Finanças dos Clubes
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Re: Finanças dos Clubes
Aham. Senta lá, Cláudia...
A Inter de Milão deve mais que o Botafogo e Fluminense juntos. E o Milan deve mais que Flamengo e Vasco juntos. E as dívidas de Manchester, Real Madrid, Chelsea e Barcelona são maiores aindas.
Não vamos ficar com essa síndrome de vira-latas...
A Inter de Milão deve mais que o Botafogo e Fluminense juntos. E o Milan deve mais que Flamengo e Vasco juntos. E as dívidas de Manchester, Real Madrid, Chelsea e Barcelona são maiores aindas.
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Re: Finanças dos Clubes
Obviamente foram nas divisões inferiores esses incidentes.Fabão escreveu:Aham. Senta lá, Cláudia...
A Inter de Milão deve mais que o Botafogo e Fluminense juntos. E o Milan deve mais que Flamengo e Vasco juntos. E as dívidas de Manchester, Real Madrid, Chelsea e Barcelona são maiores aindas.
Não vamos ficar com essa síndrome de vira-latas...
Tomemos como exemplo a Serie C2 2009/10. De 54 times, 17 caíram, dos quais:
*Carpenedolo caiu no campo.
*Alghero, Olbia, Pro Sesto, Sangiustese, Itala San Marco, Pro Vasto, Colligiana, Cassino, Monopoli, Manfredonia, Scafatese, Noicattaro, Vico Equense e Igea Virtus caíram por dívidas.
*Legnano e Pro Vercelli foram excluídos do futebol profissional. Mas eles podem ser refundados, caso do Pro Vercelli que atualmente está na C1 após a refundação que ocorreu faz algum tempo.
Faz algum tempo a Messina, que esteve na Serie A da Itália em 2007 caiu da B pra D (5ª divisão, pois tem C1 e C2) por causa disso...
E quanto ao caso da Serie C2, a Nocerina, 13ª no Girone B da Serie C2, a um ponto dos play-outs, foi promovida por ter boa situação financeira.
Outro exemplo a Serie B de 2009/10, onde o Ancona foi excluído, Mantova e Gallipoli foram rebaixados feito escorregões e o Salerno foi o único dos 4 rebaixados que caiu pra C1.
Lembrando que junto com a Messina, que foi da B pra D, o Spezia Calcio foi 21º na Serie B 2007/08 e caiu pra D também por problemas financeiros.
Obviamente que isso não vai ser mostrado aqui no Brasil, vai que o Marin decide implantar isso, ia acabar com o futebol brasileiro.
Os times aqui do Brasil pagam salários milionários para jogadores que só fazem caretas (Ronaldinho Gaúcho) e para técnicos pouco efetivos (Luxemburgo).
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Re: Finanças dos Clubes
NOTÍCIAS
http://globoesporte.globo.com/futebol/n ... -2011.html
Estudo aponta que gestões estão vivendo de empréstimos e adiantamentos de cotas de TV. Santos é o único no top 20 a diminuir sua dívida
O número foi apresentado pela empresa de auditoria e consultoria BDO, que fez um levantamento das finanças dos clubes brasileiros entre 2010 e 2011 com base nos balanços divulgados. Apenas neste período, houve um aumento de 19% (R$ 628,4 milhões) no endividamento das instituições. Vale lembrar que o valor usa como referência a dívida líquida, ou seja, o valor do passivo total (quanto o clube deve) menos o ativo (quanto recebe), excluindo o que está imobilizado e intangível, contas bloqueadas.

Estudo aponta que gestões estão vivendo de empréstimos e adiantamentos de cotas de TV. Santos é o único no top 20 a diminuir sua dívida
O número foi apresentado pela empresa de auditoria e consultoria BDO, que fez um levantamento das finanças dos clubes brasileiros entre 2010 e 2011 com base nos balanços divulgados. Apenas neste período, houve um aumento de 19% (R$ 628,4 milhões) no endividamento das instituições. Vale lembrar que o valor usa como referência a dívida líquida, ou seja, o valor do passivo total (quanto o clube deve) menos o ativo (quanto recebe), excluindo o que está imobilizado e intangível, contas bloqueadas.

