Estados Unidos

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Re: Estados Unidos

Mensagem por Chapolin Gremista » 07 Mar 2020, 13:42

Guerra biológica
General iraniano não descarta que coronavírus seja arma dos EUA
A republica Islâmica já registrou 3513 casos da doença e contabiliza 107 mortes, segundo o ministro da Saúde do Irã, Saeed Namaki , sendo 2º país mais atingido pelo coronavírus .
O major- general Iraniano, comandante-chefe do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (CGRI) do Irã, Hosein Salami, declarou nesta quinta-feira que não descarta a possibilidade do Irã estar sendo vítima de ataque biológico por parte dos EUA . O general afirmou ainda que o Irã combaterá a epidemia, assim como vem enfrentando e superando situações críticas e que caso comprovada a suspeita, a doença “ retornará aos EUA “.

A republica Islâmica já registrou 3513 casos da doença e contabiliza 107 mortes , segundo o ministro da Saúde do Irã, Saeed Namaki , sendo o País o segundo mais atingido pelo coronavírus ( COVID-19) que tem na China a maior quantidade de vítimas. O país persa fechou todas as escolas e universidades até o final do ano civil do país, em 20 de março, em um esforço para impedir a propagação do vírus. Na terça-feira, a imprensa estatal anunciou que o chefe dos serviços médicos de emergência do Irã estava sendo tratado por coronavírus. Inúmeras autoridades iranianas de alto nível ficaram doentes com o vírus, entre eles, 23 parlamentares testaram positivo para a doença na República Islâmica, além de outras autoridades. Mohammad Mirmohammadi, membro de um conselho do líder supremo,morreu após ser contaminado.

Apesar das declarações do general não serem seguidas de provas, não é possível descartar a veracidade da denúncia de guerra biológica, uma vez que a República Islâmica está no centro dos conflitos do oriente médio como um dos principais entraves para o domínio e controle da região por parte dos EUA.

A possibilidade de ataque biológico não pode ser descartada inclusive pelo fato de que os Estados Unidos serem Expertise no uso de armas biológicas nos diversos conflitos nos quais estiveram envolvidos, com comprovação e reconhecimento mundial como na guerra do Vietnã, com o uso do Napalm.

Na década de 60, após a revolução cubana, o povo foi atacado sucessivamente por doenças inusitadas e até então desaparecidas. As autoridades cubanas denunciaram vários ataques organizados pela Operação Mongoose, entre eles a indução de pragas nas plantações de alimentos e doenças que incapacitavam os trabalhadores para a colheita da cana do açúcar, fundamental para a economia do país.

Em 1964, um carregamento de açúcar transportado pelo navio Britânico SS Streatham Hill , fretado pela URSS , foi contaminado quando parou em Porto Rico, levando uma doença que atacou as aves da ilha.

Ainda em 1964, nas áreas rurais de Sancti Spíritus, desceram objetos brilhantes que, ao colidirem com a terra, dissolveram-se espalhando uma substância gelatinosa que foi diluída em horas.

O governo Estadunidense sempre negou os ataques, porém quando o contrarrevolucionário de origem cubana Eduardo Arocena Pérez, líder da organização terrorista Omega-7, foi considerado culpado de atos violentos cometidos nos Estados Unidos, este confessou que A missão de seu grupo era “obter certos germes e introduzi-los em Cuba”.

A Revista Científica cubana Bohemia, publicou estudos que apontam a introdução de surto de dengue hemorrágica em Cuba em 1981. Os estudos indicaram que a cepa causadora da epidemia era semelhante ao que atingiu os soldados americanos no Vietnã, portanto o foco da epidemia deveria estar nos EUA e não em Cuba , apontando assim a possibilidade de inoculação da doença como fruto de ataque biológico.

As afirmações como a do general Iraniano não devem ser desconsideradas nem muito menos tomadas como fantasiosas, pois trazem à tona tanto a gravidade do conflito político na região diante da dificuldade de seu controle pelo imperialismo , como também a infinita disposição dos EUA em destruir seus inimigos colocando a ciência à serviço de seus interesses, haja visto os diversos relatos ao longo do século XX.
https://www.causaoperaria.org.br/genera ... a-dos-eua/
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Re: Donald Trump

Mensagem por Dias » 07 Mar 2020, 19:00

Dias escreveu:De quase todos os candidatos presidenciais, incluindo alguns que já retiraram a candidatura, o Bernie é o único que não tem fotos ou não defendeu abertamente ditadores. Elogiar uma política não é elogiar o ditador.

Jogo podre que esses candidatos estão fazendo.
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Re: Estados Unidos

Mensagem por BazzoNatalino » 07 Mar 2020, 19:29

E a tal da "arma biológica" só matou 3% do total de contaminados?

Se os E.U.A quisessem mesmo destruir o Irã, teriam usado uma arma melhor.

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Re: Estados Unidos

Mensagem por Chapolin Gremista » 09 Mar 2020, 04:17

Guerra bacteriológica
Coronavírus, ataque biológico dos EUA contra a China?
É estranho que os mais afetados sejam justamente os principais adversários dos EUA, o que Washington comemorou publicamente; os EUA têm um histórico de ataques desse tipo

Por Eduardo Vasco
Algumas pessoas têm levantado a suspeita de o coronavírus ser um instrumento de guerra biológica ou bacteriológica dos Estados Unidos, pelo fato de a doença ter surgido tão repentinamente e ter se espalhado tão rápido justamente na China, país que vem travando uma guerra comercial com Washington há mais de um ano, disputa que vem acelerando a crise econômica mundial.

Chamou muito a atenção a declaração do secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, no final de janeiro, de que “a aparição do coronavírus, que contagiou milhares de pessoas, poderia impulsionar a economia americana”, uma vez que também “ajudará a acelerar a volta de empregos para os EUA” devido ao golpe duríssimo que a doença significa para a economia chinesa.

É estranho também que o terceiro país mais afetado pela epidemia seja o Irã, nação que esteve a ponto de entrar em guerra com os Estados Unidos no início deste ano. Se a China é, por um lado, o principal adversário econômico da Casa Branca, o Irã tem sido o seu maior inimigo político.

Soma-se a isso a garantia, por parte de uma empresa israelense, de que iria produzir uma vacina contra o coronavírus em duas semanas, quando especialistas da área afirmam que o prazo mínimo seria de um ano. Estariam Israel e EUA cientes da propagação da doença antes mesmo dela aparecer? Se sim, isso significa que foi criada em laboratório e não de forma natural.

Isso também foi levantado por um ex-agente da CIA, Philip Giraldi. Segundo ele, há vários indícios de que os componentes do COVID-19 são relacionados ao HIV, que não podem ser gerados por meio de mutações. Ele não descarta que EUA e Israel tenha desenvolvido a epidemia em laboratórios como agente de uma guerra biológica.

Para aqueles que descartam a possibilidade de o coronavírus ter surgido em laboratórios norte-americanos para servir de agente em uma guerra bacteriológica, tachando tais apontamentos como simples teoria da conspiração, é preciso recordar que a história guarda numerosos precedentes para embasar essa suspeita.

Séculos atrás, a guerra biológica já era utilizada, de modo rudimentar, por diferentes exércitos. Corpos em decomposição e com doenças como a varíola e a peste bubônica eram usados para contaminar a água e o ar onde estavam os inimigos. Essa foi uma tática utilizada inclusive pelos mongóis liderados por Genghis Khan.

Mas foi no século XX que esse tipo de guerra se tornou parte da estratégia de dominação imperialista. Alguns dos primeiros exemplos são os experimentos com agentes bacteriológicos em seres humanos pelos militares japoneses durante sua ocupação da China nas décadas de 1930 e 1940.

No entanto, são os EUA os campeões da guerra biológica, mais um título para os maiores violadores de direitos humanos de todos os tempos.

