Tecnologia
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Re: Você tem gravador de DVD de mesa?
Parece ser bom, mas ele grava no HD do aparelho e não na mídia de DVD. Pra passar os arquivos para o pc, tem que usar um cabo RCA/USB e baixar um programa que faça a captura.
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Re: Você tem gravador de DVD de mesa?
Em que ano chegaram a vender o gravador e o video cassete.
Hyuri Augusto
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Re: Tecnologia
GIFs completam 25 anos nesta sexta-feira (15/06)
Mesmo com o avanço da tecnologia e surgimento de novas extensões para fotos, essas imagens sobreviveram e continuam populares pelo mundo
15 de Junho de 2012 | 17:06h

Nyan Cat
Hoje é uma data importante para o mundo das imagens. Isso porque o Graphics Interchange, ou apenas GIF, comemora 25 anos de existência nesta sexta-feira (15/06). A extensão foi desenvolvida primeiramente pela CompuServe, com o objetivo de criar uma imagem leve e de qualidade, e é capaz de suportar animação e até 256 cores diferentes.
Mesmo com o avanço da tecnologia e surgimento de novas extensões para fotos, essas imagens sobreviveram e continuam populares pelo mundo, principalmente no formato animado. Mas qual é o motivo disso?
Nos primórdios da web, os GIFs animados ganharam espaço em sites pessoais com animações de "em construção", "bem-vindo", bandeiras de países se movendo, entre outros. Aos poucos, esses sites foram evoluindo e abandonaram os GIFs, mas isso não foi o fim do formato.
Patrick Davison, do MemeFactory, explica que a popularidade do formato voltou a crescer nos últimos anos. "Lá para 2007 ou 2008 as pessoas perceberam que podem usar GIFs para diversas coisas. Por isso temos tantos GIFs hoje, e eles são usados para vários fins", explicou.
Já TopherChris, do Tumblr, acha que as cenas rápidas geradas pelos GIFs animados têm influência na sua popularidade. "Humanos realmente gostam de repetição, e às vezes quanto mais você assiste alguma coisa, mais ela fica engraçada", disse. Para ele, é isso que faz com que o formato seja tão usado na web mesmo com 25 anos de idade.
Recentemente, GIFs animados ganharam um tom artístico. O Cinemagraph, por exemplo, criado por Kevin Burg e Jamie Beck, é uma série de fotografias com pequenos movimentos. "Acho que existem oportunidades para mostrar coisas que as pessoas nunca viram antes, de mostrar momentos que podem existir para sempre", contou Burg.
Todas essas entrevistas podem ser vistas no documentário Animated GIFs: The Birth of a Medium. Produzido pelo grupo PBS Arts, o vídeo conta um pouco da história da extensão.
Entre os Tumblrs brasileiros que mais fazem sucesso usando GIFs estão o Como eu me sinto quando e o Jornalices. O primeiro expõe situações um tanto... constrangedoras do nosso dia a dia, para mostrar como as pessoas realmente se sentem diante delas. Já o segundo retrata como jornalistas se sentem em alguns momentos. Ambos os blogs, claro, são bem engraçados.
OLHAR DIGITAL15 de Junho de 2012 | 17:06h

Nyan Cat
Hoje é uma data importante para o mundo das imagens. Isso porque o Graphics Interchange, ou apenas GIF, comemora 25 anos de existência nesta sexta-feira (15/06). A extensão foi desenvolvida primeiramente pela CompuServe, com o objetivo de criar uma imagem leve e de qualidade, e é capaz de suportar animação e até 256 cores diferentes.
Mesmo com o avanço da tecnologia e surgimento de novas extensões para fotos, essas imagens sobreviveram e continuam populares pelo mundo, principalmente no formato animado. Mas qual é o motivo disso?
Nos primórdios da web, os GIFs animados ganharam espaço em sites pessoais com animações de "em construção", "bem-vindo", bandeiras de países se movendo, entre outros. Aos poucos, esses sites foram evoluindo e abandonaram os GIFs, mas isso não foi o fim do formato.
