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Re: Europa

Mensagem por E.R » 20 Nov 2011, 19:32

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/ ... panha.html

O candidato socialista ao governo espanhol, Alfredo Pérez Rubalcaba, reconheceu neste domingo (20) a derrota do Partido Socialista Trabalhador Espanhol (PSOE) nas eleições gerais da Espanha e parabenizou, pela vitória, o opositor Partido Popular (PP).

"Claramente perdemos as eleições", lamentou Rubalcaba na sede central do PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol), em Madri, após conhecer os resultados parciais das eleições

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Com 88,7% dos votos contados, o conservador Partido Popular venceu as eleições com 44,4% dos votos e 186 deputados, o que constitui uma ampla maioria absoluta, contra 28,6% dos votos e 110 deputados socialistas.

"Conversei com Mariano Rajoy para transmitir meus cumprimentos e lhe desejar sorte na importante responsabilidade que vai assumir" como futuro líder de governo, acrescentou Rubalcaba.

O ex-número dois do derrotado governo socialista espanhol, afirmou que como oposição, "vamos trabalhar com todas as forças para conseguir a recuperação da economia e do emprego".

A primeira pesquisa de boca de urna publicada neste domingo, na Espanha, confirma o favoritismo do Partido Popular (PP), de direita, nas eleições. A vitória leva Mariano Rajoy, que faz oposição ao atual presidente do governo José Luis Rodríguez Zapatero, ao principal cargo na política do país.

Segundo a pesquisa da TNS Demoscopia, publicada pela rede de televisão pública TVE, o PP obteve cerca de 43,5% dos votos, o que renderá entre 181 e 185 assentos na câmara dos deputados e garantirá a maioria absoluta no sistema parlamentarista espanhol.
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Re: Europa

Mensagem por E.R » 21 Nov 2011, 02:00

Pesquisa de intenções de voto nas eleições na França para presidente :

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. François Hollande - 35 %

. Nicolas Sarkozy (o atual presidente da França) - 25 %
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http://www.brasil.diplo.de/Vertretung/b ... ve=3151580

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A chanceler alemã Angela Merkel confirmou sua intenção de se apresentar à reeleição, naquele que seria seu terceiro mandato como chefe de governo, nas eleições gerais previstas para 2013.

"Devo dizer que continuo gostando deste trabalho. E quando se está à vontade em campanha eleitoral não é surpreendente dizer, além disso, que é melhor governar que estar na oposição", argumentou a chanceler, em sua tradicional videoconferência semanal.

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O opositor Partido Social-Democrata ainda não designou seu candidato, mas a imprensa levanta nomes como o do presidente da formação, Sigmar Gabriel, do ex-ministro de Relações Exteriores e atual chefe do grupo parlamentar, Franz Walter Steinmeier, e do ex-titular de Finanças, Peer Steinbrück. Tanto Steinmeier como Steinbrück foram ministros na legislatura anterior de grande coalizão de Merkel e, segundo as pesquisas, o ex-ministro de Finanças está entre os políticos mais bem avaliados do país.

Merkel, após as sucessivas derrotas sofridas por sua União Democrata-Cristã em eleições regionais realizadas este ano na Alemanha, recuperou posições nas pesquisas, tanto como líder frente à crise da zona do euro como na escala doméstica.

Uma enquete da rede de televisão ZDF divulgada ontem aponta que 56% dos cidadãos aplaudem sua gestão diante da crise da dívida - um claro aumento contra os 45% que a avaliavam positivamente um mês atrás.

Outra pesquisa, da revista Stern, indicava que um de cada três alemães não vê com bons olhos que Merkel seja reeleita, contra os 39% que são favoráveis a um terceiro mandato.
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Re: Europa

Mensagem por E.R » 21 Nov 2011, 02:13

http://economia.uol.com.br/ultimas-noti ... crise.jhtm

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O novo primeiro-ministro da Itália, Mario Monti, disse estar convencido de que a Itália pode superar a crise financeira.

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Depois de conversas com partidos políticos, sindicatos e funcionários, Mario Monti afirmou que apresentará o novo governo ao presidente Giorgio Napolitano na próxima quarta-feira.

Durante uma coletiva de imprensa,ele disse ainda que todos com quem ele falou estão prontos para fazer sacrifícios pelo bem nacional.

