Carga tributária e aumento de impostos no Brasil

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Reforma Tributária

Mensagem por E.R » 06 Jan 2023, 05:57

NOTÍCIAS
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/p ... aria.shtml

A reforma tributária deve voltar à relatoria do deputado federal Aguinaldo Ribeiro.

O deputado do PP foi quem relatou o texto de autoria do deputado federal Baleia Rossi (MDB), construído com a contribuição do economista Bernard Appy.

Baleia Rossi afirmou que há condições de concluir a tramitação até o final de 2023.
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Reforma Tributária

Mensagem por E.R » 17 Jan 2023, 02:43

NOTÍCIAS
https://www.estadao.com.br/economia/fer ... a-imposto/

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou que o governo federal não trabalha com a possibilidade de aumentar a carga tributária no Brasil.

O objetivo, segundo ele, é entregar uma reforma tributária neutra e que distribua a carga tributária de maneira mais justa pelos setores econômicos.

“A intenção é justamente ter um prazo de transição para fazer a calibragem”, disse a jornalistas durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos. “Se a reforma não for neutra, alguém vai perder e a gente quer que todos ganhem”, afirmou.

O ministro disse que vai apostar na reforma tributária do secretário especial Bernard Appy, cujas chances de aprovação no Congresso são maiores. “A reforma tributária que está no Congresso é essencial. Não é bala de prata, mas é muito importante”.

Fernando Haddad disse ainda que, após essa primeira reforma tributária neutra, virá uma nova reforma tributária para tentar corrigir a regressividade, em que “pobre paga muito e rico paga pouco”.

O ministro afirmou ainda que a decisão de não reonerar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) foi tomada porque o governo quer justamente aprovar a reforma tributária.

“Nós decidimos não reonerar o IPI justamente para sinalizar para a indústria que nós queremos aprovar a reforma tributária. Ela é essencial para buscar justiça tributária e para reindustrializar o país porque é a indústria que paga hoje quase um terço dos tributos no Brasil e responde por 10% da produção”, disse Fernando Haddad. Isso gera, segundo ele, um “desequilíbrio muito grande”.
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Reforma Tributária

Mensagem por E.R » 18 Jan 2023, 06:06

NOTÍCIAS
O ESTADO DE S.PAULO

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou ontem que a reforma tributária será fatiada : no primeiro semestre de 2023, o governo federal deve enviar uma proposta para alterar a cobrança de impostos sobre o consumo.

Já as alterações no modelo de tributação sobre a renda vão ficar para o segundo semestre – incluindo a questão do Imposto de Renda sobre lucros e dividendos.

Fernando Haddad disse ainda que vai “abrir em fevereiro” o debate sobre a regra fiscal que vai substituir o teto de gastos (que atrela as despesas públicas à inflação).

Tanto a reforma tributária quanto a definição da nova âncora fiscal vêm sendo cobradas pelo mercado como medidas para garantir o equilíbrio fiscal.

Nesse sentido, a equipe econômica trata a reforma tributária como sua principal aposta neste início de mandato.

A ideia é aproveitar os projetos que já tramitam no Congresso para se criar um Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que reuniria em um só cinco ou seis impostos cobrados atualmente.

“Eu gostaria que até abril nós tivéssemos essas duas questões resolvidas”, disse Fernando Haddad, em referência à reforma tributária e à nova regra fiscal. As declarações foram dadas em Davos, na Suíça, onde o ministro participa do Fórum Econômico Mundial.

Apesar das sinalizações sobre a agenda econômica do novo governo, investidores e empresários que participaram de reuniões com Fernando Haddad ainda reclamam da falta de detalhes sobre a nova âncora fiscal. Ontem, por exemplo, o ministro brasileiro foi o principal convidado de almoço organizado pelo Itaú Unibanco em Davos. Fernando Haddad falou a cerca de 60 convidados por 30 minutos.

