Lula

Espaço para debates sobre assuntos que não sejam relacionados a Chespirito, como cinema, política, atualidades, música, cotidiano, games, tecnologias, etc.
Chapolin Gremista
Banido
Banido
Mensagens: 7071
Registrado em: 03 Fev 2009, 00:22
Programa CH: Chapolin
Time de Futebol: Grêmio
Localização: Viamão - RS
Curtiu: 223 vezes
Curtiram: 138 vezes

Lula

Mensagem por Chapolin Gremista » 10 Nov 2022, 18:18

NOTÍCIAS
EM DISCURSO
Lula diz que Alckmin não será ministro
Defende Alckmin e seu silêncio

Imagem

Hoje (10), em um discurso no auditório do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), sede do governo de transição Lula desmentiu que o vice-presidente Geraldo Alckmin não será ministro.

Exigiu que o ex-governador de São Paulo fosse o coordenador da transição para que ninguém pensasse que ele seria ministro: “Ele não disputa vaga de ministro porque é o vice-presidente da República”, afirmou.

Lula falou depois de Alckmin, que fez um discurso curto e o defendeu sobre seus discursos rápidos: “Não adianta pedir pro Alckmin falar um discurso mais longo porque não fala”, brincou. “Ele foi telegráfico como sempre.”

Sua fala foi sobre o “Brasil do Futuro” para uma plateia formada por deputados e senadores de partidos aliados, no palco também estavam Alckmin, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e a esposa do presidente eleito, Janja. O petista disse ainda que a comissão de transição “não decide nada” e “é como se fosse uma máquina de ressonância magnética, vai fazer o levantamento a partir da situação do país.”



https://causaoperaria.org.br/2022/lula- ... -ministro/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI

Chapolin Gremista
Banido
Banido
Mensagens: 7071
Registrado em: 03 Fev 2009, 00:22
Programa CH: Chapolin
Time de Futebol: Grêmio
Localização: Viamão - RS
Curtiu: 223 vezes
Curtiram: 138 vezes

Lula

Mensagem por Chapolin Gremista » 11 Nov 2022, 21:07

NOTÍCIAS
GOVERNO DA BURGUESIA?
Uma interpretação absolutamente torta do caráter do governo Lula
O governo Lula não é um governo dependente da burguesia, mas um governo em disputa. A posição independente dos trabalhadores deve ser de ataque à burguesia, não ao governo

Imagem
Entre os setores da esquerda pequeno-burguesa, vemos basicamente duas posições contraditórias em relação ao que virá pela frente em um terceiro governo Lula. A primeira posição é a do “oba oba”, da crença de que Lula está angariando o apoio de amplas parcelas do aparato do Estado, do centrão, da imprensa golpista e do “mercado”. E por isso Lula teria a governabilidade garantida para aplicar seus programas de reformas sociais em benefício do povo brasileiro, como se a burguesia estivesse disposta a permitir tais programas.

A segunda posição é a de que esses supostos apoios que Lula estaria angariando comprovariam que ele é um candidato dos capitalistas e do imperialismo e que, apesar de a derrota de Bolsonaro ter sido uma vitória dos trabalhadores, Lula já se comprometeu a aplicar o exato programa exigido pelos banqueiros.

Esta última posição é compartilhada pela Esquerda Marxista. “A candidatura de Lula, aliás, aliando-se a vários elementos da velha política, apareceu mais do que a candidatura de Bolsonaro como sendo a representante do velho sistema”, escreve.

Ora, se Lula foi o candidato do “velho sistema”, ou seja, do sistema, do regime político, da burguesia e do imperialismo, por qual motivo o agrupamento que se reivindica trotskista o apoiou? Afinal de contas, é uma questão de princípios políticos para uma organização marxista apoiar somente as candidaturas representativas da classe operária e não votar nas candidaturas da burguesia e do imperialismo. Isso significa que a Esquerda Marxista teria apoiado uma candidatura do “velho sistema”, uma traição da política revolucionária.

A Esquerda Marxista utiliza alguns argumentos que indicariam como Lula foi um candidato burguês nas eleições e será um fantoche da burguesia em seu governo.

“A campanha de Lula enterrou qualquer reivindicação popular com que tinha coqueteado no começo da trajetória. Na campanha do 2º turno, ampliaram-se as alianças com a burguesia. Ao invés da laicidade do Estado, Lula passou a citar ‘Deus’ a todo momento, tentando parecer mais religioso que Bolsonaro. Colocou-se pessoalmente contra o aborto, sem explicar a necessidade de legalizar o direito das mulheres ao aborto. Lançou a ‘Carta ao Brasil do Amanhã’ que, assim como a ‘Carta ao Povo Brasileiro’ de 2002, foi um compromisso com o capital financeiro de manutenção da ‘responsabilidade fiscal’, leia-se: pagar a dívida pública em primeiro lugar, mesmo que para isso tenha que cortar orçamento de qualquer área essencial. Só a partir da reta final do 1º turno, a campanha de Lula convocou comícios de massa. No geral, o que vimos foi uma campanha centrada na internet, com ataques despolitizados ao adversário, ao invés de uma campanha que impulsionasse a organização e mobilização a partir de comitês de base, nos bairros e cidades, dialogando com as necessidades concretas do proletariado.”

O grupo não entendeu. Acredita que o aspecto direitista e conservador da campanha de Lula se sobrepõe ao aspecto esquerdista e progressista. Isso não é verdade. Tanto é assim que Lula se elegeu. Se o aspecto direitista e conservador de sua campanha tivesse se sobreposto, ele não teria vencido a eleição.

Os acordos feitos por Lula com a terceira via e setores capitalistas não são o fundamental. Eles não são acordos com o conjunto e nem mesmo com a ala principal da burguesia e do imperialismo, mas com uma “sombra da burguesia”, como caracterizou Trótski a frente popular de 1936 na França, ou no máximo com setores falidos da burguesia. A burguesia de conjunto lutou até o final para impedir a vitória de Lula, com coação patronal, financiamento cerca de cinquenta vezes maior da campanha de Bolsonaro em relação à campanha de Lula e utilização da máquina do Estado para comprar votos e impedir eleitores de irem votar.

Com relação às propostas, mesmo que rebaixadas, elas não são o que a burguesia esperava, como é o caso da “Carta ao Brasil do Amanhã”, criticada pelo mercado financeiro. A burguesia e o imperialismo não aceitam reformas sociais no Brasil e as negociações com o “centrão” para que o novo Auxílio Brasil ─ ou Bolsa Família ─ seja incluído no Orçamento de 2023 mostram isso (para os banqueiros, não pode haver nem um gasto a mais do que foi feito por Bolsonaro, que já eram gastos considerados negativos).

