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https://g1.globo.com/politica/blog/andr ... idos.ghtml
Para tentar adiar ou reverter, ainda que parcialmente, o tarifaço anunciado por Donald Trump, o governo brasileiro flexibilizou o discurso em relação às big techs e assumiu compromisso com as plataformas de negociar a regulamentação das redes sociais e a concessão de benefícios fiscais direcionados ao setor.
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) se reuniu por quase duas horas com executivos da Meta, Google, Amazon, Apple, Visa, Mastercard e Expedia.
As plataformas apresentaram uma lista de demandas que vão ser negociadas, daqui pra frente, em uma mesa específica de trabalho.
Na avaliação de integrantes do primeiro escalão do governo de Lula (PT), trata-se de um gesto do Palácio do Planalto para demonstrar que o Brasil está realmente disposto a dialogar pautas concretas.
Para tentar adiar ou reverter, ainda que parcialmente, o tarifaço anunciado por Donald Trump, o governo brasileiro flexibilizou o discurso em relação às big techs e assumiu compromisso com as plataformas de negociar a regulamentação das redes sociais e a concessão de benefícios fiscais direcionados ao setor.
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) se reuniu por quase duas horas com executivos da Meta, Google, Amazon, Apple, Visa, Mastercard e Expedia.
As plataformas apresentaram uma lista de demandas que vão ser negociadas, daqui pra frente, em uma mesa específica de trabalho.
Na avaliação de integrantes do primeiro escalão do governo de Lula (PT), trata-se de um gesto do Palácio do Planalto para demonstrar que o Brasil está realmente disposto a dialogar pautas concretas.



- BazzoNatalino
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Bluesky tem muitas funcionalidades boas que o X (Twitter) não tem : você tem a possibilidade de não ter (ler) trending topics que no Twitter sempre tem hashtags atacando outras pessoas e também é muito mais simples para silenciar palavras.
Antigamente, no Twitter era possível mudar os trending topics para o de outros países, por exemplo, mudar para o trending topic do Japão só com palavras no idioma escrito no Japão, e como não entendo nada que eles escrevem, era como se não tivesse os trending topics na prática, mas de 2022 pra cá teve algum bug lá no Twitter que não é possível mais fazer isso, e você não consegue tirar hashtags sobre política dos trendings.
Antigamente, no Twitter era possível mudar os trending topics para o de outros países, por exemplo, mudar para o trending topic do Japão só com palavras no idioma escrito no Japão, e como não entendo nada que eles escrevem, era como se não tivesse os trending topics na prática, mas de 2022 pra cá teve algum bug lá no Twitter que não é possível mais fazer isso, e você não consegue tirar hashtags sobre política dos trendings.



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https://www.estadao.com.br/link/empresa ... no-acordo/
O TikTok recebeu luz verde da China para criar uma nova entidade nos Estados Unidos sob propriedade diferente, como parte de um acordo destinado a contornar a proibição do aplicativo de vídeo TikTok em território americano.
A aprovação veio nesta sexta-feira, depois que o presidente americano Donald Trump e o presidente chinês Xi Jinping concluíram uma ligação na qual discutiram o aplicativo, que tem 170 milhões de usuários nos Estados Unidos e, atualmente, é propriedade da gigante chinesa de tecnologia, ByteDance.
O governo chinês disse que acolhia as empresas para “conduzir negociações comerciais com base nas regras do mercado” e que acreditava que os Estados Unidos apoiariam “as consultas entre as duas equipes para resolver adequadamente a questão do TikTok”, informou a mídia estatal chinesa.
Em uma postagem no Truth Social logo depois, Donald Trump disse que ele e Xi Jinping “fizeram progressos na aprovação do acordo do TikTok”.
O TikTok recebeu luz verde da China para criar uma nova entidade nos Estados Unidos sob propriedade diferente, como parte de um acordo destinado a contornar a proibição do aplicativo de vídeo TikTok em território americano.
A aprovação veio nesta sexta-feira, depois que o presidente americano Donald Trump e o presidente chinês Xi Jinping concluíram uma ligação na qual discutiram o aplicativo, que tem 170 milhões de usuários nos Estados Unidos e, atualmente, é propriedade da gigante chinesa de tecnologia, ByteDance.
O governo chinês disse que acolhia as empresas para “conduzir negociações comerciais com base nas regras do mercado” e que acreditava que os Estados Unidos apoiariam “as consultas entre as duas equipes para resolver adequadamente a questão do TikTok”, informou a mídia estatal chinesa.
Em uma postagem no Truth Social logo depois, Donald Trump disse que ele e Xi Jinping “fizeram progressos na aprovação do acordo do TikTok”.



