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Re: Você tem gravador de DVD de mesa?
Tenho um da LG desde 2009.

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Re: Você tem gravador de DVD de mesa?
Naõ sei se é de Mesa, mas tenh50o um da Samsung, o R170:

Não é lá esssas coisas mas quebra o galho...
A única coisa que achei ruim nele, é que a imagem fica parecendo com aquelas gravações de video-cassetes.
Mas é porque o meu sinal analógico era ruim, e agora que comecei com Digital, a imagem melhorou bastante.

Não é lá esssas coisas mas quebra o galho...
A única coisa que achei ruim nele, é que a imagem fica parecendo com aquelas gravações de video-cassetes.
Mas é porque o meu sinal analógico era ruim, e agora que comecei com Digital, a imagem melhorou bastante.

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Re: Você tem gravador de DVD de mesa?
Não, mas estou procurando pra comprar
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Re: Tecnologia
http://noticias.r7.com/tecnologia-e-cie ... 20308.html

A apresentação nesta terça-feira (7) do novo iPad feita nos Estados Unidos pela Apple mostra que as características do tablet não são muito diferentes do que já havia circulado como rumor semanas antes de seu lançamento.
A diferença entre o novo modelo e sua versão anterior, o iPad 2, é significativa.
O produto ganhou uma resolução de tela muito maior, mais velocidade, câmera de melhor qualidade e conexão com 4G, a banda larga móvel ultrarrápida. No entanto, nenhum dos recursos é tecnologicamente inovador, de acordo com especialistas.
Lance Ulanoff, editor-chefe do site Mashable, questiona a estratégia da Apple em apresentar mais do mesmo, sem grande salto tecnológico.
- Me pergunto se estamos diante de uma mudança de estratégia. Será que chegamos tão longe na tecnologia, especialmente no design industrial, que a Apple não tem outra escolha senão ir devagar ?
Ele cita o lançamento do iPhone 4S, que também não teve mudanças radicais em relação ao modelo anterior, o iPhone 4. Mesmo assim, explica que a companhia deve continuar sendo um sucesso em vendas.
- Não considero hoje [ontem] uma completa decepção. [...] As atualizações do novo iPad são inteligentes e a Apple já provou que pode fazer um sucesso monumental com atualizações de produtos.
O iPhone 4S, por, exemplo, atingiu 4 milhões de unidades vendidas uma semana após o lançamento. Já o iPhone 4 demorou três semanas para vender 3 milhões de unidades.
Para Rip Empson, crítico do site TechCrunch, o público se acostuma cada vez mais com as atualizações ou melhorias das características que já fazem parte dos produtos da Apple.
- Vemos uma linha cada vez mais tênue entre a inovação e a atualização. Enquanto a Apple continua a atualizar seus produtos de tal forma que interesse seus clientes, não haverá problema.
Como exemplo de melhoria ele cita a qualidade de imagem e, consequentemente, o potencial para atrair a atenção de quem gosta de games.
- Desenvolvedores de jogos poderão descobrir [com o novo iPad] a melhor forma de incorporar novos elementos visuais. O novo iPad tem uma qualidade de imagem que você vai querer jogar por meio dele os jogos que joga com um console.
No evento de ontem, Tim Cook, presidente-executivo da Apple, abriu sua apresentação dizendo que o novo iPad é a grande estrela da Apple para o mundo “pós-PC”.
- O iPad definiu uma nova categoria. De várias maneiras, o iPad está revolucionando a computação pessoal e portátil e ultrapassou todas nossas mais ambiciosas pretensões.
Mas, Dan Ackerman, especialista em tecnologia do site Cnet, diz que é difícil afirmar que a terceira geração do iPad tem novidades a ponto de tornar o laptop ou o computador de mesa (PC) obsoletos.
- Certamente o novo iPad pode substituir um laptop menor, secundário, daqueles que se usa em viagens, mas eu não vejo uma grande mudança em relação ao iPad 2. Talvez um dia, todos nós usaremos tablets, mas para que isso aconteça o iPad e seus concorrentes terão que dar um grande salto nas suas próximas gerações, muito maior do que o que vimos [com o lançamento do novo iPad].

