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América Latina

Mensagem por E.R » 29 Jun 2022, 03:24

NOTÍCIAS
https://valor.globo.com/mundo/noticia/2 ... lelo.ghtml

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O Banco Central da Argentina anunciou restrições temporárias ao acesso ao mercado de câmbio para grandes empresas e importadores de artigos de luxo.

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A reação do mercado financeiro foi negativa. O dólar paralelo (blue) subiu acima de 230 pesos pela primeira vez e fechou a 232 pesos, ampliando o spread com a cotação oficial para 86% — o maior em mais de três meses.

O risco país medido pelo banco JP Morgan subiu para novo recorde de 2.432 pontos-base.
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Mundo

Mensagem por E.R » 29 Jun 2022, 11:12

NOTÍCIAS
https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/j ... -com-otan/

A ameaça chinesa levou o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, e o presidente sul-coreano, Yoon Seok-youl, a Madri, para a Cúpula da OTAN.

Os dois países foram convidados como "parceiros asiáticos".

O Japão faz parte do grupo Quad, de cooperação pela região indo-pacífica, em oposição à China, junto com os Estados Unidos, a Índia e a Austrália.

Presente nas discussões que acontecem nesta semana na Espanha, o país asiático pretende "promover a ideia de que a segurança da Europa e do Indo-Pacífico são indissociáveis".

A Coreia do Sul quer fazer frente à ameaça dos regimes autoritários na região, "enquanto a situação internacional se torna imprevisível", ressaltou o diretor de segurança nacional do país, Kim Sung-han.
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América Latina

Mensagem por Chapolin Gremista » 29 Jun 2022, 23:12

Esquerda entre aspas
Gustavo Petro já quer conversar com Uribe
Ainda que se tenha tentado vender Gustavo Petro como esquerda, sua tendência é agradar a burguesia

ImagemSeguidores de Gustavo Petro – Foto: Reprodução

Gustavo Petro, presidente eleito da Colômbia, disse, depois de sua vitória, que teve uma conversa “muito amigável” com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em busca de uma relação intensa e normal entre os dois países. Petro se elegeu aclamado por quase toda a imprensa burguesa, progressista e a imprensa independente, como um político esquerdista e ex-guerrilheiro. Contudo, já aparenta que fará uma grande frente com a direita, pois já marcou conversas com o candidato derrotado, Uribe, que é intimamente ligado com a burguesia colombiana.

“No caminho de uma relação diplomática mais intensa e normal, agora tive uma conversa muito amigável com o presidente Biden dos Estados Unidos […] Nas suas palavras, uma relação ‘mais igualitária’ para o benefício dos dois povos”, escreveu o presidente em sua conta no Twitter.

Petro, que promete mudanças sociais e econômicas ambiciosas, se tornou o primeiro esquerdista a conquistar a presidência da Colômbia, um país historicamente conservador governado por líderes de direita e centro-direita. Mas, pode se afirmar que, realmente, a esquerda se consolida na América Latina com a chegada de Petro ao poder na Colômbia? Em seu discurso de vitória, foi enfático ao propor uma união dos povos da região “sem exclusões”, enquanto países como Cuba, Nicarágua e Venezuela falaram favoravelmente sobre sua vitória.

O jornalista Rui Costa Pimenta, editor chefe do Jornal Causa Operária, afirma que há uma tendência da população à esquerda na América Latina (e mesmo no mundo todo), que tem sido contida pelo imperialismo americano e pela burguesia local. É de causar dúvida se, pela primeira vez, a esquerda realmente chegou ao poder na Colômbia.

Não se pode colocar no mesmo saco um governo como Daniel Ortega, na Nicarágua, e um governo como Gabriel Boric ou Luis Arce. É claro que respondem a diferentes interesses e pensá-los como se fossem uma só coisa, além de perigoso, não nos diz muito para efeitos de análise.

Com base nos manifestos de campanha e em sua trajetória política, pode-se dizer que Gustavo Petro é de esquerda populista e radical. Porém, nota-se em seu discurso conotações de “moderação” e “modernização”, muito presentes em figuras como Boric.