A Esquerda Marxista acha que propostas, discursos e acordos são o mais relevante na situação política. Isso é não levar em conta a luta de classes. Apesar de toda a sua moderação, Lula foi pressionado pelas bases para ir à esquerda e o que se viu no segundo turno foi uma imensa mobilização de massas, até mesmo relativamente radicalizada. No final das contas, o final da campanha foi a expressão concreta da luta de classes: a mobilização política do proletariado a favor de seu candidato contra a mobilização política da burguesia a favor do seu candidato.

Vai mais longe e, sob a farsa do caráter do governo Lula, indica qual será sua política a partir de 2023: “O governo Lula, sabemos, será um governo de União Nacional, um governo de um partido operário com a maioria da burguesia. A indicação de Geraldo Alckmin como o coordenador da transição mostra quem vai mandar no governo – a burguesia. Nós sabemos, só com a ruptura com a burguesia poderá haver o atendimento das reivindicações da classe trabalhadora e da juventude.”

Ou seja, se o governo Lula será um governo onde “quem vai mandar é a burguesia”, portanto o governo Lula será um inimigo dos trabalhadores. Esse é o início do caminho para tomar posições golpistas quando ocorrer uma crise do governo Lula com a burguesia e o imperialismo, tal como houve com Dilma Rousseff a partir de 2014. Motivada por uma avaliação absolutamente torta da eleição e do novo governo Lula, a Esquerda Marxista e demais grupos supostamente radicais da esquerda tende, com essa política, a ficar a reboque do imperialismo caso este tente um novo golpe de Estado contra o PT ─ possibilidade que não é nada descartável.

A posição correta a ser adotada no terceiro governo Lula é não participar do governo nem mesmo apoiar a política do governo de modo geral ─ como nós não apoiamos a política do PT ─, mas também não fazer oposição ao governo. O PCO vai manter o critério que sempre adotou: vai apoiar o governo do PT contra a direita naquilo que for uma medida democrática e naquilo que favorecer os interesses dos trabalhadores o PCO vai apoiar criticamente. Naquilo que for contra os interesses dos trabalhadores, o PCO irá criticar o governo Lula.



https://causaoperaria.org.br/2022/uma-i ... erno-lula/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI

Chapolin Gremista
Banido
Banido
Mensagens: 7071
Registrado em: 03 Fev 2009, 00:22
Programa CH: Chapolin
Time de Futebol: Grêmio
Localização: Viamão - RS
Curtiu: 223 vezes
Curtiram: 138 vezes

Lula

Mensagem por Chapolin Gremista » 12 Nov 2022, 20:52

NOTÍCIAS
ONDA GOLPISTA
Uma esquerda que já prepara o “Fora Lula”
A luta contra o bolsonarismo, para o próximo período, passa primeiro pelo debate e pelo convencimento de elementos desgarrados da classe trabalhadora.

Imagem
Parte da esquerda, como o Partido Operário Revolucionário (POR), embora consiga fazer uma leitura parcialmente correta do atual quadro político brasileiro, acaba esbarrando nas concepções equivocadas sobre o caráter dos governos petistas, Lula/Dilma, como se se tratassem de governos neoliberais entreguistas, e não nacionalistas moderados.

A esquerda, de um modo geral, também não tem conseguido lutar contra o bolsonarismo de forma consequente. As manifestações que ocorreram após a derrota de Jair Bolsonaro, os bloqueios em estradas, as manifestações em frente a quartéis pedindo intervenção militar, podem ser, como se diz, “consequências de uma política autoritária, ultradireitista e fascistizante”. No entanto, não devemos nos confundir: essas manifestações são legítimas. Os bolsonaristas têm todo o direito de se manifestar.

É um erro colossal pedir a intervenção da polícia militar ou do STF para agir contra os manifestantes. Aquela bravata de Boulos, de que o MTST estaria saindo para desbloquear as estradas, também não deve ser aplaudida, pois é puro jogo de cena.

Embora haja uma boa parcela de elementos de classe média-alta na base bolsonarista, existe um bom número de pessoas da classe operária que não sabem exatamente o porquê de estarem participando desse movimento. O que equivale a dizer que podemos trazer esses trabalhadores novamente para o campo da esquerda e isso não acontece em um passe de mágica. É necessário fazer todo um esforço e parar de estigmatizar aqueles que eventualmente tenham adotado um posicionamento de direita.

Não devemos pedir que as instituições do Estado burguês atuem contra métodos tradicionalmente adotados pela esquerda porque, ocasionalmente, estão sendo utilizados por elementos da direita. O fortalecimento do aparato de repressão do Estado só pode aumentar a repressão que recairá, fatalmente, com mais força sobre a classe trabalhadora.

Golpe de Estado
Outro assunto que só tem atrapalhado é o famoso golpe de Estado que seria dado por Bolsonaro. Nada indica que isso esteja prestes a acontecer. Já passamos por momentos mais tensos, quando, por exemplo, o general Heleno ameaçou botar os tanques na rua, caso Lula não fosse preso ainda que ilegalmente.

Essa história do golpe está parecendo a fábula de Pedro e o Lobo. De tanto gritar ‘Lobo!’, ninguém se mexeu quando de fato havia um lobo ameaçando o menino. A mesma coisa com o ‘golpe’. A despeito de todo o alarde da esquerda, não houve golpe no dia 7 de Setembro. Não houve golpe também no dia da votação. A paralisação de parte dos caminhoneiros e pressão popular sobre os quartéis não parece configurar que haja um golpe em andamento.

O que é temerário, isso sim, é que, vencidas as eleições, a direção petista continue agindo como se não estivesse acontecendo nada. Metade do país votou em Bolsonaro, é uma força a ser considerada. O governo eleito poderia fazer um comitê de crise e chamar representantes dos caminhoneiros para o debate. Deveria marcar um ato da esquerda de solidariedade, de apoio à vitória petista contra os que estão na frente dos quartéis. Não é necessário, neste momento, que se entre em choque com os bolsonaristas da classe trabalhadora. Não nos cansamos de repetir, Lula precisará da força do povo para poder governar, pois a burguesia, apesar da aparente boa vontade com o governo, entrará em choque com ele inevitavelmente.

É verdade que a vitória de Lula não resulta em derrocada da “ultradireita”. Mas também é verdade que o movimento se enfraqueceu, o que seria um bom momento para se tentar o diálogo com os elementos mais atrasados da classe operária e de outros setores oprimidos que pensam que são de direita.

A luta contra o bolsonarismo
Como vimos durante a campanha de Lula, o movimento foi sendo infiltrado por elementos de direita e até mesmo bolsonaristas, como Simone Tebet e André Janones ─ às vezes à convite do próprio PT. A senadora pelo MS votou quase sempre com o governo Bolsonaro, não nos esquecendo que ela votou pelo impeachment de Dilma.

Segundo o POR, Lula “cumprirá a função de um novo governo burguês”. Mas isso é uma meia-verdade. Porque, embora logicamente Lula tenha sido eleito no âmbito das eleições controladas pela burguesia e tenha se aliado com capitalistas e golpistas, não foi isso que levou à sua vitória. Em última instância, na verdade, Lula venceu de forma independente da burguesia, que não o queria para governar o País. Lula venceu graças a um forte movimento popular que lutou durante anos contra o golpe, pelo Fora Bolsonaro e por Lula Presidente.

