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Europa

Mensagem por Chapolin Gremista » 17 Ago 2022, 02:42

Ameaça imperialista
O imperialismo busca a guerra
Crise da dominação imperialista torna-o mais agressivo e uma ameaça real à Rússia e aos povos do leste europeu.

ImagemImperialismo usa governos vassalos preparando um ataque. Tropas suecas treinam nas margens do Báltico. – Foto: reprodução.

Na última semana, os governos de Estônia e Finlândia anunciaram que estão em discussão para adoção de medidas militares conjuntas na região do mar báltico. Ministros e porta-vozes anunciaram o objetivo de realizar uma integração de baterias de mísseis em torno do mar báltico, além de cogitar ações com aviões de combate no espaço aéreo da região, com o claro objetivo de fechar o acesso para a marinha russa.

Em entrevista ao jornal finlandês Iltalehti o ministro de defesa da Estônia Hanno Pevkur afirmou “Precisamos integrar nossas defesas costeiras. O alcance de voo dos mísseis estoniano e finlandês é maior do que a largura do Golfo da Finlândia” e ainda “Para mim, este é um espaço aéreo”, Pevkur acrescentou. “O espaço aéreo finlandês não pode ser protegido se o espaço aéreo estoniano não estiver protegido ao mesmo tempo, e vice-versa. Caças cruzam o Golfo da Finlândia de 80 quilômetros de largura em minutos“.

Deixando claro os objetivos de aderir à política agressiva e belicista do imperialismo complementou “O Mar Báltico será o mar interno da OTAN quando a Finlândia e a Suécia se juntarem à OTAN. Em comparação com o que é hoje, a situação está mudando“. Funcionários do governo polonês, outro que tem adotado o mesmo discurso agressivo contra os russos afirmaram que essas medidas transformariam o Báltico num “mar interno da OTAN” reproduzindo as declarações do presidente polonês e do ministro das relações exteriores da Letônia em junho que “esperamos que o Báltico se torne um mar da OTAN”.

Não são apenas palavras

As declarações em tom agressivo pelos membros dos governos da Polônia, Estônia, Letônia e Finlândia, não são vazias. Estão, na verdade repercutindo o avanço da política do imperialismo frente à própria crise da sua dominação internacional, escancarada com os recentes acontecimentos: derrota acachapante no Afeganistão, enfretamento russo à sua dominação na Ucrânia e o enfrentamento chinês à sua intervenção em Taiwan.

Os governos dos países da região do báltico tem sido completamente subservientes aos interesses dos países de primeiro plano do imperialismo que usam a OTAN e a falácia da defesa contra um suposto inimigo comum para intensificar as agressões contra a Rússia. E isto não está sendo mera retórica, somente este ano os valores dedicados com equipamentos militares para a região do Leste Europeu pela União Europeia, pelos Estados Unidos e pelos próprios governos locais estão na casa das dezenas de bilhões de dólares.

Os noticiários da imprensa imperialista destacam os equipamentos militares destinados à Ucrânia e à Polônia, que estão nas fronteiras mais próximas a Moscou, mas todos os países da região estão recebendo equipamentos, bases militares e recursos financeiros. Uma clara jornada de escalada de agressividades à Rússia, sem que haja nem uma motivação concreta. Lembrando que a operação russa na Ucrânia foi motivada exatamente pelos mesmo motivos citados, a intensificação de uma política agressiva e belicista com ataques concretos aos povos russos do leste da ucrânia e aos próprios ucranianos, além de ameaças ao próprio território russo.

Nas declarações dos membros dos governos da Estônia, Letônia e Finlândia fica claro a intenção de atacar os russos em uma frente em que, concretamente, não há nenhum conflito se desenvolvendo, exceto o que os próprios estão criando. Além disso, mostra mais uma vez a política nada democrática e típica do imperialismo e seus vassalos de tentar impedir o acesso a uma região na qual a Rússia também tem direito de livre acesso, assim como os demais países que possuem fronteiras com o mar Báltico.

Neste sentido, é importante destacar que, apesar da crise na dominação internacional pelo imperialismo, evidenciada com a própria questão coma a Rússia, a tendência é que a agressividade aumente a cada dia na política externa dos Estados Unidos e seus “parceiros” da União Europeia, exatamente o que estamos vendo acontecer no caso do Báltico.

