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Harry Potter

Mensagem por E.R » 01 Set 2022, 17:43

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Mensagem por E.R » 02 Set 2022, 02:25

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Chapolin Gremista
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Mensagem por Chapolin Gremista » 06 Set 2022, 01:23

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Cinema brasileiro
Das tripas coração, de Ana Carolina
O sexo é tematizado no filme, mas não se trata somente de corpos transando, pois toda sexualidade aparece vinculada à educação burguesa e seus fracassos morais.

Imagemcartaz do filme “Das tripas coração” – na foto, Dina Sfat, Xuxa Lopes e Antônio Fagundes

Eu nasci em 1964, quando era adolescente, por volta da década de 1980, frequentei bastante sessões de cinema nos tempos quando a cultura de massas, ditada pelo imperialismo cultural, ainda não havia se imposto de maneira tão totalitária como no século XXI. Naquela época, os países da Europa e da América Latina insistiam em projetos culturais próprios; Federico Fellini, Michelangelo Antonioni, Ingmar Bergman, Werner Fassbinder, Carlos Saura e Werner Herzog estavam em plena atividade criadora. Foi em uma dessas sessões em que assisti, em 1982, ao lançamento do filme brasileiro “Das tripas coração”, de Ana Carolina, um dos melhores trabalhos da diretora e do cinema nacional. Anos depois, ao assistir novamente ao filme para escrever esta coluna, foi emocionante rever atores brilhantes, entre eles Myriam Muniz, Dina Sfat, Xuxa Lopes, Nair Bello, Cristiane Torloni, Celia Helena, Maria Padilha, Cristina Pereira, Othon Bastos, Antônio Fagundes, Ney Latorraca, Álvaro Freire e Eduardo Tornaghi, estando diante de uma dramaturgia brasileira de primeira linha.

Hoje, anos depois, assistir a críticos especialistas em streamings classificando das “Das tripas coração” entre filmes pornográficos, depreciando o cinema nacional, é lamentável. Sim, o sexo é tematizado no filme, mas não se trata somente de corpos transando, pois toda sexualidade aparece vinculada à educação burguesa e seus fracassos morais. Ver apenas sexo em “Das tripas coração” revela pelo menos duas mazelas: (1) incompreensão do filme; (2) puritanismo imperialista projetado em nossa cultura com vistas a animalizar nosso comportamento sexual.

No filme, um superintendente tem a missão de fechar um colégio de moças, cuja contabilidade, apresentando graves problemas, levou à inviabilidade da instituição. Na sala de espera, enquanto aguarda pelas professoras e diretoras do lugar, ele pega no sono, sonha e seu sonho é o desenvolvimento da trama. A partir de então, o filme toma forma de delírio, resumi-lo apresenta as mesmas dificuldades de resumir músicas instrumentais, para conhecê-las, deve-se ouvi-las, dando-se o mesmo com “Das tripas coração”. Em linhas bastante gerais, no filme são tematizados os excessos e carências sexuais das personagens, das faxineiras às diretoras, sem se esquecer das professoras e alunas, incluindo professores – em seu sonho, o superintendente é um dos professores –, o médico, o zelador e os religiosos, pois trata-se de um colégio católico.

Na história do trabalho feminino, boa parte dos serviços domésticos das mulheres foram assumidos pela indústria, tais quais a fabricação de velas e a tecelagem, tornando sua contribuição na economia cada vez mais pífia e causando, pelo menos, duas mazelas: (1) a desvalorização da mão de obra da mulher operária; (2) a ociosidade da mulher burguesa. Ora, no filme expressam-se ambas as mazelas: (1) as faxineiras são exploradas; (2) as alunas, filhas da burguesia, são educadas para serem futuras esposas desocupadas, fazendo com que, nesse sistema educacional, professoras e diretoras sejam tão inúteis quanto as estudantes.

Em outro filme de outros tempos, 1916, e outros lugares, EUA, D. W. Griffith, em um dos quatro episódios de “Intolerância”, mostra industriais interferindo no lazer dos operários quando promovem leis fechando bares e proibindo bebidas alcoólicas para, justamente, evitar desperdícios da energia destinada exclusivamente para a força de trabalho explorada nas fábricas. Entre tais diversões, evidentemente, estão os prazeres sexuais, os quais também devem ser reprimidos por meio de discursos puritanos. Em “Das tripas coração”, tanto a energia roubada das faxineiras quanto os excessos de energia mal aproveitados das professoras e alunas são desviados para o sexo, gerando não as ditas perversões sexuais, mas a perversão da própria energia sexual em atos escatológicos.

