Livros
- Florinda
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Re: Livros
Terminei de ler o livro “Eu,Safiya” ( Safiya Hussaini e Raffaele Masto)
Safiya Hussaini Tungar Tudu é uma mullher negra,pobre e nigeriana.Que por ter tido uma filha fora do casamento foi sentenciada a ser enterrada até o pescoço e apedrejada até a morte.
Safiya mora numa aldeia do norte da Nigéria, onde o Islão aplica a sua lei da forma mais arcaica e desumana. Segundo a Charia (lei islâmica) as mulheres que dão à luz fora do matrimônio, são condenadas sem piedade...
“Eu, Safiya” conta a história real e dramática de uma africana que ousou afrontar as leis impostas às mulheres muçulmanas para continuar viva,poder criar sua filha e vê-la crescer .
Sua história é um exemplo para milhares de outras mulheres africanas que vivem em um continente cheio de contradições, e onde a vida de uma pessoa pode valer pouco mais que nada.
Ela narra sua luta com a ajuda de Raffaele Masto, um célebre jornalista italiano especialista em política atual .
Na minha opinião,um dos livros mais impactantes que eu já li, porque apesar de imaginar o que acontece com essas mulheres, eu fiquei realmente surpreendida e chocada com a realidade delas,pela maneira crua com que foi descrita.Recomendo!
- Valdés
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Re: Livros
Comprei alguns livros que eu estava querendo comprar há algum tempo.
Bilhões e bilhões (Carl Sagan)
A dança do universo (Marcelo Gleiser)
Cometa (Carl Sagan)
Bilhões e bilhões (Carl Sagan)
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Re: Livros
Estou lendo South Park e a Filosofia
Uma maneira bem interessante de discutir conceitos filosóficos. Não se trata de nenhuma brincadeira, Robert Arp ( autor do livro ) é Phd em Filosofia, e South Park está muito longe de ser só um programa de humor escrachado para ser escrachado...
Uma maneira bem interessante de discutir conceitos filosóficos. Não se trata de nenhuma brincadeira, Robert Arp ( autor do livro ) é Phd em Filosofia, e South Park está muito longe de ser só um programa de humor escrachado para ser escrachado...
- E.R
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Re: Livros
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on- ... da-novela/

A novela para a entrada da Amazon no Brasil continua.
Esta semana, Pedro Huerta, executivo da empresa para a América Latina, desembarca no país para mais uma rodada de negociações com as editoras.

A novela para a entrada da Amazon no Brasil continua.
Esta semana, Pedro Huerta, executivo da empresa para a América Latina, desembarca no país para mais uma rodada de negociações com as editoras.



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Victor235
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Re: Livros
Acabo de reler o livro "A árvore que dava dinheiro" (1981), de Domingos Pellegrini. Havia ganho e lido o livro há uns oito anos atrás, na infância. Por alguma razão me deu vontade de lê-lo de novo, o fiz em cerca de três horas. Por ser dedicado a um público mais novo, é uma leitura bem fácil. Porém, tem ótimas "sacadas" e nos faz refletir sobre o que o dinheiro e a sociedade capitalista pode causar de ruim para nós mesmos e para a vida em sociedade. É do tipo de livro que você começa ler e quando vê já acabou.
A história do livro se passa com os habitantes de Felicidade, que não tem nomes próprios justamente para mostrar que eles identificam tipos encontrados em qualquer sociedade. Um senhor rico falece e em seu testamento pede que uma semente deixada por ele seja plantada. Após um tempo, nasce uma árvore de dinheiro. A ambição toma conta das pessoas, e cada uma leva um pedaço da árvore para seu quintal. Todos começam se enriquecer e achar que isso é a solução de seus problemas. Pessoas mais simples acabam sendo mais espertas e pensam "Há algo errado", e saem da cidade. Até que é necessário muito dinheiro para comprar pouca coisa, e se os comerciantes também podem retirar dinheiro de árvores, para que vão trabalhar? O problema aumenta quando descobrem que o dinheiro da árvore vira pó ao ultrapassar a ponte da cidade. O que acontecerá com as pessoas? Aí quem quiser ler, recomendo.