E para concretizar essas ameaças, uma das táticas mais usadas nas últimas décadas é a guerra por procuração, o que parece estar sendo organizado em toda a região do leste europeu nas fronteiras com a Rússia. Ou seja, o imperialismo está “enchendo a cesta” da burguesia de países como Polônia, Estônia, Suécia, Finlândia, Letônia com muito dinheiro e promessas, inclusive, da “defesa” do grande inimigo para que estes entrem em conflito real com os russos.

Nestas condições, assim como está acontecendo com a Ucrânia, fica cada vez mais possível um ataque concreto contra os russos, abrindo um conflito regional, no qual os povos desses países seriam os principais afetados, e logicamente suas respectivas economias. Fica cada vez mais claro que, mesmo debilitado, o imperialismo possui diversas ferramentas para intervir contra os países oprimidos, e nessas ferramentas sempre está em posição de destaque o uso da força, das armas, o que obviamente inclui conflitos generalizados e armas de grande poder de destruição, como as armas nucleares.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... -a-guerra/
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Mundo

Mensagem por Chapolin Gremista » 17 Ago 2022, 02:47

Ásia preparada
Forças aéreas chinesas e tailandesas abrem exercícios conjuntos
As forças aéreas chinesa e tailandesa iniciaram hoje as manobras Falcon Strike 2022, como parte de sua cooperação no campo militar

ImagemForça aérea chinesa – Reprodução

─Prensa Latina ─ De acordo com o Ministério da Defesa, os exercícios acontecem na base Udorn Royal naquele país e incluirão treinamento de deslocamento de tropas de pequeno e grande porte, ataques a alvos terrestres e apoio total ao voo.

A China está participando com caças, bombardeiros e outras embarcações de última geração, pois a operação busca aumentar a confiança mútua, a amizade e a cooperação prática entre as duas nações asiáticas.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... conjuntos/
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Conflito Israel-Palestina

Mensagem por Chapolin Gremista » 17 Ago 2022, 02:52

Pela liberdade
Hamas chama uma frente única contra Israel no Oriente Médio
“As nações regionais devem enfrentar o regime e acabar com esses crimes”, disse o porta-voz do Hamas, Hazem Qassem

ImagemHamas – Reprodução


─Brasil 247 ─ O movimento de resistência palestino Hamas pediu a formação de uma frente única contra os ataques de Israel, depois que pelo menos três soldados sírios foram mortos e outros três ficaram feridos em ataques de mísseis israelenses à Síria.

O porta-voz do Hamas, Hazem Qassem, disse em comunicado que a “ocupação sionista terrorista” está expandindo sua agressão contra o povo palestino após sua última onda de ataques aéreos na Faixa de Gaza, que causou a morte deliberada de civis, operações de assassinato na Cisjordânia e incursões de ultranacionalistas na mesquita al-Aqsa.

“Agora cometeu um novo ato de agressão por meio do bombardeio bárbaro da irmã República Árabe da Síria”, disse Qassem. “As nações regionais devem enfrentar o regime e acabar com esses crimes”, enfatizou Qassem.

O governo sírio diz que o regime israelense e seus aliados ocidentais e regionais ajudam os grupos terroristas Takfiri que continuam a causar caos no país. (Com informações da PressTV).

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... nte-medio/
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América Latina

Mensagem por E.R » 17 Ago 2022, 22:43

NOTÍCIAS
O Brasil em 2023.
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Europa

Mensagem por E.R » 18 Ago 2022, 19:45

NOTÍCIAS
https://www.correiobraziliense.com.br/b ... hnson.html

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A ministra britânica das Relações Exteriores, Liz Truss, é a favorita para assumir o cargo de primeira-ministra do Reino Unido, em substituição a Boris Johnson, de acordo com uma pesquisa publicada nesta quinta-feira.

Liz Truss tem 32 pontos de vantagem sobre o rival na disputa, o ex-ministro das Finanças, Rishi Sunak.

66 % dos membros do Partido Conservador apoiam Liz Truss e apenas 34 % pretendem votar em Rishi Sunak, de acordo com a pesquisa YouGov/Sky News.

Liz Truss, de 47 anos, à direita do partido se considera pupila de Margaret Thatcher.
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Conflito Israel-Palestina

Mensagem por Chapolin Gremista » 19 Ago 2022, 02:05

Abaixo o imperialismo
Fora as tropas imperialistas da Síria! Fim do Estado de Israel!
Enquanto os EUA saqueiam 83% do petróleo da síria e os seus lacaios sionistas bombardeiam a capital do país o Hamas clama pela união dos árabes contra o imperialismo

ImagemÉ preciso mobilizar os trabalhadores sírios para expulsar as tropas imperialistas. – foto: reprodução.