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A apresentação nesta terça-feira (7) do novo iPad feita nos Estados Unidos pela Apple mostra que as características do tablet não são muito diferentes do que já havia circulado como rumor semanas antes de seu lançamento.
A diferença entre o novo modelo e sua versão anterior, o iPad 2, é significativa.
O produto ganhou uma resolução de tela muito maior, mais velocidade, câmera de melhor qualidade e conexão com 4G, a banda larga móvel ultrarrápida. No entanto, nenhum dos recursos é tecnologicamente inovador, de acordo com especialistas.
Lance Ulanoff, editor-chefe do site Mashable, questiona a estratégia da Apple em apresentar mais do mesmo, sem grande salto tecnológico.
- Me pergunto se estamos diante de uma mudança de estratégia. Será que chegamos tão longe na tecnologia, especialmente no design industrial, que a Apple não tem outra escolha senão ir devagar ?
Ele cita o lançamento do iPhone 4S, que também não teve mudanças radicais em relação ao modelo anterior, o iPhone 4. Mesmo assim, explica que a companhia deve continuar sendo um sucesso em vendas.
- Não considero hoje [ontem] uma completa decepção. [...] As atualizações do novo iPad são inteligentes e a Apple já provou que pode fazer um sucesso monumental com atualizações de produtos.
O iPhone 4S, por, exemplo, atingiu 4 milhões de unidades vendidas uma semana após o lançamento. Já o iPhone 4 demorou três semanas para vender 3 milhões de unidades.
Para Rip Empson, crítico do site TechCrunch, o público se acostuma cada vez mais com as atualizações ou melhorias das características que já fazem parte dos produtos da Apple.
- Vemos uma linha cada vez mais tênue entre a inovação e a atualização. Enquanto a Apple continua a atualizar seus produtos de tal forma que interesse seus clientes, não haverá problema.
Como exemplo de melhoria ele cita a qualidade de imagem e, consequentemente, o potencial para atrair a atenção de quem gosta de games.
- Desenvolvedores de jogos poderão descobrir [com o novo iPad] a melhor forma de incorporar novos elementos visuais. O novo iPad tem uma qualidade de imagem que você vai querer jogar por meio dele os jogos que joga com um console.
No evento de ontem, Tim Cook, presidente-executivo da Apple, abriu sua apresentação dizendo que o novo iPad é a grande estrela da Apple para o mundo “pós-PC”.
- O iPad definiu uma nova categoria. De várias maneiras, o iPad está revolucionando a computação pessoal e portátil e ultrapassou todas nossas mais ambiciosas pretensões.
Mas, Dan Ackerman, especialista em tecnologia do site Cnet, diz que é difícil afirmar que a terceira geração do iPad tem novidades a ponto de tornar o laptop ou o computador de mesa (PC) obsoletos.
- Certamente o novo iPad pode substituir um laptop menor, secundário, daqueles que se usa em viagens, mas eu não vejo uma grande mudança em relação ao iPad 2. Talvez um dia, todos nós usaremos tablets, mas para que isso aconteça o iPad e seus concorrentes terão que dar um grande salto nas suas próximas gerações, muito maior do que o que vimos [com o lançamento do novo iPad].








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Re: Você tem gravador de DVD de mesa?
Tenho um Sony RDR-HX750 desde setembro de 2008. Um muito parecido a esse daqui:


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Re: Tecnologia
http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/ ... ntigo.html