Entre 1946 e 1948, pesquisadores ligados ao exército dos EUA realizaram pesquisas cruéis na Guatemala para descobrir um tratamento para a sífilis e a gonorreia. Assim, com a complacência o governo fantoche guatemalteco, infectaram prostitutas, presidiários, militares, órfãos e pessoas com distúrbios mentais. Tudo isso, sem o conhecimento dessas pessoas. No total, mais de 2 mil guatemaltecos foram infectados com as doenças. O próprio governo dos EUA teve de reconhecer o crime e se desculpar… somente em 2010.

Logo em seguida, ataques biológicos foram realizados pelos EUA na Guerra da Coreia, com bombas caindo de aviões e experimentos com 16 tipos de armas bacteriológicas em 10 prisões especiais que abrigavam prisioneiros vindos da Ilha Koje.

Mas os ataques biológicos mais famosos dos Estados Unidos ocorreram contra a Cuba pós-Revolução. A Operação Mangosta, criada em 1962, tinha como uma de suas medidas o uso de agentes biológicos e químicos para destruir colheitas nas zonas agrícolas da ilha. Apareceu, então, nas regiões rurais do país, o vírus patogênico New castle, que contaminou as aves e obrigou o sacrifício de milhares delas, lembra Orfilio Peláez em um artigo no Granma.

Em 1971, surgiu subitamente e se propagou rapidamente a primeira epidemia de peste suína africana no hemisfério ocidental, que ocorreu em Cuba. Foi preciso matar mais de 500 mil porcos para controlar e erradicar a doença. O ex-agente do FBI William Turner relata no livro “Segredos letais: a guerra da CIA e da máfia americana contra Fidel Castro e o assassinato de John Fitzgerald Kennedy” que esse fato está diretamente relacionado à imposição da guerra bacteriológica do governo Nixon (1969-1974) contra a ilha. Anos depois, em 1977, a agência de notícias norte-americana UPI apresentava a denúncia de uma fonte anônima da CIA de que recebeu, lá em 1971, um recipiente com vírus em uma base do exército dos EUA no Panamá, recipiente este que foi enviado a Cuba para agentes que atuavam clandestinamente contra o governo revolucionário.

Uma pesquisa concluiu que o vírus dos porcos havia sido adaptado artificialmente para ser transportado pelas aves e que isso só poderia ter sido feito de maneira intencional e com técnicas refinadas de engenharia genética e biotecnologia. Houve uma segunda epidemia, em 1979, originada próximo ao povoado de Caimanera, bem perto da Base Naval da marinha americana, em Guantánamo.

Peláez recorda outras ações sofridas por Cuba nas décadas de 1970 e 1980:

(…) a introdução deliberada do Mofo Azul do tabaco (1971), que afetou severamente a produção de tão importante linha exportável, o Fungo da Cana (1978), cujo efeito devastador obrigou a desmantelar a quase totalidade dos campos semeados com a variedade de cana Barbados 4326, de elevados rendimentos agrícolas e industriais; a dolorosa epidemia de dengue hemorrágica (1981), causadora de 158 falecidos, entre eles 101 crianças, e a praga de insetos Thrips palmer que assolou diversos cultivos.

Um agente da CIA, Eduardo Arocena, em 1984, confessou que a equipe liderada por ele tinha a missão de obter alguns germes patológicos para introduzi-los em Cuba.

Todos esses casos são comprovações de que os Estados Unidos têm plena capacidade de promover uma guerra biológica contra outros países. Em um momento no qual vivemos uma crise capitalista cada vez mais profunda e sem saída aparente, está claro que o imperialismo tem a disposição de fazer uso de tudo o que está a seu alcance para salvar os lucros da meia dúzia de parasitas que controlam a economia mundial.

Uma última evidência disso foi a declaração, na semana passada, de um representante da especulação financeira de Wall Street, sobre o coronavírus e as bolsas de valores.