Patrick Davison, do MemeFactory, explica que a popularidade do formato voltou a crescer nos últimos anos. "Lá para 2007 ou 2008 as pessoas perceberam que podem usar GIFs para diversas coisas. Por isso temos tantos GIFs hoje, e eles são usados para vários fins", explicou.
Já TopherChris, do Tumblr, acha que as cenas rápidas geradas pelos GIFs animados têm influência na sua popularidade. "Humanos realmente gostam de repetição, e às vezes quanto mais você assiste alguma coisa, mais ela fica engraçada", disse. Para ele, é isso que faz com que o formato seja tão usado na web mesmo com 25 anos de idade.
Recentemente, GIFs animados ganharam um tom artístico. O Cinemagraph, por exemplo, criado por Kevin Burg e Jamie Beck, é uma série de fotografias com pequenos movimentos. "Acho que existem oportunidades para mostrar coisas que as pessoas nunca viram antes, de mostrar momentos que podem existir para sempre", contou Burg.
Todas essas entrevistas podem ser vistas no documentário Animated GIFs: The Birth of a Medium. Produzido pelo grupo PBS Arts, o vídeo conta um pouco da história da extensão.
Entre os Tumblrs brasileiros que mais fazem sucesso usando GIFs estão o Como eu me sinto quando e o Jornalices. O primeiro expõe situações um tanto... constrangedoras do nosso dia a dia, para mostrar como as pessoas realmente se sentem diante delas. Já o segundo retrata como jornalistas se sentem em alguns momentos. Ambos os blogs, claro, são bem engraçados.
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Re: Tecnologia
É só ilustrativa.Ecco escreveu:A imagem tá em jpg
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Re: Tecnologia
Novo iPhone pode ter múltiplas câmeras removíveis
Talvez ainda leve um tempo para que os smartphones possuam a mesma qualidade de câmeras fotográficas profissionais de alto nível. É claro que o PureView da Nokia, por exemplo, pode ter dado o pontapé inicial nesse caminho com seus 41 megapixels de resolução. No entanto, outra empresa de peso pode entrar nessa nova geração de celulares inteligentes.
A Apple registrou uma nova patente que visa transformar a câmera de um dispositivo em um equipamento profissional, criando maneiras de introduzir ou trocar múltiplas lentes do aparelho para conseguir mais qualidade na hora de fazer as fotografias. Esse dispositivo, segundo imagens publicadas no site Free Patents Online, se assemelha ao formato do iPhone, o que pode significar que um futuro smartphone da empresa pode vir a ter essa tecnologia.
Para realizar essa troca de lentes, basta que o usuário retire o painel traseiro removível do produto para concluir a mudança. Com isso, seria possível uma personalização maior dos aparelhos.
http://olhardigital.uol.com.br/produtos ... removiveis
Sinceramente? Prefiro muito mais um tijolão que um Iphone da vida.A Apple registrou uma nova patente que visa transformar a câmera de um dispositivo em um equipamento profissional, criando maneiras de introduzir ou trocar múltiplas lentes do aparelho para conseguir mais qualidade na hora de fazer as fotografias. Esse dispositivo, segundo imagens publicadas no site Free Patents Online, se assemelha ao formato do iPhone, o que pode significar que um futuro smartphone da empresa pode vir a ter essa tecnologia.
Para realizar essa troca de lentes, basta que o usuário retire o painel traseiro removível do produto para concluir a mudança. Com isso, seria possível uma personalização maior dos aparelhos.
http://olhardigital.uol.com.br/produtos ... removiveis
Celular pra mim foi feito pra discar e receber mensagens. Só.
Editado pela última vez por Furtado em 16 Jun 2012, 23:12, em um total de 1 vez.
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Re: Tecnologia
E eu aprendi mandar mensagens neste ano 
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Re: Tecnologia
Victor235 escreveu:E eu aprendi mandar mensagens neste ano
Tás de brincadeira né?