A terceira geração do iPad chega primeiro a 10 países nesta sexta-feira (16), e a outros 25 daqui a uma semana, mas o Brasil ainda não tem data para receber o tablet revelado pela Apple no último dia 7. Mesmo assim, donos de modelos antigos já tentam se ver livres deles.
Felipe Schuvartt Souza, de 23 anos, de Belo Horizonte, tem um "iPad 1" e baixou pela metade o valor que pretendia cobrar pelo tablet com 64 GB e 3G. Ele espera vender em breve para não desvalorizar ainda mais o aparelho comprado logo que o iPad foi lançado no Brasil, em dezembro de 2010. "Quando surgiu o 2, me disseram que iam lançar o 3 com mais novidades. Por isso, resolvi esperar. Agora, estou me sentindo obsoleto. Quero muito comprar o novo”, conta. Souza vai para os Estados Unidos daqui a 2 meses e espera trazer de lá a nova versão.
O novo iPad não tem preço definido no Brasil, mas, nos Estados Unidos, a Apple decidiu manter os valores cobrados pela segunda geração, a partir de US$ 500 (16 GB, com Wi-Fi). No Brasil, antes do anúncio da nova versão, o iPad 2 custava a partir de R$ 1.630; depois, teve o preço reduzido em R$ 230.
"A Apple faz isso com a gente. Cada vez que eles lançam algo novo, sentimos que estamos ultrapassados. A tendência é trocar e querer os novos”, opina. Mesmo assim, Souza diz que, se tivesse o iPad, 2, não iria trocar pela nova versão. “Mas para mim, agora, faz muita diferença. A resolução da tela está incrível. Quando pegamos um iPad, nunca pensamos que pode ficar melhor”, diz.
Logo após o anúncio do novo iPad, Elton Lobato, de 28 anos, de Campo Grande, diz que começou a anunciar o seu, que é da primeira geração, com 64 GB, a maior capacidade oferecida, e Wi-Fi.
“Vou juntar um pouco mais de dinheiro para comprar o novo iPad, que deve chegar ao Brasil em 3 meses. Quero a versão com 32 GB e Wi-Fi. Não faço questão do 3G porque o sinal na minha cidade é ruim”, explica. Lobato comprou o tablet usado em um site, há 8 meses, e pagou R$ 1,3 mil. Agora, tenta vender na mesma página, por R$ 1 mil.
Vitor Freire, de 29 anos, de São Paulo, começou a anunciar seu iPad 2 de 32 GB e Wi-Fi antes do anúncio da Apple. “Eu tinha receio de que o lançamento fizesse com que o preço do meu modelo caísse muito”, conta. Ele conta que seus amigos ficaram frustrados com as novidades e que potenciais compradores surgiram depois da apresentação do novo tablet. “No meu núcleo de contatos, todos estavam esperando mais mudanças. E isso foi positivo, porque eu tava com um pouco de dúvida em relação ao preço que coloquei. Quando veio o anúncio, só ratificou isso”.
Freire tenta vender seu aparelho por R$ 1.350 no Twitter e Facebook – ele pagou R$ 1,8 mil pelo tablet em maio de 2011. Atualmente, o aparelho sai por R$ 1.650 na loja da Apple.
Porém, o objetivo não é comprar o novo tablet. Freire quer se desfazer do aparelho porque vai se mudar para os EUA. “Estou vendendo uma série de coisas e o iPad seria um dos equipamentos básicos com que eu ficaria. Mas ele ainda não é essencial na minha vida”, conta. "Eu trabalho com conteúdo transmídia e comprei por causa disso, para entender a tecnologia e criar conteúdo para iPad. Depois, ele virou um gadget de hobby”, conta.
O publicitário Itallo Victor, de 23 anos, de Teresina (PI), diz que começou a pensar em vender seu iPad 2 de 16 GB e com 3G quando surgiram boatos sobre o lançamento do novo. Mas a pressa acabou quando ele conheceu os detalhes da terceira geração. “Eu não quero comprar no Brasil porque é muito caro. Vou esperar um amigo trazer dos Estados Unidos. Por isso, vou segurar o meu por enquanto. Nada do que foi apresentado no novo é motivo para eu trocar agora”.
Ele diz que só venderá o tablet se o comprador pagar mais do que ele. “Se aparecer alguém para comprar, eu vendo pelo preço que estou pedindo, não por menos”. Victor quer R$ 1,8 mil, mesmo tendo gasto R$ 1,4 mil – um amigo trouxe para ele dos EUA em novembro. Na loja on-line da Apple, o modelo sai por R$ 1.849, atualmente.
Após 4 meses com o iPad, Victor diz que ainda não viu muita utilidade no aparelho. “Eu poderia usar mais. Como passo o dia no computador, uso muito o iPhone. O iPad fica para coisas que não dá para fazer no smartphone”.