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Re: Finanças dos Clubes
Ae, até que enfim um torneio onde o Botafogo é favoritaço ao título. ![vampire :]](./images/smilies/vampire.png)
Vasco tá na briga pelo vice, como sempre.
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Re: Finanças dos Clubes
http://www.lancenet.com.br/flamengo/Fla ... 29329.html

O Flamengo está próximo de dar um grande passo para alcançar a desejada internacionalização de sua marca.
A Adidas ofereceu R$ 35 milhões por ano ao clube para suceder a Olympikus em 2015 como a fornecedora de material esportivo.
A proposta é para substituir o Liverpool (ING) e colocar o Rubro-Negro como um dos cinco clubes classe A da empresa alemã, o que alça o Fla ao patamar dos grandes clubes europeus Milan (ITA), Chelsea (ING), Real Madrid (ESP) e Bayern de Munique (ALE). O clube inglês fechou recentemente com a marca americana Warrior Sports e passará a usar os produtos partir da próxima temporada.
A empresa alemã apresentou R$ 350 milhões para fechar contrato por dez anos com o Flamengo. A diretoria do Flamengo tem mais 70 dias para se posicionar sobre a oferta da empresa alemã. A Adidas oferece R$ 35 milhões por ano ao clube, sendo R$ 8 milhões em material esportivo e R$ 27 milhões para investimento em outras áreas do clube, como na contratação de um jogador.
A Olympikus, cujo contrato se estende até 2014 com o Flamengo, encaminha hoje R$ 18 milhões ao clube, dos quais R$ 8 milhões em produtos esportivos e R$ 10 milhões para aplicação. A atual fornecedora terá direito a fazer uma contrapoposta ao valor oferecido, algo considerado difícil tendo em vista o alto valor que a Adidas promete investir.
Caso seja aprovada a Adidas, o Flamengo terá os mesmos benefícios dos grandes clubes da Europa,e dará a oportunidade de jogar amistosos com essas agremiações. As lojas da empresa alemã espalhadas pelo mundo passarão a vender camisas do clube brasileiro, proporcionando uma exposição grande à marca do Rubro-Negro.
O Flamengo está próximo de dar um grande passo para alcançar a desejada internacionalização de sua marca.
A Adidas ofereceu R$ 35 milhões por ano ao clube para suceder a Olympikus em 2015 como a fornecedora de material esportivo.
A proposta é para substituir o Liverpool (ING) e colocar o Rubro-Negro como um dos cinco clubes classe A da empresa alemã, o que alça o Fla ao patamar dos grandes clubes europeus Milan (ITA), Chelsea (ING), Real Madrid (ESP) e Bayern de Munique (ALE). O clube inglês fechou recentemente com a marca americana Warrior Sports e passará a usar os produtos partir da próxima temporada.
A empresa alemã apresentou R$ 350 milhões para fechar contrato por dez anos com o Flamengo. A diretoria do Flamengo tem mais 70 dias para se posicionar sobre a oferta da empresa alemã. A Adidas oferece R$ 35 milhões por ano ao clube, sendo R$ 8 milhões em material esportivo e R$ 27 milhões para investimento em outras áreas do clube, como na contratação de um jogador.
A Olympikus, cujo contrato se estende até 2014 com o Flamengo, encaminha hoje R$ 18 milhões ao clube, dos quais R$ 8 milhões em produtos esportivos e R$ 10 milhões para aplicação. A atual fornecedora terá direito a fazer uma contrapoposta ao valor oferecido, algo considerado difícil tendo em vista o alto valor que a Adidas promete investir.
Caso seja aprovada a Adidas, o Flamengo terá os mesmos benefícios dos grandes clubes da Europa,e dará a oportunidade de jogar amistosos com essas agremiações. As lojas da empresa alemã espalhadas pelo mundo passarão a vender camisas do clube brasileiro, proporcionando uma exposição grande à marca do Rubro-Negro.



