Política
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Victor235
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Re: Jair Bolsonaro
Ué, mas sendo nos dias 14 e 18 o público se dispersará novamente, participando de um ou outro dia.
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Re: Política
Essas notícias são tão sem noção, que prefiro nem responder mais.helenaldo escreveu:Vai sonhando que meia duzia de gatos pingados vão derrubar o governo
A estratégia do Gremista não é debater, é apenas postar bosta e assistir todos se matando.
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Victor235
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Re: Política
A partir de qual indicador chegou a esta conclusão? Comparou o número de filiados? Pois em 2019 não houve eleição, e o E.R estava comentando em termos eleitorais.Chapolin Comunista escreveu:O partido cresceu bastante no RJ pós 2016 e luta contra o golpe. 2019 foi o melhor ano do partido.
Em outra nota que você acabou de postar o partido indicava que a esquerda fosse às ruas nos dias 14 e 18 de março. Afinal, para qual dia estão se preparando?Chapolin Comunista escreveu:Luta contra o fascismo
Esquerda deve ir às ruas dia 15 contra os fascistas
Para se opor às ameaças e ao golpismo de Bolsonaro e dos generais, os trabalhadores e as massas populares devem ocupar as ruas no dia 15 de março pelo “Fora Bolsonaro”
Direito que a polícia (exceto a Civil, como avaliou o Fabão) não tem, né...Chapolin Comunista escreveu:
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Re: Política
Sim, mas tá errado.
Europa
[/i]Militância do PCO participa dos atos de 8 de março na Europa
Companheiros do PCO e dos Comitês Fora Bolsonaro da Europa se unem às manifestações do Dia Internacional de Luta da Mulher Trabalhadora
Não foi somente no Brasil que estiveram presentes os militantes do PCO nesse 8 de março, dia internacional da mulher trabalhadora. Militantes do partido também participaram de eventos fora do país, em cidades de Portugal, Alemanha e França.
Em Coimbra, cidade no centro de Portugal, aconteceu uma marcha que pedia mais direitos para as mulheres e denunciava o capitalismo como centro da opressão feminina. Os brasileiros presentes lembraram do assassinato de Marielle, que está para fazer dois anos, além de lembrarem da política de ataques às mulheres desde o início do golpe de estado, e que se intensificou durante o governo de Jair Bolsonaro. Os militantes do PCO e do Comitê Fora Bolsonaro de Coimbra distribuíram adesivos pedindo o fim do governo fascista.
Já em Frankfurt, os militantes do PCO levaram uma grande bandeira em que era possível ler “Frauen für Fora Bolsonaro”, faixa essa que acabou sendo a sensação do evento, com inúmeras pessoas pedindo para tirar fotos. Também foram distribuídos materiais da campanha Fora Bolsonaro.
As manifestações fora do país que contaram com a presença de brasileiros seguiram a linha das manifestações do 8 de março no Brasil, com muita luta das mulheres pelo Fora Bolsonaro, governo fruto de um golpe de estado que retirou do governo a primeira mulher eleita presidenta no Brasil e que culminou com a prisão de Lula, maior líder político da América Latina.
Além das manifestações, os militantes do PCO no exterior deram prosseguimento à linha do partido de criar e se juntar aos Comitês Fora Bolsonaro. Ambas as cidades citadas abriram seus comitês e convocam a todos que desejam acabar com o governo fascista de Bolsonaro a se unirem a eles.
Caso tenha interesse em entrar em algum dos comitês, você pode mandar uma mensagem à página do facebook do PCO Europa. Também existem comitês em Barcelona, Paris e Viena. Caso não haja um comitê em sua cidade, entre em contato com o PCO Europa e ajude a criar um comitê de luta.
O PCO Europa promove, também, uma discussão teórica todas as terças-feiras. O tema desta terça será As origens do 8 de março e as conquistas das mulheres na revolução. Caso tenha interesse, entre em contato com a página.
https://www.causaoperaria.org.br/milita ... na-europa/
https://www.causaoperaria.org.br/milita ... na-europa/
[/i]Militância do PCO participa dos atos de 8 de março na Europa
Companheiros do PCO e dos Comitês Fora Bolsonaro da Europa se unem às manifestações do Dia Internacional de Luta da Mulher Trabalhadora
Não foi somente no Brasil que estiveram presentes os militantes do PCO nesse 8 de março, dia internacional da mulher trabalhadora. Militantes do partido também participaram de eventos fora do país, em cidades de Portugal, Alemanha e França.
