Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Neste tópico também comentamos sobre a Copa União de 1987 e a unificação dos títulos brasileiros
- Barbano
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
O que, convenhamos, é justo. A CBF considerou o Sport campeão em 1987, tanto que mandou Sport e Guarani para a Libertadores. Não teria cabimento voltar atrás anos depois...
Deixo aqui o meu apoio ao povo ucraniano e ao povo de Israel



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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
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http://www.sobreflamengo.com.br/2011/02 ... o-nao.html
. Entendo a satisfação, acho que pode ter lá sua importância - mas não compreendo comemorar como se o título de 1987 tivesse sido conquistado hoje.
* * * * * * * * * *
"O Flamengo se estabelece com o seu passado e agora pode seguir em frente com missão cumprida. Nós conseguimos o recohecimento, que eu coloquei em um evento há alguns dias que era minha missão de vida. Só não esperava que o departamento jurídico fosse tão rápido."
Esta foi uma declaração da presidente Patrícia Amorim em sua coletiva de hoje, para falar do reconhecimento oficial da CBF ao título brasileiro de 1987.
Sinceramente, não consigo acreditar que a decisão de hoje de Ricardo Teixeira tenha vindo por conta simplesmente da ação do Departamento Jurídico do Flamengo. Qual foi o fato novo? Que documento foi recentemente descoberto que mudou completamente o caso?
Vejo pelas redes sociais uma grande comemoração dos rubro-negros pelo que aconteceu hoje, como se o título brasileiro tivesse sido efetivamente conquistado nesta manhã, dentro de um gabinete de portas fechadas. Não foi; aconteceu em 1987, no Maracanã, em partida decidida com um gol de Bebeto.
Entendo que o carimbo oficial possa diminuir a encheção de saco externa em cima daquele título, e ser uma satisfação maior para os mais novos, que não tiveram um contato mais direto com a história verdadeira daquele campeonato. Ao longo dos anos, a tendência vinha sendo das contestações idiotas à conquista do tetra serem cada vez maiores, e nisso o que aconteceu hoje pode fazer alguma diferença. E vai ser no mínimo engraçado se os atuais dirigentes do São Paulo forem castigados por sua incrível babaquice, não só se submetendo a devolver aquela infame taça, mas também se dando conta de que criaram um pretexto besta para algo muito maior, que não seria de seu interesse.
Mas não era despeito: realmente não ligo muito pra reconhecimento da CBF, e portanto não posso estar exultante ou emocionado agora. Estou com Zico nessa: por mim, não mudou nada.
* * * * * * * * * *
Acho que era válido correr atrás do reconhecimento oficial e, por enquanto, parabéns a Patrícia Amorim, que trabalhou muito e conseguiu o que todo mundo queria, dando solução a um assunto chato e antigo, que nenhum presidente antes - mesmo os mais bem relacionados com a CBF - tinha conseguido resolver. Fez uma grande jogada, agradando em cheio não só a torcida, mas também seu público interno. Ela sabe disso, e já falou até que se sente como se sua missão como presidente estivesse cumprida. Mas dá pra tentar enxergar as coisas de maneira um pouco mais ampla.
A própria Patrícia dizia, há não tanto tempo assim, que se sentia perseguida por Ricardo Teixeira. Pois parem, pensem um pouco e se perguntem: será mesmo que o que aconteceu hoje foi simplesmente um acesso de lucidez dos dirigentes da CBF, um "ato de grandeza", como definiu Patrícia? Infelizmente, assim como distribuíram títulos numa canetada há bem pouco tempo, fizeram o mesmo agora, sem precisar explicar seus motivos de maneira convincente para ninguém. Colocando em perspectiva: o que a CBF declarou hoje é que este título de 1987 valeu o mesmo que o do Botafogo de 1968, e que agora o Flamengo é o terceiro maior campeão brasileiro - atrás dos "octacampeões" Santos e Palmeiras. Vale tanta celebração assim por algo que é obviamente muito mais político do que esportivo ou mesmo jurídico?
Só posso torcer para que a declaração de Patrícia Amorim, celebrando a velocidade e competência do Departamento Jurídico do Flamengo, tenha sido sincera e que não haja nenhuma costura política por trás disso que venha a influenciar de maneira indevida decisões sobre outros assuntos importantes - como, por exemplo, os novos contratos dos direitos de transmissão do Brasileiro e a relação do Flamengo com o Clube dos Treze. Mas é muito difícil não relacionar a atitude de Ricardo Teixeira hoje com as notícias que saíram na última sexta-feira, quando ninguém podia desconfiar do que aconteceria hoje, de que Flamengo e Corinthians estariam perto de pular fora do Clube dos Treze, em lance que muito interessaria à Traffic.
