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Mensagem por Chapolin Gremista » 20 Mar 2021, 18:32

Organizações de direitos humanos na Colômbia reivindicam nesta sexta (19) o fim dos assassinatos de líderes sociais no país nas mãos de grupos armados ilegais
(Prensa Latina)
As redes de direitos humanos dos departamentos de Pututmayo, Cauca e Nariño emitiram um comunicado no qual exigem que o governo do presidente Iván Duque investigue os casos e eventos relacionados a essas mortes e implemente planos para estabelecer a paz nas regiões de conflito.

Solicitaram também a criação de mecanismos de proteção contra advertências precoces que devem ser tramitados pela Ouvidoria, que é chamada a adotar uma postura firme quanto à eliminação seletiva desses atores sociais.

Os signatários culpam o governo nacional, as autoridades locais e as forças militares pela ineficiência com que enfrentam os mencionados grupos armados, entre os quais se destacam os paramilitares e gangues dedicadas ao narcotráfico.

Também devido aos casos de impunidade e ao que consideram ‘falta de compromisso’ com a realidade daquelas regiões, muitas destas zonas de conflito entre as referidas organizações criminosas.

O documento condena o assassinato na véspera do prefeito do Cabildo Camentzá Biyá, María Bernarda Juajibioy, e de sua neta, de quase dois anos, fato censurado por importantes setores da vida política e social do país.

De acordo com o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento e a Paz, mais de 30 líderes sociais e defensores dos direitos humanos foram assassinados até o momento este ano, número que ultrapassa a mesma fase em 2020.


https://www.causaoperaria.org.br/lidere ... -colombia/
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Mensagem por Chapolin Gremista » 20 Mar 2021, 18:36

Presidente do PCO também alerta para recrudescimento da ofensiva imperialista aos países atrasados sob Biden.
Rui Costa Pimenta
@Ruicpimenta29
Biden acusa Putin de ser um assassino. Cinismo de um assassino em massa. E diz que o russo pagará as consequências se ficar provado que interferiu nas eleições norte-americanas. O imperialismo mostra as suas garras e a crise vai se acentuar.
3:09 PM · 17 de mar de 2021


https://www.causaoperaria.org.br/rui-c- ... car-putin/
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Mensagem por E.R » 27 Mar 2021, 02:31

NOTÍCIAS
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2 ... osul.shtml

A Argentina destoou dos demais países-membros do Mercosul ao rejeitar uma flexibilização da Tarifa Externa Comum (TEC), demanda de Brasil, Uruguai e Paraguai, na cúpula do Mercosul.

O presidente argentino, Alberto Fernández, afirmou que "não crê nesse instrumento" e propôs a formação de comissões para estudar o assunto.

As reações de Brasil e Paraguai foram duras, mas diplomáticas, enquanto o presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, afirmou de modo mais enfático que "o Uruguai não tem tempo" e que "precisa destas mudanças".

Visivelmente irritado, Fernández retomou a palavra ao final da rodada de discursos e afirmou que "não quer ser um peso para ninguém".

As propostas de flexibilização do bloco serão debatidas em abril, num encontro de chanceleres, com a Argentina como anfitriã.

Alberto Fernández abriu o encontro reforçando a "dificuldade de governar" dos países do bloco por conta da pandemia e seus efeitos na economia.

Já o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, destacou a importância da revisão das taxas comuns do Mercosul, proposta pelo Brasil, e afirmou que deseja ver isso sendo discutido em breve.

Bolsonaro defendeu que os "resultados [da mudança] devem ser os de atrair investimentos e renda, para que possamos participar nas cadeias mundiais de valor, e superar com urgência as dificuldades da pandemia".

Lacalle Pou também afirmou que as mudanças devem ocorrer rápido. "O Uruguai precisa muito avançar no sentido dessa flexibilização. Não há tempo de formar comissões, o mundo vai mudando muito rápido. Precisamos fazer isso com o Mercosul, mas com mais velocidade", disse.

