Táxi e aplicativos de transporte
Uber , 99 , Táxi.Rio , SP Táxi , etc.
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Táxi e aplicativos de transporte
NOTÍCIAS
https://extra.globo.com/noticias/econom ... 58903.html
O aplicativo da Uber vai ganhar uma nova categoria e começar a oferecer viagens de táxis.
A novidade será lançada em agosto, primeiramente em São Paulo, com o objetivo de ampliar opções para todos os usuários, inclusive os clientes corporativos.
"O Uber Taxi é um pedido recorrente dos nossos clientes corporativos, que gostariam de poder usar esse serviço contando com ferramentas como o compartilhamento de viagens em tempo real e outros recursos de segurança do aplicativo", afirma a diretora geral da Uber no Brasil, Claudia Woods.
A diretora geral da Uber no Brasil explica que a vantagem para os usuários finais é que os táxis são autorizados a transitar nas faixas de ônibus, promovendo um deslocamento mais rápido em locais de tráfego intenso.
O aplicativo da Uber vai ganhar uma nova categoria e começar a oferecer viagens de táxis.
A novidade será lançada em agosto, primeiramente em São Paulo, com o objetivo de ampliar opções para todos os usuários, inclusive os clientes corporativos.
"O Uber Taxi é um pedido recorrente dos nossos clientes corporativos, que gostariam de poder usar esse serviço contando com ferramentas como o compartilhamento de viagens em tempo real e outros recursos de segurança do aplicativo", afirma a diretora geral da Uber no Brasil, Claudia Woods.
A diretora geral da Uber no Brasil explica que a vantagem para os usuários finais é que os táxis são autorizados a transitar nas faixas de ônibus, promovendo um deslocamento mais rápido em locais de tráfego intenso.



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Táxi e aplicativos de transporte
NOTÍCIAS
https://exame.com/negocios/uber-lanca-p ... -entregas/
A Uber lançou nesta semana no Brasil o Uber Pass, plano de assinatura que abrange todos os serviços da Uber, como viagens de carro, entregas do Uber Eats e entregas de supermercados pelo aplicativo Cornershop.
“Lançar o Uber Pass é uma forma de completar nossas entregas ao mesmo tempo em que oferecemos ao cliente benefícios exclusivos e economia, algo ainda mais essencial em tempos de pandemia”, diz George Gordon, diretor da Uber para a América Latina, em entrevista exclusiva à EXAME.
Para o divulgar o lançamento, a empresa permite o teste durante um mês grátis e 10% de desconto em um pedido no Uber Eats.
Depois a mensalidade custa R$ 24,99 e dá direito à entrega grátis em todos os pedidos de Uber Eats nos valores de mais de R$ 30; entrega grátis em todos os pedidos de Cornershop de mais de R$ 100; 10% de desconto em todas as viagens de UberX em qualquer cidade do país; e atendimento preferencial nos canais de suporte da Uber.
O Brasil é o segundo país a receber a novidade, depois apenas dos Estados Unidos. “O Brasil é um país muito importante para os negócios da Uber, somente com a modalidade X de corridas temos 22 milhões de usuários ativos. Estamos muitos animados com o lançamento e buscando constante inovação para a região”, afirma.
Com o objetivo de ser acessível, não é preciso ter cartão de crédito para comprar o serviço.
Com o Uber Cash, cartão que pode ser adquirido em lotéricas e lojas, é possível adicionar um saldo na carteira eletrônica do aplicativo e contratar o Uber Pass.
O cancelamento também pode ser feito em qualquer momento.
A Uber lançou nesta semana no Brasil o Uber Pass, plano de assinatura que abrange todos os serviços da Uber, como viagens de carro, entregas do Uber Eats e entregas de supermercados pelo aplicativo Cornershop.
“Lançar o Uber Pass é uma forma de completar nossas entregas ao mesmo tempo em que oferecemos ao cliente benefícios exclusivos e economia, algo ainda mais essencial em tempos de pandemia”, diz George Gordon, diretor da Uber para a América Latina, em entrevista exclusiva à EXAME.
