QUE BONITA VIZINHANÇA (La vecindad del Chavo)
Roberto Gómez Bolaños / Versão: Marcos Lima
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Re: QUE BONITA VIZINHANÇA (La vecindad del Chavo)
Tudo bem, cara, mas vc ta confundindo a gente com alguem que liga
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marcossl
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Re: QUE BONITA VIZINHANÇA (La vecindad del Chavo)
Fico feliz em ver que o Chaves tem muitos fãs preocupados com a série. É muito positiva a contribuição de vocês! Agradeço a todos que colaboram com suas impressões e conhecimento. Todos os pontos ressaltados são importantes e válidos para a construção de um trabalho, e merecem a devida atenção e reflexão.
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Re: QUE BONITA VIZINHANÇA (La vecindad del Chavo)
DNVR-Dona Neves VelhaReumatica escreveu:Boa versão a do marcos, o maior merito como sempre que nao é muito dificil é corrigir o refrão. Sempre disse isso aqui, a musica original é lindissima e fala da vila do chaves ou seja descreve o seriado como um todo, ai na hora da musica tascam um caralho de "que bonita sua roupa" sem nexo. O Gastaldi foi genial na serie mas essa foi uma pisada de bola, rima a todo custo a ponto de fuder um refrão tambem nao presta.
Bom, o que eu acho que pega é o seguinte: no original compuseram primeiro a música, e depois o episódio. O clipe do episódio pôde ser planejado de acordo com a música.João Neto (Eng. Camin) escreveu:Não vejo problema em dizer "mais espaçoso que um trem". O problema mesmo dessa adaptação da Maga é não citar Quico nem Chiquinha, mas "ele" e "ela".
Considero, sim, que mesmo num clipe a letra não deve ser refém da imagem. E a letra original de Bolaños não o é em momento algum, até porque foi composta certamente antes da coreografia do clipe.
Já no caso da Maga eles também compuseram primeiro a música, para o LP do Chaves. Porém o clipe já veio pronto, e aí inventaram de encaixar a letra do LP no clipe. E deu merda.
Só fizeram isso de "Que bonita sua roupa", "Que ele é mais espaçoso que um trem" e "Que ela é azucrinante, e que tão chata como ela não há ninguém" porque reaproveitaram tudo isso da música do LP. Reaproveitaram de "Legalzinha sua roupa", "Que sou mais espaçoso que um trem, que sou azucrinante, e que tão chato como eu não há ninguém". Fizeram uma adaptação preguiçosa, nas coxas... Para lançar no LP tudo bem, eles não tinham nenhum compromisso com clipe ou imagem. Para botar no episódio, erraram.
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Re: QUE BONITA VIZINHANÇA (La vecindad del Chavo)
Cara, vecindad pode ser vizinhança e vila. São palavras sinônimas.Chapolin Colorado escreveu:Eu acho que poderia ser assim:
Sabemos que "vecindad" não é vizinhança, e sim vila
Vecindad pode ser: bairro, vizinhança, vila, cortiço...todas as palavras que querem se referir a um lugar de moradia coletiva.
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João Neto (Eng. Camin)
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marcossl
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Re: QUE BONITA VIZINHANÇA (La vecindad del Chavo)
Suas frases mal pontuadas são, geralmente, confusas. Talvez seja por causa do seu pseudônimo Riddle (=enigma, charada). Se esta colocação acima se refere a mim, todos aqui podem ver que não procede, pois eu ligo sim, valorizo e me importo com todas as contribuições. Eu reflito sobre todas as sugestões e, como já disse, várias delas ressaltam pontos importantes.Um Maluco Legal Chamado Riddle escreveu:Tudo bem, cara, mas vc ta confundindo a gente com alguem que liga
Em momento algum eu afirmei que "quem critica é pq não conhece o original". Você distorceu as minhas palavras. O que eu disse foi que "a comparação com o original só é válida de quem conhece o original". E isso é verdade. Isso é lógico. Muitos aqui em seus comentários demonstraram que conhecem o original em espanhol, então estes estão capacitados para fazer comparações e apontar falhas no meu trabalho em relação ao original. Mas quem realmente não conhece o original, como é que pode compará-lo com a minha versão? Ao contrário do que você insinuou, eu não coloquei o clipe original para evitar críticas, mas para dar oportunidade a quem não o conhecia de discutir e criticar sabendo o que está fazendo. Se você já conhecia o clipe original bastava tê-lo ignorado. Não estava destinado a você. Não precisava distorcer minhas palavras e atribuir a mim uma frase preconceituosa que eu não disse, e ainda sugerir que não tenho humildade para receber críticas. Porque foi isso o que você fez.Um Maluco Legal Chamado Riddle escreveu:E continua a insistencia de "quem critica é pq não conhece o original"...
disso pra virar o Nelson Machado é 1 pulo husahuhusahuahushauhusa
Bacana, exceto que não. No maximo, você pode dizer que a letra é mais fiel e que a instrumental é bacana. "Boa" foi a O Chapolin Colorado...Não vou mais discutir ou justificar a letra. Sei que ela está muito boa,e quem discorda ou não entende, tudo bem, tem o direito de não gostar.
Lembrando que gostar nunca foi sinonimo de ser bom, ne...
