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Europa

Mensagem por Chapolin Gremista » 14 Jul 2022, 20:31

Continua o baile
Presidente da Itália não aceita renúncia de Mario Draghi
Crise está formada no governo italiano. Não é apenas na Itália o problema, o governo francês e também o alemão estão passando por sérios problemas

ImagemO presidente da República italiano Sergio Mattarella e o primeiro-ministro italiano Mario Draghi – Reprodução

Sputnik – Mais cedo, Draghi anunciou que renunciaria ao cargo de primeiro-ministro ainda nesta quinta-feira (14), após o maior partido da coalizão de seu governo, o Movimento Cinco Estrelas, se recusar a participar de um voto de confiança no governo. A votação estava atrelada à aprovação de um decreto com medidas de apoio econômico à população.

Draghi venceu o voto de confiança por 172 votos a 39. Mas a recusa do Movimento Cinco Estrelas em participar jogou incerteza sobre a estabilidade da coalizão do governo.

Segundo a Sputnik, a Itália e a Hungria solicitam a resolução da crise ucraniana o mais rápido possível, o que pode levar à atenuação das sanções antirrussas. O impacto das sanções está sendo muito negativa às economias desses países.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... io-draghi/
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Mundo

Mensagem por Chapolin Gremista » 14 Jul 2022, 20:35

Crise Social
A revolta popular no Sri Lanka
As medidas neoliberais do governo do Sri Lanka está levando o país ao colapso, as tensões aumentam e obrigam o presidente a fugir do país.

ImagemRevolta derrubou o presidente – Arquivo

Aliado do imperialismo, o agora ex-presidente do Sri Lanka, Gotabaya Rajapaksa, não teve outra escolha a não ser fugir para as Maldivas na madrugada dessa quarta-feira (13). Enquanto sua política neoliberal de entrega do país ao imperialismo colocando o povo do Sri Lanka na mais profunda miséria, uma enorme mobilização popular explodiu no país. O parlamento foi invadido, a capital ocupada pela população graças a crise, em meio a tudo isso Gotabaya renunciou e fugiu da população enfurecida após a mesma tomar conta da residência presidencial e incendiar a casa do primeiro-ministro.

As impressionantes imagens mostram a força da mobilização. Nessa quarta-feira, vídeos mostram manifestantes fazendo fila para entrar no palácio residencial, já em outra gravação o presidente do país pode ser visto fugindo da revolta popular.

Como resultado, o Parlamento do Sri Lanka elegerá um presidente interino em 20 de julho, segundo o presidente do Parlamento Mahinda Yapa Abeywardena. Sendo que o próximo líder assumirá um governo interino de todos os partidos até o momento em que uma nova votação popular seja realizada no país.

Vendo com preocupação o caso do Sri Lanka, as Nações Unidas prontamente se pronunciaram expondo a opinião oficial do imperialismo, que tenta estabilizar o regime político após a queda de um governo aliado, mais um em meio a crise internacional. Para o imperialismo, a crise no Sri Lanka é um fenômeno importante, o país faz fronteira com um dos principais países atrasados no mundo, a Índia, que também é foco de uma tensão social. Em meio à guerra na Ucrânia, à derrota no Afeganistão, à queda de Boris Johnson na Inglaterra e à volta das greves de trabalhadores na Europa, o imperialismo enxerga essa crise com preocupação.

“O secretário-geral condena todos os atos de violência e pede que os responsáveis ​​sejam responsabilizados, destacando a importância primordial de manter a paz. As Nações Unidas estão prontas para apoiar o Sri Lanka e seu povo”, disse Stephane Dujarric, porta voz das Nações Unidas na segunda-feira.

A política imperialista no país causou uma crise inflacionária, com falta de alimentos, falta de combustível e preço elevado de bens básicos para a subsistência da população. Gotabaya Rajapaksa era “herói” do imperialismo até então, tendo vencido a guerra civil no país e recebido o apoio do governo norte-americano. No entanto, foi justamente sua política de aliança com o imperialismo, os ataques neoliberais e a tentativa de entregar o país nas mãos do FMI (Fundo Monetário Internacional), garantiram o fim de seu governo.