Sendo assim, é preocupante o chamado do POR: “a luta contra os bolsonaristas não pode e não deve ser canalizada para a sustentar o governo Lula. É com a independência de classe, com o programa de reivindicações e com os métodos próprios dos explorados que a classe operária e demais oprimidos se emanciparão de todas as variantes da política burguesa. Lutar contra o golpismo bolsonarista é lutar contra toda e qualquer forma de política burguesa.”

Nada indica que o governo Lula será um governo normal da burguesia, um governo voltado para o ataque aos trabalhadores, justamente devido ao caráter de sua eleição. O POR entende que a eleição de Lula não corresponde aos interesses do proletariado e por isso mesmo votou nulo. O voto nulo, por exemplo, foi uma estratégia completamente equivocada, pois não levou em consideração a tendência das massas de se unificar em torno da candidatura Lula e que isso significou um aumento da polarização entre os trabalhadores e a burguesia.

Trata-se de uma política antirrevolucionária. Não adianta ficar pregando sozinho no deserto, enquanto toda a maré popular está com Lula. É preciso conversar com o povo que votou em Lula e convencê-lo de que a política proposta por ele é insuficiente e que seria necessária uma política mais radical que resolvesse realmente os problemas da população.

Essa política defendida pelo POR com relação à eleição de Lula e ao seu governo tende à adoção de uma posição golpista quando o cenário se projetar favorável ao golpe da direita contra o governo. Da mesma forma que ocorreu com parte da esquerda dita “revolucionária” entre 2015 e 2016, que acreditava que o governo Dilma era exatamente igual a um futuro governo Temer e que os trabalhadores queriam a sua queda. E agora seria ainda pior, uma vez que a eleição de Lula representa, ao contrário de todas as outras, a vitória da classe operária contra a burguesia e de certa forma independente do imperialismo.

O que deve ser combatida é a colaboração de classes. A burguesia tentará de todas as formas controlar o governo. Os bancos vão tentar manter o teto de gastos para que assim garantam o pagamento de juros que é extremamente abusivo, e cortar programas sociais.

O POR pedir ‘abaixo o golpe Estado’ é surfar na onda alarmista que se abateu sobre a esquerda pequeno-burguesa, o que só tem servido para disseminar o medo e a paralisia, bem como a confiança nas instituições burguesas.

Quanto às centrais sindicais, a resistência precisa ser organizada; mas é preciso ter em mente que existe um amplo terreno de debate e convencimento para trazermos de volta os trabalhadores confusos para o nosso campo. A hostilidade, estigmatização dessas pessoas só vai fazer com que fiquem refratários e se fechem ainda mais em suas convicções.

O mais importante, no momento, é unificar a esquerda em torno da reconquista dos direitos que os golpistas roubaram de nós trabalhadores. É preciso unidade para pressionar o governo Lula para a esquerda, pois todo tabuleiro está montado pela burguesia para assediá-lo por todos os lados.



https://causaoperaria.org.br/2022/uma-e ... fora-lula/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI

Avatar do usuário
E.R
Colaborador
Colaborador
Mensagens: 105456
Registrado em: 01 Fev 2009, 19:39
Programa CH: Chaves
Time de Futebol: Flamengo
Localização: Rio de Janeiro
Curtiu: 6359 vezes
Curtiram: 3919 vezes

Lula

Mensagem por E.R » 12 Nov 2022, 21:02

NOTÍCIAS
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/m ... asia.shtml

Lula esteve neste sábado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para realizar exames de rotina.

Um exame de nasofibroscopia apontou alterações na garganta causadas pelo esforço vocal, o que pode ser caracterizado como inflamação.

Encontrou, também, uma pequena área de leucoplasia na laringe, caracteriza por manchas brancas.

Os exames, no entanto, não identificaram qualquer sinal de que o câncer identificado e tratado por ele em 2011 possa ter voltado.
Imagem
Imagem
Imagem

Chapolin Gremista
Banido
Banido
Mensagens: 7071
Registrado em: 03 Fev 2009, 00:22
Programa CH: Chapolin
Time de Futebol: Grêmio
Localização: Viamão - RS
Curtiu: 223 vezes
Curtiram: 138 vezes

Lula

Mensagem por Chapolin Gremista » 13 Nov 2022, 00:37

NOTÍCIAS
CONTRA OS GOLPISTAS
Lula denuncia cassino dos acionistas: “mercado sensível”
O tom de Lula nas recentes entrevistas revelam uma política mais definidamente à esquerda e contra a farra dos acionistas promovidas pelo regime golpista

Imagem
Opresidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, declarou, no início da semana, que seu governo não terá como prioridade qualquer teto de gastos, mas que o foco deverá ser o financiamento de programas sociais e da industrialização do País. Após estas importantes declarações contra o teto de gastos, uma ação criminosa do regime golpista para favorecer os lucros dos bancos e do mercado financeiro, as bolsas de valores brasileiras oscilaram negativamente.

Em resposta à política de pressão dos acionistas, que buscam forçar o mercado a pressionar Lula e as decisões de seu governo, o presidente eleito denunciou este cassino promovidos pelos acionistas e afirmou que o mercado está “sensível”. Lula declarou que:

“Eu nunca vi um mercado tão sensível quanto o nosso. É engraçado que esse mercado não ficou nervoso com quatro anos de Bolsonaro”. O tom de Lula nas recentes entrevistas revelam uma política mais definidamente à esquerda e contra a farra dos acionistas promovidas pelo regime golpista. O golpe colocou o País nas mãos do mercado financeiro, dos bancos e do imperialismo, e agora todos estes setores tentam forçar Lula a recuar em seu projeto de desenvolvimento econômico e social no Brasil.

Isto só comprova que, como mesmo afirmou Lula no passado, “se Bolsonaro governou para o mercado, nós não devemos fazer o mesmo”. Governar para o chamado “mercado”, que a imprensa burguesa tanta menciona, é, na realidade, colocar a economia nacional nas mãos de acionistas, de grandes capitalistas do sistema financeiro e dos bancos imperialistas. Com o dinheiro na mão, estes setores buscam pressionar a economia e chantagear o novo governo.