Quanto à comparação com o Nelson Machado, lamento não estar a apenas 1 pulo pra virar um artista talentoso, criativo e profissionalmente excelente como ele. Eu ainda estou muito distante de ser tão bom (Apesar do atenuante de atuarmos em áreas diferentes). Mas sei que na comparação você estava se referindo à fama que atribuíram ao Nelson de ser brigão, mercenário, dono da verdade, etc. Essas características atribuídas a ele eu não discuto. Até porque não convivo com ele, nem sou seu empresário para saber de suas relações sociais nem exigências contratuais. Conheço sim o seu valioso trabalho através de suas dublagens. Mas, nas poucas postagens dele que acompanhei neste fórum, o que pude perceber foi que ali estava uma das figuras que ajudaram a imortalizar o Chaves no Brasil, e que é um ídolo para muitos pela sua importância para a série, que teve a coragem de se identificar, se expôr e discutiu com os fãs, dando inclusive satisfações e explicações que ele nem tinha obrigação nenhuma de dar. E o que foi que eu vi? Vários usuários ofendendo-o, fazendo acusações infundadas, diminuindo a importância do trabalho dele, e tudo isso porque ele havia cansado de ser explorado e não queria mais uma vez abrir mão de direitos seus, previstos em lei. Queria ver quem aqui do Fórum, em outra profissão, teria coragem de aceitar um emprego abrindo mão de direitos legítimos (vale-transporte, gratificações, férias, etc. por exemplo), sabendo que está sendo explorado, só porque gosta de fazer aquilo.
Se ele foi grosso com alguém aqui no Fórum, não foi uma atitude correta. Mas paciência tem limite. Eu vi ataques duríssimos, apelidos e insinuações à ele. E tudo isso partindo de ilustres e covardes anônimos que se escondem atrás de pseudônimos. E ele estava corajosamente identificado, dando a sua cara a bater e assumindo as consequências do que dizia. Eu também estou identificado, (marcossl: de Marcos Silva de Lima) Marcos Lima (como aparece nos créditos do clipe), produtor musical, músico profissional graduado na UFCG, diretor de estúdio, residente em Nova Floresta - PB (Ah, e minha esposa é 1º soprano do Coro de Câmara da UFCG). Mas não entendo porque "Um Maluco Chamado Riddle" insiste em me comparar com o Nelson Machado se em nenhum momento deixei de ser humilde ou fui indelicado com alguém (características que atribuem ao Nelson).
Se eu falei que "não vou mais discutir ou justificar a letra" é porque o que eu já expliquei sobre ela, do meu ponto de vista, e a minha opinião a respeito de sua qualidade já ficaram suficientemente claros. Como todos podem ver, deixei todos livres para concordarem, discordarem, gostarem ou não gostarem, e expressarem isso livremente. Perfeito eu sei que nada é, nem nunca vai ser bem aceito como tal por todos. O problema é que eu sempre disse que tenho a minha opinião de que a versão ficou boa e cada um pode ter a sua opinião livremente. Mas você parece querer decretar a todo momento que eu gostei, mas existe uma verdade universal e intocável de que não prestou.
Riddle, você pode até ser maluco, mas não está sendo legal, como diz seu pseudônimo. Não é nada legal ficar detonando, rebaixando o trabalho dos outros e, pior que isso, fazer insinuações infundadas e provocações. No início você deu a sua opinião dizendo que só o refrão era aproveitável (tudo bem, é seu ponto de vista); depois criticou a falta de rimas; depois alguém questionou o sentido de um dos versos do refrão, aí você voltou atrás e reprovou o refrão também; a partir daí se esgotaram os seus argumentos mas você continuou postando, sempre coisas vagas como "gostar nunca foi sinônimo de ser bom"; insinuou que eu não me importo com a opinião do pessoal que está contribuindo; tentou me provocar me comparando com o Nelson Machado, insinuando características afins. Então, dá a entender que mais do que manifestar suas impressões, suas mensagens querem derrubar o meu trabalho, porque elas passam a idéia de que alguns podem até ter gostado, mas a verdade universal é que o trabalho não presta, não vale nada. Talvez você até seja um cara legal e não tenha percebido ainda que seus comentários estão me impedindo de notar isso. Talvez você seja legal e só não percebeu que falou demais, ou fez mal uso das palavras. Porque sua atitude não está sendo legal. Por um momento isso chegou a me incomodar. Agora, não mais. Só me fez responder as suas provocações e escrever isso para você. Note que quando eu não tinha mais nada interessante a acrescentar sobre a letra eu parei de falar sobre ela.
Eu adoro receber críticas. Elas nos ajudam a melhorar nosso trabalho e a refletir sobre nossos erros e acertos. Neste tópico muitas pessoas fizeram críticas e deram sugestóes muito boas, inclusive você. E eu espero que os elogios e as críticas bem fundamentadas continuem. Mas críticas vazias empobrecem a discussão. Me desculpe se entendi errado a sua intenção. Mas isso é o que suas palavras me levam a pensar. O Fórum Chaves é livre. Pode continuar postando o que você diz que "não é opinião" (querendo dizer que é a verdade) mas cuidado para não parecer em vez de "Um Maluco Legal Chamado Riddle" "Um Maluco Inconveniente Chamado Riddle".
Editado pela última vez por marcossl em 22 Jul 2012, 17:33, em um total de 1 vez.
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Re: QUE BONITA VIZINHANÇA (La vecindad del Chavo)
"Um Maluco Inconveniente Chamado Riddle" passa dos limites de 30 caracteres para nomes do fórum.
Bom, não sou de responder posts tão sérios na internet, mas como se trata de uma critica que eu fiz á um trabalho, me sinto na obrigação de me explicar...
De inicio, gostaria de agradecer pela explicação sobre o clipe em espanhol, e pedir desculpas pela má-interpretação da postagem do mesmo. Podemos dizer que cabe á ambos nós dois o lance de "pode não ter sido essa a intenção, mas é o que pareceu"...
Sobre o Nelson Machado, concordo com a maioria do que foi dito, eu só gostaria de entender como um pseudonimo retira a credibilidade de uma pessoa. Na verdade eu até entendo, é uma marca deixada pelos Trolls de verdade, que criavam contas com o puro intuíto de zoar e causar danos... mas quando o pseudonimo é fixo e usado para entretenimento, opiniões, possiveis contribuições, etc.... creio que o conceito de "sem cara, sem moral" não se aplica, né?