A terceira geração do iPad chega primeiro a 10 países nesta sexta-feira (16), e a outros 25 daqui a uma semana, mas o Brasil ainda não tem data para receber o tablet revelado pela Apple no último dia 7. Mesmo assim, donos de modelos antigos já tentam se ver livres deles.
Felipe Schuvartt Souza, de 23 anos, de Belo Horizonte, tem um "iPad 1" e baixou pela metade o valor que pretendia cobrar pelo tablet com 64 GB e 3G. Ele espera vender em breve para não desvalorizar ainda mais o aparelho comprado logo que o iPad foi lançado no Brasil, em dezembro de 2010. "Quando surgiu o 2, me disseram que iam lançar o 3 com mais novidades. Por isso, resolvi esperar. Agora, estou me sentindo obsoleto. Quero muito comprar o novo”, conta. Souza vai para os Estados Unidos daqui a 2 meses e espera trazer de lá a nova versão.
O novo iPad não tem preço definido no Brasil, mas, nos Estados Unidos, a Apple decidiu manter os valores cobrados pela segunda geração, a partir de US$ 500 (16 GB, com Wi-Fi). No Brasil, antes do anúncio da nova versão, o iPad 2 custava a partir de R$ 1.630; depois, teve o preço reduzido em R$ 230.
"A Apple faz isso com a gente. Cada vez que eles lançam algo novo, sentimos que estamos ultrapassados. A tendência é trocar e querer os novos”, opina. Mesmo assim, Souza diz que, se tivesse o iPad, 2, não iria trocar pela nova versão. “Mas para mim, agora, faz muita diferença. A resolução da tela está incrível. Quando pegamos um iPad, nunca pensamos que pode ficar melhor”, diz.
Logo após o anúncio do novo iPad, Elton Lobato, de 28 anos, de Campo Grande, diz que começou a anunciar o seu, que é da primeira geração, com 64 GB, a maior capacidade oferecida, e Wi-Fi.
“Vou juntar um pouco mais de dinheiro para comprar o novo iPad, que deve chegar ao Brasil em 3 meses. Quero a versão com 32 GB e Wi-Fi. Não faço questão do 3G porque o sinal na minha cidade é ruim”, explica. Lobato comprou o tablet usado em um site, há 8 meses, e pagou R$ 1,3 mil. Agora, tenta vender na mesma página, por R$ 1 mil.
Vitor Freire, de 29 anos, de São Paulo, começou a anunciar seu iPad 2 de 32 GB e Wi-Fi antes do anúncio da Apple. “Eu tinha receio de que o lançamento fizesse com que o preço do meu modelo caísse muito”, conta. Ele conta que seus amigos ficaram frustrados com as novidades e que potenciais compradores surgiram depois da apresentação do novo tablet. “No meu núcleo de contatos, todos estavam esperando mais mudanças. E isso foi positivo, porque eu tava com um pouco de dúvida em relação ao preço que coloquei. Quando veio o anúncio, só ratificou isso”.
Freire tenta vender seu aparelho por R$ 1.350 no Twitter e Facebook – ele pagou R$ 1,8 mil pelo tablet em maio de 2011. Atualmente, o aparelho sai por R$ 1.650 na loja da Apple.
Porém, o objetivo não é comprar o novo tablet. Freire quer se desfazer do aparelho porque vai se mudar para os EUA. “Estou vendendo uma série de coisas e o iPad seria um dos equipamentos básicos com que eu ficaria. Mas ele ainda não é essencial na minha vida”, conta. "Eu trabalho com conteúdo transmídia e comprei por causa disso, para entender a tecnologia e criar conteúdo para iPad. Depois, ele virou um gadget de hobby”, conta.
O publicitário Itallo Victor, de 23 anos, de Teresina (PI), diz que começou a pensar em vender seu iPad 2 de 16 GB e com 3G quando surgiram boatos sobre o lançamento do novo. Mas a pressa acabou quando ele conheceu os detalhes da terceira geração. “Eu não quero comprar no Brasil porque é muito caro. Vou esperar um amigo trazer dos Estados Unidos. Por isso, vou segurar o meu por enquanto. Nada do que foi apresentado no novo é motivo para eu trocar agora”.
Ele diz que só venderá o tablet se o comprador pagar mais do que ele. “Se aparecer alguém para comprar, eu vendo pelo preço que estou pedindo, não por menos”. Victor quer R$ 1,8 mil, mesmo tendo gasto R$ 1,4 mil – um amigo trouxe para ele dos EUA em novembro. Na loja on-line da Apple, o modelo sai por R$ 1.849, atualmente.
Após 4 meses com o iPad, Victor diz que ainda não viu muita utilidade no aparelho. “Eu poderia usar mais. Como passo o dia no computador, uso muito o iPhone. O iPad fica para coisas que não dá para fazer no smartphone”.




