Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Neste tópico também comentamos sobre a Copa União de 1987 e a unificação dos títulos brasileiros
- Cavallari
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Essa homologação do titulo, na minha opinião, foi unicamente por causa desse rolo com a transmissao dos jogos.
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Sabe o que é o pior disso tudo? É que esse Ricardo Teixeira é um câncer para o futebol brasileiro. Ele está no poder desde 89. A chance real de tirá-lo de lá foi no início dos anos 2000, com a CPI do Futebol, que acabou em pizza...
Ele manda mais que qualquer político no Brasil. Todos beijam a mão dele. Deputados, ministros, governadores, presidentes saem, mas ele fica.
É talvez o homem mais poderoso do Brasil. Todos o temem, ninguém o ameaça. Ninguém tenta tirá-lo de lá. Herança do Havelange.
Ele manda mais que qualquer político no Brasil. Todos beijam a mão dele. Deputados, ministros, governadores, presidentes saem, mas ele fica.
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Agora já podem devolver a taça das bolinha pra Gávea 

- Barbano
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Mas todo mundo sabe que o Ricardo Teixeira não vale nada.
Mas é esperto. Simplesmente mostrou que os dirigentes de clubes também não valem nada. Aí, como ninguém presta mesmo, o Flamengo ficou do lado mais forte, que lhe favoreça. Bem simples...
Mas é esperto. Simplesmente mostrou que os dirigentes de clubes também não valem nada. Aí, como ninguém presta mesmo, o Flamengo ficou do lado mais forte, que lhe favoreça. Bem simples...
Deixo aqui o meu apoio ao povo ucraniano e ao povo de Israel



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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Confira a nota da CBF na íntegra:
A CBF, através de Resolução da Presidência nº 02/2011, reconheceu o Sport Club Recife e o Clube de Regatas do Flamengo como campeões brasileiros de 1987.
Na mesma resolução, foram reconhecidos como vice-campeões brasileiros de 1987 o Guarani Futebol Clube e o Sport Club Internacional de Porto Alegre.
A decisão da CBF foi comunicada pelo presidente Ricardo Teixeira a presidente do Flamengo Patrícia Amorim em encontro que aconteceu nesta segunda-feira, na sede da entidade.
Do encontro participaram ainda o presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro Rubens Lopes e diretores do Flamengo.
A presidente Patrícia Amorim agradeceu ao presidente Ricardo Teixeira e ao departamento jurídico da CBF pelo reconhecimento de um título que o clube conquistou no campo, de fato, e agora, o tem de direito.
"Esse é um dia histórico para o Flamengo. Quero homenagear todos os jogadores da campanha de 87 e o técnico Carlinhos. Vocês são agora os legítimos campeões de 87, e o Flamengo tem de direito seis títulos de campeão brasileiro."
O presidente Ricardo Teixeira esclareceu que o reconhecimento do título de 1987 a Sport e Flamengo segue a linha traçada quando da recomposição histórica feita no final do ano passado pela CBF, representada pela unificação dos títulos de campeão brasileiro que beneficiou Santos, Palmeiras, Cruzeiro, Fluminense e Bahia.