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Re: Tecnologia
Não. Nunca fui de usar celular. Só aprendi mandar mensagens esse ano. O que ganhei com isso? Menos 0.39 centavos cada vez que respondo algo a alguém.Furtado escreveu:Victor235 escreveu:E eu aprendi mandar mensagens neste ano![]()
Tás de brincadeira né?
Deixando a brincadeira, dependendo da situação elas são úteis sim.
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Re: Tecnologia
Eu também nunca fui muito de usar celular, mas sempre soube fazer as operações básicas.Victor235 escreveu:Não. Nunca fui de usar celular. Só aprendi mandar mensagens esse ano. O que ganhei com isso? Menos 0.39 centavos cada vez que respondo algo a alguém.Furtado escreveu:Victor235 escreveu:E eu aprendi mandar mensagens neste ano![]()
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Re: Tecnologia
Eu não sabia porque nunca tinha tentado, nem tive vontade de tentar.
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Re: Tecnologia
http://www.istoe.com.br/reportagens/216 ... OS+TABLETS

A Microsoft anunciou seu primeiro tablet, o Surface.
Desta vez, a empresa de Bill Gates armou-se para incomodar bem mais os executivos da Apple, produtora do iPad.
Seus trunfos são se apresentar como um misto de tablet e PC, ser equipado com capa que vira teclado, ter porta USB e ser compatível com softwares já populares.
Ele vai competir tanto com o iPad e similares quanto com os ultrabooks, os primos mais leves, finos e baratos dos notebooks.
Segundo Steven Sinofsky, presidente para a divisão de Windows da Microsoft, a versão mais simples do Surface deve se comparar em preço aos tablets com capacidade de processamento parecida, enquanto o modelo mais parrudo deve chegar com um valor próximo do dos ultrabooks. Especialistas apostam em algo entre US$ 400 e US$ 500 para o primeiro e de US$ 900 a US$ 1.000 para o segundo.
“Mais importante do que ser o primeiro é ter um produto de qualidade, e o Kinect é um exemplo do potencial da Microsoft”, compara Rafael Lamardo, professor de tecnologia da informação da pós-graduação da Faculdade Getulio Vargas.
Outros analistas são menos otimistas quanto ao atraso da companhia. “Acho que a Microsoft demorou porque não entendia as nuances do mercado de tablets”, diz o canadense Zeus Kerravala, consultor de negócios em tecnologia da informação. Para ele, é um erro tentar unir conceitos diferentes em um só aparelho. “Tablets funcionam por toque e são ótimos para apresentações, enquanto laptops são baseados em teclados e mouses e usados para criar conteúdo. Esse tipo de híbrido nunca foi bem-sucedido”, afirma. Outro ponto negativo é que o Surface começará com uma base de aplicativos bem menor do que o tablet da Apple.
Apesar de o Surface abrir espaço para que a empresa ofereça soluções mais completas – com hardware e software – a seus clientes, o lançamento deixou claro que faz parte da estratégia da Microsoft provocar estragos na Apple.
Segundo Zeus Kerravala, há poucas chances de isso acontecer. “O Surface pode ameaçar os aparelhos baseados no sistema operacional Android. Para ajudar nisso, ele terá mais potência e uma bateria com duração maior do que a do tablet da Apple, e o teclado pode ser um atrativo para alguns”, diz.
Os números de mercado servem de incentivo e esperança para a Microsoft. A fatia da Apple na venda de tablets caiu de 68,2% no quarto trimestre de 2010 para 57,6% no mesmo período de 2011, enquanto a dos aparelhos com Android (do Google) cresceram de 29% para 39,1%, segundo a Strategy Analytics.
No mundo da tecnologia, sempre vence o melhor. Só falta descobrir quem será.

A Microsoft anunciou seu primeiro tablet, o Surface.
