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Esse trailer me impressionou muito, especialmente porque eu não criava muita confiança por ter dedo da Illumination nesse filme.
Agora é torcer pra dublagem brasileira não estragar chamando qualquer famoso aleatório.
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Os EUA já estragaram a dublagem deles chamando o Chris Pratt, concordo que se fosse o Charles Martinet ficaria irritante muito rápido, mas poderiam pelo menos ter escolhido um dublador melhorLuciano Junior escreveu: ↑06 Out 2022, 17:30Agora é torcer pra dublagem brasileira não estragar chamando qualquer famoso aleatório
- Luciano Junior
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Não achei muito ruim o Chris Pratt, só não foi 100% ideal pro Mario. Talvez quiseram dar uma personalidade mais séria.
Mas é difícil opinar só com duas falas.
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- Luciano Junior
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Saiu o trailer dublado, e ficou excelente!
O Bowser do Jack Black é insuperável, mas o dublador brasileiro fez um ótimo trabalho. O dublador do Mario tem uma voz mais similar ao Martinet que também ficou muito bom, e o Toad até me lembra um pouco a voz do Orbedan Júnior.
Se tudo correr bem, esse filme promete.
O Bowser do Jack Black é insuperável, mas o dublador brasileiro fez um ótimo trabalho. O dublador do Mario tem uma voz mais similar ao Martinet que também ficou muito bom, e o Toad até me lembra um pouco a voz do Orbedan Júnior.
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A dublagem americana deixou a desejar, só Jack Black deu uma salvada... mas a dublagem brasileira caprichou bonito, inclusive com sotaque italiano do Mario. Gostei das vozes do Bowser, Kamek e Toad.
Ansioso pra assistir!!!
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Sim, a dublagem do Mario aqui no Brasil ficou bem melhor que a voz original. Vou ver a animação dublada.



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O trailer me impressionou, estou com fé que o filme vai ficar bom. Estava com medo da dublagem brasileira não ficar boa, porém ela me impressionou positivamente. O dublador do Bowser na minha opinião, fez um bom trabalho. Também gostei dos dubladores do Toad e do Kamek. Eu de inicio estranhei a voz do Mario, porém foi só um estranhamento de início, agora estou gostando da voz do Mario. Fico feliz que colocaram um sotaque italiano no Mario.
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Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Robbie Coltrane, o Hagrid de ‘Harry Potter’, morre aos 72 anos: https://www.estadao.com.br/emais/gente/ ... lax4jeSiIM
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Robbie Coltrane, o Hagrid de 'Harry Potter', morre aos 72 anos

https://revistaquem.globo.com/QUEM-News ... -anos.html

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É uma pena, que ele descanse em paz 
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NOTÍCIAS
CINEMA BRASILEIRO
Terra em transe, de Glauber Rocha
Lançado em 1967, o filme “Terra em transe” apresenta uma análise da política brasileira ainda válida para os tempos atuais

