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https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano ... aulo.shtml
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), enfrenta o primeiro embate com sua base aliada na Câmara Municipal. A tensão inédita gira em torno do projeto de lei que regulamenta a instalação de antenas de telefonia celular na capital.
À frente da prefeitura desde que Bruno Covas morreu, em maio deste ano, o prefeito Ricardo Nunes tem governado com maioria confortável no Legislativo municipal.
O cenário favorável, pavimentado por dois mandatos consecutivos como vereador antes de se tornar vice na chapa vencedora da eleição de 2020, permitiu a aprovação de uma série de projetos de lei do Executivo dias antes do recesso parlamentar deste ano.
A movimentação de Ricardo Nunes em prol do texto que prepara a cidade para a chegada do 5G foi o primeiro episódio que gerou oposição de vereadores da base aliada.
Eles reclamam de falta de transparência sobre a implantação das antenas e questionam se o projeto irá contemplar as regiões periféricas da cidade onde estão as áreas de sombra, como são chamados lugares em que há falhas de transmissão do sinal.
Segundo a prefeitura, há dez distritos na cidade onde não há conexão com internet móvel e telefonia celular.
“As empresas se reúnem com o prefeito e acham que os vereadores precisam votar nisso do jeito que está”, diz o vereador Adilson Amadeu (DEM). O texto foi aprovado em primeiro turno no dia 16 de junho por 46 a 0. “Da forma como está, não passa na segunda votação”, afirma.
“Há um discurso de que São Paulo vai virar a Disneylândia do 5G, e não será assim, as empresas de telefonia são mentirosas”, diz o vereador Camilo Cristófaro (PSB), que atuou como relator na CPI das Antenas, concluída no ano passado.
Outros vereadores que integraram a CPI criada para investigar a atuação das empresas de telefonia celular na capital paulista também resistem.
O presidente da Câmara, vereador Milton Leite (DEM), principal aliado do prefeito, nega qualquer desavença e diz que a aprovação do projeto é defendida pela maioria dos vereadores. “Isso é coisa de vereador burro que não soube ler o texto da lei.”
Milton Leite se refere à exigência prevista no projeto de priorizar as regiões determinadas pelas secretarias de Saúde e de Educação, que vão apontar locais onde a falta de sinal atrapalha o acesso de prontuários eletrônicos nos postos de saúde e o estudo online de alunos da rede municipal. “Sem atender a essa exigência, o texto não será colocado em pauta”, diz.
No capítulo mais recente das negociações, o prefeito Ricardo Nunes se reuniu na quinta-feira (2) com representantes das empresas de telefonia celular. Sua intenção era estabelecer um acordo com as companhias, que vinham ameaçando judicializar a disputa caso os vereadores mantenham a exigência de priorizar as áreas desprovidas de sinal.
O diálogo contou com a ajuda do governador João Doria (PSDB), que, a pedido da administração municipal, convenceu as empresas a dialogar com o prefeito.
Na reunião, estabeleceu-se que as empresas teriam 15 dias para apresentar o plano com o mapeamento de instalação das antenas com prioridade para as regiões problemáticas.
No entanto, as empresas se recusaram a assinar a ata da reunião em que formalizariam o comprometimento de atender com prioridade as áreas carentes de sinal. Segundo pessoas informadas sobre as conversas, o impasse permaneceu porque os representantes das companhias precisariam discutir o tema com acionistas.
A administração municipal chegou a sugerir que fossem instaladas duas antenas na periferia para cada equipamento implantado na região central. As empresas ameaçaram levar a discussão à Justiça, e a sugestão acabou descartada.
Houve também reclamação sobre o valor de outorga a ser cobrado para a instalação das antenas, considerado pelas operadoras como o mais caro do país.
A prefeitura tem pressa em aprovar o projeto de lei e é cobrada com frequência por Doria, que faz questão de tocar no assunto toda vez que encontra o presidente da Câmara Municipal.
Considerada defasada pelo setor de telecomunicações, a lei que regulamenta a instalação de antenas na cidade de São Paulo é de 2004 e chegou a ser considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), enfrenta o primeiro embate com sua base aliada na Câmara Municipal. A tensão inédita gira em torno do projeto de lei que regulamenta a instalação de antenas de telefonia celular na capital.
À frente da prefeitura desde que Bruno Covas morreu, em maio deste ano, o prefeito Ricardo Nunes tem governado com maioria confortável no Legislativo municipal.
O cenário favorável, pavimentado por dois mandatos consecutivos como vereador antes de se tornar vice na chapa vencedora da eleição de 2020, permitiu a aprovação de uma série de projetos de lei do Executivo dias antes do recesso parlamentar deste ano.
A movimentação de Ricardo Nunes em prol do texto que prepara a cidade para a chegada do 5G foi o primeiro episódio que gerou oposição de vereadores da base aliada.
Eles reclamam de falta de transparência sobre a implantação das antenas e questionam se o projeto irá contemplar as regiões periféricas da cidade onde estão as áreas de sombra, como são chamados lugares em que há falhas de transmissão do sinal.
Segundo a prefeitura, há dez distritos na cidade onde não há conexão com internet móvel e telefonia celular.
“As empresas se reúnem com o prefeito e acham que os vereadores precisam votar nisso do jeito que está”, diz o vereador Adilson Amadeu (DEM). O texto foi aprovado em primeiro turno no dia 16 de junho por 46 a 0. “Da forma como está, não passa na segunda votação”, afirma.
“Há um discurso de que São Paulo vai virar a Disneylândia do 5G, e não será assim, as empresas de telefonia são mentirosas”, diz o vereador Camilo Cristófaro (PSB), que atuou como relator na CPI das Antenas, concluída no ano passado.
Outros vereadores que integraram a CPI criada para investigar a atuação das empresas de telefonia celular na capital paulista também resistem.
O presidente da Câmara, vereador Milton Leite (DEM), principal aliado do prefeito, nega qualquer desavença e diz que a aprovação do projeto é defendida pela maioria dos vereadores. “Isso é coisa de vereador burro que não soube ler o texto da lei.”
Milton Leite se refere à exigência prevista no projeto de priorizar as regiões determinadas pelas secretarias de Saúde e de Educação, que vão apontar locais onde a falta de sinal atrapalha o acesso de prontuários eletrônicos nos postos de saúde e o estudo online de alunos da rede municipal. “Sem atender a essa exigência, o texto não será colocado em pauta”, diz.
No capítulo mais recente das negociações, o prefeito Ricardo Nunes se reuniu na quinta-feira (2) com representantes das empresas de telefonia celular. Sua intenção era estabelecer um acordo com as companhias, que vinham ameaçando judicializar a disputa caso os vereadores mantenham a exigência de priorizar as áreas desprovidas de sinal.
O diálogo contou com a ajuda do governador João Doria (PSDB), que, a pedido da administração municipal, convenceu as empresas a dialogar com o prefeito.
Na reunião, estabeleceu-se que as empresas teriam 15 dias para apresentar o plano com o mapeamento de instalação das antenas com prioridade para as regiões problemáticas.
No entanto, as empresas se recusaram a assinar a ata da reunião em que formalizariam o comprometimento de atender com prioridade as áreas carentes de sinal. Segundo pessoas informadas sobre as conversas, o impasse permaneceu porque os representantes das companhias precisariam discutir o tema com acionistas.
A administração municipal chegou a sugerir que fossem instaladas duas antenas na periferia para cada equipamento implantado na região central. As empresas ameaçaram levar a discussão à Justiça, e a sugestão acabou descartada.
Houve também reclamação sobre o valor de outorga a ser cobrado para a instalação das antenas, considerado pelas operadoras como o mais caro do país.
A prefeitura tem pressa em aprovar o projeto de lei e é cobrada com frequência por Doria, que faz questão de tocar no assunto toda vez que encontra o presidente da Câmara Municipal.
Considerada defasada pelo setor de telecomunicações, a lei que regulamenta a instalação de antenas na cidade de São Paulo é de 2004 e chegou a ser considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).



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Uchuu', a simulação mais exata e completa do universo que te permite 'viajar no tempo': https://www.bbc.com/portuguese/geral-58640407
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https://g1.globo.com/tecnologia/noticia ... sapp.ghtml
O aplicativo de mensagens Telegram ganhou mais de 70 milhões de usuários novos durante a pane do Facebook, disse seu fundador, Pavel Durov.
O aplicativo de mensagens Telegram ganhou mais de 70 milhões de usuários novos durante a pane do Facebook, disse seu fundador, Pavel Durov.



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https://theintercept.com/2021/10/02/tik ... -registro/
O TikTok foi em 2020, o aplicativo mais baixado no mundo.
Neste mês, a rede social alcançou a marca de 1 bilhão de usuários ativos por mês. A popularidade se reverteu em dinheiro : a ByteDance dobrou os lucros no ano passado. No total, ela faturou 34 bilhões de dólares no período, um aumento de 111% em relação ao ano anterior.
Em 2021, o Brasil foi o país que mais fez downloads do app, e a empresa está em franca expansão por aqui. Além de já ter contratado executivos em áreas estratégicas, como políticas públicas, ela está com dezenas de vagas abertas – principalmente para cargos gerenciais.
Mas a contratação dos prestadores de serviço destoa do glamour da expansão da empresa. O Intercept teve acesso a grupos com os brasileiros contratados para prestar o serviço de transcrição para a ByteDance. Separados entre recrutamento, informes e grupos menores numerados, eram neles que as conversas e reclamações sobre o trabalho aconteciam entre as dezenas de contratados.
Uma ex-funcionária que também se desligou antes do fim do trabalho aceitou compartilhar sua experiência de maneira anônima. “Pedi minha alforria quando começaram a pressionar que as metas deveriam ser batidas pela manhã”, ela desabafou.
E a pressão era grande. Em uma mensagem no WhatsApp, uma das responsáveis pelo projeto pediu aos funcionários que completassem as tarefas durante a noite – e “com fervor”. Caso contrário, não haveria mais trabalho no dia seguinte.
O projeto de transcrição tinha dois valores de pagamento pré-estabelecidos para os funcionários : quem fizesse 300 ou mais transcrições por dia receberia 14 dólares por hora. Quem fizesse menos do que isso ficaria com 10 dólares.
Vários ex-colaboradores do Tik Tok fizeram reclamações sobre a empresa.
O TikTok foi em 2020, o aplicativo mais baixado no mundo.
Neste mês, a rede social alcançou a marca de 1 bilhão de usuários ativos por mês. A popularidade se reverteu em dinheiro : a ByteDance dobrou os lucros no ano passado. No total, ela faturou 34 bilhões de dólares no período, um aumento de 111% em relação ao ano anterior.
Em 2021, o Brasil foi o país que mais fez downloads do app, e a empresa está em franca expansão por aqui. Além de já ter contratado executivos em áreas estratégicas, como políticas públicas, ela está com dezenas de vagas abertas – principalmente para cargos gerenciais.
Mas a contratação dos prestadores de serviço destoa do glamour da expansão da empresa. O Intercept teve acesso a grupos com os brasileiros contratados para prestar o serviço de transcrição para a ByteDance. Separados entre recrutamento, informes e grupos menores numerados, eram neles que as conversas e reclamações sobre o trabalho aconteciam entre as dezenas de contratados.
Uma ex-funcionária que também se desligou antes do fim do trabalho aceitou compartilhar sua experiência de maneira anônima. “Pedi minha alforria quando começaram a pressionar que as metas deveriam ser batidas pela manhã”, ela desabafou.
E a pressão era grande. Em uma mensagem no WhatsApp, uma das responsáveis pelo projeto pediu aos funcionários que completassem as tarefas durante a noite – e “com fervor”. Caso contrário, não haveria mais trabalho no dia seguinte.
O projeto de transcrição tinha dois valores de pagamento pré-estabelecidos para os funcionários : quem fizesse 300 ou mais transcrições por dia receberia 14 dólares por hora. Quem fizesse menos do que isso ficaria com 10 dólares.
Vários ex-colaboradores do Tik Tok fizeram reclamações sobre a empresa.



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https://www1.folha.uol.com.br/poder/202 ... 2022.shtml
Um texto costurado pelo deputado federal Orlando Silva (PC do B) prevê medidas que podem levar ao bloqueio do aplicativo de mensagens Telegram no Brasil.
O Telegram não tem representante legal no Brasil, não responde a comunicações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e descumpre sistematicamente determinações do Ministério Público.
O Telegram estava instalado em 35% dos smartphones brasileiros um ano atrás e, hoje, está em 53%, segundo pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel.
O WhatsApp está instalado em 99% dos celulares.
O trecho da lei foi pensado especificamente para evitar que o Telegram continue à margem da legislação brasileira.
O aplicativo de origem russa é baseado em Dubai, nos Emirados Árabes, e tem representação legal no Reino Unido.
"A lei brasileira vale para todos os prestadores de serviços que têm sede no Brasil ou oferecem serviços no país; não cumprir a lei produzirá efeitos jurídicos, abrirá caminho para sanções, da advertência ao bloqueio do funcionamento", diz o deputado Orlando Silva.
Para alguns especialistas, no entanto, o bloqueio seria uma medida extrema.
"Apesar de isso já ter sido adotado em outros países especificamente em períodos eleitorais, essa deve ser a última alternativa porque interfere substancialmente no direito à liberdade de expressão. E também, nada impede que a indústria de desinformação se rearticule e utilize outras plataformas", diz Bruno Bioni, diretor do Data Privacy Brasil.
Um ponto é a rastreabilidade de mensagens em aplicativos como WhatsApp e Telegram, que ainda está em discussão, diz Orlando Silva.
Um texto costurado pelo deputado federal Orlando Silva (PC do B) prevê medidas que podem levar ao bloqueio do aplicativo de mensagens Telegram no Brasil.
O Telegram não tem representante legal no Brasil, não responde a comunicações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e descumpre sistematicamente determinações do Ministério Público.
O Telegram estava instalado em 35% dos smartphones brasileiros um ano atrás e, hoje, está em 53%, segundo pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel.
O WhatsApp está instalado em 99% dos celulares.
O trecho da lei foi pensado especificamente para evitar que o Telegram continue à margem da legislação brasileira.
O aplicativo de origem russa é baseado em Dubai, nos Emirados Árabes, e tem representação legal no Reino Unido.
"A lei brasileira vale para todos os prestadores de serviços que têm sede no Brasil ou oferecem serviços no país; não cumprir a lei produzirá efeitos jurídicos, abrirá caminho para sanções, da advertência ao bloqueio do funcionamento", diz o deputado Orlando Silva.
Para alguns especialistas, no entanto, o bloqueio seria uma medida extrema.
"Apesar de isso já ter sido adotado em outros países especificamente em períodos eleitorais, essa deve ser a última alternativa porque interfere substancialmente no direito à liberdade de expressão. E também, nada impede que a indústria de desinformação se rearticule e utilize outras plataformas", diz Bruno Bioni, diretor do Data Privacy Brasil.
Um ponto é a rastreabilidade de mensagens em aplicativos como WhatsApp e Telegram, que ainda está em discussão, diz Orlando Silva.



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Pronunciamento de Bolsonaro escrito por I.A treinada com 1000 horas de entrevistas e discursos dele:
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