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Re: Finanças dos Clubes
Clubes de maior torcida penam para obter patrocínio
http://globoesporte.globo.com/futebol/n ... r-que.html

Uma exposição de marca que atinge diretamente 39% da população brasileira está disponível no mercado. E ninguém quer. Nos últimos cinco meses, empresas vêm recusando propostas de patrocínio master para Corinthians, Flamengo e São Paulo, que juntos somam quase 76 milhões de torcedores no país, segundo pesquisa de 2010 do Ibope. Além do trio, somente o Náutico está na mesma situação entre os 20 participantes da Série A.
No início, os altos valores pedidos travavam as negociações. Agora, com o primeiro semestre passado em branco, os clubes têm dificuldade para negociar com empresas, que já planejaram o orçamento para o resto do ano. O tempo passou. Copa do Brasil e estaduais também. E a camisa continua limpa, com exceção de patrocínios pontuais, de menor valor.
- Houve uma valorização (do espaço nas camisas), que tende a permanecer até a Copa de 2014. É natural, mas não se pode pedir loucura - explicou o vice-presidente da BMG, Márcio Alaor, que tem no orçamento atual o patrocínio a 28 clubes (contra 39 de 2011), a um custo de cerca de R$ 40 milhões, uma queda de 43% em relação ao ano passado.
Uma explicação complementar dada por executivos de empresas é a crise econômica mundial. Instituições com capital estrangeiro estão estrangulando seus orçamentos de marketing para controlar as perdas em vendas. Com isso, as grandes marcas estão esperando pelo próximo ano, véspera da Copa do Mundo, pelo menos, para voltar a investir no futebol brasileiro.
Clubes enfrentam mercado em baixa
O Corinthians não fala em números oficialmente. No entanto, o GLOBOESPORTE.COM apurou que a diretoria está pedindo R$ 30 milhões para estampar frente e verso da camisa. O objetivo maior seria um pacote incluindo ombros e a área próxima às axilas ao custo de R$ 52 milhões. É mais do que o dobro do que a Hypermarcas - patrocinador que detinha esses espaços até o fim do Paulistão (maio) - quer pagar para fazer outro contrato. A empresa, que antes dava R$ 38 milhões ao Timão, agora quer diminuir para R$ 25 milhões, influenciada pela saída da 9ine, agência de marketing esportivo que tem como sócio Ronaldo Fenômeno e era a ponte na negociação.
- Não acho que os custos atuais sejam altos. O valor que se pagava antigamente pelas propriedades é que era muito baixo. Há um patamar mínimo que está sendo apresentado no mercado e que condiz com a nossa entrega. Estamos negociando - afirmou o diretor de marketing do Corinthians, Caio Campos.
O Flamengo tenta não repetir a história da última temporada. Em 2011, foram sete meses com a camisa limpa até assinar com a Procter & Gamble por um período de cinco meses, por R$ 5,6 milhões. A parceria com a Traffic, que pagava parte do salário de Ronaldinho Gaúcho e exigia prioridade em negociações de patrocínio master, terminou em fevereiro e atrasou o cronograma também para 2012, segundo o diretor de marketing do Rubro-Negro, Marcus Duarte.
- Agora estamos trabalhando com dois cenários em relação a patrocínios. Um deles é com uma empresa lá de fora, que seria um contrato mais longo, de um ano e meio, até o fim de 2013. O outro é com duas empresas nacionais, que assinariam até o fim do Brasileiro. Estamos trabalhando com agências e tentando vender para essas empresas agora em junho ou julho. As conversas estão evoluindo - garantiu o dirigente.
Duarte confirmou que o clube quer R$ 20 milhões pelo patrocínio master, deixando abertura para propostas que chegarem perto deste número. A melhor até o momento foi de R$ 15 milhões - e recusada. A verba do novo patrocinador seria somada aos R$ 8 milhões do banco BMG (mangas), R$ 5 milhões da Cosan (barra traseira da camisa e parte traseira do calção), R$ 3 milhões da Triunfo Logística (ombros) e R$ 2 milhões da Tim (interior do número da camisa), já presentes no uniforme do Flamengo.
