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Europa
Crise energética
Agência alerta: Alemanha não tem gás para passar o inverno
Sanções imperialistas contra a Rússia continuam a assombrar o povo na Europa
Nord Stream 1 e 2 – Foto: Reprodução
Klaus Mueller é o Chefe da Agência Reguladora da Alemanha, órgão governamental que exerce o papel de fiscalização, regulamentação e controle de produtos e serviços de interesse público como telecomunicações, energia elétrica, gás, entre outros.
Em entrevista ao Bild am Sonntag, jornal nacional alemão mais vendido no país e publicado em Berlim, fez um alerta dizendo que “Os tanques de armazenamento de gás estão quase 65% cheios. Isso é melhor do que nas semanas anteriores, mas ainda não é suficiente para passar o inverno sem gás russo”.
Ele também lembrou que o Nord Stream 1 (uma série de gasodutos para transporte de gás natural. O Nord Stream 1 transporta 55 bilhões de metros cúbicos (bcm) por ano de gás da Rússia para a Alemanha sob o Mar Báltico), está em manutenção.
A Rússia fechou o Nord Stream 1 no dia 11/07/2022 para manutenção programada, que inclui testes de componentes mecânicos e sistemas de automação. A manutenção tem previsão de 10 dias. No entanto, existe uma apreensão dos europeus se o fechamento não será prorrogado como pressão do governo russo. Klaus coloca: “Agora depende muito se e quanto gás fluirá pelo gasoduto após a manutenção”.
Isso é uma consequência direta das sanções impostas pelos EUA sobre a Rússia, as quais a União Europeia (UE) se submeteu, mesmo correndo risco de ficar desabastecida do gás russo e com elevação dos preços do gas, petróleo e alimentos, que está causando inflação recorde desde 1999. A previsão para 2022 é de 8,3% na UE e 7,6% na zona do euro.
Finalmente, a Europa não tem condição de sustentar essas medidas, algo que tem resultado na queda de inúmeros governantes europeus. O primeiro foi o 1º Ministro Inglês Boris Johnson que, no dia 12/07/22, pressionado pela inflação mais alta em 40 anos foi tirado do governo na Inglaterra.
Na sequência, o 1º ministro da Itália, Draghi, anunciou sua renúncia no dia 14/07/22, após o maior partido da coalizão de seu governo, o Movimento 5 Estrelas, boicotar uma moção de confiança parlamentar sobre seus planos para enfrentar o crescente custo de vida na Itália, argumentando que as políticas públicas foram insuficientes.
Na França, além da inflação preliminar chegar a 6,5% em junho, cuja previsão para 12 meses era de 6,3%, Macron passa pelo escândalo da Uber. Documentos vazados para o The Guardian revelam que Macron, quando era ministro da economia antes de ser eleito, no governo François Hollande, realizou uma operação semiclandestina com a multinacional Uber para passar por cima dos taxistas franceses e legalizar a empresa no país. Ele, também, está na lista.
Ao que tudo indica, o próximo é Scholz, da Alemanha.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... -inverno//
Agência alerta: Alemanha não tem gás para passar o inverno
Sanções imperialistas contra a Rússia continuam a assombrar o povo na Europa
Nord Stream 1 e 2 – Foto: ReproduçãoKlaus Mueller é o Chefe da Agência Reguladora da Alemanha, órgão governamental que exerce o papel de fiscalização, regulamentação e controle de produtos e serviços de interesse público como telecomunicações, energia elétrica, gás, entre outros.
Em entrevista ao Bild am Sonntag, jornal nacional alemão mais vendido no país e publicado em Berlim, fez um alerta dizendo que “Os tanques de armazenamento de gás estão quase 65% cheios. Isso é melhor do que nas semanas anteriores, mas ainda não é suficiente para passar o inverno sem gás russo”.
Ele também lembrou que o Nord Stream 1 (uma série de gasodutos para transporte de gás natural. O Nord Stream 1 transporta 55 bilhões de metros cúbicos (bcm) por ano de gás da Rússia para a Alemanha sob o Mar Báltico), está em manutenção.
A Rússia fechou o Nord Stream 1 no dia 11/07/2022 para manutenção programada, que inclui testes de componentes mecânicos e sistemas de automação. A manutenção tem previsão de 10 dias. No entanto, existe uma apreensão dos europeus se o fechamento não será prorrogado como pressão do governo russo. Klaus coloca: “Agora depende muito se e quanto gás fluirá pelo gasoduto após a manutenção”.
Isso é uma consequência direta das sanções impostas pelos EUA sobre a Rússia, as quais a União Europeia (UE) se submeteu, mesmo correndo risco de ficar desabastecida do gás russo e com elevação dos preços do gas, petróleo e alimentos, que está causando inflação recorde desde 1999. A previsão para 2022 é de 8,3% na UE e 7,6% na zona do euro.
Finalmente, a Europa não tem condição de sustentar essas medidas, algo que tem resultado na queda de inúmeros governantes europeus. O primeiro foi o 1º Ministro Inglês Boris Johnson que, no dia 12/07/22, pressionado pela inflação mais alta em 40 anos foi tirado do governo na Inglaterra.
Na sequência, o 1º ministro da Itália, Draghi, anunciou sua renúncia no dia 14/07/22, após o maior partido da coalizão de seu governo, o Movimento 5 Estrelas, boicotar uma moção de confiança parlamentar sobre seus planos para enfrentar o crescente custo de vida na Itália, argumentando que as políticas públicas foram insuficientes.
Na França, além da inflação preliminar chegar a 6,5% em junho, cuja previsão para 12 meses era de 6,3%, Macron passa pelo escândalo da Uber. Documentos vazados para o The Guardian revelam que Macron, quando era ministro da economia antes de ser eleito, no governo François Hollande, realizou uma operação semiclandestina com a multinacional Uber para passar por cima dos taxistas franceses e legalizar a empresa no país. Ele, também, está na lista.
Ao que tudo indica, o próximo é Scholz, da Alemanha.
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Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Europa
NOTÍCIAS
https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/p ... aiba-agora
O presidente da Itália, Sergio Mattarella, aceitou nesta quinta-feira a renúncia do primeiro-ministro da Itália, Mario Draghi, que permanecerá no cargo interinamente, até que um novo chefe de governo seja definido.
O pleito antecipado pode acontecer no final de setembro ou no início de outubro, de acordo com a imprensa italiana.
O presidente da Itália, Sergio Mattarella, aceitou nesta quinta-feira a renúncia do primeiro-ministro da Itália, Mario Draghi, que permanecerá no cargo interinamente, até que um novo chefe de governo seja definido.
O pleito antecipado pode acontecer no final de setembro ou no início de outubro, de acordo com a imprensa italiana.



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Europa
Sem mais ajuda
Alemanha anuncia falta de recursos para ajudar a Ucrânia
Ministro da Defesa alemão Lambrecht: a Bundeswehr está ficando sem recursos para ajudar a Ucrânia
A ministra da Defesa alemã, Christina Lambrecht – Reprodução
─RIA Novosti, tradução do DCO ─ Hoje, restam apenas algumas armas na Bundeswehr que poderiam ser transferidas para a Ucrânia como ajuda militar, disse a ministra da Defesa alemã, Christina Lambrecht, durante uma visita à brigada franco-alemã na cidade de Müllheim.
“Não podemos mais dar muito (equipamento e armas. – Aprox. ed.) da Bundeswehr”, a agência DPA cita-a como tendo dito
Ao mesmo tempo, Lambrecht observou que tem relações “muito confiantes e construtivas” com o chefe do Ministério da Defesa ucraniano , Oleksiy Reznikov , e o colega ucraniano está ciente das capacidades limitadas da Bundeswehr.
No entanto, Kiev pode contar com Berlim “para continuar apoiando a Ucrânia no futuro”, disse Lambrecht. Além disso, a Alemanha entregou recentemente alguns de seus obuses autopropulsados Panzerhaubitzen 2000 às Forças Armadas da Ucrânia, acrescentou.
No início do mês, o chefe do departamento militar alemão disse que a Alemanha não poderia transferir o veículo blindado Fuchs para a Ucrânia devido à necessidade de manter a capacidade de defesa da Bundeswehr.
A Rússia já havia enviado uma nota aos países da OTAN por causa do fornecimento de armas a Kiev. O chefe do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, observou que qualquer carga de armas para as Forças Armadas da Ucrânia seria um alvo legítimo para as Forças Armadas da Federação Russa. O Itamaraty enfatizou que os países da aliança estavam “brincando com fogo”.