Já há por aí os que analisam como se o Flamengo tivesse hoje sacramentado o racha definitivo - e seria curioso que, depois de marcar a criação do Clube dos Treze, o Brasileiro de 1987 acabasse também determinante para o seu fim. Mas eu prefiro esperar. Patrícia é política, ainda é vice-presidente da entidade e teve, há poucos dias, uma declaração oficial de Fábio Koff dando conta de que entraria na Justiça junto com o Flamengo pelo reconhecimento do título. Embora haja muitas indicações no mesmo sentido, pode ser que as coisas tenham um rumo diferente.
Mas já escrevi antes e continuo com a mesma opinião: a história do título de 1987 não merece que ele seja vendido agora em alguma operação política. Espero que isso não tenha acontecido hoje.
E, tirando o mico merecido do São Paulo, não ligo a mínima pra Taça das Bolinhas.
. Entendo a satisfação, acho que pode ter lá sua importância - mas não compreendo comemorar como se o título de 1987 tivesse sido conquistado hoje.
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"O Flamengo se estabelece com o seu passado e agora pode seguir em frente com missão cumprida. Nós conseguimos o recohecimento, que eu coloquei em um evento há alguns dias que era minha missão de vida. Só não esperava que o departamento jurídico fosse tão rápido."
Esta foi uma declaração da presidente Patrícia Amorim em sua coletiva de hoje, para falar do reconhecimento oficial da CBF ao título brasileiro de 1987.
Sinceramente, não consigo acreditar que a decisão de hoje de Ricardo Teixeira tenha vindo por conta simplesmente da ação do Departamento Jurídico do Flamengo. Qual foi o fato novo? Que documento foi recentemente descoberto que mudou completamente o caso?
Vejo pelas redes sociais uma grande comemoração dos rubro-negros pelo que aconteceu hoje, como se o título brasileiro tivesse sido efetivamente conquistado nesta manhã, dentro de um gabinete de portas fechadas. Não foi; aconteceu em 1987, no Maracanã, em partida decidida com um gol de Bebeto.
Entendo que o carimbo oficial possa diminuir a encheção de saco externa em cima daquele título, e ser uma satisfação maior para os mais novos, que não tiveram um contato mais direto com a história verdadeira daquele campeonato. Ao longo dos anos, a tendência vinha sendo das contestações idiotas à conquista do tetra serem cada vez maiores, e nisso o que aconteceu hoje pode fazer alguma diferença. E vai ser no mínimo engraçado se os atuais dirigentes do São Paulo forem castigados por sua incrível babaquice, não só se submetendo a devolver aquela infame taça, mas também se dando conta de que criaram um pretexto besta para algo muito maior, que não seria de seu interesse.
Mas não era despeito: realmente não ligo muito pra reconhecimento da CBF, e portanto não posso estar exultante ou emocionado agora. Estou com Zico nessa: por mim, não mudou nada.
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Acho que era válido correr atrás do reconhecimento oficial e, por enquanto, parabéns a Patrícia Amorim, que trabalhou muito e conseguiu o que todo mundo queria, dando solução a um assunto chato e antigo, que nenhum presidente antes - mesmo os mais bem relacionados com a CBF - tinha conseguido resolver. Fez uma grande jogada, agradando em cheio não só a torcida, mas também seu público interno. Ela sabe disso, e já falou até que se sente como se sua missão como presidente estivesse cumprida. Mas dá pra tentar enxergar as coisas de maneira um pouco mais ampla.
A própria Patrícia dizia, há não tanto tempo assim, que se sentia perseguida por Ricardo Teixeira. Pois parem, pensem um pouco e se perguntem: será mesmo que o que aconteceu hoje foi simplesmente um acesso de lucidez dos dirigentes da CBF, um "ato de grandeza", como definiu Patrícia? Infelizmente, assim como distribuíram títulos numa canetada há bem pouco tempo, fizeram o mesmo agora, sem precisar explicar seus motivos de maneira convincente para ninguém. Colocando em perspectiva: o que a CBF declarou hoje é que este título de 1987 valeu o mesmo que o do Botafogo de 1968, e que agora o Flamengo é o terceiro maior campeão brasileiro - atrás dos "octacampeões" Santos e Palmeiras. Vale tanta celebração assim por algo que é obviamente muito mais político do que esportivo ou mesmo jurídico?