Além do presidente uruguaio, os demais chefes de estado também rebateram a ideia de criação de comissões e novas discussões, pedindo celeridade ao pedido de flexibilização do Mercosul.

Pou também falou que a lentidão do bloco foi a responsável pela demora no fechamento do acordo do Mercosul com a União Europeia, cobrando a resolução dos obstáculos que travam as negociações.

Em resposta, Fernández tomou a palavra ao final da rodada de discursos e reagiu às críticas dos demais países. "Não quero ser a âncora de ninguém", disse, referindo-se a Lacalle Pou. O presidente argentino afirmou que, se para o uruguaio o Mercosul parece ser uma carga, "é melhor que abandone o barco".

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, afirmou que o processo de vacinação é fundamental, mas pediu "que os países continuem tratando do enfrentamento da pandemia internamente", e lembrou que a chanceler Angela Merkel (Alemanha) afirmou que as novas variantes podem ser consideradas "uma nova pandemia".​

O presidente da Bolívia, Luis Arce, reforçou o desejo da Bolívia de, por fim, passar a fazer parte do Mercosul como membro pleno, vem participando como estado associado há sete anos. "Devemos aprofundar nosso estatuto de cidadania de Mercosul, para facilitar o trânsito de nossos cidadãos e de produtos."

A próxima reunião deve ocorrer no final do semestre, tendo a Argentina como anfitriã.
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Mensagem por Chapolin Gremista » 08 Abr 2021, 22:55

Pandemia
Peru tem novo recorde diário de mortes por COVID-19
País registrou 314 óbitos

Segundo anúncio do Ministério da Saúde do Peru, o país andino registrou 314 mortes por COVID-19 nas últimas 24 horas. Com isso, o Peru chegou ao seu novo recorde de mortes diárias. O número mais alto até então tinha sido o de 245 vítimas fatais. Neste momento, são 1.607.898 casos positivos, enquanto 53.725 pessoas já morreram desde o início da pandemia. Junto a isso, o Peru vive uma intensa crise política, que já derrubou três presidentes. Daqui a quatro dias, o país passará por eleições legislativas.



https://www.causaoperaria.org.br/peru-t ... -covid-19/
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Mensagem por E.R » 12 Abr 2021, 00:17

NOTÍCIAS
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021 ... ador.ghtml

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O ex-banqueiro Guillermo Lasso foi eleito presidente do Equador neste domingo.

Guillermo Lasso derrotou o economista de esquerda Andrés Arauz no segundo turno das eleições.
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Mensagem por E.R » 13 Abr 2021, 04:18

NOTÍCIAS
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Mensagem por Chapolin Gremista » 15 Abr 2021, 01:37

Vitória do golpe no Equador revela política do imperialismo para o continente.

Neste domingo, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) do Equador, havia divulgado os resultados preliminares do segundo turno das eleições presidenciais no país colocando como garantida a vitória do direitista Guillermo Lasso, do Criando Oportunidades (Creo). A vitória, oficializada no dia seguinte, foi mais uma derrota para a esquerda latino-americana, e a comprovação na prática, de que a política de Joe Biden e do imperialismo para o continente, é de aprofundar os golpes de estado.

Lasso saiu vitorioso com mais de 5% de vantagem contra o candidato da esquerda pequeno-burguesa, Andrés Arauz, da União pela Esperança (Unes). Sua vitória, corresponde a uma continuidade direta do governo golpista, formado por Lenin Moreno, após a derrubada de Rafael Correa, então presidente equatoriano.

Guilherme Lasso, é proprietário de uma rede financeira, que incluem Banco Guayaquil, um dos maiores do Equador, além de enriquecer em meio de uma das mais profundas crises sociais do Equador nas últimas décadas, o chamado “feriado bancário” de 1999, que gerou um decreto presidencial do qual congelou por um ano contas de milhões de equatorianos, para salvar o sistema financeiro.


