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Mensagem por E.R » 21 Out 2022, 00:07

NOTÍCIAS
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Mensagem por Chapolin Gremista » 25 Out 2022, 02:11

NOTÍCIAS
SEM REPASSE, SEM FUTURO
Ciência: Bolsonaro é culpado por 50% do corte de 35 bi em 11 anos
O astronauta do Ministério da Ciência mandou o fundo que garante conhecimento e soberania do país para o espaço

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Uma pesquisadora ligado à Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Soraya Smaili, uma das criadoras do Centro de Estudos SoU_Ciência, revelou hoje (24), um prejuízo alarmante para a ciência brasileira, R$ 35 bilhões que deveriam ser destinados para a ciência de 2010 a 2021 sumiram no orçamento do governo, metade desses recursos só nos três primeiros anos do governo de Jair Bolsonaro (PL).

Em 2010 foram R$ 2,9 bilhões levantados e R$ 10,3 bilhões no ano passado. O mais grave é que o repasse total do FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) para a ciência diminuiu: passou de cerca de R$ 2,7 bilhões em 2010 para R$ 1,4 bilhão em 2021 (sem reajuste da inflação).

“Os estudos e levantamentos do Sou Ciência têm mostrado grande queda nos recursos das 68 universidades federais, especialmente entre 2019 e 2022, prejudicando laboratórios, pesquisadores e infraestrutura de pesquisa”, diz Smaili.

Um governo que não investe em desenvolvimento cietífico e tecnológico de sua nação está fadado ao retrocesso e nas mãos dos países desenvolvidos que desenvolvem e vendem suas tecnologias para países que não tem tais adventos, o prejuízo é muito mais que financeiro, é educacional e um desperdício para o Brasil com tantos jovens e potenciais cientístas.



https://causaoperaria.org.br/2022/cienc ... m-11-anos/
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Mensagem por E.R » 30 Out 2022, 23:44

NOTÍCIAS
https://www.estadao.com.br/link/gadgets ... s-crescem/

Grande aposta do mercado após o sucesso dos smartphones, o mercado dos aparelhos vestíveis (como fones de ouvido sem fio e relógios inteligentes) registrou queda consecutiva nos dois primeiros trimestres deste ano, segundo dados da consultoria IDC, especializada em mercado de tecnologia.

No 1º trimestre, a queda foi de 19,7% em relação ao mesmo período de 2021. O número de vestíveis vendidos foi de 1,32 milhão de unidades no período. Já entre abril e junho, o encolhimento foi de 14,2%, representando 1,38 milhão de dispositivos.

Durante o semestre, o mercado cinza (nome dado a vendas por canais de distribuição legais, mas não oficiais das mercadorias) representou metade dos aparelhos vendidos no Brasil.

Nos primeiros três meses deste ano, foram 573,9 mil aparelhos vendidos no grey market, enquanto o trimestre seguinte registrou 507,5 mil vendas — ambos valores representam encolhimento de 30,9% e 32% na comparação anual, respectivamente.
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Mensagem por Chapolin Gremista » 07 Nov 2022, 01:03

NOTÍCIAS
SETOR ESTRATÉGICO
Retomar o desenvolvimento da indústria nacional de semicondutores
Microchips estão presentes não apenas em computadores, mas em maquinário industrial, carros, geladeiras… Desenvolvê-los é questão de soberania

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Um dos legados que o governo trágico de Jair Bolsonaro nos deixa é a dissolução do Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (CEITEC). A estatal foi fundada em 2008 pelo ex-presidente Lula em Porta Alegre, no Rio Grande do Sul, e possuía a única fábrica da América Latina capaz de produzir microchips no silício, do começo ao fim.

Os circuitos não eram sofisticados como o recém-lançado microprocessador da Apple, o M2, fabricado em Taiwan. Também não se comparam aos processadores com aplicação voltada à área de inteligência artificial. Tratavam-se de circuitos simples, etiquetas eletrônicas, com aplicações que vão desde ao famoso “Sem Parar” – sistema de pagamento automático de pedágios e estacionamentos – à identificação de produtos variados e gado. Não à toa, a CEITEC ficou conhecida como “estatal do chip do boi”, o que não faz jus a sua importância para o Brasil.