Explicando este problema, o presidente nacional do Partido da Causa Operária, Rui Costa Pimenta, explicou o que está de fundo no verdadeiro colapso que vive o país. Em sua análise política semanal das terças-feiras, Rui destacou que “o que ocorre no país é uma onda que deve se tornar em uma grande mobilização internacional, assim como a primavera árabe.”

“No mundo inteiro, a maioria dos países está desestabilizado. De maneira muito semelhante o Equador se desenvolveu para uma situação de guerra civil, contra o governo neoliberal, inclusive resultado em grandes mobilizações indígenas no país”, destacou o presidente do PCO.

Além disso, Rui apontou que “há na América Latina um ponto de inflexão. Está se criando em todos os países um clima de mobilização, começando por aqueles países onde a situação é mais precária. O pacote de distribuição de dinheiro em massa do governo Bolsonaro cumpre o papel de justamente tentar conter esse atrito político.” Ao mesmo tempo que na “Europa já existe uma onda de greves, com mobilizações explodindo em todos os países graças a inflação, que inclusive derrubou o primeiro-ministro inglês Boris Johnson.” Rui destacou ainda que esses acontecimentos podem ainda quebrar a paralisia da classe operária, a colocando mais uma vez no primeiro plano da situação política mundial.

Toda esta situação comprova a crise geral do imperialismo, aprofundada rapidamente pela guerra na Ucrânia contra a Rússia. Como mesmo destacou representantes do governo russo, a Europa e o imperialismo de conjunto jogaram um bumerang em direção a Rússia, que agora volta com uma enorme crise para todos os continentes. A crise geral do imperialismo é um sinal positivo para o avanço da mobilização da classe operária mundial.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... sri-lanka/
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Europa

Mensagem por Chapolin Gremista » 15 Jul 2022, 17:25

E agora, Macron?
Jornais ingleses revelam grande escândalo do governo Macron
Governo Macron entra em uma nova crise que, assim como foi com Boris Johnson, pode resultar em sua derrubada

ImagemMacron, o representante dos monopolios imperialistas aguentará a crise política na Europa. – Foto: reprodução.

Após a queda do primeiro-ministro inglês Boris Johnson, a crise na Europa parece se voltar para frança com vazamentos revelando a política neoliberal do atual presidente Emmanuel Macron. Os documentos vazados para a imprensa inglesa The Guardian revelam que Macron, quando era ministro da economia antes de ser eleito, no governo François Hollande, realizou uma operação semi clandestina com a multinacional Uber para passar por cima dos taxistas franceses e legalizar a empresa no país.

O caso é um verdadeiro escândalo, digno de um país atrasado totalmente subserviente aos interesses dos monopólios imperialistas. O ex banqueiro Macron na época era ministro do governo socialista do Hollande, em um dos documentos vazados ele afirma que ele “montou um ‘acordo’ secreto com um gabinete socialista muito divido, que na época estava no poder”, nas palavras do jornal Guardian. Esse escândalo ficou conhecido como “uber files”, documentos de uber em português.

O repudio a Macron, que já iniciou seu segundo mandato com baixíssima popularidade, é enorme. Mathilde Panot, líder do partido de esquerda França Insubmissa no parlamento, denunciou o acontecimento como um “pilhagem da França” e atacou Macron como um “lobista em defesa das multinacionais norte-americanas que tem como objetivo acabar permanentemente com as leis trabalhistas”. O líder do Partido Comunista Fabien Roussel se também se posicionou: “contra todas as nossa regras, todas as nossas leis sociais e todas os direitos dos trabalhadores.”

Por fim o líder da central sindical CGT, Philippe Martinez afirmou: “O mínimo seria Macron explicar o que ele fez e como ele contribuiu não só para o estabelecimento do Uber na França mas, graças a lei chamada ‘lei Macron’, também contribuiu para atacar parte do codigo trabalhista em favor nesse tipo de atividade econômica com consequências sociais para os trabalhadores”. A oposição pede que haja algum tipo de inquérito para que Macron seja responsabilizado pelo escândalo.

