de Johanesburgo, quando a polícia do apartheid matou mais de 50 manifestantes negros.
Em editorial na primeira página, o jornal Sowetan questionou o que mudou no país desde 1994, quando Nelson Mandela encerrou três séculos de domínio branco e se tornou o primeiro presidente negro da África do Sul.
"Isso aconteceu neste país antes, quando o regime do apartheid ameaçava os negros como objetos", disse o jornal. "Está continuando sob um diferente disfarce agora."
O presidente Jacob Zuma interrompeu sua participação em uma cúpula regional no vizinho Moçambique e se dirigiu à mina. Zuma, que disputa em dezembro um novo mandato como líder do partido Congresso Nacional Africano (CNA), se disse "chocado e perplexo" com a violência, mas não comentou o comportamento da polícia.
"Acreditamos que há suficiente espaço na nossa ordem democrática para que qualquer disputa seja resolvida por meio do diálogo, sem violações da ordem ou violência", disse ele em nota.
Apesar das promessas de melhorar a vida dos 50 milhões de sul-africanos, o CNA tem dificuldades para oferecer serviços básicos aos milhões de negros pobres dos subúrbios. Esforços para resolver as desigualdades econômicas deixadas pelo apartheid têm resultados ambíguos.
O setor minerador é alvo de críticas especialmente duras por parte de facções do CNA que veem essa atividade como um bastião do "monopólio do capital branco".
G1"Os policiais precisaram empregar a força para se proteger de um grupo que os atacava", disse a porta-voz policial Riah Phiyega nesta sexta-feira. Foi o incidente mais sangrento na África do Sul desde o fim do regime do apartheid.
"Banho de sangue", "campo de extermínio" e "assassinato na mina" foram algumas das manchetes dos jornais locais nesta sexta-feira, com fotos chocantes de policiais fortemente armados, brancos e negros, caminhando casualmente entre os corpos ensanguentados de homens negros que jaziam amontoados na poeira.
Essas imagens, junto a registros da TV Reuters mostrando grupos de policiais abrindo fogo com armas automáticas contra um pequeno grupo de homens que vestiam camisetas ou se enrolavam em cobertores, evocaram desconfortáveis lembranças da era da segregação racial.
Após mais de 12 horas de silêncio oficial, o ministro da Polícia, Nathi Mthethwa, confirmou que pelo menos 30 homens foram mortos na ação da polícia contra 3.000 operadores de sondas na mina de platina em Marikana, 100 quilômetros a noroeste de Johanesburgo. Os grevistas estavam armados com facões e porretes sobre uma formação rochosa da mina.
"Muita gente ficou ferida e o número (de vítimas) continua subindo", disse Mthethwa à rádio Talk 702.
Um ouvinte da emissora comparou o caso ao massacre de 1960 no subúrbio de Sharpeville, nos arredores de Johanesburgo, quando a polícia do apartheid matou mais de 50 manifestantes negros.
Em editorial na primeira página, o jornal Sowetan questionou o que mudou no país desde 1994, quando Nelson Mandela encerrou três séculos de domínio branco e se tornou o primeiro presidente negro da África do Sul.
"Isso aconteceu neste país antes, quando o regime do apartheid ameaçava os negros como objetos", disse o jornal. "Está continuando sob um diferente disfarce agora."
O presidente Jacob Zuma interrompeu sua participação em uma cúpula regional no vizinho Moçambique e se dirigiu à mina. Zuma, que disputa em dezembro um novo mandato como líder do partido Congresso Nacional Africano (CNA), se disse "chocado e perplexo" com a violência, mas não comentou o comportamento da polícia.
"Acreditamos que há suficiente espaço na nossa ordem democrática para que qualquer disputa seja resolvida por meio do diálogo, sem violações da ordem ou violência", disse ele em nota.
Apesar das promessas de melhorar a vida dos 50 milhões de sul-africanos, o CNA tem dificuldades para oferecer serviços básicos aos milhões de negros pobres dos subúrbios. Esforços para resolver as desigualdades econômicas deixadas pelo apartheid têm resultados ambíguos.
O setor minerador é alvo de críticas especialmente duras por parte de facções do CNA que veem essa atividade como um bastião do "monopólio do capital branco".
Não vou colocar o vídeo porque é muito forte, mas passou ontem no SBT Brasil.