Nem mesmo a China, se excluirmos Taiwan, possui autonomia na produção de processadores de alto desempenho. Essa área é uma das mais monopolizadas do mercado mundial, um dos fatores que contribuem para a tensão dos chineses com o imperialismo em relação à reintegração de Taiwan. Ainda assim, o governo de Xi Jinping investe amplamente no setor de semicondutores e o país é capaz de produzir a maior parte dos componentes simples que integram todo tipo de maquinário industrial, carros, eletrodomésticos e afins.

O que nos leva ao motivo pelo qual Bolsonaro, supostamente nacionalista, enterrou a estatal. Foi alegado que a empresa precisava de uma modesta injeção anual de R$50 milhões para cobrir a diferença entre receitas e despesas, algo pífio se considerarmos o PIB nacional e a importância do setor em que atua a CEITEC.

Por uma questão de segurança nacional e para concretizar a promessa de Lula de “reindustrializar o País”, é preciso investir na construção de uma grande empresa estatal de semicondutores. Restaurar a CEITEC e ampliar sua atividade. Se a criação da Central Siderúrgica Nacional (CSN) na época de Getúlio Vargas era fundamental para o desenvolvimento das forças produtivas nacionais, uma indústria sólida de semicondutores é necessária para que o Brasil volte a crescer com independência.

O investimento não pode limitar-se à indústria de base, mas também deve ser feito nas universidades, para a criação de processadores de alto desempenho. Devemos almejar a criação de um microprocessador nacional, de um computador nacional que faça frente aos apresentados pelos grandes monopólios.

O momento é oportuno. Se a propriedade intelectual da arquitetura de processadores modernos ainda encontra-se nas mãos do imperialismo, novas iniciativas, como a arquitetura RISC-V são tecnologias abertas, desenvolvidas com o mesmo espírito do software livre, do sistema operacional Linux.

Os EUA estão aplicando bilhões de dólares para trazerem as fábricas de semicondutores para seu território. Há incentivo similar na Europa. Frente a um conflito na Rússia e à possibilidade crescente de outro na China e já contando com a experiência de escassez de componentes eletrônicos durante a pandemia, o imperialismo tenta preparar sua autossuficiência tecnológica. Afinal, esses componentes também são essenciais para movimentar a máquina de guerra moderna.

O Brasil não deve ficar para trás. Nós temos a capacidade técnica e científica, temos os recursos naturais e temos parcerias que devem se fortalecer com a volta de Lula, como os BRICS.


https://causaoperaria.org.br/2022/retom ... ondutores/
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Mensagem por E.R » 10 Nov 2022, 23:10

NOTÍCIAS
https://www.estadao.com.br/link/empresa ... es-no-app/

O aplicativo de mensagens Signal anunciou um novo recurso para seus usuários : a possibilidade de publicar Stories na plataforma.

A ferramenta já está disponível em sua plataforma para Android e iOS, da Apple, e, em breve, poderá ser acessado no desktop.

Com esse novo recurso, os usuários do Signal podem publicar e ver os Stories de outras pessoas durante um dia, mas, se desejarem, é possível deletar a postagem a qualquer momento dentro desse período.

É possível, também, desativar os Stories dos seus amigos sem que eles saibam indo na opção “Configurações” dentro do aplicativo, clicando em “Stories” e selecionando “Desativar Stories”.