Desta vez, a empresa de Bill Gates armou-se para incomodar bem mais os executivos da Apple, produtora do iPad.
Seus trunfos são se apresentar como um misto de tablet e PC, ser equipado com capa que vira teclado, ter porta USB e ser compatível com softwares já populares.
Ele vai competir tanto com o iPad e similares quanto com os ultrabooks, os primos mais leves, finos e baratos dos notebooks.
Segundo Steven Sinofsky, presidente para a divisão de Windows da Microsoft, a versão mais simples do Surface deve se comparar em preço aos tablets com capacidade de processamento parecida, enquanto o modelo mais parrudo deve chegar com um valor próximo do dos ultrabooks. Especialistas apostam em algo entre US$ 400 e US$ 500 para o primeiro e de US$ 900 a US$ 1.000 para o segundo.
“Mais importante do que ser o primeiro é ter um produto de qualidade, e o Kinect é um exemplo do potencial da Microsoft”, compara Rafael Lamardo, professor de tecnologia da informação da pós-graduação da Faculdade Getulio Vargas.
Outros analistas são menos otimistas quanto ao atraso da companhia. “Acho que a Microsoft demorou porque não entendia as nuances do mercado de tablets”, diz o canadense Zeus Kerravala, consultor de negócios em tecnologia da informação. Para ele, é um erro tentar unir conceitos diferentes em um só aparelho. “Tablets funcionam por toque e são ótimos para apresentações, enquanto laptops são baseados em teclados e mouses e usados para criar conteúdo. Esse tipo de híbrido nunca foi bem-sucedido”, afirma. Outro ponto negativo é que o Surface começará com uma base de aplicativos bem menor do que o tablet da Apple.
Apesar de o Surface abrir espaço para que a empresa ofereça soluções mais completas – com hardware e software – a seus clientes, o lançamento deixou claro que faz parte da estratégia da Microsoft provocar estragos na Apple.
Segundo Zeus Kerravala, há poucas chances de isso acontecer. “O Surface pode ameaçar os aparelhos baseados no sistema operacional Android. Para ajudar nisso, ele terá mais potência e uma bateria com duração maior do que a do tablet da Apple, e o teclado pode ser um atrativo para alguns”, diz.
Os números de mercado servem de incentivo e esperança para a Microsoft. A fatia da Apple na venda de tablets caiu de 68,2% no quarto trimestre de 2010 para 57,6% no mesmo período de 2011, enquanto a dos aparelhos com Android (do Google) cresceram de 29% para 39,1%, segundo a Strategy Analytics.
No mundo da tecnologia, sempre vence o melhor. Só falta descobrir quem será.



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Re: Tecnologia
Google lança site para explicar 20 anos de evolução da internet
Nas duas últimas décadas, web cresceu em dados, usuários e no uso de novas tecnologias, que impulsionam cada vez mais sua transformação
29 de Junho de 2012 | 17:00h

Google - a evolução da web
Como parte de seus anúncios durante a Google I/O, o Google lançou nesta sexta-feira (29/06) um site com visualização interativa que acompanha a evolução da internet nos últimos 20 anos. O serviço, chamado de "A Evolução da Web", mostra o crescimento em relação aos dados, usuários e principais tecnologias que têm impulsionado a transformação da web.
"Com o tempo, as tecnologias da web evoluíram para proporcionar aos desenvolvedores da web a capacidade de criar novas gerações de experiências da web úteis e imersivas. A web atual é resultado dos esforços contínuos de uma comunidade da web aberta que ajuda a definir essas tecnologias da web, como HTML5, CSS3 e WebGL, e a garantir que elas sejam suportadas em todos os navegadores da web", diz a mensagem no site.
Em forma de pequenos infográficos, a página é dividida em dois grupos: "Navegadores e tecnologias" e "O crescimento da Internet". O primeiro fala da evolução dos browsers e de como seu uso se tornou multitarefa ao longo dos anos, desde a criação do Opera, Internet Explorer, Firefox e Chrome até a chegada dos softwares a vários tipos de aparelhos, como notebooks e smartphones.