Em Coimbra, cidade no centro de Portugal, aconteceu uma marcha que pedia mais direitos para as mulheres e denunciava o capitalismo como centro da opressão feminina. Os brasileiros presentes lembraram do assassinato de Marielle, que está para fazer dois anos, além de lembrarem da política de ataques às mulheres desde o início do golpe de estado, e que se intensificou durante o governo de Jair Bolsonaro. Os militantes do PCO e do Comitê Fora Bolsonaro de Coimbra distribuíram adesivos pedindo o fim do governo fascista.
Já em Frankfurt, os militantes do PCO levaram uma grande bandeira em que era possível ler “Frauen für Fora Bolsonaro”, faixa essa que acabou sendo a sensação do evento, com inúmeras pessoas pedindo para tirar fotos. Também foram distribuídos materiais da campanha Fora Bolsonaro.
As manifestações fora do país que contaram com a presença de brasileiros seguiram a linha das manifestações do 8 de março no Brasil, com muita luta das mulheres pelo Fora Bolsonaro, governo fruto de um golpe de estado que retirou do governo a primeira mulher eleita presidenta no Brasil e que culminou com a prisão de Lula, maior líder político da América Latina.
Além das manifestações, os militantes do PCO no exterior deram prosseguimento à linha do partido de criar e se juntar aos Comitês Fora Bolsonaro. Ambas as cidades citadas abriram seus comitês e convocam a todos que desejam acabar com o governo fascista de Bolsonaro a se unirem a eles.
Caso tenha interesse em entrar em algum dos comitês, você pode mandar uma mensagem à página do facebook do PCO Europa. Também existem comitês em Barcelona, Paris e Viena. Caso não haja um comitê em sua cidade, entre em contato com o PCO Europa e ajude a criar um comitê de luta.
O PCO Europa promove, também, uma discussão teórica todas as terças-feiras. O tema desta terça será As origens do 8 de março e as conquistas das mulheres na revolução. Caso tenha interesse, entre em contato com a página.
https://www.causaoperaria.org.br/milita ... na-europa/
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Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Re: Jair Bolsonaro
A era Bozo perto do fim.
Dólar vai chegar aos 5 reais: é preciso derrubar Bolsonaro!
O recorde de queda do dólar no país foi durante o governo FHC, quando um dólar valia 7 reais. Bolsonaro pode quebrar esse triste recorde.
O recorde de queda do dólar no país foi durante o governo FHC, quando um dólar valia 7 reais. Bolsonaro pode quebrar esse triste recorde.
O livro Diários da Presidência de Fernando Henrique Cardoso em mais de um momento, FHC declarou sua intenção de encerrar a “Era Vargas”.
Esse feito não era tarefa fácil. Afinal, se contarmos a Era Vargas como o período que se iniciou com a Revolução de 30 e terminou com o fim do regime militar, ela foi, (junto ao período das greves dos anos 80) na maior parte do tempo, o período que consolidou alguns direitos que só com o golpe de 2016 e a fraude nas eleições de 2018 pôde destroçar.
O desmonte da Nação, dos direitos, privatizações, demissões, entrega da soberania nacional, subserviência total aos EUA, tudo isso colabora para a desvalorização do real só foi possível com governos neoliberais de FHC.
Os inúmeros índices econômicos que comprovam como o governo Bolsonaro é neoliberal e um governo de ferozes ataques, jamais vistos desde a ditadura, contra a população. Aqui se repete a fórmula de FHC: privatizações, demissões, entrega da soberania nacional, subserviência total aos EUA, tudo isso colabora para a desvalorização do real.
Acrescente o surto do coronavírus, e a visão do flagelo confirma-se absolutamente. Ressalve-se, porém, que real é a moeda que mais se desvalorizou este ano, o que mostra que não é culpa apenas da epidemia, mas da política econômica de Bolsonaro.
Mas, se o dólar de FHC chegou a R$ 7,00 em 8 anos, o dólar de Bolsonaro, em apenas um ano e pouquinho segue em disparada próximo de R$4,75 em meio a aversão a risco e apesar de atuação do BC.