O Signal usa criptografia de ponta a ponta em todos os seus recursos e afirma que não coleta dados de seus usuários — essa proteção da privacidade dos que utilizam o Signal faz com que muitos usuários optem pela plataforma ao invés de WhatsApp e Telegram, que compartilham as informações dos seus usuários com parceiros de publicidade.
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Mensagem por Chapolin Gremista » 12 Nov 2022, 22:36

CORTE NA TECNOLOGIA
Crise: gigantes da tecnologia demitem 17 mil em menos de um ano
Vem a crise e os gigantes cortam sem piedade

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Aimprensa golpista Estado de S. Paulo, popularmente conhecida como Estadão, publicou no dia 09/11/2022 que este ano cerca as gigantes de tecnologia demitiram cerca de 17 mil pessoas, que inclui as empresas Meta (holding de Facebook, Instagram e WhatsApp), Twitter, Apple, Netflix, Microsoft, Tesla e Salesforce.

Abaixo a demissão em detalhes:

Twitter

O novo presidente da empresa, Elon Musk, comprou a plataforma por US$44 bilhões. Depois, 3,7 mil pessoas foram demitidas, redução de 50% de funcionários, incluindo colaboradores do Brasil.

Facebook

Fez o maior corte da história da empresa, que ao mesmo tempo é a maior corte realizado por uma empresa de tecnologia, demitindo cerca de 11 mil pessoas por todo mundo onde tem escritório. Foi corte de 13% da equipe. Antes da corte, tinha 87,3 mil empregados ao redor do mundo.

Apple

Cortou cerca de 100 pessoas da área de RH.

Netflix

Cortou cerca de 450 pessoas após perder assinantes pela primeira vez em 11 anos.

Microsoft

Atualmente com 180 mil funcionários, a corte de funcionários foi menos de 1%, o que significa corte de cerca de 1,8 mil pessoas.

Tesla

A montadora desligou cerca de 200 funcionários da área de sistema de piloto autônomo. A demissão foi concentrada nos EUA.

Salesforce

Com cerca de 73 mil funcionários no mundo todo, a empresa de software também fez corte na equipe, mas não divulgou nem número nem porcentagem.

Os argumentos para o corte são sempre os mesmos, para manter a “saúde corporativa”, a de que precisa “enxugar” o corpo funcional, o que, na prática, não passa de demissão. Ou seja, não importa o setor econômico, quando entramos em uma crise financeira, quem sai perdendo são sempre os trabalhadores, não importando se é qualificado ou não. No mundo corporativo o que mais importa são os números, e quando o balancete indica quaisquer queda em relação ao período anterior, a histeria toma conta e, para manter o próprio umbigo e “saúde da empresa” perante os acionistas, a decisão imediata dos CEOs é cortar o elo mais fraco, que são os trabalhadores, que não passam de “custo” para os burgueses. Aqui vemos que o lema amplamente utilizado de que os funcionários são valorizados, capital humano, a empresa se faz com pessoas, etc. não passa de ladainha para ludibriar os trabalhadores para que trabalhem mais com custo menor. O que precisamos é conscientizar sobre o que é ser empregado de uma empresa capitalista e unir as forças, pois somente com a união poderá sobreviver contra-atacar a opressão agressiva do imperialismo.


https://causaoperaria.org.br/2022/crise ... de-um-ano/
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Mensagem por E.R » 16 Nov 2022, 00:56

NOTÍCIAS
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Mensagem por Chapolin Gremista » 16 Nov 2022, 03:01

NOTÍCIAS
EUA
Google terá de pagar multa milionária por rastrear usuários
Monopólio da tecnologia espiona milhões de usuários; agências de inteligência dos EUA fazem parceria para receber dados

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Nesta segunda-feira (14), a Alphabet, dona do Google, pagará cerca de US$ 400 milhões para sanar uma queixa apresentada por estados americanos sobre alegações de que a empresa rastreou ilegalmente a localização de usuários de 40 estados norte-americanos.

Segundo os procuradores-gerais, as investigações duraram quatro anos e esse foi o maior acordo de privacidade na internet já feito pelos Estados Unidos. Ele ainda prevê que a empresa seja mais transparente com rastreamento a partir de 2023.

“Quando o consumidor toma a decisão de não compartilhar a localização em seus dispositivos, ele deve ser capaz de confiar que a empresa não rastreará mais todos os seus movimentos”, disse o procurador de Iowa.