Só posso torcer para que a declaração de Patrícia Amorim, celebrando a velocidade e competência do Departamento Jurídico do Flamengo, tenha sido sincera e que não haja nenhuma costura política por trás disso que venha a influenciar de maneira indevida decisões sobre outros assuntos importantes - como, por exemplo, os novos contratos dos direitos de transmissão do Brasileiro e a relação do Flamengo com o Clube dos Treze. Mas é muito difícil não relacionar a atitude de Ricardo Teixeira hoje com as notícias que saíram na última sexta-feira, quando ninguém podia desconfiar do que aconteceria hoje, de que Flamengo e Corinthians estariam perto de pular fora do Clube dos Treze, em lance que muito interessaria à Traffic.
Já há por aí os que analisam como se o Flamengo tivesse hoje sacramentado o racha definitivo - e seria curioso que, depois de marcar a criação do Clube dos Treze, o Brasileiro de 1987 acabasse também determinante para o seu fim. Mas eu prefiro esperar. Patrícia é política, ainda é vice-presidente da entidade e teve, há poucos dias, uma declaração oficial de Fábio Koff dando conta de que entraria na Justiça junto com o Flamengo pelo reconhecimento do título. Embora haja muitas indicações no mesmo sentido, pode ser que as coisas tenham um rumo diferente.
Mas já escrevi antes e continuo com a mesma opinião: a história do título de 1987 não merece que ele seja vendido agora em alguma operação política. Espero que isso não tenha acontecido hoje.
E, tirando o mico merecido do São Paulo, não ligo a mínima pra Taça das Bolinhas.



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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
http://www.lancenet.com.br/minuto/Ofici ... 57091.html

. A decisão repentina da CBF em reconhecer o Flamengo como campeão brasileiro de 1987 deixou muitos rubro-negros felizes. Porém, a sentença não foi baseada em questões de mérito, mas numa manobra da CBF e do Flamengo para enfraquecer o Clube dos 13.
A reunião entre Flamengo e CBF da última segunda-feira não foi marcada nesta data por acaso. Patricia Amorim, Ricardo Teixeira (presidente da CBF) e Rubens Lopes (presidente da Ferj) estavam presentes na sala que decidiu, enfim, reconhecer o Flamengo como campeão de 1987. A decisão era o primeiro passo de uma reaproximação entre as duas partes e um recado foi bem dado para o C13: o Flamengo, clube de maior torcida do país, havia trocado de lado na guerra.
Antes, o Rubro-Negro e o C13 eram oposição ferrenha à CBF. Entretanto, o Flamengo se sentiu sem o apoio na luta pelo reconhecimento do título de 1987. Uma proposta do Corinthians balançou os dirigentes na Gávea: a ideia é a criação do Clube dos 7, idealizada pelo presidente Andres Sanches, com principal intuito de brigar por uma maior fatia nas cotas de televisivas, contando com o apoio dos grandes clubes das principais capitais brasileiras. A intenção é de que Flamengo e Corinthians recebam bem mais do que os outros clubes nas novas cotas de televisão.
Logo após saber da oficialização do título, o presidente Andres Sanches ligou para Patricia Amorim para parabenizá-la pela conquista e acertar os próximos passos do projeto.
- Até agora, o Flamengo tem agido muito bem com os nossos coirmãos. Mas se cada um quiser brigar pelos seus interesses, vai ser melhor para o Flamengo - disse a presidente Patricia Amorim em entrevista coletiva na Gávea, referindo-se às cotas televisas.
Flamengo e CBF não se entendiam há alguns anos e o presidente Ricardo Teixeira chegou a ser ameaçado de expulsão do quadro de sócios do clube.
- Nós nem nos falávamos, mas depois dessa decisão, a relação com a CBF melhorou - limitou-se a dizer Patricia Amorim.
O Clube dos 13 tem uma reunião marcada para esta quarta-feira. Em pauta estão justamente as cotas televisivas de 2012. O contrato com a Globo se encerra no fim deste ano e a Record já anunciou que vai fazer uma proposta bem superior à atual. Porém, o Flamengo está prestes a anunciar que irá romper com a entidade e, para isso, enviará o vice presidente Hélio Ferraz.