No último dia 09 de agosto, o Ministério do Petróleo da Síria revelou que nos territórios até hoje ocupados pelos EUA no norte do país são roubados todos os dias 83% da produção de petróleo. São 66,000 barris sendo saqueados todos os dias pelos invasores que perpetuam uma guerra de 11 anos que já assassinou mais de meio milhão de pessoas. Nessa semana Israel também iniciou um bombardeio contra a cidade de Damasco, é preciso declarar apoio total ao governo Assad e ao povo da Síria.

Desde a primavera Árabe, a Síria é um dos países que mais sofre com a intervenção imperialista no Oriente Médio. São mais de 15 facções que atuam em território sírio, os “rebeldes” financiados pelos EUA, o Estado Islâmico, o exército da Turquia, os Curdos financiados pelos EUA, o exército de Israel, todos contra o governo de Assad. Ao seu favor há o próprio exército Sírio, o Hezbollah, do Líbano, a Guarda Revolucionária Iraniana e algumas tropas russas. Dada a resistência dos povos árabes, após 11 anos de guerra, o governo conseguiu reconquistar grande parte do território, mas ainda resta um terço do país sob o controle dos EUA, ao norte.

Após a ação militar da Rússia na Ucrânia, que derrotou militarmente a Otan e demonstrou a debilidade do imperialismo, o governo da Síria afirmou que a ocupação militar dos EUA, que é estável há 5 anos, terminaria no futuro próximo. Agora, o governo revela os dados do tamanho do saque que o imperialismo realiza no país, não basta toda a destruição, as centenas de milhares de mortes, os milhões de refugiados. O imperialismo está disposto a manter uma guerra eterna para controlar o petróleo do país.

Ao mesmo tempo Israel segue atuando como um lacaio imperialista atacando a Síria. O Estado sionista ocupou as colinas de Golã ainda em 1967 e assim segue em guerra com a Síria há 55 anos. Com o início da guerra civil em 2011, a intervenção de Israel aumentou mais ainda, o exército israelense está literalmente bombardeando a capital do país. Os sírios têm todo o direito de retribuir os ataques bombardeando quaisquer cidades israelenses para se defender. O que impossibilita essa atuação é o financiamento bilionário que o estado de Israel recebe do imperialismo.

Após o último bombardeio, o Hamas convocou todos os povos árabes a se unirem e lutarem contra o Estado de Israel. Essa é a política correta a se tomar, não apenas pelos árabes, como todos os povos oprimidos do Planeta, o Estado de Israel é uma abominação que deve deixar de existir. A crise no Oriente Médio tende a se resolver por meio das armas, a aliança de todos os grupos que lutam contra o imperialismo, os governos da Síria e do Irã, o Hamas, o Hezbollah, os Houthis, o Talibã, a Milícia Mahdi dentre outros seria um grande avanço na luta dos povos da região.

No caso da Síria e da Palestina não há como tergiversar é preciso declarar apoio total ao governo da Síria e ao Hamas em sua luta contra o Estado de Israel e todo o imperialismo. É preciso expulsar todas as tropas norte americanas da Síria e destruir o governo sionista para que assim se conquista a libertação de ambos estes países. A vitória de um povo oprimido é a vitória de todos os povos oprimidos, a vitória dos sírios e dos palestinos é a vitória dos brasileiros.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/d ... de-israel/
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América Latina

Mensagem por Chapolin Gremista » 19 Ago 2022, 02:08

"sem precedentes"
Bolívia tem a inflação mais baixa da região
O presidente boliviano Luis Arce destacou hoje em um tweet a força econômica da Bolívia apesar da crise internacional "sem precedentes"

ImagemBaixa do alimentos – Reprodução

─Prensa Latina ─ “A Bolívia continua a se mostrar forte e estável aos olhos do mundo”. A partir de julho de 2022, nossa inflação atingiu 1,6%, mantendo o nível mais baixo da região”, escreveu ele em sua conta no Twitter.

Em maio deste ano, a Economist Intelligence Unit (EIU) publicou um relatório concluindo que a Bolívia é o país mais bem posicionado na América Latina para resistir aos efeitos globais de milhares de sanções aplicadas pelos EUA e seus aliados contra Moscou após o início de sua operação militar na Ucrânia e a pandemia de Covid-19.

O Fundo Monetário Internacional, a Trading Economics, a Bloomberg e a British Broadcasting Corporation concordaram todos.

Em junho passado, o Ministro da Economia e Finanças Públicas, Marcelo Montenegro, assegurou que a nação montanhosa havia reduzido o desemprego aberto urbano para 5,3% no primeiro trimestre deste ano e mostrou um crescimento de 6,1 pontos percentuais do produto interno bruto (PIB). De acordo com a manchete, no país andino-amazônico, a taxa de desemprego urbano aberto caiu de 8,1% em março de 2021 para 5,3 unidades em 100 no mesmo mês de 2022, graças às medidas implementadas pelo governo do Presidente Arce.

Ele disse que a pobreza moderada na Bolívia caiu de 39,0% em 2020 para 36,2 pontos percentuais em 2021, enquanto a pobreza extrema caiu de 13,7% de 100 para 11,1% nos 12 meses analisados. Segundo Montenegro, devido a medidas governamentais para reconstruir e reativar o setor produtivo, o país registrou um crescimento do produto interno bruto de 6,1%, superior às projeções das agências internacionais e do Programa Financeiro Fiscal previsto para 2021.

Por outro lado, o Ministro do Planejamento Sergio Cusicanqui informou em 1º de julho que a Bolívia está relatando um superávit comercial de mais de um bilhão de dólares este ano, graças às estratégias de exportação e ao apoio à produção nacional.

Especificou que as exportações atingiram 5.715 milhões de dólares, enquanto as importações totalizaram 4.633 milhões de dólares, resultando em um superávit comercial avaliado em1.082 milhões de dólares.

Estes dados confirmam que entre janeiro e maio, as exportações cresceram 37,5% e as importações 36,7 pontos percentuais, disse ele.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... da-regiao/
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Europa

Mensagem por Chapolin Gremista » 19 Ago 2022, 02:13

Ameaça imperialista
Rússia preocupa-se com sua defesa diante da proximidade da OTAN
Ministro da Defesa russo considerou “difícil” chegar a um acordo sobre a limitação de armas ofensivas estratégicas nestas circunstâncias

Russia x OTAN – Reprodução
Imagem

─Prensa Latina ─
A Rússia está revendo suas abordagens de defesa tendo em vista a adesão da Finlândia e da Suécia à OTAN e o possível posicionamento de armamentos perto de suas fronteiras, disse hoje o Ministro da Defesa Sergey Shoigu.

Em seu discurso na 10ª Conferência Internacional de Segurança realizada aqui, o chefe militar disse que eles têm algumas conclusões sobre o assunto, que foram incluídas na Doutrina Naval aprovada pelo Presidente Vladimir Putin em julho, entretanto, ele garantiu que eles continuam a trabalhar nessa direção.

Para Shoigou, a expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) com a adesão de Estocolmo e Helsinque não está relacionada com a operação especial russa na Ucrânia.

“A aproximação destes países com a Aliança Atlântica vem ocorrendo há muitos anos. De fato, a associação regional Nordefco (Nordic Defence Cooperation) é uma subsidiária da OTAN e serve como cobertura para a participação das nações escandinavas no treinamento conjunto de combate”, denunciou ele.

Ele acrescentou que o fortalecimento do bloco militar no flanco oriental consome a degradação dos mecanismos de construção de confiança e controle de armas estabelecidos na Europa durante a Guerra Fria.

A este respeito, o Ministro da Defesa russo considerou “difícil” chegar a um acordo sobre a limitação de armas ofensivas estratégicas nestas circunstâncias.

Também ridicularizou as afirmações de que a Rússia deve “ganhar o direito” de dialogar com os EUA, enquanto lamentava que a Secretaria da Organização para Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), destinada a ser uma plataforma de diálogo, tornou-se um “gerador de narrativas anti-russas”.

“A rejeição do Ocidente a um mundo multipolar é claramente vista na região Ásia-Pacífico”, disse Shoigou, citando como exemplo “a visita provocadora” da Presidente da Câmara dos EUA Nancy Pelosi a Taiwan, que descreveu como “mais um passo para desestabilizar a situação na região”.