Apenas para citar um exemplo disso, nas cenas finais, surge um professor fazendo pós-graduação na USP, citando as teorias de Fernando Henrique Cardoso, então sociólogo… esse professor termina se engraçando com uma faxineira e, em meio às tentativas frustradas de fazerem sexo, ele a xinga de doméstica, mucama etc. buscando a excitação que não se resolve para, por fim, perguntar para outra faxineira, quem observara a cena, se ela já leu Engels.

Infelizmente, quando escutei uma crítica do filme no Youtube, o comentarista teve a infelicidade, para não dizer a estupidez, de classificar o filme de Ana Carolina entre filmes pornográficos da época, colocando-o entre “O homem de Itu”, uma comédia sobre um bobalhão de pinto grande, afinal, segundo piadas daqueles tempos, tudo em Itu, cidade do interior do Estado de São Paulo, era descomunalmente grande. Esse youtuber, segundo ele mesmo, é um especialista em cinema; seus vídeos são análises superficiais do lixo imperialista espalhado na Netflix… seus critérios visavam unicamente desprezar o cinema do próprio país, baseando-se no mesmo puritanismo utilizado para reprimir as personagens do filme de Ana Carolina.

O filme “Das tripas coração” está por completo no Youtube, apesar da imagem levemente embaçada em algumas cenas, vale a pena conferir esta obra de Ana Carolina e do cinema brasileiro. Por fim, desejo aos companheiros boa sessão de cinema.

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Mensagem por E.R » 07 Set 2022, 13:20

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Mensagem por E.R » 07 Set 2022, 22:39

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Esse filme tem cara de que vai ser indicado ao Oscar.
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Mensagem por Chapolin Gremista » 08 Set 2022, 02:30

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Cinema brasileiro
Carlota Joaquina e a independência do cinema brasileiro
A soberania nacional se manifesta em diferentes atividades.

ImagemMarieta Severo é Carlota Joaquina, a rainha má em uma representação satírica sobre a história do Brasil. – Foto: divulgação

Para escrever sobre cinema neste cenário de celebração dos 200 anos da Independência do Brasil, escolhemos Carlota Joaquina, a Princesa do Brasil, uma produção de 1994, dirigida por Carla Camurati, que retrata, no estilo da farsa, a vinda da família real portuguesa ao Brasil.

O filme é uma leve e satírica representação histórica, a partir da figura da rainha Carlota Joaquina (Marieta Severo) que, aos 10 anos de idade, casa-se com D. João VI, interpretado por Marco Nanini. A escolha deste filme visa menos uma análise sobre o fato histórico em si, e mais uma reflexão sobre a representação da história do Brasil pelos nossos próprios cineastas.

Na abertura, temos dois atores ingleses interpretando, ao que parece, pai e filha. Em um cenário perto do mar, ele conta à garota a história de uma princesa do Brasil. Há algo de narrativa lúdica e fantástica em seu conto. A atriz Ludmila Dayer interpreta a menina, chamada Yolanda, e, ao mesmo tempo, Carlota aos 10 anos de idade. A sugestão é a de que o que vemos é a própria imaginação da garota ao ouvir a história relatada pelo pai.

A escolha de personagens ingleses para narrar o conto da rainha portuguesa, nascida na Espanha, já reflete o caráter satírico da abordagem, uma escolha política. Outros filmes com o mesmo tema normalmente apagam as disputas comerciais entre as nações europeias no período, em especial o impacto do imperialismo inglês, e elevam os personagens da família real.

Outro ponto a considerar com esta escolha formal é justamente a representação do fato em si. A existência de um narrador em primeira pessoa tira da encenação a ideia de realismo ou de veracidade sobre o que está sendo contado. A cineasta não tem esta intenção e deixa isso claro no diálogo que encerra o filme.

A questão imperialista se impõe no idioma inglês que é falado pelos personagens narradores ao longo de todo o filme. De um lado, o narrador inglês faz a história ter algo de exótico. Ao colocar o conto como uma fala dos ingleses, Camurati, de certa forma, justifica esta leitura da história do Brasil como farsa, ou seja, associando-a ao invasor imperialista. De outro, o idioma inglês no filme é uma referência à submissão do nosso cinema ao produto importado dos grandes centros produtores.

