Governo brasileiro defende transição pacífica na Líbia.
Mundo
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Re: Europa
http://economia.ig.com.br/mercados/fran ... 90642.html
. A França revisou para baixo suas previsões de crescimento econômico nesta quarta-feira e anunciou que irá trabalhar para economizar mais 11 bilhões de euros (16 bilhões de dólares) em 2012, para assegurar o cumprimento de suas metas de déficit.
O primeiro-ministro francês, François Fillon, informou que o governo cortou seu prognóstico para a alta do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012 de 2,25 para 1,75 por cento. Também foi reduzido o cenário de 2011, de 2 para também 1,75 por cento.
Fillon disse que o governo vai impor um novo imposto de 3% sobre os cidadãos com receita anual acima de 500 mil euros, e vai modificar um imposto sobre ganhos de capital no setor imobiliário.
A França tem uma meta de déficit de 4,5 por cento do PIB para 2012.
"Essa é uma política rigorosa que permitirá à França continuar relaxada", disse ele em entrevista coletiva. "Nosso país precisa manter seus compromissos (com o déficit). É de interesse de todo o povo francês."
"Fomos cautelosos em escolher as medidas que reforçam a justiça social e fiscal."
. A França revisou para baixo suas previsões de crescimento econômico nesta quarta-feira e anunciou que irá trabalhar para economizar mais 11 bilhões de euros (16 bilhões de dólares) em 2012, para assegurar o cumprimento de suas metas de déficit.
O primeiro-ministro francês, François Fillon, informou que o governo cortou seu prognóstico para a alta do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012 de 2,25 para 1,75 por cento. Também foi reduzido o cenário de 2011, de 2 para também 1,75 por cento.
Fillon disse que o governo vai impor um novo imposto de 3% sobre os cidadãos com receita anual acima de 500 mil euros, e vai modificar um imposto sobre ganhos de capital no setor imobiliário.
A França tem uma meta de déficit de 4,5 por cento do PIB para 2012.
"Essa é uma política rigorosa que permitirá à França continuar relaxada", disse ele em entrevista coletiva. "Nosso país precisa manter seus compromissos (com o déficit). É de interesse de todo o povo francês."
"Fomos cautelosos em escolher as medidas que reforçam a justiça social e fiscal."



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Re: Mundo
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2011/ ... 248108.asp

O parlamento do Japão elegeu o ex-ministro das Finanças Yoshihiko Noda como novo premier nesta terça-feira. É o sexto líder do país em cinco anos.
Ele sucede o impopular Naoto Kan, que renunciou oficialmente na terça-feira mais cedo, com seu gabinete, após quase 15 meses no cargo.

O parlamento do Japão elegeu o ex-ministro das Finanças Yoshihiko Noda como novo premier nesta terça-feira. É o sexto líder do país em cinco anos.
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Re: Mundo
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/ ... ivada.html

Os restos mortais do ex-presidente chileno, Salvador Allende, foram enterrados em uma cerimônia privada depois da exumação, feita há mais de três meses, como parte de uma investigação judicial para esclarecer as causas de sua morte no golpe de Estado que instalou a ditadura de Augusto Pinochet, em 1973, informou a família nesta sexta-feira (9).
"Em uma cerimônia estritamente privada, ao lado de seus familiares e amigos próximos, foram transferidos, na manhã de quinta-feira, os restos mortais do presidente Salvador Allende do Serviço Médico Legal para o mausoléu da família Allende Bussi", afirma um comunicado da família.
No local, a filha do ex-presidente, a senadora Isabel Allende, falou algumas palavras para lembrar o pai e agradeceu as demonstrações de carinho nos últimos dias, segundo o texto.
Os restos mortais do ex-presidente, no poder entre 1970 e 1973, foram exumados no dia 23 de maio, do mausoléu da família no Cemitério Geral de Santiago, para serem submetidos a perícias no Serviço Médico Legal (SML), dentro da investigação judicial que pretendia esclarecer as causas de sua morte, em 11 de setembro de 1973, dia de início da ditadura de Pinochet.
A perícia demonstrou que o político cometeu suicídio em meio ao cerco militar que derrubou seu governo, descartando a tese de assassinato.