Agora sobre o assunto principal, a musica, em momento nenhum eu reprovei o refrão. Eu concordei com os erros dele, apontados por alguem, mas não deixei de gostar por isso, foi um trabalho bom demais (no refrão). De desgosto, eu só mantenho a critica das rimas, afinal, na musica do Chapolin você fez uma mudança bem grande na introdução e ainda assim rimou, sem nenhuma menção á tartaruga, rato, etc. Creio que o "desapontamento geral" seja por que outros tambem esperavam que esse nivel de adaptação fosse seguido (pelo que vi, não fui o unico a notar a falta de rimas)
Quando eu disse "não é opinião", eu me referia ao fato de que Gastaldi realmente não buscou o tom high-pitch do Chaves na versão Maga da musica, preferindo cantar com a vóz do personagem no Lote 90 mesmo... uma vez que sua explicação sobre o fato da sua musica ter a vóz finissima usou uma possivel falha do Gastaldi como um dos argumentos... óbviamente eu nunca me referiria á criticas como "não é opinião", longe disso
Enfim, eu posso aceitar uma tréplica e meu coração continua aberto.
Bom, não sou de responder posts tão sérios na internet, mas como se trata de uma critica que eu fiz á um trabalho, me sinto na obrigação de me explicar...
De inicio, gostaria de agradecer pela explicação sobre o clipe em espanhol, e pedir desculpas pela má-interpretação da postagem do mesmo. Podemos dizer que cabe á ambos nós dois o lance de "pode não ter sido essa a intenção, mas é o que pareceu"...
Sobre o Nelson Machado, concordo com a maioria do que foi dito, eu só gostaria de entender como um pseudonimo retira a credibilidade de uma pessoa. Na verdade eu até entendo, é uma marca deixada pelos Trolls de verdade, que criavam contas com o puro intuíto de zoar e causar danos... mas quando o pseudonimo é fixo e usado para entretenimento, opiniões, possiveis contribuições, etc.... creio que o conceito de "sem cara, sem moral" não se aplica, né?
Agora sobre o assunto principal, a musica, em momento nenhum eu reprovei o refrão. Eu concordei com os erros dele, apontados por alguem, mas não deixei de gostar por isso, foi um trabalho bom demais (no refrão). De desgosto, eu só mantenho a critica das rimas, afinal, na musica do Chapolin você fez uma mudança bem grande na introdução e ainda assim rimou, sem nenhuma menção á tartaruga, rato, etc. Creio que o "desapontamento geral" seja por que outros tambem esperavam que esse nivel de adaptação fosse seguido (pelo que vi, não fui o unico a notar a falta de rimas)
Quando eu disse "não é opinião", eu me referia ao fato de que Gastaldi realmente não buscou o tom high-pitch do Chaves na versão Maga da musica, preferindo cantar com a vóz do personagem no Lote 90 mesmo... uma vez que sua explicação sobre o fato da sua musica ter a vóz finissima usou uma possivel falha do Gastaldi como um dos argumentos... óbviamente eu nunca me referiria á criticas como "não é opinião", longe disso
Enfim, eu posso aceitar uma tréplica e meu coração continua aberto.
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Re: QUE BONITA VIZINHANÇA (La vecindad del Chavo)
Riddle,
Se o pedido de desculpas for sincero, eu aceito. Mas o lance de "pode não ter sido essa a intenção, mas é o que pareceu" não se aplica da mesma forma a nós dois, porque eu tenho muito cuidado com o que escrevo, deixando minhas colocações bastante claras. Para entender outra coisa ou achar que eu quis dizer outra coisa tem que usar a imaginação e fantasiar muito. Os seus comentários, no entanto, se não tem a intenção de rebaixar o meu trabalho, tenha cuidado ao escrevê-los para que não pareça isso. Use as palavras para expressar o que você pensa. Se tudo o que você disse não representa o que você pensa sobre meu trabalho (não era a intenção, apenas pareceu), uma dica é revisar o que você escreve antes de publicar, para que a sua intenção e o seu texto não entrem em contradição.
São comentários seus como os que estão abaixo, aliados a outros que citei no post anterior, que podem levar qualquer pessoa a refletir e chegar às conclusões que eu cheguei:
"Que bonita vizinhança!
Que bonita vizinhança!
Nessa vila mora o Chaves.
Com sua simplicidade, (Ainda não vejo como a simplicidade, estando numa frase onde se liga a "lar" pode se referir ao Chaves)
como é lindo o nosso lar.
- E quem conhece o Chaves
a minha roupa pode ver que é só remendo. (Quem prestar atenção bem, entende que a roupa não pode ver nada. Mas no período, o Chaves está dizendo que quem conhece o Chaves é quem pode ver que sua roupa é remendada).
Às vezes não me lavo.
Faço bobagens, mas é sem querer querendo.
- Que bobalhão é o Quico!
O bochechudo é o tesouro da mãezinha.
Da turma, a mais esperta,
não tenho dúvidas que, é mesmo a Chiquinha.
- O professor visita
Dona Florinda procurando casamento. (visita a vizinhança seria mais fiel ao original, mas ele não visita a vizinhança inteira. Ele visita a Dona Florinda. Se ela morasse num hotel ele visitaria Dona Florinda, não o hotel. No restaurante ele visita Dona Florinda, não o restaurante; e na vila ele também faz a visita a ela).
E Seu Madruga não evita,
da mãe do Quico, um tapa a todo momento. (A todo momento (ou seja: sempre) ele não evita um tapa da mãe do Quico. Dá pra entender, e no português as frases podem ser construídas dessa maneira).
- A Pópis é tão tola...
A bruxa do 71 quer a vassoura...
O Nhonho é bem gordinho
e o seu pai, Senhor Barriga, é igualzinho!"