"Eu gostaria de confirmar agora mesmo a minha absoluta serenidade e convicção na habilidade do nosso país de ultrapassar essa fase difícil", disse.

"Eu posso garantir a vocês que nas próximas horas eu irei afinar os diversos aspectos de um quadro bem definido e conseguirei apresentar conclusões deste trabalho para o presidente."

Horas antes, o custo para a Itália tomar empréstimos no mercado passou dos 7%, em meio a crescente nervosismo sobre a dívida do país.

Mario Monti está sobre pressão para formar um governo de tecnocratas que possam diminuir a dívida pública de 1,9 trilhão de euros (R$ 4,5 trilhões) da Itália e restaurar o crescimento econômico.

Ele tem o apoio de diversos partidos políticos, mas ainda precisa da aprovação das duas câmaras do Parlamento antes de ocupar o cargo e pôr em prática medidas de austeridade mais duras.

Mario Monti, um ex-comissário da União Europeia, disse que irá "agir com urgência" para lidar com os profundos problemas econômicos do país.

Ele também afirmou que pretende permanecer no poder até as eleições gerais de 2013, mas ainda não revelou detalhes das reformas econômicas que deve tentar implementar.
--
http://veja.abril.com.br/noticia/econom ... id-cameron

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O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, afirmou que a economia britânica será fortemente atingida pelas turbulências na zona do euro, apesar de os mercados terem se acalmado com as mudaças de governos na Grécia e na Itália.

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De acordo com reportagem do jornal The Guardian, David Cameron afirmou que a principal desconfiança paira sobre o futuro do euro.

"Não há dúvida que o crescimento e os empregos no Reino Unido serão afetados pelos problemas da zona do euro".
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http://mobile.brasileconomico.com.br/no ... 09313.html

O economista Nouriel Roubini considera provável que a Grécia abandone a Zona do Euro nos próximos 12 a 18 meses.

O economista conhecido por ter antecipado a crise financeira de 2008 disse em entrevista à Reuters que "a Grécia vai muito provavelmente abandonar a Zona do Euro dentro de um ano a um ano e meio" e que Portugal , tal como a Grécia, "é um caso perdido," devendo por isso seguir o mesmo caminho (abandonar a zona do Euro) no seu entendimento.

No entanto, afirmou também Roubini, a questão central para a sobrevivência da moeda única não é a Grécia, nem mesmo Portugal, que "são suficientemente pequenos para poderem sair do euro de forma minimamente ordeira".

"Mas se Itália e Espanha, a terceira e quarta maiores economias da Zona do Euro, tivessem de sair do euro, então isso significaria efetivamente a ruptura" da moeda única.

E o economista não está nada otimista quanto ao futuro de Roma, não descartando uma reestruturação da dívida italiana, que equivale a 120% do seu PIB.

"É altamente provável que a Itália perca acesso ao mercado e seja incapaz de o recuperar", concluiu.
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Re: Europa

Mensagem por Scopel » 21 Nov 2011, 11:06

As reformas econômicas serão as de sempre: fazer o povo pagar a conta.

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Re: Mundo

Mensagem por E.R » 22 Nov 2011, 01:51

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O governo provisório do Egito renunciou ontem após três dias de manifestações no Cairo contra a junta militar que comanda o país desde a renúncia do ditador Hosni Mubarak (1981-2011), em fevereiro. Ao menos 24 manifestantes já morreram, mas o número pode passar de 30.

Até a noite de ontem não estava claro se o Conselho Supremo das Forças Armadas aceitou a renúncia do gabinete do premiê Essam Sharaf.

O clima de violência e instabilidade coloca em risco as eleições parlamentares marcadas para segunda-feira que vem. Alguns candidatos já anunciaram a suspensão de suas campanhas.

A notícia da queda do gabinete não acalmou os ânimos dos 10 mil manifestantes que ocupam a praça Tahrir desde a última sexta-feira. Eles encaram o governo de Sharaf como uma fachada da junta militar, incapaz de fazer reformas democráticas.

Os protestos começaram, sob influência da Irmandade Muçulmana, depois que o conselho militar divulgou uma carta de princípios para a nova Constituição.

O documento garante certas liberdades individuais, mas também dá poder quase ilimitado aos militares e os isenta de controle civil.