O limite é o céu. O dólar era negociado em disparada acentuada contra o real nesta segunda-feira, chegando a superar 4,79 reais na máxima do dia em meio à onda de aversão a risco global. As reservas cambiais são torradas pelo Banco Central e a moeda americana não para de escalar.
A alta é agora contada por horas. Às 10:06, o dólar avançava 2,17%, a 4,7351 reais na venda, e chegou a tocar a máxima recorde de 4,7950 nos primeiros negócios. Enquanto isso, o dólar futuro saltava 2,45%, a 4,747 reais.
Num Mundo absurdo de terra-planistas estamos de cabeça para baixo neste exato momento, ou, “O mundo está de pernas para o ar”, disse à Reuters Ricardo Gomes da Silva, superintendente da Correparti Corretora.
Mas, desgraça pouca é bobagem e, além do coronavírus, é preciso acrescentar aqui a queda acentuada dos preços do petróleo que levaram uma economia frágil com o desmonte promovido pelos golpistas à UTI.
Perto do fim. A crise que se avizinha exige que derrubemos agora o governo dos golpistas. Fora Bolsonaro!
https://www.causaoperaria.org.br/dolar- ... bolsonaro/
Dólar vai chegar aos 5 reais: é preciso derrubar Bolsonaro!
O recorde de queda do dólar no país foi durante o governo FHC, quando um dólar valia 7 reais. Bolsonaro pode quebrar esse triste recorde.
O recorde de queda do dólar no país foi durante o governo FHC, quando um dólar valia 7 reais. Bolsonaro pode quebrar esse triste recorde.
O livro Diários da Presidência de Fernando Henrique Cardoso em mais de um momento, FHC declarou sua intenção de encerrar a “Era Vargas”.
Esse feito não era tarefa fácil. Afinal, se contarmos a Era Vargas como o período que se iniciou com a Revolução de 30 e terminou com o fim do regime militar, ela foi, (junto ao período das greves dos anos 80) na maior parte do tempo, o período que consolidou alguns direitos que só com o golpe de 2016 e a fraude nas eleições de 2018 pôde destroçar.
O desmonte da Nação, dos direitos, privatizações, demissões, entrega da soberania nacional, subserviência total aos EUA, tudo isso colabora para a desvalorização do real só foi possível com governos neoliberais de FHC.
Os inúmeros índices econômicos que comprovam como o governo Bolsonaro é neoliberal e um governo de ferozes ataques, jamais vistos desde a ditadura, contra a população. Aqui se repete a fórmula de FHC: privatizações, demissões, entrega da soberania nacional, subserviência total aos EUA, tudo isso colabora para a desvalorização do real.
Acrescente o surto do coronavírus, e a visão do flagelo confirma-se absolutamente. Ressalve-se, porém, que real é a moeda que mais se desvalorizou este ano, o que mostra que não é culpa apenas da epidemia, mas da política econômica de Bolsonaro.
Mas, se o dólar de FHC chegou a R$ 7,00 em 8 anos, o dólar de Bolsonaro, em apenas um ano e pouquinho segue em disparada próximo de R$4,75 em meio a aversão a risco e apesar de atuação do BC.
O limite é o céu. O dólar era negociado em disparada acentuada contra o real nesta segunda-feira, chegando a superar 4,79 reais na máxima do dia em meio à onda de aversão a risco global. As reservas cambiais são torradas pelo Banco Central e a moeda americana não para de escalar.
A alta é agora contada por horas. Às 10:06, o dólar avançava 2,17%, a 4,7351 reais na venda, e chegou a tocar a máxima recorde de 4,7950 nos primeiros negócios. Enquanto isso, o dólar futuro saltava 2,45%, a 4,747 reais.
Num Mundo absurdo de terra-planistas estamos de cabeça para baixo neste exato momento, ou, “O mundo está de pernas para o ar”, disse à Reuters Ricardo Gomes da Silva, superintendente da Correparti Corretora.
Mas, desgraça pouca é bobagem e, além do coronavírus, é preciso acrescentar aqui a queda acentuada dos preços do petróleo que levaram uma economia frágil com o desmonte promovido pelos golpistas à UTI.
Perto do fim. A crise que se avizinha exige que derrubemos agora o governo dos golpistas. Fora Bolsonaro!