Além disso, o ministro russo advertiu que a aliança Aukus estabelecida entre Washington, o Reino Unido e a Austrália poderia evoluir para um “bloco político-militar”.

Como parte desta cooperação, Shoigu advertiu que a Casa Branca deveria ajudar Camberra com as tecnologias de que necessita para se equipar com submarinos movidos a energia nuclear. “O surgimento de uma frota nuclear submersível na Austrália levará outros países a fazer o mesmo”, previu o chefe militar.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... e-da-otan/
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Mensagem por E.R » 19 Ago 2022, 02:16

NOTÍCIAS
https://www1.folha.uol.com.br/mundo/202 ... pais.shtml

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O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou que seu país está do lado da Ucrânia na guerra contra a Rússia.

"Enquanto continuamos nossos esforços para encontrar uma solução, permanecemos ao lado de nossos amigos ucranianos", disse.

A declaração chama a atenção por contrastar com os passos recentes de Erdogan — nos últimos meses, o turco vinha se aproximando de Vladimir Putin.

O aceno de Erdogan a Kiev se deu durante visita do turco a Lviv, no oeste da Ucrânia, onde se encontrou com o presidente Volodimir Zelenski e com o secretário-geral da ONU, António Guterres.

Reforçando o trânsito que tem com Moscou, o presidente turco disse que um dos temas discutidos na reunião foi a troca de prisioneiros de guerra — acrescentando que ele apresentaria uma proposta a respeito a Putin.

Parentes de ucranianos que se renderam à Rússia após semanas de embates no polo siderúrgico de Azovstal, em Mariupol, organizaram um protesto pedindo às Nações Unidas mais esforços para protegê-los.

Na reunião, a Turquia também se comprometeu a ajudar a Ucrânia a reconstruir a infraestrutura destruída durante o conflito, e as lideranças discutiram soluções políticas para o fim dos confrontos, a segurança da usina nuclear de Zaporíjia e o recente tratado para o escoamento da produção de cereais.
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Mensagem por Chapolin Gremista » 19 Ago 2022, 02:23

Imperialismo em crise
Europa está em estado crítico devido à seca e crise energética
A seca recorde, junto com a secagem dos rios, está agravando até um ponto crítico a crise energética na Europa, que ficou sem os anteriores volumes de fornecimento do gás russo

ImagemIncêndio Florestal na França – Reprodução

─Sputnik News ─ Conforme a publicação, devido ao calor extremo no início da próxima semana o rio Reno vai seguir secando, o que vai limitar ainda mais o fornecimento de mercadorias vitais para certas partes da União Europeia através desta artéria aquática.

“A crise climática ocorreu no pior tempo possível, em que a Europa mergulhou em uma crise de abastecimento energético, agravada pelo conflito na Ucrânia”, escrevem os colunistas.

De acordo com a Bloomberg, a seca recorde e as suas consequências, junto com outros fatores, afetarão de forma severa o custo de vida nos países da União Europeia.

A Europa está atualmente à beira de um sério déficit de combustíveis, já que o principal gasoduto russo, Nord Stream (Corrente do Norte), funciona apenas a 20% das suas capacidades totais. A empresa russa Gazprom, a maior produtora do gás no mundo, explicou o fato pela manutenção inadequada e atrasos no reparo das turbinas da Siemens que eram utilizadas nas unidades de bombeamento de gás da estação Portovaya para fornecer a fonte de energia.

Agora apenas uma das cinco turbinas mantém o funcionamento do gasoduto. O retorno de uma das turbinas do Canadá foi o mais difícil, visto que o país impôs sanções contra a Gazprom. As autoridades canadenses autorizaram o retorno apenas em 10 de julho, mas não tomaram em conta as disposições do contrato e enviaram a turbina para a Alemanha em vez da Rússia. Para a continuação de seu transporte é preciso obter autorização das autoridades da União Europeia e do Reino Unido.

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Mensagem por Chapolin Gremista » 19 Ago 2022, 02:40

Denúncia
Ex-ministro denunciou as intenções de ocupação total do Haiti
O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Pierre Brunache denunciou um recente comunicado da OEA como um pedido para a ocupação total do Haiti

ImagemOEA – Reprodução

─Prensa Latina ─
O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Pierre Brunache denunciou um recente comunicado da Organização dos Estados Americanos (OEA) como um pedido para a ocupação total do Haiti, revelou hoje o diário Le Nouvelliste.

