Educação
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Re: Educação
Gasta-se mais em transporte e saúde e menos em alimentação e educação ao mesmo tempo em que as famílias estão consumindo cada vez mais e estão bastante endividadas. O que acham que isso significa? Me ajudem aí, porque eu tenho dificuldade em economia.
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Re: Educação
Significa que os alimentos estão cada vez mais baratos, e que já temos educação pública de qualidade, fazendo com que esse item pese menos no bolso das famílias.
O maior consumo e maior endividamento estão diretamente relacionados. O maior poder de consumo possibilita que as famílias ganhem crédito para o financiamento de carros e casas, por exemplo. Não é necessariamente algo ruim.
O maior consumo e maior endividamento estão diretamente relacionados. O maior poder de consumo possibilita que as famílias ganhem crédito para o financiamento de carros e casas, por exemplo. Não é necessariamente algo ruim.
- Scopel
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Re: Educação
Nada disso.
Os alimentos não estão ficando mais baratos. É só dar uma passadinha pelo mercadinho. A cesta básica em algumas cidades está custando quase meio salário.
Transporte e saúde são gastos inevitáveis. Outro dia meu pai fez uma tomografia que nos custou 600 reais, por sorte o único aparelho da região foi instalado num hospital particular há poucos meses. No caso do transporte, talvez isso se deva ao alto custo dos combustíveis e às altas taxas do transporte público. A saúde pública é bastante precária quanto a emergências. Digamos que em geral o SUS funciona, mas não há condições de atender a todos os que necessitam. Aqui tem uma unidade UPA que é a única num raio de centenas de quilômetros.
Pouco gasto com educação significa duas coisas: se muita gente não tem como pagar pela universidade privada eu diria que menos ainda tem condições de estudar nas públicas. Quanto à educação básica, creio que com o salário que temos é bem difícil que as famílias priorizem escolas particulares. Muitos brasileiros, como eu, geralmente mofam em escolas públicas ruins que nem reprovam mais [uma bela maneira de garantir vagas continuamente] e só vão à universidade quando um campus avançado por ventura aparece por perto, se se tem a sorte de ter um prefeito do PT. Acho que no Brasil há grandes centros universitários de excelência, os quais são quase inacessíveis ao brasileiro médio, e muitas universidades novas que estão longe de terem alguma qualidade. Quando o problema não é o acesso, é a precariedade das condições.
Mais crédito e mais consumo guardam muito pouca relação com qualidade de vida em um cenário como este. Os economistas se enganam quando relacionam qualidade de vida diretamente com nível de consumo. As pessoas têm geladeiras grandes, pagam carros em 96 prestações e têm televisão de plasma, mas não têm educação, saúde e segurança.
É só olhar o plano orçamentário deste ano e ver as prioridades das políticas que se praticam por aqui.
A verdade é que quase não há serviço público de qualidade quando há serviço público. Muitos setores chave se encontram nas mãos da iniciativa privada ou operam na mesma lógica, como telefonia, energia e bancos. Qual o efeito disso? Grande parte dos impostos acabam por recair sobre o consumidor final.
Os alimentos não estão ficando mais baratos. É só dar uma passadinha pelo mercadinho. A cesta básica em algumas cidades está custando quase meio salário.
Transporte e saúde são gastos inevitáveis. Outro dia meu pai fez uma tomografia que nos custou 600 reais, por sorte o único aparelho da região foi instalado num hospital particular há poucos meses. No caso do transporte, talvez isso se deva ao alto custo dos combustíveis e às altas taxas do transporte público. A saúde pública é bastante precária quanto a emergências. Digamos que em geral o SUS funciona, mas não há condições de atender a todos os que necessitam. Aqui tem uma unidade UPA que é a única num raio de centenas de quilômetros.