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Europa

A oposição russa compilou um relatório sobre os luxos do presidente Vladimir Putin, que custam milhões de rublos aos contribuintes.
Segundo o líder do Partido da Liberdade do Povo, Boris Nemtsov, a manutenção das casas, dos aviões e dos carros de Vladimir Putin custa cerca de dois milhões de euros por ano aos russos.
O relatório de 32 páginas baseia-se em notícias e fotografias veiculadas pela imprensa. Nele conta-se que o presidente detém 20 residências de luxo, 43 jatos e quatro iates.
Um palácio imperial em S. Petersburgo, casas de férias junto ao Mar Negro, um chalé de esqui com sauna e uma sala só para bilhar e um iate de 53,7 metros, com piscina de hidromassagem, uma cascata e uma adega de vinho são apenas alguns exemplos retratados no relatório.
«Uma das razões que o leva a manter-se no poder é a atmosfera de riqueza e luxo à qual se habituou. Num país onde mais de 20 milhões de pessoas passam dificuldades, a vida luxuosa do presidente é um desafio descarado à sociedade», lê-se no relatório, citado pela Reuters.
Vladimir Putin regressou ao Kremlin em maio, para o seu terceiro mandato presidencial, após quatro anos como primeiro-ministro devido aos limites impostos pela Constituição.
O presidente russo declara rendimentos anuais na ordem dos 3,6 milhões de rublos, menos de 90 mil euros, um valor inconsistente com os luxos que ostenta.
«Putin confunde há muito tempo a propriedade do governo com a sua propriedade. Este é um estilo de vida insolente, cínico e luxuoso à custa dos contribuintes», afirmou Boris Nemtsov, citado pela Associated Press.
O ex-vice-primeiro-ministro deu o exemplo de uma coleção de 11 relógios que se vê nas fotografias do presidente, e que vale cerca de 700 mil dólares, para demonstrar que Vladimir Putin está a utilizar o dinheiro dos russos para comprar bens pessoais.
«Tudo isto é propriedade do governo e Putin usa tudo legalmente, enquanto presidente eleito», respondeu um porta-voz de Putin, Dmitry Peskov.
O relatório deste opositor não será editado na Rússia e foi ignorado pelos media locais, pelo que o autor decidiu distribuí-lo online gratuitamente.
Boris Nemtsov acredita que estas informações podem alimentar a vaga de manifestações anti-Putin que se tem sentido nos últimos meses. «Espero que, depois deste relatório, o número de pessoas que acredita que Putin e os seus aliados são vigaristas e ladrões se aproxime dos 70 por cento. Depois disso, acredito que seremos capazes de libertar o país destas pessoas», disse.
No entanto, as reações captadas pela agência Reuters demonstram que não será assim tão fácil despertar a consciência dos russos, habituados ao clima de corrupção e favorecimento entre os homens do poder.
«É obviamente demasiado, muito mais do que é necessário para fazer o seu trabalho, mas não me surpreende. Eu vivo aqui há 70 anos, foi sempre assim», considerou a pensionista Yelena Nikitichna.
«As autoridades russas e os líderes sempre foram famosos pelas suas manias luxuosas. Este é um padrão histórico e Putin não é o primeiro a viver uma vida bastante luxuosa. Pessoalmente, isso não me interessa. O mais importante é o que ele faz», completou a estudante Yelena Malmova.



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Re: Mundo
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/ ... oes-1.html
O Irã acusou o Canadá neste sábado de ter "comportamento hostil" sob influência israelense e britânica, depois de Ottawa cortar as relações diplomáticas.
Teerã ainda elevou a perspectiva de alguma forma de retaliação.
O Canadá disse que estava fechando sua embaixada em Teerã e deu aos diplomatas iranianos cinco dias para sair do país, ao chamar a república islâmica de "a maior ameaça à segurança e à paz mundial".
Ottawa citou entre os motivos a questão nuclear do Irã, vista pelo Ocidente como um disfarce para desenvolver bombas atômicas, a hostilidade de Teerã com Israel e o suposto apoio militar ao presidente sírio, Bashar al-Assad, que enfrenta uma revolta popular.
O porta-voz do Ministério do Exterior iraniano, Ramin Mehmanparast, disse que a decisão do Canadá foi uma "continuidade das políticas anti-iranianas" do governo do primeiro-ministro conservador Stephen Harper, que há muito tempo tem relações ruins com Teerã.
"O comportamento hostil do atual governo racista do Canadá na verdade segue as políticas ditadas pelos sionistas (Israel) e pelos britânicos", disse.
O Estado judeu é arquiinimigo do Irã. A Grã-Bretanha expulsou diplomatas iranianos no ano passado depois de manifestantes saquearem sua embaixada em Teerã.
Alaeddin Boroujerdi, chefe de um comitê parlamentar sobre segurança nacional e política externa, disse que o Irã pode dar uma resposta "imediata e decisiva" à ação do Canadá, segundo a agência de notícia Fars.
"É essencial que o Ministério do Exterior responda a essa atitude do Canadá com base em interesses nacionais", afirmou.
Dez diplomatas do Canadá no Irã já saíram do país, segundo o governo canadense.
O Irã acusou o Canadá neste sábado de ter "comportamento hostil" sob influência israelense e britânica, depois de Ottawa cortar as relações diplomáticas.
Teerã ainda elevou a perspectiva de alguma forma de retaliação.
O Canadá disse que estava fechando sua embaixada em Teerã e deu aos diplomatas iranianos cinco dias para sair do país, ao chamar a república islâmica de "a maior ameaça à segurança e à paz mundial".
Ottawa citou entre os motivos a questão nuclear do Irã, vista pelo Ocidente como um disfarce para desenvolver bombas atômicas, a hostilidade de Teerã com Israel e o suposto apoio militar ao presidente sírio, Bashar al-Assad, que enfrenta uma revolta popular.
O porta-voz do Ministério do Exterior iraniano, Ramin Mehmanparast, disse que a decisão do Canadá foi uma "continuidade das políticas anti-iranianas" do governo do primeiro-ministro conservador Stephen Harper, que há muito tempo tem relações ruins com Teerã.
"O comportamento hostil do atual governo racista do Canadá na verdade segue as políticas ditadas pelos sionistas (Israel) e pelos britânicos", disse.
O Estado judeu é arquiinimigo do Irã. A Grã-Bretanha expulsou diplomatas iranianos no ano passado depois de manifestantes saquearem sua embaixada em Teerã.
Alaeddin Boroujerdi, chefe de um comitê parlamentar sobre segurança nacional e política externa, disse que o Irã pode dar uma resposta "imediata e decisiva" à ação do Canadá, segundo a agência de notícia Fars.
"É essencial que o Ministério do Exterior responda a essa atitude do Canadá com base em interesses nacionais", afirmou.
Dez diplomatas do Canadá no Irã já saíram do país, segundo o governo canadense.



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Re: Europa
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/ ... nhola.html

Centenas de milhares de catalães saíram na terça-feira às ruas de Barcelona, numa inédita demonstração de apoio à autonomia da região em relação à Espanha.
A crise econômica espanhola, acompanhada de um forte desemprego, tem alimentado uma febre separatista na Catalunha, uma região relativamente próspera, mas cujos líderes se consideram explorados pelo governo central.
A multidão agitou as bandeiras listradas vermelhas e amarelas da Catalunha - uma das mais antigas ainda em uso na Europa - e cantou o hino catalão durante as celebrações da chamada Diada, um feriado regional que marca a conquista da Catalunha pelo rei espanhol Felipe 5o, em 1714, após 13 meses de cerco a Barcelona.
O governo espanhol avaliou a multidão em 600 mil pessoas. A polícia catalã estimou até 1,5 milhão.
Os manifestantes disseram que o tamanho da passeata - inflada por pessoas vindas de toda a Catalunha para a sua capital nesse dia ensolarado - obrigará Madri a pelo menos escutar sua mensagem.
"Esse é um golpe para o governo. Gente como eu veio de todo lugar. Não acho que eles estivessem esperando algo tão grande", disse Teresa Cabanes, 53 anos, moradora de Santa Coloma de Gramanet, nos arredores de Barcelona. "Sentimos que o governo central está nos enganando. Nós, catalães, estamos dando muito dinheiro para a Espanha."
Entre os cartazes levados à manifestação se liam frases como "Não à Europa", "Independência agora !" e "Catalunha : o novo Estado europeu".
As redes de telefonia celular ficaram congestionadas e saíram do ar durante horas. Muitos manifestantes disseram que essa foi a maior Diada de que se tem lembrança nas últimas décadas.
O protesto terminou já de noite, sem incidentes e sem detidos, segundo a polícia.