A localização de um consumidor é a melhor ferramenta para ajudar um anunciante a cortar a desordem digital para tornar o anúncio mais relevante e chamar a atenção do consumidor.

https://causaoperaria.org.br/2022/googl ... -usuarios/
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Mensagem por E.R » 18 Nov 2022, 21:27

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Mensagem por Chapolin Gremista » 20 Nov 2022, 04:34

NOTÍCIAS
RECESSÃO A VISTA
Indústria da tecnologia encolhe e demite dezenas de milhares
Cortes no Twitter não são mera extravagância de seu novo dono

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Elon Musk finalmente assumiu o controle do Twitter este mês. O homem mais rico do mundo brincou com a ideia de adquirir a rede social no início do ano, o que teve um amplo efeito especulativo em seu valor de mercado, manobra que fez com que Musk fosse “condenado” a comprar a empresa pelo valor que havia proposto. Sua entrada foi extravagante, como de costume, e o debate ao seu redor se deu, naturalmente, no próprio Twitter.

A questão central era se Musk restauraria ou não a liberdade de expressão na plataforma que há anos limita o discurso de seus usuários, seja através da redução passiva do alcance de suas postagens por motivos políticos, seja pela expulsão de usuários como o ex-presidente norte-americano Donald Trump, quando este tinha mais de 116 milhões de seguidores. O novo dono da casa anunciou logo de cara a demissão de quase quatro mil funcionários do Twitter aparentemente por motivos políticos, por ser um suposto defensor da liberdade da expressão em confronto com seus algozes. O drama continuou ao vivo nas redes sociais, com vazamento de mensagens trocadas em canais internos da empresa, onde Musk praticamente propunha um programa de demissão voluntária aos empregados que lhe restavam, o que resultou num êxodo ainda maior de pessoas.

Esse evento foi apresentado no debate nas redes sociais como reflexo da incompetência e da megalomania de Musk. Não há nada de errado com essa avaliação, já que ambos são características essenciais dos grandes capitalistas. Talvez Musk goste mais do que seus colegas de expô-las de forma contundente. Ainda assim, gostaríamos de fazer uma ressalva nesta coluna. Não seria de forma alguma uma defesa do CEO “polivalente”, mas uma elucidação sobre um fenômeno de fundo que ataca a indústria da tecnologia e o sistema capitalista de conjunto, e que aparece de forma superficial nesse grande drama das redes sociais.

Não foi apenas o Twitter que demitiu um grande número de funcionários neste mês. A Meta demitiu 11 mil no início de novembro após reportar resultados quadrimestrais desastrosos. A empresa de Mark Zuckerberg viu seu valor de mercado cair em 75%. Em menor escala, o mesmo se viu nas outras grandes empresas de tecnologia como a Amazon, que apesar de muito lucrativa, não cresce mais no ritmo acelerado que seus investidores acostumaram-se a esperar. Se voltarmos alguns meses, veremos que empresas como a Microsoft também aparecem demitindo um grande número de funcionários. Há inclusive um portal que monitora essas demissões. Empresas que não partiram para uma política mais aberta de cortes, como Google e Apple, reduziram ou paralisaram seu fluxo de contratações.

O motor de lucro infinito apresentado pelos executivos dessas empresas e pelos fundos de investimento que nelas aplicam parece mostrar sinais de desgaste. Jornais como o The Washington Post – que, inclusive, é de posse de Jeff Bezos, acionista majoritário da Amazon – já falam numa nova “bolha da internet” prestes a explodir, como a crise que aconteceu com as empresas de tecnologia super valorizadas no início deste século devido à intensa especulação de Wall Street.