Uma informação relevante dos documentos vazados foi a de que Macron tentou convecer o primeiro ministro na época a “calar” os taxistas que estava realizando grandes mobilizações contra a entrada do Uber na França. E que Macron, enquanto ministro, realizou reuniões com lobistas da empresa, com o fundador da Uber e com o próprio vice-presidente do grupo, David Plouffe, que também era um ex-conselheiro do presidente dos EUA Barack Obama. Há muitas outras denúncias nos milhares de documentos de 2013 até 2017 vazados.

Ante a gigantesca crise política que assola a Europa um escândalo deste tamanho é muito perigoso para o governo Macron. Na última semana a crise inflacionária derrubou o PM do Reino Unido, Boris Johnson, e o presidente francês não conta com uma enorme popularidade para se sustentar. Ele foi eleito pela segunda vez em uma manobra eleitoral em que a esmagadora maioria dos que votaram em Macron não concordam de fato com a política do ex banqueiro mas apenas estavam tentando evitar a vitória da extrema direita. E após 4 anos de governo, mesmo com o repeteco da manobra, Macron está muito desmoralizado.

Não só a esquerda como a extrema direita também estão criticando o ultra neoliberalismo do presidente. Jordan Bardella, do Reagrupamento Nacional, partido de Marine Le Pen, comentou que a carreira de Macron tem uma linha comum “servir aos interesses privados, frequentemente estrangeiros, antes de servir aos interesses nacionais.” O último governo de Macron conseguiu ser tão antipopular que a extrema direita por pouco não venceu as últimas eleições que aconteceram em abril de 2022.

Os regimes políticos europeus estão todos em decomposição, e o próprio governo Macron já é uma manifestação disso, um ex banqueiro supostamente esquerdista com um partido improvisado governo um dos países imperialistas mais importantes do mundo. Enquanto isso a polarização política cresce cada vez mais tamanha é a crise econômica o que dá origem ao fortalecimento da esquerda e principalmente da extrema-direita, que nos últimos anos se colocou como força mais dinâmica e independente do que a esquerda europeia.

A crise na Inglaterra deve acender o sinal vermelho para todos os países da Europa, a derrota da OTAN na Ucrânia somada as sanções econômicas que tem um peso negativo nas economias europeias podem não só derrubar o governo Inglês mas também muitos outros, e casos como o do escândalo francês pode ser a faísca que inciam a queda dos regimes políticos apodrecidos que tentam manter o capitalismo decadente de pé.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... no-macron/
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Mensagem por Chapolin Gremista » 15 Jul 2022, 17:35



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Mensagem por Chapolin Gremista » 17 Jul 2022, 03:12

Revolta
Clima de tensão persiste em Sri Lanka após domingo menos violento
População continua sua empreitada furiosa contra o governo

ImagemQueda do governo no Sri Lanka, a força do povo nas ruas – Foto: Reprodução

As revoltas populares no Sri Lanka que forçaram o presidente Gotabaya Rajapaksa a renunciar e fugir, neste domingo, é prova viva da desordem econômica e política do capitalismo a nível mundial.

Assistimos à mesma tendência em diversos países da UE, EUA, Inglaterra e leste europeu. Enormes manifestações operárias na Itália, agricultores na Holanda e Alemanha, e na América Latina o povo está nas ruas desde 2012 mais ou menos contra os golpes de estado praticados pelos EUA no Brasil, Peru, Bolívia, Equador, Paraguai etc.

No Sri Lanka, em abril, os manifestantes invadiram a residência oficial do presidente e a incendiaram. Ele se instalou no Palácio de governo que também foi invadido por centenas de milhares de pessoas neste final de semana e os militares o levaram para uma base naval.

O motivo óbvio é que o país está falido. A população vive em automóveis, sem alimentos, sem eletricidade, sem água, sem combustíveis, sendo a pior crise desde sua independência em 1948. O FMI aguarda a normalização para continuar as negociações de empréstimos. Vão ganhar mais com a fome e miséria do povo do Sri Lanka.

O primeiro-ministro Ranil Wickremasinghe tentou abrir caminho para um governo de unidade nacional, convocando uma reunião de crise do governo com partidos da oposição e propondo sua renúncia. Mas isso não foi suficiente para acalmar a ira dos manifestantes que, na noite de sábado, sitiaram a residência do presidente e, na sua ausência, a incendiaram, sem deixar feridos.

