Lula
- Angelica Maria
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Re: Lula
Cavallari escreveu:O Lula já deu o que tinha que dar, agora acabou.
Mas infelizmente isso é verdade, não existe mais esquerda e direita, todo mundo só quer uma boquinha.
É tudo farinha do mesmo saco
"Meu pai e eu contemplamos a estrelinha do espaço iluminando as coooooisas..."
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Lula
NOTÍCIAS
O ESTADO DE S.PAULO
O governo Lula avocou para si, agora oficialmente, a tarefa de arbitrar o que é verdade ou mentira no debate público.
No domingo passado, em março de 2023, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) lançou o Brasil Contra Fake, um portal online que reúne respostas para o que a Secom chama de “principais fake news envolvendo o governo federal”.
Não se trata de outra coisa senão mais uma manifestação do velho cacoete autoritário dos governos lulopetistas.
Se, de fato, está preocupado com a qualidade do debate público, o governo muito ajudará a melhorá-lo se não mentir nem distorcer a realidade factual para os cidadãos. Por mais singelo que pareça, de sua parte, basta apenas isso. A menos que a motivação recôndita para esse programa seja revelar à sociedade só a “verdade” que o Palácio do Planalto quer ver revelada.
Ou, ainda, definir como “fake news” informações que, embora irrefutáveis, sejam constrangedoras para a atual administração. Não se pode desconsiderar também que o Brasil Contra Fake pode se descortinar como uma tentativa de desqualificar eventuais críticas ao governo formuladas por jornalistas profissionais ou por adversários políticos.
Já seria temerário que qualquer governo, fosse qual fosse sua orientação política, tomasse para si a atribuição de definir o que é verdade ou mentira entre a miríade de informações que circulam no ambiente digital. Afinal, não cabe ao Estado determinar o que são “fake news”. O quadro é ainda mais perigoso quando é um governo como o de Lula, logo quem, que se arvora em guardião da “verdade”.
Ao lançar o Brasil Contra Fake, Lula afirmou que “o Brasil sofreu muito com mentiras nas redes sociais nos últimos anos”, de modo que o governo precisa “fortalecer uma rede da verdade”.
Obviamente, o presidente só não disse que ele e outros próceres do PT foram os artífices de uma máquina de torturar fatos e destruir reputações nas redes sociais que, poucos anos depois.
É o velho Lula de sempre, dobrando a aposta na falta de memória de ampla parcela dos cidadãos.
É claro que todo esse esforço governamental para construção do que Lula chamou de “rede da verdade” vem revestido das melhores intenções – aquelas das quais o inferno está cheio.
Um programa de combate à desinformação patrocinado pelo atual governo não inspira a mínima confiança. Uma iniciativa como o Brasil Contra Fake só não é inacreditável porque os petistas são conhecidos, entre outras coisas, por suas fabulações. Basta dizer que, apenas 72 horas antes de lançar essa espécie de “portal da verdade”, Lula afirmou, sem apresentar provas, que a bem-sucedida operação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Federal que impediu que o Primeiro Comando da Capital (PCC) praticasse uma série de atentados contra autoridades não passava de uma “armação do (ex-juiz e senador Sérgio) Moro”.
Evidência cabal de que o Brasil Contra Fake não está nem aí para o debate público nem para a verdade factual é o fato de que uma deslavada mentira como essa, por óbvio, não haverá de ser reparada no portal. Decerto também não o será a tese estapafúrdia defendida por Lula segundo a qual a Operação Lava Jato seria fruto de um conluio entre autoridades brasileiras e americanas para usurpar as riquezas do País.
Como confiar no juízo dessa patota que já demonstrou não ter quaisquer escrúpulos éticos nem tampouco apreço pela verdade factual quando esta conflita diretamente com seus interesses ?
O governo Lula avocou para si, agora oficialmente, a tarefa de arbitrar o que é verdade ou mentira no debate público.
No domingo passado, em março de 2023, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) lançou o Brasil Contra Fake, um portal online que reúne respostas para o que a Secom chama de “principais fake news envolvendo o governo federal”.
Não se trata de outra coisa senão mais uma manifestação do velho cacoete autoritário dos governos lulopetistas.
Se, de fato, está preocupado com a qualidade do debate público, o governo muito ajudará a melhorá-lo se não mentir nem distorcer a realidade factual para os cidadãos. Por mais singelo que pareça, de sua parte, basta apenas isso. A menos que a motivação recôndita para esse programa seja revelar à sociedade só a “verdade” que o Palácio do Planalto quer ver revelada.
Ou, ainda, definir como “fake news” informações que, embora irrefutáveis, sejam constrangedoras para a atual administração. Não se pode desconsiderar também que o Brasil Contra Fake pode se descortinar como uma tentativa de desqualificar eventuais críticas ao governo formuladas por jornalistas profissionais ou por adversários políticos.