A ficção foi utilizada aqui para os leitores refletirem sobre o mundo real.
A história do livro se passa com os habitantes de Felicidade, que não tem nomes próprios justamente para mostrar que eles identificam tipos encontrados em qualquer sociedade. Um senhor rico falece e em seu testamento pede que uma semente deixada por ele seja plantada. Após um tempo, nasce uma árvore de dinheiro. A ambição toma conta das pessoas, e cada uma leva um pedaço da árvore para seu quintal. Todos começam se enriquecer e achar que isso é a solução de seus problemas. Pessoas mais simples acabam sendo mais espertas e pensam "Há algo errado", e saem da cidade. Até que é necessário muito dinheiro para comprar pouca coisa, e se os comerciantes também podem retirar dinheiro de árvores, para que vão trabalhar? O problema aumenta quando descobrem que o dinheiro da árvore vira pó ao ultrapassar a ponte da cidade. O que acontecerá com as pessoas? Aí quem quiser ler, recomendo.
A ficção foi utilizada aqui para os leitores refletirem sobre o mundo real.
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Re: Livros
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on- ... -e-amazon/
A Campus Elsevier é uma das editoras com as negociações mais avançadas com a Amazon. As bases do contrato estão todas acertadas.
A Campus Elsevier é uma das editoras com as negociações mais avançadas com a Amazon. As bases do contrato estão todas acertadas.



- ElChanfle2
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Re: Livros
Meus livros preferidos são os de suspense, policiais. Atualmente estou me empenhando em ler todos os livros da Rainha do Crime, Agatha Christie. Ela é minha escritora favorita, ao lado de Harlan Coben e Jhonn Verdon, que teve apenas UM mísero livro lançado no Brasil. Outros autores que pretendo começar a ler em breve são James Patterson e Stephen King, embora não tenha certeza se irei gostar muito desse último.
Infelizmente a literatura brasileira é muito fraca, atualmente não existe um autor que preste. Meus autores nacionais favoritos são Monteiro Lobato, Marcos Rey e João Carlos Marinho. Apenas este último ainda é vivo, mas não está em atividade literária, infelizmente.
Já tentei ler Dan Brown e J.K Rowling, mas apesar de serem autores de Best Sellers, seus livros definitivamente não me descem.
Infelizmente a literatura brasileira é muito fraca, atualmente não existe um autor que preste. Meus autores nacionais favoritos são Monteiro Lobato, Marcos Rey e João Carlos Marinho. Apenas este último ainda é vivo, mas não está em atividade literária, infelizmente.
Já tentei ler Dan Brown e J.K Rowling, mas apesar de serem autores de Best Sellers, seus livros definitivamente não me descem.
- Raphael Gustavo
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Re: Livros
Tenho curiosidade em ler livros da Agatha Christie , já ouvi falar bem , principalmente pela minha tia que leu muitos livros dela na juventude.
De livros em geral , eu leio menos do que deveria , vou ver se nessas férias , eu arranjo álguns livros pra ler .
De livros em geral , eu leio menos do que deveria , vou ver se nessas férias , eu arranjo álguns livros pra ler .
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1° lugar do Bolão Fórum Chaves VIP 2012
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Raphael Gustavo - ex-muléki doidão ch e desde 2006 acessando e frequentando fóruns CH .
http://www.lastfm.com.br/user/Rapha35
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- Antonio Felipe
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Re: Livros
Eu li dois da Agatha Christie. Excelente leitura, diga-se de passagem. Um dia lerei muito mais dela.
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Re: Livros
http://blogs.estadao.com.br/link/tensao-pre-amazon/
“A palavra é apreensivo. A Amazon deixou o mercado brasileiro apreensivo.” A visão de Guto Kater, um dos representantes da Associação Nacional das Livrarias (ANL), ilustra o sentimento da indústria editorial do País, que conta os meses que faltam para a chegada da gigante americana do varejo online, a Amazon.