O São Paulo também pede R$ 20 milhões, apesar de não confirmar oficialmente. A marca da BMG foi estampada até o fim do Brasileiro de 2011, mas a empresa alegou questões de reposicionamento e não renovou o contrato. Até o momento, a melhor proposta foi de R$ 12 milhões.
- Temos sondagens de empresas que nos consultam, mas não houve um acordo que chegasse ao nível pedido. Temos um dilema atualmente. Se vendermos por um valor que entendemos que é menor do que vale, jogamos o preço lá para baixo. Para readquirir o patamar depois ficará muito difícil. Se não conseguirmos para este ano, temos um fôlego com a receita que gera o nosso estádio. Ela dá condição de negociarmos com um certo equilíbrio - lembrou Julio Casares, vice de marketing do São Paulo.


Uma exposição de marca que atinge diretamente 39% da população brasileira está disponível no mercado. E ninguém quer. Nos últimos cinco meses, empresas vêm recusando propostas de patrocínio master para Corinthians, Flamengo e São Paulo, que juntos somam quase 76 milhões de torcedores no país, segundo pesquisa de 2010 do Ibope. Além do trio, somente o Náutico está na mesma situação entre os 20 participantes da Série A.
No início, os altos valores pedidos travavam as negociações. Agora, com o primeiro semestre passado em branco, os clubes têm dificuldade para negociar com empresas, que já planejaram o orçamento para o resto do ano. O tempo passou. Copa do Brasil e estaduais também. E a camisa continua limpa, com exceção de patrocínios pontuais, de menor valor.
- Houve uma valorização (do espaço nas camisas), que tende a permanecer até a Copa de 2014. É natural, mas não se pode pedir loucura - explicou o vice-presidente da BMG, Márcio Alaor, que tem no orçamento atual o patrocínio a 28 clubes (contra 39 de 2011), a um custo de cerca de R$ 40 milhões, uma queda de 43% em relação ao ano passado.
Uma explicação complementar dada por executivos de empresas é a crise econômica mundial. Instituições com capital estrangeiro estão estrangulando seus orçamentos de marketing para controlar as perdas em vendas. Com isso, as grandes marcas estão esperando pelo próximo ano, véspera da Copa do Mundo, pelo menos, para voltar a investir no futebol brasileiro.
Clubes enfrentam mercado em baixa
O Corinthians não fala em números oficialmente. No entanto, o GLOBOESPORTE.COM apurou que a diretoria está pedindo R$ 30 milhões para estampar frente e verso da camisa. O objetivo maior seria um pacote incluindo ombros e a área próxima às axilas ao custo de R$ 52 milhões. É mais do que o dobro do que a Hypermarcas - patrocinador que detinha esses espaços até o fim do Paulistão (maio) - quer pagar para fazer outro contrato. A empresa, que antes dava R$ 38 milhões ao Timão, agora quer diminuir para R$ 25 milhões, influenciada pela saída da 9ine, agência de marketing esportivo que tem como sócio Ronaldo Fenômeno e era a ponte na negociação.
- Não acho que os custos atuais sejam altos. O valor que se pagava antigamente pelas propriedades é que era muito baixo. Há um patamar mínimo que está sendo apresentado no mercado e que condiz com a nossa entrega. Estamos negociando - afirmou o diretor de marketing do Corinthians, Caio Campos.
O Flamengo tenta não repetir a história da última temporada. Em 2011, foram sete meses com a camisa limpa até assinar com a Procter & Gamble por um período de cinco meses, por R$ 5,6 milhões. A parceria com a Traffic, que pagava parte do salário de Ronaldinho Gaúcho e exigia prioridade em negociações de patrocínio master, terminou em fevereiro e atrasou o cronograma também para 2012, segundo o diretor de marketing do Rubro-Negro, Marcus Duarte.
- Agora estamos trabalhando com dois cenários em relação a patrocínios. Um deles é com uma empresa lá de fora, que seria um contrato mais longo, de um ano e meio, até o fim de 2013. O outro é com duas empresas nacionais, que assinariam até o fim do Brasileiro. Estamos trabalhando com agências e tentando vender para essas empresas agora em junho ou julho. As conversas estão evoluindo - garantiu o dirigente.