Veja que em cada estrofe há pelo menos uma rima que a sustenta e já garante a sua musicalidade. Por isso falei que às vezes a rima não faz tanta falta. Rimar todas as linhas (versos) umas com as outras, em uma adaptação de música de língua estrangeira, e ainda sem mudar o sentido ou nenhuma palavra é dificílimo, para não dizer impossível. Desafio quem consiga fazer isso e consiga cantá-la sem destruir a melodia.
Eu disse que não ia voltar a discutir a letra, mas me permitirei fazer isso quando for extremamente necessário. Aliás, ainda terei que postá-la completa e sem rabiscos. Eu só não tinha feito alguns dos comentários acima para não ficar teimando com meus colegas aqui do Fórum e para respeitar suas opiniões. Porém, estão aí mais algumas opiniões minhas, que não estou sustentando de que seja o certo, nem uma verdade que todos tem que aceitar.
Você disse que a versão do Chapolin sim, foi boa porque, mesmo fazendo uma mudança grande nas palavras e substituindo algumas coisas, eu consegui rimar. Mas, justamente por mudar as palavras para rimar é que várias pessoas não gostaram e me criticaram por aquela versão do Chapolin. Isso só prova que cada um tem a sua opinião, nunca se vai agradar todo mundo e sempre um vai gostar mais de um ponto que o outro vai detestar, etc. Dessa vez eu resolvi fazer outra abordagem na adaptação. Rimei menos, mas mudei menos do que na versão do Chapolin. E o "desapontamento" não foi geral. Muita gente gostou, assim como outros não, e isso é normal. Só pensei que você estava detonando meu trabalho por causa de suas próprias palavras, insistentemente duras e radicais. Veja, por exemplo, o que você comentou sobre minha versão de "El Chapulín Colorado", que você agora reconheceu ter ficado boa:
Já que é pra falar, vamos falar. Eu não quis rebater o que você falou sobre o MAGA. Disse que respeitava sua opinião, não insisti e você ainda tripudiou dizendo: "não foi uma opinião". Então deixa eu responder. Eu não estava lá com o MAGA nas dublagens do Chaves, então o que eu vou dizer é uma opinião: Ele deve ter cantado no grave para a voz do Chaves ficar parecida com a dublagem mais comum do Chaves falando. No agudo (cantando fininho) fica estranho mesmo, pra quem é acostumado com a dublagem clássica. Mas além de ter feito essa opção por tais motivos, o Marcelo realmente não alcançava cantar essa música no agudo, no tom original. Não basta fazer "uma voz fininha", como ele dublou no lote de 84. Cantar é diferente. Para tanto é necessário chegar até a altura precisa e correta das notas. Na dublagem ele falava no agudo, mas não ia tão agudo quanto seria necessário para afinar na altura na música. Fiz a escolha de manter como no original e cantar no agudo porque vi que, devido ao tom da música(E= Mi Maior), que no original foi feita pra Chespirito cantar no agudo, qualquer um que cantasse no grave (é preciso ter um mínimo de conhecimento de música pra entender) iria fazer com que Chaves emitisse notas que só um adulto seria capaz de fazer. Chespirito viu isso e cantou no agudo. Mário Lúcio viu isso e cantou "Legalzinha a sua roupa" no grave (no LP), mas aumentou o tom da música (para G= Sol Maior) e resolveu o problema. A questão é que o MAGA cantou no grave, e em Mi Maior. Para ficar verossímil, o playback pra ele cantar tinha que ter sido gravado em Sol Maior ou um tom mais alto, ou então ele tinha que ter cantado tudo no agudo mesmo (com a voz fininha). A falha existiu e foi a seguinte: Se ele não alcançava os agudos (na última estrofe, quando ele tenta, ainda que seja pra dar "aquele gás" que você fala, ele desafina o tempo todo e não chega nas notas) que chamassem o Mário Lúcio para cantar ou fizessem outro acompanhamento num tom adequado pra extensão vocal do Marcelo (Ele era um gênio da dublagem, mas desafinou mesmo e aquele tom não estava certo pra ele). Assim o Chaves não cantaria com voz completamente de adulto, não seria a voz estranhamente fininha, e sim a voz habitual que conhecemos (algo intermediário) cantando afinado.
Para finalizar, sobre o pseudônimo. Eu não disse que um pseudônimo retira a credibilidade de uma pessoa. Eu apenas disse que usar um pseudônimo é bastante confortável, porque qualquer um pode dizer o que quiser sem ter que arcar com as consequências. Quem se identifica demonstra coragem, porque quem está identificado está recebendo as críticas/insultos direcionados a uma pessoa real. Com impacto em sua vida e trabalho. Não a um personagem anônimo. Muitos amigos meus da minha cidade/convívio, acessam esse Fórum e vêem as críticas à pessoa e ao profissional Marcos Lima. E isso é sério. O mesmo vale para o Nelson Machado. Mesmo assim eu tenho a coragem e o orgulho de me identificar e dizer que sou de Nova Floresta, Paraíba. No tópico do clipe do Chapolin o "Beterraba" disse que o clipe foi estragado pelo sotaque nordestino. Muita gente nem notou sotaque algum, como o "Fabão" confessou. E ser nordestino não dimunui a qualidade de trabalho algum. Isso é apenas preconceito. Tenho orgulho de ser nordestino e de mostrar que aqui tem gente capaz de fazer trabalhos excelentes, como em qualquer parte do mundo. Então não é que quem usa pseudônimo não tenha credibilidade ou não tenha moral. Mas quem se identifica demonstra mais coragem de lidar com as críticas e de assumir o que diz.
Mas sobre o tema central da inclusão do Nelson Machado na história, se você concorda com a maioria das coisas que eu disse, porque então você me associou a ele em sua colocação e disse "Disso pra virar o Nelson Machado é um pulo husahuhusahuahushauhusa"? O que você quis dizer com isso?
Você disse que podia aceitar uma tréplica. O papo só está tão sério devido a seriedade dos profissionais e do trabalho em jogo.