Para o divulgar o lançamento, a empresa permite o teste durante um mês grátis e 10% de desconto em um pedido no Uber Eats.
Depois a mensalidade custa R$ 24,99 e dá direito à entrega grátis em todos os pedidos de Uber Eats nos valores de mais de R$ 30; entrega grátis em todos os pedidos de Cornershop de mais de R$ 100; 10% de desconto em todas as viagens de UberX em qualquer cidade do país; e atendimento preferencial nos canais de suporte da Uber.
O Brasil é o segundo país a receber a novidade, depois apenas dos Estados Unidos. “O Brasil é um país muito importante para os negócios da Uber, somente com a modalidade X de corridas temos 22 milhões de usuários ativos. Estamos muitos animados com o lançamento e buscando constante inovação para a região”, afirma.
Com o objetivo de ser acessível, não é preciso ter cartão de crédito para comprar o serviço.
Com o Uber Cash, cartão que pode ser adquirido em lotéricas e lojas, é possível adicionar um saldo na carteira eletrônica do aplicativo e contratar o Uber Pass.
O cancelamento também pode ser feito em qualquer momento.



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NOTÍCIAS
https://www.uol.com.br/tilt/noticias/re ... viagem.htm
A Uber anunciou em evento realizado online, uma nova funcionalidade há muito tempo exigida por motoristas : a checagem mais rígida de documentos de passageiros.
O recurso de segurança será implantado no app em todo o Brasil a partir das próximas semanas.
Há muito tempo motoristas pediam, seja em greves ou protestos contra a Uber, que a checagem de documentos dos usuários fosse feita com o mesmo rigor que acontece com os motoristas.
A exigência será feita, pelo menos a princípio, a usuários que não tenham cartão de crédito cadastrado e solicitem uma viagem com pagamento em dinheiro, já que crimes cometidos no aplicativo são normalmente cometidos por usuários sem cadastro de informações bancárias. O aplicativo automaticamente passará a pedir que o usuário mostre um documento.
O pedido aparecerá dentro do app do passageiro, que terá que abrir a câmera do smartphone e tirar uma foto do documento no exato momento em que solicita a corrida.
A Uber anunciou em evento realizado online, uma nova funcionalidade há muito tempo exigida por motoristas : a checagem mais rígida de documentos de passageiros.
O recurso de segurança será implantado no app em todo o Brasil a partir das próximas semanas.
Há muito tempo motoristas pediam, seja em greves ou protestos contra a Uber, que a checagem de documentos dos usuários fosse feita com o mesmo rigor que acontece com os motoristas.
A exigência será feita, pelo menos a princípio, a usuários que não tenham cartão de crédito cadastrado e solicitem uma viagem com pagamento em dinheiro, já que crimes cometidos no aplicativo são normalmente cometidos por usuários sem cadastro de informações bancárias. O aplicativo automaticamente passará a pedir que o usuário mostre um documento.
O pedido aparecerá dentro do app do passageiro, que terá que abrir a câmera do smartphone e tirar uma foto do documento no exato momento em que solicita a corrida.



- Rondamon
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Táxi e aplicativos de transporte
Concorrente da Uber, app brasileiro é lançado sem tarifa dinâmica; conheça - https://tecnologia.ig.com.br/2020-11-17 ... nheca.html
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Táxi e aplicativos de transporte
NOTÍCIAS
EXTRA
O Táxi.Rio voltou a aceitar que o pagamento por cartão de crédito seja cobrado diretamente no aplicativo.
Até pouco tempo, o pagamento tinha que ser feito ao taxista ao fim da corrida - o que atrasava a vida de passageiros e motoristas.
O Táxi.Rio voltou a aceitar que o pagamento por cartão de crédito seja cobrado diretamente no aplicativo.
Até pouco tempo, o pagamento tinha que ser feito ao taxista ao fim da corrida - o que atrasava a vida de passageiros e motoristas.