O porta-voz presidencial Dmitry Peskov observou que bombardear a Ucrânia com armas do Ocidente não contribui para o sucesso das negociações russo-ucranianas e terá um efeito negativo.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... a-ucrania/
Alemanha anuncia falta de recursos para ajudar a Ucrânia
Ministro da Defesa alemão Lambrecht: a Bundeswehr está ficando sem recursos para ajudar a Ucrânia
A ministra da Defesa alemã, Christina Lambrecht – Reprodução─RIA Novosti, tradução do DCO ─ Hoje, restam apenas algumas armas na Bundeswehr que poderiam ser transferidas para a Ucrânia como ajuda militar, disse a ministra da Defesa alemã, Christina Lambrecht, durante uma visita à brigada franco-alemã na cidade de Müllheim.
“Não podemos mais dar muito (equipamento e armas. – Aprox. ed.) da Bundeswehr”, a agência DPA cita-a como tendo dito
Ao mesmo tempo, Lambrecht observou que tem relações “muito confiantes e construtivas” com o chefe do Ministério da Defesa ucraniano , Oleksiy Reznikov , e o colega ucraniano está ciente das capacidades limitadas da Bundeswehr.
No entanto, Kiev pode contar com Berlim “para continuar apoiando a Ucrânia no futuro”, disse Lambrecht. Além disso, a Alemanha entregou recentemente alguns de seus obuses autopropulsados Panzerhaubitzen 2000 às Forças Armadas da Ucrânia, acrescentou.
No início do mês, o chefe do departamento militar alemão disse que a Alemanha não poderia transferir o veículo blindado Fuchs para a Ucrânia devido à necessidade de manter a capacidade de defesa da Bundeswehr.
A Rússia já havia enviado uma nota aos países da OTAN por causa do fornecimento de armas a Kiev. O chefe do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, observou que qualquer carga de armas para as Forças Armadas da Ucrânia seria um alvo legítimo para as Forças Armadas da Federação Russa. O Itamaraty enfatizou que os países da aliança estavam “brincando com fogo”.
O porta-voz presidencial Dmitry Peskov observou que bombardear a Ucrânia com armas do Ocidente não contribui para o sucesso das negociações russo-ucranianas e terá um efeito negativo.
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América Latina
Crise capitalista
Neoliberalismo está causando onda de suicídios na América Latina
Dados comprovam que decadência econômica deixa o povo sem saída
As crises social, econômica e sanitária são frutos da decadência do capitalismo – Foto: Reprodução
Adecadência do capitalismo, em sua fase derradeira neoliberal, está cada dia mais evidente e trazendo sérias e diversas consequências nefastas para a humanidade, sobretudo aos países mais pobres. O Brasil, cujo povo tem fama de alegre, vive uma pandemia na saúde mental de seus cidadãos, que sofrem agora com depressão e ansiedade, que são males da sociedade capitalista, essa implacável máquina de moer e explorar seres humanos.
A cidade gaúcha de Venâncio, que fica distante uma hora de Porto Alegre, nesses seis primeiros meses do ano registrou 9 óbitos por suicídio e 38 tentativas. A cidade, que tem cerca de 72 mil habitantes, tem uma das taxas mais altas de suicídio no País, que reflete o recrudescimento dos casos de ansiedade, depressão e morte. Os agricultores estão entre as categorias mais vitimadas por esse problema de saúde pública. “É tristeza o nome da doença, a pior que tem”, disse o agricultor Gerson Hein, 48 anos, morador da cidade.
No Brasil, o total de óbitos por lesões autoprovocadas nos últimos vinte anos aumentou 100%, pulando de 7 mil para 14 mil casos, segundo informações do Datasus. Esses dados superam as mortes por acidentes de trânsito e por HIV. O Brasil, segundo dados de 2017 da OMS, ocupa o topo de ansiosos no mundo e um dos três mais depressivos, perdendo para Austrália e Estados Unidos, dois países ricos, porém vítimas do próprio regime de opressão que defendem.
Esse aumento exponencial de casos no Brasil segue a tendência da América Latina. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), essa situação ocorre devido à piora nos índices de pobreza, desigualdade social, violência e ineficiência nos planos de prevenção.
“Tudo é em forma de tentar sair da vida que a gente leva”, disse Ana Paula da Silva, 39 anos, que já se automutilou, tentou tirar a vida por cinco vezes, começou a trabalhar aos 14 e já se prostituíra nas ruas de Venâncio depois que perdeu o pai, que era alcoólatra. Ela também se rendeu à bebida e às drogas e hoje frequenta o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) da cidade.
Os problemas mentais da população, sobretudo na classe operária, que não tem recursos para tratamentos mais eficientes, são vistos pelas elites com desprezo, pois elas querem a classe trabalhadora submissa a todo tipo de trabalho e exploração.
“No Sul, saúde mental é vista como besteira, como se a pessoa não quisesse trabalhar”, diz Andreia Volkmer, Coordenadora do Comitê Estadual de Promoção da Vida e Prevenção do Suicídio.
Esses são os efeitos nefastos do atual estágio do capitalismo. Existem saídas para livrar a população dessa opressão mental e física: a sociedade socialista. Enquanto a classe operária não se libertar desse sofrimento no capitalismo, muitos países pobres podem começar a diminuir essa exploração. Um dos passos fundamentais é a nacionalização de todos os seus recursos naturais privatizados pelos capitalistas.
Nessa semana, 11, o ex-presidente da Bolívia Evo Morales propôs que os países sul-americanos com reservas de lítio controlem seus próprios recursos para se tornarem “potências no mundo”.
“O Ocidente não quer que agreguemos valor aos nossos recursos naturais. Se industrializarmos o lítio nas mãos dos povos sob a administração do Estado, podemos ser potências no mundo em alguma coisa”, disse Morales em uma conferência na Argentina.
A fala de Evo Morales é bastante progressista, pois é anti-imperialista. O imperialismo vem sofrendo algumas derrotas para alguns países pobres, como Afeganistão, e recentemente a Rússia, uma potência regional atacada pelo imperialismo americano através da guerra na Ucrânia. A proposta de Morales fortalece o bloco dos países oprimidos contra esse inimigo número um da humanidade, que é o imperialismo, responsável por massacrar seres humanos com desemprego, exploração, ansiedade, depressão e morte.
É preciso que todos os países oprimidos do globo lutem pela nacionalização de todas suas riquezas, a fim de que os frutos delas fiquem com os verdadeiros donos.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/d ... ca-latina/
Neoliberalismo está causando onda de suicídios na América Latina
Dados comprovam que decadência econômica deixa o povo sem saída
As crises social, econômica e sanitária são frutos da decadência do capitalismo – Foto: ReproduçãoAdecadência do capitalismo, em sua fase derradeira neoliberal, está cada dia mais evidente e trazendo sérias e diversas consequências nefastas para a humanidade, sobretudo aos países mais pobres. O Brasil, cujo povo tem fama de alegre, vive uma pandemia na saúde mental de seus cidadãos, que sofrem agora com depressão e ansiedade, que são males da sociedade capitalista, essa implacável máquina de moer e explorar seres humanos.
A cidade gaúcha de Venâncio, que fica distante uma hora de Porto Alegre, nesses seis primeiros meses do ano registrou 9 óbitos por suicídio e 38 tentativas. A cidade, que tem cerca de 72 mil habitantes, tem uma das taxas mais altas de suicídio no País, que reflete o recrudescimento dos casos de ansiedade, depressão e morte. Os agricultores estão entre as categorias mais vitimadas por esse problema de saúde pública. “É tristeza o nome da doença, a pior que tem”, disse o agricultor Gerson Hein, 48 anos, morador da cidade.
No Brasil, o total de óbitos por lesões autoprovocadas nos últimos vinte anos aumentou 100%, pulando de 7 mil para 14 mil casos, segundo informações do Datasus. Esses dados superam as mortes por acidentes de trânsito e por HIV. O Brasil, segundo dados de 2017 da OMS, ocupa o topo de ansiosos no mundo e um dos três mais depressivos, perdendo para Austrália e Estados Unidos, dois países ricos, porém vítimas do próprio regime de opressão que defendem.
Esse aumento exponencial de casos no Brasil segue a tendência da América Latina. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), essa situação ocorre devido à piora nos índices de pobreza, desigualdade social, violência e ineficiência nos planos de prevenção.
