Dirigentes, federações e confederações esportivas
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
Acho que o Fluminense se conseguir aproveitar o momento - principalmente se o titulo vir esse ano -, pode se reestruturar. É o time que mais deve!


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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas

Giovanni Luigi é o novo presidente do Internacional.
Meus títulos e conquistas no FCH:
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
De situação, apoiado pelo Vitório Piffero e pelo Fernando Carvalho. Teve uma disputa boa com o Pedro Afiatatto... Foram mais de 20 mil votos nessa eleição do Inter.
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas


Após demitir Jamelli por "divergências de planejamento", a diretoria do Santos confirmou Nei Pandolfo como o novo gerente de futebol do clube. O ex-zagueiro já iniciou os trabalhos e deve ser apresentado oficialmente nesta terça-feira, no CT Rei Pelé.
Nei foi jogador profissional de 1979 a 1997 e chegou a atuar pelo próprio Santos, em 1992 e 1993. Já como treinador e auxiliar técnico, passou pela equipe alvinegra nos anos de 2006, 2007 e 2009.
De acordo com a assessoria do Santos, o novo gerente de futebol tem "o perfil considerado ideal pela diretoria para dar continuidade ao trabalho iniciado no ano passado: organizado, agregador e com trânsito no mundo do futebol".
Meus títulos e conquistas no FCH:
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
Marco Aurélio Cunha pede demissão
http://www.spfcdigital.com.br/colunas/4 ... 7899c001,0
Na tarde desta sexta-feira, dia 7 de janeiro de 2010, Marco Aurélio Cunha, então Superintendente de Futebol do São Paulo, pediu demissão do cargo. Segundo uma pequena entrevista concedida a Vitor Birner, MAC disse: "Contribuí por mais de 8 anos; não vou me afastar. Continuo atuando na política do clube, mas agora como conselheiro. Vou me dedicar ao cargo de Corregedor da Câmara Municipal de São Paulo."
Marco Aurélio Cunha, médico ortopedista há 25 anos, é hoje uma das mais importantes figuras no cenário esportivo brasileiro, com atuação extensa nas áreas médica e administrativa de grandes entidades do esporte nacional.
Iniciou seu trabalho dentro do esporte ao final da década de 70, como estagiário do departamento médico do São Paulo FC. Foi efetivado e seguiu carreira no clube, onde ficou até 1990. Teve a oportunidade, então, de conviver com grandes craques do futebol brasileiro, participando também da modernização da estrutura e da gestão do clube, que culminaria em excelentes resultados nos anos 90.
Superintendente de Futebol do São Paulo Futebol Clube desde 2002 – Títulos: Super-Campeonato Paulista 2002, Campeonato Paulista 2005, Libertadores da América 2005, Campeonato Mundial de Clubes 2006, vice-campeonato da Taça Libertadores da América 2006 e Campeonato Brasileiro 2006, 2007 e 2008.
Vereador pela cidade de São Paulo, para a 15ª. Legislatura com mandato de janeiro de 2009 até dezembro de 2012, sendo Vice Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esportes da Câmara Municipal de São Paulo por dois anos consecutivos (2009 e 2010), além de membro da Comissão de Estudos para Debates e Discussões sobre a Destinação do Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu) e da CPI de Danos Ambientais, ambas em 2009.
MAC fez fama, também, pela forma como sempre provocou aos adversários por meio de suas declarações à imprensa. "Espontâneo, autêntico, aquele que fala tudo o que pensa sem guardar segredos..." Assim ele é descrito por muitas personalidades do meio esportivo. O fato é que MAC sempre foi muito respeitado dentro e fora do Morumbi pela seriedade e pela oposição que faz a algumas decisões do então Presidente do SPFC, Juvenal Juvêncio.
O pedido de demissão do Superintendente de Futebol foi, pelo menos aos olhos e ouvidos dos torcedores são paulinos, a menos esdrúxula desde o ano passado, já que acompanhamos outras pessoas importantes e de peso dentro do SPFC deixarem o cargo e juntamente, a lacuna e o ponto de interrogação na cabeça de todos. Exemplo disso foram as demissões do preparador físico, Carlinhos Neves e de Turíbio Leite de Barros, ambos trabalhando há anos no SPFC e destaque nacional e internacional das carreiras. Duas grandes perdas no ano passado.
Na tarde desta sexta-feira, dia 7 de janeiro de 2010, Marco Aurélio Cunha, então Superintendente de Futebol do São Paulo, pediu demissão do cargo. Segundo uma pequena entrevista concedida a Vitor Birner, MAC disse: "Contribuí por mais de 8 anos; não vou me afastar. Continuo atuando na política do clube, mas agora como conselheiro. Vou me dedicar ao cargo de Corregedor da Câmara Municipal de São Paulo."
Marco Aurélio Cunha, médico ortopedista há 25 anos, é hoje uma das mais importantes figuras no cenário esportivo brasileiro, com atuação extensa nas áreas médica e administrativa de grandes entidades do esporte nacional.
Iniciou seu trabalho dentro do esporte ao final da década de 70, como estagiário do departamento médico do São Paulo FC. Foi efetivado e seguiu carreira no clube, onde ficou até 1990. Teve a oportunidade, então, de conviver com grandes craques do futebol brasileiro, participando também da modernização da estrutura e da gestão do clube, que culminaria em excelentes resultados nos anos 90.
Superintendente de Futebol do São Paulo Futebol Clube desde 2002 – Títulos: Super-Campeonato Paulista 2002, Campeonato Paulista 2005, Libertadores da América 2005, Campeonato Mundial de Clubes 2006, vice-campeonato da Taça Libertadores da América 2006 e Campeonato Brasileiro 2006, 2007 e 2008.
Vereador pela cidade de São Paulo, para a 15ª. Legislatura com mandato de janeiro de 2009 até dezembro de 2012, sendo Vice Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esportes da Câmara Municipal de São Paulo por dois anos consecutivos (2009 e 2010), além de membro da Comissão de Estudos para Debates e Discussões sobre a Destinação do Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu) e da CPI de Danos Ambientais, ambas em 2009.
MAC fez fama, também, pela forma como sempre provocou aos adversários por meio de suas declarações à imprensa. "Espontâneo, autêntico, aquele que fala tudo o que pensa sem guardar segredos..." Assim ele é descrito por muitas personalidades do meio esportivo. O fato é que MAC sempre foi muito respeitado dentro e fora do Morumbi pela seriedade e pela oposição que faz a algumas decisões do então Presidente do SPFC, Juvenal Juvêncio.
O pedido de demissão do Superintendente de Futebol foi, pelo menos aos olhos e ouvidos dos torcedores são paulinos, a menos esdrúxula desde o ano passado, já que acompanhamos outras pessoas importantes e de peso dentro do SPFC deixarem o cargo e juntamente, a lacuna e o ponto de interrogação na cabeça de todos. Exemplo disso foram as demissões do preparador físico, Carlinhos Neves e de Turíbio Leite de Barros, ambos trabalhando há anos no SPFC e destaque nacional e internacional das carreiras. Duas grandes perdas no ano passado.
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
q pena, era o mais inteligente de lá...
poderia se candidatar à presidência do clube...
poderia se candidatar à presidência do clube...
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
Tomara que ele se candidate algum dia e que o coronel Juvenal largue o osso.FooCH escreveu:q pena, era o mais inteligente de lá...
poderia se candidatar à presidência do clube...



