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O cão comunitário Orelha, morto após ser agredido na Praia Brava, em Florianópolis, mantinha algumas amizades caninas na região. Uma das mais próximas era com a vira-lata Pretinha, que se tornou sua “protegida” após a morte da mãe dela, segundo a veterinária Fernanda Oliveira, que fazia atendimentos no bairro.
A cadela está internada desde o início da semana devido a um quadro de insuficiência renal crônica e alteração sanguínea compatível com a "doença do carrapato".
"Atualmente, ela se encontra estável, dentro dos parâmetros esperados para esse tipo de alteração. Estamos esperançosos, mas com os pés no chão", explicou (confira sobre a condição mais abaixo).
A veterinária conta que essa relação é antiga. A mãe de Pretinha, a 'Preta mãe', foi quem trouxe Orelha para a Praia Brava. Ela sempre tinha um cachorrinho macho ao lado dela, sem interesse em procriar. Após a morte do seu antigo companheiro, foi Orelha quem ocupou esse espaço, tornando-se tão próximo quanto o anterior.
Há dois anos, Preta faleceu, ficando apenas Orelha e Pretinha. Após a morte do amigo, neste mês, ela foi levada a um lar temporário. Desde segunda-feira (26), no entanto, está hospitalizada.
A Polícia Civil aponta que Orelha foi agredido no dia 4 de janeiro, na Praia Brava. Ele foi encontrado ferido e agonizando por pessoas que estavam no local, levado a uma clínica veterinária e, no dia 5 de janeiro, submetido à eutanásia devido à gravidade dos ferimentos.
Exames periciais indicaram que o cão foi atingido na cabeça com um objeto contundente, ou seja, sem ponta ou lâmina. O objeto usado na agressão não foi localizado.
Quatro adolescentes foram identificados como suspeitos de cometer o crime de maus-tratos contra o cão. Os nomes e idades não foram divulgados, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Dois deles estão em Florianópolis e foram alvos de uma operação policial na segunda-feira (26). Os outros dois estão nos Estados Unidos, em uma viagem pré-programada.

O cão comunitário Orelha, morto após ser agredido na Praia Brava, em Florianópolis, mantinha algumas amizades caninas na região. Uma das mais próximas era com a vira-lata Pretinha, que se tornou sua “protegida” após a morte da mãe dela, segundo a veterinária Fernanda Oliveira, que fazia atendimentos no bairro.
A cadela está internada desde o início da semana devido a um quadro de insuficiência renal crônica e alteração sanguínea compatível com a "doença do carrapato".
"Atualmente, ela se encontra estável, dentro dos parâmetros esperados para esse tipo de alteração. Estamos esperançosos, mas com os pés no chão", explicou (confira sobre a condição mais abaixo).
A veterinária conta que essa relação é antiga. A mãe de Pretinha, a 'Preta mãe', foi quem trouxe Orelha para a Praia Brava. Ela sempre tinha um cachorrinho macho ao lado dela, sem interesse em procriar. Após a morte do seu antigo companheiro, foi Orelha quem ocupou esse espaço, tornando-se tão próximo quanto o anterior.
Há dois anos, Preta faleceu, ficando apenas Orelha e Pretinha. Após a morte do amigo, neste mês, ela foi levada a um lar temporário. Desde segunda-feira (26), no entanto, está hospitalizada.
A Polícia Civil aponta que Orelha foi agredido no dia 4 de janeiro, na Praia Brava. Ele foi encontrado ferido e agonizando por pessoas que estavam no local, levado a uma clínica veterinária e, no dia 5 de janeiro, submetido à eutanásia devido à gravidade dos ferimentos.
Exames periciais indicaram que o cão foi atingido na cabeça com um objeto contundente, ou seja, sem ponta ou lâmina. O objeto usado na agressão não foi localizado.
Quatro adolescentes foram identificados como suspeitos de cometer o crime de maus-tratos contra o cão. Os nomes e idades não foram divulgados, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Dois deles estão em Florianópolis e foram alvos de uma operação policial na segunda-feira (26). Os outros dois estão nos Estados Unidos, em uma viagem pré-programada.