O imperialismo, na figura de seu principal representante, os EUA, pedem para que os futuros líderes resolvam a crise degenerada o mais rápido possível, com o restabelecimento da eletricidade, da escassez de alimentos e combustíveis. De fato, querem resolver rapidamente a crise para que a atitude não sirva de exemplo para os demais países em situação análoga, que são em número gigantesco, e comece a pipocar revoluções por todos os lados.

A população tem o direito de se revoltar e efetivamente o fez, obrigando o presidente a aceitar a renúncia. Esse exemplo precisa ser seguido pelos demais países antes que seja tarde demais e sejam instalados governos altamente autoritários que impedirão à bala outras manifestações desse porte.

Essa atitude é a única possível quando a população sofre com a fome e a miséria, sem local para morar por falta de dinheiro para o aluguel numa crise provocada pelo imperialismo que afeta todos os países e até mesmo os desenvolvidos.

Todos os trabalhadores do mundo estão na mesma situação de pobreza, só os capitalistas continuam engordando suas riquezas já trilionárias. O povo do Sri Lanka está apontando o caminho, corretamente, e aprenderão com a experiência a não titubear e cair nos contos da carochinha que o imperialismo cria para desmobilizar os trabalhadores.

Diante de condições precárias de vida para manter os lucros enormes das empresas e do Estado burguês, os trabalhadores e o povo em geral precisam se levantar e acabar com essa desigualdade mortífera. É hora do povo ocupar seu lugar na história.

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Europa

Mensagem por Chapolin Gremista » 17 Jul 2022, 03:17

Crise no abastecimento
António Guterrez elogia negociações para exportação ucraniana
A Ucrânia é um importante exportador de grãos e a hostilidade da ONU contra a Rússia acabou provocando interrupção nas exportações.

ImagemColheita de grãos – Reprodução

António Guterrez, secretário-geral da ONU, segundo o Global Times, saudou na quarta-feira o que chamou de “progresso substantivo” para garantir a exportação de produtos alimentícios ucranianos através do Mar Negro.

“Hoje, em Istambul, vimos um passo crítico para garantir a exportação segura de produtos alimentícios ucranianos através do Mar Negro”, disse a repórteres na sede da ONU em NY. “Em um mundo obscurecido por crises globais, hoje, finalmente, temos um raio de esperança – um raio de esperança para aliviar o sofrimento humano e aliviar a fome em todo o mundo, um raio de esperança para apoiar os países em desenvolvimento e as pessoas mais vulneráveis um raio de esperança para trazer uma medida de estabilidade muito necessária ao sistema alimentar global.”

Guterrez agradeceu a mediação do governo turco nas negociações. O secretário-geral fala em combater a fome que abate as famílias pela fome. Só não pode confessar que esse problema foi causado diretamente pelo imperialismo que tentou cercar a Rússia. Putin não podia admitir os mísseis da Otan no país vizinho e teve que intervir.

https://www.causaoperaria.org.br/artigo ... ucraniana/
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América Latina

Mensagem por Chapolin Gremista » 18 Jul 2022, 16:58

Inflação
Argentina e sua inflação descontrolada
Com recorde atrás de recorde, inflação na Argentina é gritante

ImagemAlberto Fernandez – Foto: Reprodução

Com uma escalada inflacionária de cair o queixo ao longo dos últimos meses, os preços na Argentina deram um salto de 20% literalmente do dia para a noite — não “de repente”, mas “de uma vez”.

Mês após mês, os números batem recordes. O dado mais recente indica que a inflação registrada no mês de junho é a maior em 30 anos para o mês em questão. Em maio, a taxa de inflação ao ano estava em 60%, configurando uma das mais altas do mundo; agora, este número se encontra em 64%.

O peso, moeda argentina, está extremamente desvalorizado. Martin Guzman, ex-ministro da economia de Alberto Fernandez, renunciou há algumas semanas. Este foi o responsável pelo acordo de dívida com o Fundo Monetário Internacional, figurando como o homem do mercado financeiro e agente do imperialismo dentro do governo argentino. Agora, a nova ministra, Silvina Batakis, é colocada como aliada da vice-presidente, Cristina Kirchner, mas, ao mesmo tempo, afirma que vai seguir os passos do antigo ministro e a política do governo, assim como o plano acordado pelo FMI.