- Jader
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
Eu gostava dos tempos de Debate Bola que ele sempre dava umas ótimas tiradas no Dr. Osmar 


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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
NOTÍCIAS
Tirone confirma expectativa e é o novo presidente do Palmeiras
Candidato da oposição vence eleição com larga vantagem para o segundo colocado e comanda o clube pelo próximo biênio

O Palmeiras tem um novo presidente. Arnaldo Tirone Filho, de 60 anos, venceu a eleição e comandará o clube alviverde pelos próximo dois anos. O candidato da oposição conseguiu 158 votos, contra 96 de Paulo Nobre (terceira via) e 21 de Salvador Hugo Palaia (situação).
O vencedor da disputa ainda conseguiu colocar todos os seus vices. Assim, Roberto Vicente Frizzo, Edvaldo Frasson Teixeira, Mário Giannini e Walter José Munhoz acompanham Tirone no comando do clube.
Tirone é associado ao clube desde 1955. Sua família sempre foi ligada à diretoria palmeirense - é filho de Arnaldo Tirone, famoso dirigente do Palmeiras nos tempos dos presidentes Delfino Facchina e Ferrucio Sandoli.
Empresário do ramo imobiliário, Pituca, como é conhecido, é ligado aos ex-presidentes Mustafá Contursi, Afonso Della Monica e Carlos Facchina, Tirone faz parte do grupo de Roberto Frizzo, candidato derrotado nas eleições passadas por Luiz Gonzaga Belluzzo e nome forte para ser seu vice de futebol.
http://globoesporte.globo.com/futebol/b ... eiras.html
vixi... será q foi uma boa?Candidato da oposição vence eleição com larga vantagem para o segundo colocado e comanda o clube pelo próximo biênio

O Palmeiras tem um novo presidente. Arnaldo Tirone Filho, de 60 anos, venceu a eleição e comandará o clube alviverde pelos próximo dois anos. O candidato da oposição conseguiu 158 votos, contra 96 de Paulo Nobre (terceira via) e 21 de Salvador Hugo Palaia (situação).
O vencedor da disputa ainda conseguiu colocar todos os seus vices. Assim, Roberto Vicente Frizzo, Edvaldo Frasson Teixeira, Mário Giannini e Walter José Munhoz acompanham Tirone no comando do clube.
Tirone é associado ao clube desde 1955. Sua família sempre foi ligada à diretoria palmeirense - é filho de Arnaldo Tirone, famoso dirigente do Palmeiras nos tempos dos presidentes Delfino Facchina e Ferrucio Sandoli.
Empresário do ramo imobiliário, Pituca, como é conhecido, é ligado aos ex-presidentes Mustafá Contursi, Afonso Della Monica e Carlos Facchina, Tirone faz parte do grupo de Roberto Frizzo, candidato derrotado nas eleições passadas por Luiz Gonzaga Belluzzo e nome forte para ser seu vice de futebol.
http://globoesporte.globo.com/futebol/b ... eiras.html
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
Ganhou a oposição, ganhou os aliados do Mustafa.
Vamos ver né, já que com o Belluzo eu esperava muito e não tive nada....
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
E o Palaia (apoiado pelo Pescarmona) só conseguiu 21 votos.
--

Mustafá é que nem o Eurico e que o Juvenal, não larga o osso de jeito nenhum !
--

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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
Mustafa,o retorno.
E o Palaia ainda conseguiu atrapalharb a candidatura do Paulo Nobre,que parecia ser o melhor candidato,ainda bem que ele e o Pescarmona vão sumir do Palmeiras,agora é torcer pro Tirone fazer uma boa gestão.
E o Palaia ainda conseguiu atrapalharb a candidatura do Paulo Nobre,que parecia ser o melhor candidato,ainda bem que ele e o Pescarmona vão sumir do Palmeiras,agora é torcer pro Tirone fazer uma boa gestão.
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
NOTÍCIAS
Marco Aurélio Cunha se desliga do São Paulo, mas sonha ser presidente
Dirigente diz que não tinha mais grande participação na diretoria, pediu que Juvenal Juvêncio não se lançasse candidato e ouvisse mais seus aliados