Já o segundo grupo aborda o aumento no tráfego de dados nos últimos anos, quando passou de apenas 1 petabyte por mês, em 1995, para mais de 27 mil petabytes por mês em 2011. Para se ter ideia, se 14 mil PB de dados fossem armazenados em DVDs no formato padrão e colocados lado a lado, seria o equivalente a distância entre a Terra e a lua. Além disso, os gráficos revelam o crescimento do número de usuários na internet, passando dos 100 milhões em 1996 a mais de 2 bilhões em 2011 (cerca de um terço dos habitantes do planeta).
Para acessar "A Evolução da Web", clique aqui.
OLHAR DIGITAL29 de Junho de 2012 | 17:00h

Google - a evolução da web
Como parte de seus anúncios durante a Google I/O, o Google lançou nesta sexta-feira (29/06) um site com visualização interativa que acompanha a evolução da internet nos últimos 20 anos. O serviço, chamado de "A Evolução da Web", mostra o crescimento em relação aos dados, usuários e principais tecnologias que têm impulsionado a transformação da web.
"Com o tempo, as tecnologias da web evoluíram para proporcionar aos desenvolvedores da web a capacidade de criar novas gerações de experiências da web úteis e imersivas. A web atual é resultado dos esforços contínuos de uma comunidade da web aberta que ajuda a definir essas tecnologias da web, como HTML5, CSS3 e WebGL, e a garantir que elas sejam suportadas em todos os navegadores da web", diz a mensagem no site.
Em forma de pequenos infográficos, a página é dividida em dois grupos: "Navegadores e tecnologias" e "O crescimento da Internet". O primeiro fala da evolução dos browsers e de como seu uso se tornou multitarefa ao longo dos anos, desde a criação do Opera, Internet Explorer, Firefox e Chrome até a chegada dos softwares a vários tipos de aparelhos, como notebooks e smartphones.
Já o segundo grupo aborda o aumento no tráfego de dados nos últimos anos, quando passou de apenas 1 petabyte por mês, em 1995, para mais de 27 mil petabytes por mês em 2011. Para se ter ideia, se 14 mil PB de dados fossem armazenados em DVDs no formato padrão e colocados lado a lado, seria o equivalente a distância entre a Terra e a lua. Além disso, os gráficos revelam o crescimento do número de usuários na internet, passando dos 100 milhões em 1996 a mais de 2 bilhões em 2011 (cerca de um terço dos habitantes do planeta).
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Re: Tecnologia
ESTADÃO
Uma corrida bilionária que já durou meio século pode estar chegando ao seu fim e a ciência estaria a um passo de uma de suas maiores descobertas: a existência da “partícula de Deus”. Na manhã desta quarta-feira, 4, o Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern) anunciou em Genebra o que é a mais importante prova da existência da partícula que, para muitos, fecharia a explicação sobre a formação do Universo. A apresentação apontou a descoberta de uma nova partícula subatômica que poderia ser o bóson de Higgs, abrindo uma nova era para a Física.
“Atingimos um marco no nosso entendimento da natureza”, declarou Rolf Heuer, diretor do Cern. “A descoberta é consistente com o bóson de Higgs”, disse.
A teoria é que é essa partícula que garante massa a todas as demais e, portanto, central na explicação do Universo. Conhecida fora do mundo da ciência como “partícula de Deus”, trata-se da última fronteira não resolvida pela física. Nos anos 60, Peter Higgs desenvolveu uma teoria na qual uma energia invisível preencheria um vácuo no espaço. Ao se moverem, partículas são puxadas uma contra as outras, dando massa a um âtomo. Já as partículas da luz não sentem essa atração e não contam com massa. Sem a partícula responsável por unir as demais, átomos não conseguiram ser formados no início do Universo e a vida como a conhecemos hoje simplesmente não existiria. O problema é que sua partícula hipotética – o bóson de Higgs – jamais foi encontrada, pelo menos até hoje.