Glauber Rocha, certamente, está entre os grandes cineastas do Brasil e do mundo, e “Terra em Transe”, seu terceiro filme, lançado em 1967, está entre seus melhores trabalhos. O filme é sensacional, conta com atores fantásticos, vale a pena lembrar de Jardel Filho, Paulo Autran, José Lewgoy, Glauce Rocha, Hugo Carvana e Paulo Gracindo, ao lado de participações pontuais de Mario Lago, Flavio Migliaccio, Paulo César Pereio e Jofre Soares. Além disso, a seleção musical é impecável e os poemas atribuídos a personagem Paulo Martins, vivida por Jardel Filho, são tão bons que mereceriam ser publicados.
O filme se passa em Eldorado, país fictício da América Latina; nele é tematizada a disputa política entre Porfírio Diaz – Paulo Autran –, representante da extrema-direita, e o candidato progressista Felipe Vieira – José Lewgoy –, mediana pelos pontos de vista contraditórios do jornalista e poeta pequeno burguês Paulo Martins. O filme é um diagnóstico da política dos países explorados pelo imperialismo, cujos agentes aparecem no filme financiando as campanhas de Porfírio Diaz e coaptando os meios de comunicação, as redes de televisão e a imprensa monopolizados pelo burguês Júlio Fuentes – Paulo Gracindo –. Por ser país explorado, Eldorado vive sua revolução permanente nos dramas da burguesia local constantemente oprimida pelo imperialismo e nas contradições do campesinato e do proletariado que mal conseguem se organizar perdidos entre seus próprios dirigentes e a pequeno burguesia intelectualizada, ligeiramente esclarecida, mas não suficientemente para escapar das soluções reformistas e temerosas diante da revolução.
José Lewgoy (Felipe Vieira), Jardel Filho (Paulo Martins) e Glauce Rocha (Sara)
Evidentemente, não quero fazer apreciações exaustivas do filme, detenho-me brevemente em apenas três personagens: Diaz, Vieira e Paulo Martins, e seus engajamentos políticos. Logo na primeira aparição na tela, Diaz surge segurando uma pistola e a cruz em suas campanhas políticas para, logo em seguida, ser abandonado pelo amigo Paulo Martins, poeta e jornalista, quem, deixando a capital de Eldorado, alia-se a políticos progressistas, articulando a candidatura de Vieira. Vieira, por sua vez, é o candidato preferido para as próximas eleições, mesmo levando adiante políticas reformistas e firmando-se mediante acordos com a burguesia local; entretanto, para a infelicidade da esquerda, Diaz termina eleito apoiando-se no imperialismo e nas telecomunicações monopolizadas por Fuentes.
Ora, apesar de algumas diferenças, pois Diaz não é líder popular, mas solitário, e Vieira tem origem na classe média e não no proletariado, Diaz e Vieira podem ser aproximados de Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva; a retórica da religião e das armas do primeiro e o reformismo do segundo não são meras coincidências enfatizadas no filme, elas fazem parte não apenas dos papéis dramáticos do cinema, mas também dos papéis políticos presentes nos países explorados pelo imperialismo.
Paulo Autran, no papel de Porfírio Diaz
E quanto a Paulo Martins? Apesar de grande poeta, ele não deixa de ser intelectual pequeno burguês, por isso mesmo constantemente indeciso entre a revolução, a reforma e inclusive posturas fascistas. Para lembrar de algumas atitudes suas, vale a pena mencionar duas: (1) embora esquerdista, Paulo Martins despreza os trabalhadores, para ele camponeses e operários nada têm a dizer além de tontices; (2) quando sua parceira, a jornalista e revolucionária Sara – Glauce Rocha –, narra passagens de sua militância, inclusive a prisão e os abusos e torturas sofridos na cadeias, Paulo Martins responde declamando poemas, buscando comparar suas crises existenciais juvenis com a verdadeira ação política da companheira. Nesse papel, Paulo Martins é o arquétipo dos intelectuais da imprensa alternativa, dos professores universitários e de muitos artistas do campo supostamente progressista, dos tempos do Cinema Novo até os dias de hoje.
Jardel Filho (Paulo Martins) e José Marinho (Jerônimo)
Por fim, desejando aos companheiros uma boa sessão de cinema, fica aqui a sugestão do filme, encontrado completo no YouTube neste endereço:
https://causaoperaria.org.br/rede/dco/o ... ber-rocha/
Terra em transe, de Glauber Rocha
Lançado em 1967, o filme “Terra em transe” apresenta uma análise da política brasileira ainda válida para os tempos atuais

Glauber Rocha, certamente, está entre os grandes cineastas do Brasil e do mundo, e “Terra em Transe”, seu terceiro filme, lançado em 1967, está entre seus melhores trabalhos. O filme é sensacional, conta com atores fantásticos, vale a pena lembrar de Jardel Filho, Paulo Autran, José Lewgoy, Glauce Rocha, Hugo Carvana e Paulo Gracindo, ao lado de participações pontuais de Mario Lago, Flavio Migliaccio, Paulo César Pereio e Jofre Soares. Além disso, a seleção musical é impecável e os poemas atribuídos a personagem Paulo Martins, vivida por Jardel Filho, são tão bons que mereceriam ser publicados.
O filme se passa em Eldorado, país fictício da América Latina; nele é tematizada a disputa política entre Porfírio Diaz – Paulo Autran –, representante da extrema-direita, e o candidato progressista Felipe Vieira – José Lewgoy –, mediana pelos pontos de vista contraditórios do jornalista e poeta pequeno burguês Paulo Martins. O filme é um diagnóstico da política dos países explorados pelo imperialismo, cujos agentes aparecem no filme financiando as campanhas de Porfírio Diaz e coaptando os meios de comunicação, as redes de televisão e a imprensa monopolizados pelo burguês Júlio Fuentes – Paulo Gracindo –. Por ser país explorado, Eldorado vive sua revolução permanente nos dramas da burguesia local constantemente oprimida pelo imperialismo e nas contradições do campesinato e do proletariado que mal conseguem se organizar perdidos entre seus próprios dirigentes e a pequeno burguesia intelectualizada, ligeiramente esclarecida, mas não suficientemente para escapar das soluções reformistas e temerosas diante da revolução.
José Lewgoy (Felipe Vieira), Jardel Filho (Paulo Martins) e Glauce Rocha (Sara)Evidentemente, não quero fazer apreciações exaustivas do filme, detenho-me brevemente em apenas três personagens: Diaz, Vieira e Paulo Martins, e seus engajamentos políticos. Logo na primeira aparição na tela, Diaz surge segurando uma pistola e a cruz em suas campanhas políticas para, logo em seguida, ser abandonado pelo amigo Paulo Martins, poeta e jornalista, quem, deixando a capital de Eldorado, alia-se a políticos progressistas, articulando a candidatura de Vieira. Vieira, por sua vez, é o candidato preferido para as próximas eleições, mesmo levando adiante políticas reformistas e firmando-se mediante acordos com a burguesia local; entretanto, para a infelicidade da esquerda, Diaz termina eleito apoiando-se no imperialismo e nas telecomunicações monopolizadas por Fuentes.
Ora, apesar de algumas diferenças, pois Diaz não é líder popular, mas solitário, e Vieira tem origem na classe média e não no proletariado, Diaz e Vieira podem ser aproximados de Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva; a retórica da religião e das armas do primeiro e o reformismo do segundo não são meras coincidências enfatizadas no filme, elas fazem parte não apenas dos papéis dramáticos do cinema, mas também dos papéis políticos presentes nos países explorados pelo imperialismo.
Paulo Autran, no papel de Porfírio DiazE quanto a Paulo Martins? Apesar de grande poeta, ele não deixa de ser intelectual pequeno burguês, por isso mesmo constantemente indeciso entre a revolução, a reforma e inclusive posturas fascistas. Para lembrar de algumas atitudes suas, vale a pena mencionar duas: (1) embora esquerdista, Paulo Martins despreza os trabalhadores, para ele camponeses e operários nada têm a dizer além de tontices; (2) quando sua parceira, a jornalista e revolucionária Sara – Glauce Rocha –, narra passagens de sua militância, inclusive a prisão e os abusos e torturas sofridos na cadeias, Paulo Martins responde declamando poemas, buscando comparar suas crises existenciais juvenis com a verdadeira ação política da companheira. Nesse papel, Paulo Martins é o arquétipo dos intelectuais da imprensa alternativa, dos professores universitários e de muitos artistas do campo supostamente progressista, dos tempos do Cinema Novo até os dias de hoje.
Jardel Filho (Paulo Martins) e José Marinho (Jerônimo)Por fim, desejando aos companheiros uma boa sessão de cinema, fica aqui a sugestão do filme, encontrado completo no YouTube neste endereço:
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