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Táxi e aplicativos de transporte
NOTÍCIAS
https://6minutos.uol.com.br/economia/mo ... promocoes/
Entidades de representação de motoristas de aplicativos marcaram paralisações em diversas capitais do país para protestar contra o congelamento das tarifas de corrida.
Segundo essas entidades, as tarifas do Uber e 99 não são reajustadas há 5 anos. Em São Paulo, a greve foi marcada para sexta-feira (26).
Eles reivindicam o fim das tarifas promocionais do Uber e 99, que reduzem os ganhos dos motoristas.
No Rio de Janeiro, a manifestação está agendada para o dia 22, segunda-feira.
Entidades de representação de motoristas de aplicativos marcaram paralisações em diversas capitais do país para protestar contra o congelamento das tarifas de corrida.
Segundo essas entidades, as tarifas do Uber e 99 não são reajustadas há 5 anos. Em São Paulo, a greve foi marcada para sexta-feira (26).
Eles reivindicam o fim das tarifas promocionais do Uber e 99, que reduzem os ganhos dos motoristas.
No Rio de Janeiro, a manifestação está agendada para o dia 22, segunda-feira.



- Barbano
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Táxi e aplicativos de transporte
Para que Uber e 99 vão subir as tarifas se hoje tem zilhões de motoristas dispostos a trabalhar no app com as tarifas atuais?
Galera não manja dos paranauê do livre mercado. Qualquer mané que tem CNH pode virar motorista de app (e é o que sobrou de alternativa para muitos nessa pandemia). Então é claro que a remuneração não vai ser das melhores.
Tá achando pouco? Insuficiente? Só ir trabalhar com outra coisa... Livre mercado e livre escolha é isso.
Galera não manja dos paranauê do livre mercado. Qualquer mané que tem CNH pode virar motorista de app (e é o que sobrou de alternativa para muitos nessa pandemia). Então é claro que a remuneração não vai ser das melhores.
Tá achando pouco? Insuficiente? Só ir trabalhar com outra coisa... Livre mercado e livre escolha é isso.
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Chapolin Gremista
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Táxi e aplicativos de transporte
Haverá mobilizações em Porto Alegre, Guaíba, Caxias do Sul, Santa Maria, Eldorado do Sul, Viamão, Alvorada, Cachoeirinha, Gravataí, Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo.
Motoristas de aplicativo, do Rio Grande do Sul, irão realizar mobilização contra o corte de seus rendimentos. Haverá mobilizações em Porto Alegre, Guaíba, Caxias do Sul, Santa Maria, Eldorado do Sul, Viamão, Alvorada, Cachoeirinha, Gravataí, Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo e Campo Bom.
Na Capital, motoristas farão concentrações em vários pontos da cidade, saindo depois em carreatas até as sedes dos aplicativos. Ao longo do dia, como gesto de solidariedade, motoristas que aderirem à campanha de doação de sangue irão transportar passageiros gratuitamente até o Hemocentro. Os níveis de estoque dos hospitais estão críticos, diante do agravamento da pandemia do coronavírus no Estado.
Em 2015, o valor pago por km rodado aos motoristas era de R$ 1,25. Hoje, seis anos depois, os aplicativos pagam R$ 0,95 na Capital e R$ 0,90 na Região Metropolitana. No início havia um desconto de 25% das corridas. Agora o percentual de desconto varia entre 25% e 40%. Ou seja, os custos aumentaram, mas a remuneração dos motoristas caiu.
Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), houve um aumento de 138% nos últimos oito anos de motoristas de aplicativos no Brasil. Havia cerca de quatro milhões de brasileiros nesta atividade, em 2019. Isso se deve ao aumento do desemprego e ao sucateamento do trabalho, que cresceu muito após as reformas trabalhista e da Previdência depois do golpe de 2016.
Para o secretário de Organização e Política Sindical da CUT (Central Única dos Trabalhadores) do estado, Claudir Nespolo, a mobilização dos motoristas de aplicativos é também importante para pressionar o Congresso Nacional para a aprovação de projetos que tratam da regulamentação da atividade com a garantia de direitos básicos.
Na última sexta-feira (19) o portal da CUT na internet divulgou a decisão da Suprema Corte do Reino Unido que, por unanimidade aprovou que os trabalhadores da Uber deverão ter salário mínimo e férias pagas. Os juízes negaram um recurso da empresa de aplicativos contra o tribunal do trabalho britânico que em 2016 já havia tomado tal decisão.
Conforme a decisão sancionada pelo magistrado, é “nula e inexequível” qualquer tentativa de organizações de redigir contratos artificiais, como o aplicado pela Uber, com o objetivo de acabar com as proteções básicas. Eles alegaram que os termos impostos pelo aplicativo “impediam o motorista de reivindicar direitos conferidos aos trabalhadores pela legislação aplicável”.
De acordo com o sindicato de motoristas de aplicativos do Reino Unido, através de seu secretário geral, James Farrar, a decisão irá acabar com a exploração frequente de trabalhadores por meio de truques algorítmicos e de contrato. “Os motoristas do Uber têm um sonho falso de flexibilidade sem fim e liberdade empresarial. A realidade tem sido salários baixos ilegalmente, horas perigosamente longas e vigilância digital intensa”.
No Brasil a luta pelo reconhecimento de que os trabalhadores de aplicativos são funcionários das empresas de aplicativos, como Uber, 99 entre outros tem sido constante. Em 2020 ocorreram varias paralisações, e algumas poucas pessoas que entraram com pedido, na Justiça, de reconhecimento de vínculo empregatício, poucas conseguiram. O que fica demonstrado que atitudes individuais não são suficientes para resolver tal situação.
A luta também se estende aos chamados entregadores de aplicativos como IFood, Rappi, Uber Eats e Loggi que vivem a mesma situação de escravidão e, devido a essa situação, em total apoio aos motoristas e deles próprios, realizaram importantes atos, como o que ocorreu em julho de 2020.
Os trabalhadores, atualmente, não possuem uma entidade de classe, mas suas mobilizações demonstraram o poder da mínima organização que se deu, mas também que é mais do que necessário a formação de um sindicato de luta da categoria e que tenha o apoio do conjunto da classe operária, inclusive da Central Única dos Trabalhadores (CUT) para expor a atitude escravagista desses aplicativos, bem como, conquistar direitos, a exemplo do Reino Unido, como piso salarial, férias, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), etc.
https://www.causaoperaria.org.br/rs-mot ... condicoes/
Na Capital, motoristas farão concentrações em vários pontos da cidade, saindo depois em carreatas até as sedes dos aplicativos. Ao longo do dia, como gesto de solidariedade, motoristas que aderirem à campanha de doação de sangue irão transportar passageiros gratuitamente até o Hemocentro. Os níveis de estoque dos hospitais estão críticos, diante do agravamento da pandemia do coronavírus no Estado.
Em 2015, o valor pago por km rodado aos motoristas era de R$ 1,25. Hoje, seis anos depois, os aplicativos pagam R$ 0,95 na Capital e R$ 0,90 na Região Metropolitana. No início havia um desconto de 25% das corridas. Agora o percentual de desconto varia entre 25% e 40%. Ou seja, os custos aumentaram, mas a remuneração dos motoristas caiu.
Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), houve um aumento de 138% nos últimos oito anos de motoristas de aplicativos no Brasil. Havia cerca de quatro milhões de brasileiros nesta atividade, em 2019. Isso se deve ao aumento do desemprego e ao sucateamento do trabalho, que cresceu muito após as reformas trabalhista e da Previdência depois do golpe de 2016.
Para o secretário de Organização e Política Sindical da CUT (Central Única dos Trabalhadores) do estado, Claudir Nespolo, a mobilização dos motoristas de aplicativos é também importante para pressionar o Congresso Nacional para a aprovação de projetos que tratam da regulamentação da atividade com a garantia de direitos básicos.
Na última sexta-feira (19) o portal da CUT na internet divulgou a decisão da Suprema Corte do Reino Unido que, por unanimidade aprovou que os trabalhadores da Uber deverão ter salário mínimo e férias pagas. Os juízes negaram um recurso da empresa de aplicativos contra o tribunal do trabalho britânico que em 2016 já havia tomado tal decisão.
Conforme a decisão sancionada pelo magistrado, é “nula e inexequível” qualquer tentativa de organizações de redigir contratos artificiais, como o aplicado pela Uber, com o objetivo de acabar com as proteções básicas. Eles alegaram que os termos impostos pelo aplicativo “impediam o motorista de reivindicar direitos conferidos aos trabalhadores pela legislação aplicável”.
De acordo com o sindicato de motoristas de aplicativos do Reino Unido, através de seu secretário geral, James Farrar, a decisão irá acabar com a exploração frequente de trabalhadores por meio de truques algorítmicos e de contrato. “Os motoristas do Uber têm um sonho falso de flexibilidade sem fim e liberdade empresarial. A realidade tem sido salários baixos ilegalmente, horas perigosamente longas e vigilância digital intensa”.
No Brasil a luta pelo reconhecimento de que os trabalhadores de aplicativos são funcionários das empresas de aplicativos, como Uber, 99 entre outros tem sido constante. Em 2020 ocorreram varias paralisações, e algumas poucas pessoas que entraram com pedido, na Justiça, de reconhecimento de vínculo empregatício, poucas conseguiram. O que fica demonstrado que atitudes individuais não são suficientes para resolver tal situação.
A luta também se estende aos chamados entregadores de aplicativos como IFood, Rappi, Uber Eats e Loggi que vivem a mesma situação de escravidão e, devido a essa situação, em total apoio aos motoristas e deles próprios, realizaram importantes atos, como o que ocorreu em julho de 2020.
Os trabalhadores, atualmente, não possuem uma entidade de classe, mas suas mobilizações demonstraram o poder da mínima organização que se deu, mas também que é mais do que necessário a formação de um sindicato de luta da categoria e que tenha o apoio do conjunto da classe operária, inclusive da Central Única dos Trabalhadores (CUT) para expor a atitude escravagista desses aplicativos, bem como, conquistar direitos, a exemplo do Reino Unido, como piso salarial, férias, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), etc.
https://www.causaoperaria.org.br/rs-mot ... condicoes/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Táxi e aplicativos de transporte
NOTÍCIAS
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/p ... paes.shtml
Motoristas de aplicativo do Rio de Janeiro organizam uma carreata na quarta-feira (24) no entorno da Câmara dos Vereadores contra decreto do prefeito Eduardo Paes (MDB) para regular o setor.
Pela nova medida, quem trabalha em aplicativos fica obrigado a fazer credenciamento na Secretaria de Transportes.
Para Luiz Correa, presidente do Sindimobi (que representa o grupo), a exigência beneficia serviços de táxi e ônibus.
"É como um alvará, com a prefeitura limitando quem pode trabalhar", afirma ele.
O decreto também cobra uma taxa de 1,5% sobre o faturamento das empresas pelo uso das vias públicas e exige a contratação de seguros.
Luiz Correa prevê que tais custos serão repassados aos motoristas, que já sofrem com a alta da gasolina.
A Prefeitura do Rio de Janeiro afirma que a regulação busca atender requisitos da legislação federal e ampliar a fiscalização e a segurança.
Também diz que a taxa de uso da via pública será cobrada das empresas, não dos motoristas.
Motoristas de aplicativo do Rio de Janeiro organizam uma carreata na quarta-feira (24) no entorno da Câmara dos Vereadores contra decreto do prefeito Eduardo Paes (MDB) para regular o setor.
Pela nova medida, quem trabalha em aplicativos fica obrigado a fazer credenciamento na Secretaria de Transportes.
Para Luiz Correa, presidente do Sindimobi (que representa o grupo), a exigência beneficia serviços de táxi e ônibus.
"É como um alvará, com a prefeitura limitando quem pode trabalhar", afirma ele.
O decreto também cobra uma taxa de 1,5% sobre o faturamento das empresas pelo uso das vias públicas e exige a contratação de seguros.
Luiz Correa prevê que tais custos serão repassados aos motoristas, que já sofrem com a alta da gasolina.
A Prefeitura do Rio de Janeiro afirma que a regulação busca atender requisitos da legislação federal e ampliar a fiscalização e a segurança.
Também diz que a taxa de uso da via pública será cobrada das empresas, não dos motoristas.



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NOTÍCIAS
https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/notic ... food.ghtml
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), sancionou a lei que autoriza a gestão municipal a cobrar uma taxa extra de aplicativos de transporte de passageiros e entregas, como Uber e iFood.
A taxa poderá ser cobrada em qualquer atividade que comece, termine ou passe pela capital paulista, e o valor pode ser definido por quilômetro percorrido, por viagem ou pela combinação dos dois juntos, considerando, por exemplo, o impacto de cada atividade no meio ambiente, no trânsito ou no gasto que a prefeitura terá com a infraestrutura da cidade.
O valor poderá ser cobrado das empresas de aplicativo, com o objetivo de aumentar a arrecadação do município.
Em nota, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), informou que vê com preocupação essa medida, que, em tempos de crise sanitária e econômica, pode onerar mais os consumidores, reduzir a renda de parceiros e impactar negativamente a economia local.
A associação ressaltou ainda que os aplicativos de viagens compartilhadas já pagam uma taxa ao município de São Paulo.
Para Vitor Magnani, presidente da Associação Brasileira Online to Offline, que representa mais de 150 plataformas digitais, se sancionada a lei, o maior prejudicado será o usuário dos serviços por aplicativo. “A gente tem poucas plataformas digitais que conseguem competir neste mercado, e um tributo desta forma só vai piorar os preços finais endereçados ao consumidor.”
A expectativa dos parlamentares é a de que a proposta represente um aporte de R$ 30 milhões no caixa da prefeitura.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), sancionou a lei que autoriza a gestão municipal a cobrar uma taxa extra de aplicativos de transporte de passageiros e entregas, como Uber e iFood.
A taxa poderá ser cobrada em qualquer atividade que comece, termine ou passe pela capital paulista, e o valor pode ser definido por quilômetro percorrido, por viagem ou pela combinação dos dois juntos, considerando, por exemplo, o impacto de cada atividade no meio ambiente, no trânsito ou no gasto que a prefeitura terá com a infraestrutura da cidade.
O valor poderá ser cobrado das empresas de aplicativo, com o objetivo de aumentar a arrecadação do município.
Em nota, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), informou que vê com preocupação essa medida, que, em tempos de crise sanitária e econômica, pode onerar mais os consumidores, reduzir a renda de parceiros e impactar negativamente a economia local.
A associação ressaltou ainda que os aplicativos de viagens compartilhadas já pagam uma taxa ao município de São Paulo.
Para Vitor Magnani, presidente da Associação Brasileira Online to Offline, que representa mais de 150 plataformas digitais, se sancionada a lei, o maior prejudicado será o usuário dos serviços por aplicativo. “A gente tem poucas plataformas digitais que conseguem competir neste mercado, e um tributo desta forma só vai piorar os preços finais endereçados ao consumidor.”
A expectativa dos parlamentares é a de que a proposta represente um aporte de R$ 30 milhões no caixa da prefeitura.



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NOTÍCIAS
O ESTADO DE S.PAULO
Nos últimos meses, em meio à alta da gasolina no Brasil, passageiros do Uber estão tomando “chá de cadeira” para conseguir embarcar nas viagens pelo aplicativo.
Reagindo às reclamações, a empresa anunciou ontem o recurso Uber Prioridade, em que usuários poderão pagar para embarcar mais rápido.
A função será colocada à disposição inicialmente em Campinas (SP), Curitiba (PR) e Belém (PA) – o Uber afirma que a opção funcionará na região central das cidades, onde a espera pelo embarque tem sido mais longa.
Sem revelar valores, a empresa diz que as viagens prioritárias “custarão um pouco mais do que as do UberX (viagens populares do aplicativo)” e resultarão em mais ganhos para os motoristas.
O Uber Prioridade vai aparecer como mais uma opção na tela do passageiro depois que ele digitar o endereço de destino. Segundo o Uber, o horário de funcionamento do recurso não é fixo e acompanha a dinâmica de movimentação da cidade.
As reclamações de cancelamento de viagens cresceram nos últimos meses entre os passageiros do Uber e outros apps de transporte.
Parte do problema se deve à alta dos combustíveis no país, que dificulta a operação dos motoristas – a taxa de 10,25% acumulada pela inflação nos 12 meses terminados em setembro teve como principais contribuições os combustíveis (2,40 pontos porcentuais, sendo a gasolina responsável por 1,93 ponto porcentual individualmente).
Em comunicado ontem, porém, a empresa cita outro motivo para o lançamento do Uber Prioridade. “Como acontece no fim do ano e com a maior flexibilização das medidas restritivas de combate à covid-19, a tendência é de que haja um aumento no número de solicitações de viagens e que o uso da plataforma seja ainda mais constante”, afirmou.
Em setembro, o Uber adotou reajustes para diminuir prejuízo dos motoristas : a empresa informou que, na região metropolitana de São Paulo, os valores de ganhos com viagens UberX seriam reajustados em até 35%.
A revisão das taxas está sendo feita também em outras cidades, mas os porcentuais podem mudar conforme a região.
Segundo a empresa, os reajustes são apenas nos ganhos para os motoristas e não devem afetar os usuários.
Nos últimos meses, em meio à alta da gasolina no Brasil, passageiros do Uber estão tomando “chá de cadeira” para conseguir embarcar nas viagens pelo aplicativo.
Reagindo às reclamações, a empresa anunciou ontem o recurso Uber Prioridade, em que usuários poderão pagar para embarcar mais rápido.
A função será colocada à disposição inicialmente em Campinas (SP), Curitiba (PR) e Belém (PA) – o Uber afirma que a opção funcionará na região central das cidades, onde a espera pelo embarque tem sido mais longa.
Sem revelar valores, a empresa diz que as viagens prioritárias “custarão um pouco mais do que as do UberX (viagens populares do aplicativo)” e resultarão em mais ganhos para os motoristas.
O Uber Prioridade vai aparecer como mais uma opção na tela do passageiro depois que ele digitar o endereço de destino. Segundo o Uber, o horário de funcionamento do recurso não é fixo e acompanha a dinâmica de movimentação da cidade.
As reclamações de cancelamento de viagens cresceram nos últimos meses entre os passageiros do Uber e outros apps de transporte.
Parte do problema se deve à alta dos combustíveis no país, que dificulta a operação dos motoristas – a taxa de 10,25% acumulada pela inflação nos 12 meses terminados em setembro teve como principais contribuições os combustíveis (2,40 pontos porcentuais, sendo a gasolina responsável por 1,93 ponto porcentual individualmente).
Em comunicado ontem, porém, a empresa cita outro motivo para o lançamento do Uber Prioridade. “Como acontece no fim do ano e com a maior flexibilização das medidas restritivas de combate à covid-19, a tendência é de que haja um aumento no número de solicitações de viagens e que o uso da plataforma seja ainda mais constante”, afirmou.
Em setembro, o Uber adotou reajustes para diminuir prejuízo dos motoristas : a empresa informou que, na região metropolitana de São Paulo, os valores de ganhos com viagens UberX seriam reajustados em até 35%.
A revisão das taxas está sendo feita também em outras cidades, mas os porcentuais podem mudar conforme a região.
Segundo a empresa, os reajustes são apenas nos ganhos para os motoristas e não devem afetar os usuários.