Já seria temerário que qualquer governo, fosse qual fosse sua orientação política, tomasse para si a atribuição de definir o que é verdade ou mentira entre a miríade de informações que circulam no ambiente digital. Afinal, não cabe ao Estado determinar o que são “fake news”. O quadro é ainda mais perigoso quando é um governo como o de Lula, logo quem, que se arvora em guardião da “verdade”.
Ao lançar o Brasil Contra Fake, Lula afirmou que “o Brasil sofreu muito com mentiras nas redes sociais nos últimos anos”, de modo que o governo precisa “fortalecer uma rede da verdade”.
Obviamente, o presidente só não disse que ele e outros próceres do PT foram os artífices de uma máquina de torturar fatos e destruir reputações nas redes sociais que, poucos anos depois.
É o velho Lula de sempre, dobrando a aposta na falta de memória de ampla parcela dos cidadãos.
É claro que todo esse esforço governamental para construção do que Lula chamou de “rede da verdade” vem revestido das melhores intenções – aquelas das quais o inferno está cheio.
Um programa de combate à desinformação patrocinado pelo atual governo não inspira a mínima confiança. Uma iniciativa como o Brasil Contra Fake só não é inacreditável porque os petistas são conhecidos, entre outras coisas, por suas fabulações. Basta dizer que, apenas 72 horas antes de lançar essa espécie de “portal da verdade”, Lula afirmou, sem apresentar provas, que a bem-sucedida operação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Federal que impediu que o Primeiro Comando da Capital (PCC) praticasse uma série de atentados contra autoridades não passava de uma “armação do (ex-juiz e senador Sérgio) Moro”.
Evidência cabal de que o Brasil Contra Fake não está nem aí para o debate público nem para a verdade factual é o fato de que uma deslavada mentira como essa, por óbvio, não haverá de ser reparada no portal. Decerto também não o será a tese estapafúrdia defendida por Lula segundo a qual a Operação Lava Jato seria fruto de um conluio entre autoridades brasileiras e americanas para usurpar as riquezas do País.
Como confiar no juízo dessa patota que já demonstrou não ter quaisquer escrúpulos éticos nem tampouco apreço pela verdade factual quando esta conflita diretamente com seus interesses ?
Editado pela última vez por E.R em 29 Mar 2023, 03:42, em um total de 1 vez.



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Re: Lula
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil ... o-mensalao
Dos 37 réus do mensalão, o empresário Marcos Valério é o único que não tem um átimo de dúvida sobre o seu futuro. Na semana passada, o publicitário foi condenado por lavagem de dinheiro, crime que acarreta pena mínima de três anos de prisão. Computadas punições pelos crimes de corrupção ativa e peculato, já decididas, mais evasão de divisas e formação de quadrilha, ainda por julgar a sentença de Marcos Valério pode passar de 100 anos de reclusão. Com todas as atenuantes da lei penal brasileira, não é totalmente improvável que ele termine seus dias na cadeia.
Apontado como responsável pela engenharia financeira que possibilitou ao PT montar o maior esquema de corrupção da história, Marcos Valério enfrenta um dilema. Nos últimos dias, ele confidenciou a pessoas próximas detalhes do pacto que havia firmado com o partido. Para proteger os figurões, conta que assumiu a responsabilidade por crimes que não praticou sozinho e manteve em segredo histórias comprometedoras que testemunhou quando era o "predileto" do poder.
Em troca do silêncio, recebeu garantias. Primeiro, de impunidade. Depois, quando o esquema teve suas entranhas expostas pela Procuradoria-Geral da República, de penas mais brandas.
Marcos Valério guarda segredos tão estarrecedores sobre o mensalão que ele não consegue mais guardar só para si - mesmo que agora, desiludido com a falsa promessa de ajuda dos poderosos a quem ajudou, tenha um crescente temor de que eles possam se vingar dele de forma ainda mais cruel.
Feita com base em revelações de parentes, amigos e associados, a reportagem de capa de VEJA desta semana reabre de forma incontornável a questão da participação do ex-presidente Lula no mensalão. "Lula era o chefe", vem repetindo Marcos Valério com mais frequência e amargura agora que já foi condenado pelo STF.