A demonstração de irritação contra Madri e de orgulho regional virão a calhar para os líderes regionais, que tentam obrigar o governo nacional a lhes conceder mais autonomia sobre os impostos recolhidos na Catalunha.
A Catalunha, que tem um idioma oficial próprio paralelo ao castelhano, concentra 15 por cento da população espanhola, e 20 por cento do seu PIB.
Com a crise, muitos catalães se queixam de que estariam entregando a Madri mais do que recebem em serviços públicos - economistas calculam essa disparidade em até 12 bilhões de euros por ano.
O governo regional já precisou demitir funcionários públicos e restringir serviços, e seu presidente, Artur Más, insinuou que vai pleitear a independência caso não receba mais autonomia fiscal.
"Se não chegarmos a um acordo financeiro, o caminho para a liberdade da Catalunha está aberto", repetiu ele na terça-feira. Más não foi à manifestação, mas disse apoiá-la.
Em julho, uma pesquisa feita pela Generalitat (governo regional) mostrou que pela primeira vez a maioria dos catalães está favorável à independência.
O primeiro-ministro espanhol, o conservador Mariano Rajoy, disse na segunda-feira que "a Catalunha tem sérios problemas de déficit e desemprego, e este não é o momento de confusão, de disputas e de polêmicas".

Centenas de milhares de catalães saíram na terça-feira às ruas de Barcelona, numa inédita demonstração de apoio à autonomia da região em relação à Espanha.
A crise econômica espanhola, acompanhada de um forte desemprego, tem alimentado uma febre separatista na Catalunha, uma região relativamente próspera, mas cujos líderes se consideram explorados pelo governo central.
A multidão agitou as bandeiras listradas vermelhas e amarelas da Catalunha - uma das mais antigas ainda em uso na Europa - e cantou o hino catalão durante as celebrações da chamada Diada, um feriado regional que marca a conquista da Catalunha pelo rei espanhol Felipe 5o, em 1714, após 13 meses de cerco a Barcelona.
O governo espanhol avaliou a multidão em 600 mil pessoas. A polícia catalã estimou até 1,5 milhão.
Os manifestantes disseram que o tamanho da passeata - inflada por pessoas vindas de toda a Catalunha para a sua capital nesse dia ensolarado - obrigará Madri a pelo menos escutar sua mensagem.
"Esse é um golpe para o governo. Gente como eu veio de todo lugar. Não acho que eles estivessem esperando algo tão grande", disse Teresa Cabanes, 53 anos, moradora de Santa Coloma de Gramanet, nos arredores de Barcelona. "Sentimos que o governo central está nos enganando. Nós, catalães, estamos dando muito dinheiro para a Espanha."
Entre os cartazes levados à manifestação se liam frases como "Não à Europa", "Independência agora !" e "Catalunha : o novo Estado europeu".
As redes de telefonia celular ficaram congestionadas e saíram do ar durante horas. Muitos manifestantes disseram que essa foi a maior Diada de que se tem lembrança nas últimas décadas.
O protesto terminou já de noite, sem incidentes e sem detidos, segundo a polícia.
A demonstração de irritação contra Madri e de orgulho regional virão a calhar para os líderes regionais, que tentam obrigar o governo nacional a lhes conceder mais autonomia sobre os impostos recolhidos na Catalunha.
A Catalunha, que tem um idioma oficial próprio paralelo ao castelhano, concentra 15 por cento da população espanhola, e 20 por cento do seu PIB.
Com a crise, muitos catalães se queixam de que estariam entregando a Madri mais do que recebem em serviços públicos - economistas calculam essa disparidade em até 12 bilhões de euros por ano.
O governo regional já precisou demitir funcionários públicos e restringir serviços, e seu presidente, Artur Más, insinuou que vai pleitear a independência caso não receba mais autonomia fiscal.
"Se não chegarmos a um acordo financeiro, o caminho para a liberdade da Catalunha está aberto", repetiu ele na terça-feira. Más não foi à manifestação, mas disse apoiá-la.
Em julho, uma pesquisa feita pela Generalitat (governo regional) mostrou que pela primeira vez a maioria dos catalães está favorável à independência.
O primeiro-ministro espanhol, o conservador Mariano Rajoy, disse na segunda-feira que "a Catalunha tem sérios problemas de déficit e desemprego, e este não é o momento de confusão, de disputas e de polêmicas".