Segundo executivos que participaram do almoço, ele disse que a regra que criou o teto de gastos cumpriu a sua função, mas que hoje seria “insuficiente” e criaria um “limitador” para o país continuar crescendo. Admitiu, porém, que as alternativas são “limitadas” e que é a favor do controle de gastos, mas por meio de outro mecanismo.
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Mensagem por E.R » 07 Fev 2023, 02:34

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Reforma Tributária

Mensagem por E.R » 09 Fev 2023, 02:01

NOTÍCIAS
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/m ... aria.shtml

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, vai se encontrar com megaempresários brasileiros em um jantar em Brasília para discutir a reforma tributária.

O encontro está marcado para a próxima quarta-feira e será será realizado pelo grupo Esfera Brasil, que tem entre seus associados empresários como André Esteves, do BTG Pactual, Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco, Rubens Ometto, da Cosan, Abilio Diniz, do Pão de Açúcar, Carlos Sanchez, da farmacêutica EMS, e Fernando Marques, da União Química.
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Mensagem por E.R » 12 Fev 2023, 05:10

NOTÍCIAS
https://oglobo.globo.com/opiniao/editor ... aria.ghtml

O atual governo não é o primeiro a tentar promover uma reforma tributária. A criação de uma secretaria especial para cuidar dela, ocupada pelo economista Bernard Appy, é sinal evidente de que o tema entrou na agenda.

Este governo levará vantagem se tentar aproveitar as propostas já em tramitação no Congresso. Há duas iniciativas em andamento : a PEC 45 na Câmara, com base técnica do próprio Bernard Appy, e a PEC 110 do Senado.

Ambas as propostas preveem a fusão de impostos estaduais, federais e municipais, substituídos por um imposto sobre valor agregado (IVA).

A PEC 110 propõe um IVA dual, com uma fatia destinada à União, e outra fatia destinada para estados e municípios. Por isso provoca menos resistência nos entes federativos, temerosos de perda de arrecadação.

Ambas resolvem um problema enorme da estrutura tributária brasileira : ao estabelecer legislação nacional para o ICMS e determinar a cobrança no lugar de destino, não mais na origem, põem fim à guerra fiscal que distorce as decisões de investimento.

Além disso, a simplificação reduzirá o tempo dedicado pelas empresas a entender o que devem pagar e a manter tudo em dia. Diminuirá também a pressão sobre a Justiça, que faz do Brasil o país com maior contencioso tributário do mundo. Por fim, o governo se comprometeu com uma reforma que não aumente a carga tributária.

Para o economista Manoel Pires, da FGV, a reforma tributária traz uma oportunidade de reduzir o custo dos impostos para as empresas e atrair mais investimentos.

Porém é preciso dizer que a unificação de impostos é vista com bons olhos pela indústria e com receio pelo setor de serviços, que sofreria aumento de carga elevado demais. Será necessário encontrar uma solução adequada para que a mudança não se transforme em entrave.

Há ainda a resistência de todos aqueles cujos privilégios tributários são ameaçados. É o caso dos beneficiários de regimes especiais, como Simples Nacional ou Zona Franca de Manaus, que farão a União deixar de arrecadar, apenas neste ano, R$ 456 bilhões, ou 4,29% do PIB.

Bernard Appy deu a entender que a Zona Franca de Manaus poderá perder incentivos de forma gradual. Não é difícil imaginar o fuzuê que esse tipo de proposta deverá causar no Congresso.

Um ponto que provavelmente voltará ao debate é a taxação dos dividendos distribuídos pelas empresas. O Brasil é o décimo-quinto país que cobra mais imposto das empresas no mundo. Não precisa criar mais desincentivo a quem produz.

Outras ideias controversas mobilizarão discussões, como a taxação de fortunas ou o imposto de renda dos mais ricos. Nada disso deve desviar o foco do principal : a simplificação das regras e a extinção dos “puxadinhos” tributários.

O governo precisa evitar as armadilhas dos que querem que tudo fique como está. Já houve muito debate, a reforma tributária está madura para ser aprovada.
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Reforma Tributária

Mensagem por E.R » 16 Fev 2023, 11:12

NOTÍCIAS
https://www.cnnbrasil.com.br/business/l ... a-em-2023/

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), elogiou a relação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), com o Congresso e disse que o titular da pasta “tem conversado e dialogado” com interesse em temas econômicos perante o Parlamento.