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Re: Jair Bolsonaro
![]() Maioria da população acha errado Bolsonaro apoiar atos contra o Congresso Levantamento da empresa Paraná Pesquisas mostra que a maioria (52,2%) da população acha errado o presidente Jair Bolsonaro apoiar atos contra o Congresso. Outros 40% acham certo o apoio. Não souberam responder ou não opinaram 7,8% dos entrevistados. Quando questionados se é bom ou ruim para o país que o presidente apoie atos contra os deputados e senadores, 57,1% dos entrevistados disseram ser ruim e 35% bom. Não souberam responder ou não opinaram 7,8%. https://www.poder360.com.br/pesquisas/m ... congresso/ |
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Re: Política
Bobagem, o partido é internacionalista. É salutar esse desenvolvimento fora do Brasil.
Capitalismo na UTI
Tempos de crise, tempos de organizar a rebelião
Queda nas bolsas em todo o mundo indica que a crise capitalista tende a se agravar drasticamente em um curto espaço de tempo.
Por Victor Assis
Ao longo de todo o dia de ontem (9), o coronavírus teve um forte concorrente nas ocorrências hospitalares. Infartos, dores de cabeça, derrames, surtos e muito — muito — estresse acometeram os especuladores da bolsa de valores em todo o mundo. Os especuladores são aquilo que ninguém sabem bem ao certo o que são ou o que fazem, mas que todos sabem exatamente o que são e o que fazem: são os capitalistas, responsáveis por concentrar as riquezas do planeta e por administrar a economia global, que, de tão anarquista, se transformou em um jogo incompreensível e, portanto imprevisível, de compra e venda de ações extremamente voláteis.
Não é para menos que o dia de ontem mexeu com os ânimos dos capitalistas. A Bolsa de Valores do Brasil despencou mais de 12%, ao mesmo tempo em que a Bolsa de Tóquio teve queda de 5% e a Bolsa de Nova Iorque, mais de 7%. Tanto no caso brasileiro como no caso norte-americano, foi acionado o circuit breaker — isto é, quando as negociações são interrompidas automaticamente por um período determinado após uma queda acentuada no mesmo dia.
Em toda a imprensa burguesa, que se encontra bastante preocupada com os acontecimentos, a análise é a mesma: a queda vertiginosa das bolsas de valores no mundo é o resultado da epidemia do coronavírus e das disputas em torno do petróleo. Embora seja verdade que ambos os fatos contribuíram para o caos instaurado na especulação financeira, é preciso levar em consideração uma questão mais importância: o capitalismo está em crise há muito tempo e não só era inevitável que houvesse uma queda como as registradas ontem, como é inevitável seu total colapso a qualquer momento.
Diante do susto de ontem, até mesmo os economistas burgueses, comprometidos até a medula com a manutenção do capitalismo, alertam para a possibilidade de uma nova crise econômica surgir — de mesma intensidade ou até mais profunda que a de 2008. Mesmo antes da queda das bolsas registrada ontem, vários economistas sensíveis às mudanças na especulação financeira vinham prevendo que uma crise estava para acontecer a qualquer momento.
A notícia de que a economia mundial pode entrar em uma nova entrada de crise, que grandes capitalistas entrem na bancarrota, que bancos venham à falência e que empresas gigantescas sejam transformadas em pó arrepia todos os que se beneficiam do modo de produção capitalista. Com a crise, não haverá outra opção para o imperialismo a não ser explorar ainda mais os trabalhadores e pisotear os setores burgueses que não tenham força suficiente para se impor. Em outras palavras, uma nova crise econômica se traduzirá, inevitavelmente, em novos golpes de Estado, em novas ditaduras e novos governos que se coloquem francamente como inimigos do povo.
Insistentemente, a esquerda pequeno-burguesa tem feito enorme propaganda de que as raras vitórias eleitorais da esquerda — ou de frentes em que a esquerda faz parte — em alguns episódios específicos sejam uma vitória contra o avanço da extrema-direita. Seria o caso, por exemplo, da vitória de Alberto Fernández e Cristina Kirchner na Argentina e da vitória da Geringonça em Portugal. Nada poderia ser mais falso. Na medida em que vai ficando claro que o capitalismo está em crise e que a única maneira para que o imperialismo se sustente é por meio da aplicação — obrigatoriamente — truculenta da política neoliberal, a extrema-direita vai se impondo como única opção para os capitalistas.