“Moderação” porque as críticas ao capitalismo e aos Estados Unidos diminuíram, as críticas às instituições burguesas colombianas também diminuíram. “Modernização” porque é uma ala importante da nova esquerda na América Latina: um advogado ferrenho à favor dos direitos da diversidade sexual e das reivindicações de identidades e minorias, do ambientalismo… Enfim, é a nova esquerda que o Tio Sam gosta. Em outras palavras, é apenas uma maneira que a burguesia encontrou para permanecer no poder travestida de esquerda sob a égide do discurso identitário.

Nesse sentido, ainda é cedo para afirmar que tipo de governo Petro levará na Colômbia. Mas, uma coisa é certa: o começo de seu mandato já dá sinais claros à direita, caracterização nada distante dos também esquerdistas eleitos nos outros países da América Latina. Nesse sentido, ao que tudo indica, será ainda mais um peão pró-imperialista na região.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... com-uribe/
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Europa

Mensagem por Chapolin Gremista » 29 Jun 2022, 23:19

Prisão perpétua
Alemanha condena antigo agente do nazismo mas financia ucranianos
Nazistas de ontem são mais perigosos do que os de hoje, de acordo com o imperialismo

ImagemAlemanha e União Europeia – Foto: Reprodução

Nesta terça-feira, dia 28, Josef Schütz, um antigo guarda nazista de 101 anos de idade, foi condenado a cinco anos de prisão pelo tribunal alemão. Schütz foi a pessoa mais velha a sofrer uma condenação por crimes nazistas. A grande questão que fica é: enquanto o imperialismo alemão faz demagogia com um nazista centenário, que nada mais pode fazer, o mesmo Estado alemão apoia o nazismo ucraniano, que subjuga seu próprio povo.

Josef Schütz foi guarda em um campo de concentração nazista entre os anos de 1942 e 1945, e teria sido cúmplice de 3.518 assassinatos no campo de Sachsenhausen, ao norte de Berlim.

Na Alemanha, a pena máxima para cumplicidade em assassinato é de três anos, porém o ex-guarda nazista pegou uma pena de cinco anos.

“Todas as pessoas que queriam fugir do campo foram fuziladas. Portanto, qualquer guarda do campo participou ativamente dos assassinatos”, disse o juiz.

O réu, contudo, em sua defesa, alega ser inocente e não ter nada a ver com a polícia ou exército nazista.

Acontece que o Estado alemão pode não ser mais o nazista dos tempos do Terceiro Reich, mas, ao passo que finge punir um ancião que dificilmente cumprirá sua sentença, sendo, então, parte de um teatro policialesco, apoia a maior potência nazista da atualidade: a Ucrânica, comandada por Vladimir Zelensky.

O Hitler de nossos tempos é tratado como herói por todo o imperialismo, e na Alemanha não é diferente. O apoio alemão é tão engajado e convicto que põe em risco os próprios alemães de terem problemas em decorrência da falta de gás russo.

Josef Schütz, enquanto jovem alemão em 1945, já ofereceria menores riscos à humanidade que Zelensky nos dias de hoje. Sendo um centenário em cadeiras de rodas e com os dias contados, nem se fala.

Olaf Scholz, chanceler alemão, anunciou em 26 de abril que enviaria tanques alemães à Ucrânia para apoiá-los contra a Rússia. Quantas vidas perdidas estarão nas contas do primeiro ministro alemão? Ele estará na posição de réu para ser condenado por cumplicidade em assassinatos e atividades nazistas? Sabemos que não.

Dessa forma, não podemos nos enganar com os engodos jogados pelo imperialismo para manter a imagem de bom moço. O nazismo de 1945 foi um grave crime contra a classe operária mundial, mas o nazismo de hoje está ocorrendo neste exato momento, é real, e seu maior ente está no governo ucraniano.