Os restos mortais do ex-presidente chileno, Salvador Allende, foram enterrados em uma cerimônia privada depois da exumação, feita há mais de três meses, como parte de uma investigação judicial para esclarecer as causas de sua morte no golpe de Estado que instalou a ditadura de Augusto Pinochet, em 1973, informou a família nesta sexta-feira (9).
"Em uma cerimônia estritamente privada, ao lado de seus familiares e amigos próximos, foram transferidos, na manhã de quinta-feira, os restos mortais do presidente Salvador Allende do Serviço Médico Legal para o mausoléu da família Allende Bussi", afirma um comunicado da família.
No local, a filha do ex-presidente, a senadora Isabel Allende, falou algumas palavras para lembrar o pai e agradeceu as demonstrações de carinho nos últimos dias, segundo o texto.
Os restos mortais do ex-presidente, no poder entre 1970 e 1973, foram exumados no dia 23 de maio, do mausoléu da família no Cemitério Geral de Santiago, para serem submetidos a perícias no Serviço Médico Legal (SML), dentro da investigação judicial que pretendia esclarecer as causas de sua morte, em 11 de setembro de 1973, dia de início da ditadura de Pinochet.
A perícia demonstrou que o político cometeu suicídio em meio ao cerco militar que derrubou seu governo, descartando a tese de assassinato.



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Re: Mundo
Allende foi o único político marxista da história eleito democraticamente, ao que eu sei. Do golpe que o derrubou temos as consequências hoje vistas na educação chilena, especialmente a educação superior que foi totalmente privatizada e é atualmente inacessível para a população média. Também por isso a situação por lá não é das mais belas.
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Re: Europa
http://noticias.terra.com.br/mundo/noti ... onais.html

O partido de Angela Merkel retrocedeu nas eleições regionais de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, região da chanceler alemã, mas poderá seguir governando com os social-democratas, que consolidaram sua posição de maior força, anunciaram as redes de televisão alemãs.
Os liberais do FDP, parceiros dos democratas-cristãos (CDU/CSU) de Merkel no governo federal, foram eliminados do parlamento regional ao obter 3% dos votos (e não chegar ao mínimo de 5%), dando lugar aos Verdes, que obtiveram representação ao conquistar 8,5% dos votos, segundo as pesquisas de boca de urna.
É a primeira vez que os Verdes estarão representados nos 16 parlamentos regionais da República Federal. Segundo a televisão pública ARD, o SPD obteve 37% dos votos, sete pontos a mais em relação às eleições anteriores, de 2006, enquanto o CDU conquistou 24% dos votos, com uma perda de 4,8% em relação a 2006.
O chefe do governo regional em fim de mandato Erwin Sellering (SPD) negou-se durante a campanha a dizer se pensava em seguir governando com o CDU ou, pelo contrário, se o faria com a extrema esquerda (Die Linke), que alcançou 18% dos votos.
A extrema direita (NPD) chegou com dificuldade aos 5% dos votos, mas este número será suficiente para que tenha representação parlamentar.

O partido de Angela Merkel retrocedeu nas eleições regionais de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, região da chanceler alemã, mas poderá seguir governando com os social-democratas, que consolidaram sua posição de maior força, anunciaram as redes de televisão alemãs.
Os liberais do FDP, parceiros dos democratas-cristãos (CDU/CSU) de Merkel no governo federal, foram eliminados do parlamento regional ao obter 3% dos votos (e não chegar ao mínimo de 5%), dando lugar aos Verdes, que obtiveram representação ao conquistar 8,5% dos votos, segundo as pesquisas de boca de urna.
É a primeira vez que os Verdes estarão representados nos 16 parlamentos regionais da República Federal. Segundo a televisão pública ARD, o SPD obteve 37% dos votos, sete pontos a mais em relação às eleições anteriores, de 2006, enquanto o CDU conquistou 24% dos votos, com uma perda de 4,8% em relação a 2006.
O chefe do governo regional em fim de mandato Erwin Sellering (SPD) negou-se durante a campanha a dizer se pensava em seguir governando com o CDU ou, pelo contrário, se o faria com a extrema esquerda (Die Linke), que alcançou 18% dos votos.
A extrema direita (NPD) chegou com dificuldade aos 5% dos votos, mas este número será suficiente para que tenha representação parlamentar.



- Don Juan Thiago
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Re: Mundo
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/ ... stino.html

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, pediu formalmente nesta sexta-feira (23) a adesão de um Estado palestino à ONU, informaram as Nações Unidas.
O pedido foi feito durante reunião com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, no contexto da 66ª Assembleia Geral da entidade.
Abbas entregou a Ban uma carta explicando os motivos.
Minutos depois, o dirigente palestino falou sobre o pedido durante seu discurso diante do plenário da assembleia. Ele acusou Israel de "destruir" o processo de paz com a insistência em ampliar os assentamentos israelenses em territórios palestinos, mas afirmou estar disposto a relançar o processo de paz.
O reconhecimento do Estado palestino é o principal tema da reunião de chefes de estado este ano.
Os EUA, aliados de Israel, lideraram uma ofensiva diplomática para tentar dissuadir Abbas de fazer o pedido.
Americanos e israelenses argumentam que é necessário mais negociação direta entre palestinos e israelenses, em várias questões, como fronteiras e segurança. As negociações estão praticamente paralisadas.