Ao mesmo tempo, a instabilidade política e social no país é gritante. Há um descontrole no âmbito social, e o povo culpa Fernandez, representante do governo. Protestos começam a acontecer pelo país, de produtores rurais, caminhoneiros, da população civil, etc.

A situação no país é extrema. São diversos os fatores que desembocam na crise, inclusive as crises internacionais do imperialismo, como o conflito na Ucrânia, a ascensão da China no mercado mundial, a escassez de petróleo e gás, entre diversos outros fatores.

https://www.causaoperaria.org.br/artigo ... ontrolada/
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Europa

Mensagem por Chapolin Gremista » 18 Jul 2022, 17:06

Guerra de desgaste
Um setor cada vez maior do imperialismo quer o fim da guerra
O imperialismo tinha o plano de utilizar a Ucrânia para desgastar a Rússia, no entanto, o desgaste está maior do lado dos agressores

ImagemMapa do controle russo na Ucrânia. A região em vermelho é o que os russos conquistaram até o 121º dia. – Foto: Reprodução

Em meio à enorme crise do capitalismo, assistimos na atual União Européia (UE) a um confronto militar entre EUA, OTAN e a própria UE em território ucraniano, contra a Rússia, que parece levar todo o “Ocidente imperialista” à lona de uma vez por todas.

Verdadeiramente um conflito militar e não uma guerra, como a OTAN e seus aliados tentam convencer os incautos. A Rússia está se defendendo de possível e provável tentativa de ser levada a ser mais uma colônia do imperialismo, e deixou claro que não se submeteria a isso.

E para tentar desarticular a economia russa e assim ganhar alguma vantagem no campo militar, o imperialismo efetuou a mais cruel restrição comercial já imposta a um país, pior que a imposta aos nazifascistas das décadas de 30 e 40 passados por ocasião da Grande Guerra.

Proibiram que a UE comprasse gás, petróleo, alimentos e matérias-primas russas. Porém, não levaram em consideração o grau de dependência europeia por esses produtos, principalmente o gás que é utilizado para aquecimento das residências e como fonte de energia para o parque industrial. O resultado era óbvio, e como vemos hoje claramente, arrebentou a economia europeia e não a russa.

Com a produção de petróleo e gás russo fora da UE e do mercado mundial, mesmo que parcialmente, elevou substancialmente o preço dos combustíveis e energia, afetando enormemente a inflação mundial, além de paralisar as indústrias europeias. A crise foi elevada à milésima potência, ou dito de outra forma, o tiro saiu pela culatra prejudicando a UE e não afetou a Rússia.

A produção russa foi direcionada para países que não aceitaram participar das restrições contra ela, como é o caso da China e Índia que são mercados gigantescos na casa de bilhões de pessoas, resolvendo o problema russo.

Estrategistas militares idôneos confessam que a situação do exército ucraniano é lastimável e com muitas baixas, embora o imperialismo queira convencer o mundo que a situação é inversa. Basta ver o mapa da ocupação russa nos territórios ucranianos para confirmar as enormes perdas do governo ucraniano e portanto a total incapacidade de conter os russos militarmente.

Apesar dos incontroversos resultados favoráveis aos russos, o colunista do New York Times, Thomas Friedman escreve que “Putin deve estar dizendo aos seus soldados e generais exaustos aguentem até o natal que ele é nosso amigo” se referindo a expressões do governo ucraniano que dizem que os russos burros já morreram.

O colunista alerta para o erro de estratégia das autoridades da Otan, EUA e Inglaterra que acreditavam que a guerra seria curta e favorável ao governo ucraniano. Diz que “a guerra parece estar entrando numa nova fase, apesar de que muitos soldados e generais russos possam ter morrido, os resolutos aliados da Otan estão cansados”.

A guerra já contribuiu enormemente para a elevada inflação do gás, dos combustíveis e dos alimentos e se continuar no inverno muitas famílias europeias poderão ter que escolher entre se aquecer ou comer. O que ele prevê nessa nova etapa da guerra é o embate entre as estratégias do Putin apostando no inverno e o da Otan e aliados apostando no verão.