“Tudo é em forma de tentar sair da vida que a gente leva”, disse Ana Paula da Silva, 39 anos, que já se automutilou, tentou tirar a vida por cinco vezes, começou a trabalhar aos 14 e já se prostituíra nas ruas de Venâncio depois que perdeu o pai, que era alcoólatra. Ela também se rendeu à bebida e às drogas e hoje frequenta o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) da cidade.
Os problemas mentais da população, sobretudo na classe operária, que não tem recursos para tratamentos mais eficientes, são vistos pelas elites com desprezo, pois elas querem a classe trabalhadora submissa a todo tipo de trabalho e exploração.
“No Sul, saúde mental é vista como besteira, como se a pessoa não quisesse trabalhar”, diz Andreia Volkmer, Coordenadora do Comitê Estadual de Promoção da Vida e Prevenção do Suicídio.
Esses são os efeitos nefastos do atual estágio do capitalismo. Existem saídas para livrar a população dessa opressão mental e física: a sociedade socialista. Enquanto a classe operária não se libertar desse sofrimento no capitalismo, muitos países pobres podem começar a diminuir essa exploração. Um dos passos fundamentais é a nacionalização de todos os seus recursos naturais privatizados pelos capitalistas.
Nessa semana, 11, o ex-presidente da Bolívia Evo Morales propôs que os países sul-americanos com reservas de lítio controlem seus próprios recursos para se tornarem “potências no mundo”.
“O Ocidente não quer que agreguemos valor aos nossos recursos naturais. Se industrializarmos o lítio nas mãos dos povos sob a administração do Estado, podemos ser potências no mundo em alguma coisa”, disse Morales em uma conferência na Argentina.
A fala de Evo Morales é bastante progressista, pois é anti-imperialista. O imperialismo vem sofrendo algumas derrotas para alguns países pobres, como Afeganistão, e recentemente a Rússia, uma potência regional atacada pelo imperialismo americano através da guerra na Ucrânia. A proposta de Morales fortalece o bloco dos países oprimidos contra esse inimigo número um da humanidade, que é o imperialismo, responsável por massacrar seres humanos com desemprego, exploração, ansiedade, depressão e morte.
É preciso que todos os países oprimidos do globo lutem pela nacionalização de todas suas riquezas, a fim de que os frutos delas fiquem com os verdadeiros donos.
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Mundo
Fim do Supremo
Governo popular de Honduras propõe eleição direta para o Supremo
Honduras foi o primeiro país no qual o Judiciário foi utilizado pelo imperialismo para dar golpes de Estado na fase atual
Edifício da Corte Suprema de Justiça de Honduras – Foto: Reprodução
Uma mudança muito importante ocorre nesse momento em Honduras, que deveria servir de exemplo para o Brasil e os demais países da América Latina e do mundo. O Congresso de Honduras aprovou uma lei que exige que os magistrados da Corte Suprema de Justiça (uma espécie de STF hondurenho) sejam escolhidos por voto popular.
As organizações que expressaram essas exigências provenientes de todo povo são a Articulação Cidadã pela Transparência e Justiça (ACTJ) e a Plataforma Ampla de Libertação Nacional (PANAL). As exigências foram feitas em um fórum ocorrido na última terça-feira (18). Junto com essa exigência, as cerca de 30 organizações que compõem o ACTJ também apresentaram propostas de leis que promovam a transparência e acabem com a corrupção governamental.
Segundo a diretora executiva da Organização Ajudamos Honduras (OAH), Gabriela Blen, a ACTJ “buscam que a composição do conselho de nomeações” e “a seleção de candidatos” não sejam mias “influenciados por poderes políticos”.
Entre as medidas para garantir que os candidatos a ministros não sejam ligados a nenhuma organização com fins políticos, aqueles que buscavam cargos de eleição não poderão se candidatar, também estão fora ocupantes de cargos de dirigentes de partidos políticos e seus funcionários ativos.
Além disso, a ACTJ emitiu um comunicado de imprensa exigindo que seja aprovada uma nova lei especial sobre a organização e funcionamento do júri de nomeações para os cargos à Corte Suprema. A ideia é que a lei “garanta a seleção de candidatos independentes, de reconhecido valor profissional e ético, que não sejam controlados por grupos de poder político, econômico e outro”.
A princípio, os magistrados serão eleitos com votos dos deputados do Congresso. Serão necessários pelo menos 86 votos, de 128, para o magistrado ser eleito. O presidente do Congresso Nacional, Luis Redondo, pediu que as sete organizações responsáveis por indicar os candidatos, escolham seus representantes de uma lista de hondurenhos notáveis internacionalmente, o que deveria ajudar a impedir a manipulação da seleção de 45 candidatos. Serão eleitos 15.
A comissão de nomeações será formada por um representante da Corte Suprema, outro da Ordem dos Advogados, o Comissário Nacional de Direitos Humanos, um representante da Faculdade de Ciências Jurídicas, da Universidade Nacional Autônoma de Honduras, além de um representante de organizações da sociedade civil e um da Confederação dos Trabalhadores. Essa composição foi estabelecida pela Constituição de Honduras, em seu artigo 311.
Uma resposta ao golpe em Honduras
A importância disso é que Honduras foi o primeiro país a tomar um golpe de estado pelo imperialismo, golpe que contou com a ajuda do Judiciário. A modalidade se espalhou por toda a América Latina, como se pôde ver no Paraguai, no Brasil – com a derrubada de Dilma e, principalmente, com a prisão de Lula, com a tentativa de prisão de Cristina Kirchner na Argentina e muitos outros exemplos.
A atual Corte Suprema de Honduras possui juízes nomeados pela ditadura nascida do golpe de 2009 no país. É natural que, com a derrota do golpe após a eleição de Xiomara Castro, se coloque em pauta um projeto de lei para remover do cargo os juízes golpistas. O governo de Castro, naturalmente, apoia o projeto.
Seguir o exemplo de Honduras no Brasil
O exemplo de Honduras deve levantar no Brasil um movimento que exija que os juízes do STF sejam todos eleitos pelo voto popular. Não é mais possível conviver com o domínio de 11 togados no país. Essas pessoas, que não receberam um voto sequer, têm o poder de mandar e desmandar no Brasil. Portanto, o mais democrático seria ter juízes eleitos e com cargos revogáveis. O modelo de Corte Suprema com cargos vitalícios e ministros indicados pelo Executivo dá margem para uma ditadura e deve ser abandonado.
Neste momento no Brasil, a principal organização a encampar essa importante luta é o Partido da Causa Operária (PCO), que está saindo às ruas em todos os lugares do país coletando declarações de apoio, que questionam a censura promovida pelo STF contra o próprio Partido.
Além das declarações em texto, estão sendo enviadas também declarações em vídeo, feitas por personalidades importantes que queiram demonstrar apoio ao Partido e influenciar outras pessoas a também fazê-lo.
O PCO foi vítima de uma ação ditatorial promovida pelo ministro Alexandre de Moraes, indicado ao STF por Michel Temer, portanto um fruto do golpe de estado e avalizador do regime golpista atual. A ação consiste em colocar o partido no inquérito das fake news e em derrubar todas as suas redes sociais. Algo sem precedentes até durante a própria ditadura militar.
O caso, além de ser um importante demonstrativo do porquê se deve lutar pelo fim do STF nos moldes como se tem hoje, também precisa servir para que se inicie esse importante movimento de exigir a eleição dos ministros do Supremo no Brasil.
Se a Constituição afirma que “o poder emana o povo” e que “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”, a ação do STF é inconstitucional, e a sua própria existência – por não ser uma representação da vontade popular – também contraria um dos princípios essenciais da Constituição
Nesse sentido, o PCO convida a todos que queiram participar desta luta a se juntarem ao Partido em suas próximas atividades que devem organizar essa importante campanha. O que está em jogo, além da própria existência do único partido revolucionário do Brasil, são os direitos democráticos da população.
Nos EUA já existe um movimento vindo da esquerda que exige o fim da Suprema Corte. Lá, ficou claro o risco que representa essa instituição para os direitos da população após o decreto de que não mais era obrigatório manter o aborto legalizado em todos os estados.
No Brasil, a esquerda deve se conscientizar dessa questão urgentemente. Alguns setores da esquerda pequeno-burguesa, infelizmente, ainda depositam confiança no STF e nas demais instituições tomadas pelos golpistas. A experiência deve demonstrar para todos que vivemos numa ditadura e só a mobilização popular que possibilita a derrota do golpe de estado.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... o-supremo/
Governo popular de Honduras propõe eleição direta para o Supremo
Honduras foi o primeiro país no qual o Judiciário foi utilizado pelo imperialismo para dar golpes de Estado na fase atual
Edifício da Corte Suprema de Justiça de Honduras – Foto: ReproduçãoUma mudança muito importante ocorre nesse momento em Honduras, que deveria servir de exemplo para o Brasil e os demais países da América Latina e do mundo. O Congresso de Honduras aprovou uma lei que exige que os magistrados da Corte Suprema de Justiça (uma espécie de STF hondurenho) sejam escolhidos por voto popular.