- Ainda não há rompimento, pelo menos por enquanto. Ficamos chateados, sim, com a atitude de alguns clubes (São Paulo e Sport) e vamos brigar sempre pelo interesse do Flamengo - explicou Patricia Amorim.
O pedido para o reconhecimento do título brasileiro de 1987 partiu da Federação Carioca de Futebol (Ferj). O Flamengo entrou como parte interessada e o apoio da entidade foi fundamental.
O bom relacionamento entre as duas partes é tão boa, que o Flamengo pegou um empréstimo de R$ 5 milhões com a Ferj e deu como garantia uma parte das cotas de televisão. O presidente do Conselho Fiscal, Leonardo Ribeiro não vê problemas na manobra.
- O Flamengo apenas adiantou o dinheiro e deu a garantia. O clube não está devendo nada nesse caso - disse.
PS : Engraçado que nesse caso de pegar dinheiro emprestado com a FERJ o "sensato" Capitão Léo acha normal ? 
. A decisão repentina da CBF em reconhecer o Flamengo como campeão brasileiro de 1987 deixou muitos rubro-negros felizes. Porém, a sentença não foi baseada em questões de mérito, mas numa manobra da CBF e do Flamengo para enfraquecer o Clube dos 13.
A reunião entre Flamengo e CBF da última segunda-feira não foi marcada nesta data por acaso. Patricia Amorim, Ricardo Teixeira (presidente da CBF) e Rubens Lopes (presidente da Ferj) estavam presentes na sala que decidiu, enfim, reconhecer o Flamengo como campeão de 1987. A decisão era o primeiro passo de uma reaproximação entre as duas partes e um recado foi bem dado para o C13: o Flamengo, clube de maior torcida do país, havia trocado de lado na guerra.
Antes, o Rubro-Negro e o C13 eram oposição ferrenha à CBF. Entretanto, o Flamengo se sentiu sem o apoio na luta pelo reconhecimento do título de 1987. Uma proposta do Corinthians balançou os dirigentes na Gávea: a ideia é a criação do Clube dos 7, idealizada pelo presidente Andres Sanches, com principal intuito de brigar por uma maior fatia nas cotas de televisivas, contando com o apoio dos grandes clubes das principais capitais brasileiras. A intenção é de que Flamengo e Corinthians recebam bem mais do que os outros clubes nas novas cotas de televisão.
Logo após saber da oficialização do título, o presidente Andres Sanches ligou para Patricia Amorim para parabenizá-la pela conquista e acertar os próximos passos do projeto.
- Até agora, o Flamengo tem agido muito bem com os nossos coirmãos. Mas se cada um quiser brigar pelos seus interesses, vai ser melhor para o Flamengo - disse a presidente Patricia Amorim em entrevista coletiva na Gávea, referindo-se às cotas televisas.
Flamengo e CBF não se entendiam há alguns anos e o presidente Ricardo Teixeira chegou a ser ameaçado de expulsão do quadro de sócios do clube.
- Nós nem nos falávamos, mas depois dessa decisão, a relação com a CBF melhorou - limitou-se a dizer Patricia Amorim.
O Clube dos 13 tem uma reunião marcada para esta quarta-feira. Em pauta estão justamente as cotas televisivas de 2012. O contrato com a Globo se encerra no fim deste ano e a Record já anunciou que vai fazer uma proposta bem superior à atual. Porém, o Flamengo está prestes a anunciar que irá romper com a entidade e, para isso, enviará o vice presidente Hélio Ferraz.
- Ainda não há rompimento, pelo menos por enquanto. Ficamos chateados, sim, com a atitude de alguns clubes (São Paulo e Sport) e vamos brigar sempre pelo interesse do Flamengo - explicou Patricia Amorim.
O pedido para o reconhecimento do título brasileiro de 1987 partiu da Federação Carioca de Futebol (Ferj). O Flamengo entrou como parte interessada e o apoio da entidade foi fundamental.
O bom relacionamento entre as duas partes é tão boa, que o Flamengo pegou um empréstimo de R$ 5 milhões com a Ferj e deu como garantia uma parte das cotas de televisão. O presidente do Conselho Fiscal, Leonardo Ribeiro não vê problemas na manobra.
- O Flamengo apenas adiantou o dinheiro e deu a garantia. O clube não está devendo nada nesse caso - disse.