Ainda segundo o presidente da CBF, a decisão, tomada depois de novos e convincentes argumentos apresentados pelo departamento jurídico do Flamengo, contempla ainda o reconhecimento de que em 1987 houve dois campeonatos brasileiros, que tiveram Sport e Flamengo como campeões,
Ricardo Teixeira enfatizou ainda o fato de que não houve prejuízo esportivo ao clube pernambucano, que foi inclusive, ao lado do vice-campeão Guarani, o representante brasileiro na Taça Libertadores de 1988.
A CBF, através de Resolução da Presidência nº 02/2011, reconheceu o Sport Club Recife e o Clube de Regatas do Flamengo como campeões brasileiros de 1987.
Na mesma resolução, foram reconhecidos como vice-campeões brasileiros de 1987 o Guarani Futebol Clube e o Sport Club Internacional de Porto Alegre.
A decisão da CBF foi comunicada pelo presidente Ricardo Teixeira a presidente do Flamengo Patrícia Amorim em encontro que aconteceu nesta segunda-feira, na sede da entidade.
Do encontro participaram ainda o presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro Rubens Lopes e diretores do Flamengo.
A presidente Patrícia Amorim agradeceu ao presidente Ricardo Teixeira e ao departamento jurídico da CBF pelo reconhecimento de um título que o clube conquistou no campo, de fato, e agora, o tem de direito.
"Esse é um dia histórico para o Flamengo. Quero homenagear todos os jogadores da campanha de 87 e o técnico Carlinhos. Vocês são agora os legítimos campeões de 87, e o Flamengo tem de direito seis títulos de campeão brasileiro."
O presidente Ricardo Teixeira esclareceu que o reconhecimento do título de 1987 a Sport e Flamengo segue a linha traçada quando da recomposição histórica feita no final do ano passado pela CBF, representada pela unificação dos títulos de campeão brasileiro que beneficiou Santos, Palmeiras, Cruzeiro, Fluminense e Bahia.
Ainda segundo o presidente da CBF, a decisão, tomada depois de novos e convincentes argumentos apresentados pelo departamento jurídico do Flamengo, contempla ainda o reconhecimento de que em 1987 houve dois campeonatos brasileiros, que tiveram Sport e Flamengo como campeões,
Ricardo Teixeira enfatizou ainda o fato de que não houve prejuízo esportivo ao clube pernambucano, que foi inclusive, ao lado do vice-campeão Guarani, o representante brasileiro na Taça Libertadores de 1988.
Meus títulos e conquistas no FCH:
- Seu Madruga Veste Preto
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Podem reclamar a vontade.
Morro de rir com a absoluta ignorância de quem não sabe nada sobre a história de 87 e vem aqui postar só por raivinha do Flamengo.
Engulam a seco mais essa.
Morro de rir com a absoluta ignorância de quem não sabe nada sobre a história de 87 e vem aqui postar só por raivinha do Flamengo.
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- Jader
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Agoram derretam a Taça das Bolinhas e reverta o dinheiro para o Criança Esperança 