Como Putin não demonstra intenção de recuar o inverno trará mais inflação, apagões por falta de eletricidade de forma generalizada e poderão levar a UE, Otan e aliados a pressionarem Zelenski a fazer qualquer acordo com a Rússia.

Essa matéria evidencia claramente a fratura exposta na Otan, EUA, Inglaterra e na UE, que começam a ver nitidamente o buraco sem fundo em que se meteram e acabaram por aprofundar uma crise que já era bastante séria por pura ganância, ou sobrevida, em tentar manter o que resta do capitalismo.

Até mesmo utilizar a Lituânia para impedir que a Rússia transportasse seus produtos para Kaliningrado extraterritorial, que não se trata de comércio exterior mas simples comércio entre estados do país, e que depois tiveram que recuar da decisão por ameaças de retaliação por parte da Rússia, é outro ponto que revela a ruptura interna nessa aliança bizarra entre EUA, Inglaterra, Otan e UE. De fato a cisão se mostra mais uma vez.

Como tanto a Otan como o governo da Ucrânia não respeitaram o limite imposto pela Rússia, esta se viu obrigada a defender seu território e seu povo, se antecipando e invadindo o leste da Ucrânia, libertando o povo russo de Lugansk e Donetsk, que vinham sofrendo bombardeio desde o golpe de estado em 2014 que colocou um regime nazifascista no poder, na figura de Zelenski. Essa região não aceitou o golpe de estado e se declarou independente da Ucrânia, sendo reconhecida a independência pelo governo russo.

O preço que o imperialismo optou por pagar está sendo demasiado alto. Não contavam com a possibilidade de serem derrotados pelo exército russo, que se mostrou forte e operante em toda a história russa, desde o império czarista, derrotando Napoleão, Hitler e o próprio imperialismo por ocasião da sua revolução operária de 1917. A história se repete, pela primeira vez como tragédia e depois como farsa. Esses são os aprendizados acumulados pela humanidade. Vivemos atualmente um período de transição de um sistema velho e caduco para um novo e cheio de boas perspectivas rumo ao socialismo.

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Mensagem por Chapolin Gremista » 18 Jul 2022, 17:14

Contra o nazismo
Israelenses protestam em defesa da operação militar russa
Manifestação ocorreu em Haifa

ImagemAções deste tipo têm ocorrido no mundo todo, como Brasil, Sérvia, Bulgária, República Centro-Africana e mesmo nos EUA – Foto: Reprodução



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Mensagem por Chapolin Gremista » 19 Jul 2022, 21:13

Crise energética na Europa
Calor mata mais de 1000 em Portugal
Departamento de saúde pública apresentou dados de mortes em excesso entre os dias 7 e 18 de julho

ImagemEm Ourém, em Portugal, uma mulher joga água de um balde em chamas em uma árvore – Reprodução

De acordo com dados publicados nesta terça-feira, 19, pelo órgão de saúde pública de Portugal, mais de 1000 pessoas morreram por conta da onda de calor que passa pelo país neste verão. As temperaturas locais passaram dos 40ºC na semana passada. Mesmo com alguma variações, a situação segue acima da média para esse período do ano.

Pessoas idosas são mais suscetíveis a morrer por causa da onda de calor, segundo pesquisador da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Carlos Antunes. Que também relata que a alimentação, acesso a água para banhos durante o dia e ao ar condicionado tem grande influência e importância nos cuidados do dia a dia, porém nem todas as pessoas podem ter todos esses mecanismos, ainda em vista a crise energética que paira sobre o continente europeu neste momento.

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América Latina

Mensagem por Chapolin Gremista » 19 Jul 2022, 21:16

O povo se levanta!
Trabalhadores do Panamá declaram que a mobilização continua
Em razão da pobreza e da falta de condições mínimas para sobrevivência a tendência de levantamento da classe trabalhadora se torna imparavél.

ImagemTrabalhadores param o Panamá – Foto: Reprodução

AGreve dos trabalhadores do Panamá que se iniciou em 6 de julho deve continuar.

O Panamá, mergulhado numa crise econômica desde que o modelo neoliberal se instalou no país, está atolado em uma enorme crise social, com desemprego em massa, baixos salários, inflação e auto custo de vida.