Assinada pelo editor Rodrigo Rangel, da sucursal de Brasília, a reportagem tem cinco capítulos - e o primeiro deles pode ser lido abaixo :
A acusação do Ministério Público Federal sustenta que o mensalão foi abastecido com 55 milhões de reais tomados por empréstimo por Marcos Valério junto aos bancos Rural e BMG, que se somaram a 74 milhões desviados da Visanet, fundo abastecido com dinheiro público e controlado pelo Banco do Brasil. Segundo Marcos Valério, esse valor é subestimado. Ele conta que o caixa real do mensalão era o triplo do descoberto pela polícia e denunciado pelo MP. Marcos Valério diz que pelas arcas do esquema passaram pelo menos 350 milhões de reais. "Da SMP&B vão achar só os 55 milhões, mas o caixa era muito maior. O caixa do PT foi de 350 milhões de reais, com dinheiro de outras empresas que nada tinham a ver com a SMP&B nem com a DNA", afirma o empresário. Esse caixa paralelo, conta ele, era abastecido com dinheiro oriundo de operações tão heterodoxas quanto os empréstimos fictícios tomados por suas empresas para pagar políticos aliados do PT. Havia doações diretas diante da perspectiva de obter facilidades no governo. "Muitas empresas davam via empréstimos, outras não." O fiador dessas operações, garante Marcos Valério, era o próprio presidente da República.
Lula teria se empenhado pessoalmente na coleta de dinheiro para a engrenagem clandestina, cujos contribuintes tinham algum interesse no governo federal. Tudo corria por fora, sem registros formais, sem deixar nenhum rastro. Muitos empresários, relata Marcos Valério, se reuniam com o presidente, combinavam a contribuição e em seguida despejavam dinheiro no cofre secreto petista. O controle dessa contabilidade cabia ao então tesoureiro do partido, Delúbio Soares, que é réu no processo do mensalão e começa a ser julgado nos próximos dias pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa. O papel de Delúbio Soares era, além de ajudar na administração da captação, definir o nome dos políticos que deveriam receber os pagamentos determinados pela cúpula do PT, com o aval do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, acusado no processo como o chefe da quadrilha do mensalão: "José Dirceu era o braço direito do Lula, um braço que comandava". <arcos Valério diz que, graças a sua proximidade com a cúpula petista no auge do esquema, em 2003 e 2004, teve acesso à contabilidade real. Ele conta que a entrada e a saída de recursos foram registradas minuciosamente em um livro guardado a sete chaves por Delúbio. Pelo seu relato, o restante do dinheiro desse fundão teve destino semelhante ao dos 55 milhões de reais obtidos por meio dos empréstimos fraudulentos tomados pela DNA e pela SMP&B. Foram usados para remunerar correligionários e aliados. Os valores calculados por Valério delineiam um caixa clandestino sem paralelo na política. Ele fala em valores dez vezes maiores que a arrecadação declarada da campanha de Lula nas eleições presidenciais de 2002.
Dos 37 réus do mensalão, o empresário Marcos Valério é o único que não tem um átimo de dúvida sobre o seu futuro. Na semana passada, o publicitário foi condenado por lavagem de dinheiro, crime que acarreta pena mínima de três anos de prisão. Computadas punições pelos crimes de corrupção ativa e peculato, já decididas, mais evasão de divisas e formação de quadrilha, ainda por julgar a sentença de Marcos Valério pode passar de 100 anos de reclusão. Com todas as atenuantes da lei penal brasileira, não é totalmente improvável que ele termine seus dias na cadeia.
Apontado como responsável pela engenharia financeira que possibilitou ao PT montar o maior esquema de corrupção da história, Marcos Valério enfrenta um dilema. Nos últimos dias, ele confidenciou a pessoas próximas detalhes do pacto que havia firmado com o partido. Para proteger os figurões, conta que assumiu a responsabilidade por crimes que não praticou sozinho e manteve em segredo histórias comprometedoras que testemunhou quando era o "predileto" do poder.
Em troca do silêncio, recebeu garantias. Primeiro, de impunidade. Depois, quando o esquema teve suas entranhas expostas pela Procuradoria-Geral da República, de penas mais brandas.
Marcos Valério guarda segredos tão estarrecedores sobre o mensalão que ele não consegue mais guardar só para si - mesmo que agora, desiludido com a falsa promessa de ajuda dos poderosos a quem ajudou, tenha um crescente temor de que eles possam se vingar dele de forma ainda mais cruel.
Feita com base em revelações de parentes, amigos e associados, a reportagem de capa de VEJA desta semana reabre de forma incontornável a questão da participação do ex-presidente Lula no mensalão. "Lula era o chefe", vem repetindo Marcos Valério com mais frequência e amargura agora que já foi condenado pelo STF.