- Barbano
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
O que entra para a história é isso:
Campeão em campo >>> campeão na canetada de dirigentes corruptos.
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Deixo aqui o meu apoio ao povo ucraniano e ao povo de Israel



- E.R
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
O Flamengo foi campeão no campo (contra os melhores times do país), olha aí :
--
--
http://globoesporte.globo.com/futebol/t ... mengo.html

. O Flamengo brigou, lutou e nesta segunda-feira, enfim, teve o reconhecimento do título brasileiro de 1987. A presidente Patrícia Amorim se encontrou com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, na Barra, para formalizar o fim da polêmica questão.
Agora, para a CBF, houve dois campeonatos brasileiros naquele ano, um conquistado pelo Fla, outro pelo Sport. Inter e Guarani são os vices.
- Com o a unificação dos títulos no ano passado, há outros casos de dois campeões no mesmo ano. Foi passado a limpo o futebol brasileiro - disse Ricardo Teixeira, que no ano passado divulgou parecer contundente afirmando que o Flamengo não era o campeão de 1987.
O diretor jurídico da CBF, Carlos Eugênio Lopes, garantiu que a entidade tomou a decisão respaldada legalmente.
- O Flamengo apresentou no início de fevereiro um estudo complexo pedindo que a CBF reconsiderasse a decisão de 1987 e reconhecesse o Flamengo como campeão junto com o Sport. O presidente Ricardo Teixeira repassou para mim o estudo e, diante dos novos argumentos, vimos que seria justo e isso não causaria problemas jurídicos a ninguém - disse.
Carlos Eugênio Lopes considerou os argumentos do Flamengo bastante convincentes e lembrou que após a unificação dos títulos desde 1959 seria injusto não resolver a pendência da Copa União. Na cerimônia de distribuição das faixas, em dezembro do ano passado, Ricardo Teixeira disse que, como havia uma decisão judicial transitada em julgado a favor do Sport, poderia ser preso se desse a taça aos rubro-negros. A diretoria do Flamengo respondeu com ironia. Em nota oficial, os dirigentes afirmaram que, se Teixeira viesse a ser preso, não seria pela polêmica de 87.
Nesta segunda, o diretor jurídico da CBF garantiu que, judicialmente, não há o que o Sport contestar.
- O estudo enviado pelo Flamengo tem vários anexos, inclusive um documento em que o Sport reconhece o Flamengo também como campeão em 87 - afirmou.
Patrícia Amorim comemorou muito a vitória nos bastidores.
- Esse é um dia histórico para o Flamengo. Quero homenagear todos os jogadores da campanha de 87 e o técnico Carlinhos. Vocês são agora os legítimos campeões de 87, e o Flamengo tem de direito seis títulos de campeão brasileiro - disse, em entrevista ao site oficial da CBF.