O presidente da Câmara reforçou que a reforma tributária precisa acontecer ainda este ano.
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Reforma Tributária

Mensagem por E.R » 21 Fev 2023, 23:11

NOTÍCIAS
https://www.cnnbrasil.com.br/politica/b ... ributaria/

O grupo de trabalho formado para discutir a reforma tributária na Câmara dos Deputados tem a primeira reunião marcada para o próximo dia 28 de fevereiro.

O grupo é composto por 12 deputados federais de diferentes partidos e e estados, sendo três parlamentares do Amazonas.

Preocupados com a preservação da Zona Franca de Manaus (ZFM), deputados da bancada amazonense querem marcar espaço no GT para garantir que o modelo fiscal da região não seja prejudicado com a reforma tributária.

O deputado Adail Filho (Republicanos-AM) falou sobre o assunto.

“Não podemos admitir uma PEC [Proposta de Emenda à Constituição] tributária que não leve em consideração o modelo econômico do nosso estado, apesar de contribuir de forma significativa para o desenvolvimento do Brasil. Nenhum direito a menos para a ZFM”, disse.

A PEC em negociação sugere o fim de cinco impostos – PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS– para criar um ou dois tributos que incidirão sobre valor agregado. Acontece que os tributos federais, estadual e municipal detêm de incentivos fiscais na Zona Franca de Manaus.

Na prática, caso fossem extintos sem uma compensação, poderiam gerar perda de competitividade entre as empresas que recebem vantagens para se instalarem na região.

“A Zona Franca de Manaus é única matriz econômica do estado do Amazonas : mantém 95% da floresta intacta porque como atividade que gera postos de trabalho e arrecadação e evita que os amazonenses recorram a atividades predatórias ao meio ambiente”, explicou o deputado Saullo Vianna (União Brasil-AM).
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Reforma Tributária

Mensagem por Dona Clotilde » 22 Fev 2023, 03:02

E mais uma vez o país refém da Zona Franca.

Tomara que o governo consiga, mas o IVA proposto de 26% é muito caro. Deveriam fixar em 20%, e a perda de arrecadação seria compensada por um maior consumo das famílias.
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Reforma Tributária

Mensagem por Chapolin Gremista » 23 Fev 2023, 04:16

NOTÍCIAS
AUMENTO DE TRIBUTOS
Proposta de reforma tributária do governo é criticada pela CNC
A burguesia aceita o aumento de impostos, desde que continuem nas costas dos trabalhadores. Exportações e dividendos continuem intocados como se fosse coisa sagrada

Aburguesia nacional, por meio dos seus representantes organizados juntamente com os porta-vozes de sempre da imprensa golpista, resolveu atacar a pretensa reforma tributária do governo Lula. A Conferência Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) “projeta um aumento de até 188% da carga de impostos caso a eventual reforma tributária institua uma alíquota de 25% para o IVA (Imposto sobre Valor Agregado). Segundo a entidade, as maiores onerações podem incidir sobre aluguel de imóveis, locação de mão de obra e vigilância”.

A instituição consultou 30 segmentos de serviços e publicou um estudo sobre o tema na última quinta-feira (16/02/2023), onde procura explicar que a reforma tributária, proposta inicialmente pelo atual governo Lula, poderá aumentar em até 188%, de maneira ampla e de cerca de 172,8% os tributos, em particular para a atividade de serviços voltados para edifícios e atividades paisagísticas.


Segundo esses estudos, a projeção de aumento em média será de 88%; segurança, vigilância e transporte 163%; serviços de escritório e apoio administrativo 143,2%, compra, venda e aluguel de imóveis próprios 143%; intermediação na compra venda e aluguel 142,4% e serviços técnicos profissionais de 135,2%. O representante da CNC afirma que a pretensa reforma tributária pode quase dobrar e que é um desestímulo para a continuidade dos investimentos no setor, afetando com isso a empregabilidade. Segundo o economista da CNC Fábio Bentes, responsável pela apuração, “penalizar esse ramo seria prejudicial para toda a economia brasileira”.


Segundo o sítio Poder 360: “Uma das propostas em tramitação no Congresso é a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 45 de 2019, que tem o secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, como um dos autores técnicos. A ideia é juntar pontos da proposição com a PEC 110 de 2019, oriunda do Senado. As duas propostas mencionam a criação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) em substituição a outros tributos. A PEC 45, do deputado Baleia Rossi (MDB-SP), defende a extinção de 5 impostos e contribuições. Em 12 de maio de 2021, O deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) apresentou o relatório final para a proposta na Comissão Mista da Reforma Tributária. No lugar dos 5 tributos, entra o IBS, de competência nacional”.

Entendendo a questão
Entre as declarações da CNC com seus porta-vozes específicos e a reprodução de uma parte do artigo do Poder 360 existem muitas lacunas a serem explicadas.

A primeira delas se refere a uma série de projetos ainda em tramitação na câmara dos deputados, principalmente a partir do governo Bolsonaro, propostas essas vindas de parlamentares de direita na sua grande maioria e não do governo Lula, como insinua a CNC e alguns dos porta-vozes da imprensa burguesa.


A pretensa reforma tributária do governo Lula ainda está na fase de uma melhor adequação e como se trata de uma reforma das mais difíceis de serem implementadas, devido a natureza complexa e de uma gama enorme de interesses de empresários, Estados e municípios, dificilmente conseguirá avançar de acordo com os interesses do atual governo.

O governo Lula tem a minoria dos congressistas, assim como também uma enorme força desigual contrária, segundo os interesses da burguesia. Enquanto a alíquota do imposto de renda segue tributando os mais pobres e a classe média, o ICMS onera por igual os já desfavorecidos, a burguesia procura atacar uma reforma que ainda nem pode gritar mais alto no Congresso Nacional e nos corredores das entidades empresariais, assim como nos Estados mais ricos, que estão sob o controle do bolsonarismo ou mesmo da direita golpista tradicional. Dos Estados mais ricos do país como SP, RJ, MG, PR, RS, SC, GO, MT, dentre outros; todos esses são controlados por governos ultradireitistas, além dos municípios mais ricos do país.

A lei Kandir, que praticamente desonera o pagamento de impostos sobre as exportações dos produtos agrícolas, assim como o IOF (imposto sobre operações financeiras) são intocáveis e passam longe dos holofotes da imprensa burguesa. Reforma tributária do governo Lula aumenta impostos de quem? Dos banqueiros até agora nada, assim como dos latifundiários; que além da sonegação habitual são os últimos a pagarem impostos no país; quando pagam. Para a burguesia nacional e o imperialismo, tudo; e para o povo a reforma tributária, não a de Lula, mas tão somente aquela que a classe dominante quer para continuar arrochando o povo.

https://causaoperaria.org.br/2023/propo ... -pela-cnc/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI

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Mensagem por E.R » 25 Fev 2023, 16:48

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https://oantagonista.uol.com.br/brasil/ ... -na-terca/

O grupo de parlamentares que discutirá Reforma Tributária na Câmara dos Deputados iniciará as atividades na próxima semana.

Essa será a primeira vez que todos os deputados se reunirão para definir um cronograma de atividades e bater o martelo a respeito do plano de trabalho.

Na ocasião, os deputados farão a leitura do relatório da PEC que servirá de base para a reforma (45/2019), de Aguinaldo Ribeiro (PP), também relator do grupo de trabalho.

A equipe será coordenada pelo ex-líder do PT na Câmara, Reginaldo Lopes (PT).
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Reforma Tributária

Mensagem por Barbano » 01 Mar 2023, 17:35

Jezebel do Canto e Mello escreveu:
22 Fev 2023, 03:02
E mais uma vez o país refém da Zona Franca.
Zona Franca é um ralo de dinheiro público que dá zero retorno, e não serviu em nada para desenvolver a região.

São décadas de bilhões por ano para o Amazonas ainda ter a pior renda per-capita da Região Norte:

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Mensagem por E.R » 02 Mar 2023, 00:25

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Mensagem por E.R » 07 Mar 2023, 00:27

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Mensagem por E.R » 07 Mar 2023, 11:38

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https://www.gazetadopovo.com.br/economi ... igor-2025/

A prometida reforma tributária que o governo federal quer aprovar ainda em 2023 deve começar a gerar os primeiros benefícios apenas em 2025, mas se não houver questionamentos na Justiça por parte de governadores e prefeitos.