Se por um lado a crise reforça o avanço da extrema-direita, por outro, revela a debilidade do modo de produção capitalista e, consequentemente, as contradições internas da classe dominante. Isto é, revela, para os trabalhadores e demais explorados, um mar de possibilidades para uma intervenção direta e decidida no situação política.
Organizar uma investida ainda mais dura contra a população mundial, ainda mais em um cenário em que as contradições da burguesia explodem, levará, inevitavelmente, a uma rebelião generalizada contra a ordem vigente. Diante disso, a tarefa mais importante do momento é organizar as tendências fortíssimas à mobilização de toda a população em conjunto para garantir que os trabalhadores saiam vitoriosos em sua luta contra a corja de parasitas que está arrastando a humanidade para a decadência. Fora Bolsonaro e todos os golpistas! Revolução, governo operário, comunismo!
https://www.causaoperaria.org.br/tempos ... -rebeliao/
Tempos de crise, tempos de organizar a rebelião
Queda nas bolsas em todo o mundo indica que a crise capitalista tende a se agravar drasticamente em um curto espaço de tempo.
Por Victor Assis
Ao longo de todo o dia de ontem (9), o coronavírus teve um forte concorrente nas ocorrências hospitalares. Infartos, dores de cabeça, derrames, surtos e muito — muito — estresse acometeram os especuladores da bolsa de valores em todo o mundo. Os especuladores são aquilo que ninguém sabem bem ao certo o que são ou o que fazem, mas que todos sabem exatamente o que são e o que fazem: são os capitalistas, responsáveis por concentrar as riquezas do planeta e por administrar a economia global, que, de tão anarquista, se transformou em um jogo incompreensível e, portanto imprevisível, de compra e venda de ações extremamente voláteis.
Não é para menos que o dia de ontem mexeu com os ânimos dos capitalistas. A Bolsa de Valores do Brasil despencou mais de 12%, ao mesmo tempo em que a Bolsa de Tóquio teve queda de 5% e a Bolsa de Nova Iorque, mais de 7%. Tanto no caso brasileiro como no caso norte-americano, foi acionado o circuit breaker — isto é, quando as negociações são interrompidas automaticamente por um período determinado após uma queda acentuada no mesmo dia.
Em toda a imprensa burguesa, que se encontra bastante preocupada com os acontecimentos, a análise é a mesma: a queda vertiginosa das bolsas de valores no mundo é o resultado da epidemia do coronavírus e das disputas em torno do petróleo. Embora seja verdade que ambos os fatos contribuíram para o caos instaurado na especulação financeira, é preciso levar em consideração uma questão mais importância: o capitalismo está em crise há muito tempo e não só era inevitável que houvesse uma queda como as registradas ontem, como é inevitável seu total colapso a qualquer momento.
Diante do susto de ontem, até mesmo os economistas burgueses, comprometidos até a medula com a manutenção do capitalismo, alertam para a possibilidade de uma nova crise econômica surgir — de mesma intensidade ou até mais profunda que a de 2008. Mesmo antes da queda das bolsas registrada ontem, vários economistas sensíveis às mudanças na especulação financeira vinham prevendo que uma crise estava para acontecer a qualquer momento.
A notícia de que a economia mundial pode entrar em uma nova entrada de crise, que grandes capitalistas entrem na bancarrota, que bancos venham à falência e que empresas gigantescas sejam transformadas em pó arrepia todos os que se beneficiam do modo de produção capitalista. Com a crise, não haverá outra opção para o imperialismo a não ser explorar ainda mais os trabalhadores e pisotear os setores burgueses que não tenham força suficiente para se impor. Em outras palavras, uma nova crise econômica se traduzirá, inevitavelmente, em novos golpes de Estado, em novas ditaduras e novos governos que se coloquem francamente como inimigos do povo.
Insistentemente, a esquerda pequeno-burguesa tem feito enorme propaganda de que as raras vitórias eleitorais da esquerda — ou de frentes em que a esquerda faz parte — em alguns episódios específicos sejam uma vitória contra o avanço da extrema-direita. Seria o caso, por exemplo, da vitória de Alberto Fernández e Cristina Kirchner na Argentina e da vitória da Geringonça em Portugal. Nada poderia ser mais falso. Na medida em que vai ficando claro que o capitalismo está em crise e que a única maneira para que o imperialismo se sustente é por meio da aplicação — obrigatoriamente — truculenta da política neoliberal, a extrema-direita vai se impondo como única opção para os capitalistas.