. O Flamengo brigou, lutou e nesta segunda-feira, enfim, teve o reconhecimento do título brasileiro de 1987. A presidente Patrícia Amorim se encontrou com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, na Barra, para formalizar o fim da polêmica questão.
Agora, para a CBF, houve dois campeonatos brasileiros naquele ano, um conquistado pelo Fla, outro pelo Sport. Inter e Guarani são os vices.
- Com o a unificação dos títulos no ano passado, há outros casos de dois campeões no mesmo ano. Foi passado a limpo o futebol brasileiro - disse Ricardo Teixeira, que no ano passado divulgou parecer contundente afirmando que o Flamengo não era o campeão de 1987.
O diretor jurídico da CBF, Carlos Eugênio Lopes, garantiu que a entidade tomou a decisão respaldada legalmente.
- O Flamengo apresentou no início de fevereiro um estudo complexo pedindo que a CBF reconsiderasse a decisão de 1987 e reconhecesse o Flamengo como campeão junto com o Sport. O presidente Ricardo Teixeira repassou para mim o estudo e, diante dos novos argumentos, vimos que seria justo e isso não causaria problemas jurídicos a ninguém - disse.
Carlos Eugênio Lopes considerou os argumentos do Flamengo bastante convincentes e lembrou que após a unificação dos títulos desde 1959 seria injusto não resolver a pendência da Copa União. Na cerimônia de distribuição das faixas, em dezembro do ano passado, Ricardo Teixeira disse que, como havia uma decisão judicial transitada em julgado a favor do Sport, poderia ser preso se desse a taça aos rubro-negros. A diretoria do Flamengo respondeu com ironia. Em nota oficial, os dirigentes afirmaram que, se Teixeira viesse a ser preso, não seria pela polêmica de 87.
Nesta segunda, o diretor jurídico da CBF garantiu que, judicialmente, não há o que o Sport contestar.
- O estudo enviado pelo Flamengo tem vários anexos, inclusive um documento em que o Sport reconhece o Flamengo também como campeão em 87 - afirmou.
Patrícia Amorim comemorou muito a vitória nos bastidores.
- Esse é um dia histórico para o Flamengo. Quero homenagear todos os jogadores da campanha de 87 e o técnico Carlinhos. Vocês são agora os legítimos campeões de 87, e o Flamengo tem de direito seis títulos de campeão brasileiro - disse, em entrevista ao site oficial da CBF.




- Antonio Felipe
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Hum... Eu não tive tempo de ler a história toda, pensei que estavam tirando o título do Sport e passando pro Flamengo...
Mas enfim, mantenho minha posição: o Flamengo continua penta em campo. Não é a mesma coisa ter um título que vai sempre ter um asterisco.
Mas enfim, mantenho minha posição: o Flamengo continua penta em campo. Não é a mesma coisa ter um título que vai sempre ter um asterisco.
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- Barbano
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
[quote="E.R"]O Flamengo foi campeão no campo (contra os melhores times do país), olha aí
/quote]
Pois eu tenho uma prova contundente que não é hexa coisa nenhuma:
Pois eu tenho uma prova contundente que não é hexa coisa nenhuma:
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- Seu Madruga Veste Preto
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
hahahahahahahahahahah Esse Maurício só se fode com o Flamengo.
Quando ele entrou, ele torcia pra que o Ronaldinho não viesse pro Flamengo. Resultado: R10 no Fla.
Agora ele voltou pra casa e disse que o Flamengo era somente penta. Resultado: Flamengo tem o hexa reconhecido pela CBF e ele se fode mais uma vez
ahuhauahauahauhauhauhauahuahuahuha
Quando ele entrou, ele torcia pra que o Ronaldinho não viesse pro Flamengo. Resultado: R10 no Fla.
Agora ele voltou pra casa e disse que o Flamengo era somente penta. Resultado: Flamengo tem o hexa reconhecido pela CBF e ele se fode mais uma vez
ahuhauahauahauhauhauhauahuahuahuha