A junta militar assumiu o poder em fevereiro prometendo passá-lo a um governo civil em seis meses. Porém, hoje afirma que a passagem de poder só acontecerá após uma eleição presidencial que pode ocorrer em 2012 ou 2013.

Na semana passada, os manifestantes exigiam que os militares marcassem a data da passagem de poder.

Porém, após a escalada da violência no fim de semana - quando forças de segurança passaram a atacar hospitais improvisados pelos manifestantes- a exigência passou a ser a queda imediata do governo militar.

A estimativa de vítimas varia entre 24 e 33 mortos. Os feridos nos confrontos chegam a 1.750. Também houve choques nas cidades de Alexandria e Ismailia.

"O povo quer a queda do marechal de campo", gritavam os manifestantes em referência a Hussein Tantawi, o líder do conselho militar.

"Não sairemos da praça até que seja formado um governo de salvação nacional que seja representativo e acumule toda responsabilidade", disse o ativista Rami Shaat.

Ontem os EUA afirmaram que "a erupção da violência no Egito não deve atrapalhar as eleições e uma rápida transição para a democracia".

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu que a junta garanta os direitos humanos e a liberdade do povo protestar pacificamente.
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Re: Mundo

Mensagem por Scopel » 24 Nov 2011, 23:16



O vídeo fala por si mesmo.

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Re: Mundo

Mensagem por Antonio Felipe » 12 Dez 2011, 21:35

VEJA

"A história julgará" a decisão do ex-presidente George W. Bush de invadir o Iraque. Apesar dessa declaração, o presidente Barack Obama afirmou nesta segunda-feira que as tropas americanas saem do conflito com honra e de cabeça erguida. A retirada, conforme o cronograma da Casa Branca, será concluída até o final de dezembro.

"Depois de quase nove anos, nossa guerra no Iraque termina este mês", disse Obama depois de receber na Casa Branca o primeiro-ministro iraquiano, Nuri al Maliki. "Nos próximos dias, os últimos soldados americanos cruzarão a fronteira do Iraque.. Estamos aqui para marcar o fim desta guerra, para honrar os sacrifícios de todos aqueles que tornaram possível este dia e para virar a página", afirmou o presidente americano, acrescentando que é tempo de "começar um novo capítulo na história dos dois países".

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Parceria - Apesar da retirada das tropas, Obama ressaltou que os Estados Unidos vão manter a proximidade com o Iraque nos próximos anos. Os dois países, disse Obama, terão "uma relação normal entre países soberanos. Uma associação igualitária baseada em interesses mútuos e respeito mútuo". "Ao encerrar esta guerra e quando o Iraque enfrentar o futuro, o povo iraquiano deve saber que não estará sozinho. Terá um parceiro forte e duradouro nos Estados Unidos da América", prometeu o presidente.

A nova parceria pode incluir a venda de caças dos EUA ao Iraque, de acordo com o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional americano, Tommy Vietor, . "Hoje (segunda-feira) o governo informou ao Congresso de sua intenção de vender ao Iraque uma segunda entrega de 18 F-16s", disse Vietor. O assunto deverá ser abordano nesta terça-feira em uma reunião do primeiro-ministro Maliki com a secretária de Estado, Hillary Clinton, e congressistas americanos. Na pauta do encontro há ainda temas como energia, educação e justiça.

Contigente - Atualmente, ainda permanecem no Iraque 6.000 militares e funcionários do Departamento da Defesa americano, distribuídos em quatro bases militares - já foram 170.000 soldados, divididos em 550 bases, entre 2007 e 2008. Antes de 31 de dezembro, eles serão substituídos por 900.000 integrantes das forças de segurança iraquianas, considerados suficientes para garantir a ordem interna, mas ainda não para defender as fronteiras, o espaço aéreo e as águas territoriais. Os Estados Unidos deixarão no país 157 militares e 763 civis em sua embaixada em Bagdá.