Lula, no entanto, não pode recuar e precisa seguir em frente a uma política dura contra os banqueiros e em defesa dos trabalhadores brasileiros. “É preciso fazer tetos de gasto? Por que as mesmas pessoas que discutem com seriedade o teto de gasto não discutem a questão social do país?”, afirmou de maneira acertada Lula.

https://causaoperaria.org.br/2022/lula- ... -sensivel/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI

Chapolin Gremista
Banido
Banido
Mensagens: 7071
Registrado em: 03 Fev 2009, 00:22
Programa CH: Chapolin
Time de Futebol: Grêmio
Localização: Viamão - RS
Curtiu: 223 vezes
Curtiram: 138 vezes

Lula

Mensagem por Chapolin Gremista » 14 Nov 2022, 03:01

NOTÍCIAS
VIVA!
Até a Veja já entendeu que o Lula de 2022 não será o de 2002
Presidente eleito, apesar dos acenos ao "mercado" durante a campanha eleitoral e a formação do gabinete de transição, indicou que não se curvará à política dos banqueiros

Imagem
Vinte e sete de agosto de 2020. Representando o Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann. Em nome do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Juliano Medeiros. À frente do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Luciana Santos. Por fim, na presidência do Partido da Causa Operária (PCO), o companheiro Rui Costa Pimenta. O assunto? A possibilidade de os quatro partidos formarem uma frente de esquerda para as eleições municipais de 2020.

Foi nesse debate, promovido pela TV 247 em conjunto com a DCM TV e a TV Fórum, que o PCO apresentou publicamente, pela primeira vez, o seu apoio à candidatura de Lula nas eleições de 2022. Lula sequer era candidato — na verdade, estava, do ponto de vista jurídico, inelegível. A colocação de Rui Pimenta, portanto, era uma palavra de ordem: é preciso unificar a esquerda para derrubar os processos ilegítimos contra o ex-presidente e lutar para que seja eleito.

A proposta terminou sendo a única daquele encontro. Curiosamente, Rui Pimenta também ficaria marcado como o “mais pessimista” do debate. E não por acaso: sua avaliação era de que era preciso levar em conta “a marcha da situação política nacional e internacional” e que a esquerda deveria ter como eixo não a eleição de um ou outro indivíduo, mas sim derrotar a direita. Isto é, derrotar todo o sistema antidemocrático montado para que os elementos mais reacionários tomem conta do regime. Lula, nesse sentido, seria uma “arma para “impor uma reviravolta na situação política”. Alguém que, dada a sua capacidade de mobilização, poderia mudar efetivamente o quadro político do País.

Vieram as eleições municipais e a avaliação mostrou-se impecável: a esquerda sofreu mais uma dura derrota. O PT, maior partido de esquerda da América Latina, sequer elegeu o prefeito de alguma capital. Por outro lado, a proposta do PCO não teve a adesão de qualquer um dos partidos, sob os mais variados pretextos.

Eis que, no entanto, a situação política começou a mudar rapidamente. Em março de 2021, o STF anulou os processos contra Lula, restituindo seus direitos políticos. Ao mesmo tempo, as tentativas da imprensa golpista de impor à esquerda um candidato direitista, como Ciro Gomes ou mesmo alguém do PSDB, fracassou miseravelmente, em grande medida devido à incapacidade da burguesia de levar adiante a política de “frente ampla” nos atos Fora Bolsonaro. Cada vez mais, a candidatura de Lula ganhava força e, inevitavelmente, arrastava o setor mais combativo da esquerda para si.

Com Lula no páreo, restou a burguesia uma intensa campanha para causar intrigas no interior da esquerda e, ao mesmo tempo, chantageá-lo para que não se tornasse o porta-voz de todas as reivindicações radicais de seus apoiadores. Foi muita, muita intriga, por mais que, nesse período, o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não tenha feito uma campanha tão aberta quanto a que fez na época de sua prisão. À direita, as intrigas eram basicamente as mesmas que em 2016, com um tom cínico e policialesco: Lula não seria “inocente”, mas sim um condenado com seus processos anulados (!), Lula seria amigo de “ditadores sanguinários” como Nicolás Maduro (!), e por aí vai. À esquerda, as intrigas, que muitas vezes vinham de dirigentes da esquerda nacional, procuravam mostrar que Lula seria “apoiado por Joe Biden”, que seria a própria “terceira via”, que serviria para conter o movimento nas ruas, que sua política seria “neoliberal” etc.

As intrigas da direita não merecem resposta. São, quase todas elas, folclóricas e delirantes. Apelam para o moralismo da classe média, e não para os interesses da classe operária. As intrigas “esquerdistas”, no entanto, que causaram confusão até mesmo entre apoiadores de Lula, estão agora caindo por água abaixo.

Todas as intrigas “esquerdistas” partem de uma mesma análise profundamente equivocada: o Lula de 2022 seria o mesmíssimo Lula de 2002. Isto é, com as mesmas características, com a mesma política e representante do mesmo movimento. Trata-se de um vício infantil, mas extremamente comum entre a esquerda pequeno-burguesa, que foi incapaz de prever e denunciar todos os golpes de Estado do último período justamente por isso.

O Lula de 2002, embora não fosse uma marionete de George Bush, foi eleito com o pleno aval da Casa Branca. Havia um levante em curso na América do Sul e o imperialismo tinha a avaliação de que era necessário pôr na presidência do Brasil, o país mais importante da região, alguém que conseguisse acalmar a população antes que o País entrasse em colapso. O imperialismo, assim, diferentemente do que fez em 1989, em 1994 e em 1998, “deixou” Lula vencer as eleições — não sem antes forçá-lo a assumir uma série de compromissos com seus representantes. Lula assinou a famigerada “carta aos brasileiros”, colocou em seu primeiro escalão vampiros como Henrique Meirelles e, à exceção de algumas medidas sociais, levou adiante, no primeiro mandato, a mesma política econômica de Fernando Henrique Cardoso.

O cenário hoje é outro. Primeiro, temos um Lula 20 anos mais experiente, que já levou rasteiras inesquecíveis da burguesia. Lula havia sido chamado de “o cara” por Barack Obama e elogiado pelos comentaristas da Rede Globo, mas acabou indo parar na cadeia e viu seu partido ser espancado. E mais do que isso: a burguesia não mudou de política. Os motivos que fizeram o imperialismo perseguir Lula continuam de pé, e ainda mais intensos: a necessidade de reduzir o Brasil a pó e anular qualquer resistência a esse plano. A massa que apoia Lula hoje tem sangue nos olhos e a experiência de seis anos de golpe de Estado na pele. Lula tornou-se um político voltado para o confronto. Ou Lula enfrenta a burguesia e toma medidas que poderão aprofundar a crise do golpe de Estado, ou poderá ser ultrapassado por seus apoiadores. Coisa que visivelmente não quer.

Esse foi o prognóstico do PCO quando decidiu apoiar Lula. Os acenos “à direita”, afinal, sempre foram parte da política de Lula. Não são a política do PCO, que defende a expropriação da burguesia, mas são parte da concepção que Lula tem da política. Isto é, de que é preciso fingir compromisso com os capitalistas para ter uma “opinião pública” favorável, mesmo que sua política, na prática, vá de encontro ao que fala. Não significa, portanto, que ao colocar Geraldo Alckmin (PSB) como vice-presidente, ele irá aprovar uma nova reforma da Previdência, coisa que o eternamente tucano adoraria.