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http://globoesporte.globo.com/futebol/t ... -1987.html
. Um deu o passe. O outro, chegou na frente do goleiro para tocar a bola no fundo das redes. O terceiro, líder daquele grupo, levantou a taça. Andrade, Bebeto e Zico, personagens principais do então tetra brasileiro de 1987 que o Flamengo conquistou ao derrotar o Internacional por 1 a 0 no Maracanã, já se consideravam campeões. Mesmo assim, não esconderam a satisfação e o alívio com a decisão da CBF de tornar oficial o que já era comemorado nas arquibancadas e reconhecido pela imprensa. Agora, a preocupação é com o destino do troféu mais famoso dos últimos anos.
- Quem oferece a taça tem que resolver isso. Engraçado é que, uma semana depois que a entregaram para o São Paulo, tomaram essa decisão. Para mim, não alterou em nada, o título foi conquistado dentro de campo. Mas para o clube e para a torcida, foi bom, para parar com essa encheção de saco. O que lamento muito é a atitude feia do São Paulo de querer levar a taça das bolinhas no grito. E isso foi feito mudando-se o regulamento. Depois, aquela farsa do Sport e Guarani nos pênaltis... Aquilo envergonhava a gente. Ganhamos o título no campo. Sofri bastante naquele período, me machuquei contra o Santa Cruz. Nos quatro últimos jogos, contra o Atlético-MG e o Inter, o joelho inchava no segundo tempo. No dia seguinte à decisão, fui parar na sala de cirurgia. Ganhamos dentro do campo jogando bola, o Brasil inteiro reconheceu - disse Zico.

Quem fez o gol do título de 1987, no entanto, foi Bebeto, Ainda surpreso com a notícia
- "É verdade mesmo, acabou essa novela chata ?" , repetia -, ele disse que soube da notícia ainda em casa, enquanto recebia a visita de Júnior Baiano, outro campeão brasileiro (em 1992) pelo Flamengo.
- Rapaz, eu sempre me considerava campeão... Só no Brasil acontece uma coisa dessas, onde já se viu ? Aquele título foi conquistado no campo, e só quem estava naquele grupo sabe o sacrifício que tivemos de ganhar o campeonato. Agora, temos que comemorar bastante. Acho que o clube deveria fazer uma festa reunindo os campeões, sei lá, alguma coisa. Estou muito feliz. Só falta entregarem a Taça das Bolinhas para o Flamengo. Como é que a Caixa Econômica entregou-a para o São Paulo ? - afirmou, num misto de felicidade e indignação, Bebeto.

Antes de entrar para uma reunião, o agora deputado estadual, eufórico ao telefone, fez uma viagem no tempo para recordar-se dos grandes momentos da conquista. Bebeto.considera o Brasileiro de 1987 um dos títulos mais importantes de sua carreira. Naquele tetra do Flamengo, lembrou bem o ex-jogador, havia cinco jogadores que mais tarde ajudariam o Brasil a conquistar o tão sonhado tetracampeonato mundial.
- Jorginho, Aldair, Leonardo, Zinho e eu estávamos naquele time. Quer mais ? Ainda tinha o Zé Carlos, o Leandro, o Renato, que vivia fase maravilhosa, e o Zico, meu ídolo. Foi muito importante conquistar um Brasileiro jogando com ele. Lembro muito bem que foi do Zico que recebi o primeiro abraço que recebi assim que o juiz apitou o fim de jogo. Foi muito emocionante. Jamais vou me esquecer disso. Ganhar um título desses pelo Flamengo do lado do Zico foi demais pra mim.
Os duelos contra o Atlético-MG foram considerados por muitos como mais emocinantes até do que os das finais contra o Colorado. Mas para Bebeto, os jogos contra o Inter no Beira-Rio e no Maracanã foram mais especiais.
- Olha, eu fiz gols nas duas partidas, no empate lá - 1 a 1 - e na vitória por 1 a 0. Lá eu marquei de cabeça. No Rio, foi aquele lançamento lindo do Andrade. Não foi fácil chegar na frente do Taffarel para tocar na bola. Choveu naquele dia. Mas um dos momentos mais especiais foi a bicicleta que eu dei no Beira-Rio. Foi no travessão. Se aquela bola entra...
Autor do passe para o gol decisivo de Bebeto, o hexacampeão Andrade - foi penta como jogador, ganhando quatro pelo Flamengo e um pelo Vasco, e campeão como técnico, pelo Rubro-Negro, recentemente, em 2009 - também ficou feliz com a decisão tomada pela CBF.
- Tiveram bom senso e reconheceram todos os sacrifícios de uma geração vitoriosa. Nunca tive dúvidas de que o Flamengo foi o campeão de 1987. Mas não sei por que reconheceram só agora, uma semana depois de entregarem a Taça de Bolinhas ao São Paulo.
--
http://www.lancenet.com.br/minuto/Renat ... 57068.html

. O técnico Renato Gaúcho, campeão brasileiro pelo Flamengo em 1987, foi mais um a comemorar a oficialização da conquista pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), nesta segunda.
O treinador do Grêmio mostrou-se satisfeito com o reconhecimento do seu trabalho e dos seus companheiros.
- Eu sempre me considerei campeão crasileiro de 1987. Conquistamos o título de forma legítima, dentro de campo, que é como deve ser. Mas fico feliz de, mesmo depois de tanto tempo, terem reconhecido o trabalho daquele grupo fantástico — disse Renato através de sua assessoria de imprensa.
--. Um deu o passe. O outro, chegou na frente do goleiro para tocar a bola no fundo das redes. O terceiro, líder daquele grupo, levantou a taça. Andrade, Bebeto e Zico, personagens principais do então tetra brasileiro de 1987 que o Flamengo conquistou ao derrotar o Internacional por 1 a 0 no Maracanã, já se consideravam campeões. Mesmo assim, não esconderam a satisfação e o alívio com a decisão da CBF de tornar oficial o que já era comemorado nas arquibancadas e reconhecido pela imprensa. Agora, a preocupação é com o destino do troféu mais famoso dos últimos anos.
- Quem oferece a taça tem que resolver isso. Engraçado é que, uma semana depois que a entregaram para o São Paulo, tomaram essa decisão. Para mim, não alterou em nada, o título foi conquistado dentro de campo. Mas para o clube e para a torcida, foi bom, para parar com essa encheção de saco. O que lamento muito é a atitude feia do São Paulo de querer levar a taça das bolinhas no grito. E isso foi feito mudando-se o regulamento. Depois, aquela farsa do Sport e Guarani nos pênaltis... Aquilo envergonhava a gente. Ganhamos o título no campo. Sofri bastante naquele período, me machuquei contra o Santa Cruz. Nos quatro últimos jogos, contra o Atlético-MG e o Inter, o joelho inchava no segundo tempo. No dia seguinte à decisão, fui parar na sala de cirurgia. Ganhamos dentro do campo jogando bola, o Brasil inteiro reconheceu - disse Zico.

Quem fez o gol do título de 1987, no entanto, foi Bebeto, Ainda surpreso com a notícia
- "É verdade mesmo, acabou essa novela chata ?" , repetia -, ele disse que soube da notícia ainda em casa, enquanto recebia a visita de Júnior Baiano, outro campeão brasileiro (em 1992) pelo Flamengo.
- Rapaz, eu sempre me considerava campeão... Só no Brasil acontece uma coisa dessas, onde já se viu ? Aquele título foi conquistado no campo, e só quem estava naquele grupo sabe o sacrifício que tivemos de ganhar o campeonato. Agora, temos que comemorar bastante. Acho que o clube deveria fazer uma festa reunindo os campeões, sei lá, alguma coisa. Estou muito feliz. Só falta entregarem a Taça das Bolinhas para o Flamengo. Como é que a Caixa Econômica entregou-a para o São Paulo ? - afirmou, num misto de felicidade e indignação, Bebeto.

Antes de entrar para uma reunião, o agora deputado estadual, eufórico ao telefone, fez uma viagem no tempo para recordar-se dos grandes momentos da conquista. Bebeto.considera o Brasileiro de 1987 um dos títulos mais importantes de sua carreira. Naquele tetra do Flamengo, lembrou bem o ex-jogador, havia cinco jogadores que mais tarde ajudariam o Brasil a conquistar o tão sonhado tetracampeonato mundial.
- Jorginho, Aldair, Leonardo, Zinho e eu estávamos naquele time. Quer mais ? Ainda tinha o Zé Carlos, o Leandro, o Renato, que vivia fase maravilhosa, e o Zico, meu ídolo. Foi muito importante conquistar um Brasileiro jogando com ele. Lembro muito bem que foi do Zico que recebi o primeiro abraço que recebi assim que o juiz apitou o fim de jogo. Foi muito emocionante. Jamais vou me esquecer disso. Ganhar um título desses pelo Flamengo do lado do Zico foi demais pra mim.
Os duelos contra o Atlético-MG foram considerados por muitos como mais emocinantes até do que os das finais contra o Colorado. Mas para Bebeto, os jogos contra o Inter no Beira-Rio e no Maracanã foram mais especiais.
- Olha, eu fiz gols nas duas partidas, no empate lá - 1 a 1 - e na vitória por 1 a 0. Lá eu marquei de cabeça. No Rio, foi aquele lançamento lindo do Andrade. Não foi fácil chegar na frente do Taffarel para tocar na bola. Choveu naquele dia. Mas um dos momentos mais especiais foi a bicicleta que eu dei no Beira-Rio. Foi no travessão. Se aquela bola entra...
Autor do passe para o gol decisivo de Bebeto, o hexacampeão Andrade - foi penta como jogador, ganhando quatro pelo Flamengo e um pelo Vasco, e campeão como técnico, pelo Rubro-Negro, recentemente, em 2009 - também ficou feliz com a decisão tomada pela CBF.
- Tiveram bom senso e reconheceram todos os sacrifícios de uma geração vitoriosa. Nunca tive dúvidas de que o Flamengo foi o campeão de 1987. Mas não sei por que reconheceram só agora, uma semana depois de entregarem a Taça de Bolinhas ao São Paulo.
--
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. O técnico Renato Gaúcho, campeão brasileiro pelo Flamengo em 1987, foi mais um a comemorar a oficialização da conquista pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), nesta segunda.
O treinador do Grêmio mostrou-se satisfeito com o reconhecimento do seu trabalho e dos seus companheiros.
- Eu sempre me considerei campeão crasileiro de 1987. Conquistamos o título de forma legítima, dentro de campo, que é como deve ser. Mas fico feliz de, mesmo depois de tanto tempo, terem reconhecido o trabalho daquele grupo fantástico — disse Renato através de sua assessoria de imprensa.



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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros



. O Flamengo é reconhecidamente o campeão do Campeonato Brasileiro 1987, título que ganhou enfrentando os melhores clubes de futebol do país naquele ano, o título brasileiro do Flamengo de 1987 é oficialmente reconhecido pela CBF, é reconhecido oficialmente pelo Clube dos 13, e é reconhecido pela Justiça Desportiva. Agora, falta só ganharmos na justiça comum (que somos, assim como Sport, campeões de 1987).
O São Paulo, que em 1987 reconheceu e assinou que o Fla foi campeão brasileiro de 1987, agora, diz que não devolve a taça por causa de uma decisão judicial que favoreceu o Sport. Então, vamos entrar na justiça comum e recuperar a taça, se os dirigentes são-paulinos não quiserem devolver (quiserem esconder ou derreter), vamos colocá-los atrás das grades.




- E.R
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- Antonio Felipe
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Campeão com asterisco sim. Pela vida toda (ou até a CBF dar pra trás de novo), vai ter a observação:
* Título dividido com o Sport
* Título dividido com o Sport
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- Rodolfo Albiero
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Pode postar o documento que quiser, os milhares de textos que achar, os crônicas do jornalista flamenguista que for (além do Renato Maurício), mas será sempre DIVIDIDO COM O SPORT. Campeão único de 1987: nunca será!Antonio Felipe escreveu:Campeão com asterisco sim. Pela vida toda (ou até a CBF dar pra trás de novo), vai ter a observação:
* Título dividido com o Sport
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Justiça determina que São Paulo tem 24h para devolver Taça das Bolinhas

http://globoesporte.globo.com/futebol/n ... inhas.html
É, fedeu.

http://globoesporte.globo.com/futebol/n ... inhas.html
É, fedeu.
- Barbano
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Vai Juvenal! Grafa o símbolo do São Paulo em todas as bolinhas... ainda dá tempo. Seria uma bela resposta à essa palhaçada toda. 
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Por mim pode devolver, na boa. Estamos todos fazendo papel de idiotas do Ricardo Teixeira. O cara que reescreve a história do futebol com canetadas.