As organizações que expressaram essas exigências provenientes de todo povo são a Articulação Cidadã pela Transparência e Justiça (ACTJ) e a Plataforma Ampla de Libertação Nacional (PANAL). As exigências foram feitas em um fórum ocorrido na última terça-feira (18). Junto com essa exigência, as cerca de 30 organizações que compõem o ACTJ também apresentaram propostas de leis que promovam a transparência e acabem com a corrupção governamental.
Segundo a diretora executiva da Organização Ajudamos Honduras (OAH), Gabriela Blen, a ACTJ “buscam que a composição do conselho de nomeações” e “a seleção de candidatos” não sejam mias “influenciados por poderes políticos”.
Entre as medidas para garantir que os candidatos a ministros não sejam ligados a nenhuma organização com fins políticos, aqueles que buscavam cargos de eleição não poderão se candidatar, também estão fora ocupantes de cargos de dirigentes de partidos políticos e seus funcionários ativos.
Além disso, a ACTJ emitiu um comunicado de imprensa exigindo que seja aprovada uma nova lei especial sobre a organização e funcionamento do júri de nomeações para os cargos à Corte Suprema. A ideia é que a lei “garanta a seleção de candidatos independentes, de reconhecido valor profissional e ético, que não sejam controlados por grupos de poder político, econômico e outro”.
A princípio, os magistrados serão eleitos com votos dos deputados do Congresso. Serão necessários pelo menos 86 votos, de 128, para o magistrado ser eleito. O presidente do Congresso Nacional, Luis Redondo, pediu que as sete organizações responsáveis por indicar os candidatos, escolham seus representantes de uma lista de hondurenhos notáveis internacionalmente, o que deveria ajudar a impedir a manipulação da seleção de 45 candidatos. Serão eleitos 15.
A comissão de nomeações será formada por um representante da Corte Suprema, outro da Ordem dos Advogados, o Comissário Nacional de Direitos Humanos, um representante da Faculdade de Ciências Jurídicas, da Universidade Nacional Autônoma de Honduras, além de um representante de organizações da sociedade civil e um da Confederação dos Trabalhadores. Essa composição foi estabelecida pela Constituição de Honduras, em seu artigo 311.
Uma resposta ao golpe em Honduras
A importância disso é que Honduras foi o primeiro país a tomar um golpe de estado pelo imperialismo, golpe que contou com a ajuda do Judiciário. A modalidade se espalhou por toda a América Latina, como se pôde ver no Paraguai, no Brasil – com a derrubada de Dilma e, principalmente, com a prisão de Lula, com a tentativa de prisão de Cristina Kirchner na Argentina e muitos outros exemplos.
A atual Corte Suprema de Honduras possui juízes nomeados pela ditadura nascida do golpe de 2009 no país. É natural que, com a derrota do golpe após a eleição de Xiomara Castro, se coloque em pauta um projeto de lei para remover do cargo os juízes golpistas. O governo de Castro, naturalmente, apoia o projeto.
Seguir o exemplo de Honduras no Brasil
O exemplo de Honduras deve levantar no Brasil um movimento que exija que os juízes do STF sejam todos eleitos pelo voto popular. Não é mais possível conviver com o domínio de 11 togados no país. Essas pessoas, que não receberam um voto sequer, têm o poder de mandar e desmandar no Brasil. Portanto, o mais democrático seria ter juízes eleitos e com cargos revogáveis. O modelo de Corte Suprema com cargos vitalícios e ministros indicados pelo Executivo dá margem para uma ditadura e deve ser abandonado.
Neste momento no Brasil, a principal organização a encampar essa importante luta é o Partido da Causa Operária (PCO), que está saindo às ruas em todos os lugares do país coletando declarações de apoio, que questionam a censura promovida pelo STF contra o próprio Partido.
Além das declarações em texto, estão sendo enviadas também declarações em vídeo, feitas por personalidades importantes que queiram demonstrar apoio ao Partido e influenciar outras pessoas a também fazê-lo.
O PCO foi vítima de uma ação ditatorial promovida pelo ministro Alexandre de Moraes, indicado ao STF por Michel Temer, portanto um fruto do golpe de estado e avalizador do regime golpista atual. A ação consiste em colocar o partido no inquérito das fake news e em derrubar todas as suas redes sociais. Algo sem precedentes até durante a própria ditadura militar.
O caso, além de ser um importante demonstrativo do porquê se deve lutar pelo fim do STF nos moldes como se tem hoje, também precisa servir para que se inicie esse importante movimento de exigir a eleição dos ministros do Supremo no Brasil.
Se a Constituição afirma que “o poder emana o povo” e que “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”, a ação do STF é inconstitucional, e a sua própria existência – por não ser uma representação da vontade popular – também contraria um dos princípios essenciais da Constituição
Nesse sentido, o PCO convida a todos que queiram participar desta luta a se juntarem ao Partido em suas próximas atividades que devem organizar essa importante campanha. O que está em jogo, além da própria existência do único partido revolucionário do Brasil, são os direitos democráticos da população.
Nos EUA já existe um movimento vindo da esquerda que exige o fim da Suprema Corte. Lá, ficou claro o risco que representa essa instituição para os direitos da população após o decreto de que não mais era obrigatório manter o aborto legalizado em todos os estados.
No Brasil, a esquerda deve se conscientizar dessa questão urgentemente. Alguns setores da esquerda pequeno-burguesa, infelizmente, ainda depositam confiança no STF e nas demais instituições tomadas pelos golpistas. A experiência deve demonstrar para todos que vivemos numa ditadura e só a mobilização popular que possibilita a derrota do golpe de estado.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... o-supremo/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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NOTÍCIAS
https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/g ... e-publico/
O governo da Argentina anunciou nesta quinta-feira aumentos nas tarifas de transporte público de até 40% para a região metropolitana de Buenos Aires.
O governo do presidente Alberto Fernández mantinha as tarifas congeladas desde 2019.
A partir de agosto de 2022, as viagens de ônibus na Argentina de até três quilômetros custarão 25,25 pesos (R$ 1,07 pelo câmbio oficial do governo), enquanto uma distância entre três e seis quilômetros custará 28 pesos (R$ 1,19), de acordo com um comunicado do Ministério dos Transportes.
O governo da Argentina anunciou nesta quinta-feira aumentos nas tarifas de transporte público de até 40% para a região metropolitana de Buenos Aires.
O governo do presidente Alberto Fernández mantinha as tarifas congeladas desde 2019.
A partir de agosto de 2022, as viagens de ônibus na Argentina de até três quilômetros custarão 25,25 pesos (R$ 1,07 pelo câmbio oficial do governo), enquanto uma distância entre três e seis quilômetros custará 28 pesos (R$ 1,19), de acordo com um comunicado do Ministério dos Transportes.



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América Latina
Assassinato
Governo colombiano anuncia a morte de líder dissidente das Farc
Política de adotar comportamento pacífico imposto pelo imperialismo não levou a Colômbia a lugar nenhum e não fez as mortes diminuírem
Ex-guerrilheiros das FARC participam de um protesto para exigir garantias de segurança e cumprimento dos acordos de paz assinados com o governo – Foto: Reprodução
Ogoverno colombiano do presidente Ivan Duque, que fica no poder até agosto deste ano e atua como base operacional dos Estados Unidos, anuncia o extermínio de mais um líder, conhecido como Roque, das FARC (também denominadas FARC-EP, Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia–Ejército del Pueblo).
Apesar das FARC terem sido removidas da designação de “Terrorista Global Especialmente Designado” pelo governo imperialista norte-americano, o Canadá e a União Europeia, além do próprio governo títere da Colômbia, que há anos vêm impondo a política imperialista no território colombiano, vários outros grupos que surgiram como dissidência das FARC foram incluídos na lista de grupos terroristas.
O imperialismo dá com uma mão e tira com duas. Um favorecimento disfarçado e condicionado a que os grupos se submetam aos mandos e desmandos da tutela imperialista no país. A deposição de armas foi um dos mandos que, embora alguns setores tenham se submetido, não houve diminuição do número de morte na Colômbia.