Mas, meu coração também continua aberto.
Se o pedido de desculpas for sincero, eu aceito. Mas o lance de "pode não ter sido essa a intenção, mas é o que pareceu" não se aplica da mesma forma a nós dois, porque eu tenho muito cuidado com o que escrevo, deixando minhas colocações bastante claras. Para entender outra coisa ou achar que eu quis dizer outra coisa tem que usar a imaginação e fantasiar muito. Os seus comentários, no entanto, se não tem a intenção de rebaixar o meu trabalho, tenha cuidado ao escrevê-los para que não pareça isso. Use as palavras para expressar o que você pensa. Se tudo o que você disse não representa o que você pensa sobre meu trabalho (não era a intenção, apenas pareceu), uma dica é revisar o que você escreve antes de publicar, para que a sua intenção e o seu texto não entrem em contradição.
São comentários seus como os que estão abaixo, aliados a outros que citei no post anterior, que podem levar qualquer pessoa a refletir e chegar às conclusões que eu cheguei:
Um Maluco Legal Chamado Riddle escreveu:Não foi uma opinião, mas okmarcossl escreveu:Respeito a sua opinião.Um Maluco Legal Chamado Riddle escreveu:MAGA sabe fazer o tom agudo sim, vide começo do lote 84. Na ultima estrofe óbviamente a intenção dele não era tal aproximação, afinal, na versão original o Chespirito mantém o tom calmo. Gastaldi queria dar aquele "gás" de que a musica tava chegando ao fim.
E pra isso boa parte das rimas foram pro saco
Agora sobre o assunto principal. Você disse dessa vez que em momento algum reprovou o refrão, e que ele foi um trabalho bom demais (disse, aliás, que só ele era aproveitável). Mas que a versão desapontou pela falta de rimas. O curioso é que a única parte da minha adaptação que você gostou (o refrão), não tem rimas. E as estrofes (que você diz não ter gostado pela falta de rimas), todas elas rimam:Um Maluco Legal Chamado Riddle escreveu:Esta definitivamente não foi uma dessas vezesmarcossl escreveu:Às vezes a rima não faz tanta falta.
"Que bonita vizinhança!
Que bonita vizinhança!
Nessa vila mora o Chaves.
Com sua simplicidade, (Ainda não vejo como a simplicidade, estando numa frase onde se liga a "lar" pode se referir ao Chaves)
como é lindo o nosso lar.
- E quem conhece o Chaves
a minha roupa pode ver que é só remendo. (Quem prestar atenção bem, entende que a roupa não pode ver nada. Mas no período, o Chaves está dizendo que quem conhece o Chaves é quem pode ver que sua roupa é remendada).
Às vezes não me lavo.
Faço bobagens, mas é sem querer querendo.
- Que bobalhão é o Quico!
O bochechudo é o tesouro da mãezinha.
Da turma, a mais esperta,
não tenho dúvidas que, é mesmo a Chiquinha.
- O professor visita
Dona Florinda procurando casamento. (visita a vizinhança seria mais fiel ao original, mas ele não visita a vizinhança inteira. Ele visita a Dona Florinda. Se ela morasse num hotel ele visitaria Dona Florinda, não o hotel. No restaurante ele visita Dona Florinda, não o restaurante; e na vila ele também faz a visita a ela).
E Seu Madruga não evita,
da mãe do Quico, um tapa a todo momento. (A todo momento (ou seja: sempre) ele não evita um tapa da mãe do Quico. Dá pra entender, e no português as frases podem ser construídas dessa maneira).
- A Pópis é tão tola...
A bruxa do 71 quer a vassoura...
O Nhonho é bem gordinho
e o seu pai, Senhor Barriga, é igualzinho!"
Veja que em cada estrofe há pelo menos uma rima que a sustenta e já garante a sua musicalidade. Por isso falei que às vezes a rima não faz tanta falta. Rimar todas as linhas (versos) umas com as outras, em uma adaptação de música de língua estrangeira, e ainda sem mudar o sentido ou nenhuma palavra é dificílimo, para não dizer impossível. Desafio quem consiga fazer isso e consiga cantá-la sem destruir a melodia.
Eu disse que não ia voltar a discutir a letra, mas me permitirei fazer isso quando for extremamente necessário. Aliás, ainda terei que postá-la completa e sem rabiscos. Eu só não tinha feito alguns dos comentários acima para não ficar teimando com meus colegas aqui do Fórum e para respeitar suas opiniões. Porém, estão aí mais algumas opiniões minhas, que não estou sustentando de que seja o certo, nem uma verdade que todos tem que aceitar.
Você disse que a versão do Chapolin sim, foi boa porque, mesmo fazendo uma mudança grande nas palavras e substituindo algumas coisas, eu consegui rimar. Mas, justamente por mudar as palavras para rimar é que várias pessoas não gostaram e me criticaram por aquela versão do Chapolin. Isso só prova que cada um tem a sua opinião, nunca se vai agradar todo mundo e sempre um vai gostar mais de um ponto que o outro vai detestar, etc. Dessa vez eu resolvi fazer outra abordagem na adaptação. Rimei menos, mas mudei menos do que na versão do Chapolin. E o "desapontamento" não foi geral. Muita gente gostou, assim como outros não, e isso é normal. Só pensei que você estava detonando meu trabalho por causa de suas próprias palavras, insistentemente duras e radicais. Veja, por exemplo, o que você comentou sobre minha versão de "El Chapulín Colorado", que você agora reconheceu ter ficado boa:
Muitos analisam uma obra com base em opiniões de pessoas mais experientes. Assim, muitos podem dar crédito às suas palavras por você ser EX-moderador do FUCH. Então, você não acha que me dar nota 4 e botar defeito a todo instante não está influenciando negativamente outras opiniões? E isso não é suficiente para que eu pense que você está detonando meu trabalho deliberadamente?Um Maluco Legal Chamado Riddle escreveu:A musica merecia um 10.
Mas a presença do "Chanfle" quando poderia ter ficado "Puxa" ou "Nossa" me faz descer a nota pra 4...
Já que é pra falar, vamos falar. Eu não quis rebater o que você falou sobre o MAGA. Disse que respeitava sua opinião, não insisti e você ainda tripudiou dizendo: "não foi uma opinião". Então deixa eu responder. Eu não estava lá com o MAGA nas dublagens do Chaves, então o que eu vou dizer é uma opinião: Ele deve ter cantado no grave para a voz do Chaves ficar parecida com a dublagem mais comum do Chaves falando. No agudo (cantando fininho) fica estranho mesmo, pra quem é acostumado com a dublagem clássica. Mas além de ter feito essa opção por tais motivos, o Marcelo realmente não alcançava cantar essa música no agudo, no tom original. Não basta fazer "uma voz fininha", como ele dublou no lote de 84. Cantar é diferente. Para tanto é necessário chegar até a altura precisa e correta das notas. Na dublagem ele falava no agudo, mas não ia tão agudo quanto seria necessário para afinar na altura na música. Fiz a escolha de manter como no original e cantar no agudo porque vi que, devido ao tom da música(E= Mi Maior), que no original foi feita pra Chespirito cantar no agudo, qualquer um que cantasse no grave (é preciso ter um mínimo de conhecimento de música pra entender) iria fazer com que Chaves emitisse notas que só um adulto seria capaz de fazer. Chespirito viu isso e cantou no agudo. Mário Lúcio viu isso e cantou "Legalzinha a sua roupa" no grave (no LP), mas aumentou o tom da música (para G= Sol Maior) e resolveu o problema. A questão é que o MAGA cantou no grave, e em Mi Maior. Para ficar verossímil, o playback pra ele cantar tinha que ter sido gravado em Sol Maior ou um tom mais alto, ou então ele tinha que ter cantado tudo no agudo mesmo (com a voz fininha). A falha existiu e foi a seguinte: Se ele não alcançava os agudos (na última estrofe, quando ele tenta, ainda que seja pra dar "aquele gás" que você fala, ele desafina o tempo todo e não chega nas notas) que chamassem o Mário Lúcio para cantar ou fizessem outro acompanhamento num tom adequado pra extensão vocal do Marcelo (Ele era um gênio da dublagem, mas desafinou mesmo e aquele tom não estava certo pra ele). Assim o Chaves não cantaria com voz completamente de adulto, não seria a voz estranhamente fininha, e sim a voz habitual que conhecemos (algo intermediário) cantando afinado.
Para finalizar, sobre o pseudônimo. Eu não disse que um pseudônimo retira a credibilidade de uma pessoa. Eu apenas disse que usar um pseudônimo é bastante confortável, porque qualquer um pode dizer o que quiser sem ter que arcar com as consequências. Quem se identifica demonstra coragem, porque quem está identificado está recebendo as críticas/insultos direcionados a uma pessoa real. Com impacto em sua vida e trabalho. Não a um personagem anônimo. Muitos amigos meus da minha cidade/convívio, acessam esse Fórum e vêem as críticas à pessoa e ao profissional Marcos Lima. E isso é sério. O mesmo vale para o Nelson Machado. Mesmo assim eu tenho a coragem e o orgulho de me identificar e dizer que sou de Nova Floresta, Paraíba. No tópico do clipe do Chapolin o "Beterraba" disse que o clipe foi estragado pelo sotaque nordestino. Muita gente nem notou sotaque algum, como o "Fabão" confessou. E ser nordestino não dimunui a qualidade de trabalho algum. Isso é apenas preconceito. Tenho orgulho de ser nordestino e de mostrar que aqui tem gente capaz de fazer trabalhos excelentes, como em qualquer parte do mundo. Então não é que quem usa pseudônimo não tenha credibilidade ou não tenha moral. Mas quem se identifica demonstra mais coragem de lidar com as críticas e de assumir o que diz.
Mas sobre o tema central da inclusão do Nelson Machado na história, se você concorda com a maioria das coisas que eu disse, porque então você me associou a ele em sua colocação e disse "Disso pra virar o Nelson Machado é um pulo husahuhusahuahushauhusa"? O que você quis dizer com isso?
Você disse que podia aceitar uma tréplica. O papo só está tão sério devido a seriedade dos profissionais e do trabalho em jogo.
Mas, meu coração também continua aberto.
Editado pela última vez por marcossl em 23 Jul 2012, 17:36, em um total de 1 vez.
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Re: QUE BONITA VIZINHANÇA (La vecindad del Chavo)
Só desculpa me meter, mas o Beterraba tem costume de fazer esses tipos de comentários inconvenientes mesmo...Não é a primeira vez.marcossl escreveu: No tópico do clipe do Chapolin o "Beterraba" disse que o clipe foi estragado pelo sotaque nordestino. Muita gente nem notou sotaque algum, como o "Fabão" confessou.

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Re: QUE BONITA VIZINHANÇA (La vecindad del Chavo)
Permita-me quebrar o gelo por este quote:
véi, não se preocupe com isso, confie em mim, tou com a moral mais baixa que a do Tatá Guarnieri
mas voltemos á seriedade...
Até hoje tem gente que prefere a abertura da Gota Mágica em oposição á abertura Álamo do anime Dragon Ball, enquanto é quase unanime a preferencia pela dublagem em si da Álamo. Por mais que a abertura Álamo seja a mais fiel á versão original japonesa. Eu, pessoalmente, gosto das duas...
Não sei se existe uma "Quadréplica", mas se quiser adicionar algo, tamos ae.
RISOS RISADAS RISOLESmarcossl escreveu:Muitos analisam uma obra com base em opiniões de pessoas mais experientes. Assim, muitos podem dar crédito às suas palavras por você ser EX-moderador do FUCH. Então, você não acha que me dar nota 4 e botar defeito a todo instante não está influenciando negativamente outras opiniões? E isso não é suficiente para que eu pense que você está detonando meu trabalho deliberadamente?
véi, não se preocupe com isso, confie em mim, tou com a moral mais baixa que a do Tatá Guarnieri
mas voltemos á seriedade...
Nunca posto algo sem revisar... justamente por aqui ser a Internet, mesmo as intenções mais claras podem passar despercebidas... É um dos males de ter que se basear puramente em texto, sem suporte nenhum da linguajem corporal.marcossl escreveu:Mas o lance de "pode não ter sido essa a intenção, mas é o que pareceu" não se aplica da mesma forma a nós dois, porque eu tenho muito cuidado com o que escrevo, deixando minhas colocações bastante claras. Para entender outra coisa ou achar que eu quis dizer outra coisa tem que usar a imaginação e fantasiar muito. Os seus comentários, no entanto, se não tem a intenção de rebaixar o meu trabalho, tenha cuidado ao escrevê-los para que não pareça isso. Use as palavras para expressar o que você pensa. Se tudo o que você disse não representa o que você pensa sobre meu trabalho (não era a intenção, apenas pareceu), uma dica é revisar o que você escreve antes de publicar, para que a sua intenção e o seu texto não entrem em contradição.
Em minha concepção, muitas vezes a rima se baseia mais na sonoridade do que no proprio uso delas, TALVEZ a idéia de rima tenha sido distorcida devido á vóz finissima usada. Se isto se mostrar certeza, só me restaria pedir desculpas uma segunda vez.marcossl escreveu:Agora sobre o assunto principal. Você disse dessa vez que em momento algum reprovou o refrão, e que ele foi um trabalho bom demais (disse, aliás, que só ele era aproveitável). Mas que a versão desapontou pela falta de rimas. O curioso é que a única parte da minha adaptação que você gostou (o refrão), não tem rimas. E as estrofes (que você diz não ter gostado pela falta de rimas), todas elas rimam:
"
Eu só gostaria de entender por que o Maga deixaria a tentativa de afinação lá pro final, quando poderia ter mantido o tom calmo do começo que estava indo bem... não me aprofundo mais no assunto pois não estou tão aprofundado no assunto de notas ainda.marcossl escreveu:
Ainda não entendo perfeitamente. Não é como se eu fosse até a Paraíba pra discutir pessoalmente sobre a musica contigo... huahsahuhusahusahusahusauhashuasmarcossl escreveu:Para finalizar, sobre o pseudônimo. Eu não disse que um pseudônimo retira a credibilidade de uma pessoa. Eu apenas disse que usar um pseudônimo é bastante confortável, porque qualquer um pode dizer o que quiser sem ter que arcar com as consequências. Quem se identifica demonstra coragem, porque quem está identificado está recebendo as críticas/insultos direcionados a uma pessoa real. Com impacto em sua vida e trabalho. Não a um personagem anônimo. Muitos amigos meus da minha cidade/convívio, acessam esse Fórum e vêem as críticas à pessoa e ao profissional Marcos Lima. E isso é sério. O mesmo vale para o Nelson Machado. Mesmo assim eu tenho a coragem e o orgulho de me identificar e dizer que sou de Nova Floresta, Paraíba. No tópico do clipe do Chapolin o "Beterraba" disse que o clipe foi estragado pelo sotaque nordestino. Muita gente nem notou sotaque algum, como o "Fabão" confessou. E ser nordestino não dimunui a qualidade de trabalho algum. Isso é apenas preconceito. Tenho orgulho de ser nordestino e de mostrar que aqui tem gente capaz de fazer trabalhos excelentes, como em qualquer parte do mundo. Então não é que quem usa pseudônimo não tenha credibilidade ou não tenha moral. Mas quem se identifica demonstra mais coragem de lidar com as críticas e de assumir o que diz.
Ora, por que a associação ocorreu justamente por que eu achei (erroneamente) que você colocou o clipe só pra dizer "é assim, então tá fiel, então tá bom". Você provou o contrário antes de falar sobre o Nelson, o que me levou a concordar.marcossl escreveu:Mas sobre o tema central da inclusão do Nelson Machado na história, se você concorda com a maioria das coisas que eu disse, porque então você me associou a ele em sua colocação e disse "Disso pra virar o Nelson Machado é um pulo husahuhusahuahushauhusa"? O que você quis dizer com isso?
Jamais questionei a seriedade, mas sabe como é, é a mesma coisa com a BKS... é muito dificil apresentar aos fãs uma versão modificada daquilo que já existia, por mais que aquilo já existente seja ruim... pra poder "colar", o trabalho tem que ser muito perfeito e tal.marcossl escreveu:Você disse que podia aceitar uma tréplica. O papo só está tão sério devido a seriedade dos profissionais e do trabalho em jogo.
Até hoje tem gente que prefere a abertura da Gota Mágica em oposição á abertura Álamo do anime Dragon Ball, enquanto é quase unanime a preferencia pela dublagem em si da Álamo. Por mais que a abertura Álamo seja a mais fiel á versão original japonesa. Eu, pessoalmente, gosto das duas...
Não sei se existe uma "Quadréplica", mas se quiser adicionar algo, tamos ae.
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Re: QUE BONITA VIZINHANÇA (La vecindad del Chavo)
Aff, vocês levam muito a sério este fórum. A versão do Marcos ficou boa? Ficou. Bem-feita? Ficou. A maioria gostou? Sim. Eu gostei, mas não fico analisando milésimos de trecho pra ver se está igual ao original, à Maga. Isso é coisa de louco, o cara fez na maior boa-vontade, só querendo agradar ao pessoal!
A realidade é que os fãs nunca ficam satisfeitos com nada.