Crise de 1999.
Com sua vitória, a política neoliberal implementada pelo governo golpista tende a apenas se aprofundar. O ex-banqueiro e empresário participante de diversos conglomerados financeiros, já declarou sua subserviência ao Fundo Monetário Internacional (FMI), responsável por, a troco de pesados empréstimos, tomar as rédeas econômicas do país e colocá-lo sob a base da política imperialista.

De acordo com Lasso “Não vamos ignorar o acordo com o Fundo Monetário Internacional”. Em seu programa, o direitista promete travar a famosa “luta contra a corrupção”, ligado diretamente a perseguição política feita contra a principal liderança da esquerda equatoriana, Rafael Correa, e “atrair investimentos estrangeiros”. Além disso, o capitalista é próximo da Opus Dei, um dos setores mais fascistas da Igreja Católica, e defensor ferrenho da campanha anti-aborto, mesmo em caso de estupro. Lasso defende sua posição fascista colocando que “um dos meus princípios é a defesa da vida desde a concepção até a morte natural”.

A eleição deste fascista, evidencia o caminho que segue todos os países que sofreram golpes na América Latina. Com o impedimento do principal candidato da esquerda equatoriana, Rafael Correa, de concorrer as eleições, a vitória do golpe frente a não mobilização popular tornou-se muito mais fácil. A derrota da esquerda pequeno-burguesa, apenas prova que o problema das eleições está longe de ser um genérico calculo eleitoral. Para derrotar os golpistas, apenas a mobilização popular.

Biden vai impor derrotas em todos os lugares
O caso equatoriano é um reflexo da política imperialista, guiada pelo “democrático” Joe Biden, para os países latino-americanos. Ao contrário do que divulga a esquerda pequeno-burguesa, a vitória do setor “democrático” do imperialismo norte-americano representa na realidade, um aprofundamento da política golpista e ditatorial contra os países atrasados.

Biden, que já anunciou investidas contra Rússia, como no conflito ucraniano, contra China, em Taiwan e Mianmar, e Venezuela, nas recentes ameaças de intervenção militar no país, garante a gora a vitória do golpe no Equador.

Contudo, os equatorianos não são os únicos a sofrer desta política golpista nas eleições pós golpe. Na Bolívia, vale lembrar que o governo eleito de Evo Morales fora derrubado por um golpe militar, a governança do país viria apenas a cair nas mãos de um setor extremamente conciliador da esquerda pequeno-burguesa, graças a mobilização popular que forçou a direita a recuar.

No Uruguai, o cenário é ainda pior. Após anos de um governo de conciliação de forma mais conservadora, buscando evitar o golpe por parte da burguesia uruguaia, a esquerda foi massacrada nas eleições que garantiram a vitória do direitista Lacalle Pou, que contou com o apoio do fascista Jair Bolsonaro, na época, já presidente do Brasil, após a fraude de 2018.

Um claro sinal para o Brasil
Confundida pelos resultados eleitorais na Argentina e no México, onde as alas direitas dos partidos da esquerda pequeno-burguesa saíram vitoriosas das eleições, e agora com a possível vitória de Pedro Castillo, no Peru, a esquerda pequeno-burguesa brasileira ilude-se com a possibilidade uma tranquila vitória eleitoral em 2022 contra Bolsonaro.

Dividida entre se lançar em uma frente ampla com a própria burguesia golpista, ou lançar Lula como candidato, a esquerda brasileira da largos passos em direção a sofrer mais um golpe eleitoral. Defendendo a frente ampla, a esquerda segue o mesmo caminho de candidaturas como a de Daniel Martinez, no Uruguai, facilmente derrotado pela direita golpista.

Por outro lado, crendo que simplesmente aguardando as eleições de 2022 e apostando em uma candidatura de Lula a estilo de 2002, onde os acordos com a burguesia brasileira substituem a mobilização popular, Lula e o povo brasileiro, serão novamente vítimas da fraude eleitoral, assim como em 2018.

O exemplo equatoriano, mostra a verdadeira importância da mobilização dos trabalhadores. Com a paralisia da esquerda, que permitiu que Rafael Correa fosse impedido de concorrer, a direita golpista teve caminho livre para a vitória nas eleições. Na Bolívia, a vitória da esquerda contra o golpe apenas se deu justamente por esta mesma mobilização, que após o golpe militar, tomou conta das ruas do país, e obrigou na força, um recuo da direita golpista.

A política do imperialismo, em meio a todas estas oscilações não mudou. Precisa estar claro de que, sem o enfretamento nas ruas, a direita golpista irá prevalecer. Os exemplos na América Latina são diversos e comprovam que o golpe de estado não é momentâneo, mas sim serve para esmagar toda a esquerda e a classe trabalhadora, aprofundando a ditadura no país.

As eleições estão nas mãos dos golpistas, seja no Uruguai, no Equador ou no Brasil, para derrotar o golpe, apenas lançando-se em uma intensa política de mobilização, que no caso brasileiro, parte diretamente do lançamento da candidatura de Lula e de por em movimento toda classe trabalhadora.

https://www.causaoperaria.org.br/eleico ... ca-latina/
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Mensagem por E.R » 15 Abr 2021, 07:02

Se a esquerda não vence uma eleição, é "golpe". :no:
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Mensagem por Chapolin Gremista » 15 Abr 2021, 22:33

Lógica, porque quem dá golpes patrocinados pelo imperialismo é a direita. A esquerda é perseguida - veja o nacionalismo burguês na America Latina, todos os líderes foram perseguidos judicialmente. Não é coincidência isso, qualquer cego enxerga. :sim:
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Mensagem por JF CH » 15 Abr 2021, 22:48

Eles querem que a esquerda seja tipo o Bayern na Champions passada: 100% de aproveitamento :vamp:
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F42 escreveu:
18 Abr 2021, 21:26
com todo o perdão da palavra e com toda a certeza que eu serei punido, piada é a cabeça da minha piroca! porra mano, eu tive que adicionar seu nome como "pseudo" pré candidato a moderação lá no datafórum e você agora fala que é piada? o que vc tem na sua cabeça, mano?
piadaitaliano/

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Mensagem por E.R » 16 Abr 2021, 21:48

NOTÍCIAS
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021 ... cuba.ghtml

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O ex-presidente de Cuba e primeiro-secretário do Partido Comunista cubano, Raúl Castro, anunciou nesta sexta-feira que vai se aposentar.
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O "futuro do Brasil", presidente saindo do poder com mais de 80 anos de idade.
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Mensagem por BazzoNatalino » 16 Abr 2021, 21:59

Na matéria eles mencionam como o governo é eficaz em combater a Covid-19 pelos baixos números de casos e mortes, como se os dados não tivessem sido manipulados pela ditadura cubana! :lol:
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Mensagem por Chapolin Gremista » 16 Abr 2021, 22:49

Enquanto isso, nos Estados Unidos, Biden tem 78 anos.

Campanha de difamação barata
Imprensa ataca Maduro e “esquece” que Brasil tem 360 mil mortos
Apesar do boicote Venezuela vem combatendo a pandemia de maneira muito mais eficaz do que o Brasil



Um artigo da Money Times, publicado nesta quarta-feira (14/04) trata da campanha de vacinação contra a COVID-19 na Venezuela. Nele, em síntese, o governo venezuelano é acusado de: 1) selecionar quem será vacinado; 2) estabelecer como critério de seleção a “lealdade ao governo”. Segundo o texto, embora os venezuelanos possuam carteira de identidade, seriam vacinadas apenas as pessoas cadastradas no programa de subsídios sociais chamado Carnet de la Patria.
Esse programa seria “desproporcionalmente (sic) concedido a pessoas que dependem de ajuda estatal e têm maior probabilidade de serem leais ao governo de Maduro.” O texto prossegue citando críticas feitas ao uso do registro, por parte de “especialistas médicos, ONGs e pela oposição pois o banco de dados em questão cobriria “apenas” 20 milhões de pessoas numa população de 28 milhões. Acrescenta ainda que o mencionado cadastro tem sido utilizado “repetidamente para condicionar o acesso a programas de alimentação, subsídios de combustível e assistência social”. O artigo ainda reproduz declaração do “líder de oposição”, Juan Guaidó, na qual ele afirma que “nem na ditadura mais cruel do mundo existe discriminação para ter acesso a uma vacina”.
Em seu expediente o sítio Money Times menciona que um de seus sócios é a “Acta Holding”, grupo que controla a “Empiricus Research”, “Inversa Publicações” e “Jolivi”, além de participação nos sites “O Antagonista” e “Seu Dinheiro”. Tais ligações permitem deduzir com facilidade que “Money Times” é um órgão de notícias pertencente a banqueiros, o que já é o suficiente para que seja classificado como parcial e para que seja considerado sem confiabilidade e sem credibilidade.
O artigo parece ser uma reprodução de um original publicado pela Bloomberg embora a busca pelo original tenha sido infrutífera. A alegação de exigência de cadastramento para que seja franqueado acesso a vacina não está respaldada em nenhum fato concreto. De onde veio essa informação? A conclusão de que as pessoas cadastradas nos programas sociais tenderiam a apoiar o governo é simplesmente absurda. Qual estatística apoia esta conclusão?
As ONGs que fiscalizam direitos humanos em países alvos do imperialismo não possuem nenhuma credibilidade e na maioria das vezes são braços do deep state estadunidense. Quanto ao “líder de oposição” Juan Guaidó, ele está totalmente desmoralizado e na verdade nem a oposição venezuelana o reconhece como líder. Representa apenas a si mesmo.
Falta ao artigo dar a conhecer ao leitor menos informado que a Venezuela na verdade tem sido alvo de um boicote impiedoso do imperialismo ianque e tem desenvolvido um esforço heroico para combater a epidemia em seu território.
A despeito de o imperialismo estar fazendo de tudo para impedir o acesso do país às vacinas, estas estão sendo adquiridas e a população está sendo vacinada. O número de mortos pela pandemia da COVID-19 no país totaliza 1.834 numa população de 28 milhões de pessoas, número baixíssimo se comparado ao número dos casos fatais no Brasil ou até mesmo em países da Europa, como por exemplo, a França.
A campanha contra a Venezuela, assim como a outros países que ousam desafiar as regras ditadas pelas potências imperialistas é mentirosa, traiçoeira e não dá tréguas. Ainda que seja difícil obter informações sobre o que ocorre nas regiões que lutam contra o imperialismo é preciso buscá-las para que a propaganda de difamação imperialista seja desmascarada.
As falsidades divulgadas contra os países que enfrentam o imperialismo visam difundir o sentimento de que não existe alternativa viável ao sistema que o imperialismo impõe. A alternativa existe, e é a luta revolucionária do povo, que, na Venezuela, viu parte dela desenvolvida.



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Mensagem por Rondamon » 04 Mai 2021, 22:13

Protestos na Colômbia: qual a razão dos confrontos que já deixaram 19 mortos - https://www.bbc.com/portuguese/internacional-56982941
Há 13 anos no Fórum Chaves! :vitoria:

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Mensagem por E.R » 06 Mai 2021, 11:51

NOTÍCIAS
https://exame.com/economia/china-suspen ... australia/

A China decidiu suspender indefinidamente o "Diálogo Econômico Estratégico Sino-Australiano" e "todas as atividades" relacionadas ao acordo do país com a Austrália.

O governo da Austrália considerou a decisão da China "decepcionante", mas afirmou que segue disposto a dialogar, apesar das tensões.

As tensões entre os dois países vêm aumentando desde 2018 devido a divergências em vários temas, desde a tecnologia 5G até denúncias de espionagem, passando pelas origens do coronavírus.

Em meio a esse contexto de tensão, o governo federal australiano anunciou no mês passado que rescindirá um acordo firmado pelo estado de Victoria (sudeste da Austrália) para aderir às "Novas Rotas da Seda".

As relações entre a China e a Austrália são tensas desde que o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, pediu no ano passado uma investigação internacional sobre as origens da epidemia da Covid-19.
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