A taça perdeu totalmente a razão de existir, pois tanto o SPFC como o Flamengo não são os primeiros times a ganhar 5 brasileiros. Aliás, nem seis. O primeiro time a ganhar 5 e 6 títulos foi o Santos, graças à decisão do ano passado do Ricardo Teixeira. E o Palmeiras foi o primeiro sete e oito vezes. SPFC e Fla estão fazendo papel de idiotas brigando por uma coisa que não tem mais razão de existir desde a unificação desses títulos.
A taça perdeu totalmente a razão de existir, pois tanto o SPFC como o Flamengo não são os primeiros times a ganhar 5 brasileiros. Aliás, nem seis. O primeiro time a ganhar 5 e 6 títulos foi o Santos, graças à decisão do ano passado do Ricardo Teixeira. E o Palmeiras foi o primeiro sete e oito vezes. SPFC e Fla estão fazendo papel de idiotas brigando por uma coisa que não tem mais razão de existir desde a unificação desses títulos.
- CHarritO
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Se for assim o Palmeiras e o Santos poderia brigar tbm na Taça nas Bolinhas... quem mereceria + é o Santos, pois conquistou 6 titulos primeiros que o Flamengo. 
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Santos e Palmeiras ganharam equivalência, não Campeonatos Brasileiros. . E o principal: a Taça das Bolinhas foi criada em 1975. Não insultem a inteligência de vocês.
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Não importa quando foi criada...
Se o Atlético-MG tivesse sido campeão em 76, 77, 79 e 80, por exemplo, teria levado a taça, pois as edições anteriores também eram válidas.
Agora, reescrever a história tem essas consequências...
Se o Atlético-MG tivesse sido campeão em 76, 77, 79 e 80, por exemplo, teria levado a taça, pois as edições anteriores também eram válidas.
Agora, reescrever a história tem essas consequências...
Deixo aqui o meu apoio ao povo ucraniano e ao povo de Israel



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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Scopel escreveu:Santos e Palmeiras ganharam equivalência, não Campeonatos Brasileiros. . E o principal: a Taça das Bolinhas foi criada em 1975. Não insultem a inteligência de vocês.
Mas eu acharia + justo. Minha opinião!!!
NOTÍCIAS
Às 22h do dia 27 de janeiro de 1988 soou a sirene da Ilha do Retiro que era acionada em todas as grandes vitórias do Sport Recife. Apenas 38 torcedores pagaram para assistir àquela partida do quadrangular final do Campeonato Brasileiro[/b], já que o Flamengo tinha deixado claro que não compareceria. O árbitro Ulisses Tavares aguardou pouco mais de 30 minutos, com os jogadores em campo e deu a vitória ao time da casa, por WO.
Na abertura do quadrangular, respeitando a tabela, o Sport havia vencido o segundo lugar do Módulo Verde do Campeonato Brasileiro: Internacional. As duas partidas, que acabaram em WO ficaram praticamente esquecidas na memória dos torcedores. "É que a final foi um jogo duro demais. O Guarani era o vice-campeão de 1986. Passei até mal uma hora, pois sou cardíaco. Mas veio aquele escanteio, (o zagueiro) Marco Antônio subiu e calou a boca de todo mundo!", emociona-se o hoje aposentado Joselino Portela Filho, que trabalhava como locutor de cabine no Estádio da Ilha do Retiro.
Hoje, os três principais jornais de Pernambuco estampam em suas manchetes a indignação dos nordestinos por a CBF estar tentando mudar essa história novamente. O caderno SuperEsportes, do Diário de Pernambuco, traz o título "Indisível", com a foto do capitão Rogério levantando a Taça das Bolinhas, em plena Ilha do Retiro.
Um fato interessante é que, em 15 de janeiro de 1988, o Flamengo precisava de unanimidade dos clubes para mudar o regulamento do Campeonato Brasileiro e se tornar o campeão. Dos 29 que compareceram ao Conselho Arbitral, que iria excluir o cruzamento dos dois módulos do regulamento, Sport, Guarani, Fluminense, Vasco e Náutico votaram contra a mudança. O time dos Aflitos é atualmente o principal rival rubro-negro na disputa pelo (também inédito para o time da Ilha do Retiro) hexacampeonato Pernambucano, mas estava do mesmo lado na defesa do primeiro título Brasileiro do clube.
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Eu não entendo porque o pessoal do Sport fica indignado... Ninguém está tirando título algum deles. O título de 87 do Sport é incontestável juridicamente. Dar o título também ao Flamengo não tira o título do Sport...
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