Lançada pelo governo de seu antecessor, o republicano George W. Bush, sem autorização prévia das Nações Unidas, a invasão de março de 2003 depôs o regime de Sadam Hussein, alegando que o ditador possuía um "arsenal de armas de destruição em massa", que nunca foi encontrado. Hussein foi enforcado em dezembro de 2006.
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Re: Europa

Mensagem por @EA » 13 Dez 2011, 19:14

Ataque deixa 4 mortos e 75 feridos em praça principal de cidade belga
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/ ... belga.html

Um homem disparou com um rifle e lançou granadas no centro da cidade de Liège, na Bélgica no início da tarde desta terça-feira (13). O ataque deixou quatro mortos -inclusive o próprio atirador- e ao menos 75 feridos, segundo as autoridades locais. Balanço anterior falava em 2 mortos e 64 feridos. Os mortos são dois adolescentes, de 15 e 17 anos, e uma mulher de 75 anos.

O autor do ataque foi identificado como Nordine Amrani, de 33 anos, segundo Daniele Reynders, da promotoria federal. Ele tinha condenações prévias por posse de armas e drogas. Ele deveria apresentar-se à polícia nesta terça. O incidente ocorreu às 12h30 no horário local (9h30 de Brasília) no centro de Liège, que fica a 100 km da capital, Bruxelas.

As primeiras informações foram contraditórias. Houve relatos, da TV local, de que até quatro homens participaram do ataque, mas depois as autoridades locais confirmaram que se tratava de uma só pessoa. Ele disparou tiros e lançou granadas em direção a uma parada de ônibus na Praça Saint-Lambert, a principal da cidade, e onde fica o Palácio da Justiça. As circunstâncias da morte do atirador ainda não estavam claras.

As autoridades descartaram a hipótese de ataque terrorista. A praça abriga atualmente um mercado de produtos natalinos e é bastante frequentada nesta época do ano. "Eu ouvi dois fortes estrondos que pareciam ser uma explosão", contou uma testemunha que estava próximo ao Palácio da Justiça. Pela janela, ela contou ter visto duas pessoas correrem e se refugiarem no palácio.

Toda a área foi isolada pela polícia. As pessoas foram retiradas do local, que era sobrevoado por dois helicópteros. Um posto médico de emergência foi instalado no local para socorrer as vítimas. Gaspard Grosjean, jornalista do periódico local "La Meuse", disse que viu na praça pessoas com ferimentos de bala e pelo menos um corpo. "Vi pessoas completamente aterrorizadas, pessoas chorando, todos ao celular", disse. Um museu que fica na praça virou abrigo para feridos.
Agente da Coroa a serviço da Rainha


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Ouça Don Cristóvão quero avisar que a tripulação está com fome!
E por que não comem?
Porque não há comida!
E por que não há comida?
Porque acabou!
E por que acabou?
Porque comeram!
E por que comeram?
Porque tinham fome!
Tá vendo, deveriam ter esperado!



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Dá licença, gente! Tô passando pelo tópico!!!
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Re: Europa

Mensagem por Antonio Felipe » 15 Dez 2011, 14:14

FOLHA

O ex-presidente francês Jacques Chirac, 79, foi declarado culpado nesta quinta-feira por desvio de fundos públicos, em um julgamento histórico na França por condenar pela primeira vez um chefe de Estado desde que o marechal Philippe Pétain, colaborador dos nazistas, foi sentenciado em 1945.

Chirac não estava presente na corte ao ser declarado culpado por operar um sistema que desviou cerca de 1,4 milhão de euros da Prefeitura de Paris para fins políticos quando ele era prefeito da capital francesa.

Um juiz sentenciou Chirac a dois anos de prisão, com direito a sursis --suspensão da pena. Com isso, o ex-presidente, que foi liberado de tomar parte dos procedimentos por problemas neurológicos, não será preso.

Chefe de Estado entre 1995 e 2007, Chirac foi declarado culpado por "desvio de fundos públicos, abuso de confiança e aquisição ilícita de interesses". Ele poderia ter sido condenado a dez anos de prisão, a pena máxima para as acusações.

O esquema de empregos fantasmas remunerava os funcionários de fachada pela prefeitura de Paris entre 1990 e 1995, quando Chirac era prefeito e presidente do partido RPR, ao mesmo tempo em que preparava a candidatura às eleições presidenciais de maio de 1995.

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Advogados a favor da condenação disseram que o veredito de Chirac servia de alerta à classe governista da França, indicando que os políticos não deveriam abusar de sua posição com impunidade.

O advogado de Chirac disse que conversaria com seu cliente para saber se entrariam com recurso. O condenado sempre negou as acusações e afirmou não ter cometido "nenhuma falha penal ou moral", em uma declaração lida por seus advogados durante o julgamento.