Pouco gasto com educação significa duas coisas: se muita gente não tem como pagar pela universidade privada eu diria que menos ainda tem condições de estudar nas públicas. Quanto à educação básica, creio que com o salário que temos é bem difícil que as famílias priorizem escolas particulares. Muitos brasileiros, como eu, geralmente mofam em escolas públicas ruins que nem reprovam mais [uma bela maneira de garantir vagas continuamente] e só vão à universidade quando um campus avançado por ventura aparece por perto, se se tem a sorte de ter um prefeito do PT. Acho que no Brasil há grandes centros universitários de excelência, os quais são quase inacessíveis ao brasileiro médio, e muitas universidades novas que estão longe de terem alguma qualidade. Quando o problema não é o acesso, é a precariedade das condições.
Mais crédito e mais consumo guardam muito pouca relação com qualidade de vida em um cenário como este. Os economistas se enganam quando relacionam qualidade de vida diretamente com nível de consumo. As pessoas têm geladeiras grandes, pagam carros em 96 prestações e têm televisão de plasma, mas não têm educação, saúde e segurança.
É só olhar o plano orçamentário deste ano e ver as prioridades das políticas que se praticam por aqui.
A verdade é que quase não há serviço público de qualidade quando há serviço público. Muitos setores chave se encontram nas mãos da iniciativa privada ou operam na mesma lógica, como telefonia, energia e bancos. Qual o efeito disso? Grande parte dos impostos acabam por recair sobre o consumidor final.
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Re: Educação
Então o fato de gastar menos com alimentação significa o que? Que estamos comendo menos? Ou alimentos de menor valor? Na minha opinião nada é mais essencial que alimentação.Scopel escreveu:Os alimentos não estão ficando mais baratos. É só dar uma passadinha pelo mercadinho. A cesta básica em algumas cidades está custando quase meio salário.
Lembrando que estamos falando no percentual do rendimento gasto com cada coisa. Se o cara ganhava 1000 reais e gastava 300 com alimentação, e agora ganha 1100 e gasta 320 com alimentação, ele está gastando uma fatia menor do que antes...
Quanto ao menor custo com educação, já ouvi gente dizendo que hoje em dia compensa mais botar o filho em escola pública, por causa das políticas de cotas.
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Re: Educação
Pode significar qualquer coisa, teríamos de analisar de outro modo. Pode ser como nos EUA, em que as pessoas estão se alimentando mal, se tornando obesas, comendo enlatados e industrializados. Mas nisso conta a qualidade, não só do valor gasto.Fabão escreveu:Então o fato de gastar menos com alimentação significa o que? Que estamos comendo menos? Ou alimentos de menor valor? Na minha opinião nada é mais essencial que alimentação.Scopel escreveu:Os alimentos não estão ficando mais baratos. É só dar uma passadinha pelo mercadinho. A cesta básica em algumas cidades está custando quase meio salário.
Lembrando que estamos falando no percentual do rendimento gasto com cada coisa. Se o cara ganhava 1000 reais e gastava 300 com alimentação, e agora ganha 1100 e gasta 320 com alimentação, ele está gastando uma fatia menor do que antes...
Se estão gastando relativamente menos em alimentação pode significar também que as necessidades mais básicas estão relativamente satisfeitas, isso claro em relação a quem tem renda fixa e consome e portanto entra nos cálculos. De outro modo, seria difícil considerar os números. Há um limite para satisfação de determinados tipos de necessidades. Quem ganha 10.000 por mês gasta em alimentação a mesma percentagem do valor que quem ganha um salário.
Se os valores são absolutos e dizem que os brasileiros gastam menos em alimentação agora que antes, pode ser o caso de que as coisas estão no par da qualidade dessa alimentação, como no caso dos americanos.
Interessante notar que o gasto com produtos supérfluos e endividamentos em geral tem aumentado. Um aumento na desigualdade social pode levar a aumentos nos gastos com viagens a Paris e o JN vai dizer que os brasileiros viajam mais...
O que me de qualidade de vida para mim é acesso a educação de qualidade, moradia, saúde, segurança e dignidade. Nosso país é pobre em tudo isso, por mais que assistamos ao Faustão em tvs de LCD. Nenhum indicador de consumo e crédito vai mudar e encobrir a porcalhada que é a economia de qualquer país ao sul do Equador e de cada mais países do norte.