Esta semana, o órgão regional questionado reconheceu o fracasso de 20 anos da presença internacional no Haiti, que “fermentou e germinou” gangues criminosas e não conseguiu facilitar a construção de instituições estatais sólidas.

Além disso, ele garantiu que a nação caribenha não tem os recursos humanos, financeiros e materiais para combater os grupos armados e apelou para a comunidade internacional para desempenhar seu papel.

“Não devemos mentir. Eles querem colocar o país sob tutela porque ele não tem os recursos humanos e financeiros para se recuperar. Isto é o que o comunicado à imprensa recomenda. Isto não é um reconhecimento do fracasso da comunidade internacional no Haiti”, disse Brunache em declarações noticiadas pelo jornal.

Segundo o ex-ministro, a OEA quer uma presença maior e um controle mais direto do que quando a Missão de Estabilidade das Nações Unidas estava em vigor, porque assume que o Haiti é um Estado falido que não pode se recuperar sem o controle total da segurança e das estruturas econômicas pela comunidade internacional.

Entretanto, ele admitiu que o problema da insegurança é muito sério, as forças para combatê-la são insuficientes e é urgente resolver o problema dos números, da qualidade e do equipamento, disse ele.

Também criticou a oposição da comunidade internacional à refundação do exército, que hoje poderia enfrentar o fenômeno da violência de gangues junto com a polícia.

Nas últimas semanas, organizações internacionais emitiram inúmeras declarações alertando sobre o aumento da violência das gangues no Haiti e as centenas de mortes e dezenas de milhares de pessoas deslocadas que resultaram dos confrontos entre esses grupos.

Por sua vez, o governo reiterou suas promessas de pôr um fim a este fenômeno, embora sem citar medidas ou estratégias concretas.

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América Latina

Mensagem por E.R » 22 Ago 2022, 20:09

NOTÍCIAS
https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/ ... hner.ghtml

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O Ministério Público da Argentina acusou nesta segunda-feira a atual vice-presidente, a senadora Cristina Kirchner, dos delitos de associação ilícita e de fraude contra o Estado e pediu 12 anos de prisão para ela, além de sua inabilitação política pelo resto da vida e o confisco de bens no valor de 5,3 bilhões de pesos (cerca de R$ 200 milhões).
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Conflito Israel-Palestina

Mensagem por Chapolin Gremista » 22 Ago 2022, 23:55

Pior que o nazismo
Israel trata palestinos pior que os nazistas tratavam os judeus
Israel praticou 50 holocaustos em 74 anos de história

ImagemProtestos contra o regime de Israel – Foto: Reprodução

Abu Mazen, líder da Autoridade Palestina e presidente da Organização de Libertação da Palestina (OLP), foi a Berlim para ser questionado sobre os 50 anos (5 de setembro de 1972) do ataque contra atletas israelenses, por militantes palestinos, nas Olimpíadas de Munique. Mazen, nome de guerra de Mahmoud Abbas, afirmou em plena casa do inimigo, a Alemanha (berço do nazismo), que “De 1947 até os dias atuais, Israel cometeu 50 massacres em aldeias e cidades palestinas, em Deir Yassin, Tantura, Kafr Qasim e muitos outros – 50 massacres, 50 holocaustos.”

Abu Mazen está correto na afirmação, pois Israel é um invasor territorial que praticou a teoria do espaço vital melhor que a própria Alemanha nazista, de fato eliminou povos e os varre do mapa até hoje. No fim, o que Israel visa é a eliminação total dos povos do Oriente Médio que se opõem ao seu regime ditatorial.

Recentemente, Israel escalou ainda mais uma bateria de ataques contra os palestinos. Nas últimas semanas, as forças israelenses atiraram contra manifestantes palestinos adolescentes durante confrontos na Cisjordânia, saquearam Mesquitas e atacaram Gaza com mísseis e aeronaves, buscando líderes e os matando. Após cessar-fogo, crianças foram fuziladas de acordo com o Ministério da Saúde da Palestina e o grupo militante da Jihad Islâmica.

A acusação de que Israel realiza um holocausto contra os palestinos indignou o chanceler alemão, que saiu em defesa de Israel. O mesmo não pode ser dito sobre as 16 crianças assassinadas por bombas isrealenses em Gaza, que não levantaram a indignção dos governos europeus.