Devemos, então, denunciar toda a farsa imperialista e apontar, sem nenhum melindre, as verdadeiras atividades nazistas no presente, apoiadas pelo imperialismo. Em paralelo, apoiar as forças russas, que são o principal braço armado que está pondo os nazistas para correr e levando adiante a libertação dos povos do Donbass.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... cranianos/
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Europa

Mensagem por Chapolin Gremista » 03 Jul 2022, 22:56

Disparada de preços
O efeito bumerangue das sanções contra a Rússia
EUA e UE tentaram sancionar a Rússia, mas os efeitos estão voltando como um bumerangue e atingindo em cheio a economia europeia e mundial

ImagemEuropa tentou atingir a Rússia, mas está sentindo a volta do bumerangue. – reprodução

Segundo dados recentes, em um ano a inflação na União Europeia chegou a 8,6%, segundo dados divulgados em 1º de julho pela Eurostat.

De acordo com os índices, a inflação nos preços da energia atingiu 41,9%; alimentação, álcool e tabaco chegou a 8,9%. Os preços de bens industriais tiveram uma alta de 4,3%. Dos 19 países que utilizam o Euro como moeda, 9 estão com inflação acima de 10%. Na Estônia a inflação atingiu 22%; Lituânia, 20,5% e Letônia 19%.

ImagemInflação dispara desde o início dos conflitos na Ucrânia

A situação é explosiva na Europa. Crescem as manifestações de rua e muitas já estão se posicionando abertamente contra a guerra. Os europeus sabem que este é um problema criado pelos EUA, que forçaram uma medida drástica da Rússia na Ucrânia e, agora, eles é que estão pagando o pato. Não bastasse isso, vários países já estão prevendo aumento nos investimentos militares.

Existe um temor de que a Europa se torne palco de uma guerra generalizada. No entanto, como economias tão debilitadas vão pode sustentar um conflito de grande magnitude?

O fracasso das sanções

As sanções contra a Rússia foram um verdadeiro fracasso. A prova disso é o efeito bumerangue que está elevando a inflação aos maiores patamares da história na Zona do Euro. Logo que as sanções foram impostas, com o início da operação especial na Ucrânia, o rublo despencou, mas rapidamente voltou a seu patamar anterior.

Isso se deveu ao fato de que países importantes, como Índia, continuaram comercializando gás e petróleo com os russos, o que por si demonstra a dificuldade de o imperialismo conseguir uma unidade global para enfrentar a Rússia.

O fato é que o governo russo não foi pego de surpresa, durante anos veio se preparando para uma mudança econômica que tornava a moeda russa independente do sistema financeiro mundial, a salvo do dólar, lastreando a moeda em ouro em suas exportações de gás e petróleo. A Rússia percebeu que se houvesse algum desentendimento com imperialismo, estaria vulnerável e poderia sofrer um ataque financeiro. Os resultados dessa política se demonstraram acertados.

Isolamanento russo?

A tentativa de isolar a Rússia se tornou outro grande fracasso. Além da Índia, países como o Paquistão, Turquia, Austrália, Japão, Argentina e todos os países do Brics. Lembrando que Austrália, Índia e Japão, além dos EUA, formam o QUAD, que é uma espécie de Mini-Otan no Indo-Pacífico. Ou seja, uma coalizão militar que não consegue estabelecer uma unidade no campo econômico está com graves problemas.

A ordem imperialista mundial está caminhando para a dissolução. Isso se manifesta na rebeldia de países de todos os continentes, na negativa de aderir integralmente às sanções contra a Rússia.

A subida de preços

Os EUA estão pressionando a Opep para aumentar a produção de petróleo, mas para suprir a produção russa teriam que produzir um excedente de 7 milhões de barris diários. Obviamente, o imperialismo não vai querer um aumento de preços, o que, em outras palavras, seria jogar o ônus da crise nas costas dos árabes.

Na Espanha, o governo prorrogou um auxílio de cinquenta centavos por litro de gasolina por três meses. Recentemente, nos EUA o galão de gasolina atingiu US$ 5, o que está causando um grave problema político no país. O governo anunciou que não cobraria impostos sobre a gasolina. Em Nova Iorque, por exemplo, existem 80 mil moradores de rua.

Além da alta nos preços dos combustíveis, a Ucrânia e a Rússia são responsáveis por 30% da produção de grãos, o que força para cima alta dos preços.

Trabalhadores x imperialismo

As políticas neoliberais colocaram a classe operária mundial em um enorme refluxo. Porém, as crescentes manifestações de rua estão colocando na ordem do dia o confronto dos trabalhadores contra o imperialismo.

A inflação corrói as economias dos trabalhadores e, no cenário atual, está muito claro que o fenômeno está sendo produzido pela ação do imperialismo no Leste Europeu.

Essa inflação, ao que tudo indica, não atingiu seu auge. Se escalarem as provocações contra a Rússia, a Europa pode ficar sem energia para tocar a sua indústria. Países como Itália e Alemanha dependem enormemente do gás para a sua produção.

Guerra de desgaste

Ainda que o imperialismo venha tentando promover uma guerra de desgaste contra a Rússia, a própria Europa é quem primeiro está dando sinais de cansaço. O próprio presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, pediu para que a UE dê um jeito de terminar o conflito até o final do ano. A Ucrânia teve seu exército praticamente destruído e tem perdido partes importantíssimas de seu território, como o acesso ao Mar Negro e ao Mar de Azov. As repúblicas do Leste praticamente já se livraram das forças nazistas.

O tiro tem saído pela culatra. O imperialismo ainda procura se reorganizar enquanto China e Rússia investem nos Brics. O governo Chinês alertou que se continuarem as sanções contra o país, o aumento das relações com a Rússia se torna inevitável e plenamente justificadas.

O governo Putin declarou que está conseguindo todos os seus objetivos na Ucrânia e que, portanto, a operação levará o tempo de necessitar. De certa maneira, são os russos que estão devolvendo a guerra de desgaste. O tempo está correndo e em breve o inverno europeu mostrará o quanto dependem de fontes de energia.

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Mundo

Mensagem por Chapolin Gremista » 03 Jul 2022, 23:00

Blocos Econômicos
OTAN x BRICS: aumenta a polarização no mundo
Crise do imperialismo, sanções à Rússia e tensão contra a China estão forçando o fortalecimento dos BRICS, o que pode aumentar a tensão e levar o mundo a um enfrentamento militar.

ImagemBandeiras dos BRICS, bloco que se ergue como empecilho à dominação imperialista. – Foto: Reprodução

OG7, núcleo central dos países imperialistas, se reuniu às vésperas da Reunião da Organização do Tratado do Atlântico Norte – OTAN, aliança militar de todo o bloco imperialista. Enquanto isso, a OTAN anuncia mudanças em sua categorização para Rússia e China.

A Rússia será tratada formalmente como a “ameaça mais direta à segurança e aos nossos valores”, segundo o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg. O secretário-geral ainda afirmou que a aliança militar irá multiplicar em mais de 7 vezes suas forças em alerta máximo, em função da “realidade de segurança” no Leste Europeu.

Segundo a agência Bloomberg, a OTAN ainda irá caracterizar a China como um “desafio sistêmico” à aliança militar imperialista. O próximo encontro da OTAN para ratificar tais entendimentos ocorre entre os dias 28 e 30 de junho. A versão anterior das diretrizes da OTAN, de 2010, caracterizava a Rússia como parceira, e não mencionava a China.

Aliança contra o imperialismo?

Em meio a escalada de tensões por parte da OTAN, que vem adotando de maneira progressiva uma posição crescente de agressão para com Rússia e China, o Irã e a Argentina solicitaram formalmente a adesão aos BRICS, principal grupo de países de economia emergente, isto é, países atrasados com um grau maior de industrialização, que agrega hoje Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, na última sexta-feira (24/06), participou virtualmente da XIV Cúpula dos líderes do BRICS, a convite do líder chinês Xi Jinping, e expressou o desejo de a Argentina ser “membro pleno” do grupo. O presidente argentino ressaltou que “a paz é urgente por ser urgente fazer um mundo mais igualitário”. “O BRICS é uma excelente alternativa para meu país de cooperação diante de uma ordem mundial que vem funcionando para o benefício de poucos”, escreveu Fernández em uma carta enviada para o encontro de partidos dos BRICS em maio.