Enquanto era chefe de Estado, Chirac estava imune a julgamentos.
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Re: ARGENTINA

Mensagem por Antonio Felipe » 17 Dez 2011, 10:10

G1

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, disse nesta sexta-feira (16) que não pensa em ter um jornal, em resposta às críticas de entidades de imprensa ao projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados que declara o papel de jornal como de interesse público.

"Eu não penso em ter nenhum jornal, não me interessa. A lei é para que cada um possa dizer o que quiser", garantiu a presidente em um ato de inauguração de um terminal de ônibus na província de Mendonza (oeste).

Os maiores partidos da oposição votaram contra o projeto porque garantem que ele pretende controlar os meios de comunicação e que é baseado no conflito do governo com o Clarín e o La Nación, os dois jornais mais importantes do país.

"Por trás de uma roupagem supostamente igualitária se oculta uma medida que acabará tornando mais fácil para o governo usar essa ferramenta de controle sobre o jornalismo", disse Carlos Jonet, presidente da Associação de Entidades Jornalísticas Argentinas (Adepa, na sigla em espanhol).

Atualmente, a empresa Papel Prensa, controlada por Clarín (49%), La Nación (22%) e pelo Estado (27,46%) é a única fornecedora do país de papel para jornal, com uma produção anual de 170 mil toneladas, que abastecem 130 meios de comunicação impressos. A demanda local é de cerca de 230 mil toneladas, por isso, alguns jornais têm que importar papel.

"Papel mordaça?", era a manchete desta sexta-feira do La Nación, que destaca que "se o governo assumir o controle do papel, só haverá lugar para a imprensa do governo".

Kirchner enfatizou que a iniciativa "democratiza o acesso ao insumo básico", o que era uma demanda de jornais e revistas do interior do país.

A iniciativa votada pelo 'kircherismo' e seus aliados declara de interesse público o processo de fabricação e distribuição desse insumo e cria uma comissão dentro do Congresso para verificar o cumprimento desta norma, que fixa um preço 'igualitário' para todos os veículos.

O projeto será debatido na próxima semana no Senado. Na Câmara, foi aprovado com 134 votos a favor, 93 contra e 12 abstenções.
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Re: Mundo

Mensagem por Antonio Felipe » 18 Dez 2011, 10:34

FOLHA

Os últimos soldados americanos que estavam no Iraque deixaram o país na manhã deste domingo em direção ao Kuait. Com a retirada das tropas, os Estados Unidos colocam fim a mais de nove anos de presença militar no país árabe.

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A TV iraquiana mostrou imagens da última frota de veículos militares americanos que cruzava a fronteira entre o Iraque e o Kuait.

Na semana passada, o Exército americano entregou os últimos prisioneiros que tinha em custódia às autoridades iraquianas que, na sexta-feira (16), assumiram o controle da última base militar que ainda estava em poder dos EUA.

No último dia 15, a retirada americana foi marcada de maneira simbólica, com o recolhimento da bandeira em cerimônia em Bagdá, da qual participou o secretário de Defesa americano, Leon Panetta.

Com o pacto de segurança assinado entre Washington e Bagdá há três anos, ambos os países acertaram a retirada para o final deste ano.

Uma coalizão internacional, liderada por EUA e Reino Unido, invadiu o Iraque no dia 20 de março de 2003 para derrubar o então ditador Saddam Hussein, dando início a uma guerra que matou cerca de 100 mil civis e mais de 4.400 soldados americanos.

Saddam foi capturado em dezembro de 2003 e executado na forca três anos depois.

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Re: Europa

Mensagem por Antonio Felipe » 18 Dez 2011, 10:40

G1

Aos 75 anos, Vaclav Havel, que morreu neste domingo em Praga, foi presidente da Tchecoslováquia e da República Tcheca, mas também um grande opositor do regime comunista, que levantou a bandeira da 'Revolução de Veludo' em 1989.

Dramaturgo e intelectual de prestígio, Havel era considerado como um dos dirigentes europeus mais respeitados por sua defesa da liberdade e dos direitos humanos.
Nascido em Praga em 5 de outubro de 1936 em uma família burguesa com negócios de restauração, ele teve problemas para fazer o ensino superior por razões políticas.

Durante anos trabalhou como técnico de laboratório químico e finalizou o bacharelado só em 1954. Entre 1955 e 1957, cursou a Escola Técnica Superior de Praga.
Ao concluir o serviço militar em 1960, foi contratado pelo Teatro da Balaustrada de Praga, primeiro como maquinista e depois como diretor de obra adjunto e dramaturgo. As peças 'A festa no jardim' e 'Memorandum' foram classificadas pela crítica como promissoras.

Em 1967 formou-se na Escola de Arte Dramática da Academia de Belas Artes de Praga.

Participou à frente do clube de escritores independentes na Primavera de Praga, movimento de reformas políticas que desencadeou a invasão soviética de 1968. Por esta razão, sua obra foi proibida em 1969 na Tchecoslováquia e com isso ele teve de deixar a capital e mudar-se para Trutnov.

Ele foi o promotor e o porta-voz da iniciativa dissidente 'Carta 77', documento assinado por 300 intelectuais de ampla repercussão internacional que reivindicava democratização do regime.

Membro desde 1978 do comitê para a defesa dos injustamente perseguidos (Vons), organização criada a partir da 'Carta 77', ele ficou sob prisão domiciliar e foi condenado a quatro anos e meio de prisão, mas não interrompeu sua atividade literária e sua colaboração com a imprensa opositora clandestina.

A queda do muro de Berlim em 1989 favoreceu o clima social contra o sistema autoritário tcheco que foi aproveitado por Havel ao lado de outros importantes intelectuais para iniciar o Fórum Cívico (OF), plataforma que integrou as forças de oposição ao regime comunista e liderou o processo de transição democrática denominada de 'Revolução de Veludo'.

Em 29 de dezembro de 1989 foi nomeado presidente da República da Tchecoslováquia em substituição a Gustav Husak e em 5 de julho de 1990 foi confirmado para o período de dois anos pela Assembleia Federal surgida a partir das eleições democráticas de junho.

Durante sua gestão trabalhou pela integração de seu país nas instituições europeias e pela abertura das relações diplomáticas.

Contrário ao projeto de não submeter à divisão do estado tcheco ao plebiscito, em 20 de julho de 1992 ele renunciou. No entanto, aceitou ser o primeiro presidente da recém-criada República Tcheca em 26 de janeiro de 1993 e tomou posse no cargo em 2 de fevereiro.

Em 20 de janeiro de 1998 foi reeleito pelo Parlamento para novo e último mandato de cinco anos. Sua trajetória de vida e política o transformou em referencial ético.
Como presidente divergiu em política externa e econômica de seus primeiros-ministros, o conservador Vaclav Klaus e o social-democrata Milos Zeman, e inclusive chegou a manifestar opiniões contrárias à postura oficial da comunidade internacional.

Finalizou seu mandato em 2 de fevereiro de 2003. Nos últimos anos sua participação nos assuntos políticos ficou restrita por motivos de saúde.

Após deixar a Presidência, continuou participando de foros e organizações sociais e políticas em defesa da democracia. Em 2003, criou o Comitê Internacional para a Democracia em Cuba (CIDC), que reivindica a democracia para a ilha.

Em abril de 2008 contribuiu para a criação de outra instituição, a Fundação Europeia para a Democracia pela Associação (EFDP). Além disso, em Praga promove o Fórum 2000 desde sua criação em 1997, por iniciativa dele mesmo, que reúne personalidades de todo o mundo para debater sobre questões sociais e políticas.

Desde que em 1996 teve retirado um tumor no pulmão direito, sofreu inúmeras hospitalizações por problemas respiratórios. A última em 8 de março de 2011, após uma infecção respiratória aguda.

Vaclav Havel era casado com a atriz Dagmar Havlova, desde 4 de janeiro de 1997. Sua primeira mulher, Olga, faleceu de câncer em 1996.
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Re: ARGENTINA

Mensagem por Antonio Felipe » 21 Dez 2011, 09:30

FOLHA

A poucas horas da votação no Senado de um projeto de lei que modifica as regras atuais para produção, comercialização e distribuição de papel jornal na Argentina, aumenta a tensão entre o governo e setores da imprensa.

Cerca de 50 soldados ocuparam nesta terça-feira um edifício da empresa de TV a cabo Cablevisión, do Grupo Clarin
. Trata-se de mais um episódio controverso envolvendo o maior jornal do país, acusado por militantes governistas de conspirar contra o governo durante a crise no campo, em 2008.

Os soldados da Gendarmería Nacional, polícia especializada em fronteiras e alguns crimes federais, permaneceram três horas no edifício, em Buenos Aires, obedecendo a uma ordem judicial da Província de Mendoza.

Oficialmente, a Justiça teria atendido pedido de outro grupo empresarial, o Vila Manzano.

O conglomerado, de propriedade de aliados do governo Kirchner, segundo o Clarín, é contra a fusão da Cablevisión com outra companhia do ramo, a Multicanal.

A presença dos soldados, com uniforme verde oliva como os do Exército, surpreendeu os trabalhadores da empresa que foram retirados do local durante a operação.

Segundo emissoras de rádio, os soldados chegaram ao edifício da Cablevisión acompanhados por repórteres de veículos considerados "simpáticos" ao governo.

O grupo Clarín divulgou um comunicado dizendo que a Cablevisión não possui negócios em Mendoza e que a operação faz parte da "campanha ostensiva" do governo contra a companhia.

De acordo com a imprensa local, a ordem judicial era para que documentos da empresa fossem revisados.

Recentemente, a Secretaria de Comunicação do governo emitiu uma norma anulando a fusão da Cablevisión e da Multicanal. Na pratica, a fusão continua em vigor, de acordo com o jornal "La Nación".

A ocupação da Cablevisión marca mais um capítulo polêmico para o Clarín. Em ocasiões anteriores, sindicalistas ligados ao governo chegaram a bloquear a distribuição do jornal e também hastearam anúncios com a mensagem: "Clarín mente".

"PAPEL COMO BEM PÚBLICO"

A operação policial ocorreu em meio a expectativas para a votação, nesta quarta ou quinta-feira, do projeto de lei que muda as regras para a empresa Papel Prensa - na qual "Clarin" e "La Nación" juntos têm maioria acionária e o governo minoria.

O texto, que declara o papel como "bem público", foi aprovado pela Câmara dos Deputados, na semana passada, e aguara o aval dos senadores.

Nos últimos dias, os dois maiores jornais argentinos publicaram amplos anúncios contra a medida, dizendo: "O Papel da Censura".

Entrevistados pela BBC Brasil, o presidente do jornal "La Nación", Julio Saguier, e o deputado Edgardo di Petri, da governista Frente para a Vitória, justificaram por que são contra e a favor do projeto do governo da presidente Cristina Kirchner.

Para Saguier, a medida do governo afeta a liberdade de expressão.

"O papel é um insumo básico para os jornais. Hoje situação parecida já existe com a publicidade oficial que o governo entrega aos meios simpáticos às suas medidas. É um sistema de prêmios e castigos que busca impor o discurso oficial único", afirmou.

Segundo Saguier, se a medida for aprovada, como é esperado, o "La Nación" vai apelar aos foros internacionais para tentar "reverter este atropelo à liberdade de imprensa e a propriedade privada".
Ele afirmou que jamais se opuseram a instalação de outras empresas de papel jornal no país.

"Somos contra sim a que o governo pretenda concretizar o aumento de capital que modificará a sua participação acionaria e significa uma confiscação disfarçada (da Papel Prensa)".
Mais um achaque à imprensa na Argentina. Maldita Cristina Kirchner.
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Re: Mundo

Mensagem por Gol D Roger » 26 Dez 2011, 15:29

Últimas notícias do Mundo
NOTÍCIAS
Chefe militar de Guiné-Bissau reaparece e se reúne com governo
O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Guiné-Bissau, Antonio Indjai, que teria sido vítima de uma insurreição, está nesta segunda-feira no Ministério da Defesa do país, onde vai se reunir com o governo da ex-colônia portuguesa.
Segundo a agência de notícias "Lusa", Indjai chegou ao Ministério em traje civil e acompanhado por cerca de 50 militares fortemente armados para se encontrar com os ministros de Defesa, Baciro Djá; Educação, Artur Silva; e Interior, Fernando Gomes.

A capital, Bissau, vive aparente calma após os disparos e movimentos militares ocorridos no começo da manhã de hoje, mas ainda não está claro o paradeiro do primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, que segundo algumas fontes se refugiou em uma embaixada.

De acordo com a "Lusa", representantes de organizações cívicas relataram atividades militares "anormais" e detenções que despertaram o temor de um levante como o de abril do ano passado.

Fontes militares citadas pela agência portuguesa disseram que o general Indjai não foi detido por amotinados, como chegou a ser informado, mas estava em um quartel de uma tropa de elite e de lá tentava controlar a situação.

Um porta-voz de Indjai afirmou que o militar convocou todos os oficiais para uma reunião de emergência e tem intenção de fazer um discurso para todo o país assim que possível para explicar a situação.

O chefe do Estado-Maior da Armada, Bubo Na Tchuto, apontado em Bissau como rival de Indjai, convocou jornalistas para dizer que não tem ligação com os movimentos militares de hoje.

"Meu nome é sempre associado a confusões, mas posso dizer ao país que não tenho nada a ver com o que está acontecendo", declarou.

Segundo Na Tchuto, o general Indjai o chamou hoje para lhe perguntar os homens que tentaram atacar seu quartel estavam sob seu comando, e como resposta o informou que não tinha qualquer relação esse incidente.

Um dos países mais pobres da África, Guiné-Bissau sofreu vários golpes de Estado e levantes militares desde que se tornou independente de Portugal em 1973.

Embora em calma, Bissau registra hoje movimentos incomuns de veículos militares e reforço dos efetivos que patrulham os principais quartéis da cidade, incluindo a sede principal das Forças Armadas.

A "Lusa" informou que medidas similares são observadas no quartel da Força Aérea e no dos Paracomandos (força especial), próximo ao aeroporto. Apesar dos movimentos militares, a circulação de civis e veículos particulares é normal e muitas lojas estão abertas.

Um dos líderes do Movimento da Sociedade Civil de Guiné-Bissau, Luís Vaz Martins, disse à agência portuguesa de notícias que as atividades militares são mais uma "insubordinação" militar.

O último levante militar em Guiné-Bissau aconteceu no dia 1º de abril de 2010, quando um grupo de militares liderados por Indjai e Na Tchuto destituiu o então chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Zamora Induta, e reteve por várias horas o primeiro-ministro.

Indjai, que era o subchefe do Estado-Maior, substituiu Zamora Induta, e Na Tchuto, que fugira para Gâmbia após ser acusado de tentativa de golpe de Estado, foi reincorporado à cúpula militar.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noti ... verno.html
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Re: Mundo

Mensagem por Gol D Roger » 27 Dez 2011, 12:43

NOTÍCIAS
Mundo não está pronto para lidar com desastres naturais, diz agência britânica

Brasília – O mundo está “perigosamente” despreparado para lidar com futuros desastres naturais, advertiu a agência de desenvolvimento internacional da Grã-Bretanha. A agência britânica informou que o despreparo é causado pela ausência de contribuição dos países ricos ao fundo de emergência mundial.

O fundo de emergência é uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), criada como resposta a tsunamis, com o objetivo de auxiliar regiões afetadas por desastres naturais.

De acordo com informações de funcionários da ONU, o fundo emergencial sofre com um déficit equivalente a R$ 130,5 milhões para 2012.

A escassez do fundo, segundo especialistas, tem relação direta com a série de tragédias naturais que ocorreram ao longo de 2011, como o tsunami seguido por terremoto no Japão; a sequência de tremores de terra na Nova Zelândia, enchentes no Paquistão e nas Filipinas e fome no Chifre da África.

Nesta segunda-feira (26) peritos japoneses e estrangeiros concluíram que medidas de precaução adequadas poderiam ter evitado os acidentes radioativos, na Usina de Fukushima Daiichi, no Nordeste do Japão, em 11 de março deste ano. Na ocasião, um terremoto seguido por tsunami causou danos nos reatores da usina provocando explosões e vazamentos.

A conclusão foi divulgada durante um painel de peritos no Japão. Nos debates, os especialistas disseram que os acidentes demonstraram a necessidade de ampliar as medidas de prevenção referentes às ações de emergência relativas à usina. Segundo eles, houve falhas no que se refere às influências de terremotos etsunamis na estrutura física da usina.

Fonte: http://www.jb.com.br/internacional/noti ... britanica/
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