Com a violência instaurada nas ruas, as forças especiais israelenses cercaram a casa de Ibrahim al-Nabulsi, em Nablus. O alto comandante militante palestino se recusou a se render e foi morto junto com outro militante. Poucas horas após o tiroteio, milhares de palestinos se reuniram para prestar suas últimas homenagens a al-Nabulsi, com pedidos de vingança feitos durante a procissão fúnebre. Confrontos violentos se seguiram logo depois, com os militares israelenses confirmando que suas tropas abriram fogo contra grupos de palestinos que atiravam pedras e artilharia caseira contra os soldados (RT). Trata-se de um cenário de terror e de apartheid puro.
ImagemO presidente palestino, Mahmoud Abbas, durante entrevista coletiva em Berlim, na Alemanha – Jens Schlueter – 16.ago.22/AFP

Olaf Sholz, um dos maiores fantoches do imperialismo norte-americano vistos em solo europeu, não poupou críticas aos palestinos em favor do estado artificial de Israel. O chanceler alemão denunciou a observação feita pelo presidente palestino Mahmoud Abbas de que Israel havia perpetrado esses vários “holocaustos” contra palestinos. De acordo com a RT, “Scholz estava sob fogo por não contestar as acusações de Abbas durante sua coletiva de imprensa conjunta em Berlim na terça-feira”. No Twitter, Scholz se manifestou: “Estou enojado com as observações ultrajantes feitas pelo presidente palestino Mahmoud Abbas. Para nós, alemães, em particular, qualquer relativização da singularidade do Holocausto é intolerável e inaceitável“, tuitou Scholz.



Scholz, embora agindo por coação do imperialismo, não deixa de ter tido uma atitude vil. Em 74 anos de regime de apartheid e ocupação sistemática das regiões palestinas, promovendo limpeza étnica e todo tipo de barbaridade como estupros, bombardeios, assassinatos de crianças, guetos etc., “50 Holocautos”, pode ser colocado, em termos de números, como uma aproximação superficial. Pois o que acontece no estado artificial de Israel é pior que o nazismo, muito mais horroroso e brutal.

O nazismo, uma aberração humana, que não deveria ter existido, durou 12 anos. Já o regime de limpeza étnica, militarista e genocida de Israel está aí há 74 anos, sem que a “comunidade internacional” – a ONU – faça qualquer coisa a respeito. Pelo contrário, ainda auxiliam esse país que comete destruição em massa há anos ao mesmo tempo em que os sionistas evocam o nazismo como escudo para suas atrocidades e utilizam todo o lobby de imprensa e ONGs imperialistas a seu favor.

Os israelenses vivem do dinheiro e do sacrifício dos trabalhadores do mundo. Não tiveram Hitler, mas vivem um regime de extrema-direita há décadas. Benjamin Netanyahu (ex-Premier) só não tinha uniforme e gestos folclóricos, mas fez desaparecer milhões de palestinos da face da Terra, além de ter auxiliado o imperialismo a atacar o Irã durante todos esses anos, inclusive levando o revolucionário general iraniano, Qasem Soleimani, à morte em 2020.

ImagemProtestos na Palestina

Indústria do Holocausto

Norman Finkelstein, cientista político americano, estudou o que chamou de a “Indústria do Holocausto”. Ele demonstra como Israel utiliza-se da memória do Holocausto como um escudo para impor a sua política genocida contra os palestinos. De acordo com Finkelstein:

O Holocausto provou ser uma indispensável bomba ideológica. Em seus desdobramentos, um dos maiores poderes militares do mundo, com uma horrenda reputação em direitos humanos, projetou-se como um Estado “vítima”, da mesma forma que o mais bem-sucedido agrupamento étnico dos Estados Unidos adquiriu o status de vítima. Dividendos consideráveis resultaram dessa falsa vitimização — em particular, imunidade à crítica, embora justificada.

Apesar de possuir um viés liberal, o livro de Finkelstein demonstra a armadilha criada pelo imperialismo, a fábrica de mentiras que justificam as ações dos sionistas, que visam viver do privilégio de ser “o povo eleito”, justificando todo tipo de atrocidades contra o povo palestino e o povo pobre do mundo inteiro.

Imagem

Na prática, a indústria do holocausto serve para fazer as leis, produzir um regime policial e criar toda a farsa identitária que serve como base da carta branca dada ao Estado de Israel. Isso se dá, principalmente, através da política de “cancelamento”, uma política essencialmente nazista que procura “cancelar” (na prática, censurar) todos que não agem, pensam e vivem como determinado grupo.