Assinada pelo editor Rodrigo Rangel, da sucursal de Brasília, a reportagem tem cinco capítulos - e o primeiro deles pode ser lido abaixo :
A acusação do Ministério Público Federal sustenta que o mensalão foi abastecido com 55 milhões de reais tomados por empréstimo por Marcos Valério junto aos bancos Rural e BMG, que se somaram a 74 milhões desviados da Visanet, fundo abastecido com dinheiro público e controlado pelo Banco do Brasil. Segundo Marcos Valério, esse valor é subestimado. Ele conta que o caixa real do mensalão era o triplo do descoberto pela polícia e denunciado pelo MP. Marcos Valério diz que pelas arcas do esquema passaram pelo menos 350 milhões de reais. "Da SMP&B vão achar só os 55 milhões, mas o caixa era muito maior. O caixa do PT foi de 350 milhões de reais, com dinheiro de outras empresas que nada tinham a ver com a SMP&B nem com a DNA", afirma o empresário. Esse caixa paralelo, conta ele, era abastecido com dinheiro oriundo de operações tão heterodoxas quanto os empréstimos fictícios tomados por suas empresas para pagar políticos aliados do PT. Havia doações diretas diante da perspectiva de obter facilidades no governo. "Muitas empresas davam via empréstimos, outras não." O fiador dessas operações, garante Marcos Valério, era o próprio presidente da República.
Lula teria se empenhado pessoalmente na coleta de dinheiro para a engrenagem clandestina, cujos contribuintes tinham algum interesse no governo federal. Tudo corria por fora, sem registros formais, sem deixar nenhum rastro. Muitos empresários, relata Marcos Valério, se reuniam com o presidente, combinavam a contribuição e em seguida despejavam dinheiro no cofre secreto petista. O controle dessa contabilidade cabia ao então tesoureiro do partido, Delúbio Soares, que é réu no processo do mensalão e começa a ser julgado nos próximos dias pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa. O papel de Delúbio Soares era, além de ajudar na administração da captação, definir o nome dos políticos que deveriam receber os pagamentos determinados pela cúpula do PT, com o aval do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, acusado no processo como o chefe da quadrilha do mensalão: "José Dirceu era o braço direito do Lula, um braço que comandava". <arcos Valério diz que, graças a sua proximidade com a cúpula petista no auge do esquema, em 2003 e 2004, teve acesso à contabilidade real. Ele conta que a entrada e a saída de recursos foram registradas minuciosamente em um livro guardado a sete chaves por Delúbio. Pelo seu relato, o restante do dinheiro desse fundão teve destino semelhante ao dos 55 milhões de reais obtidos por meio dos empréstimos fraudulentos tomados pela DNA e pela SMP&B. Foram usados para remunerar correligionários e aliados. Os valores calculados por Valério delineiam um caixa clandestino sem paralelo na política. Ele fala em valores dez vezes maiores que a arrecadação declarada da campanha de Lula nas eleições presidenciais de 2002.



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Re: Lula
Sem defender o Lula, temos que tomar certo cuidado com declarações da Veja. E vale lembrar que mesmo com as acusações pode ser que o Lula consiga sair dessa...
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Re: Lula
Essa galerinha do Mensalão já está rodando para proteger os maiores, nunca viram nos filmes de máfia? São só empregados...
Brincadeiras à parte, sabe por que ele não pode rodar? Por trás dele estão os verdadeiros donos do Brasil [e não são necessariamente brasileiros] e com essa gente não se mexe. Ninguém mexe.
Brincadeiras à parte, sabe por que ele não pode rodar? Por trás dele estão os verdadeiros donos do Brasil [e não são necessariamente brasileiros] e com essa gente não se mexe. Ninguém mexe.
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Re: Lula
Não sabe que só os idiotas respondem uma pergunta com outra pergunta. 
Eu quero nomes! Sempre falam que tem um grupo de pessoas controlando tudo ou algo do tipo, mas nunca dão os nomes. Assim fica difícil levar a sério.
Se não quiser/puder citar nomes pelo menos fale o que eles fazem, por exemplo lixeiros que coletam o lixo das ruas.
Eu quero nomes! Sempre falam que tem um grupo de pessoas controlando tudo ou algo do tipo, mas nunca dão os nomes. Assim fica difícil levar a sério.
Se não quiser/puder citar nomes pelo menos fale o que eles fazem, por exemplo lixeiros que coletam o lixo das ruas.
Agente da Coroa a serviço da Rainha


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Re: Lula
Sexta no Globo Repórter.Scopel escreveu:Quem se beneficia com políticos corruptos? A quem eles servem? Quem financia suas campanhas? Quem são os beneficiados pelos contratos, concessões, isenções e incentivos?
Colaborador (08/2011 - 12/2021, 09/2024 - )
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Re: Lula
"Jornal Nacional" não falou nada sobre o assunto ontem. Pra refletir. Quando a Globo omite um assunto, é por que tem verdade nessa matéria da Veja.
