“Não estou dizendo que o coronavírus é a mesma coisa que a gripe comum – no entanto, talvez seja melhor se nós infectássemos todo o mundo com a doença. Então, em um mês, a doença estaria superada. O índice de mortalidade provavelmente seria o mesmo do que se a doença for combatida a longo prazo, mas a diferença é que não causaríamos tantos estragos na economia doméstica e na economia mundial”, disse o comentarista da CNBC Business News, Rick Santelli.

Para quem acha que trata-se de uma teoria da conspiração, fica comprovado que os Estados Unidos e o imperialismo em geral não têm nenhuma restrição moral e matar milhões de pessoas com vírus, bactérias e doenças propositalmente para dominar territórios e economias pelo mundo. Talvez a história mostre, mais para frente, se o coronavírus foi ou não mais um caso de guerra biológica promovida pelos norte-americanos.
https://www.causaoperaria.org.br/corona ... a-a-china/
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Re: Estados Unidos

Mensagem por Victor235 » 09 Mar 2020, 23:38

Bolsonaro na Flórida: juras de amor de Trump, acordo militar e negócios
Em breve comunicado à imprensa, Trump disse que o povo brasileiro ama Bolsonaro, que o povo americano também o ama, e que ele tem feito um grande governo.
https://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo ... -negocios/
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Re: Estados Unidos

Mensagem por Chapolin Gremista » 10 Mar 2020, 05:44

Eleições EUA
Queda das bolsas pode favorecer Sanders nas primárias em Michigan
Em meio a uma crise gigantesca no capitalismo, amanhã se dará a continuação das primárias do Partido Democrata em Michigan
Um novo capítulo da crise do capitalismo vem se desenvolvendo nesse começo de semana. Na segunda-feira, as bolsas do mundo inteiro amanhaceram despencando, graças à guerra de preços do barril de petróleo entre Rússia e Arábia Saudita. O preço do petróleo chegou a cair 24,59% nos EUA, tendo chegado a uma queda de 30% na abertura do mercado asiático. A maior desde 1991.

No Brasil, não foi diferente. Após amanhecer em queda, às 10h31 da manhã, a Bolsa de Valores do Brasil chegou a acionar o circuit breaker, um mecanismo de segurança que interrompe todas as ações da Bolsa automaticamente quando há uma queda maior do que 10%. O mesmo cenário se reproduz nos mercados da Ásia e Europa.

Um importante fator para o desencadeamento da crise foi o Coronavírus. Apesar da imprensa capitalista procurar diminuir o impacto da epidemia, a população mundial está preocupada com a doença e isso faz com que a economia desacelere.

Primárias do Partido Democrata

Dentro desse cenário de caos nos mercados financeiros, que reflete a decadência do sistema capitalista de conjunto, é que serão realizadas as primárias, amanhã, do Partido Democrata dos EUA no estado de Michigan, a fim de decidir quem será o candidato que irá concorrer às eleições presidenciais contra o atual presidente do Partido Republicano, Donald Trump. Michigan é um estado com uma gigantesca presença de imigrantes e operários, oriundos de um período em que lá se encontravam grandes montadoras. Portanto, um estado de grande importância para os democratas. Além disso, possui 147 delegados, um número nada desprezível. Os dois candidatos que estão na disputa são Bernie Sanders e Joe Biden.

Nessa situação, é possível avaliar que Bernie Sanders é o franco favorito. Joe Biden é um candidato alinhado com o decadente e parasita sistema financeiro mundial, e o fortalecimento da sua candidatura se deu não por ele ser popular, mas devido a uma manobra feita pela ala direita do partido, em que os candidatos Pete Buttgieg, Amy Klobuchar e Michael Bloomberg abandonaram suas candidaturas de última hora a fim de apoiá-lo.

Em contrapartida, Sanders é o candidato da esquerda do Partido Democrata e seu crescimento se dá a uma campanha verdadeiramente militante, com seus recursos levantados através de muitas doações individuais, demonstrando sua grande popularidade. Além disso, sua campanha que inclui pautas como plano de saúde universal – de grande interesse da população em meio ao surto do Coronavírus – ensino gratuito e muitas declarações em que ele se posiciona como socialista. Apesar de não ser verdadeiramente um socialista, a sua defesa de pautas de bem-estar social faz com que sua candidatura seja muito temida pela burguesia e uma eventual vitória sua nas primárias pode levar a uma destruição do Partido Democrata, sem falar na crise em que se colocará o capitalismo caso ele vença as eleições presidenciais.
https://www.causaoperaria.org.br/primar ... mericanas/
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Re: Estados Unidos

Mensagem por E.R » 11 Mar 2020, 06:54

https://www1.folha.uol.com.br/mundo/202 ... sipi.shtml

Resultados parciais das primárias do Partido Democrata indicam vitória do ex-vice-presidente Joe Biden em Missouri, Mississipi e Michigan — o estado com o maior número de delegados em disputa nesta noite (125 de 352).
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Re: Estados Unidos

Mensagem por Chapolin Gremista » 11 Mar 2020, 11:13

Frente anti-Sanders
EUA: primárias desta terça mantém direita dos democratas à frente
O resultado esperado, os fatores econômicos e políticos e o tom da campanha de Sanders mostram que a crise, expressa na polatização nas eleições dos EUA, continua
Nesta terça (10), os democratas disputaram nas suas eleições primárias, 352 delegados, em 6 estados: Michigan, Dakota do Norte, Idaho, Mississippi, Missouri, Washington.

Após um início incerto das primárias, com a ala direita do partido impulsionando a candidatura de Pete Butggieg, a burguesia se unificou em torno do ex-vice-presidente Joe Biden. Essa manobra ficou expressa na disparada de Biden na Super Terça e na desistência dos demais candidatos democratas: Buttgieg, Amy Klobushar, num primeiro momento, e Michael Bloomberg e Elizabeth Warren mais recentemente.

Com a retirada das candidaturas artificiais da burguesia, a disputa entre as alas esquerda (Sanders) e direita (Biden) do Partido Democrata ficou mais clara. No momento da edição da matéria, Biden tinha 766 delegados e Sanders 618, de 1991 delegados necessários para se tornar vencedor da nomeação. A apuração, com 31% dos votos contados, feita pela Associated Press indicava a vitória de Biden na primária de Michigan, a maior desta rodada. O resultado já era esperado. Neste momento Biden teria 53%, contra 41% de Sanders, tendo o primeiro vencido nos três estados que já concluíram as votações nesta terça. Ainda faltam os resultados de Dakota do Norte, Idaho e Washington, mas o cenário segue como projetado pela imprensa imperialista dos EUA, tendo Biden mantendo a dianteira nas primárias em estados que são tradicionalmente dos republicanos.

A disputa se acirra numa semana de acontecimentos críticos a nível internacional e mundial. Na segunda (9) as bolsas do mundo inteiro despencaram devido à guerra de preços do petróleo entre Rússia e Arábia Saudita. Nos EUA, o preço do petróleo caiu 25% nos EUA. Na Ásia chegou a cair 30% na abertura do mercado, maior queda desde 1991. A crise se reproduziu também na Europa. Ao mesmo tempo, a epidemia do coronavírus aparece como um agravante da crise econômica, um sintoma da crise falimentar do capitalismo.

Apesar do resultado até aqui, esses fatores, juntos, podem servir como um propulsor da polarização expressa na campanha de Sanders. O senador de esquerda baseia sua campanha no ataque aos grandes monopólios dos EUA e na defesa de mais direitos sociais e trabalhistas dos estadunidenses, incluindo programas sociais e aumento do salário mínimo. Em seu discurso em Flint, Sanders chamou Biden de “centrista neoliberal” e acusou o status quo do partido por ter “falhado com a comunidade negra”.

Assim, nesta terça a ala direita do partido democrata, em sua frente anti-Sanders, conseguiu manter a liderança, não por alguma popularidade da campanha de Biden, mas pela manobra da burguesia em unificar todas as demais candidaturas, incluindo a do bilionário Bloomberg, em apoio a Biden. No entanto, os fatores econômicos e políticos, internacionais e nacionais, e o tom da campanha de Sanders, mostram que a crise no coração do regime capitalista mundial, expressa na polarização nas eleições dos EUA, continua.
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Re: Estados Unidos

Mensagem por Dona Clotilde » 11 Mar 2020, 23:12

Chapolin Comunista escreveu:
Eleições EUA
Queda das bolsas pode favorecer Sanders nas primárias em Michigan
Em meio a uma crise gigantesca no capitalismo, amanhã se dará a continuação das primárias do Partido Democrata em Michigan
Um novo capítulo da crise do capitalismo vem se desenvolvendo nesse começo de semana. Na segunda-feira, as bolsas do mundo inteiro amanhaceram despencando, graças à guerra de preços do barril de petróleo entre Rússia e Arábia Saudita. O preço do petróleo chegou a cair 24,59% nos EUA, tendo chegado a uma queda de 30% na abertura do mercado asiático. A maior desde 1991.

No Brasil, não foi diferente. Após amanhecer em queda, às 10h31 da manhã, a Bolsa de Valores do Brasil chegou a acionar o circuit breaker, um mecanismo de segurança que interrompe todas as ações da Bolsa automaticamente quando há uma queda maior do que 10%. O mesmo cenário se reproduz nos mercados da Ásia e Europa.

Um importante fator para o desencadeamento da crise foi o Coronavírus. Apesar da imprensa capitalista procurar diminuir o impacto da epidemia, a população mundial está preocupada com a doença e isso faz com que a economia desacelere.

Primárias do Partido Democrata

Dentro desse cenário de caos nos mercados financeiros, que reflete a decadência do sistema capitalista de conjunto, é que serão realizadas as primárias, amanhã, do Partido Democrata dos EUA no estado de Michigan, a fim de decidir quem será o candidato que irá concorrer às eleições presidenciais contra o atual presidente do Partido Republicano, Donald Trump. Michigan é um estado com uma gigantesca presença de imigrantes e operários, oriundos de um período em que lá se encontravam grandes montadoras. Portanto, um estado de grande importância para os democratas. Além disso, possui 147 delegados, um número nada desprezível. Os dois candidatos que estão na disputa são Bernie Sanders e Joe Biden.

Nessa situação, é possível avaliar que Bernie Sanders é o franco favorito. Joe Biden é um candidato alinhado com o decadente e parasita sistema financeiro mundial, e o fortalecimento da sua candidatura se deu não por ele ser popular, mas devido a uma manobra feita pela ala direita do partido, em que os candidatos Pete Buttgieg, Amy Klobuchar e Michael Bloomberg abandonaram suas candidaturas de última hora a fim de apoiá-lo.

Em contrapartida, Sanders é o candidato da esquerda do Partido Democrata e seu crescimento se dá a uma campanha verdadeiramente militante, com seus recursos levantados através de muitas doações individuais, demonstrando sua grande popularidade. Além disso, sua campanha que inclui pautas como plano de saúde universal – de grande interesse da população em meio ao surto do Coronavírus – ensino gratuito e muitas declarações em que ele se posiciona como socialista. Apesar de não ser verdadeiramente um socialista, a sua defesa de pautas de bem-estar social faz com que sua candidatura seja muito temida pela burguesia e uma eventual vitória sua nas primárias pode levar a uma destruição do Partido Democrata, sem falar na crise em que se colocará o capitalismo caso ele vença as eleições presidenciais.
https://www.causaoperaria.org.br/primar ... mericanas/
Favoreceu e muito, hein...

E é uma pena que o Sanders tenha perdido a corrida, um velhote desse que já perdeu a corrida pro Trump quando falou que é contra o Mediacare em pleno surto de corona. Nem o Trump é tão radical assim.
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Re: Estados Unidos

Mensagem por Chapolin Gremista » 11 Mar 2020, 23:26

Frente anti-Sanders
EUA: primárias desta terça mantém direita dos democratas à frente
O resultado esperado, os fatores econômicos e políticos e o tom da campanha de Sanders mostram que a crise, expressa na polatização nas eleições dos EUA, continua
Nesta terça (10), os democratas disputaram nas suas eleições primárias, 352 delegados, em 6 estados: Michigan, Dakota do Norte, Idaho, Mississippi, Missouri, Washington.

Após um início incerto das primárias, com a ala direita do partido impulsionando a candidatura de Pete Butggieg, a burguesia se unificou em torno do ex-vice-presidente Joe Biden. Essa manobra ficou expressa na disparada de Biden na Super Terça e na desistência dos demais candidatos democratas: Buttgieg, Amy Klobushar, num primeiro momento, e Michael Bloomberg e Elizabeth Warren mais recentemente.

Com a retirada das candidaturas artificiais da burguesia, a disputa entre as alas esquerda (Sanders) e direita (Biden) do Partido Democrata ficou mais clara. No momento da edição da matéria, Biden tinha 766 delegados e Sanders 618, de 1991 delegados necessários para se tornar vencedor da nomeação. A apuração, com 31% dos votos contados, feita pela Associated Press indicava a vitória de Biden na primária de Michigan, a maior desta rodada. O resultado já era esperado. Neste momento Biden teria 53%, contra 41% de Sanders, tendo o primeiro vencido nos três estados que já concluíram as votações nesta terça. Ainda faltam os resultados de Dakota do Norte, Idaho e Washington, mas o cenário segue como projetado pela imprensa imperialista dos EUA, tendo Biden mantendo a dianteira nas primárias em estados que são tradicionalmente dos republicanos.

A disputa se acirra numa semana de acontecimentos críticos a nível internacional e mundial. Na segunda (9) as bolsas do mundo inteiro despencaram devido à guerra de preços do petróleo entre Rússia e Arábia Saudita. Nos EUA, o preço do petróleo caiu 25% nos EUA. Na Ásia chegou a cair 30% na abertura do mercado, maior queda desde 1991. A crise se reproduziu também na Europa. Ao mesmo tempo, a epidemia do coronavírus aparece como um agravante da crise econômica, um sintoma da crise falimentar do capitalismo.

Apesar do resultado até aqui, esses fatores, juntos, podem servir como um propulsor da polarização expressa na campanha de Sanders. O senador de esquerda baseia sua campanha no ataque aos grandes monopólios dos EUA e na defesa de mais direitos sociais e trabalhistas dos estadunidenses, incluindo programas sociais e aumento do salário mínimo. Em seu discurso em Flint, Sanders chamou Biden de “centrista neoliberal” e acusou o status quo do partido por ter “falhado com a comunidade negra”.

Assim, nesta terça a ala direita do partido democrata, em sua frente anti-Sanders, conseguiu manter a liderança, não por alguma popularidade da campanha de Biden, mas pela manobra da burguesia em unificar todas as demais candidaturas, incluindo a do bilionário Bloomberg, em apoio a Biden. No entanto, os fatores econômicos e políticos, internacionais e nacionais, e o tom da campanha de Sanders, mostram que a crise no coração do regime capitalista mundial, expressa na polarização nas eleições dos EUA, continua.
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O Mundo caminha para a Guerra
Imperialismo espalha guerras com o aumento na exportação de armas
O sistema capitalista vive hoje sob guerras, revoluções e contrarrevoluções, como disse Lenin em seu Imperialismo, fase superior do Capitalismo
O fascismo é a verdadeira face do Capitalismo, escreveu Bertolt Brecht em 1935. Assim, o fascismo é um fenômeno Mundial (não é apenas alemão, italiano, português, japonês ou espanhol), ele está intrinsecamente ligado ao capitalismo e, é Mundial.

Fato é que o sistema capitalista vive hoje sob guerras, revoluções e contrarrevoluções, como disse Lenin em seu Imperialismo, fase superior do Capitalismo. O comércio de armas faz dos EUA o maior exportador do Mundo desse produto. Dessa forma 36% das armas exportadas no mundo vêm dos EUA, com destaque de um aumento de 23% em suas exportações em relação a 2010-2014.

A Rússia, 2ª colocada, tem 76% menos participação na exportação mundial que os EUA, e, mesmo assim os EUA acusam a Rússia de ser uma perigosa ameaça para sua segurança nacional e mundial, tudo dito para mascarar a verdadeira realidade.

O mais agravante é que podemos dizer sem sombras de dúvidas que o Oriente Médio é o sítio da Terra que mais destruições sofrem neste momento. Pois saibam que metade das vendas os EUA foram direcionadas ao Oriente Médio, e, dessa, metade foi para a Arábia Saudita.

A mensagem aqui é muito clara. Arábia Saudita é um dos principais motivos pelos quais a região é tão instável, os EUA vendem armas para diversos agentes a fim de causar o caos na região, dividindo para governar e derrubar seus países inimigos.

É mesmo alarmante que a Arábia Saudita é o maior importador de armas, com aumento de 130% entre 2015 e 2020 em relação ao período anterior e uma participação global de 12%. Dessa forma, 73% de suas importações vêm dos EUA e 13% do Reino Unido, demonstrando o apoio imperialista ao massacre saudita no Iêmen e também evidenciando as pressões sobre o Irã são diretamente ligados aos EUA.

Verdade seja dita até a França teve o maior crescimento de exportações de armas, aumento significativo, de 72%. Eis aí a queda de mais um mito, o de que Macron que é tido pela imprensa imperialismo como “pacifista”, “democrático”, uma grande farsa.

Aqui na Terra estão jogando futebol e, o governo golpista, importando armas. Brasil lidera importações de armas na América do Sul embora, desde a guerra do Paraguai, não temos entrevero com vizinhos.

Somos campeões em compra de armas, ou seja, o Instituto sueco diz que apesar da queda de 37% nas compras, país ultrapassou Venezuela no ranking da região entre 2015 e 2019. Compramos sucatas dos EUA que, reforçam liderança global em vendas, com aumento de 23% nos últimos cinco anos.

Desse jeito, o Brasil se tornou o maior importador de armas da América do Sul, de acordo com um estudo divulgado nesta segunda-feira (09/03) pelo Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (Sipri). O governo de golpistas, a mando do imperialismo, talvez coloque o Brasil numa aventura de guerra com vizinhos a começar com a Venezuela.

Uma questão fundamental que se coloca para o conjunto dos países atrasados é a luta pela autodeterminação dos povos contra o domínio do imperialismo mundial.
https://www.causaoperaria.org.br/imperi ... -de-armas/
Editado pela última vez por Barbano em 12 Mar 2020, 11:50, em um total de 2 vezes.
Razão: Unir dois posts. Posts duplos não serão tolerados
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Re: Estados Unidos

Mensagem por Victor235 » 14 Mar 2020, 22:37

Barbano escreveu:Unir dois posts. Posts duplos não serão tolerados
Inclusive, um deles era repetido.
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Re: Estados Unidos

Mensagem por Victor235 » 14 Mar 2020, 23:37

Além dessas teorias conspiratórias, o que explica o número tão grande de casos de coronavírus no Irã?
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Re: Estados Unidos

Mensagem por BazzoNatalino » 14 Mar 2020, 23:40

Victor235 escreveu:o que explica o número tão grande de casos de coronavírus no Irã?
Talvez a proximidade com a China.

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Re: Estados Unidos

Mensagem por Victor235 » 14 Mar 2020, 23:41

Não necessariamente. Tem países mais próximos com baixo número.
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Re: Estados Unidos

Mensagem por Victor235 » 16 Mar 2020, 23:24

Após dizer que não ia fazer o teste: https://www.msn.com/pt-br/video/noticia ... i-BB11bYfV?
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