A previsão era de que a empresa iniciaria as operações em setembro, o que por enquanto está descartado. Segundo um dos envolvidos ouvidos pelo Link, os contratos com quase 30 editoras e distribuidoras estão assinados ou em fase de conclusão. Questões de logística estão praticamente solucionadas.
Problemas relacionados a impostos seriam o fator de impedimento. A Amazon teria dificuldades em conciliar o sistema usado internacionalmente com os daqui. Além disso, corre no Senado um projeto de lei que tenta incluir e-readers entre os produtos que recebem isenção total na importação, com livros e tablets.
Durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, um grupo de executivos da Amazon vem de Seattle para “um grande anúncio”. Entre eles estão Pedro Huerta, que cuida das operações da Amazon na América Latina, e Russ Grandinetti, responsável pelo conteúdo do Kindle, o e-reader da empresa.
No anúncio, é provável que as dúvidas em torno da chegada da empresa sejam esclarecidas. Lá, os executivos devem dizer se, além de dar início à comercialização de e-books, a Amazon estreia também a venda nacional do e-reader e do tablet Kindle Fire e se venderá mais itens digitais e, em caso positivo, quando.
O que se sabe é que o primeiro passo no Brasil de fato será com livros digitais. Na verdade, seria o segundo passo, já que São Paulo já é endereço (o único na América do Sul) de um data center da empresa, utilizado para serviços de computação em nuvem que a Amazon também oferece.
A venda “completa”, de artigos que vão de games, a barracas de camping e pneus de carro, demandaria um trabalho infinitamente maior – de estoque e logística, por exemplo – e, por isso, demoraria mais.
Logo que a Amazon deu início às negociações com as editoras por aqui, há um ano e meio, as livrarias começaram um jogo de pressão. Livrarias, pequenas, médias e grandes se posicionaram contra e começaram a pressionar editoras para que elas não fechassem acordos – ou pelo menos para retardar a chegada da loja ao País.
Para as editoras, o negócio é interessante. A Amazon seria mais um cliente, comprando todo o acervo de livro digital que oferecem. Porém, os mais conservadores têm medo de que o livro digital reduza as vendas dos exemplares de papel.
“Isso é medo do futuro”, diz Carlos Eduardo Ernnany, dono da primeira vendedora de livros digitais do País, a Gato Sabido, e da distribuidora Xeriph. “O editor, que lucra com os livros físicos, tem de sacrificar o que lhe dá dinheiro para investir num mercado que ainda é pequeno, mas que poderá ser importante no futuro. Mas o futuro é daqui 30 dias.”
O presidente da Livraria Saraiva, Marcílio Pousada, não vê necessidade de pressa e diz que ainda “tem muito livro físico para se vender no Brasil para podermos discutir se o digital vai ser mais importante”.
Apesar disso, ele reconhece que a chegada da Amazon é um momento importante para o mercado nacional e prevê disputas. “Ela vai ter de competir com todos nós, que já temos experiência com o Brasil. Vai ter de lidar com rua esburacada, tributos, deficiência dos Correios, malha logística insuficiente. Por isso digo que o serviço de entrega da Amazon não vai ser melhor do que o do resto do mercado.”
Mas o dono de uma das maiores livrarias do País não é pessimista. “Vamos competir sem problemas. Estamos preparados. Que venham os concorrentes !”
Kater, vice-presidente da ANL, acredita que a salvação das pequenas e médias livrarias está na oferta de serviços, de um melhor relacionamento com o cliente, atendimento personalizado e na aprovação da lei de um preço único para lançamento, evitando práticas anticompetitivas de mercado. “Se as livrarias entenderem que não venderemos mais só livros, mas serviço, pode deixar a Amazon vir”, diz.
Fábio Uehara, chefe do departamento digital e responsável por aplicativos e e-books da Companhia das Letras, diz ser difícil avaliar o impacto da Amazon, mas ele vê a chegada positivamente. “Eu acredito que sempre é importante ter vários players de peso no mercado. A concorrência é saudável”, diz.