Duarte confirmou que o clube quer R$ 20 milhões pelo patrocínio master, deixando abertura para propostas que chegarem perto deste número. A melhor até o momento foi de R$ 15 milhões - e recusada. A verba do novo patrocinador seria somada aos R$ 8 milhões do banco BMG (mangas), R$ 5 milhões da Cosan (barra traseira da camisa e parte traseira do calção), R$ 3 milhões da Triunfo Logística (ombros) e R$ 2 milhões da Tim (interior do número da camisa), já presentes no uniforme do Flamengo.
O São Paulo também pede R$ 20 milhões, apesar de não confirmar oficialmente. A marca da BMG foi estampada até o fim do Brasileiro de 2011, mas a empresa alegou questões de reposicionamento e não renovou o contrato. Até o momento, a melhor proposta foi de R$ 12 milhões.
- Temos sondagens de empresas que nos consultam, mas não houve um acordo que chegasse ao nível pedido. Temos um dilema atualmente. Se vendermos por um valor que entendemos que é menor do que vale, jogamos o preço lá para baixo. Para readquirir o patamar depois ficará muito difícil. Se não conseguirmos para este ano, temos um fôlego com a receita que gera o nosso estádio. Ela dá condição de negociarmos com um certo equilíbrio - lembrou Julio Casares, vice de marketing do São Paulo.

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Re: Finanças dos Clubes
Estranho isso,duvido que esses times tenham recebido propostas tão inferiores ao que o Palmeiras tá recebendo.Acho que tão pedindo demais mesmo.
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Re: Finanças dos Clubes
Claro que é isso.
As empresas sacaram que compensa mais investir nos grandes com pés no chão do que nesse trio cujas diretorias acham que o clube é um Real Madrid brasileiro.
Saudades do tempo que o São Paulo fechou por anos com a Tam e depois com a LG. Patrocínios que caíram muito bem na camisa do clube, e que não nos deixavam na mão. Agora mudam toda hora de patrocinador e ficam dependendo de bons resultados para conseguir patrocínios pontuais.
As empresas sacaram que compensa mais investir nos grandes com pés no chão do que nesse trio cujas diretorias acham que o clube é um Real Madrid brasileiro.
Saudades do tempo que o São Paulo fechou por anos com a Tam e depois com a LG. Patrocínios que caíram muito bem na camisa do clube, e que não nos deixavam na mão. Agora mudam toda hora de patrocinador e ficam dependendo de bons resultados para conseguir patrocínios pontuais.
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Re: Finanças dos Clubes
Eu sei disso,mas ainda achei pouco por exemplo só 12 milhões pro São Paulo,metade do que ofereceram pro Palmeiras.
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Re: Finanças dos Clubes
Deixando a incompetência (especialmente do departamento de marketing do Flamengo, que eu critico aqui todo mês) de lado, o Celso Barros, presidente da Unimed, é torcedor do Fluminense.
E o presidente da Kia no Brasil é torcedor do Palmeiras.
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- Barbano
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Re: Finanças dos Clubes
Tá, mas não tem nenhum presidente de grande empresa que torça para Corinthians, São Paulo ou Flamengo? 
- Silvester
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Re: Finanças dos Clubes
O Presidente do PCC deve torcer pro Corinthians,e o do Comando Vermelho pro Flamengo 
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Re: Finanças dos Clubes
http://globoesporte.globo.com/platb/olh ... s-dividas/
O leitor habitual deste OCE vai encontrar algumas diferenças entre esse trabalho da Pluri Consultoria e os posts que habitualmente esse blog publica sobre esse mesmo tema, começando pela moeda padrão, que no caso do OCE é o Euro e nesse estudo da Pluri é o Dólar americano.
A fonte básica para as receitas dos clubes europeus e já começando a abarcar outros países, é o estudo anual Football Money League, da consultoria Deloitte. Desde o início a Deloitte optou por utilizar as receitas originadas pelo dia-a-dia do futebol, as chamadas receitas operacionais do futebol, que são divididas em três grandes áreas, como já foi visto em outras vezes:
Broadcast – principalmente as receitas com cessão de direitos de transmissão para televisão, agora incluindo novas mídias, como internet e telefones móveis.
Commercial – compreende todas as receitas originadas pelo marketing e também o licensing, que vem a ser o que o clube ganha sobre as vendas de produtos com sua marca.
Matchday – compreende as receitas de bilheteria, inclusive os carnês de temporada e programas do tipo Sócio-Torcedor; aqui também estão incluídas outras receitas geradas nos estádios, em áreas como praças de alimentação e museu.
Dessa forma, há uma diferença no tratamento dos clubes brasileiros entre o OCE e a Pluri. Na minha análise, a receita operacional do Corinthians com o futebol, conforme demonstrada em seu balanço, foi de 184,0 milhões de reais em 2011, equivalentes a 79,0 milhões de euros. No caso do São Paulo, também citado no estudo Pluri que veremos a seguir, a receita operacional foi de 171,4 milhões de reais, equivalentes a 73,6 milhões de euros. Ambos os cálculos foram feitos com as taxas de câmbio utilizadas pela Pluri. Em dólares, a receita do Corinthians foi de 110,0 milhões e a do São Paulo de 102,5 milhões. Seguindo essa linha, nem o Corinthians teria o 25º maior faturamento do mundo e nem o São Paulo teria o 32º.
Essas diferenças de valores são devidas a receita obtidas pelos clubes em suas áreas sociais, esportes amadores e outras, não relacionadas com o futebol. Feitos esses esclarecimentos, vamos ao estudo da Pluri, que traz para o leitor do OCE, como novidade, a inclusão das dívidas dos clubes que fazem parte do trabalho.
O estudo Pluri sobre os 30 maiores faturamentos
Pela primeira vez, de acordo com a empresa, um clube de fora da Europa aparece entre os 30 Mais: é o Corinthians, na 25ª posição, à frente de clubes como Newcastle e Ajax. O São Paulo aparece na 32ª posição, com apenas 5 milhões de dólares a menos em receita que o britânico West Ham.
Pelas projeções da Pluri, dois clubes estarão entre os 30 Mais em 2013, cobrindo esse ano corrente, e nada menos que quatro deverão aparecer na listagem de 2015, a ser publicada em 2016. Sempre ressalvando que as transferências de atletas não estão incluídas, mas outras receitas dos clubes, ao contrário dos europeus, estão computadas.

Olhando a coluna das dívidas, o United e o Barça têm as maiores dívidas, mas a que causa maior preocupação entre os maiores devedores é a do Valencia, o que fica mais claro ao olharmos a relação entre Dívida e Receita, onde o Valencia é o “campeão”. Os dois brasileiros, com 77% e 79%, aparecem bem nesse quesito, ainda que acima da média dos 30 clubes considerados que é de 56%.
Em termos de resultado operacional, Real Madrid, Manchester United e Schalke 04 lideram, enquanto na ponta negativa o destaque é o outro Manchester, o City, seguido de longe pelos italianos Internazionale e Juventus.
Veremos agora um quadro com a distribuição por país dos clubes, seguido por um gráfico com o faturamento por país. Como de praxe, a Premier League domina tanto o número de clubes como a receita.


O leitor habitual deste OCE vai encontrar algumas diferenças entre esse trabalho da Pluri Consultoria e os posts que habitualmente esse blog publica sobre esse mesmo tema, começando pela moeda padrão, que no caso do OCE é o Euro e nesse estudo da Pluri é o Dólar americano.
A fonte básica para as receitas dos clubes europeus e já começando a abarcar outros países, é o estudo anual Football Money League, da consultoria Deloitte. Desde o início a Deloitte optou por utilizar as receitas originadas pelo dia-a-dia do futebol, as chamadas receitas operacionais do futebol, que são divididas em três grandes áreas, como já foi visto em outras vezes:
Broadcast – principalmente as receitas com cessão de direitos de transmissão para televisão, agora incluindo novas mídias, como internet e telefones móveis.
Commercial – compreende todas as receitas originadas pelo marketing e também o licensing, que vem a ser o que o clube ganha sobre as vendas de produtos com sua marca.