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Victor235
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Re: Mundo
Voltou pra reconhecer o erro e mesmo assim ferraram ele:
Americano pega 6 meses de cadeia por roubar US$ 2 em chocolates
23/09/2012 15h00 - Atualizado em 23/09/2012 15h00
Americano pega 6 meses de cadeia por roubar US$ 2 em chocolates
Caso ocorreu em Ocala, no estado da Flórida.
Delvis Rodriguez-Ramos também foi multado em US$ 500.
Do G1, em São Paulo
Um homem de 21 anos foi condenado no mês passado a seis meses de cadeia por ter roubado dois chocolates que custam US$ 2 no total em uma loja de Ocala, no estado da Flórida (EUA), segundo o jornal "Ocala Star-Banner".

Delvis Rodriguez-Ramos pegou 6 meses de cadeia por roubar chocolates. (Foto: Divulgação)
Delvis Rodriguez-Ramos admitiu ter roubado os dois chocolates durante audiência no tribunal. Além de ter que passar 180 dias atrás das grades, ele também foi multado pelo juiz John Futch em US$ 500.
De acordo com o periódico, um funcionário notou a falta dos chocolates e questionou Ramos. No dia, ele negou o crime, mas voltou dois dias depois à loja e confessou ter pego os doces. O funcionário acabou avisando a polícia.
Rodriguez-Ramos disse ao jornal que roubou os chocolates porque estava com fome.
G1Americano pega 6 meses de cadeia por roubar US$ 2 em chocolates
Caso ocorreu em Ocala, no estado da Flórida.
Delvis Rodriguez-Ramos também foi multado em US$ 500.
Do G1, em São Paulo
Um homem de 21 anos foi condenado no mês passado a seis meses de cadeia por ter roubado dois chocolates que custam US$ 2 no total em uma loja de Ocala, no estado da Flórida (EUA), segundo o jornal "Ocala Star-Banner".

Delvis Rodriguez-Ramos pegou 6 meses de cadeia por roubar chocolates. (Foto: Divulgação)
Delvis Rodriguez-Ramos admitiu ter roubado os dois chocolates durante audiência no tribunal. Além de ter que passar 180 dias atrás das grades, ele também foi multado pelo juiz John Futch em US$ 500.
De acordo com o periódico, um funcionário notou a falta dos chocolates e questionou Ramos. No dia, ele negou o crime, mas voltou dois dias depois à loja e confessou ter pego os doces. O funcionário acabou avisando a polícia.
Rodriguez-Ramos disse ao jornal que roubou os chocolates porque estava com fome.
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Re: Mundo
Só a multa era mais do que suficiente. E mesmo assim essa foi absurda, se fosse necessário levar pra justiça, algo entre US$10 e US$ 50 bastava.
Poderia ser resolvido apenas entre o ladrão e o mercado.
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Re: Mundo
Esse sim é um bom exemplo. Roubou, vai pro xilindró. Aqui infelizmente reina a impunidade.
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Re: Mundo
Acho que o cara deve passar tanta fome que se entregou para ir pra cadeia e ter o que comer...
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Re: Mundo
Engraçado, o gasto com a prisão dele é muito maior que o prejuízo que ele causou roubando um bem tangível de valor irrisório que nem mesmo pode gerar algum lucro para ele. Por exemplo, no caso de uma televisão ou um carro, os mesmos podem ser rapidamente convertidos em um bem intangível que é o dinheiro, podendo ser a prática desse tipo de assalto/furto ilimitada, motivada apenas pelos ganhos em numerário. Mas um chocolate? Pães? Manteiga? Eu acho que nesses casos a justiça deveria se ligar em intenções e motivações, não no ato em si. Há outras punições muito mais cabíveis ao indivíduo, ao ato e que não desperdiçaria tanto dinheiro público.
Interessante a lógica destrutiva do sistema.
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Re: Mundo
Se ele roubasse uma televisão o gasto com a prisão também seria maior que o prejuízo.
A meu ver a punição tem que ser pelo crime, e não pelo valor. Claro que não é o mesmo roubar um chocolate e roubar milhões, mas delitos menores não podem ser sinônimo de impunidade ou punição branda.
A meu ver a punição tem que ser pelo crime, e não pelo valor. Claro que não é o mesmo roubar um chocolate e roubar milhões, mas delitos menores não podem ser sinônimo de impunidade ou punição branda.