Isso é uma bobagem. Primeiro, não acho que em escola pública haja problemas com vagas neste sentido a ponto de necessitar-se de cotas. Mesmo que houvesse tal vantagem, mesmo que se considere que o governo pague por filho que estuda, isso nada diz sobre qualidade. Só vem a confirmar que o brasileiro gasta cada vez menos em educação e o custo disso é a qualidade da formação de seus filhos.Fabão escreveu:Quanto ao menor custo com educação, já ouvi gente dizendo que hoje em dia compensa mais botar o filho em escola pública, por causa das políticas de cotas.
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Re: Educação
Eu acho que você não entendeu direito. Com a política de cotas o pessoal que vem das escolas públicas tem condições de entrar em uma Universidade Federal com nota menor do que o pessoal que vem das particulares.
A ideia no caso seria botar o moleque na pública, mas com algum reforço por fora, deixando ele em condições mais fáceis de entrar na universidade.
Mas eu também acho bobagem abrir mão de uma educação de mais qualidade, se podem pagar por isso.
Sobre o lance da alimentação, concordo contigo. Não tem como se basear apenas em números, pois a qualidade da alimentação não é diretamente proporcional ao preço. Um prato de 3 mangos no Tempero Manero deve ser nutricionalmente mais saudável que um combo de 20 reais no Burger King. É bem diferente de educação, saúde, etc, que normalmente se paga mais por algo melhor.
A ideia no caso seria botar o moleque na pública, mas com algum reforço por fora, deixando ele em condições mais fáceis de entrar na universidade.
Mas eu também acho bobagem abrir mão de uma educação de mais qualidade, se podem pagar por isso.
Sobre o lance da alimentação, concordo contigo. Não tem como se basear apenas em números, pois a qualidade da alimentação não é diretamente proporcional ao preço. Um prato de 3 mangos no Tempero Manero deve ser nutricionalmente mais saudável que um combo de 20 reais no Burger King. É bem diferente de educação, saúde, etc, que normalmente se paga mais por algo melhor.
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Re: Educação
Menina que denunciou escola no Facebook vai parar na delegacia
A professora fez um boletim de ocorrência por calúnia e difamação
R7
A estudante Isadora Faber, de 13 anos, que ficou conhecida por denunciar os problemas da escola em uma página no Facebook foi chamada para depor na delegacia, na terça-feira (18).
De acordo com a página Diário de Classe, onde Isadora posta fotos e comentários sobre a infraestrutura e o atendimento da Escola Básica Maria Tomázia Coelho, em Florianópolis (SC), a professora de língua portuguesa da instituição fez um boletim de ocorrência por calúnia e difamação contra a menina.
O motivo da intimação seria o fato de Isadora ter deixado uma mensagem no Facebook dizendo que a professora teria feito uma aula sobre política e internet para humilhá-la na frente dos colegas.
Segundo Isadora, na última aula, a professora que fez o B.O. sugeriu que todos os alunos lessem no regimento interno da escola um trecho que fala sobre calúnia e difamação contra os professores. “Me parece censura”, disse a menina no Diário de Classe.
— Eu estava olhando [o regimento] em casa e lendo inteiro, então bem abaixo do que ela falou estava uma parte para professores [sobre medida] ''Sócia Educativa'' dizendo que quando algo acontece com aluno, tem que encaminhar o caso para MPSC [Ministério Público de Santa Catarina], não sofri nenhuma medida sócia educativa, fui parar direto na delegacia mesmo (sic). Acho que ela deveria ler o regimento também.
Procurada pelo R7, a assessoria de comunicação da secretária de educação de Florianópolis disse que o caso diz respeito a professor, como cidadã, e a família de Isadora, e que a secretaria não pode intervir fora dos domínios da escola.