Trabalhadores de todas as categorias foram obrigados a se levantar contra a carestia e contra o modelo econômico que só lhes suga a força de trabalho e não lhes dá nem salário em troca.

O Governo Federal liderado por Laurentino Cortizo desde a deflagração da greve se recusa a dialogar com os trabalhadores e suas organizações.

Em vez disso busca simular uma negociação com políticos e organizações que nada tem haver com o movimento que deflagrou a greve geral.

Trabalhadores e indígenas promovem bloqueios, piquetes e marchas em diversas províncias do pais, principalmente em Colón, Chiriquí e Veraguas.

De acordo com a imprensa local, há fechamentos da rodovia interamericana por grupos indígenas e camponeses em Bocas del Toro, Chiriquí e Veraguas, bem como nas regiões de Azuero e Pacora.

Os lideres grevistas rejeitam que, na mesa de negociações convocada pelo Executivo, a Alianza Pueblo Unidos por la Vida, Anadepo, Suntracs e outras organizações que encarnam o sentimento popular não estejam representadas.

O secretário-geral da Associação dos Professores (Asoprof), Fernando Ábrego, denunciou que Cortizo impôs a sua pauta aos negociadores que aceitaram participar das reuniões e estabeleceu suas condições bem como local, data e hora. Ressaltou que os trabalhadores, mesmo assim, buscam o diálogo.

O que acontece hoje no Panamá e em diversos outros lugares pelo mundo é o reflexo da crise capitalista que precisa explorar e expropriar mais e mais o povo e a riqueza nacional de seus países.

Para isso usa governos que estão a seu soldo.

Em razão da pobreza e da falta de condições mínimas para sobrevivência a tendência de levantamento da classe trabalhadora se torna imparável em todos os países.

https://www.causaoperaria.org.br/artigo ... -continua/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI

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Mundo

Mensagem por Chapolin Gremista » 19 Jul 2022, 22:38

Parceria Irã e Rússia
Visita de Putin é um ponto positivo para as relações bilaterais
O presidente iraniano Raisi espera que a visita de Putin seja um ponto de virada nas relações entre os dois países

ImagemO presidente russo Vladimir Putin e o presidente iraniano Ibrahim Raisi – Reprodução

RIA Novosti, tradução do DCO ─ Teerã espera que a viagem do líder russo Vladimir Putin ao Irã seja um momento chave nas relações bilaterais, disse o presidente Ibrahim Raisi.

“Espero que sua visita à República Islâmica do Irã seja um ponto de virada no desenvolvimento das relações entre os dois países, bem como na cooperação regional e internacional”, disse.

O presidente iraniano também mencionou sua visita a Moscou em janeiro deste ano e conversa com Putin em Ashgabat no final de junho, ressaltando que a cooperação entre os dois países continua a se desenvolver após esses eventos, as partes devem promover laços.

Raisi observou que a cooperação russo-iraniana oferece uma boa experiência no aprimoramento da segurança regional.

Por sua vez, Putin apontou os sucessos no comércio bilateral e a solução de problemas regionais.

Putin está em visita de um dia à capital iraniana. Está previsto que, após a reunião com Raisi, o chefe do Estado russo mantenha conversas com o líder supremo Ali Khamenei . Depois disso, Putin se reunirá com seu colega turco Erdogan. Finalmente, as conversações serão realizadas em Teerã no formato Rússia – Irã – Turquia . Como esperado, os presidentes dos países farão uma declaração após a reunião.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... ilaterais/
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América Latina

Mensagem por Chapolin Gremista » 20 Jul 2022, 16:41

Greve
Transportadoras e agricultores iniciam greve no Peru
Exigem a redução de combustíveis e a concretização da segunda reforma agrária, entre outras questões.

ImagemProtesto e greve de caminhoneiros – Reprodução

─TeleSur ─ A imprensa peruana noticia nesta segunda-feira bloqueios de estradas em várias regiões daquele país sul-americano, desde uma greve por tempo indeterminado convocada por transportadores de carga e outra de 48 horas organizada por agricultores.