Essa é a previsão inicial de Bernard Appy, secretário especial da reforma no Ministério da Fazenda, sobre a criação do IBS, o Imposto sobre Bens e Serviços que vai unificar a cobrança de impostos federais, estaduais e municipais como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS.

Em entrevista para no jornal Valor Econômico, Bernard Appy explica que a aprovação da emenda constitucional que institui a reforma tributária pela Câmara dos Deputados ainda neste primeiro semestre (PEC 45/2019) não será o único instrumento para simplificar o sistema de impostos.

Será preciso, ainda, aprovar uma lei complementar que garanta a segurança jurídica do IBS, o que só deve ocorrer no ano que vem.

De acordo com o secretário, a legislação terá de definir alguns pontos cruciais da reforma, como a composição do conselho federativo, as “definições claras sobre o fato gerador, base de cálculo”.

“Vai ter de definir o que é destino, ponto extremamente importante, que precisa estar muito bem redigido porque tem efeito na distribuição federativa da receita”, completou.

Um dos pontos que pode gerar discussão e atrasar a tramitação da lei – e, consequentemente, a entrada em vigor do IBS – é a fusão do imposto municipal ISS com o estadual ICMS, que pode ser levada à Justiça por secretários de Fazenda.

Para Bernard Appy, não há como descartar a fusão dos dois tributos.

“Achamos que se perde muito dos efeitos positivos da reforma. Seria ruim do ponto de vista do crescimento econômico e federativo, porque criaria competição entre Estados e municípios. Estamos dispostos a conversar com os municípios, entender suas preocupações e, na medida do possível, atender às demandas”, disse.

Outro ponto que deve gerar discussões durante a tramitação da lei complementar à reforma tributária é o regime especial para a Zona Franca de Manaus.

Bernard Appy explica que já há um entendimento com o estado do Amazonas e com os parlamentares para que seja criado um “sistema que garanta no mínimo manutenção dos empregos e da renda gerados hoje no local, com transição suave para as empresas já instaladas”.

E, ainda, há a possibilidade de se criar um fundo de desenvolvimento regional como “instrumento para substituir a política baseada na concessão de benefícios fiscais”, que terá os detalhes definidos pelo Congresso.

Embora a expectativa da população seja por uma redução da carga tributária com a realização da reforma, Bernard Appy explica que isso só deve ocorrer no longo prazo, e não imediatamente. O governo ainda não tem uma alíquota estabelecida, mas ele diz que será calibrada ao longo da implantação do IBS, que pode durar dois anos em teste e mais quatro a cinco anos de transição.

“No curto prazo há mudança de preços relativos. A alíquota também é determinada pelas exceções. Quanto mais exceções e tratamentos favorecidos, maior será a alíquota básica para manter a carga tributária”, disse.

As exceções a que ele se refere são as propostas pela PEC 110/2019, que tramita no Senado e estabelece uma série de isenções e subsídios de segmentos específicos do setor produtivo.

No entanto, Bernard Appy explica que os detalhes da reforma ainda serão discutidos pelo Congresso, como a “calibragem, definição do tamanho, o público-alvo, isso tudo será definido depois, com detalhamento em lei complementar”.

Entre os pontos a serem discutidos está a criação de um sistema de cashback para as classes de menor renda da população, que podem ter um porcentual dos tributos devolvido no cartão de programas sociais. Ainda não há informações de como vai funcionar, mas é uma possibilidade que pode ser implantada junto do Ministério do Desenvolvimento Social.

Bernard Appy explica, ainda, que a reforma tributária pode gerar um acréscimo de mais de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) potencial, ao se eliminar a cumulatividade dos impostos, a partir de estudos de economistas sobre os impactos que a simplificação pode trazer e como ela está ligada à discussão do novo arcabouço fiscal, que vem sendo discutido pelo ministro Fernando Haddad com a equipe econômica.
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