Informou ainda que a professora havia dito dias antes que estava sofrendo com a situação da estudante e que o material que foi usado em classe fazia parte de um material dado pelo MEC (Ministério da Educação) e que a Isadora se sentiu ofendida com a atividade. A assessoria disse ainda que a professora pediu desculpas e disse que a atividade não era uma provocação.
Entenda o caso
Usando fotos, Isadora Faber, de 13 anos, criou a página Diário de Classe no Facebook para expor problemas como carteiras quebradas, quadra esportiva sucateada e falta de ventiladores na escola municipal Maria Tomazia Coelho e recebeu apoio de colegas de todo o Brasil.
A repercussão foi tanta que a secretaria municipal de educação de Florianópolis chegou a implantar um programa para reformar a escola e para conscientizar todos os alunos da rede sobre a importância de cuidar da escola.
A página ganhou repercussão e atualmente têm mais de 268 mil seguidores. E, mesmo com todos os problemas, a menina disse, em bate-papo com internautas do R7, que não pretende mudar de escola.
Veja a intimação da Polícial Civil para Isadora
http://noticias.r7.com/educacao/noticia ... 20919.html
R7

De acordo com a página Diário de Classe, onde Isadora posta fotos e comentários sobre a infraestrutura e o atendimento da Escola Básica Maria Tomázia Coelho, em Florianópolis (SC), a professora de língua portuguesa da instituição fez um boletim de ocorrência por calúnia e difamação contra a menina.
O motivo da intimação seria o fato de Isadora ter deixado uma mensagem no Facebook dizendo que a professora teria feito uma aula sobre política e internet para humilhá-la na frente dos colegas.
Segundo Isadora, na última aula, a professora que fez o B.O. sugeriu que todos os alunos lessem no regimento interno da escola um trecho que fala sobre calúnia e difamação contra os professores. “Me parece censura”, disse a menina no Diário de Classe.
— Eu estava olhando [o regimento] em casa e lendo inteiro, então bem abaixo do que ela falou estava uma parte para professores [sobre medida] ''Sócia Educativa'' dizendo que quando algo acontece com aluno, tem que encaminhar o caso para MPSC [Ministério Público de Santa Catarina], não sofri nenhuma medida sócia educativa, fui parar direto na delegacia mesmo (sic). Acho que ela deveria ler o regimento também.
Procurada pelo R7, a assessoria de comunicação da secretária de educação de Florianópolis disse que o caso diz respeito a professor, como cidadã, e a família de Isadora, e que a secretaria não pode intervir fora dos domínios da escola.
Informou ainda que a professora havia dito dias antes que estava sofrendo com a situação da estudante e que o material que foi usado em classe fazia parte de um material dado pelo MEC (Ministério da Educação) e que a Isadora se sentiu ofendida com a atividade. A assessoria disse ainda que a professora pediu desculpas e disse que a atividade não era uma provocação.
Entenda o caso
Usando fotos, Isadora Faber, de 13 anos, criou a página Diário de Classe no Facebook para expor problemas como carteiras quebradas, quadra esportiva sucateada e falta de ventiladores na escola municipal Maria Tomazia Coelho e recebeu apoio de colegas de todo o Brasil.
A repercussão foi tanta que a secretaria municipal de educação de Florianópolis chegou a implantar um programa para reformar a escola e para conscientizar todos os alunos da rede sobre a importância de cuidar da escola.
A página ganhou repercussão e atualmente têm mais de 268 mil seguidores. E, mesmo com todos os problemas, a menina disse, em bate-papo com internautas do R7, que não pretende mudar de escola.
Veja a intimação da Polícial Civil para Isadora

http://noticias.r7.com/educacao/noticia ... 20919.html
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Re: Educação
Então, por isso mesmo tenho considerado bastante significativos os gastos estarem aumentando em relação a transporte e saúde, por termos aqui um espectro de variação de qualidade para baixo e assumindo que o mínimo fundamental já está sendo consumido e que há influência tanto da inflação quanto de investimentos públicos pífios.Fabão escreveu:Eu acho que você não entendeu direito. Com a política de cotas o pessoal que vem das escolas públicas tem condições de entrar em uma Universidade Federal com nota menor do que o pessoal que vem das particulares.