Após a Argentina, nesta segunda-feira (27/06), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, em coletiva de imprensa, anunciou o pedido formal do país de adesão aos BRICS. Em cúpula do Fórum Empresarial do BRICS, o presidente do Irã Ebrahim Raisi colocou que o país está disposto a compartilhar suas vastas capacidades e potenciais para ajudar o BRICS a atingir seus objetivos.

A consolidação dos blocos

A ofensiva do imperialismo, para buscar conter a crise geral do sistema capitalista em seu núcleo, levou o bloco da OTAN a se chocar quase diretamente com a Rússia, escalando para uma guerra por procuração na Ucrânia. Tentativas de golpes do imperialismo falharam ainda na fronteira russa: tanto na Bielorrússia como no Cazaquistão, cujos governos desbarataram a operação. O imperialismo agora busca se usar da Lituânia para manter sua pressão golpista sobre Moscou.

A China, ao mesmo tempo, tem se chocado com o imperialismo no campo indireto da economia. Os planos chineses de parceria para construção de infraestrutura na África e América Latina viram crescer a influência do país, algo visto como grande risco para o imperialismo, em particular os EUA, que consideram a América Latina como seu quintal. Para além disso, o desenvolvimento tecnológico chinês em determinadas áreas específicas chegou a se equivaler, e mesmo a superar, o do imperialismo, como foi o caso do 5g, levando a embates mais intensos no campo econômico, como prisão de empresários do país.

A consolidação do mundo em dois blocos opositores pode levar a um impasse global e, portanto, a algo que ponha fim a tal impasse, ou seja, um confronto militar de grandes proporções. A dominação imperialista se afrouxa pelo mundo, devido ao enfraquecimento econômico e político do bloco imperialista, que vê a crise econômica afetar sua população nas principais capitais do bloco, o que instabiliza seus governos internos, dificultando a dominação internacional. Para conter essa crise interna, porém, a estratégia do imperialismo sempre foi terceirizar a crise, por meio de guerras e golpes de Estado, do afogamento de outros países em dívida, da dominação econômica o mais massacrante possível imposta a outros países.

O que virá, e o que fazer?

Com o mundo polarizado agora em dois blocos, após as derrotas do imperialismo no Afeganistão e na Ucrânia, o que virá pela frente? Como a burguesia imperialista irá buscar resolver a crise? A maneira que resta aos povos do mundo é intensificar a pressão, derrubar os governos golpistas pelo mundo, reduzindo a exploração sobre seus países e aumentando a crise no núcleo imperialista.

No Brasil, a luta pela paz, para impedir uma guerra de grandes proporções, se expressa na campanha contra o golpe. Derrubar o governo golpista de Jair Bolsonaro, impedir a fraude nas eleições de 2022 com uma campanha reforçada por Lula presidente e um governo dos trabalhadores! Enfrentar as instituições golpistas e organizar o conjunto da classe operária para os embates de agora e os que se avizinham.

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Mensagem por Chapolin Gremista » 04 Jul 2022, 21:14

Em defesa das repúblicas
Lukashenko: Bielorrussia interceptou mísseis contra Ucrânia
Os sistemas de defesa aérea do país interceptaram mísseis disparados pelas forças armadas ucranianas.

ImagemPresidente da Bielorrussia Lukaschenko – Reprodução

─Sputnik News ─ “Há três dias ou mais, eles [Ucrânia] lançaram mísseis do território ucraniano em uma tentativa de atacar instalações militares em Belarus, mas os sistemas Pantsir interceptaram todos os mísseis”, disse o presidente.

Ele entende que existe uma provocação destinada a atrair seu país para uma guerra, e acrescentou que não havia “botas belarussas” em território ucraniano e que ele não deseja fazer parte do conflito.

“Não queremos lutar na Ucrânia. Não há absolutamente nenhuma necessidade nesta guerra aqui”, disse Lukashenko.

O presidente afirmou em seguida que ordenou, há menos de um mês, que suas forças armadas que alvejassem o “centro de tomada de decisões” nas capitais dos países que Minsk vê como seus inimigos, e os alertou sobre uma resposta “instantânea” a um possível ataque.

Esta não foi a primeira vez que Minsk falou de “ações provocativas” por parte de Kiev desde o início da operação especial de Moscou na Ucrânia. No último dia 23, a delegação de Belarus informou que, apenas em maio, drones da Ucrânia violaram sua fronteira 17 vezes.

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Mensagem por Teawine Chavinho » 04 Jul 2022, 21:32

O cara é "presidente" da Bielorrússia desde a década de 1990, de forma ininterrupta. Acho que o nome correto para isso é outro...
"Um governo que não aparece faz o povo feliz. Um governo que tudo quer determinar faz o povo infeliz." - Lao Tsé

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Mensagem por Chapolin Gremista » 04 Jul 2022, 21:51

Angela Merkel também ficou no poder durante um bom tempo e não vi ninguém chamando ela de ditadora. A revolta é seletiva, contra quem Washington indica.
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Crime do imperialismo
RU quer roubar os ativos congelados da Rússia
A idéia de confiscar e distribuir para Ucrânia, não possui base em nenhuma legislação vigente

ImagemSecretária de Relações Exteriores do Reino Unido, Liz Truss – Reprodução

A secretária de Relações Exteriores do Reino Unido, Liz Truss, não exclui a apreensão de bens congelados de cidadãos russos no Reino Unido e sua transferência para a Ucrânia.

A medida, defendida neste domingo (3), não possui base em nenhuma legislação vigente.

“Apoio o conceito. Estamos analisando muito de perto. Na verdade, os canadenses acabaram de aprovar uma legislação. Esta é uma questão na qual estamos trabalhando em conjunto com o Ministério do Interior e o Tesouro, mas certamente concordo com o conceito. Só precisamos acertar as especificidades disso”, disse Truss aos membros do Parlamento na semana passada, conforme descreveu o jornal The Guardian no domingo (3).

A secretária de Relações Exteriores especificou que a apreensão de ativos russos congelados pelo governo do Reino Unido “provavelmente” precisaria de certa legislação para ser aprovada, mas não necessariamente.

Truss expressou apoio à ideia de que os fundos possam ser redistribuídos aos ucranianos que foram afetados negativamente pela operação militar especial da Rússia.

A Rússia iniciou sua operação militar especial na Ucrânia em 24 de fevereiro, com o objetivo de “desmilitarizar e desnazificar” o país vizinho, após as repúblicas populares de Donetsk (RPD) e Lugansk (RPL) pedirem ajuda para se defenderem da intensificação dos ataques ucranianos.

Segundo o Ministério da Defesa russo, somente a infraestrutura militar ucraniana está sendo visada. Moscou já reiterou, por diversas vezes, que não tem planos de ocupar o país.

Em retaliação à operação, os EUA, a União Europeia (UE) e seus aliados iniciaram a aplicação de sanções contra Moscou. Entre as medidas estão restrições econômicas às reservas internacionais russas e a suas exportações de petróleo, gás, aço e ferro.

A escalada de sanções impostas pelo Ocidente transformou a Rússia, de forma disparada, na nação mais sancionada do mundo, segundo a plataforma Castellum.ai, serviço de rastreamento de restrições econômicas no mundo.

No total, estão em vigor 10.920 medidas restritivas contra a Rússia, segundo os cálculos do site. A quantidade é mais que o triplo das 3.637 sanções impostas pelo Ocidente ao Irã. Na sequência, aparecem a Síria (2.614), a Coreia do Norte (2.111), Belarus (1.133), a Venezuela (651) e Mianmar (567).