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Re: Tecnologia
http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/ ... osoft.html

A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (2) que o sensor Kinect para Windows será lançado no Brasil e em mais 16 países em junho.
O aparelho, que capta os movimentos dos jogadores e os leva para dentro dos jogos e aplicações, dispensando o uso do joystick, receberá também uma nova versão de software, a 1.5, que trará novas funcionalidades.
Entre elas, o rastreamento de esqueleto "sentado", que é capaz de rastrear movimentos de cabeça, pescoço e braços não importando se o usuário está sentado ou em pé. Essa capacidade trabalha tanto no "modo-padrão" quanto no "modo próximo", para ser usado de frente ao PC.
O Kinect poderá ser usado no sistema operacional Windows 8, com o usuário realizando gestos para acessar programas na interface Metro.
O novo sistema reconhecerá comandos de voz em francês, italiano, espanhol e japonês. Não foi revelado se haverá reconhecimento em português.
A Microsoft não divulgou o preço do Kinect para Windows no Brasil.
Em junho, além do país, África do Sul, Arábia Saudita, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Emirados Árabes Unidos, Finlândia, Holanda, Índia, Noruega, Portugal, Rússia, Singapura, Suécia e Suíça receberão o dispositivo.
Antes, em maio, o Kinect para o PC será lançado em Hong Kong, Coreia do Sul e Taiwan.

A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (2) que o sensor Kinect para Windows será lançado no Brasil e em mais 16 países em junho.
O aparelho, que capta os movimentos dos jogadores e os leva para dentro dos jogos e aplicações, dispensando o uso do joystick, receberá também uma nova versão de software, a 1.5, que trará novas funcionalidades.
Entre elas, o rastreamento de esqueleto "sentado", que é capaz de rastrear movimentos de cabeça, pescoço e braços não importando se o usuário está sentado ou em pé. Essa capacidade trabalha tanto no "modo-padrão" quanto no "modo próximo", para ser usado de frente ao PC.
O Kinect poderá ser usado no sistema operacional Windows 8, com o usuário realizando gestos para acessar programas na interface Metro.
O novo sistema reconhecerá comandos de voz em francês, italiano, espanhol e japonês. Não foi revelado se haverá reconhecimento em português.
A Microsoft não divulgou o preço do Kinect para Windows no Brasil.
Em junho, além do país, África do Sul, Arábia Saudita, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Emirados Árabes Unidos, Finlândia, Holanda, Índia, Noruega, Portugal, Rússia, Singapura, Suécia e Suíça receberão o dispositivo.
Antes, em maio, o Kinect para o PC será lançado em Hong Kong, Coreia do Sul e Taiwan.



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Re: Você tem gravador de DVD de mesa?
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Já tenho uns 40 DVDs de Chaves gravados, entre episódios e extras.
Gravo também outros programas, como novelas e séries do Canal Viva. Todos completos, sem faltar capítulos.

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Re: Tecnologia
http://www.istoe.com.br/reportagens/197 ... +PROBLEMAS