Desde o começo do governo Duque, centenas de líderes de movimentos dos trabalhadores foram assassinados e/ou sequestrados na Colômbia. Duque garantiu que iria apoiar uma passagem de governo “eficaz e harmônica” para o seu sucessor, o declarado ex-guerrilheiro Gustavo Petro. Porém, a matança dos revolucionários, guerrilheiros ou ex-guerrilheiros, como Petro, continua a todo o vapor seguindo a orientação do imperialismo americano.
Isso é mais um exemplo da política fascista imposta à Colômbia e ensinada pelo imperialismo americano. É, também, uma prova de que a deposição de armas aceita pelas FARC foi um grande erro, pois nada mudou na Colômbia.
Este ano já foram mortos, ou sequestrados, vários líderes das FARC, além de vários líderes de movimentos sociais na Colômbia. A política do pacifismo diante da burguesia que a esquerda domesticada latino-americana tem adotado é um fracasso na Colômbia; qualquer líder de grupos de trabalhadores que inicia na militância em busca de direitos e posicionamento político é ameaçado de sequestro ou de morte. A retomada da soberania vai ser difícil, não basta combater banqueiros, latifundiários e o crime organizado.
Por outro lado, Gustavo Petro, que assume em agosto, disse ainda que vai pedir à ONU para investigar crimes de corrupção, dando mais essa prova de que entrou para seguir os desígnios do imperialismo americano no seu país. Tudo isso somado ao fato de que fez questão de anunciar que mantém diálogo “muito amistoso” com o presidente Biden.
Segundo o historiador Renán Vega, doutorado em estudos políticos na Universidade Paris VIII e professor da Universidade Pedagógica Nacional da Colômbia, há pelo menos 50 unidades estadunidenses com 200 a 300 militares cada na Colômbia. Além de 25 agências secretas dos EUA encabeçadas pela CIA (Central Intelligence Agency) e pela DEA (Drug Enforcement Administration), principal agência norte-americana de combate às drogas. Estas atuam livremente para intervir no país “também em termos econômicos, políticos, sociais e culturais”.
“Tudo isso difundido como muito positivo pelos meios de comunicação […] nos últimos 25 anos, a Colômbia foi o terceiro principal país em investimento militar dos Estados Unidos, tendo implementado com seus manuais, a lógica contra insurgente e anticomunista, nos quais ensinam a torturar, matar e desaparecer”, diz Vega.
Como fica fácil de notar, a Colômbia vive constantemente num estado de exceção. O próximo governo Petro, se não capitular para o imperialismo, como dá mostra que já está fazendo, vai ter muito trabalho pela frente. O povo colombiano pede socorro e seria muito útil uma América Latina com governos livres do intervencionismo americano para ajudar.
Segundo os dados dos quais se utiliza o historiador Vega, foi precisamente no momento em que os EUA inundam o país de dólares para as Forças Armadas que essa situação de caos se iniciou na região: “É aí que se inicia a violência que estamos vivendo”, como foi destacado pelo portal Diálogos do Sul.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... -das-farc/
Governo colombiano anuncia a morte de líder dissidente das Farc
Política de adotar comportamento pacífico imposto pelo imperialismo não levou a Colômbia a lugar nenhum e não fez as mortes diminuírem
Ex-guerrilheiros das FARC participam de um protesto para exigir garantias de segurança e cumprimento dos acordos de paz assinados com o governo – Foto: ReproduçãoOgoverno colombiano do presidente Ivan Duque, que fica no poder até agosto deste ano e atua como base operacional dos Estados Unidos, anuncia o extermínio de mais um líder, conhecido como Roque, das FARC (também denominadas FARC-EP, Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia–Ejército del Pueblo).
Apesar das FARC terem sido removidas da designação de “Terrorista Global Especialmente Designado” pelo governo imperialista norte-americano, o Canadá e a União Europeia, além do próprio governo títere da Colômbia, que há anos vêm impondo a política imperialista no território colombiano, vários outros grupos que surgiram como dissidência das FARC foram incluídos na lista de grupos terroristas.
O imperialismo dá com uma mão e tira com duas. Um favorecimento disfarçado e condicionado a que os grupos se submetam aos mandos e desmandos da tutela imperialista no país. A deposição de armas foi um dos mandos que, embora alguns setores tenham se submetido, não houve diminuição do número de morte na Colômbia.
Desde o começo do governo Duque, centenas de líderes de movimentos dos trabalhadores foram assassinados e/ou sequestrados na Colômbia. Duque garantiu que iria apoiar uma passagem de governo “eficaz e harmônica” para o seu sucessor, o declarado ex-guerrilheiro Gustavo Petro. Porém, a matança dos revolucionários, guerrilheiros ou ex-guerrilheiros, como Petro, continua a todo o vapor seguindo a orientação do imperialismo americano.
Isso é mais um exemplo da política fascista imposta à Colômbia e ensinada pelo imperialismo americano. É, também, uma prova de que a deposição de armas aceita pelas FARC foi um grande erro, pois nada mudou na Colômbia.
Este ano já foram mortos, ou sequestrados, vários líderes das FARC, além de vários líderes de movimentos sociais na Colômbia. A política do pacifismo diante da burguesia que a esquerda domesticada latino-americana tem adotado é um fracasso na Colômbia; qualquer líder de grupos de trabalhadores que inicia na militância em busca de direitos e posicionamento político é ameaçado de sequestro ou de morte. A retomada da soberania vai ser difícil, não basta combater banqueiros, latifundiários e o crime organizado.
Por outro lado, Gustavo Petro, que assume em agosto, disse ainda que vai pedir à ONU para investigar crimes de corrupção, dando mais essa prova de que entrou para seguir os desígnios do imperialismo americano no seu país. Tudo isso somado ao fato de que fez questão de anunciar que mantém diálogo “muito amistoso” com o presidente Biden.
Segundo o historiador Renán Vega, doutorado em estudos políticos na Universidade Paris VIII e professor da Universidade Pedagógica Nacional da Colômbia, há pelo menos 50 unidades estadunidenses com 200 a 300 militares cada na Colômbia. Além de 25 agências secretas dos EUA encabeçadas pela CIA (Central Intelligence Agency) e pela DEA (Drug Enforcement Administration), principal agência norte-americana de combate às drogas. Estas atuam livremente para intervir no país “também em termos econômicos, políticos, sociais e culturais”.
“Tudo isso difundido como muito positivo pelos meios de comunicação […] nos últimos 25 anos, a Colômbia foi o terceiro principal país em investimento militar dos Estados Unidos, tendo implementado com seus manuais, a lógica contra insurgente e anticomunista, nos quais ensinam a torturar, matar e desaparecer”, diz Vega.
Como fica fácil de notar, a Colômbia vive constantemente num estado de exceção. O próximo governo Petro, se não capitular para o imperialismo, como dá mostra que já está fazendo, vai ter muito trabalho pela frente. O povo colombiano pede socorro e seria muito útil uma América Latina com governos livres do intervencionismo americano para ajudar.
Segundo os dados dos quais se utiliza o historiador Vega, foi precisamente no momento em que os EUA inundam o país de dólares para as Forças Armadas que essa situação de caos se iniciou na região: “É aí que se inicia a violência que estamos vivendo”, como foi destacado pelo portal Diálogos do Sul.
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Segundo o Chapolin Comunista, qualquer governo que não seja de (extrema-)Esquerda é um "governo fantoche" ou um "governo ilegítimo". Só é democracia quando a ideologia dele está no poder. 
"Um governo que não aparece faz o povo feliz. Um governo que tudo quer determinar faz o povo infeliz." - Lao Tsé
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Nada a ver, Lula não é de extrema esquerda e não seria um governo fantoche. Boric, por outro lado...
"Esquerda" made in USA
Chile de Gabriel Boric – Laboratório do Grande Reset
Chile como laboratório para tendências capitalistas internacionais
Gariel Boric, presidente eleito do Chile
Avitória de Gabriel Boric no Chile, a julgar pela campanha e pelo perfil do candidato eleito, me parece ser um experimento no sentido de testar a viabilidade da política do Grande Reset tal como definida pelo Fórum Econômico Mundial, centrada em renda mínima, ‘decrescimento’, descarbonização, transhumanismo, sanitarismo, multiculturalismo etc.