A tendência à queda da taxa de lucro, analisada em profundidade por Marx, se manifesta de forma cada vez mais irreversível e anuncia a próxima crise capitalista. As demissões no Twitter estão longe de ser mera extravagância de Musk – ainda que não se possa descartar completamente esse componente. O recado que o bilionário passou para seus funcionários também serve para ele próprio e seus colegas de classe: “está acabado o almoço grátis“.

https://causaoperaria.org.br/2022/indus ... -milhares/
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Mensagem por E.R » 20 Nov 2022, 04:55

A cultura do cancelamento implantada pela esquerda nos últimos anos (aqui no Brasil, Sleeping Giants perseguindo pessoas e empresas) afundou algumas redes sociais, no Facebook, por exemplo, se posta muito menos do que se postava há 4 ou 5 anos atrás.

Fora a censura que a cúpula do Judiciário e partidos políticos ligados ao Lula querem implantar no Brasil, gerando medo de pessoas que postarem nas redes sociais, consequentemente muitas delas param de participar dessas redes sociais, e quem acaba tendo prejuízo também são o Facebook, o Twitter, etc.

O Twitter perdeu muita receita nos últimos anos também.

Musk está cometendo erros, como isso de querer vender o selo de verificado a 8 dólares, um erro grave, que pode dar esse selo para contas fakes (especialmente de empresas) que espalham informações falsas. Isso aí deveriam convencer ele a mudar de ideia.

Parece que o Twitter pode ter um outro selo, que seria um selo para contas verdadeiras de pessoas e empresas famosas.

E com o fim do domínio woke no Twitter, progressistas pressionam empresas a não anunciar mais no Twitter, o que diminui a receita com patrocínios de algumas grandes empresas e força a abrir espaço para pequenas e médias empresas (algumas que vendem produtos controversos, como empresas de apostas ou que vendem criptomoedas).

Outro erro grave, esse do Mark Zuckerberg é a aposta do metaverso. Num mundo com guerras, gente passando fome, polarização política, crescimento de golpes feitos por hackers e crise econômica, não é o momento para metaverso.
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Mensagem por Chapolin Gremista » 30 Nov 2022, 02:19

NOTÍCIAS
HENAN
Classe operária chinesa se levanta contra a Apple
Na maior fábrica de iphones do planeta, os operários travam uma verdadeira batalha contra os patrões e a burocracia estatal

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Os operários chineses da maior fábrica de iphones do planeta na província de Henan hoje são os protagonistas de um dos maios importantes movimentos grevistas do planeta. Um dos diretores da empresa Foxconn, subsidiária da Apple e proprietária da fábrica, afirmou que o prejuízo é de um bilhão de dólares por semana. Com tamanho prejuízo a repressão aos trabalhadores está sendo violenta ─ enquanto isso os trabalhadores resistem. A luta da classe operária chinesa contra a burguesia que tomou controle do país é uma das mais voláteis do mundo.

A fábrica de iphones é controlada pela Foxconn, uma empresa da ilha de Formosa (Taiwan), que por sua vez é controlada pela Apple, ou seja, por um dos maiores monopólios imperialistas do paneta. O interessante é que aqui se vê a opressão que os taiuaneses exercessem sobre os trabalhadores chineses, tanto os que têm cidadania na ilha, quanto os da República Popular da China. Mas é uma opressão por procuração. Formosa é uma base do imperialismo para atacar a China não só militarmente mas também economicamente. Quem exerce a real opressão são os monopólios dos países capitalistas desenvolvidos, como é este o caso da Apple, dos EUA.

O que fica claro também é o regime capitalista que vigora na China. A restauração capitalista aconteceu nos anos 1980 e gerou o regime que existe nos dias de hoje. O Partido Comunista Chinês ainda está no governo e ainda possui uma série de contradições com o imperialismo. Contudo o setor mais poderoso da burguesia internacional explora a classe operária chinesa para garantir os seus gigantescos lucros, com a conivência do regime governado pela burocracia “comunista”.

Neste caso em questão, a fábrica passava por um surto de Covid-19 e os trabalhadores exigiam que alguma medida fosse tomada. Os patrões prometeram pagar bônus para novos contratados, promessa que não cumpriram, e assim se iniciaram os protestos. A polícia reprimiu os trabalhadores mostrando que o aparato de repressão do Estado está a serviço da burguesia, e ao mesmo tempo a empresa já fala em remover as fábricas da China e mandá-las para a Índia dado o nível de insatisfação e organização da classe operária.

O que fica claro aqui é que, apesar de ser um regime que se coloca contra o imperialismo em certa medida, a burguesia explora brutalmente os trabalhadores chineses. A luta contra o imperialismo só pode ser completa quando liderada pela classe operária. A Revolução Chinesa garantiu muitas conquistas para os trabalhadores, mas não resolveu todos os seus problemas, principalmente com a restauração do capitalismo.

Os protestos contra os monopólios imperialistas, como este dos operários de Henan, não são apoiados pelos EUA como a farsa que acontece em Hong Kong, são protestos legítimos que apontam para a luta contra a burguesia, para a tomada de poder da classe operária.

O caminho para os trabalhadores chineses é claro: ampliar a luta contra os monopólios imperialistas e contra a burguesia da própria China. A maior classe operária do planeta, por meio da mobilização, pode tomar o poder novamente. Isso seria um baque gigantesco no imperialismo, que inspiraria os trabalhadores da Ásia e de todo o planeta.



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Mensagem por E.R » 02 Dez 2022, 22:47

A tendência é a Apple produzir mais em outros lugares, fora da China.

Seja na Índia ou mesmo dentro dos Estados Unidos.

Outra coisa é que os chips, os componentes de produtos eletrônicos, semicondutores, etc, vão ser menos produzidos na China e em países vizinhos a China, e mais produzidos dentro dos Estados Unidos.

Fonte : https://valor.globo.com/mundo/noticia/2 ... -eua.ghtml
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Mensagem por E.R » 05 Dez 2022, 00:04

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https://www.estadao.com.br/link/empresa ... os-locais/

A Apple acelerou a descentralização da produção do iPhone da China, país onde a Apple concentra a maior parte da fabricação do seu principal produto, o iPhone, há mais de uma década.

Segundo reportagem de sábado passado publicada pelo jornal americano Wall Street Journal, que conversou com pessoas familiarizadas com o assunto, os planos da empresa ganharam pressa nas últimas semanas.

Conhecida como “a cidade do iPhone”, a Foxconn, fábrica responsável pela produção do iPhone na China com mais de 300 mil trabalhadores na província de Zhengzhou, enfrentou protestos dos funcionários, causados pela política de tolerância zero com a Covid-19 — o Partido Comunista Chinês impõs quarentenas em cidades inteiras para impedir a circulação do vírus.

Os protestos afetaram a produção do iPhone 14 Pro e iPhone 14 Pro Max, os dois modelos “topo de linha” lançados pela Apple em setembro passado.

Durante o final de semana da Black Friday, a fabricante americana enfrentou problemas de entrega desses aparelhos. Atualmente, para aqueles que comprarem o aparelho na loja online, as entregas estão planejadas para o fim de dezembro ou início de janeiro de 2023.

Com isso, a Apple pretende abrir novas fábricas em países como Índia e Vietnam, que já fabricam produtos da Apple, como modelos mais velhos de iPhone, AirPods e HomePods. Além desses países, a cidade de Campinas, no Brasil, é outra região onde a companhia americana faz a montagem dos produtos.

Atualmente, a Apple enfrenta uma escassez de 10 milhões a 15 milhões de unidades do iPhone.

A empresa americana tem dificuldades para entregar os smartphones para consumidores, o que prejudica as vendas da companhia no momento mais importante do ano, quando a Black Friday e festas de fim de ano impulsionam o consumo.

“A mudança para fora da China não vai ser fácil e vem acompanhada de empecilhos logísticos, de engenharia e de infraestrutura, conforme um movimento mais agressivo para a Índia e Vietnam começa. No momento, a Apple assiste ao desastre na China com pouco a fazer agora”, disse o analista Dan Ives.
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Mensagem por E.R » 08 Dez 2022, 02:57

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A história do Tik Tok.
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