Marco Aurélio Cunha não é mais superintendente de futebol do São Paulo. O dirigente pediu demissão em dezembro do ano passado e formalizou o desligamento na última quarta-feira. Nesta quinta, ele concedeu uma entrevista coletiva para falar sobre a saída do futebol do clube, no qual segue como conselheiro. Ele falou sobre a pouca influência que tinha nas decisões recentes da diretoria, principalmente nas saídas de Muricy Ramalho, em 2009, e de Ricardo Gomes, em 2010. O ex-dirigente também comentou o desejo de ser presidente do clube em breve, mas nunca contra a chapa do atual mandatário Juvenal Juvêncio. Cunha citou também que não acha que o presidente deva se candidatar novamente em abril e pede que ele ouça mais os aliados, sem deixar de ser centralizador. Confira os principais trechos da entrevista de despedida.
Pouca influência ha diretoria
"Queria agradecer pelo período de oito anos e meio de convivência, acho que ninguém fica tanto tempo em um cargo desgastante, de percepção e envolvimento profundo, menos intensamente do que gostaria nos últimos dois anos. Tenho a sensação de não influenciar mais nas decisões como gostaria. Desde a saída do Muricy sentia dificuldades, não conseguia influenciar como gostaria pelo meu conteúdo de 31 anos de futebol".
Juvenal e o poder centralizador
"Não vou expor as feridas do São Paulo, que é um clube que sempre soube tratar disso internamente. O presidente tem uma personalidade própria, mas às vezes é preciso interagir um pouco mais com aqueles que gostam dele. Acho que a única crítica é que ele ouvisse mais o que não gosta. Ele é centralizador, a centralização é necessária, mas não é surda. Tem que ser centralizador sim e eu serei se um dia for presidente, mas com os ouvidos abertos. O São Paulo tem vários grupos políticos. Respeito, mas sou absolutamente eu mesmo. Não tenho vínculo. Não tem problema estar aqui sozinho. O Juvenal sempre estará comigo e eu com ele e sempre cobrarei. Por mais que o poder seja egocêntrico e gere o isolamento vou tentar quebrar isso com minhas ideias".
Oposição às saídas de Muricy e Ricardo Gomes
"O futebol é muito mais complexo que só os jogadores subindo a escada. Aí você quer resolver problemas e alguém que está acima diz, é assim mesmo. Sofri muito no ano passado, quando mudamos o Ricardo para o treinador da base. Não aprovei e fui muito criticado por algo que não tinha programação, claro que não ia dar certo. Se meu poder de persuasão diminuiu vou deixar espaço para outros que venham com ideias".
Abrindo mão dos direitos trabalhistas e sonhando com a presidência
"Agradeço a diretoria por ser a imagem do São Paulo fora daqui. Mas as pessoas me perguntavam: e o São Paulo? E eu não poderia dizer: Eu não sei. Não posso ser cobrado pelo que o clube é. Não sou uma fraude. Saio abrindo mão de direitos trabalhistas e de indenização como fiz há 20 anos. Espero que o São Paulo compreenda e é um até breve, pois sou conselheiro do clube e tenho raízes e pretensões. Pretendo continuar na política do clube exercendo meu poder de conselheiro, eventualmente de presidência".
Contra a possível candidatura de Juvenal nas eleições de abril
"Não sei se ele vai ser candidato, as tendências dizem que ele teria direito de fazer um novo mandato pela mudança estatutária. Não gosto disso. Por gostar muito dele acho de bom tom sair. Foi o único presidente que conseguiu junto aos títulos conquistados a evolução patrimonial e de marca. Ele conseguiu tudo e o melhor é seguir trabalhando pelo clube, mas deixar que fluam novas ideias. O clube precisa muito dele, mas por ele mesmo talvez continuar não seja o melhor pela pressão, pelos resultados. O Dunga (ex-técnico da Seleção Brasileira) foi muito criticado por um segundo tempo de derrota contra a Holanda na Copa do Mundo. Não importa que ganhou a Copa América, das Confederações e foi execrado, ninguém fala o que ele fez de bom. Não gostaria que o Juvenal fosse julgado de forma errada por um momento".
Nunca oposição de Juvenal, mas desejo de ser presidente a médio prazo
"Não sairia candidato contra o Juvenal jamais, e apoiá-lo ou não é uma questão que vamos ver em abril ou antes disso. O São Paulo tem um quadro excelente de bons candidatos, não citaria só um. E eu mesmo sou um nome muito bom. A médio prazo serei candidato e estou preparado. Não serei da oposição, sou independente. Sou um candidato virtual pelas minhas pernas".
Cargo em outros clubes, como o rival Corinthians
"Ir pro Corinthians é impossível, tenho o maior respeito, mando abraço pros torcedores pelas brincadeiras de bom e mau gosto, sempre coisa de estudante, de barzinho, nunca pejorativo. Fora de São Paulo talvez pudesse ajudar como consultor. Recebi excelentes propostas recentemente pra fazer isso e não aceitei".
Identificação com o torcedor são-paulino
"Eu digo na Câmara que quando você se tranca no gabinete não percebe a cidade, só quando caminha. E eu caminho com os torcedores, assisto jogo da cativa, ouço e isso é fundamental. Jamais serei guiado por torcedores, mas jamais deixarei de sentir o que eles sentem".
http://globoesporte.globo.com/futebol/t ... dente.html
gostei... torço muito para q seja presidente um dia... é um cara muito inteligente e com certeza guiaria o São Paulo no rumo certo...Dirigente diz que não tinha mais grande participação na diretoria, pediu que Juvenal Juvêncio não se lançasse candidato e ouvisse mais seus aliados

Marco Aurélio Cunha não é mais superintendente de futebol do São Paulo. O dirigente pediu demissão em dezembro do ano passado e formalizou o desligamento na última quarta-feira. Nesta quinta, ele concedeu uma entrevista coletiva para falar sobre a saída do futebol do clube, no qual segue como conselheiro. Ele falou sobre a pouca influência que tinha nas decisões recentes da diretoria, principalmente nas saídas de Muricy Ramalho, em 2009, e de Ricardo Gomes, em 2010. O ex-dirigente também comentou o desejo de ser presidente do clube em breve, mas nunca contra a chapa do atual mandatário Juvenal Juvêncio. Cunha citou também que não acha que o presidente deva se candidatar novamente em abril e pede que ele ouça mais os aliados, sem deixar de ser centralizador. Confira os principais trechos da entrevista de despedida.
Pouca influência ha diretoria
"Queria agradecer pelo período de oito anos e meio de convivência, acho que ninguém fica tanto tempo em um cargo desgastante, de percepção e envolvimento profundo, menos intensamente do que gostaria nos últimos dois anos. Tenho a sensação de não influenciar mais nas decisões como gostaria. Desde a saída do Muricy sentia dificuldades, não conseguia influenciar como gostaria pelo meu conteúdo de 31 anos de futebol".
Juvenal e o poder centralizador
"Não vou expor as feridas do São Paulo, que é um clube que sempre soube tratar disso internamente. O presidente tem uma personalidade própria, mas às vezes é preciso interagir um pouco mais com aqueles que gostam dele. Acho que a única crítica é que ele ouvisse mais o que não gosta. Ele é centralizador, a centralização é necessária, mas não é surda. Tem que ser centralizador sim e eu serei se um dia for presidente, mas com os ouvidos abertos. O São Paulo tem vários grupos políticos. Respeito, mas sou absolutamente eu mesmo. Não tenho vínculo. Não tem problema estar aqui sozinho. O Juvenal sempre estará comigo e eu com ele e sempre cobrarei. Por mais que o poder seja egocêntrico e gere o isolamento vou tentar quebrar isso com minhas ideias".
Oposição às saídas de Muricy e Ricardo Gomes
"O futebol é muito mais complexo que só os jogadores subindo a escada. Aí você quer resolver problemas e alguém que está acima diz, é assim mesmo. Sofri muito no ano passado, quando mudamos o Ricardo para o treinador da base. Não aprovei e fui muito criticado por algo que não tinha programação, claro que não ia dar certo. Se meu poder de persuasão diminuiu vou deixar espaço para outros que venham com ideias".
Abrindo mão dos direitos trabalhistas e sonhando com a presidência
"Agradeço a diretoria por ser a imagem do São Paulo fora daqui. Mas as pessoas me perguntavam: e o São Paulo? E eu não poderia dizer: Eu não sei. Não posso ser cobrado pelo que o clube é. Não sou uma fraude. Saio abrindo mão de direitos trabalhistas e de indenização como fiz há 20 anos. Espero que o São Paulo compreenda e é um até breve, pois sou conselheiro do clube e tenho raízes e pretensões. Pretendo continuar na política do clube exercendo meu poder de conselheiro, eventualmente de presidência".
Contra a possível candidatura de Juvenal nas eleições de abril
"Não sei se ele vai ser candidato, as tendências dizem que ele teria direito de fazer um novo mandato pela mudança estatutária. Não gosto disso. Por gostar muito dele acho de bom tom sair. Foi o único presidente que conseguiu junto aos títulos conquistados a evolução patrimonial e de marca. Ele conseguiu tudo e o melhor é seguir trabalhando pelo clube, mas deixar que fluam novas ideias. O clube precisa muito dele, mas por ele mesmo talvez continuar não seja o melhor pela pressão, pelos resultados. O Dunga (ex-técnico da Seleção Brasileira) foi muito criticado por um segundo tempo de derrota contra a Holanda na Copa do Mundo. Não importa que ganhou a Copa América, das Confederações e foi execrado, ninguém fala o que ele fez de bom. Não gostaria que o Juvenal fosse julgado de forma errada por um momento".
Nunca oposição de Juvenal, mas desejo de ser presidente a médio prazo
"Não sairia candidato contra o Juvenal jamais, e apoiá-lo ou não é uma questão que vamos ver em abril ou antes disso. O São Paulo tem um quadro excelente de bons candidatos, não citaria só um. E eu mesmo sou um nome muito bom. A médio prazo serei candidato e estou preparado. Não serei da oposição, sou independente. Sou um candidato virtual pelas minhas pernas".
Cargo em outros clubes, como o rival Corinthians
"Ir pro Corinthians é impossível, tenho o maior respeito, mando abraço pros torcedores pelas brincadeiras de bom e mau gosto, sempre coisa de estudante, de barzinho, nunca pejorativo. Fora de São Paulo talvez pudesse ajudar como consultor. Recebi excelentes propostas recentemente pra fazer isso e não aceitei".
Identificação com o torcedor são-paulino
"Eu digo na Câmara que quando você se tranca no gabinete não percebe a cidade, só quando caminha. E eu caminho com os torcedores, assisto jogo da cativa, ouço e isso é fundamental. Jamais serei guiado por torcedores, mas jamais deixarei de sentir o que eles sentem".
http://globoesporte.globo.com/futebol/t ... dente.html
mas bom mesmo será o dia em q Rogério Ceni for presidente...
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas

. O Marco Aurélio Cunha gosta de CH.
-

O nosso clube é um clube diferente.