O Chile é o país perfeito para isso pois é um país claramente hegemonizado por valores de classe média cosmopolita e que já de muito tempo aceitou um modelo de subdesenvolvimento gourmet, sem maiores expectativas políticas do que um redistributivismo economicamente possível num país primário-exportador, cuja população urbana é basicamente empregada em serviços de baixa complexidade mas com forte integração às modas internacionais (p. ex: sorveteria temática de série de Netflix). Diferentemente de outros países latino-americanos, cuja realidade social e política destoa dos padrões do “novo normal” e o inviabiliza na prática – ver, por exemplo, o fracasso do governo Alberto Fernández em implementá-lo na Argentina, despertando oposição até dentro do próprio partido – o Chile é um país que já está preparado para essa nova fase do capitalismo internacional.
Não seria a primeira vez que isso ocorre. O Chile é um país que, por várias razões de ordem cultural, demográfica e geográfica, há muito tempo se presta a ser laboratório de tendências internacionais iniciais. A “via chilena para o socialismo” do Allende foi uma experiência soviética para testar a viabilidade de um caminho não-leninista para o socialismo de estilo soviético fora do leste europeu, num momento em que a possibilidade de revoluções clássicas no Terceiro Mundo estava bastante reduzida. O pinochetismo, por sua vez, nascido da reação dos EUA e do Brasil à penetração soviética no Cone Sul e possibilitado pelo fiasco interno allendista, foi uma experiência dos EUA e dos militares brasileiros para testar as possíveis consequências de um liberalismo radical, num momento em que grande parte dos dirigentes norte-americanos e brasileiros ainda estavam profundamente arraigados pelo keynesianismo e pelo desenvolvimentismo do pós-guerra. Mais recentemente, a política de “concertação” pós-pinochetista foi um experimento dos grandes grupos financeiros que passaram a mandar no país com o Pinochet para a chamada Terceira Via, que buscava dar uma humanizada e um laivo assistencial ao neoliberalismo num momento (início dos anos 90) em que o thatcherismo puro e duro havia caído em desprestígio.
Em todos esses casos, o Chile foi usado como “modelo” de alcance internacional. Não seria surpreendente se, daqui a uns meses e anos, formos bombardeados a respeito do “sucesso chileno” com o “novo progressismo”, que inspiraria agendas e plataformas de candidaturas tanto à esquerda quanto à direita em todo o mundo.
https://www.causaoperaria.org.br/artigo ... nde-reset/
Chile de Gabriel Boric – Laboratório do Grande Reset
Chile como laboratório para tendências capitalistas internacionais
Gariel Boric, presidente eleito do ChileAvitória de Gabriel Boric no Chile, a julgar pela campanha e pelo perfil do candidato eleito, me parece ser um experimento no sentido de testar a viabilidade da política do Grande Reset tal como definida pelo Fórum Econômico Mundial, centrada em renda mínima, ‘decrescimento’, descarbonização, transhumanismo, sanitarismo, multiculturalismo etc.
O Chile é o país perfeito para isso pois é um país claramente hegemonizado por valores de classe média cosmopolita e que já de muito tempo aceitou um modelo de subdesenvolvimento gourmet, sem maiores expectativas políticas do que um redistributivismo economicamente possível num país primário-exportador, cuja população urbana é basicamente empregada em serviços de baixa complexidade mas com forte integração às modas internacionais (p. ex: sorveteria temática de série de Netflix). Diferentemente de outros países latino-americanos, cuja realidade social e política destoa dos padrões do “novo normal” e o inviabiliza na prática – ver, por exemplo, o fracasso do governo Alberto Fernández em implementá-lo na Argentina, despertando oposição até dentro do próprio partido – o Chile é um país que já está preparado para essa nova fase do capitalismo internacional.
Não seria a primeira vez que isso ocorre. O Chile é um país que, por várias razões de ordem cultural, demográfica e geográfica, há muito tempo se presta a ser laboratório de tendências internacionais iniciais. A “via chilena para o socialismo” do Allende foi uma experiência soviética para testar a viabilidade de um caminho não-leninista para o socialismo de estilo soviético fora do leste europeu, num momento em que a possibilidade de revoluções clássicas no Terceiro Mundo estava bastante reduzida. O pinochetismo, por sua vez, nascido da reação dos EUA e do Brasil à penetração soviética no Cone Sul e possibilitado pelo fiasco interno allendista, foi uma experiência dos EUA e dos militares brasileiros para testar as possíveis consequências de um liberalismo radical, num momento em que grande parte dos dirigentes norte-americanos e brasileiros ainda estavam profundamente arraigados pelo keynesianismo e pelo desenvolvimentismo do pós-guerra. Mais recentemente, a política de “concertação” pós-pinochetista foi um experimento dos grandes grupos financeiros que passaram a mandar no país com o Pinochet para a chamada Terceira Via, que buscava dar uma humanizada e um laivo assistencial ao neoliberalismo num momento (início dos anos 90) em que o thatcherismo puro e duro havia caído em desprestígio.
Em todos esses casos, o Chile foi usado como “modelo” de alcance internacional. Não seria surpreendente se, daqui a uns meses e anos, formos bombardeados a respeito do “sucesso chileno” com o “novo progressismo”, que inspiraria agendas e plataformas de candidaturas tanto à esquerda quanto à direita em todo o mundo.
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América Latina
Inflação
Argentina e sua inflação descontrolada
Com recorde atrás de recorde, inflação na Argentina é gritante
Alberto Fernandez – Foto: Reprodução
Com uma escalada inflacionária de cair o queixo ao longo dos últimos meses, os preços na Argentina deram um salto de 20% literalmente do dia para a noite — não “de repente”, mas “de uma vez”.
Mês após mês, os números batem recordes. O dado mais recente indica que a inflação registrada no mês de junho é a maior em 30 anos para o mês em questão. Em maio, a taxa de inflação ao ano estava em 60%, configurando uma das mais altas do mundo; agora, este número se encontra em 64%.
O peso, moeda argentina, está extremamente desvalorizado. Martin Guzman, ex-ministro da economia de Alberto Fernandez, renunciou há algumas semanas. Este foi o responsável pelo acordo de dívida com o Fundo Monetário Internacional, figurando como o homem do mercado financeiro e agente do imperialismo dentro do governo argentino. Agora, a nova ministra, Silvina Batakis, é colocada como aliada da vice-presidente, Cristina Kirchner, mas, ao mesmo tempo, afirma que vai seguir os passos do antigo ministro e a política do governo, assim como o plano acordado pelo FMI.
Ao mesmo tempo, a instabilidade política e social no país é gritante. Há um descontrole no âmbito social, e o povo culpa Fernandez, representante do governo. Protestos começam a acontecer pelo país, de produtores rurais, caminhoneiros, da população civil, etc.
A situação no país é extrema. São diversos os fatores que desembocam na crise, inclusive as crises internacionais do imperialismo, como o conflito na Ucrânia, a ascensão da China no mercado mundial, a escassez de petróleo e gás, entre diversos outros fatores.
https://www.causaoperaria.org.br/artigo ... ontrolada/
Argentina e sua inflação descontrolada
Com recorde atrás de recorde, inflação na Argentina é gritante
Alberto Fernandez – Foto: ReproduçãoCom uma escalada inflacionária de cair o queixo ao longo dos últimos meses, os preços na Argentina deram um salto de 20% literalmente do dia para a noite — não “de repente”, mas “de uma vez”.
Mês após mês, os números batem recordes. O dado mais recente indica que a inflação registrada no mês de junho é a maior em 30 anos para o mês em questão. Em maio, a taxa de inflação ao ano estava em 60%, configurando uma das mais altas do mundo; agora, este número se encontra em 64%.
O peso, moeda argentina, está extremamente desvalorizado. Martin Guzman, ex-ministro da economia de Alberto Fernandez, renunciou há algumas semanas. Este foi o responsável pelo acordo de dívida com o Fundo Monetário Internacional, figurando como o homem do mercado financeiro e agente do imperialismo dentro do governo argentino. Agora, a nova ministra, Silvina Batakis, é colocada como aliada da vice-presidente, Cristina Kirchner, mas, ao mesmo tempo, afirma que vai seguir os passos do antigo ministro e a política do governo, assim como o plano acordado pelo FMI.
Ao mesmo tempo, a instabilidade política e social no país é gritante. Há um descontrole no âmbito social, e o povo culpa Fernandez, representante do governo. Protestos começam a acontecer pelo país, de produtores rurais, caminhoneiros, da população civil, etc.