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Mensagem por Teawine Chavinho » 04 Jul 2022, 22:06

Chapolin Gremista escreveu:
04 Jul 2022, 21:51
Angela Merkel também ficou no poder durante um bom tempo e não vi ninguém chamando ela de ditadora. A revolta é seletiva, contra quem Washington indica.
A diferença é que a Alemanha é um dos países que mais respeitam os Direitos Humanos de sua população e tem um dos melhores índices de desenvolvimento humano e qualidade de vida do mundo, enquanto que na Bielorrússia manifestantes antigovernamentais são presos e/ou mortos pela polícia e forças armadas. Detalhezinho quase insignificante.
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Mensagem por Chapolin Gremista » 04 Jul 2022, 22:21

Alemanha não faz muito tempo estava batendo e prendendo manifestantes contra o lockdown da covid, tem nada disso aí de respeito aos direitos humanos, nada a ver. Isso que você falou não passa de uma ficção e propaganda, não reflete com a realidade. :lol:

DENÚNCIA
Bombardeio na República Popular de Donetsk
A imprensa operária não deixa passar esse ato terrorista

ImagemRPD 04/07/2022 – Reprodução

Segunda uma postagem do jornalista Eduardo Vasco, Editor do Internacionalismo deste diário denuncia hoje, 05, criminosos bombardeios dos nazistas ucranianos em bairros civis de Donetsk:

“Neste momento, vários bairros da cidade de Donetsk estão sendo bombardeados pela artilharia ucraniana. Em apenas 4 horas, 100 projéteis de calibre 155 mm foram disparados. São 12 localidades da RPD sob intenso bombardeio, mais de 500 mísseis. Até o momento 2 civis morreram.” declara.



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Mensagem por Chapolin Gremista » 05 Jul 2022, 18:27

Bibelô do Biden
Boric apoia Zelensky, para surpresa de ninguém
Gabriel Boric, ao contrário daquilo que a esquerda pequeno-burguesa esperava de se mandato, tem se especializado em lamber as botas do imperialismo.

ImagemBoric foi eleito com o apoio do imperialismo – Arquivo DCO.

No dia 1º de julho, o presidente do Chile, Gabriel Boric, teceu elogios ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenski afirmando que a “Ucrânia tem um amigo na América do Sul”. A afirmação de Boric é reveladora do nível de capachismo do presidente do Chile.



Como mostra o tuíte acima, Boric também se solidarizou com Zelenski e afirmou estar disposto a apoiar as “condenações à invasão [da Ucrânia pela Rússia] em órgãos internacionais”.

Com essa política, Boric apenas reforça sua posição pró-imperialista, que já estava clara durante as eleições que deram a vitória a ele. O presidente eleito criticou a Venezuela e a Nicarágua, países cujos governos estão sofrendo ameaças golpistas do imperialismo.

Agora, com a declaração de amor vergonhosa a Zelenski, Boric cumpre sua missão de se colocar como um representante da política imperialista no continente, um “amigo na América do Sul”.

O imperialismo apoiou a eleição de Boric, que foi também apoiado por setores da esquerda pequeno-burguesa, em especial a chamada “nova esquerda”, como é o caso de Guilherme Boulos no Brasil.

A subserviência diante do imperialismo é tão grande que Boric, que se apresenta como um político de esquerda, não fica nem corado ao declarar amor a Zelenski, que é uma espécie de Bolsonaro da Ucrânia.

Para ser justo, Zelenski é muito mais do que Bolsonaro. Ambos foram eleitos após um golpe de Estado dado pelo imperialismo após mobilizar setores da direita e da extrema-direita. Zelenski, no entanto, conta com o apoio explícito dos setores fundamentais do imperialismo, como o presidente norte-americano, Joe Biden. Já Bolsonaro enfrenta a oposição desses setores, já que ele é ligado a capitalistas menos poderosos internacionalmente. Isso não significa que Bolsonaro não seja pró-imperialista, apenas que está ligado a um setor secundário deste.

Outro ponto que pesa “a favor” de Zelenski é o fato de que seu governo se sustenta em grupos abertamente fascistas e nazistas que compõem o governo e domina boa parte das ruas do País, impondo um regime de total controle e repressão contra o povo.

É esse regime fascista que está sendo desmantelado pela ação da Rússia na Ucrânia. E é a esse regime que Boric, a “nova esquerda”, presta solidariedade.

Boric nã o é nada mais do que um lado da mesma moeda da qual também faz parte Zelenski, a moeda dos governos pró-imperialistas. Cada um a sua maneira, eles foram colocados no governo pelo imperialismo para cumprir a tarefa de conter as massas.

Não é surpresa, portanto, a posição de Boric. Talvez os representantes da “nova esquerda” insistam no caráter progressista da vitória de Boric no Chile apenas porque eles mesmos defendem uma política que está completamente orientada pelo imperialismo.

É preciso denunciar os elementos do imperialismo infiltrados na esquerda. Derrubar as ilusões que a esquerda cultiva sobre esses elementos, como no caso da eleição de Boric que a esquerda pequeno-burguesa apresentou como sendo a salvação do Chile, mas que sempre foi o nome escolhido pelo imperialismo para conter as massas no País.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... e-ninguem/
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Europa

Mensagem por Chapolin Gremista » 05 Jul 2022, 18:31

Crise profunda
McDonald’s foi fritado na Rússia
O fracasso do imperialismo nas sanções contra a Rússia

ImagemFila na “nova” lanchonete – Reprodução

Afirmeza do domínio do imperialismo sobre o mundo vem diminuindo. Cada vez mais conseguimos ver uma reação contundente dos países oprimidos às ingerências do imperialismo, fato que ilustra como a crise global do capitalismo é grave. Em meio às nações que conseguem escapar, aos poucos, das garras do imperialismo, a Rússia se destaca como a principal representante do polo dos oprimidos.

Com a operação russa de desnazificação e pacificação da Ucrânia, que ocorre desde o começo deste ano, o imperialismo vem pisando em ovos, e tenta desesperadamente obter alguma vitória sobre a Rússia, que tem feito do conflito militar um verdadeiro passeio em uma das bases operacionais do imperialismo no mundo.

A única resposta que o imperialismo conseguiu apresentar diante daquilo que considera uma catástrofe, que foi (e está sendo) a operação russa na Ucrânia, são as sanções que, além de parecerem inócuas, em um certo sentido vêm trazendo até consequências boas para a Rússia, como a possibilidade de nacionalizar, ou até estatizar algumas das principais empresas multinacionais em seu território, como foi o caso da rede de fast food Mc Donald’s, que deixou o país em protesto à intervenção da Rússia na Ucrânia.

A saída da rede de fast food seguiu a onda de empresas que se retiraram do mercado russo em retaliação ao início das operações especiais na Ucrânia. O fato é que, apesar da agressividade das medidas desesperadas de infligir algum dano à economia russa, nada passou de um fracasso retumbante, visto que até o momento até os efeitos imediatos das medidas do imperialismo já vem se dissipando, como é o caso da queda brusca do valor do rublo com rápida recuperação.

A saída da rede Mc Donald’s da Rússia segue a mesma tendência de fracasso, o único efeito da saída da marca do país foi a sua nacionalização, pois os insumos utilizados na operação dos restaurantes são quase todos de origem nacional. O novo dono da rede, Alexander Govor, que já era dono de 15 lojas, comprou toda a operação da franquia por um valor não divulgado, manteve o cardápio igual ao anterior, mudando apenas os nomes americanos de itens do menu, como é o caso das hash browns, que agora receberão nome em russo. Outra alteração divulgada foi a saída do Big Mac do cardápio, pois o molho especial é patenteado. De resto, os funcionários do Vkusno & Tochka (o novo nome da franquia na Rússia, que traduzido significa: Gostoso e é isso) agora poderão ostentar, ao invés de um par de arcos dourados no uniforme, uma bandeira russa.

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Mensagem por E.R » 06 Jul 2022, 01:40

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Mensagem por E.R » 06 Jul 2022, 01:43

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