E é isso, no final das contas, que está sendo comprovado na prática. A própria campanha eleitoral de Lula, de sua parte, mais pareceu com a de 1989 — a mais radical e classista que o PT já empenhou — do que com qualquer outra campanha. Lula denunciou o golpe em várias oportunidades e defendeu medidas concretas, que se chocam com os interesses do “mercado”. No final do segundo turno, em contraste com a “carta aos brasileiros”, divulgou uma carta que, embora bastante limitada, não fazia um “aceno” ao mercado financeiro.

Nos últimos dias, Lula está dando uma demonstração ainda mais contundente de que não será o Lula que os banqueiros querem. O presidente eleito segue em silêncio sobre a composição de seu ministério, o que vem deixando os capitalistas muito aflitos. Em um primeiro momento, indicou vários direitistas para o gabinete de transição, que é uma comissão semitécnica e semipolítica formada para negociar com o governo Bolsonaro e levantar dados sobre a situação real do País. Quando os nomes de Geraldo Alckmin, Persio Arida, André Lara Resende, Simone Tebet e várias outras figuras nefastas foram anunciados, a imprensa elogiou a “frente ampla” que Lula estaria criando.

Mas eis que, depois de “dar a seta para a direita”, Lula está indicando que irá virar à esquerda. Em sua primeira visita ao gabinete de transição, Lula fez um discurso de 40 minutos que contrariou tudo o que o “mercado” esperava. Criticou a reforma da Previdência e a reforma trabalhista, criticou o “equilíbrio fiscal” e reforçou seu compromisso com os brasileiros que estão passando fome. Lula ainda falou que não irá “fatiar a Petrobrás”, nem privatizar os bancos estatais. No dia anterior, já tinha dito que o que a direita chama de “gasto”, na verdade, era investimento, e que o Brasil não deveria ter dívida com os bancos, mas sim com o povo pobre do País.

Bastou isso para que o imperialismo entrasse em desespero. A bolsa de valores de São Paulo caiu — uma mera chantagem que dificilmente será eficiente — e os jornais burgueses — todos eles — publicaram inúmeras matérias e editoriais criticando Lula. Todos eles iguais: Lula seria “irresponsável”, teria “começado mal” etc. Muito chamou a atenção um artigo da Veja, escrito pelo economista Maílson da Nóbrega, que afirma:

“As falas irresponsáveis de Lula começam a abalar a crença dos que, como este escriba, apostam que ele vai repetir o pragmatismo que demonstrou em 2003, quando convidou Henrique Meirelles para presidir o Banco Central, aprovou a equipe de economistas liberais e experientes que assessorariam o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, e abraçou o tripé macroeconômico que herdou do presidente Fernando Henrique, caracterizado por austeridade fiscal, câmbio flutuante e metas para a inflação”.

Ninguém deveria levar a sério o que diz o sujeito. É um verdadeiro monstro, um tipinho fascista, que ousa a dizer que “o livre pensar do presidente eleito pode tornar impossível discutir e enfrentar a grave situação fiscal deste e dos próximos anos”. Notem bem a arrogância do senhor que, sem ter um único voto sequer, critica o “livre pensar” de quem foi eleito com 60 milhões de votos. Nóbrega é claro: ninguém é livre para pensar o que quer — a não ser que sejam sobre coisas totalmente irrelevantes. Quando o assunto é economia, só se pode “pensar” aquilo que os bancos querem que você pense. Isto é, que a vida de 50, 60, 70 milhões de pessoas que estão passando fome valem menos que o charuto de um banqueiro.

Se até a burguesia reconhece que o presidente que foi eleito no dia 30 de outubro não é o Lula da “carta aos brasileiros”, então viva! A guerra já está declarada. Que o Lula de 2022 seja a arma que falta aos trabalhadores para pôr abaixo o regime golpista.



https://causaoperaria.org.br/2022/ate-a ... o-de-2002/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI

Chapolin Gremista
Banido
Banido
Mensagens: 7071
Registrado em: 03 Fev 2009, 00:22
Programa CH: Chapolin
Time de Futebol: Grêmio
Localização: Viamão - RS
Curtiu: 223 vezes
Curtiram: 138 vezes

Lula

Mensagem por Chapolin Gremista » 16 Nov 2022, 02:53

NOTÍCIAS
POLÍTICA ECONÔMICA
O governo Lula será um instrumento do imperialismo?
Jornal A Nova Democracia critica "demagogia de Lula" e acaba se juntando à direita que ela acusa Lula de ser aliado

Imagem
Em editorial publicado no último dia 9 de novembro, o jornal A Nova Democracia tenta analisar a vitória de Lula e a chamada transição de governo.

O artigo, chamado “Finda a ‘festa’, vem a ressaca”, afirma que

“APEC da Transição (que pode virar uma Medida Provisória), discutida pela equipe de transição do novo governo com o Congresso, pretende impor um rombo fiscal de até R$ 200 bilhões, acima do “teto de gastos” (cláusula pétrea do establishment das classes dominantes) para sinalizar cumprir o mínimo das promessas do novo governo, para que não se queime já de entrada. Afinal, os de cima estão todos de acordo com tais medidas compensatórias, pois são uma medida de salvação para evitar entornar de vez o caldo quente.”

Não fica muito claro se A Nova Democracia é a favor ou contra o teto de gastos. Se consideram que o teto é uma exigência das classes dominantes, também descrevem em tom crítico o “rombo fiscal de R$ 200 bilhões”, que seria nada mais do que uma medida demagógica. O que A Nova Democracia deveria explicar é se, sendo demagogia ou não, é a favor de romper o teto de gastos para medidas sociais.

Afinal, qualquer um tem o direito de criticar uma determinada política social. “Poderia ser mais”, dizem alguns, “é insuficiente”, dizem outros. A acusação pura e simples de demagogia não é uma verdadeira crítica, a não ser que se prove que aquilo com o que se está fazendo a demagogia seja apenas discurso, mera farsa. Não se trata disso, segundo o próprio editorial do jornal, afinal, segundo eles mesmos, a PEC prevê um rombo no teto de gastos.

Além disso, a acusação de demagogia pode muito bem ser feita por qualquer direitista, pelo simples fato de que a direita é contra dar dinheiro para o povo, ou porque querem um pretexto para atacar o futuro governo Lula.

A esquerda precisa se posicionar claramente. Se é favor de não dar dinheiro para o povo porque isso é “demagogia”, ou se é a favor de medidas que deem melhores condições para o povo, mesmo que sejam insuficientes. Logicamente, a esquerda precisa ser a favor de todas as medidas que beneficiam o povo e, mais ainda, deve defender que o teto de gastos seja tão arrombado que não exista mais.

A Nova Democracia afirma, ainda, que os “de cima estão todos de acordo com tais medidas compensatórias”. Nada poderia ser mais falso. Os banqueiros, especuladores, a imprensa golpista, em suma, a burguesia em geral e o imperialismo, estão totalmente contra a política apresentada por Lula. Há uma crise que está bem expressa nos principais jornais golpistas criticando a “irresponsabilidade fiscal de Lula”. O tal mercado reagiu mal na bolsa de valores. Existe uma contradição muito evidente.

O que parece é que A Nova Democracia inventou a ideia de que a burguesia está a favor dessa política, para não aparecer junto com ela em sua oposição ferrenha. Mas a posição do jornal acaba colocando sua política ao lado daqueles que estão criticando Lula por “gastar dinheiro para fazer demagogia” ─ esse é o conteúdo principal quando a direita chama Lula de “populista”.

A maioria do povo votou em Lula para ter o que comer. Um esquerdista pode chamar isso de demagogia, mas é uma coisa bem concreta. Um partido revolucionário deveria em primeiro lugar denunciar a política de fome da direita e chamar o povo a exigir mais. Nesse sentido, a posição do jornal é extremamente sectária.

O editorial de A Nova Democracia acredita que essa política é “demagogia, pura e simples”, mas que serve apenas para essa transição e início do governo: “O novo governo tem claro que nos próximos meses e anos, ou quiçá, nos quatro anos seguintes terá que levar a cabo ataques draconianos contra os direitos e interesses fundamentais das classes populares, para atender aos interesses sagrados das classes dominantes, principalmente de um sistema imperialista em profunda crise”. O governo Lula estaria se indispondo agora para daqui a pouco se colocar como um serviçal dos ataques imperialistas contra o povo.

Com base em que A Nova Democracia acredita nisso? Eles não explicam, apenas se limitam a dizer ser isso o que quer o imperialismo. De fato é isso, mas o que indica que o governo Lula será um instrumento dessa política? Se for pelos fatos de agora, nada indica. Pelo contrário, a primeira impressão é a de que o governo Lula será uma constante crise com o imperialismo.

https://causaoperaria.org.br/2022/o-gov ... erialismo/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI

Chapolin Gremista
Banido
Banido
Mensagens: 7071
Registrado em: 03 Fev 2009, 00:22
Programa CH: Chapolin
Time de Futebol: Grêmio
Localização: Viamão - RS
Curtiu: 223 vezes
Curtiram: 138 vezes

Lula

Mensagem por Chapolin Gremista » 16 Nov 2022, 16:55

NOTÍCIAS
COP27
Lula diz que vai cobrar os países ricos
Presidente eleito indica que vai fazer um governo de maior enfrentamento com o imperialismo nas questões internacionais

Imagem
O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, em seu discurso hoje (16) na COP27, no Cairo, indicou que irá se apresentar de igual para igual nas conversas com as grandes potências capitalistas e irá cobrá-las dos compromissos que assumiram com os países pobres.

“Eu preciso discutir com os países ricos algumas decisões que já foram tomadas em várias outras COPs e que não saem do papel e não são executadas e nós precisamos ter clareza de que não podemos ficar prometendo sem cumprir”, disse.

Ele lembrou que os países da COP15 em 2009 na Dinamarca se comprometeram a fornecer 100 bilhões de dólares até 2020 para ajudar os países mais pobres a enfrentar a mudança climática. “Então eu não sei quantos representantes de países ricos têm aqui, mas eu quero dizer que a minha volta também é para cobrar aquilo que foi prometido na COP15.”

Logo em seguida a essa frase, o auditório começou a cantar “Oh, o Brasil voltou”, animado com as declarações do presidente que assumirá no dia 1° de janeiro de 2023 o seu terceiro mandato, prometendo um enfrentamento maior contra o imperialismo ─ ao menos foi o que Lula indicou nesse importante discurso.



https://causaoperaria.org.br/2022/lula- ... ses-ricos/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI

Avatar do usuário
E.R
Colaborador
Colaborador
Mensagens: 105456
Registrado em: 01 Fev 2009, 19:39
Programa CH: Chaves
Time de Futebol: Flamengo
Localização: Rio de Janeiro
Curtiu: 6359 vezes
Curtiram: 3919 vezes

Lula

Mensagem por E.R » 16 Nov 2022, 17:02

Ele podia cobrar o dinheiro que Cuba está devendo ao Brasil (de empréstimos feitos no governo Dilma), ajudaria a pagar Bolsa Família pra muita gente.
Imagem
Imagem
Imagem

Chapolin Gremista
Banido
Banido
Mensagens: 7071
Registrado em: 03 Fev 2009, 00:22
Programa CH: Chapolin
Time de Futebol: Grêmio
Localização: Viamão - RS
Curtiu: 223 vezes
Curtiram: 138 vezes

Lula

Mensagem por Chapolin Gremista » 16 Nov 2022, 17:17

NOTÍCIAS
COP27
Lula denuncia a ditadura imperialista na ONU
Presidente eleito chamou pela democratização do órgão

Imagem

Em seu discurso de cerca de trinta minutos na COP27, o presidente Lula voltou a defender a ampliação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), para que inclua os países atrasados e deixe de ser um monopólio das grandes potências.

“A ONU precisa avançar. Não é possível que a ONU seja dirigida sob a mesma lógica da geopolítica da II Guerra Mundial”, disse.

“O mundo mudou, os países mudaram. Os países querem participar mais. Os continentes querem estar representados, e não há nenhuma explicação para que só os vencedores da II Guerra Mundial sejam os que mandam e dirigem o Conselho de Segurança. É importante ter em conta que o mundo está precisando de uma governança global”, continuou.

Lula também defendeu o fim do “privilégio” do veto pelos membros do Conselho de Segurança. EUA, Reino Unido, França, Rússia e China têm o poder de veto por serem membros permanentes do Conselho de Segurança, e por isso mesmo que todos os países do mundo votem por uma resolução, um deles pode vetar essa resolução. É o que os EUA fazem há 20 anos na votação da resolução apresentada por Cuba à Assembleia Geral da ONU para por um fim no bloqueio econômico imposto pelos norte-americanos.

Isso revela o quão a ONU é uma entidade antidemocrática.

“Precisamos de uma nova governança global, de incluir mais países no Conselho de Segurança da ONU e acabar com o privilégio do veto”, afirmou o presidente.

Mesmo que reformas não revertam o caráter imperialista da ONU, as propostas de Lula buscam uma democratização do órgão, o que entra em total conflito com os interesses do imperialismo de manter as coisas como estão. Nesse sentido, trata-se de uma posição muito progressista do recém-eleito presidente brasileiro.



https://causaoperaria.org.br/2022/lula- ... ta-na-onu/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI

Chapolin Gremista
Banido
Banido
Mensagens: 7071
Registrado em: 03 Fev 2009, 00:22
Programa CH: Chapolin
Time de Futebol: Grêmio
Localização: Viamão - RS
Curtiu: 223 vezes
Curtiram: 138 vezes

Lula

Mensagem por Chapolin Gremista » 17 Nov 2022, 01:09

NOTÍCIAS
GOLPISTAS E DEMAGOGOS
Jato de empresário: já começam as picuinhas do PIG contra Lula
O nível da imprensa burguesa, se demonstra tanto agora como por seu passado, é o mesmo nível de Bolsonaro. A demagogia política com fatos irrelevantes cresceu na campanha golpista

Imagem
Acampanha contra Lula após a vitória nas eleições, por parte da imprensa burguesa já começou. Num momento inicial, buscando infiltrar quadros da chamada terceira via no futuro governo, em primeiro lugar na equipe de transição, e então com pressão pesada para a indicação de neoliberais para os ministérios, o Partido da Imprensa Golpista – PIG está retornando com sua campanha tradicional contra Lula, o PT e a esquerda. Defrontados com a resistência de Lula em atender as reivindicações do “mercado” (banqueiros), a campanha baixa tomou forma, e busca jogar lama no petista.