A situação no país é extrema. São diversos os fatores que desembocam na crise, inclusive as crises internacionais do imperialismo, como o conflito na Ucrânia, a ascensão da China no mercado mundial, a escassez de petróleo e gás, entre diversos outros fatores.
https://www.causaoperaria.org.br/artigo ... ontrolada/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Europa
Crise energetica
Milhares morrem com onda de calor na Europa
Mais de mil mortos em Portugal e mais de quinhentos na Espanha, uma verdadeira catástrofe
Onda de calor mostra tamanho da crise na Europa – Foto: Reprodução
Até o momento, o verão de 2022 no hemisfério norte é o campeão das temperaturas altas. Países da Europa Ocidental estão literalmente cozinhando ou assando sob o calor que chega, em algumas localidades, à 43 °C. Uma temperatura de 40 graus está se tornando comum entre as fronteiras europeias. As previsões avisam que a onda de calor atingirá países do leste europeu, como Alemanha e Polônia. Em Berlim, as temperaturas já estão em torno de 34 graus.
O calor sem precedentes atinge países da península Ibérica com maior severidade. Em Portugal, até o dia 19, o número de mortos pelo calor chegou a 1.000 pessoas. Além das altas temperaturas, a vegetação seca espalha facilmente os focos de incêndio com a ajuda dos ventos, seja no campo ou próximo às cidades.
Sob essas condições, os idosos, que são grande parte da população em Portugal e Espanha, são aqueles que mais sofrem, pois a crise energética e hídrica faz com que os recursos para poder banhar-se e refrescar-se, como ar-condicionado, fiquem inacessíveis aos que necessitam.
Na Espanha, o número de mortos já ultrapassou os 500. Um incêndio em uma grande área provocou a evacuação de 1.700 pessoas da região de Calatayud e causou a paralisação dos trens de alta velocidade entre Madrid e Barcelona.
Juntos, Portugal e Espanha somam mais de 1.500 mortos pela onda de calor.
A França também vem sofrendo com as altas temperaturas e incêndios. Moradores procuram lutar contra os incêndios no campo da forma como podem, pois os bombeiros não são suficientes para o número de chamadas e demoram a chegar. Florestas francesas estão prestes a queimar, o que preocupa os moradores, que tentam protegê-la. Parisienses moradores de casas com telhados metálicos afirmam não suportar o calor. Novamente, os mais idosos são as vítimas mais afetadas.
Sem poder pagar por mais água e energia para amenizar o calor e seus riscos à saúde, idosos franceses recebem ajuda de organizações não governamentais. Porém, não é o suficiente diante da “pobreza energética de verão”, ou “summer energy poverty“, expressão usada pela Euronews para descrever a situação de crise energética.
A falta de energia e os altos preços daí decorrentes em muitos países europeus é a consequência da crise energética provocada pelos embargos à energia de origem russa, que era barata e mais acessível aos cidadãos e empresas. O número de pobres de energia no verão tende a aumentar conforme o verão ameniza sua intensidade e o outono/inverno se aproximam.
Incêndios também ocorreram nos arredores de Atenas/Grécia no dia 19. Dezenas de casas foram queimadas e pessoas evacuadas. Há feridos mas não há ainda relatos de mortes, exceto a de um senhor que se suicidou ao ver sua casa em chamas. Bombeiros da Romênia vieram socorrer os colegas gregos a debelar o fogo.
Na Itália, a seca, ventos fortes e calor intenso também fomentam incêndios. No norte e no centro do país a temperatura chegou a 42 graus. O insumo de água está sendo reduzida para a agricultura, o que causa reações dos agricultores. O rio Pó, um dos principais rios italianos, está em níveis baixos, impedindo a irrigação. Esta água também não está apropriada para consumo. Há cidades racionando as fontes de água.
Água, alimentos e toda uma cadeia de produtos e serviços dependentes de energia para sua distribuição podem se tornar ainda mais caros e menos ofertados quando o inverno chegar.
No Reino Unido o calor também está acima de todas as médias anteriores. Na última quarta-feira (20), um incêndio chegou aos arredores de Londres, que registrou temperaturas na casa dos 40 °C. Bombeiros ingleses declararam emergência e não conseguem atender a todas as chamadas.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... na-europa/
Milhares morrem com onda de calor na Europa
Mais de mil mortos em Portugal e mais de quinhentos na Espanha, uma verdadeira catástrofe
Onda de calor mostra tamanho da crise na Europa – Foto: ReproduçãoAté o momento, o verão de 2022 no hemisfério norte é o campeão das temperaturas altas. Países da Europa Ocidental estão literalmente cozinhando ou assando sob o calor que chega, em algumas localidades, à 43 °C. Uma temperatura de 40 graus está se tornando comum entre as fronteiras europeias. As previsões avisam que a onda de calor atingirá países do leste europeu, como Alemanha e Polônia. Em Berlim, as temperaturas já estão em torno de 34 graus.
O calor sem precedentes atinge países da península Ibérica com maior severidade. Em Portugal, até o dia 19, o número de mortos pelo calor chegou a 1.000 pessoas. Além das altas temperaturas, a vegetação seca espalha facilmente os focos de incêndio com a ajuda dos ventos, seja no campo ou próximo às cidades.
Sob essas condições, os idosos, que são grande parte da população em Portugal e Espanha, são aqueles que mais sofrem, pois a crise energética e hídrica faz com que os recursos para poder banhar-se e refrescar-se, como ar-condicionado, fiquem inacessíveis aos que necessitam.
Na Espanha, o número de mortos já ultrapassou os 500. Um incêndio em uma grande área provocou a evacuação de 1.700 pessoas da região de Calatayud e causou a paralisação dos trens de alta velocidade entre Madrid e Barcelona.
Juntos, Portugal e Espanha somam mais de 1.500 mortos pela onda de calor.
A França também vem sofrendo com as altas temperaturas e incêndios. Moradores procuram lutar contra os incêndios no campo da forma como podem, pois os bombeiros não são suficientes para o número de chamadas e demoram a chegar. Florestas francesas estão prestes a queimar, o que preocupa os moradores, que tentam protegê-la. Parisienses moradores de casas com telhados metálicos afirmam não suportar o calor. Novamente, os mais idosos são as vítimas mais afetadas.
Sem poder pagar por mais água e energia para amenizar o calor e seus riscos à saúde, idosos franceses recebem ajuda de organizações não governamentais. Porém, não é o suficiente diante da “pobreza energética de verão”, ou “summer energy poverty“, expressão usada pela Euronews para descrever a situação de crise energética.
A falta de energia e os altos preços daí decorrentes em muitos países europeus é a consequência da crise energética provocada pelos embargos à energia de origem russa, que era barata e mais acessível aos cidadãos e empresas. O número de pobres de energia no verão tende a aumentar conforme o verão ameniza sua intensidade e o outono/inverno se aproximam.
Incêndios também ocorreram nos arredores de Atenas/Grécia no dia 19. Dezenas de casas foram queimadas e pessoas evacuadas. Há feridos mas não há ainda relatos de mortes, exceto a de um senhor que se suicidou ao ver sua casa em chamas. Bombeiros da Romênia vieram socorrer os colegas gregos a debelar o fogo.
Na Itália, a seca, ventos fortes e calor intenso também fomentam incêndios. No norte e no centro do país a temperatura chegou a 42 graus. O insumo de água está sendo reduzida para a agricultura, o que causa reações dos agricultores. O rio Pó, um dos principais rios italianos, está em níveis baixos, impedindo a irrigação. Esta água também não está apropriada para consumo. Há cidades racionando as fontes de água.
Água, alimentos e toda uma cadeia de produtos e serviços dependentes de energia para sua distribuição podem se tornar ainda mais caros e menos ofertados quando o inverno chegar.
No Reino Unido o calor também está acima de todas as médias anteriores. Na última quarta-feira (20), um incêndio chegou aos arredores de Londres, que registrou temperaturas na casa dos 40 °C. Bombeiros ingleses declararam emergência e não conseguem atender a todas as chamadas.
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- Registrado em: 03 Fev 2009, 00:22
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América Latina
Burguesia assassina
Detentos equatorianos se rebelam contra tratamento de cachorro
País passa por onda de rebeliões em penitenciárias que administração afirma ser ligada ao narcotráfico
Operação policial na prisão Bellavista, em Santo Domingo, no Equador – Polícia do Equador – – Reprodução
motim de ontem, 18, na prisão Bellavista é fruto da profunda crise no Equador, que está levando a vários protestos contra o governo neoliberal, dentro e fora do sistema carcerário. 13 prisioneiros foram mortos e ao menos 2 ficaram feridos na cidade equatoriana de Santo Domingo disse a agência penitenciária do Equador, em mais um atentando de violência carcerária no país.