O truque dos sionistas consiste em rememorar as vítimas do holocausto. Com isso, se escudam dos ataques dos povos do mundo, cada vez mais conscientes que Israel não é vítima atualmente, mas sim, se utiliza de um episódio e da força do imperialismo para se entronizar no Oriente Médio e tentar dominar a região.

No final, Israel é um regime de extrema-direita, em crise, e os povos oprimidos pelos israelenses buscam um basta. Se organiza cada vez mais, especialmente o Irã, uma potência regional que se arma contra os ataques assimétricos de Israel, um parasita do mundo que permanentemente produz a guerra à serviço dos interesses dos magnatas sionistas que sustentam essa aberração territorial.

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América Latina

Mensagem por Chapolin Gremista » 23 Ago 2022, 00:18

Violação da soberania
Venezuela denuncia a retenção de avião na Argentina
Governo venezuelano questiona a decisão da justiça da Argentina de reter o avião Boeing 747 venezuelano há mais de dois meses em Buenos Aires a pedido dos EUA

ImagemAvião venezzuelano “tomado” – Reprodução

─Rádio Havana Cuba ─ Caracas, 12 agosto (RHC).- O chanceler da Venezuela, Carlos Faria, denunciou o intervencionismo dos EUA na retenção do avião de seu país e a tripulação, na Argentina. Considera que a medida viola a soberania e o direito internacional.

“Erguemos nossas vozes contra a política intervencionista imperial. O sequestro do avião de carga venezuelano e sua tripulação, na Argentina, viola a nossa soberania, os direitos fundamentais da Carta da ON e o direito internacional”, escreveu o ministro na sua conta no Twitter.

A Justiça argentina aprovou o pedido dos EUA de apreender o avião Boeing 747, propriedade venezuelana, que está retido no aeroporto de Buenos Aires há dois meses por supostamente ter violado as leis de controle de exportação do país norte-americano.

A empresa venezuelana Emtrasur tinha comprado o avião fabricado nos EUA da companhia iraniana Mahan Air, empresa que, segundo as autoridades norte-americanas, estaria ligada aos Corpos da Guarda Revolucionária Islâmica de Irã-Força Qods, considerada pelo Departamento de Estado uma organização terrorista.

Após a decisão judicial, agentes do Bureau Federal de Investigação (FBI) dos EUA entraram na aeronave para fazer o inventário. Os agentes também estão autorizados a realizar a inspeção mecânica do avião e do hangar onde permanece estacionado no aeroporto de Ezeiza.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... argentina/
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Europa

Mensagem por Chapolin Gremista » 23 Ago 2022, 00:21

Investigações especializadas
Apelo de Zelensky contra cidadãos russos dividiu Europa
O apelo do presidente ucraniano Vladimir Zelensky para os países da UE imporem a proibição de entrada para os cidadãos russos acabou por dividir a Europa

ImagemVladmir Putin, presidente da Rússia no FSB – Reprodução

─Sputnik News ─ “Cada vez mais países estabelecem restrições à liberdade de movimento, limitando de forma unilateral a emissão de vistos Schengen para os cidadãos russos. Agora a exigência de proibir a entrada na União Europeia soa ainda mais alto, mas a Alemanha está a bloqueando”, diz a publicação.

Segundo o artigo, enquanto os países com “memórias dolorosas” sobre os tempos do poder soviético insistem em proibir a emissão de vistos, os países da Europa Ocidental, tais como a Alemanha, França e Países Baixos, se manifestam contra.

Nos últimos tempos, no Ocidente começaram a soar cada vez mais os apelos para fechar a entrada para os cidadãos russos. Tais propostas foram feitas pelas primeiras-ministras da Estônia (Kaja Kallas) e da Finlândia (Sanna Marin). Nesse contexto, há poucos dias a Letônia e a Estônia anunciaram a suspensão da emissão de vistos para os cidadãos russos. A última, por sua vez, proibiu mesmo a entrada com documentos já emitidos e que ainda são válidos.

O ministério das Relações Exteriores russo chamou a ideia sobre a suspensão da emissão de vistos para os cidadãos da Rússia de “chauvinista”, enquanto a decisão de Tallinn foi classificada como “antiestoniana”.

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