Por mais que tablets, smartphones e notebooks tenham evoluído de forma impressionante nos últimos anos, uma barreira ainda impede que esses objetos sejam mais leves, ambientalmente corretos e eficiente s: suas baterias.
O lembrete mais recente foi dado por alguns donos do novo iPad, que chegou às lojas há menos de um mês. Como acontece com tudo que envolve a Apple, a notícia se espalhou rapidamente por sites especializados.
O barulho começou com uma crítica do analista Raymond Soneira, presidente da DisplayMate, empresa especializada em displays para dispositivos eletrônicos. Segundo Raymond Soneira, quando o mostrador na tela indicava que a bateria do novo iPad estava completamente carregada, ela apresentaria, na verdade, 90% da carga total – ou uma hora a menos com o aparelho ligado.
Outros analistas fizeram o mesmo teste e não detectaram o problema. De acordo com alguns deles, é preciso levar em conta o brilho da tela e se a conexão 4G está ou não ligada, entre outros fatores, para determinar a duração exata da bateria.
Michael Tchao, vice-presidente de marketing e produtos da Apple, explica que a confusão se deve ao modo como o tablet administra o processo de carregamento da bateria, desde o ponto onde ela está quase totalmente carregada até quando a fonte de alimentação é retirada da tomada – ou quando o cabo USB é desplugado do PC, outra forma de recarregar a máquina. O iPad, o iPhone e o iPod mostram a bateria como cheia pouco antes de isso acontecer. A partir desse ponto, ela continua sendo abastecida para alcançar os 100%, então descarrega um pouco e carrega novamente até a capacidade máxima, repetindo esse processo até o aparelho ser finalmente desplugado da rede elétrica.
“Os circuitos são concebidos de forma que o usuário possa manter o aparelho ligado na tomada o tempo que quiser”, disse Michael Tchao ao site especializado All Things Digital. “É uma ótima característica, que sempre esteve presente em nossos aparelhos.” Ele diz ainda que os usuários podem contar com as dez horas de carga que a máquina promete. Por ter maior resolução e outras características próprias para games, a nova versão do tablet vem com uma bateria levemente mais grossa, para durar o mesmo que a do iPad 2, que exigia menos energia.
Uma prova de que nem a todo-poderosa Apple consegue driblar as limitações das prosaicas baterias. “Produzir celulares e tablets é lidar com um mundo de restrições”, define Roberto Sobol, diretor de produtos da Samsung no Brasil, uma das maiores concorrentes da empresa criada por Steve Jobs. Ele diz que não basta a bateria ser eficiente, mas o processador, a tela e os outros componentes do “ecossistema” do aparelho também têm de apresentar alto desempenho. Quando um novo processador é lançado, por exemplo, ele não é apenas mais veloz, mas também consome menos energia do que o anterior.
Pesquisadores no mundo todo tentam criar novas baterias, que vão desde as flexíveis – próprias para telas que possam ser dobradas – até as resistentes à água. Mesmo sendo mais duráveis que os modelos anteriores (de cádmio e níquel), as atuais, de íons de lítio, têm uma capacidade limitada de novas recargas. Sobol lembra, porém, que elas têm muito mais virtudes que as antigas. “Hoje elas podem ter diversos formatos, além de agredir menos o ambiente”, afirma. Esse fator, aliado ao baixo custo, transformou-a em padrão num mundo repleto de dispositivos móveis. Por conta disso, um tablet que funcione a hidrogênio ainda é coisa de ficção científica.


Por mais que tablets, smartphones e notebooks tenham evoluído de forma impressionante nos últimos anos, uma barreira ainda impede que esses objetos sejam mais leves, ambientalmente corretos e eficiente s: suas baterias.
O lembrete mais recente foi dado por alguns donos do novo iPad, que chegou às lojas há menos de um mês. Como acontece com tudo que envolve a Apple, a notícia se espalhou rapidamente por sites especializados.
O barulho começou com uma crítica do analista Raymond Soneira, presidente da DisplayMate, empresa especializada em displays para dispositivos eletrônicos. Segundo Raymond Soneira, quando o mostrador na tela indicava que a bateria do novo iPad estava completamente carregada, ela apresentaria, na verdade, 90% da carga total – ou uma hora a menos com o aparelho ligado.
Outros analistas fizeram o mesmo teste e não detectaram o problema. De acordo com alguns deles, é preciso levar em conta o brilho da tela e se a conexão 4G está ou não ligada, entre outros fatores, para determinar a duração exata da bateria.
Michael Tchao, vice-presidente de marketing e produtos da Apple, explica que a confusão se deve ao modo como o tablet administra o processo de carregamento da bateria, desde o ponto onde ela está quase totalmente carregada até quando a fonte de alimentação é retirada da tomada – ou quando o cabo USB é desplugado do PC, outra forma de recarregar a máquina. O iPad, o iPhone e o iPod mostram a bateria como cheia pouco antes de isso acontecer. A partir desse ponto, ela continua sendo abastecida para alcançar os 100%, então descarrega um pouco e carrega novamente até a capacidade máxima, repetindo esse processo até o aparelho ser finalmente desplugado da rede elétrica.
“Os circuitos são concebidos de forma que o usuário possa manter o aparelho ligado na tomada o tempo que quiser”, disse Michael Tchao ao site especializado All Things Digital. “É uma ótima característica, que sempre esteve presente em nossos aparelhos.” Ele diz ainda que os usuários podem contar com as dez horas de carga que a máquina promete. Por ter maior resolução e outras características próprias para games, a nova versão do tablet vem com uma bateria levemente mais grossa, para durar o mesmo que a do iPad 2, que exigia menos energia.
Uma prova de que nem a todo-poderosa Apple consegue driblar as limitações das prosaicas baterias. “Produzir celulares e tablets é lidar com um mundo de restrições”, define Roberto Sobol, diretor de produtos da Samsung no Brasil, uma das maiores concorrentes da empresa criada por Steve Jobs. Ele diz que não basta a bateria ser eficiente, mas o processador, a tela e os outros componentes do “ecossistema” do aparelho também têm de apresentar alto desempenho. Quando um novo processador é lançado, por exemplo, ele não é apenas mais veloz, mas também consome menos energia do que o anterior.
Pesquisadores no mundo todo tentam criar novas baterias, que vão desde as flexíveis – próprias para telas que possam ser dobradas – até as resistentes à água. Mesmo sendo mais duráveis que os modelos anteriores (de cádmio e níquel), as atuais, de íons de lítio, têm uma capacidade limitada de novas recargas. Sobol lembra, porém, que elas têm muito mais virtudes que as antigas. “Hoje elas podem ter diversos formatos, além de agredir menos o ambiente”, afirma. Esse fator, aliado ao baixo custo, transformou-a em padrão num mundo repleto de dispositivos móveis. Por conta disso, um tablet que funcione a hidrogênio ainda é coisa de ficção científica.




