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Cinema
NOTÍCIAS
SAMURAI X: DIVULGADO NOVO TRAILER DO ÚLTIMO FILME
https://anmtv.com.br/samurai-x-divulgad ... imo-filme/
A Warner Bros do Japão divulgou o trailer do ultimo filme live action de Ruroni Kenshin ou Samurai X como é conhecido no Brasil. O trailer também apresenta a musica tema do longa-metragem interpretada pela banda de rock ONE OK ROCK. Confira:
Rurouni Kenshin The Beginning estreia em 4 de junho no Japão e é baseado no OVA lançado em 2003 que conta como o samurai conseguiu a cicatriz em seu rosto.
Lembrando que Netflix já anunciou que ambos os filmes chegarão ao seu catalogo brasileiro em breve, mas ainda sem data definida.
https://anmtv.com.br/samurai-x-divulgad ... imo-filme/
A Warner Bros do Japão divulgou o trailer do ultimo filme live action de Ruroni Kenshin ou Samurai X como é conhecido no Brasil. O trailer também apresenta a musica tema do longa-metragem interpretada pela banda de rock ONE OK ROCK. Confira:
Rurouni Kenshin The Beginning estreia em 4 de junho no Japão e é baseado no OVA lançado em 2003 que conta como o samurai conseguiu a cicatriz em seu rosto.
Lembrando que Netflix já anunciou que ambos os filmes chegarão ao seu catalogo brasileiro em breve, mas ainda sem data definida.
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007 - James Bond
NOTÍCIAS
https://www.istoedinheiro.com.br/filmes ... ntinuarao/
Os filmes de James Bond continuarão nos cinemas, apesar de a Amazon.com ter adquirido o estúdio MGM, dono da franquia das aventuras de ação, disseram os produtores em um comunicado à revista Variety nesta quarta-feira.
“Estamos comprometidos a continuar a fazer filmes de James Bond para as plateias de cinema de todo o mundo”, disseram os produtores Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, que comandam a Eon Productions sediada em Londres, em um comunicado obtido pela Variety.
A franquia James Bond é amplamente considerada a joia da coroa da MGM, estúdio lendário que fechou um acordo de venda de 8,45 bilhões de dólares nesta quarta-feira com a Amazon, o que proporciona à sua plataforma de streaming de televisão e filmes um acervo imenso de filmes e programas de TV.
Os filmes de 007 já renderam quase 7 bilhões de dólares nas bilheterias mundiais, de acordo com o MGM.
O próximo deles, “007 – Sem Tempo para Morrer”, deve estrear nos cinemas em setembro depois de vários adiamentos causados pela pandemia de coronavírus, que fechou salas de exibição de todo o planeta.
Será o quinto e último com Daniel Craig no papel do agente secreto britânico. Seu substituto ainda não foi anunciado.
Os filmes de James Bond continuarão nos cinemas, apesar de a Amazon.com ter adquirido o estúdio MGM, dono da franquia das aventuras de ação, disseram os produtores em um comunicado à revista Variety nesta quarta-feira.
“Estamos comprometidos a continuar a fazer filmes de James Bond para as plateias de cinema de todo o mundo”, disseram os produtores Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, que comandam a Eon Productions sediada em Londres, em um comunicado obtido pela Variety.
A franquia James Bond é amplamente considerada a joia da coroa da MGM, estúdio lendário que fechou um acordo de venda de 8,45 bilhões de dólares nesta quarta-feira com a Amazon, o que proporciona à sua plataforma de streaming de televisão e filmes um acervo imenso de filmes e programas de TV.
Os filmes de 007 já renderam quase 7 bilhões de dólares nas bilheterias mundiais, de acordo com o MGM.
O próximo deles, “007 – Sem Tempo para Morrer”, deve estrear nos cinemas em setembro depois de vários adiamentos causados pela pandemia de coronavírus, que fechou salas de exibição de todo o planeta.
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Cinema
NOTÍCIAS
https://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/ ... -roxy.html

O Cinema Roxy, templo da sétima arte em Copacabana fundado em 1938, continua fechado.
Reabriu em outubro por pouco tempo, mas terminou paralisando seus serviços em dezembro. Na época, a direção da sala prometeu reabrir depois da vacina - o que ainda não ocorreu até agora.
Agora, ganharam força os rumores de um fechamento definitivo. No mercado imobiliário fala-se que o Roxy estaria à venda por R$ 30 milhões.

O Cinema Roxy, templo da sétima arte em Copacabana fundado em 1938, continua fechado.
Reabriu em outubro por pouco tempo, mas terminou paralisando seus serviços em dezembro. Na época, a direção da sala prometeu reabrir depois da vacina - o que ainda não ocorreu até agora.
Agora, ganharam força os rumores de um fechamento definitivo. No mercado imobiliário fala-se que o Roxy estaria à venda por R$ 30 milhões.



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STAR WARS
NOTÍCIAS
https://canaltech.com.br/entretenimento ... er-185899/
Para quem adora saber detalhes de bastidores e todo tipo de curiosidade sobre Star Wars, a Titan Comics está prestes a lançar a edição comemorativa Star Wars : The Empire Strikes Back 40th Anniversary Special.
Para a sorte dos fãs de Boba Fett, o CBR divulgou um material especial sobre o personagem, com imagens e informações que poderão ser encontradas no novo livro.
Boba Fett apareceu oficialmente pela primeira vez em Star Wars Episódio V : O Império Contra-Ataca (1980), mas já havia sido apresentado antes ao público, no The Star Wars Holiday Special.
Desde o lançamento de O Império Contra-Ataca até hoje, Boba Fett é um dos personagens mais amados pelos fãs, que criaram histórias e especularam sobre todos os aspectos da vida do personagem. O que poucos sabem é que ele surgiu como uma versão do Darth Vader.
“Um bocado de filmes foram feitos sobre caçadores de recompensas no Velho Oeste, é daí que veio isso”, explicou George Lucas, fornecendo também a explicação perfeita do porquê a série O Mandaloriano é um faroeste.
Uma visita a filmes como Três Homens em Conflito ou Por um Punhado de Dólares, ambos de Sergio Leone, pode revelar diversas referências desse núcleo de Star Wars. George Lucas também explicou que Boba Fett tem algo a ver com Darth Vader no que diz respeito à aparência de ambos :
"Quando eu estava escrevendo os primeiros roteiros de Star Wars, eu queria desenvolver um personagem essencialmente maligno e que fosse assustador. Darth Vader começou como uma espécie de caçador de recompensas intergaláctico em um traje espacial e evoluiu para um cavaleiro mais grotesco conforme eu me aprofundava mais em cavaleiros e nos códigos de tudo. Ele se tornou mais um Lorde das Trevas do que um caçador de recompensas mercenário. O personagem Boba Fett é realmente uma versão inicial de Darth Vader. Ele também é muito parecido com o homem-sem-nome dos Westerns de Sergio Leone".
Se compararmos com a arte conceitual feita por Ralph McQuarrie, o Boba Fett que conhecemos parece bastante diferente, sobretudo porque a ideia inicial era criar um personagem que usasse um uniforme branco, similar aos dos stormtroopers. Outras ideias, como o do equipamento que fica na região da boca, foram absorvidos pelo visual do Darth Vader.
Para quem adora saber detalhes de bastidores e todo tipo de curiosidade sobre Star Wars, a Titan Comics está prestes a lançar a edição comemorativa Star Wars : The Empire Strikes Back 40th Anniversary Special.
Para a sorte dos fãs de Boba Fett, o CBR divulgou um material especial sobre o personagem, com imagens e informações que poderão ser encontradas no novo livro.
Boba Fett apareceu oficialmente pela primeira vez em Star Wars Episódio V : O Império Contra-Ataca (1980), mas já havia sido apresentado antes ao público, no The Star Wars Holiday Special.
Desde o lançamento de O Império Contra-Ataca até hoje, Boba Fett é um dos personagens mais amados pelos fãs, que criaram histórias e especularam sobre todos os aspectos da vida do personagem. O que poucos sabem é que ele surgiu como uma versão do Darth Vader.
“Um bocado de filmes foram feitos sobre caçadores de recompensas no Velho Oeste, é daí que veio isso”, explicou George Lucas, fornecendo também a explicação perfeita do porquê a série O Mandaloriano é um faroeste.
Uma visita a filmes como Três Homens em Conflito ou Por um Punhado de Dólares, ambos de Sergio Leone, pode revelar diversas referências desse núcleo de Star Wars. George Lucas também explicou que Boba Fett tem algo a ver com Darth Vader no que diz respeito à aparência de ambos :
"Quando eu estava escrevendo os primeiros roteiros de Star Wars, eu queria desenvolver um personagem essencialmente maligno e que fosse assustador. Darth Vader começou como uma espécie de caçador de recompensas intergaláctico em um traje espacial e evoluiu para um cavaleiro mais grotesco conforme eu me aprofundava mais em cavaleiros e nos códigos de tudo. Ele se tornou mais um Lorde das Trevas do que um caçador de recompensas mercenário. O personagem Boba Fett é realmente uma versão inicial de Darth Vader. Ele também é muito parecido com o homem-sem-nome dos Westerns de Sergio Leone".
Se compararmos com a arte conceitual feita por Ralph McQuarrie, o Boba Fett que conhecemos parece bastante diferente, sobretudo porque a ideia inicial era criar um personagem que usasse um uniforme branco, similar aos dos stormtroopers. Outras ideias, como o do equipamento que fica na região da boca, foram absorvidos pelo visual do Darth Vader.



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Harry Potter
NOTÍCIAS
https://revistaquem.globo.com/QUEM-News ... exual.html
O ator Kevin Guthrie, de 33 anos, foi condenado a três anos de prisão por assediar uma mulher em Glasgow, na Escócia.
Conhecido por interpretar o personagem Senhor Abernathy na franquia Animais Fantásticos, parte do universo Harry Potter criado por J. K. Rowling, ele foi sentenciado após quatro dias de julgamento, segundo a BBC.
O ator Kevin Guthrie, de 33 anos, foi condenado a três anos de prisão por assediar uma mulher em Glasgow, na Escócia.
Conhecido por interpretar o personagem Senhor Abernathy na franquia Animais Fantásticos, parte do universo Harry Potter criado por J. K. Rowling, ele foi sentenciado após quatro dias de julgamento, segundo a BBC.



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Cinema
NOTÍCIAS
https://www.terra.com.br/diversao/cinem ... 82fig.html
A organização do Festival de Cannes anunciou os filmes que vão disputar a Palma de Ouro em 2021.
E a lista chama atenção por expressar a continuidade do boicote do evento à Netflix.
Embora seja resultado de pressão dos exibidores franceses, a postura está sendo chamada abertamente de "elitista" por seu preciosismo, que contrasta com a realidade do coronavírus.
A organização do Festival de Cannes anunciou os filmes que vão disputar a Palma de Ouro em 2021.
E a lista chama atenção por expressar a continuidade do boicote do evento à Netflix.
Embora seja resultado de pressão dos exibidores franceses, a postura está sendo chamada abertamente de "elitista" por seu preciosismo, que contrasta com a realidade do coronavírus.



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Cinema
NOTÍCIAS
https://ovicio.com.br/indiana-jones-5-h ... -as-fotos/

Harrison Ford será rejuvenescido digitalmente no filme "Indiana Jones 5".
O dublê do ator usou uma máscara especial, com a aparência de um jovem Harrison Ford.
Isso provavelmente significa que o filme contará com o ator rejuvenescido digitalmente.
O filme deve ser ambientado na década de 60, no início da corrida espacial, com Indiana Jones (Harrison Ford) enfrentando os nazistas.
Mads Mikkelsen irá interpretar o vilão principal, descrito como “um cientista nazista alistado na NASA pelo governo dos Estados Unidos para trabalhar na iniciativa de pouso na Lua”.

Harrison Ford será rejuvenescido digitalmente no filme "Indiana Jones 5".
O dublê do ator usou uma máscara especial, com a aparência de um jovem Harrison Ford.
Isso provavelmente significa que o filme contará com o ator rejuvenescido digitalmente.
O filme deve ser ambientado na década de 60, no início da corrida espacial, com Indiana Jones (Harrison Ford) enfrentando os nazistas.
Mads Mikkelsen irá interpretar o vilão principal, descrito como “um cientista nazista alistado na NASA pelo governo dos Estados Unidos para trabalhar na iniciativa de pouso na Lua”.



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Cinema
NOTÍCIAS
https://oglobo.globo.com/cultura/sessoe ... 1-25048646
Atualmente cerca de 50% dos pouco mais de 800 cinemas do país estão abertos e funcionando com capacidade máxima de 50%, de acordo com o portal Filme B, que acompanha o setor.
E o público que frequentou as salas em maio, por exemplo, não chega a 10% do mesmo mês em 2019, pré-pandemia.
É difícil elaborar previsões num cenário tão instável. Pesquisas do mercado alertam, no entanto, que 200 salas de cinema podem fechar até o fim de 2021, caso a crise persista.
Isso explica, aliás, o motivo de só metade dos cinemas brasileiros terem retomado as projeções. Muitas vezes é mais fácil — ou menos complicado — manter as portas arriadas. É o caso do Petra Belas Artes, tradicional cinemas de rua da capital paulista, no bairro da Consolação, que reabriu assim que a prefeitura permitiu e fechou quando as possibilidades de financiamento se esgotaram — em fevereiro, os donos demitiram cerca de 35 funcionários enquanto ainda tinham dinheiro para isso. Agora, 25 pessoas estão sendo recontratadas para uma nova reabertura, em 24 de junho.
— Não valeria a pena ficar no abre e fecha. O público acaba não vindo — explica André Sturm, dono do Belas Artes.
— A gente pensou em só reabrir quando as pessoas de 60 anos já tivessem tomado a segunda dose da vacina.
Há consenso entre os exibidores : enquanto não houver uma vacinação em massa, eles não sairão do vermelho.
Embora a injeção demore, há certo clima de esperança no ar. Nesta semana, a imagem de filas em cinemas americanos inundou os grupos de WhatsApp de profissionais da área.
— As salas cheias nos Estados Unidos mostram que, mesmo com o streaming, o cinema não vai acabar de um jeito tão fácil — afirma Paulo Sérgio Almeida, diretor do Filme B.
— Mas ainda não dá para nos guiarmos pelo mercado americano. Vivemos numa enchente. Só quando a pandemia diminuir é que teremos noção do estrago. Os exibidores estão à base de dívidas.
Por aqui, até grandes redes com capital estrangeiro recorreram a linhas de crédito emergencial do Fundo Setorial do Audiovisual para mitigar os efeitos da crise, com financiamentos acima de R$ 35 milhões.
Mas nem empréstimos resolvem tudo. Um dos cinemas mais tradicionais do Rio de Janeiro, fundado em 1938 e com uma bela decoração art déco, o Roxy, em Copacabana, está à venda por algo em torno de R$ 30 milhões, como noticiou o colunista Ancelmo Gois. Administradora do endereço, a rede Kinoplex não comenta o assunto. Sabe-se, porém, que o mobiliário já foi retirado do local.
Se nem grandes exibidoras seguram o tranco, o que dirá as pequenas. No Rio, o grupo Casal fechou três de seus cinco estabelecimentos (Cine Museu da República, no Catete; Cine Candido Mendes, em Ipanema; e Cine Nova Brasília, no Complexo do Alemão), e hoje sustenta o Cine Santa, em Santa Teresa, e o Barra Point, na Barra, por meio de empréstimos e adiamentos de dívidas.
— Estamos contando miséria. Às vezes, vendemos uma balinha, e é só isso. — conta o sócio Adil Tiscatti. — Além da tristeza, as salas vazias geram um estranhamento, pois o público acha que estamos mal e que não devemos ser seguros, o que não é verdade.
Com salas de pequeno e médio porte em Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, a rede Espaço Itaú de Cinema opera atualmente com 10% de seu faturamento pré-pandemia. Na terça-feira passada, cinco sessões da filial carioca foram canceladas, pois não venderam um ingresso sequer. E, quando há só uma pessoa na sala, o cliente solitário normalmente pergunta, surpreso, se haverá projeção do filme só para ele. É algo comum, diz um dos funcionários.
— Por mais que tenhamos um grau de segurança grande pelos protocolos e pelas baixas taxas de ocupação, a perspectiva da retomada é só a vacina que dá. Os idosos estão voltando nas sessões da tarde. Mas não é uma coisa gigantesca — ressalta Adhemar Oliveira, diretor de programação da empresa.
Grupos de adolescentes voltaram a promover algazarras em cinemas dentro de shoppings nos fins de semana. Esse é o público que as grandes redes exibidoras do Brasil têm atraído, em maior número, nos últimos meses. Funcionários e “lanterninhas”, fiscais que rondam as salas, cortam um dobrado para enquadrar a molecada nas novas regras de distanciamento social, em que apenas quatro pessoas podem sentar lado a lado, desde que comprem os ingressos juntas.
Apesar da realidade incerta e das dívidas que se acumulam, o discurso sustentado por grandes exibidoras nacionais é otimista. Empresas com telonas em diversos centros comerciais do país comemoram um leve crescimento no número de espectadores no último mês. Em março e abril de 2021, um dos momentos mais severos da pandemia, as salas atraíram, respectivamente, cerca de 245 mil e 158 mil espectadores, segundo dados do Filme B Box Office. Em maio, a quantidade saltou para 1,45 milhão, número ainda baixíssimo se comparado ao mesmo período de 2019, quando os cinemas arrebanharam mais de 17 milhões de pagantes. Mas há o que se comemorar.
— Um ponto de virada, além da evolução da vacinação, são os grandes lançamentos — afirma Patrícia Cotta, gerente nacional de marketing do Kinoplex. — Nossos queridos gigantes “Godzilla vs Kong” (lançado no fim de abril) fizeram a diferença. Para se ter uma ideia, comparando a semana de lançamento desse filme com a semana anterior, nossos cinemas cresceram 60% no estado do Rio.
Pode-se dizer que existe um “engarrafamento de filmes” na agenda de estreias até o fim deste ano, comenta Paulo Sérgio Almeida, do Filme B. E isso, de fato, traz perspectivas significativamente melhores do que as vistas em 2020, quando as distribuidoras paralisaram os lançamentos. Por outro lado, a dependência de exibidores nacionais em relação a produções de Hollywood só cresce.
— Ver “Mortal Kombat” no cinema é diferente de ver na TV, e o adolescente sente isso, pois há o som imersivo, o diferencial na imagem... Mas assistir a um filme do Woody Allen no cinema e na TV é quase igual. Isso será radicalizado. As franquias são as produções que menos se prejudicam com a crise — observa.
Ainda há um longo caminho para a retomada plena. No UCI, que mantém endereços em 13 cidades do país, nota-se um aumento de 25% no movimento do público a cada fim de semana, algo alavancado justamente por títulos blockbusters como “Cruella” e “Invocação do mal 3”. Aos sábados e domingos, as sessões recebem, em média, 30 pessoas.
— Não podemos esquecer que ainda estamos num momento ruim da pandemia. Mas as pessoas estão mais animadas, confiando nos protocolos. E seguimos numa linha ascendente — afirma Carlos Marin, CEO do UCI.
Na rede Cinesystem, com atuação em dez estados, a performance figura entre 15% e 20% do que era habitual nos últimos anos, calcula Ricardo Rossini, diretor de operações da companhia. Para ele, nem os grandes lançamentos apontam uma recuperação acelerada.
— Ainda não estamos sentindo uma melhora — analisa. — Hoje os poucos cinemas abertos no Brasil estão performando acima de 2020, mas aquém dos anos anteriores. A gente vê que o mercado continua abaixo do que faturam os outros, e sem tanta tendência de recuperação.
Atualmente cerca de 50% dos pouco mais de 800 cinemas do país estão abertos e funcionando com capacidade máxima de 50%, de acordo com o portal Filme B, que acompanha o setor.
E o público que frequentou as salas em maio, por exemplo, não chega a 10% do mesmo mês em 2019, pré-pandemia.
É difícil elaborar previsões num cenário tão instável. Pesquisas do mercado alertam, no entanto, que 200 salas de cinema podem fechar até o fim de 2021, caso a crise persista.
Isso explica, aliás, o motivo de só metade dos cinemas brasileiros terem retomado as projeções. Muitas vezes é mais fácil — ou menos complicado — manter as portas arriadas. É o caso do Petra Belas Artes, tradicional cinemas de rua da capital paulista, no bairro da Consolação, que reabriu assim que a prefeitura permitiu e fechou quando as possibilidades de financiamento se esgotaram — em fevereiro, os donos demitiram cerca de 35 funcionários enquanto ainda tinham dinheiro para isso. Agora, 25 pessoas estão sendo recontratadas para uma nova reabertura, em 24 de junho.
— Não valeria a pena ficar no abre e fecha. O público acaba não vindo — explica André Sturm, dono do Belas Artes.
— A gente pensou em só reabrir quando as pessoas de 60 anos já tivessem tomado a segunda dose da vacina.
Há consenso entre os exibidores : enquanto não houver uma vacinação em massa, eles não sairão do vermelho.
Embora a injeção demore, há certo clima de esperança no ar. Nesta semana, a imagem de filas em cinemas americanos inundou os grupos de WhatsApp de profissionais da área.
— As salas cheias nos Estados Unidos mostram que, mesmo com o streaming, o cinema não vai acabar de um jeito tão fácil — afirma Paulo Sérgio Almeida, diretor do Filme B.
— Mas ainda não dá para nos guiarmos pelo mercado americano. Vivemos numa enchente. Só quando a pandemia diminuir é que teremos noção do estrago. Os exibidores estão à base de dívidas.
Por aqui, até grandes redes com capital estrangeiro recorreram a linhas de crédito emergencial do Fundo Setorial do Audiovisual para mitigar os efeitos da crise, com financiamentos acima de R$ 35 milhões.
Mas nem empréstimos resolvem tudo. Um dos cinemas mais tradicionais do Rio de Janeiro, fundado em 1938 e com uma bela decoração art déco, o Roxy, em Copacabana, está à venda por algo em torno de R$ 30 milhões, como noticiou o colunista Ancelmo Gois. Administradora do endereço, a rede Kinoplex não comenta o assunto. Sabe-se, porém, que o mobiliário já foi retirado do local.
Se nem grandes exibidoras seguram o tranco, o que dirá as pequenas. No Rio, o grupo Casal fechou três de seus cinco estabelecimentos (Cine Museu da República, no Catete; Cine Candido Mendes, em Ipanema; e Cine Nova Brasília, no Complexo do Alemão), e hoje sustenta o Cine Santa, em Santa Teresa, e o Barra Point, na Barra, por meio de empréstimos e adiamentos de dívidas.
— Estamos contando miséria. Às vezes, vendemos uma balinha, e é só isso. — conta o sócio Adil Tiscatti. — Além da tristeza, as salas vazias geram um estranhamento, pois o público acha que estamos mal e que não devemos ser seguros, o que não é verdade.
Com salas de pequeno e médio porte em Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, a rede Espaço Itaú de Cinema opera atualmente com 10% de seu faturamento pré-pandemia. Na terça-feira passada, cinco sessões da filial carioca foram canceladas, pois não venderam um ingresso sequer. E, quando há só uma pessoa na sala, o cliente solitário normalmente pergunta, surpreso, se haverá projeção do filme só para ele. É algo comum, diz um dos funcionários.
— Por mais que tenhamos um grau de segurança grande pelos protocolos e pelas baixas taxas de ocupação, a perspectiva da retomada é só a vacina que dá. Os idosos estão voltando nas sessões da tarde. Mas não é uma coisa gigantesca — ressalta Adhemar Oliveira, diretor de programação da empresa.
Grupos de adolescentes voltaram a promover algazarras em cinemas dentro de shoppings nos fins de semana. Esse é o público que as grandes redes exibidoras do Brasil têm atraído, em maior número, nos últimos meses. Funcionários e “lanterninhas”, fiscais que rondam as salas, cortam um dobrado para enquadrar a molecada nas novas regras de distanciamento social, em que apenas quatro pessoas podem sentar lado a lado, desde que comprem os ingressos juntas.
Apesar da realidade incerta e das dívidas que se acumulam, o discurso sustentado por grandes exibidoras nacionais é otimista. Empresas com telonas em diversos centros comerciais do país comemoram um leve crescimento no número de espectadores no último mês. Em março e abril de 2021, um dos momentos mais severos da pandemia, as salas atraíram, respectivamente, cerca de 245 mil e 158 mil espectadores, segundo dados do Filme B Box Office. Em maio, a quantidade saltou para 1,45 milhão, número ainda baixíssimo se comparado ao mesmo período de 2019, quando os cinemas arrebanharam mais de 17 milhões de pagantes. Mas há o que se comemorar.
— Um ponto de virada, além da evolução da vacinação, são os grandes lançamentos — afirma Patrícia Cotta, gerente nacional de marketing do Kinoplex. — Nossos queridos gigantes “Godzilla vs Kong” (lançado no fim de abril) fizeram a diferença. Para se ter uma ideia, comparando a semana de lançamento desse filme com a semana anterior, nossos cinemas cresceram 60% no estado do Rio.
Pode-se dizer que existe um “engarrafamento de filmes” na agenda de estreias até o fim deste ano, comenta Paulo Sérgio Almeida, do Filme B. E isso, de fato, traz perspectivas significativamente melhores do que as vistas em 2020, quando as distribuidoras paralisaram os lançamentos. Por outro lado, a dependência de exibidores nacionais em relação a produções de Hollywood só cresce.
— Ver “Mortal Kombat” no cinema é diferente de ver na TV, e o adolescente sente isso, pois há o som imersivo, o diferencial na imagem... Mas assistir a um filme do Woody Allen no cinema e na TV é quase igual. Isso será radicalizado. As franquias são as produções que menos se prejudicam com a crise — observa.
Ainda há um longo caminho para a retomada plena. No UCI, que mantém endereços em 13 cidades do país, nota-se um aumento de 25% no movimento do público a cada fim de semana, algo alavancado justamente por títulos blockbusters como “Cruella” e “Invocação do mal 3”. Aos sábados e domingos, as sessões recebem, em média, 30 pessoas.
— Não podemos esquecer que ainda estamos num momento ruim da pandemia. Mas as pessoas estão mais animadas, confiando nos protocolos. E seguimos numa linha ascendente — afirma Carlos Marin, CEO do UCI.
Na rede Cinesystem, com atuação em dez estados, a performance figura entre 15% e 20% do que era habitual nos últimos anos, calcula Ricardo Rossini, diretor de operações da companhia. Para ele, nem os grandes lançamentos apontam uma recuperação acelerada.
— Ainda não estamos sentindo uma melhora — analisa. — Hoje os poucos cinemas abertos no Brasil estão performando acima de 2020, mas aquém dos anos anteriores. A gente vê que o mercado continua abaixo do que faturam os outros, e sem tanta tendência de recuperação.



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Harry Potter
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De acordo com o insider David Manning "Ouvi de diferentes pessoas de confiança que Animais Fantásticos 3 é (até o momento) um desastre. Um lançamento no HBO Max está sendo considerado"
O filme já terminou de ser gravado, e está programado para ser lançado no dia 15 de Julho de 2022.
O filme já terminou de ser gravado, e está programado para ser lançado no dia 15 de Julho de 2022.



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007 - James Bond
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https://www.jamesbondbrasil.com/2021/05 ... a-em-2022/
Para marcar o aniversário de Ian Fleming, a Jonathan Cape, a Vintage e a Ian Fleming Publications, anunciaram que o premiado romancista e roteirista Anthony Horowitz ficará responsável pela nova aventura literária de 007.
Anthony Horowitz, que já havia escrito Trigger Mortis (2015) e Forever And A Day (2018) disse: “Estou muito animado por ter começado meu terceiro romance de James Bond com o apoio do espólio da família Fleming.
‘Forever And A Day’ narrou a primeira missão de James Bond.
‘Trigger Mortis’ se passava no meio de sua carreira.
O novo livro começa com a morte de Scaramanga e o retorno de James Bond da Jamaica para enfrentar um velho inimigo”.
Para marcar o aniversário de Ian Fleming, a Jonathan Cape, a Vintage e a Ian Fleming Publications, anunciaram que o premiado romancista e roteirista Anthony Horowitz ficará responsável pela nova aventura literária de 007.
Anthony Horowitz, que já havia escrito Trigger Mortis (2015) e Forever And A Day (2018) disse: “Estou muito animado por ter começado meu terceiro romance de James Bond com o apoio do espólio da família Fleming.
‘Forever And A Day’ narrou a primeira missão de James Bond.
‘Trigger Mortis’ se passava no meio de sua carreira.
O novo livro começa com a morte de Scaramanga e o retorno de James Bond da Jamaica para enfrentar um velho inimigo”.



- E.R
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Cinema
NOTÍCIAS
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada ... ente.shtml
Dois membros do grupo responsável pelo Globo de Ouro — a HFPA, sigla da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood — renunciaram aos cargos, criticaram a equipe e prometeram criar uma associação concorrente.
O anúncio foi divulgado pelo jornal americano Los Angeles Times.
Em carta enviado à liderança da HFPA, os então membros Diederik van Hoogstraten, da Holanda, e Wenting Xu, da China, definiram a organização do prêmio como tóxica.
"Nós acreditamos num espaço acolhedor, saudável e respeitoso, onde o trabalho de jornalistas possa se desenvolver e prosperar. Esse lugar não é na HFPA", afirma a dupla.
"Depois de sairmos, planejamos construir um ambiente transparente, profissional e com uma organização inclusiva para as gerações atuais e futuras de repórteres que simplesmente querem trabalhar juntos, sem toxicidade."
A renúncia da dupla acontece em meio a uma série de polêmicas envolvendo o Globo de Ouro e alguns de seus vencedores da última edição. O prêmio tem sido alvo de denúncias de corrupção.
"Na primavera, havia uma janela para abrir e provar que entendemos como a HFPA poderia aprender com seus erros, como poderíamos sair mais saudáveis com reformas e transparências", afirma a carta assinada por Hoogstraten e Xu. "Essa janela está fechando e Hollywood está seguindo em frente."
Desde uma investigação do Los Angeles Times, publicada em fevereiro, o Globo de Ouro tem se tornado um grande alvo de denúncias e críticas. A reportagem revelou que não havia, até então, nenhum negro entre os membros da associação, o que fez o grupo receber acusações de racismo.
Além disso, comitês do prêmio são acusados de fazerem parte de um esquema de troca de favores, no qual eleitores aceitam dinheiro, viagens e presentes em troca de indicações no Globo de Ouro.
No início de maio, o grupo anunciou a aprovação da inclusão de 20 novos membros, o aumento do recrutamento de jornalistas negros na equipe e a contratação de um diretor de diversidade.
Entendemos que o trabalho duro começa agora", disse Ali Sar, presidente da HFPA, na época. "Continuamos dedicados a nos tornarmos uma organização melhor e um exemplo de diversidade, transparência e responsabilidade no setor."
No entanto, as medidas não agradaram boa parte do setor do cinema e da TV de Hollywood, o que ficou evidente na onda de críticas feitas ao prêmio no mesmo dia.
A emissora americana NBC, por exemplo, não transmitiu a cerimônia deste ano, rompendo o contrato com a organização. Além disso, Netflix e Amazon também pularam do barco, capitaneando uma onda de boicotes à premiação.
Os dois membros que renunciaram a HFPA criticam as mudanças propostas e afirmam que a liderança do grupo descartou sugestões de implementar candidaturas novas e retirar antigos profissionais [da assossiação].
“Ainda há uma significativa resistência em ter um grupo diversificado e de novos membros. O novo estatuto proposto não contém orientações claras para identificar e admitir jornalistas qualificados em breve", diz a dupla.
Ainda segundo a carta, "segregação, silêncio, medo de retaliação, autocensura, corrupção e abuso verbal" são apenas alguns hábitos existentes na HFPA.
Dois membros do grupo responsável pelo Globo de Ouro — a HFPA, sigla da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood — renunciaram aos cargos, criticaram a equipe e prometeram criar uma associação concorrente.
O anúncio foi divulgado pelo jornal americano Los Angeles Times.
Em carta enviado à liderança da HFPA, os então membros Diederik van Hoogstraten, da Holanda, e Wenting Xu, da China, definiram a organização do prêmio como tóxica.
"Nós acreditamos num espaço acolhedor, saudável e respeitoso, onde o trabalho de jornalistas possa se desenvolver e prosperar. Esse lugar não é na HFPA", afirma a dupla.
"Depois de sairmos, planejamos construir um ambiente transparente, profissional e com uma organização inclusiva para as gerações atuais e futuras de repórteres que simplesmente querem trabalhar juntos, sem toxicidade."
A renúncia da dupla acontece em meio a uma série de polêmicas envolvendo o Globo de Ouro e alguns de seus vencedores da última edição. O prêmio tem sido alvo de denúncias de corrupção.
"Na primavera, havia uma janela para abrir e provar que entendemos como a HFPA poderia aprender com seus erros, como poderíamos sair mais saudáveis com reformas e transparências", afirma a carta assinada por Hoogstraten e Xu. "Essa janela está fechando e Hollywood está seguindo em frente."
Desde uma investigação do Los Angeles Times, publicada em fevereiro, o Globo de Ouro tem se tornado um grande alvo de denúncias e críticas. A reportagem revelou que não havia, até então, nenhum negro entre os membros da associação, o que fez o grupo receber acusações de racismo.
Além disso, comitês do prêmio são acusados de fazerem parte de um esquema de troca de favores, no qual eleitores aceitam dinheiro, viagens e presentes em troca de indicações no Globo de Ouro.
No início de maio, o grupo anunciou a aprovação da inclusão de 20 novos membros, o aumento do recrutamento de jornalistas negros na equipe e a contratação de um diretor de diversidade.
Entendemos que o trabalho duro começa agora", disse Ali Sar, presidente da HFPA, na época. "Continuamos dedicados a nos tornarmos uma organização melhor e um exemplo de diversidade, transparência e responsabilidade no setor."
No entanto, as medidas não agradaram boa parte do setor do cinema e da TV de Hollywood, o que ficou evidente na onda de críticas feitas ao prêmio no mesmo dia.
A emissora americana NBC, por exemplo, não transmitiu a cerimônia deste ano, rompendo o contrato com a organização. Além disso, Netflix e Amazon também pularam do barco, capitaneando uma onda de boicotes à premiação.
Os dois membros que renunciaram a HFPA criticam as mudanças propostas e afirmam que a liderança do grupo descartou sugestões de implementar candidaturas novas e retirar antigos profissionais [da assossiação].
“Ainda há uma significativa resistência em ter um grupo diversificado e de novos membros. O novo estatuto proposto não contém orientações claras para identificar e admitir jornalistas qualificados em breve", diz a dupla.
Ainda segundo a carta, "segregação, silêncio, medo de retaliação, autocensura, corrupção e abuso verbal" são apenas alguns hábitos existentes na HFPA.