Depois de acumular dados de milhares de choques de partículas no acelerador subterrâneo construído entre a Suíça e França e que custou US$ 8 bilhões, os cientistas praticamente confirmam a existência de sinais da partícula. Dois experimentos diferentes – os detectores Atlas e o CMS- se lançaram na corrida pela partícula no Cern e hoje estão comparando seus resultados.
Joe Incandela, porta-voz do CMS, confirmou que seu experimento detectou fortes sinais do bóson. “São resultados muito sólidos”, disse. Ao mostrar a tabela, ele mesmo confessou: “nem posso acreditar”. “São indícios muito fortes”, disse. A margem de erro ou variação no dado é de um a cada 1 milhão de eventos.
No Cern, cientistas insistem que o resultado final e a revelação sobre o “Santo Graal” da física só teria como rival a descoberta da estrutura do DNA, há 60 anos. “Essa é a semana mais excitante da história da física”, declarou Joe Lykken, do Fermi National Accelerator Lab (Fermilab) que conduziu as pesquisas nos Estados Unidos nesta semana. Se for confirmada sua existência, a descoberta abrirá o caminho para detalhar o funcionamento de átomos e do próprio Universo.
Uma corrida bilionária que já durou meio século pode estar chegando ao seu fim e a ciência estaria a um passo de uma de suas maiores descobertas: a existência da “partícula de Deus”. Na manhã desta quarta-feira, 4, o Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern) anunciou em Genebra o que é a mais importante prova da existência da partícula que, para muitos, fecharia a explicação sobre a formação do Universo. A apresentação apontou a descoberta de uma nova partícula subatômica que poderia ser o bóson de Higgs, abrindo uma nova era para a Física.
“Atingimos um marco no nosso entendimento da natureza”, declarou Rolf Heuer, diretor do Cern. “A descoberta é consistente com o bóson de Higgs”, disse.
A teoria é que é essa partícula que garante massa a todas as demais e, portanto, central na explicação do Universo. Conhecida fora do mundo da ciência como “partícula de Deus”, trata-se da última fronteira não resolvida pela física. Nos anos 60, Peter Higgs desenvolveu uma teoria na qual uma energia invisível preencheria um vácuo no espaço. Ao se moverem, partículas são puxadas uma contra as outras, dando massa a um âtomo. Já as partículas da luz não sentem essa atração e não contam com massa. Sem a partícula responsável por unir as demais, átomos não conseguiram ser formados no início do Universo e a vida como a conhecemos hoje simplesmente não existiria. O problema é que sua partícula hipotética – o bóson de Higgs – jamais foi encontrada, pelo menos até hoje.
Depois de acumular dados de milhares de choques de partículas no acelerador subterrâneo construído entre a Suíça e França e que custou US$ 8 bilhões, os cientistas praticamente confirmam a existência de sinais da partícula. Dois experimentos diferentes – os detectores Atlas e o CMS- se lançaram na corrida pela partícula no Cern e hoje estão comparando seus resultados.
Joe Incandela, porta-voz do CMS, confirmou que seu experimento detectou fortes sinais do bóson. “São resultados muito sólidos”, disse. Ao mostrar a tabela, ele mesmo confessou: “nem posso acreditar”. “São indícios muito fortes”, disse. A margem de erro ou variação no dado é de um a cada 1 milhão de eventos.
No Cern, cientistas insistem que o resultado final e a revelação sobre o “Santo Graal” da física só teria como rival a descoberta da estrutura do DNA, há 60 anos. “Essa é a semana mais excitante da história da física”, declarou Joe Lykken, do Fermi National Accelerator Lab (Fermilab) que conduziu as pesquisas nos Estados Unidos nesta semana. Se for confirmada sua existência, a descoberta abrirá o caminho para detalhar o funcionamento de átomos e do próprio Universo.
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