Ah, Marcos, por que tu não queres disponibilizar o instrumental?
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Ah, Marcos, por que tu não queres disponibilizar o instrumental?
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Re: QUE BONITA VIZINHANÇA (La vecindad del Chavo)
Fórum é pra isso véi. Ignorar o que não se gosta ou dar um elogio e sumir é coisa de comentário de video do YouTube...Furtado escreveu:Aff, vocês levam muito a sério este fórum. A versão do Marcos ficou boa? Ficou. Bem-feita? Ficou. A maioria gostou? Sim. Eu gostei, mas não fico analisando milésimos de trecho pra ver se está igual ao original, à Maga. Isso é coisa de louco, o cara fez na maior boa-vontade, só querendo agradar ao pessoal!
E tem que ser assim. Foi "ficando satisfeito com qualquer coisa" que o Tatá foi escalado pro DVD, que a Aline Ghezzi foi escalada no desenho... e que o Show do Chaves aconteceu.Furtado escreveu:A realidade é que os fãs nunca ficam satisfeitos com nada.
Não é diferente de um trabalho fan-made, ele tambem esperava feedback...
Medo do SNL ou do Panico fazer uma paródia.Furtado escreveu:Ah, Marcos, por que tu não queres disponibilizar o instrumental?
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Re: QUE BONITA VIZINHANÇA (La vecindad del Chavo)
O problema é que tu, Riddle, levou muito a sério isso. Ficar discutindo trecho de fala é demais! Desencana cara, tu não tem vida não? Vai olhar TV, comer alguma coisa, ler um livro, sair com os amigos...
Depois, somos chamados de loucos, malucos, idiotas, e não sabemos o porquê...
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Re: QUE BONITA VIZINHANÇA (La vecindad del Chavo)
marcossl escreveu:"...Mas, qualquer coisa, nós somos músicos profissionais, temos um bom estúdio e fazemos sim playbacks ("instrumentais") para qualquer música, mas pra ter essa quaidade e se a utilização puder ter projeção nacional ou utilização nas mídias não sai muito barato. Temos que valorizar nossa arte. Quem quiser, M&T Estúdios está a disposição..."
Marcos aproveitando sua generosidade, quando vc tiver um tempo, não teria como vc refazer o Playback de "Ai vem o Chaves" aquela 2º versão que a MAGA usa no creditos de 1992. Se puder serei eternamente grato.
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Re: QUE BONITA VIZINHANÇA (La vecindad del Chavo)
Se existiu mesmo, o pior comentário foi isso de "sotaque nordestino".
Marcos, agora que você postou a letra, percebi que muitas frases não ficaram bem audíveis. Não sei se pela dicção ou pelas construções pouco coloquiais.
Exemplos menores são 1) "da mãe do Quico, um tapa a todo momento" (essa acho que foi pela dicção, mas "tapa" saiu da métrica, "tabefe" ou até "tapinha" encaixariam mais por terem mais sílabas) ou 2) "a bruxa do 71 quer a vassoura" (talvez não vejamos muito sentido em ela querer tanto essa vassoura)...
Mas a frase que não tem coesão mesmo é "E quem conhece o Chaves, a minha roupa pode ver que é só remendo". A primeira parte da frase fica incompleta, não se liga com a segunda parte, a qual já comentei em outro post.
Sei que não tenho nada a ver com isso, Marcos, mas gosto de arriscar composições, e junto às suas boas idéias, eu sugeriria algumas outras se tivesse participado da equipe de adaptação:
Que bonita vizinhança!
Que bonito o nosso lar!
Nele tudo é mal-cuidado
Não vale nenhum centavo
Mas agrada a quem morar!
Eu sou o famoso Chaves
Minha roupa é simplesmente um remendo
Às vezes não me lavo
Faço bobagens, mas é sem querer querendo
Que bobalhão é o Quico!
O bochechudo é o tesouro da mãezinha
Mas o maior perigo
Da vizinhança é a danada da Chiquinha
O professor visita
Dona Florinda procurando casamento
E Seu Madruga não evita
Da mãe do Quico, um tabefe a todo momento
A Pópis é muito boba
Dona Clotilde vai voando com a vassoura
O Nhonho é bem gordinho
e o seu pai, o Seu Barriga, é igualzinho
Marcos, agora que você postou a letra, percebi que muitas frases não ficaram bem audíveis. Não sei se pela dicção ou pelas construções pouco coloquiais.
Exemplos menores são 1) "da mãe do Quico, um tapa a todo momento" (essa acho que foi pela dicção, mas "tapa" saiu da métrica, "tabefe" ou até "tapinha" encaixariam mais por terem mais sílabas) ou 2) "a bruxa do 71 quer a vassoura" (talvez não vejamos muito sentido em ela querer tanto essa vassoura)...
Mas a frase que não tem coesão mesmo é "E quem conhece o Chaves, a minha roupa pode ver que é só remendo". A primeira parte da frase fica incompleta, não se liga com a segunda parte, a qual já comentei em outro post.
Sei que não tenho nada a ver com isso, Marcos, mas gosto de arriscar composições, e junto às suas boas idéias, eu sugeriria algumas outras se tivesse participado da equipe de adaptação:
Que bonita vizinhança!
Que bonito o nosso lar!
Nele tudo é mal-cuidado
Não vale nenhum centavo
Mas agrada a quem morar!
Eu sou o famoso Chaves
Minha roupa é simplesmente um remendo
Às vezes não me lavo
Faço bobagens, mas é sem querer querendo
Que bobalhão é o Quico!
O bochechudo é o tesouro da mãezinha
Mas o maior perigo
Da vizinhança é a danada da Chiquinha
O professor visita
Dona Florinda procurando casamento
E Seu Madruga não evita
Da mãe do Quico, um tabefe a todo momento
A Pópis é muito boba
Dona Clotilde vai voando com a vassoura
O Nhonho é bem gordinho
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