A editora é dona de um catálogo de quase 4 mil livros, mas dispõe atualmente de um número dez vezes menor de e-books. Isso porque a conversão do formato PDF para o padrão de e-book (ePub) leva tempo e dinheiro. Mas Uehara garante que a tendência é que logo os títulos sejam lançados nos dois formatos – físico e digital – ao mesmo tempo.
“Estamos comprometidos, convertendo tudo o que podemos. Lançamos nosso primeiro título em abril de 2010. No início deste ano, tínhamos 200. Agora temos 400. A meta é chegar no fim do ano com 800 e-books.”
A conversão dos livros digitalizados pelas editoras é apontada como um desafios a serem superados para que esse mercado decole. Somando todo o catálogo nacional em português, é possível chegar a um número aproximado de 11 mil títulos. Em comparação, o acervo da Amazon tem quase 1 milhão.
Para Ernnany, a entrada da Amazon pode incentivar as editoras a acelerar esse processo, que diz ser bastante custoso. Para a conversão de cada livro gasta-se em média R$ 450. “O problema é a falta de capacidade de investimento das pequenas e médias editoras brasileiras em converter seu acervo para ePub.”
Ele prevê que a Amazon ocupe de 50% a 60% do mercado e, apesar do abalo, isso deve impulsionar a profissionalização do setor e a popularização dos livros digitais, ainda restritos. “Essa história pode custar caro para algumas livrarias que não se prepararam até hoje. Não tem como ficar olhando para ver o que acontece. Se quiser manter os clientes, que faça isso agora”, diz.
O IMPACTO DA AMAZON NO BRASIL
Maior loja online do mundo deverá ser uma pedra no sapato para muita gente:
. E-commerce | Sites de varejo online como Submarino (e todo o grupo B2W), Ricardo Eletro, Nova Pontocom e Casas Bahia poderão ter o novo concorrente em 2013.
. E-reader | O Kindle não terá dificuldades contra leitores eletrônicos no Brasil; seus maiores rivais serão os tablets, presentes em apenas 1% dos domicílios brasileiros.
. Livros | Livrarias físicas e vendedores online de livros ou e-books como Cultura, Saraiva, Submarino e Gato Sabido, serão os primeiros afetados pela gigante americana.
. Música | Contra o iTunes da Apple, a Amazon tem lá fora um catálogo de 20 milhões de músicas à venda e um serviço de armazenamento na nuvem.
. Filmes | Se a Amazon trouxer seu serviço de filmes por streaming, Netflix, NetMovies, Saraiva Digital, Terra TV Video Store e Net Now serão os mais afetados por aqui.
QUEM AINDA PODE VIR
- Kobo | A empresa canadense fundada em 2009 é um dos gigantes neste mercado internacional. Após ser comprada pela japonesa Rakuten em 2011, começou sua expansão pelo mundo e deve chegar ao Brasil no segundo semestre deste ano, garantiu o vice-presidente da empresa, Todd Humphrey, durante um evento em São Paulo em abril.
- Apple | A iBook Store, seção de livros digitais da loja virtual da Apple, está disponível no Brasil desde o ano passado quando o iTunes chegou por aqui. No entanto, o acervo disponível se resume a e-books gratuitos de domínio público, por exemplo, clássicos como Moby Dick e algumas obras de Jane Austen. Mas já fala-se que o acervo deve ser expandido em breve.
- Google | Segundo o brasileiro Hugo Barra, diretor de produtos para a plataforma móvel Android, a loja de conteúdo digital do Google – Google Play – deve passar a comercializar livros no Brasil a partir dos próximos meses. Com isso, deve ser estreada uma forma de pagamento nova, que deverá incluir as compras do usuário na fatura do aparelho.
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A previsão era de que a empresa iniciaria as operações em setembro, o que por enquanto está descartado. Segundo um dos envolvidos ouvidos pelo Link, os contratos com quase 30 editoras e distribuidoras estão assinados ou em fase de conclusão. Questões de logística estão praticamente solucionadas.
Problemas relacionados a impostos seriam o fator de impedimento. A Amazon teria dificuldades em conciliar o sistema usado internacionalmente com os daqui. Além disso, corre no Senado um projeto de lei que tenta incluir e-readers entre os produtos que recebem isenção total na importação, com livros e tablets.
Durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, um grupo de executivos da Amazon vem de Seattle para “um grande anúncio”. Entre eles estão Pedro Huerta, que cuida das operações da Amazon na América Latina, e Russ Grandinetti, responsável pelo conteúdo do Kindle, o e-reader da empresa.
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Apesar disso, ele reconhece que a chegada da Amazon é um momento importante para o mercado nacional e prevê disputas. “Ela vai ter de competir com todos nós, que já temos experiência com o Brasil. Vai ter de lidar com rua esburacada, tributos, deficiência dos Correios, malha logística insuficiente. Por isso digo que o serviço de entrega da Amazon não vai ser melhor do que o do resto do mercado.”
Mas o dono de uma das maiores livrarias do País não é pessimista. “Vamos competir sem problemas. Estamos preparados. Que venham os concorrentes !”
Kater, vice-presidente da ANL, acredita que a salvação das pequenas e médias livrarias está na oferta de serviços, de um melhor relacionamento com o cliente, atendimento personalizado e na aprovação da lei de um preço único para lançamento, evitando práticas anticompetitivas de mercado. “Se as livrarias entenderem que não venderemos mais só livros, mas serviço, pode deixar a Amazon vir”, diz.
Fábio Uehara, chefe do departamento digital e responsável por aplicativos e e-books da Companhia das Letras, diz ser difícil avaliar o impacto da Amazon, mas ele vê a chegada positivamente. “Eu acredito que sempre é importante ter vários players de peso no mercado. A concorrência é saudável”, diz.
A editora é dona de um catálogo de quase 4 mil livros, mas dispõe atualmente de um número dez vezes menor de e-books. Isso porque a conversão do formato PDF para o padrão de e-book (ePub) leva tempo e dinheiro. Mas Uehara garante que a tendência é que logo os títulos sejam lançados nos dois formatos – físico e digital – ao mesmo tempo.
“Estamos comprometidos, convertendo tudo o que podemos. Lançamos nosso primeiro título em abril de 2010. No início deste ano, tínhamos 200. Agora temos 400. A meta é chegar no fim do ano com 800 e-books.”
A conversão dos livros digitalizados pelas editoras é apontada como um desafios a serem superados para que esse mercado decole. Somando todo o catálogo nacional em português, é possível chegar a um número aproximado de 11 mil títulos. Em comparação, o acervo da Amazon tem quase 1 milhão.
Para Ernnany, a entrada da Amazon pode incentivar as editoras a acelerar esse processo, que diz ser bastante custoso. Para a conversão de cada livro gasta-se em média R$ 450. “O problema é a falta de capacidade de investimento das pequenas e médias editoras brasileiras em converter seu acervo para ePub.”
Ele prevê que a Amazon ocupe de 50% a 60% do mercado e, apesar do abalo, isso deve impulsionar a profissionalização do setor e a popularização dos livros digitais, ainda restritos. “Essa história pode custar caro para algumas livrarias que não se prepararam até hoje. Não tem como ficar olhando para ver o que acontece. Se quiser manter os clientes, que faça isso agora”, diz.
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. Música | Contra o iTunes da Apple, a Amazon tem lá fora um catálogo de 20 milhões de músicas à venda e um serviço de armazenamento na nuvem.
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- Raphael Gustavo
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Re: Livros
Comprei três livros no sebo neste fim de semana :
A Volta Por Cima ( Fernando Sabino )
Sócios No Crime ( Agatha Christie )
Assassinato No Campo De Golfe ( Agatha Christie )
Quando terminar de ler todos os livros , comentarei sobre eles aqui .
A Volta Por Cima ( Fernando Sabino )
Sócios No Crime ( Agatha Christie )
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Re: Livros
Pode vir , não vejo nenhum problema !!! 
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Re: Livros
Diario de um banana 1-2-4
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Re: Livros
Nunca fui muito de ler livros, mas tive que ler "O guarani" pra fazer um trabalho e gostei.





