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Re: Tecnologia
NOTÍCIAS

A GVT informou, em comunicado, que "clientes do serviço de banda larga da GVT nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul percebem lentidão ou dificuldade de acesso a determinados sites de internet desde o início da tarde; o serviço foi afetado depois que três pontos da rede de longa distância que faz a comunicação de dados para várias operadoras de telefonia e banda larga que operam na região foram rompidos; equipes do fornecedor responsável pela rede trabalham para restabelecer o serviço o mais breve possível". De acordo com o comunicado, clientes GVT podem esclarecer dúvidas pela Central de Atendimento 103 25.
Em contato com o Terra, a comunicação corporativa da GVT explicou que houve um ponto de rompimento na rota principal que liga SP a Curitiba. As duas rotas alternativas também apresentaram problemas (um ponto de rompimento em cada). Essas rotas são compartilhadas, por isso, outras operadoras também apresentam problemas. A transmissão de dados parte de Curitiba para os outros Estados do Sul e a rede de longa distância de dados é administrada por um fornecedor que, segundo a GVT, já está trabalhando nos reparos, mas não há previsão de quando o conserto estará feito.
A TIM enviou um comunicado pouco antes das 16h: "A TIM informa que seus clientes na região Sul podem encontrar dificuldades para utilizar os serviços de voz e dados da operadora, devido a um triplo rompimento de fibra ótica da rede de transmissão que interliga os sistemas desses Estados com o restante do Brasil. Técnicos da TIM já atuam para correção do incidente e restabelecimento dos serviços o mais rápido possível."
Procurada pelo Terra, a Vivo enviou comunicado às 16h34. "A Telefônica | Vivo informa que, por volta das 13h00 de hoje, alguns clientes de Paraná e Santa Catarina podem ter encontrado dificuldades na utilização dos serviços de voz e dados da empresa, devido a rompimentos de cabos de fibra óptica. A situação foi normalizada às 15h40 desta tarde, após mobilização de equipes técnicas e de todos os esforços para recuperação dos serviços no menor prazo possível".
De acordo com a Agência Brasil, a Claro também confirmou a instabilidade, causada por uma falha na rede de transmissão de um fornecedor e garante que a previsão de solução é nesta tarde.
Internautas reclamam na web
Usuários no Twitter reclamaram da situação, fazendo com que os nomes das empresas TIM e GVT fossem parar nos tópicos mais falados do microblog no País. "O que esta havendo com a GVT, TIM, VIVO - Todas sem Sinal - Acho que isso é um sinal para o fim do mundo...", disse no Twitter o usuário @Naypolin.
Já a usuária @anandazanini falou: "nao me importo de ficar sem internet gvt mas DEVOLVE O SINAL DA TIM =( MIMIMI". O usuário @OSGuilherme conta mais e pede: "Parece que foi a tempestade solar mesmo. Tim, Claro, Oi, Vivo 3G, GVT e o alarme do meu carro... Tudo louco", afirmou no Twitter.
A usuária @bicmuller também se pronunciou: "Um cabo se rompeu e comprometeu o sinal da TIM, GVT, Oi no SUL do país. É pouco ou quer mais?", disse. Já o usuário Rafael Andreotti, "@opeattack, afirma: "aparentemente um cabo de fibra ótica se rompeu e escangalhou o sinal da GVT e da TIM (...)".
Fiquei mais de uma hora reiniciando o PC e o modem , mexendo nos cabos , e a internet mais lenta que discada