A ideia no caso seria botar o moleque na pública, mas com algum reforço por fora, deixando ele em condições mais fáceis de entrar na universidade.
Mas eu também acho bobagem abrir mão de uma educação de mais qualidade, se podem pagar por isso.
Sobre o lance da alimentação, concordo contigo. Não tem como se basear apenas em números, pois a qualidade da alimentação não é diretamente proporcional ao preço. Um prato de 3 mangos no Tempero Manero deve ser nutricionalmente mais saudável que um combo de 20 reais no Burger King. É bem diferente de educação, saúde, etc, que normalmente se paga mais por algo melhor.
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Re: Educação
Escola pública é assim :
Vagabundos usuários de crack mandam nas escolas e colégios . professor não é respeitado , professor não ensina , professor recebe uma miséria pra servir a marginais , vagabundos e futuros traficantes !
Vagabundos usuários de crack mandam nas escolas e colégios . professor não é respeitado , professor não ensina , professor recebe uma miséria pra servir a marginais , vagabundos e futuros traficantes !
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Re: Educação
Só tem um detalhe: essa escola é particular, e não pública.
O vídeo:
O moleque foi expulso pelo colégio:
http://www.colegio.unisanta.br/Noticia. ... &menu=azul
O vídeo:
O moleque foi expulso pelo colégio:
http://www.colegio.unisanta.br/Noticia. ... &menu=azul
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Re: Educação
No fundo (nem precisa ir tao a fundo) isso é reflexo da péssima educação pública .
O muleke pode ter feito ensino fundamental em escola pública ,
No youtube tem milhoes de vídeos de alunos batendo em professor , na mente de um idiota desses isso é inspiração .
Ainda mais quando percebem que podem fazer o que quiser , já que no nosso país esses vagais são protegidos .
O muleke pode ter feito ensino fundamental em escola pública ,
No youtube tem milhoes de vídeos de alunos batendo em professor , na mente de um idiota desses isso é inspiração .
Ainda mais quando percebem que podem fazer o que quiser , já que no nosso país esses vagais são protegidos .
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Re: Educação
Reflexo da falta de educação geral. Seja de jovens, adultos, pobres, ricos, etc... Veja que na matéria da Record os pais falam em processar a escola. Ou seja, a falta de educação e respeito vem de casa.
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Re: Educação
Para tudo há um conserto.
Falando sério, é grave. Mas também existem professores que não sabem impor autoridade sobre o aluno e deixam fazerem o quiser.
Eu tive professores que quando entravam em sala, a classe se calava, e também tive professores que nem com grito a turma ficava em ordem.
Não é fácil agir com alunos como esse do vídeo, é preciso muita experiência pedagógica, mas também não pode ficar calado vendo a algazarra se formar. É tudo uma questão de saber controlar a situação e não dar trela pra aluno mal educado.
Falando sério, é grave. Mas também existem professores que não sabem impor autoridade sobre o aluno e deixam fazerem o quiser.
Eu tive professores que quando entravam em sala, a classe se calava, e também tive professores que nem com grito a turma ficava em ordem.
Não é fácil agir com alunos como esse do vídeo, é preciso muita experiência pedagógica, mas também não pode ficar calado vendo a algazarra se formar. É tudo uma questão de saber controlar a situação e não dar trela pra aluno mal educado.
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Re: Educação
True Story.Rafinha escreveu:Para tudo há um conserto.![]()
Falando sério, é grave. Mas também existem professores que não sabem impor autoridade sobre o aluno e deixam fazerem o quiser.
Eu tive professores que quando entravam em sala, a classe se calava, e também tive professores que nem com grito a turma ficava em ordem.
Não é fácil agir com alunos como esse do vídeo, é preciso muita experiência pedagógica, mas também não pode ficar calado vendo a algazarra se formar. É tudo uma questão de saber controlar a situação e não dar trela pra aluno mal educado.