Soma-se a isto os cenários e os figurinos barrocos e as atuações memoráveis de Severo e Nanini, e temos uma obra que diverte e até informa pelo inusitado da vida dos biografados, cujas ações afetaram o País. Carlota Joaquina e D. João VI são estereotipados. Ele é retratado como covarde, glutão e preguiçoso. Ela é atrevida, autoritária e safada, algo impensável no moralismo identitário de hoje. Em uma cena, fala de sapatos como se fosse Maria Antonieta. No filme, ele funda o Banco do Brasil por mero acaso.

O foco da cineasta é esculachar as cortes portuguesa e espanhola e as figuras da nobreza. É raro ver um filme brasileiro que faz uma representação de personagens históricos europeus. Na verdade, é muito raro termos filmes brasileiros que olham para fora do país e encenam estrangeiros em seus próprios países, como é o caso deste filme. Normalmente, nós apenas consumimos o que vem de fora.

Ao chegarem ao Rio de Janeiro, apropriam-se das melhores casas, desalojando os moradores, que precisam dar lugar a uma corte com mais de 15 mil pessoas, e que entregam suas riquezas como se fosse um tipo de privilégio. A cena é uma metáfora sobre o papel do estrangeiro em solo brasileiro desde o início da colonização e do pensamento da classe dominante brasileira. Na sua ironia, o filme tem um tom nacionalista que é, ao mesmo tempo, de resignação. D. Pedro I é poupado. Em uma cena, ele aparece ao lado do povo na luta pela libertação de Portugal.

Nesse ponto, o filme dialoga com o momento histórico de lançamento, em uma época em que o Brasil via a si mesmo como uma promessa de futuro que nunca se cumpria. O filme de Carla Camurati entrou para a história do cinema brasileiro por ter sido o primeiro, depois de um longo hiato, a levar os brasileiros novamente ao cinema para ver uma película nacional. O momento ficou conhecido como a retomada do cinema brasileiro e o sucesso de uma nova forma de financiamento, formulada pelo governo de Fernando Collor de Mello, e que deu origem à famosa Lei de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet, em substituição à Embrafilme, estatal que foi extinta nesse governo.

Trata-se de uma forma de financiamento na qual as empresas renunciam a até 3% do imposto de renda devido para patrocinar filmes e outras formas de manifestações culturais. Não deixa de ser uma questionável privatização, objetivo daquele governo em todas as suas ações.

Ao longo dos anos, no entanto, cineastas e produtores adaptaram-se à situação, principalmente aqueles com mais estrutura comercial. Muitos filmes foram feitos e a indústria audiovisual do Brasil ganhou algum fôlego, apesar das dificuldades relacionadas a esta forma de financiamento. Mas, como aconteceu em outros momentos, bastou um governo como o atual para o castelo se desfazer rapidamente de novo.

O crítico de cinema Paulo Emílio Salles Gomes afirmava que qualquer filme brasileiro, ruim ou não, é muito melhor do que qualquer filme estrangeiro. Em sua frase, ele atenta para a importância de termos histórias contadas a partir do nosso próprio ponto de vista e de nos vermos nas salas de cinema. Nessa reflexão sobre a nossa independência, precisamos lembrar sempre que nossa soberania se manifesta nos mais diferentes lugares e nas mais diferentes atividades. O cinema, com certeza, é uma delas.


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Mensagem por E.R » 08 Set 2022, 10:32

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Mensagem por E.R » 08 Set 2022, 18:40

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Mensagem por E.R » 08 Set 2022, 19:47

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https://ovicio.com.br/the-mandalorian-b ... eo-do-set/

Um vídeo inédito da produção de "The Mandalorian" confirmou que Bo-Katan (Katee Sackhoff) enfrentará outros Mandalorianos na terceira temporada.

Nesse caso, especula-se que seja Axe Woves (Simon Kassianides).
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Mensagem por E.R » 09 Set 2022, 20:42

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A Disney confirmou um live-action da personagem "Branca de Neve" para 2024.
Já fizeram vários filmes da personagem nos últimos anos, assim como de Cinderella, Peter Pan, saturação total.
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Mensagem por BazzoNatalino » 09 Set 2022, 20:51

Não vai demorar muito para começarem a fazer versões em live-action dos filmes da Pixar também.

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Mensagem por E.R » 09 Set 2022, 20:58

Seria até melhor que fizessem live action de alguns filmes da Pixar do que fazer nova versão dessas histórias mais antigas (Cinderella e Branca de Neve) pela milésima vez.

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Mensagem por E.R » 09 Set 2022, 22:46

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Mensagem por E.R » 10 Set 2022, 11:51

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Mensagem por E.R » 10 Set 2022, 13:18

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