Já em condição oficiosa de representante do Brasil, pois que Bolsonaro recusou a participação na COP 27, Lula foi à conferência. Para chegar ao Egito, realizou a viagem em avião particular do empresário José Seripieri, próximo de Lula, junto a outras figuras, como o próprio empresário, a futura primeira-dama Janja e Fernando Haddad. No momento, enquanto presidente eleito, mas não empossado, o presidente não tem direito a utilizar aviões da Força Aérea Brasileira – FAB, a não ser que cedido pelo atual presidente, condição recusada pelo PT por questão de segurança.

Esgoto do jornalismo

A imprensa, sem nem mesmo apontar qualquer problema real na viagem, passou a tratá-la como um erro, ou mesmo algo que seria motivo para grave denúncia, uma ação com “custo político”. Não só isso, a imprensa passou a atacar o próprio avião, dizendo ser uma “aeronave de luxo”, o “preferido das celebridades ricas”, e o empresário, que foi preso pela criminosa operação Lava Jato, num processo que não terminou de tramitar até hoje. O fato é: Lula foi de carona com um empresário com proximidade sua representar o Brasil na Conferência da ONU para o meio ambiente. O destaque político seria o evento em si e a fala de Lula, que falou ontem. A declaração é destaque da edição de hoje deste Diário.

Ainda, o tribunal ditatorial que comanda as eleições no Brasil, o TSE, acusa o PT e o empresário José Seripieri de “irregularidade grave”, pois a doação do mesmo para a campanha eleitoral do partido foi informado não no prazo determinado pelo judiciário, de 72 horas (três dias) após o recebimento do valor, mas em seis dias, uma clara burocracia sem consequência, utilizada como desculpa para a campanha de ataques. É uma reedição das campanhas de calúnias e ataques absurdos que chegaram a acusar um ministro do governo Dilma de comprar uma tapioca de R$ 8,30, citando os centavos, com o cartão corporativo.

Outra campanha de ataques sem qualquer teor real na política no momento está sendo o enfoque da imprensa numa blusa utilizada por Janja em entrevista ao Fantástico, que era cara, essa é a notícia do PIG. Pelo fato já se vê que é uma campanha de baixíssimo nível. Não se trata de imóveis milionários, contas de banco em paraísos fiscais ou coisa do gênero, mas de uma camiseta. O nível do jornalismo do PIG é sofrível.

Por que descem a esse nível?

Fica demonstrado, assim, o fim de fato de qualquer amabilidade entre o futuro governo e a imprensa golpista de conjunto. O que se fez até agora foi uma fachada para buscar transformar o terceiro governo Lula em mais um governo ao estilo Fernando Henrique Cardoso, totalmente subordinado ao imperialismo e ao capital financeiro. Sem indicação de ceder, Lula se coloca como o candidato eleito pelos trabalhadores, com promessas de reformas para a garantia de direitos sociais e o desenvolvimento nacional, tudo o que o PIG não quer, como colocado explicitamente em coluna no Estadão: “Lá está a volta a um passado que deu muito errado. Refinarias, indústria naval, reindustrialização, microprocessadores e bancos públicos.”

Toda a jogada de lama, com tapiocas, caronas e camisetas, foi inclusive utilizada para fazer campanha por Bolsonaro, com sua caneta Bic. O nível da imprensa burguesa, se demonstra tanto agora como por seu passado, é o mesmo nível de Bolsonaro. A demagogia política com fatos irrelevantes cresceu da própria imprensa em sua campanha golpista contra o PT, que destinou parte da economia ao desenvolvimento nacional e aos pobres, cedendo apenas parcialmente ao mercado. Tais veículos, jornais, etc, não merecem crédito ou boa reputação, mas apenas o escárnio e a desconfiança dos trabalhadores.


https://causaoperaria.org.br/2022/jato- ... ntra-lula/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI

Avatar do usuário
Churi Churin Fun Flais
Membro
Membro
Mensagens: 1188
Registrado em: 21 Mar 2020, 21:31
Programa CH: Chapolin
Time de Futebol: Flamengo
Localização: Do lado do vizinho
Curtiu: 224 vezes
Curtiram: 129 vezes

Lula

Mensagem por Churi Churin Fun Flais » 17 Nov 2022, 12:57

É, eles vão começar a querer usar qualquer coisa que o Lula faça aumentando como se fosse um podre. Ele sendo ovacionado na ONU eles não falam né, os outros países felizes que O BRASIL VOLTOU, isso eles não querem que seja notícia.
Esses usuários curtiram o post de Churi Churin Fun Flais (total: 1):
Chapolin Gremista


Bar do Pai Pedrão 4 anos!!!
Peça seu convite do server na minha MP!!!


Chapolin Gremista
Banido
Banido
Mensagens: 7071
Registrado em: 03 Fev 2009, 00:22
Programa CH: Chapolin
Time de Futebol: Grêmio
Localização: Viamão - RS
Curtiu: 223 vezes
Curtiram: 138 vezes

Lula

Mensagem por Chapolin Gremista » 17 Nov 2022, 18:42

NOTÍCIAS
LUTA NO CAMPO
Revista Veja continua atacando Lula, agora, com as ocupações
Lula, indo cada vez mais à esquerda, está sendo atacado pela imprensa burguesa de todas as maneiras possíveis

Imagem
No último final de semana, o MST (Movimento Sem Terra) veio a público anunciar a ocupação de duas fazendas na região da Chapada Diamantina, Bahia. A primeira delas, no sábado (12), Fazenda Gentil, no município de Maracás, foi ocupada por cerca de 100 famílias e, a segunda, no domingo (13), Fazenda Redenção, pertencente aos municípios de Planaltino e Irajuba, por outras 150 família.

Latifundiários e a especulação de terras

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que os latifundiários, essa elite alinhada com o capital e tradicionais inimigos do povo trabalhador do campo, mantém grandes extensões de terra em sua posse visando unicamente a especulação financeira. Especulação esta que anda de mãos dadas com a improdutividade dessas mesmas faixas de terra. Enquanto isso, centenas de famílias já desassistidas pelo estado permanecem desalojadas e em situação de profunda necessidade, em muitos casos não chegando a ter o mínimo para se alimentarem.