Matchday – compreende as receitas de bilheteria, inclusive os carnês de temporada e programas do tipo Sócio-Torcedor; aqui também estão incluídas outras receitas geradas nos estádios, em áreas como praças de alimentação e museu.
Dessa forma, há uma diferença no tratamento dos clubes brasileiros entre o OCE e a Pluri. Na minha análise, a receita operacional do Corinthians com o futebol, conforme demonstrada em seu balanço, foi de 184,0 milhões de reais em 2011, equivalentes a 79,0 milhões de euros. No caso do São Paulo, também citado no estudo Pluri que veremos a seguir, a receita operacional foi de 171,4 milhões de reais, equivalentes a 73,6 milhões de euros. Ambos os cálculos foram feitos com as taxas de câmbio utilizadas pela Pluri. Em dólares, a receita do Corinthians foi de 110,0 milhões e a do São Paulo de 102,5 milhões. Seguindo essa linha, nem o Corinthians teria o 25º maior faturamento do mundo e nem o São Paulo teria o 32º.
Essas diferenças de valores são devidas a receita obtidas pelos clubes em suas áreas sociais, esportes amadores e outras, não relacionadas com o futebol. Feitos esses esclarecimentos, vamos ao estudo da Pluri, que traz para o leitor do OCE, como novidade, a inclusão das dívidas dos clubes que fazem parte do trabalho.
O estudo Pluri sobre os 30 maiores faturamentos
Pela primeira vez, de acordo com a empresa, um clube de fora da Europa aparece entre os 30 Mais: é o Corinthians, na 25ª posição, à frente de clubes como Newcastle e Ajax. O São Paulo aparece na 32ª posição, com apenas 5 milhões de dólares a menos em receita que o britânico West Ham.
Pelas projeções da Pluri, dois clubes estarão entre os 30 Mais em 2013, cobrindo esse ano corrente, e nada menos que quatro deverão aparecer na listagem de 2015, a ser publicada em 2016. Sempre ressalvando que as transferências de atletas não estão incluídas, mas outras receitas dos clubes, ao contrário dos europeus, estão computadas.

Olhando a coluna das dívidas, o United e o Barça têm as maiores dívidas, mas a que causa maior preocupação entre os maiores devedores é a do Valencia, o que fica mais claro ao olharmos a relação entre Dívida e Receita, onde o Valencia é o “campeão”. Os dois brasileiros, com 77% e 79%, aparecem bem nesse quesito, ainda que acima da média dos 30 clubes considerados que é de 56%.
Em termos de resultado operacional, Real Madrid, Manchester United e Schalke 04 lideram, enquanto na ponta negativa o destaque é o outro Manchester, o City, seguido de longe pelos italianos Internazionale e Juventus.
Veremos agora um quadro com a distribuição por país dos clubes, seguido por um gráfico com o faturamento por país. Como de praxe, a Premier League domina tanto o número de clubes como a receita.


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Re: Finanças dos Clubes
http://www.papodebola.com.br/papodemidi ... 111023.htm
A revista Placar divulgou em sua última edição quanto cada clube ganhará da Rede Globo na negociação da hora do Campeonato Brasileiro a partir de 2012.
R$ 85 milhões - Corinthians e Flamengo
R$ 75 milhões - Palmeiras , Santos , São Paulo e Vasco
R$ 55 milhões - Atlético-MG, Botafogo, Cruzeiro, Fluminense, Grêmio e Internacional
R$ 29 milhões - Atlético-PR, Bahia, Coritiba, Goiás, Guarani, Portuguesa, Sport e Vitória
A revista Placar divulgou em sua última edição quanto cada clube ganhará da Rede Globo na negociação da hora do Campeonato Brasileiro a partir de 2012.
R$ 85 milhões - Corinthians e Flamengo
R$ 75 milhões - Palmeiras , Santos , São Paulo e Vasco
R$ 55 milhões - Atlético-MG, Botafogo, Cruzeiro, Fluminense, Grêmio e Internacional
R$ 29 milhões - Atlético-PR, Bahia, Coritiba, Goiás, Guarani, Portuguesa, Sport e Vitória