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https://direitoreal.com.br/noticias/rec ... -na-camara
A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados aprovou, recentemente, uma proposta que altera o Marco Civil da Internet, tornando obrigatório o reconhecimento facial de usuários para acesso a redes sociais.
Provedores de sistemas operacionais terão que exigir o reconhecimento facial no momento do cadastro, empregando tecnologia que assegure a correspondência entre o rosto do usuário e sua foto em documento oficial.
Caso o usuário não realize o recadastramento no prazo de até um ano após a entrada em vigor da lei, a conta será bloqueada.
Uma m**** essa lei.A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados aprovou, recentemente, uma proposta que altera o Marco Civil da Internet, tornando obrigatório o reconhecimento facial de usuários para acesso a redes sociais.
Provedores de sistemas operacionais terão que exigir o reconhecimento facial no momento do cadastro, empregando tecnologia que assegure a correspondência entre o rosto do usuário e sua foto em documento oficial.
Caso o usuário não realize o recadastramento no prazo de até um ano após a entrada em vigor da lei, a conta será bloqueada.
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https://www.estadao.com.br/link/empresa ... asileiras/
O fim do suporte a atualizações do Windows 10, sistema operacional da Microsoft preocupa não apenas os milhões de usuários no Brasil, mas também empresas, que terão de enfrentar novos custos e lidar com brechas digitais.
A grande insatisfação de usuários com a atualização forçada para o Windows 11 é a quantidade de computadores que não são compatíveis com o sistema operacional.
Somente na América Latina, cerca de 62,2 milhões de dispositivos não são aptos para receber o novo software, de acordo com um levantamento da Intel - o que pode gerar uma troca compulsória de aparelhos.
Para as empresas, esse também é um problema. Segundo uma estimativa da Simpress, empresa de locação de computadores corporativos, o Brasil tem 13 milhões de computadores em uso empresarial, a maioria equipada com Windows.
“Para nós, o fim do do suporte do Windows 10 é um marco tecnológico de grande impacto. Quando a gente olha essa mudança do ponto de vista de segurança, que eu acho que é o mais crítico, não ter o sistema atualizado pode significar vazamento de informação confidencial e comprometer a reputação da atividade principal da companhia”, explica Georgia Rivellino, diretora de Marketing, Produtos e Soluções da Simpress, ao Estadão.
O fim do suporte a atualizações do Windows 10, sistema operacional da Microsoft preocupa não apenas os milhões de usuários no Brasil, mas também empresas, que terão de enfrentar novos custos e lidar com brechas digitais.
A grande insatisfação de usuários com a atualização forçada para o Windows 11 é a quantidade de computadores que não são compatíveis com o sistema operacional.
Somente na América Latina, cerca de 62,2 milhões de dispositivos não são aptos para receber o novo software, de acordo com um levantamento da Intel - o que pode gerar uma troca compulsória de aparelhos.
Para as empresas, esse também é um problema. Segundo uma estimativa da Simpress, empresa de locação de computadores corporativos, o Brasil tem 13 milhões de computadores em uso empresarial, a maioria equipada com Windows.
“Para nós, o fim do do suporte do Windows 10 é um marco tecnológico de grande impacto. Quando a gente olha essa mudança do ponto de vista de segurança, que eu acho que é o mais crítico, não ter o sistema atualizado pode significar vazamento de informação confidencial e comprometer a reputação da atividade principal da companhia”, explica Georgia Rivellino, diretora de Marketing, Produtos e Soluções da Simpress, ao Estadão.



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Tem empresa que ainda roda Windows 7, isso aí não vai mudar muita coisa não
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Que bosta!E.R escreveu: ↑15 Out 2025, 21:50NOTÍCIAShttps://direitoreal.com.br/noticias/rec ... -na-camaraUma m**** essa lei.
A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados aprovou, recentemente, uma proposta que altera o Marco Civil da Internet, tornando obrigatório o reconhecimento facial de usuários para acesso a redes sociais.
Provedores de sistemas operacionais terão que exigir o reconhecimento facial no momento do cadastro, empregando tecnologia que assegure a correspondência entre o rosto do usuário e sua foto em documento oficial.
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https://g1.globo.com/tecnologia/noticia ... azon.ghtml

A unidade de serviços de nuvem da Amazon, a AWS, sofreu uma pane na manhã desta segunda-feira (20) que causou um apagão em muitas empresas ao redor do mundo, incluindo o Brasil.
Segundo a agência Reuters, mais de 500 empresas que usam a AWS enfrentam problemas nesta manhã. Entre elas estão a própria Amazon, a assistente virtual Alexa, a rede social Snapchat, o aplicativo de videoconferências Zoom e o app de educação Duolingo (veja abaixo outros serviços afetados).
Por volta das 8h (horário de Brasília), a big tech informou em sua página de "Integridade de Serviço" que as plataformas atingidas já estavam voltando ao normal, mas ainda há soluções da AWS com instabilidade.
"Continuamos a observar a recuperação na maioria dos serviços da AWS afetados. Continuamos trabalhando para a resolução total e forneceremos atualizações à medida que tivermos mais informações para compartilhar", afirmou.
A AWS oferece serviços de computação sob demanda, armazenamento de dados e outras soluções digitais para empresas, governos e usuários individuais. A companhia concorre com as plataformas de nuvem do Google (Cloud) e da Microsoft (Azure). Quando há falhas em seus servidores, sites e aplicativos que usam a infraestrutura da AWS podem ficar fora do ar.
A falha na AWS é a primeira grande interrupção da internet desde o problema com a CrowdStrike, em julho do ano passado, que afetou sistemas de hospitais, bancos e aeroportos em várias partes do mundo.
O apagão atingiu os seguintes serviços:
Prime Video
Perplexity
Fortnite
HBO
Signal
Roku
Roblox
Perplexity
Lyft
Clash Royale
Clash of Clans
Coinbase
Robinhood

A unidade de serviços de nuvem da Amazon, a AWS, sofreu uma pane na manhã desta segunda-feira (20) que causou um apagão em muitas empresas ao redor do mundo, incluindo o Brasil.
Segundo a agência Reuters, mais de 500 empresas que usam a AWS enfrentam problemas nesta manhã. Entre elas estão a própria Amazon, a assistente virtual Alexa, a rede social Snapchat, o aplicativo de videoconferências Zoom e o app de educação Duolingo (veja abaixo outros serviços afetados).
Por volta das 8h (horário de Brasília), a big tech informou em sua página de "Integridade de Serviço" que as plataformas atingidas já estavam voltando ao normal, mas ainda há soluções da AWS com instabilidade.
"Continuamos a observar a recuperação na maioria dos serviços da AWS afetados. Continuamos trabalhando para a resolução total e forneceremos atualizações à medida que tivermos mais informações para compartilhar", afirmou.
A falha na AWS é a primeira grande interrupção da internet desde o problema com a CrowdStrike, em julho do ano passado, que afetou sistemas de hospitais, bancos e aeroportos em várias partes do mundo.
O apagão atingiu os seguintes serviços:
Prime Video
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https://www.cnnbrasil.com.br/economia/m ... autopecas/
O governo federal vai se reunir na terça-feira com montadoras e autopeças para discutir medidas contra a escassez de chips no Brasil — após a indústria alertar a gestão federal de que a falta de semicondutores poderia paralisar a produção de veículos no país e pedir soluções.
A reunião contará com a presença do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Geraldo Alckmin.
Foram chamados para a reunião a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), o Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores) e outros representantes do segmento industrial de veículos.
Fontes próximas ao assunto disseram à CNN que o setor produtivo pretende, num primeiro momento, insistir para que o governo acione canais diplomáticos junto à China a fim de pedir a retomada das exportações de semicondutores ao Brasil.
Um veículo moderno usa, em média, de 1 mil a 3 mil chips.
No segmento, os chips são usados, por exemplo, para processar os sistemas dos veículos, sendo essencial para injeção eletrônica, sensores, freios ABS, airbags e controle de motor.
O governo federal vai se reunir na terça-feira com montadoras e autopeças para discutir medidas contra a escassez de chips no Brasil — após a indústria alertar a gestão federal de que a falta de semicondutores poderia paralisar a produção de veículos no país e pedir soluções.
A reunião contará com a presença do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Geraldo Alckmin.
Foram chamados para a reunião a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), o Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores) e outros representantes do segmento industrial de veículos.
Fontes próximas ao assunto disseram à CNN que o setor produtivo pretende, num primeiro momento, insistir para que o governo acione canais diplomáticos junto à China a fim de pedir a retomada das exportações de semicondutores ao Brasil.
Um veículo moderno usa, em média, de 1 mil a 3 mil chips.
No segmento, os chips são usados, por exemplo, para processar os sistemas dos veículos, sendo essencial para injeção eletrônica, sensores, freios ABS, airbags e controle de motor.