Desse modo, diferentemente do que as empresas de desinformação da imprensa burguesa vêm amplamente noticiando como uma ação criminosa por parte do MST, a investida deste no sentido da ocupação de terras improdutivas representa uma atitude eficiente, tanto no que diz respeito à preservação e proteção dessas centenas de famílias que se encontram em um estado de total abandono, quanto pela ação de resultados concretos no combate ao latifúndio do Brasil. O mesmo latifúndio que, por diferentes maneiras, sejam elas pela especulação financeira em conluio com o Estado, ou pela bala, tem contribuído para o retrocesso do avanço material da classe trabalhadora do campo e da cidade.

Revista Veja: representante da burguesia

Como dito anteriormente, a imprensa tradicional se organiza em prol dos interesses da elite nacional, da burguesia, que controla o latifúndio e os bancos e segue piamente os mandos e desmandos do imperialismo. O mesmo se dá com a Revista Veja, uma representante do golpe de Estado.

Em matéria publicada logo após a ocupação das fazendas já mencionadas pelo MST, a Veja tirou uma matéria intitulada “MST anuncia invasão de duas fazendas na Bahia” na qual se lança em um ataque, uma campanha rasteira contra os trabalhadores do campo. Note-se, a título de significado, que o periódico em questão emprega a palavra “invasão” em uma descarada tentativa de criminalizar a ação do MST junto ao público.

Em outro momento, a mesma matéria aponta que “a volta de Lula ao poder anima o MST” e continua ao afirmar que, ao longo dos governos de Lula, “foram realizadas 1.968 invasões de fazendas. Nos três primeiros anos de Bolsonaro, somente 24.” Na sanha de defender, como já dito, os interesses do latifúndio e da burguesia, finaliza o mesmo trecho ao esclarecer que “as lideranças dos sem-terra já avisaram que a eleição de Lula representa a retomada das invasões para fins de reforma agrária”. A reforma agrária que se configura em verdadeiro terror para os latifundiários e que representa, ao mesmo tempo, os anseios dos trabalhadores do campo.

Lula deve incentivar as ocupações

É sabido, como publicado inúmeras vezes neste Diário, que a eleição de Lula para a presidência é a única opção capaz de por fim à onda de ataques e retrocessos impostos desde o golpe de estado contra a população.

Dito isso, é vital que Lula, de posse da presidência do Brasil, incentive e trabalhe na intensificação das ocupações de terra por parte dos trabalhadores do campo. Já que Lula é alguém que de fato conhece de perto os principais problemas dos mais pobres, e por ser também um representante dessa mesma classe.

Para tanto, se faz necessária, mais do que nunca, a ampla organização e apoio popular para que as medidas que concretamente visem a melhoria da parcela trabalhadora da sociedade sejam postas em prática, e essa empreitada passa pela luta em prol da derrubada do latifúndio.

E sim, a volta de Lula ao poder anima o MST.

https://causaoperaria.org.br/2022/revis ... ocupacoes/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI

Chapolin Gremista
Banido
Banido
Mensagens: 7071
Registrado em: 03 Fev 2009, 00:22
Programa CH: Chapolin
Time de Futebol: Grêmio
Localização: Viamão - RS
Curtiu: 223 vezes
Curtiram: 138 vezes

Lula

Mensagem por Chapolin Gremista » 18 Nov 2022, 04:10

NOTÍCIAS
COP 17
Depois de “Dilmar”, Lula “Madurou”
Presidente eleito fez discurso bastante contundente em evento no Egito

Imagem
A“lua de mel” que nunca houve entre Lula e o “mercado” acabou. Viva!

O motivo da briga é claro: em sua visita mais recente a Brasília, Lula deu uma série de declarações que vão no mesmo sentido: irá governar para o povo pobre que o elegeu, nem que para isso tenha que passar por cima da “responsabilidade fiscal”. Em outras palavras, teto de gastos é o cacete!

Os bancos não gostaram, é óbvio. Estão acostumados a mamar todas as tetas do Estado, que, de tão endividado, fica seco, seco, seco e não sobra nem uma gotinha que seja para o povo. Saúde, emprego, educação, moradia, infraestrutura — tudo isso são “gastos” que os capitalistas não toleram. A mais moderada proposta de Lula sobre qualquer um dos assuntos soa, para os banqueiros, como um assalto aos seus cofres. Mesmo que banqueiro não trabalhe e considere “seu” dinheiro tudo o que um País produziu e ainda vá produzir!

Essa postura “ingrata” de Lula, que não se curvou ao benevolente “mercado” — o mesmo que conspirou pela sua prisão e pela derrubada de Dilma Rousseff — despertou reações de todos os lados. Rapidamente, aqueles que diziam ser seus “aliados” tiraram a carapuça, não decepcionaram e, como bons ratos que são, já ameaçam pular fora do barco. Henrique Meirelles, um rato-banqueiro, disse que Lula “Dilmou”, principalmente após convidar Guido Mantega, o mais esquerdista ministro da Economia que o País teve nos últimos 60 anos,

Achem o que quiserem achar sobre o governo de Dilma Rousseff, a declaração de Meirelles é um elogio para Lula. Lula “Dilmar”, para ele, significa que Lula não irá levar adiante a política econômica submissa de seu governo em 2003, no primeiro mandato.

Em seu discurso na conferência do clima da ONU, a COP 17, Lula voltou a “Dilmar”. E, dessa vez, contrariou o “mercado” não só por indicar uma política oposta à neoliberal, mas por apontar uma política profundamente nacionalista e anti-imperialista. Lula colocou a culpa pelos problemas ambientais nos países ricos, denunciou a hipocrisia dos organizadores do evento e deixou claro: quem vai cuidar da Amazônia não é o senhor Joe Biden, mas o povo que nele vive. Nesse sentido, fez uma proposta muito semelhante a que fizera há pouco o presidente venezuelano Nicolás Maduro, propondo que os países sul-americanos, de maneira soberana, discutissem e tomassem as medidas necessárias para cuidar da Amazônia.

Se Lula “Dilmou” na economia, agora “Madurou” na política externa. E, para nossa alegria, há mais. Lula, diferentemente de Dilma, é o maior líder popular do País e foi eleito em um clima de intensa mobilização. Sua autoridade e sua posição na situação política o empurram para uma posição muito mais radical que a presidenta deposta. Lula, também, não é o presidente de um pobre país caribenho, como Maduro, mas da segunda maior potência de toda a América: um passo à esquerda do Brasil leva a um passo à esquerda de todo o continente.



https://causaoperaria.org.br/2022/depoi ... a-madurou/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI

Chapolin Gremista
Banido
Banido
Mensagens: 7071
Registrado em: 03 Fev 2009, 00:22
Programa CH: Chapolin
Time de Futebol: Grêmio
Localização: Viamão - RS
Curtiu: 223 vezes
Curtiram: 138 vezes

Lula

Mensagem por Chapolin Gremista » 18 Nov 2022, 21:21

Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI

Responder