Os manifestantes exigem que o Governo reduza os preços dos combustíveis, realize a anunciada segunda reforma agrária e cumpra outros compromissos. No caso dos agricultores, também pedem apoio do setor e a pronta entrega de fertilizantes.

Em declarações à imprensa, o vice-ministro dos Transportes, Luis Rivera, confirmou a existência de bloqueios nas regiões de Piura (norte) e Puno (sudeste).

https://twitter.com/RamiroteleSURtv?ref ... no-peru%2F

Pelo menos 80.000 transportadores de carga pesada estão em greve por tempo indeterminado hoje. Pedem isenção de IVA, preços mais baixos da gasolina, melhor regulação das portagens, controlo de entrada de camiões internacionais, etc. Os meses passam e não há consenso. @ConexiontlSUR
Foto: A República

Antes, ele pediu aos grevistas que não bloqueiem estradas, para não afetar a população, e expressou que o governo está interessado em dialogar para encontrar soluções, processo que aconteceria nesta segunda-feira na região de Arequipa (sul).

Um líder dos transportadores em Puno, Óscar Rodríguez, especificou que eles cortam a estrada de acesso à Bolívia. Acrescentou que os transportadores urbanos aderiram à greve e que esta terça-feira os comerciantes o farão.

https://twitter.com/MTC_GobPeru?ref_src ... no-peru%2F

Rivera Pérez ressaltou que o Executivo vem realizando ações e avançando no atendimento das demandas das transportadoras. Lembrou que se o Executivo não tivesse adoptado medidas para mitigar a subida dos preços dos combustíveis, a gasolina custaria hoje mais cinco soles.
Na região de Junín, manifestantes bloqueiam o acesso à cidade de Huancayo, enquanto em Cusco um grupo de cerca de 500 transportadores ocupa uma via de acesso à cidade de mesmo nome pelo sul.

Em Ayacucho, mais de 400 comerciantes de um importante comércio atacadista suspenderam a atenção ao público por causa da greve.

Enquanto isso, em Arequipa, cerca de 50 policiais vigiaram a principal via de acesso à cidade após as 10h, horário local, para evitar que ela fosse bloqueada.



Vários sindicatos de agricultores estão cumprindo uma greve nacional agrária, que foi convocada para esta segunda-feira, 18 e terça-feira, 19 de julho pela Confederação Nacional de Conselhos de Usuários de Água do Peru (Conajup).
Além das alegações já mencionadas, as transportadoras querem a eliminação do imposto de consumo seletivo (ISC), segundo o presidente da Associação Nacional de Transportadoras, Javier Corrales.

As operadoras alegam que essa medida não expira em julho e se estende até o final do ano. Além disso, querem que beneficie a todos, pois afirmam que hoje só o faz com grandes empresas de transporte.

O presidente da Confederação Nacional dos Conselhos de Usuários de Rega, Eduardo Contreras, explicou que seus membros pedem a implementação da chamada segunda reforma agrária, o aumento do apoio técnico e creditício ao setor e outras medidas postas em prática que desenvolvem o meio rural.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/c ... e-no-peru/
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Europa

Mensagem por Chapolin Gremista » 20 Jul 2022, 16:53

Revolta
Trabalhadores sofrem com a alta da inflação na europa
Cidadãos revoltados expressam sua indginação diante uma crise que não é problemas deles e pagam em nome do apoio a OTAN

ImagemManifestações acontecem em toda Europa – Reprodução

Estivadores do porto se revoltam a cada aumento de energia, alimentos, desabastecimento e toda a crise que estão atravessando. Veja na postagem do companheiro Eduardo Vasco o que a imprensa brasileira golpista esconde dos trabalhadores:

“Crece el malestar social y las movilizaciones en Europa por la inflación, la devaluación de los salarios y el aumento de la pobreza. Obreros estibadores del puerto de Hamburgo se enfrentan a la policía (vía @KGK_News).”

Tradução -“A agitação social e as mobilizações crescem na Europa devido à inflação, à desvalorização dos salários e ao aumento da pobreza. Trabalhadores de estiva no porto de Hamburgo confrontam a polícia”

https://twitter.com/ComisionOctubre?ref ... -europa%2F

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... na-europa/
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Mundo

Mensagem por Chapolin Gremista » 20 Jul 2022, 17:01

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