Se por um lado a crise reforça o avanço da extrema-direita, por outro, revela a debilidade do modo de produção capitalista e, consequentemente, as contradições internas da classe dominante. Isto é, revela, para os trabalhadores e demais explorados, um mar de possibilidades para uma intervenção direta e decidida no situação política.
Organizar uma investida ainda mais dura contra a população mundial, ainda mais em um cenário em que as contradições da burguesia explodem, levará, inevitavelmente, a uma rebelião generalizada contra a ordem vigente. Diante disso, a tarefa mais importante do momento é organizar as tendências fortíssimas à mobilização de toda a população em conjunto para garantir que os trabalhadores saiam vitoriosos em sua luta contra a corja de parasitas que está arrastando a humanidade para a decadência. Fora Bolsonaro e todos os golpistas! Revolução, governo operário, comunismo!
https://www.causaoperaria.org.br/tempos ... -rebeliao/
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Re: Jair Bolsonaro
8 de Março
Mais uma demonstração da tendência de luta pelo fora Bolsonaro
Atos mostranram a tendencia de luta pelo fora Bolsonaro
Nesse domingo, dia 8 de março, foram realizadas manifestações lembrando o dia da mulher trabalhadora em várias cidades do País. Os atos, embora com toda a limitação imposta pela política da esquerda pequeno-burguesa, foram uma demonstração da necessidade de sair às ruas pela derrubada do governo Bolsonaro.
Quando dissemos limitações da política da esquerda nos referimos desde a convocação, ou melhor dizendo, a não convocação dos atos. Para se ter uma ideia, em algumas cidades importantes como Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre, os atos do 8 de Março foram no dia 9 de março. Em aglumas cidades até mesmo no dia 6 ou 7.
Essa dispersão das datas mostra que a esquerda e as organizações populares não levam a sério sequer a tradição da luta das mulheres.
O mais importante, no entanto, foi a convocação política limitada da maioria dos atos. Se em São Paulo, o ato foi convocado pela Frente Brtasil Popular e pela Marcha Mundial de Mulheres – ligada ao PT – com uma chamado político “mulheres contra Bolsonaro”, em outros locais não foi assim. Na maioria dos locais os chamados eram feitas sobre a base de políticas demagógicas e abstratas como uma “luta contra o machismo”. Não a toa, o ato em São Paulo foi o maior e acabou expressando de maneira mais clara a tendencia de luta contra Bolsonaro.
Mas essa tendência foi clara até mesmo nos atos esvaziados, pouco ou mal convocados. Foi uma constante nas capitais a adesão a palavra de ordem fora Bolsonaro. Os militantes do PCO e as mulheres do Coletivo Rosa Luxemburgo estiveram presentes com adesivos, faixas, panfletos e jornais convocando o fora Bolsonaro. Tudo isso foi amplamente recebido por todos os presentes nos atos. Até mesmo as organizações políticas que se recusaram até agora a chamar o fora Bolsonaro e efetivamente são contra esta palavra de ordem foram nos carros de som gritar “fora Bolsonaro”.
Os atos do 8 de Março mostraram que é preciso intensificar a luta pela derrubada desse governo. Essa é a vontade da esmagadora maioria do povo. Por isso, nos s próximos atos, marcados para os dias 14 e 18 de março é preciso uma ampla convocação, chamando o povo a sair as ruas pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas.
https://www.causaoperaria.org.br/mais-u ... bolsonaro/
Mais uma demonstração da tendência de luta pelo fora Bolsonaro
Atos mostranram a tendencia de luta pelo fora Bolsonaro
Nesse domingo, dia 8 de março, foram realizadas manifestações lembrando o dia da mulher trabalhadora em várias cidades do País. Os atos, embora com toda a limitação imposta pela política da esquerda pequeno-burguesa, foram uma demonstração da necessidade de sair às ruas pela derrubada do governo Bolsonaro.
Quando dissemos limitações da política da esquerda nos referimos desde a convocação, ou melhor dizendo, a não convocação dos atos. Para se ter uma ideia, em algumas cidades importantes como Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre, os atos do 8 de Março foram no dia 9 de março. Em aglumas cidades até mesmo no dia 6 ou 7.