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https://www.cnnbrasil.com.br/politica/r ... ashington/
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, falou com o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, sobre a situação das big techs na reunião que tiveram em Washington na quinta-feira, segundo relatos feitos à CNN.
A menção às gigantes de tecnologia foi entendida como um sinal de que o governo Donald Trump espera incluir esse tema em um eventual acordo para suspender ou reduzir as tarifas impostas ao Brasil.
Nos últimos meses, houve uma série de decisões ou avanços desfavoráveis às big techs no Brasil.
Em outubro, a Netflix culpou um entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) por ter derrubado seu lucro global, ao estabelecer a necessidade de pagamento de US$ 619 milhões no Brasil devido a uma disputa jurídica.
O STF reconheceu a aplicação da Cide-Tecnologia sobre serviços de streaming desde 2022.
Pouco depois, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que introduz a cobrança do Condecine -- taxa que pode chegar a 4 % da receita bruta anual das empresas -- para as plataformas de streaming. Elas também terão que se comprometer com cotas de conteúdo nacional, como filmes e séries brasileiros.
Em outra frente, começou a andar no Congresso Nacional o projeto de lei enviado pelo governo, em setembro, que amplia o poder do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) na regulação econômica das big techs. A proposta aumenta os mecanismos de atuação do órgão antitruste para preservar a concorrência no setor de tecnologia.
O projeto foi criticado por entidades que representam as big techs, como a camara-net. e o Conselho Digital.
Todas essas iniciativas afetam o caixa das gigantes de tecnologia no Brasil.
-O secretário de Estado americano, Marco Rubio, falou com o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, sobre a situação das big techs na reunião que tiveram em Washington na quinta-feira, segundo relatos feitos à CNN.
A menção às gigantes de tecnologia foi entendida como um sinal de que o governo Donald Trump espera incluir esse tema em um eventual acordo para suspender ou reduzir as tarifas impostas ao Brasil.
Nos últimos meses, houve uma série de decisões ou avanços desfavoráveis às big techs no Brasil.
Em outubro, a Netflix culpou um entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) por ter derrubado seu lucro global, ao estabelecer a necessidade de pagamento de US$ 619 milhões no Brasil devido a uma disputa jurídica.
O STF reconheceu a aplicação da Cide-Tecnologia sobre serviços de streaming desde 2022.
Pouco depois, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que introduz a cobrança do Condecine -- taxa que pode chegar a 4 % da receita bruta anual das empresas -- para as plataformas de streaming. Elas também terão que se comprometer com cotas de conteúdo nacional, como filmes e séries brasileiros.
Em outra frente, começou a andar no Congresso Nacional o projeto de lei enviado pelo governo, em setembro, que amplia o poder do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) na regulação econômica das big techs. A proposta aumenta os mecanismos de atuação do órgão antitruste para preservar a concorrência no setor de tecnologia.
O projeto foi criticado por entidades que representam as big techs, como a camara-net. e o Conselho Digital.
Todas essas iniciativas afetam o caixa das gigantes de tecnologia no Brasil.
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https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/luis ... big-techs/
O STF (Supremo Tribunal Federal) não vê chance de recuo nas decisões tomadas recentemente pela Corte em relação às “big techs”, ainda que as plataformas digitais entrem nas negociações sobre o fim das sanções dos Estados Unidos.
Conforme mostrou a CNN, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, falou sobre o assunto com o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, em reunião nesta quinta-feira, em Washington.
A menção às gigantes de tecnologia foi entendida como um sinal de que o governo Donald Trump espera incluir o tema em um eventual acordo para suspender ou reduzir as tarifas impostas ao Brasil.
Para ministros do STF, o governo federal pode até articular com o Congresso Nacional o adiamento de certas pautas para “maturação”, mas não tem o que fazer em relação ao que já foi decidido pelo tribunal.
Em junho, a Corte julgou inconstitucional trecho do Marco Civil da Internet e declarou que as “big techs” são responsáveis por publicações indevidas de seus usuários, independentemente de descumprimento prévio de ordem judicial de remoção de conteúdo.
Ministros da Corte avaliam que qualquer concessão nessas áreas seria fragilizar o Judiciário, abrindo margem para um entendimento equivocado de que o STF está sujeito a pressões políticas.
O STF (Supremo Tribunal Federal) não vê chance de recuo nas decisões tomadas recentemente pela Corte em relação às “big techs”, ainda que as plataformas digitais entrem nas negociações sobre o fim das sanções dos Estados Unidos.
Conforme mostrou a CNN, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, falou sobre o assunto com o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, em reunião nesta quinta-feira, em Washington.
A menção às gigantes de tecnologia foi entendida como um sinal de que o governo Donald Trump espera incluir o tema em um eventual acordo para suspender ou reduzir as tarifas impostas ao Brasil.
Para ministros do STF, o governo federal pode até articular com o Congresso Nacional o adiamento de certas pautas para “maturação”, mas não tem o que fazer em relação ao que já foi decidido pelo tribunal.
Em junho, a Corte julgou inconstitucional trecho do Marco Civil da Internet e declarou que as “big techs” são responsáveis por publicações indevidas de seus usuários, independentemente de descumprimento prévio de ordem judicial de remoção de conteúdo.
Ministros da Corte avaliam que qualquer concessão nessas áreas seria fragilizar o Judiciário, abrindo margem para um entendimento equivocado de que o STF está sujeito a pressões políticas.