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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Não tem mais asteristico nenhum, a CBF reconheceu o título.
--
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http://flamengonet.blogspot.com/

. Por Deus, olhai a foto que ilustra este artigo. Ali está Leandro, o Peixe Frito, um dos melhores laterais que o Brasil já viu, com o joelho em frangalhos mas, ainda assim, um paredão inexpugnável em nossa zaga. O Leandro que deixou sangue em campo no Mineirão, na semifinal, quando, confirmada a escrita, a freguesia das Alterosas entrou em desespero. A seu lado, novinho, Zé Carlos, Deus o tenha, o Zé Grandão que foi o primeiro substituto digno de Raul nos meus times de botão e no meu coração. Está lá Andrade, prestes a desfilar sua classe gigantesca pelo gramado do Maraca. Prestes a fazer a maior exibição de sua carreira e ofuscar Zico, Renato, Bebeto. Prestes a coroar uma jogada coletiva de antologia com o passe magistral para Bebeto. Está lá Edinho, velho rival agora com as cores certas, as únicas cores certas, formando com Leandro uma daquelas zagas que deviam ser proibidas porque é sacanagem com o adversário. Está lá o Leonardo, menino ainda, 17 anos, o Léo que ainda era o Ratinho para os seus colegas do Instituto Abel de Niterói, que olhávamos para ele como quem olha assim para um semideus (“quantas mulheres é possível comer, jogando no Flamengo, aos 17 anos?”). Está lá Jorginho, atleta de Cristo dos de verdade, homem de bem, lateral fino e vigoroso, uma das cinco contribuições desse Flamengo para a seleção que finalmente traria de volta o caneco, em 1994.
Agachado está Bebeto, que um belo dia desistiu de ser o sucessor do Galinho em nossos corações, mas que a essa altura era idolatrado com justiça pela maior torcida da Terra. O Bebeto que um dia formaria, ao lado de Romário, a maior dupla de ataque da história do futebol. A seu lado está Renato Gaúcho, que experimentou ser o maior jogador do Brasil envergando o Manto Sagrado. O Renato que esse ano saldou contas pendentes com Telê Santana. Ao lado dele Aílton, raçudo, voluntarioso, que um dia entrou para a história, jogando pelo Grêmio, definindo uma das finais mais emocionantes de todos os tempos. O Aílton que, reparai, foi o único desses onze a não ter vestido a camisa da seleção. Depois está Ele, Sua Majestade Arthur Antunes Coimbra, que em noventa minutos erguerá seu último troféu pelo Flamengo, e em dois anos deixará os gramados e nos fará órfãos para sempre. A seu lado, ainda mirrado, ainda moleque, Crizam César de Oliveira, Crizanzinho, Zinho. Os críticos um dia o chamarão de enceradeira, mas eram esse domínio e esse toque de bola refinados que permitiam àquele Flamengo ir cozinhando qualquer adversário do mundo até que, atordoado, não pudesse reagir quando finalmente déssemos o bote.
Olhai a foto e lembrai que, por 23 anos, dois meses e oito dias, os canalhas e os recalcados negaram que esse time tenha sido tetracampeão do Brasil. Olhai e lembrai de todos os filhos da puta que, ao longo de um quarto de século, vos falavam em sports e asteriscos, ainda que fossem incapazes de lembrar o nome de um, apenas um jogador do irrelevante Sport Club Recife. Ainda que não tenham visto, porque ninguém viu, o Sport derrotar o Guarani no mais completo anonimato, longe dos olhos e dos corações dos brasileiros.
Olhai e lembrai do mais reprovável entre todos os adversários, o São Paulo Futebol Clube, ostentando por aí a fama imerecida de Penta Único, depois de Hexa Único. Lembrai do São Paulo que esqueceu que um dia foi presidido por homens em vez de canalhas, que ignorou a palavra empenhada há um quarto de século, que não hesitou em bater a carteira do parceiro que, em 1987, junto com ele arriscou tudo para dar aos grandes clubes do Brasil o que era deles por direito.
Olhai e lembrai dos biltres de todas as cores e procedências, de Muzambinho ao Recife, ignorando todas as obviedades e perpetuando a mentira risível de que um time que ninguém viu era o legítimo campeão do Brasil de 1987. Olhai e lembrai dos que negavam ao Flamengo a glória conquistada em campo, naquele 13 de dezembro chuvoso, mas que, desatentos, repetiam sem pensar que esse Andrade e esse Zinho foram os maiores campeões do Brasil, porque conquistaram o Brasileiro em cinco oportunidades (o que forçosamente inclui 1987).
Olhai e lembrai de Leão, freguês eterno, bostejando sandices sobre o Flamengo ter amarelado para os onze perebas inapeláveis que ele dirigia em 1987. Olhai e lembrai do mau caráter Juvenal Juvêncio, agora condenado a perder o único brinquedo capaz de satisfazê-lo na velhice decrépita. Lembrai do irrelevante Homero Lacerda e de suas ameaças tresloucadas de processar a Deus e o mundo por proclamarem o óbvio, em 6 de dezembro de 2009. Lembrai dos outdoors rastejantes de pernambucanos subservientes, que em 2007 viam na glória do São Paulo o único caminho para que o Brasil se lembrasse da gloríola do Sport, em 1987.

. Por Deus, olhai a foto que ilustra este artigo. Ali está Leandro, o Peixe Frito, um dos melhores laterais que o Brasil já viu, com o joelho em frangalhos mas, ainda assim, um paredão inexpugnável em nossa zaga. O Leandro que deixou sangue em campo no Mineirão, na semifinal, quando, confirmada a escrita, a freguesia das Alterosas entrou em desespero. A seu lado, novinho, Zé Carlos, Deus o tenha, o Zé Grandão que foi o primeiro substituto digno de Raul nos meus times de botão e no meu coração. Está lá Andrade, prestes a desfilar sua classe gigantesca pelo gramado do Maraca. Prestes a fazer a maior exibição de sua carreira e ofuscar Zico, Renato, Bebeto. Prestes a coroar uma jogada coletiva de antologia com o passe magistral para Bebeto. Está lá Edinho, velho rival agora com as cores certas, as únicas cores certas, formando com Leandro uma daquelas zagas que deviam ser proibidas porque é sacanagem com o adversário. Está lá o Leonardo, menino ainda, 17 anos, o Léo que ainda era o Ratinho para os seus colegas do Instituto Abel de Niterói, que olhávamos para ele como quem olha assim para um semideus (“quantas mulheres é possível comer, jogando no Flamengo, aos 17 anos?”). Está lá Jorginho, atleta de Cristo dos de verdade, homem de bem, lateral fino e vigoroso, uma das cinco contribuições desse Flamengo para a seleção que finalmente traria de volta o caneco, em 1994.
Agachado está Bebeto, que um belo dia desistiu de ser o sucessor do Galinho em nossos corações, mas que a essa altura era idolatrado com justiça pela maior torcida da Terra. O Bebeto que um dia formaria, ao lado de Romário, a maior dupla de ataque da história do futebol. A seu lado está Renato Gaúcho, que experimentou ser o maior jogador do Brasil envergando o Manto Sagrado. O Renato que esse ano saldou contas pendentes com Telê Santana. Ao lado dele Aílton, raçudo, voluntarioso, que um dia entrou para a história, jogando pelo Grêmio, definindo uma das finais mais emocionantes de todos os tempos. O Aílton que, reparai, foi o único desses onze a não ter vestido a camisa da seleção. Depois está Ele, Sua Majestade Arthur Antunes Coimbra, que em noventa minutos erguerá seu último troféu pelo Flamengo, e em dois anos deixará os gramados e nos fará órfãos para sempre. A seu lado, ainda mirrado, ainda moleque, Crizam César de Oliveira, Crizanzinho, Zinho. Os críticos um dia o chamarão de enceradeira, mas eram esse domínio e esse toque de bola refinados que permitiam àquele Flamengo ir cozinhando qualquer adversário do mundo até que, atordoado, não pudesse reagir quando finalmente déssemos o bote.
Olhai a foto e lembrai que, por 23 anos, dois meses e oito dias, os canalhas e os recalcados negaram que esse time tenha sido tetracampeão do Brasil. Olhai e lembrai de todos os filhos da puta que, ao longo de um quarto de século, vos falavam em sports e asteriscos, ainda que fossem incapazes de lembrar o nome de um, apenas um jogador do irrelevante Sport Club Recife. Ainda que não tenham visto, porque ninguém viu, o Sport derrotar o Guarani no mais completo anonimato, longe dos olhos e dos corações dos brasileiros.
Olhai e lembrai do mais reprovável entre todos os adversários, o São Paulo Futebol Clube, ostentando por aí a fama imerecida de Penta Único, depois de Hexa Único. Lembrai do São Paulo que esqueceu que um dia foi presidido por homens em vez de canalhas, que ignorou a palavra empenhada há um quarto de século, que não hesitou em bater a carteira do parceiro que, em 1987, junto com ele arriscou tudo para dar aos grandes clubes do Brasil o que era deles por direito.
Olhai e lembrai dos biltres de todas as cores e procedências, de Muzambinho ao Recife, ignorando todas as obviedades e perpetuando a mentira risível de que um time que ninguém viu era o legítimo campeão do Brasil de 1987. Olhai e lembrai dos que negavam ao Flamengo a glória conquistada em campo, naquele 13 de dezembro chuvoso, mas que, desatentos, repetiam sem pensar que esse Andrade e esse Zinho foram os maiores campeões do Brasil, porque conquistaram o Brasileiro em cinco oportunidades (o que forçosamente inclui 1987).
Olhai e lembrai de Leão, freguês eterno, bostejando sandices sobre o Flamengo ter amarelado para os onze perebas inapeláveis que ele dirigia em 1987. Olhai e lembrai do mau caráter Juvenal Juvêncio, agora condenado a perder o único brinquedo capaz de satisfazê-lo na velhice decrépita. Lembrai do irrelevante Homero Lacerda e de suas ameaças tresloucadas de processar a Deus e o mundo por proclamarem o óbvio, em 6 de dezembro de 2009. Lembrai dos outdoors rastejantes de pernambucanos subservientes, que em 2007 viam na glória do São Paulo o único caminho para que o Brasil se lembrasse da gloríola do Sport, em 1987.



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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
O que me deixa puto mesmo é a palhaçada.
Pois é obvio que entregaram a tal taça na semana passada só por palhaçada, para o Juvenal pagar mico e devolver. É campeão? Oras, então entregasse logo a taça em 92...
Por isso que eu apoio totalmente que não devolvam p* nenhuma. Escondam a taça onde for preciso, derretam, destruam, mas chega de palhaçada...
Pois é obvio que entregaram a tal taça na semana passada só por palhaçada, para o Juvenal pagar mico e devolver. É campeão? Oras, então entregasse logo a taça em 92...
Por isso que eu apoio totalmente que não devolvam p* nenhuma. Escondam a taça onde for preciso, derretam, destruam, mas chega de palhaçada...
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- Antonio Felipe
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Re: Os principais títulos dos grandes clubes brasileiros
Como não? O título vai ser dividido com o Sport...E.R escreveu:Não tem mais asteristico nenhum, a CBF reconheceu o título.
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