Essa dispersão das datas mostra que a esquerda e as organizações populares não levam a sério sequer a tradição da luta das mulheres.
O mais importante, no entanto, foi a convocação política limitada da maioria dos atos. Se em São Paulo, o ato foi convocado pela Frente Brtasil Popular e pela Marcha Mundial de Mulheres – ligada ao PT – com uma chamado político “mulheres contra Bolsonaro”, em outros locais não foi assim. Na maioria dos locais os chamados eram feitas sobre a base de políticas demagógicas e abstratas como uma “luta contra o machismo”. Não a toa, o ato em São Paulo foi o maior e acabou expressando de maneira mais clara a tendencia de luta contra Bolsonaro.
Mas essa tendência foi clara até mesmo nos atos esvaziados, pouco ou mal convocados. Foi uma constante nas capitais a adesão a palavra de ordem fora Bolsonaro. Os militantes do PCO e as mulheres do Coletivo Rosa Luxemburgo estiveram presentes com adesivos, faixas, panfletos e jornais convocando o fora Bolsonaro. Tudo isso foi amplamente recebido por todos os presentes nos atos. Até mesmo as organizações políticas que se recusaram até agora a chamar o fora Bolsonaro e efetivamente são contra esta palavra de ordem foram nos carros de som gritar “fora Bolsonaro”.
Os atos do 8 de Março mostraram que é preciso intensificar a luta pela derrubada desse governo. Essa é a vontade da esmagadora maioria do povo. Por isso, nos s próximos atos, marcados para os dias 14 e 18 de março é preciso uma ampla convocação, chamando o povo a sair as ruas pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas.
https://www.causaoperaria.org.br/mais-u ... bolsonaro/
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Re: Política
![]() 03/03: Dilma diz que Bolsonaro quer ‘destruir a destruição’ e presidente concorda Durante participação no chamado Festival Lula Livre em Paris, na 3ª feira (3.mar.2020), Dilma se referiu a Bolsonaro como “1 neofascista que tem por objetivo destruir a destruição da soberania do país“. A confusão da ex-presidente provocou risos da plateia que acompanhava o evento no Teatro du Soleil. Bolsonaro ironizou o episódio e fez 1 trocadilho ao chamar Dilma de “ex-presidanta“. No Twitter e no Instagram, o presidente afirmou: “Pela primeira vez na história a ex-presidanta fala a verdade: ‘Estamos destruindo a destruição da soberania do país’. O PT é uma piada de mal [sic] gosto!“. https://www.poder360.com.br/governo/dil ... -concorda/ Joice tira bolsonaristas da CPMI das Fake News Ao reassumir a liderança do PSL na Câmara, após a guerra interna com a ala bolsonarista do partido, a deputada Joice Hasselmann tirou da CPMI das Fake News os deputados Filipe Barros e Caroline de Toni. É um baque na bancada bolsonarista da CPMI, que agora passa a ter somente os deputados Éder Mauro, do PSD, e Márcio Labre, que é do PSL, mas conseguiu garantir uma vaga destinada ao PSD. https://www.oantagonista.com/brasil/joi ... fake-news/ |
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Re: Jair Bolsonaro
Quinhentas notícias sobre os mesmos protestos do dia 08 de março.
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Política
É só essa velha falar, que já sai um monte de pérolas. kkkkkkkkk

Ei Timbu Fun, olha aí mais uma fonte.
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Chapolin Gremista
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Re: Política
Perto do Bozo a Dilma é intelectual.
Defensiva do fascismo
Crise no governo sobre o dia 15: bolsonaristas sabem que são minoria
A direita tradicional juntamente com um setor minoritário da extrema-direita pedem para cancelar os atos, em meio a uma crise capitalista mundial que se aproxima. Às ruas!
No dia de 08/03 a direita, encabeçada pelo presidente do congresso, o golpista Rodrigo Maia, juntamente com setores bolsonaristas, orientou o presidente fraudulento a cancelar o ato marcado para o dia 15/03.
Ato qual Bolsonaro chama a extrema-direita às ruas para defender seu governo de destruição econômica, lés a pátria, miséria e fome. O ato, em prol do governo da devastação nacional, pediria o fechamento do congresso e do STF, isto é, de uma ditadura de tipo fascista escancarada.
A direita tradicional pede que “abaixam-se as divergências” para cuidar, vejam só, da saúde do povo. A direita que congelou os gastos com saúde em vintes anos de morte. É claro que a demagogia não tem nada a ver com a epidemia de coronavírus que pode assolar o país.
Esta demagogia da direita tem a ver com um “acordão” entre o bolsonarismo e eles para levarem em coesão e juntos a venda do país para o imperialismo, salvar os bancos e os grandes capitalistas do país as custas do sangue, da morte, da fome da população brasileira.
Essa defensiva faltando uma semana para o ato mostra que a direita e o fascismo se vêem como são: minoritários. Odiados pela população, como se vê nos mutirões realizados pelo PCO e os Comitês de Luta, recuam diante do derretimento da economia mundial e nacional. Acirra-se a luta de classes, e os fascistas se colocam amedrontados contra a parede.
É hora de tomar a ofensiva dos acontecimentos. Uma política que corresponda aos anseios da população: derrubar ainda este ano o governo! O recuo da esquerda de conjunto mostra que a decisão é esperar 2022 enquanto as massas são sistematicamente assassinadas. E os setores dito “antifascistas” que não intervém no calor dos acontecimentos, não combate o fascismo: faz pose. Ambas políticas oportunistas, demagógicas e extremamente pequeno-burguesas, em conluio uma com a outra.
É necessário dar um passo adiante e chamar contras-atos em todo o país no dia 15/03 para qualquer fascista que estiverem saindo do esgoto e indo para as ruas, serem postos novamente no esgoto!
Fora Bolsonaro e todos os golpistas!
https://www.causaoperaria.org.br/crise- ... o-minoria/
Crise no governo sobre o dia 15: bolsonaristas sabem que são minoria
A direita tradicional juntamente com um setor minoritário da extrema-direita pedem para cancelar os atos, em meio a uma crise capitalista mundial que se aproxima. Às ruas!
No dia de 08/03 a direita, encabeçada pelo presidente do congresso, o golpista Rodrigo Maia, juntamente com setores bolsonaristas, orientou o presidente fraudulento a cancelar o ato marcado para o dia 15/03.
Ato qual Bolsonaro chama a extrema-direita às ruas para defender seu governo de destruição econômica, lés a pátria, miséria e fome. O ato, em prol do governo da devastação nacional, pediria o fechamento do congresso e do STF, isto é, de uma ditadura de tipo fascista escancarada.
A direita tradicional pede que “abaixam-se as divergências” para cuidar, vejam só, da saúde do povo. A direita que congelou os gastos com saúde em vintes anos de morte. É claro que a demagogia não tem nada a ver com a epidemia de coronavírus que pode assolar o país.
Esta demagogia da direita tem a ver com um “acordão” entre o bolsonarismo e eles para levarem em coesão e juntos a venda do país para o imperialismo, salvar os bancos e os grandes capitalistas do país as custas do sangue, da morte, da fome da população brasileira.
Essa defensiva faltando uma semana para o ato mostra que a direita e o fascismo se vêem como são: minoritários. Odiados pela população, como se vê nos mutirões realizados pelo PCO e os Comitês de Luta, recuam diante do derretimento da economia mundial e nacional. Acirra-se a luta de classes, e os fascistas se colocam amedrontados contra a parede.
É hora de tomar a ofensiva dos acontecimentos. Uma política que corresponda aos anseios da população: derrubar ainda este ano o governo! O recuo da esquerda de conjunto mostra que a decisão é esperar 2022 enquanto as massas são sistematicamente assassinadas. E os setores dito “antifascistas” que não intervém no calor dos acontecimentos, não combate o fascismo: faz pose. Ambas políticas oportunistas, demagógicas e extremamente pequeno-burguesas, em conluio uma com a outra.
É necessário dar um passo adiante e chamar contras-atos em todo o país no dia 15/03 para qualquer fascista que estiverem saindo do esgoto e indo para as ruas, serem postos novamente no esgoto!
Fora Bolsonaro e todos os golpistas!
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Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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helenaldo
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Re: Política
Rapaz Bolsonaro e Dilma num mesmo espaço e tipo o Quico e o Chaves disputando pra ver quem é o mais "inteligente".
O FLAMENGO É SELEÇÃO!
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Victor235
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Re: Política
Ué, por acaso o PCO acreditava que o Rodrigo Maia iria apoiar protestos contra o Congresso? 
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano