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff lamentou a ausência da Palestina na ONU :
"Lamento não poder saudar nesta tribuna o ingresso pleno da Palestina na Organização das Nações Unidas. O Brasil já reconhece o Estado palestino como tal, nas fronteiras de 1967, de forma consistente com as resoluções das Nações Unidas. Assim como a maioria dos países dessa assembleia, acreditamos que chega o momento de termos a Palestina aqui representada a pleno título ", afirmou a presidente.
Dilma afirmou que reconhecer "o direito legítimo do povo palestino à soberania e à autodeterminação" é decisivo para as possibilidades de paz no Oriente Médio.
"Apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em suas fronteiras e estabilidade política em seu entorno regional", disse. "Venho de um país onde descendentes de árabes e judeus são compatriotas e convivem em harmonia – como deve ser."

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, pediu formalmente nesta sexta-feira (23) a adesão de um Estado palestino à ONU, informaram as Nações Unidas.
O pedido foi feito durante reunião com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, no contexto da 66ª Assembleia Geral da entidade.
Abbas entregou a Ban uma carta explicando os motivos.
Minutos depois, o dirigente palestino falou sobre o pedido durante seu discurso diante do plenário da assembleia. Ele acusou Israel de "destruir" o processo de paz com a insistência em ampliar os assentamentos israelenses em territórios palestinos, mas afirmou estar disposto a relançar o processo de paz.
O reconhecimento do Estado palestino é o principal tema da reunião de chefes de estado este ano.
Os EUA, aliados de Israel, lideraram uma ofensiva diplomática para tentar dissuadir Abbas de fazer o pedido.
Americanos e israelenses argumentam que é necessário mais negociação direta entre palestinos e israelenses, em várias questões, como fronteiras e segurança. As negociações estão praticamente paralisadas.

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff lamentou a ausência da Palestina na ONU :
"Lamento não poder saudar nesta tribuna o ingresso pleno da Palestina na Organização das Nações Unidas. O Brasil já reconhece o Estado palestino como tal, nas fronteiras de 1967, de forma consistente com as resoluções das Nações Unidas. Assim como a maioria dos países dessa assembleia, acreditamos que chega o momento de termos a Palestina aqui representada a pleno título ", afirmou a presidente.
Dilma afirmou que reconhecer "o direito legítimo do povo palestino à soberania e à autodeterminação" é decisivo para as possibilidades de paz no Oriente Médio.
"Apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em suas fronteiras e estabilidade política em seu entorno regional", disse. "Venho de um país onde descendentes de árabes e judeus são compatriotas e convivem em harmonia – como deve ser."



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Re: Mundo
http://ultimosegundo.ig.com.br/revoltam ... 97790.html

O rei Abdullah da Arábia Saudita anunciou neste domingo que pela primeira vez as mulheres do país terão o direito de votar e concorrer nas próximas eleições municipais. A mudança, que passará a valer a partir de 2015, acontece em meio às revoltas populares no mundo árabe e foi celebrada por ativistas que há anos pedem mais direitos às mulheres sauditas.

O rei Abdullah da Arábia Saudita anunciou neste domingo que pela primeira vez as mulheres do país terão o direito de votar e concorrer nas próximas eleições municipais. A mudança, que passará a valer a partir de 2015, acontece em meio às revoltas populares no mundo árabe e foi celebrada por ativistas que há anos pedem mais direitos às mulheres sauditas.



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Re: Europa
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on- ... a-gabrovo/

Depois de participar de reuniões com a cúpula europeia em Bruxelas a partir de sábado, Dilma Rousseff desembarca na semana que vem na pequena Gabrovo, na Bulgária. Estará pela primeira vez na terra natal de Petar, seu pai. Irá encontrar familiares.

O comerciante Petar Russev era casado e já morava em Sófia, capital búlgara, quando em 1929 disse para a mulher, Evdokia, que viajaria a trabalho. Deixou-a grávida e nunca mais voltou.
Em 1940, desembarcou no Brasil, onde abrasileirou o seu nome para Pedro Rousseff, virou um próspero empresário da construção civil em Belo Horizonte e casou-se novamente.
Será a primeira visita de Dilma ao país.

Depois de participar de reuniões com a cúpula europeia em Bruxelas a partir de sábado, Dilma Rousseff desembarca na semana que vem na pequena Gabrovo, na Bulgária. Estará pela primeira vez na terra natal de Petar, seu pai. Irá encontrar familiares.

O comerciante Petar Russev era casado e já morava em Sófia, capital búlgara, quando em 1929 disse para a mulher, Evdokia, que viajaria a trabalho. Deixou-a grávida e nunca mais voltou.
Em 1940, desembarcou no Brasil, onde abrasileirou o seu nome para Pedro Rousseff, virou um próspero empresário da construção civil em Belo Horizonte e casou-se novamente.
Será a primeira visita de Dilma ao país.



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Re: América Latina
http://noticias.terra.com.br/mundo/noti ... essao.html

O presidente boliviano, Evo Morales, chamou a imprensa de "maior oposição" na noite de terça-feira, no discurso de posse dos novos ministros do Interior e da Defesa, em meio à tempestade provocada pela repressão policial a indígenas que protestavam contra o traçado de uma estrada.
"Na noite passada, alguns meios informavam nove mortos, outros falavam em massacre, em uma criança morta. Quero perguntar a estes meios : Onde está o menino morto ? Onde foi velado ? Como chamam seus pais ?"
"Alguns meios servem apenas para mentir, mentir e mentir", mas o povo sabe "quem diz a verdade e quem mente", falou.
"Já disse isto e não tenho medo de repetir : a maior oposição a Evo Morales são os meios de comunicação, mas vamos lutar esta batalha, da verdade contra a falsidade".
Evo Morales empossou os novos ministros do Interior e da Defesa, Wilfredo Chávez e Rubén Saavedra, após a renúncia de Sacha Llorenti e de Cecilia Chacón. Llorenti e Chacón abandonaram os ministérios em meio às acusações de extrema violência na repressão da marcha indígena para protestar contra a estrada sobre uma reserva ambiental na amazônia boliviana.
No domingo passado, a polícia dispersou com violência o acampamento da marcha indígena em Yucumo, onde os manifestantes foram retirados de suas barracas e forçados a embarcar em ônibus.
Diante da onda de indignação pela repressão ao protesto, Evo Morales suspendeu o projeto de construção da estrada que cortaria o Território Indígena Parque Nacional Isiboro Sécure", até que "todas as partes sejam ouvidas".
Evo Morales também propôs a criação de "uma comissão de alto nível, com organismos internacionais e o defensor do Povo, para que haja uma profunda investigação sobre os fatos" envolvendo a repressão.
A estrada em questão é parte da rodovia que unirá os oceanos Pacífico e Atlântico e promoverá o comércio na América do Sul. O projeto é financiado pelo Brasil, com custo total de 415 milhões de dólares.

O presidente boliviano, Evo Morales, chamou a imprensa de "maior oposição" na noite de terça-feira, no discurso de posse dos novos ministros do Interior e da Defesa, em meio à tempestade provocada pela repressão policial a indígenas que protestavam contra o traçado de uma estrada.
"Na noite passada, alguns meios informavam nove mortos, outros falavam em massacre, em uma criança morta. Quero perguntar a estes meios : Onde está o menino morto ? Onde foi velado ? Como chamam seus pais ?"
"Alguns meios servem apenas para mentir, mentir e mentir", mas o povo sabe "quem diz a verdade e quem mente", falou.
"Já disse isto e não tenho medo de repetir : a maior oposição a Evo Morales são os meios de comunicação, mas vamos lutar esta batalha, da verdade contra a falsidade".
Evo Morales empossou os novos ministros do Interior e da Defesa, Wilfredo Chávez e Rubén Saavedra, após a renúncia de Sacha Llorenti e de Cecilia Chacón. Llorenti e Chacón abandonaram os ministérios em meio às acusações de extrema violência na repressão da marcha indígena para protestar contra a estrada sobre uma reserva ambiental na amazônia boliviana.
No domingo passado, a polícia dispersou com violência o acampamento da marcha indígena em Yucumo, onde os manifestantes foram retirados de suas barracas e forçados a embarcar em ônibus.
Diante da onda de indignação pela repressão ao protesto, Evo Morales suspendeu o projeto de construção da estrada que cortaria o Território Indígena Parque Nacional Isiboro Sécure", até que "todas as partes sejam ouvidas".
Evo Morales também propôs a criação de "uma comissão de alto nível, com organismos internacionais e o defensor do Povo, para que haja uma profunda investigação sobre os fatos" envolvendo a repressão.
A estrada em questão é parte da rodovia que unirá os oceanos Pacífico e Atlântico e promoverá o comércio na América do Sul. O projeto é financiado pelo Brasil, com custo total de 415 milhões de dólares.



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Re: Europa
O pior é que o capitalismo não acaba com essas crises, que só fazem piorar a situação dos trabalhadores que ao final, sempre pagam conta dos grandes capitalistas.
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