O número de vítimas é maior que o divulgado, devendo ser confirmado ainda pelas autoridades, uma contagem final ainda será realizada pelo gabinete do procurador-geral.
Nesta mesma prisão, em maio, a violência matou 44 cidadãoes e deixou onze feridos, sendo dois venezuelanos e um policial. Neste dia, 220 presos escaparam.
O governo do presidente Guillermo Lasso atribui a violência carcerária às brigas entre gangues pelo controle do território e pelas rotas do narcotráfico. Porém é claro e certo que essa crise vem do desespero das maiorias empobrecidas do país. O atual governo é formado por empresários e elites de mestiços brancos que vivem em bairros exclusivos e se socializam basicamente entre grupos privilegiados, não reagiu à frustração popular após dois anos de catástrofe econômica e social causada pela pandemia.
O aumento dos preços dos combustíveis é para os setores populares um fator tangível de responsabilidade governamental exclusiva que afeta diretamente a inflação, gerando sérias consequências sobre a renda das pessoas.
Na verdade, a revolta indígena e popular de outubro de 2019, que é o antecedente direto desta nova greve, foi precisamente devido ao aumento brutal do preço do diesel, que em pouco tempo passou de um dólar por galão para 2,30 dólares. O diesel no Equador é utilizado para o transporte público e o transporte de mercadorias pesadas.
A Burguesia ignora o efeito do aumento dos combustíveis na inflação, no aumento do custo da produção nacional, na perda de competitividade das exportações de um país dolarizado e no aumento das importações que se tornam mais baratas.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... 2-feridos/
Detentos equatorianos se rebelam contra tratamento de cachorro
País passa por onda de rebeliões em penitenciárias que administração afirma ser ligada ao narcotráfico
Operação policial na prisão Bellavista, em Santo Domingo, no Equador – Polícia do Equador – – Reproduçãomotim de ontem, 18, na prisão Bellavista é fruto da profunda crise no Equador, que está levando a vários protestos contra o governo neoliberal, dentro e fora do sistema carcerário. 13 prisioneiros foram mortos e ao menos 2 ficaram feridos na cidade equatoriana de Santo Domingo disse a agência penitenciária do Equador, em mais um atentando de violência carcerária no país.
O número de vítimas é maior que o divulgado, devendo ser confirmado ainda pelas autoridades, uma contagem final ainda será realizada pelo gabinete do procurador-geral.
Nesta mesma prisão, em maio, a violência matou 44 cidadãoes e deixou onze feridos, sendo dois venezuelanos e um policial. Neste dia, 220 presos escaparam.
O governo do presidente Guillermo Lasso atribui a violência carcerária às brigas entre gangues pelo controle do território e pelas rotas do narcotráfico. Porém é claro e certo que essa crise vem do desespero das maiorias empobrecidas do país. O atual governo é formado por empresários e elites de mestiços brancos que vivem em bairros exclusivos e se socializam basicamente entre grupos privilegiados, não reagiu à frustração popular após dois anos de catástrofe econômica e social causada pela pandemia.
O aumento dos preços dos combustíveis é para os setores populares um fator tangível de responsabilidade governamental exclusiva que afeta diretamente a inflação, gerando sérias consequências sobre a renda das pessoas.
Na verdade, a revolta indígena e popular de outubro de 2019, que é o antecedente direto desta nova greve, foi precisamente devido ao aumento brutal do preço do diesel, que em pouco tempo passou de um dólar por galão para 2,30 dólares. O diesel no Equador é utilizado para o transporte público e o transporte de mercadorias pesadas.
A Burguesia ignora o efeito do aumento dos combustíveis na inflação, no aumento do custo da produção nacional, na perda de competitividade das exportações de um país dolarizado e no aumento das importações que se tornam mais baratas.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... 2-feridos/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Mundo
Calamidade Pública
Quase 300 pessoas morrem após chuvas no Paquistão
A província mais afetada do país asiático é o Baluchistão, localizado no sudoeste, onde 88 pessoas perderam a vida e 62 ficaram feridas
Pelo menos 5.500 casas foram parcial ou totalmente destruídas, assim como lojas e prédios em várias áreas do país asiático – Reprodução
As autoridades paquistanesas informaram na quinta-feira que 282 pessoas morreram e outras 211 ficaram feridas desde 14 de junho devido às fortes chuvas que continuam afetando o país asiático.
A Autoridade Nacional de Gestão de Desastres (ANMD) destacou que entre os falecidos estão 160 mulheres e crianças.
O maior número de vítimas é registrado na província do Baluchistão, localizada no sudoeste, onde 88 pessoas perderam a vida e 62 ficaram feridas.
نیشنل ڈیزاسٹر مینجمنٹ اتھارٹی کے مطابق کم از کم 282 پاکستانی ہلاک اور تقریباﹰ چھ ہزار مکانات تباہ ہو چکے ہیں۔ سب سے زیادہ جانی اور مالی نقصان بلوچستان میں ہوا۔ pic.twitter.com/MLAo5UvAPL
— Riaz Raheem (@RiazRaheem13) July 21, 2022
A província de Sindh foi a segunda do país em número de mortos com 67, em Punjab 57 e em Khyber Pakhtunkhwa 56, além de outros 14 que morreram em outras regiões do país.
Da mesma forma, o relatório da entidade revelou que pelo menos 5.500 casas foram parcial ou totalmente destruídas, bem como lojas e edifícios em várias zonas do país.
As autoridades nacionais destacaram que os trabalhos de assistência e salvamento estão em curso e a agência ANMD entregou às vítimas das chuvas e inundações em todo o país pacotes de alimentos, tendas, kits de cozinha, mosquiteiros, kits de higiene, cobertores e lonas.
pic.twitter.com/yFPQizCypn
— Dr Sardar Sarfaraz (@sarfarazmet) July 20, 2022
O Departamento Meteorológico do Paquistão anunciou mais chuvas para os próximos dias no quadro das chuvas de monção que continuarão a afetar o território durante esta semana.
Esta instituição recomendou às autoridades e população que permaneçam alertas devido a enchentes e deslizamentos de terra que podem ser gerados devido a chuvas fortes e intensas.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... paquistao/
Quase 300 pessoas morrem após chuvas no Paquistão
A província mais afetada do país asiático é o Baluchistão, localizado no sudoeste, onde 88 pessoas perderam a vida e 62 ficaram feridas
Pelo menos 5.500 casas foram parcial ou totalmente destruídas, assim como lojas e prédios em várias áreas do país asiático – ReproduçãoAs autoridades paquistanesas informaram na quinta-feira que 282 pessoas morreram e outras 211 ficaram feridas desde 14 de junho devido às fortes chuvas que continuam afetando o país asiático.
A Autoridade Nacional de Gestão de Desastres (ANMD) destacou que entre os falecidos estão 160 mulheres e crianças.
O maior número de vítimas é registrado na província do Baluchistão, localizada no sudoeste, onde 88 pessoas perderam a vida e 62 ficaram feridas.
نیشنل ڈیزاسٹر مینجمنٹ اتھارٹی کے مطابق کم از کم 282 پاکستانی ہلاک اور تقریباﹰ چھ ہزار مکانات تباہ ہو چکے ہیں۔ سب سے زیادہ جانی اور مالی نقصان بلوچستان میں ہوا۔ pic.twitter.com/MLAo5UvAPL
— Riaz Raheem (@RiazRaheem13) July 21, 2022
A província de Sindh foi a segunda do país em número de mortos com 67, em Punjab 57 e em Khyber Pakhtunkhwa 56, além de outros 14 que morreram em outras regiões do país.
Da mesma forma, o relatório da entidade revelou que pelo menos 5.500 casas foram parcial ou totalmente destruídas, bem como lojas e edifícios em várias zonas do país.
As autoridades nacionais destacaram que os trabalhos de assistência e salvamento estão em curso e a agência ANMD entregou às vítimas das chuvas e inundações em todo o país pacotes de alimentos, tendas, kits de cozinha, mosquiteiros, kits de higiene, cobertores e lonas.
pic.twitter.com/yFPQizCypn
— Dr Sardar Sarfaraz (@sarfarazmet) July 20, 2022
O Departamento Meteorológico do Paquistão anunciou mais chuvas para os próximos dias no quadro das chuvas de monção que continuarão a afetar o território durante esta semana.
Esta instituição recomendou às autoridades e população que permaneçam alertas devido a enchentes e deslizamentos de terra que podem ser gerados devido a chuvas fortes e intensas.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... paquistao/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI


